Obras Literárias

junho, 2017

  • 23 junho

    As Estações

      Clique nos links abaixo para navegar no capítulo desejado: O Inverno A Primavera O Verão O Outono   Olavo Bilac O Inverno Coro das quatro estações: Cantemos, irmãs, dancemos! Espantemos a tristeza! E dançando, celebremos A glória da Natureza! O Inverno: Sou a estação do frio; O céu está …

  • 23 junho

    Os Meses

      Clique nos links abaixo para navegar no capítulo desejado: Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro   Olavo Bilac Janeiro Coro das crianças: Venham os meses desfilando! Cante cada um por sua vez! Dancemos todos, escutando O que nos conta cada mês… Janeiro: Eu …

  • 22 junho

    Música Brasileira – Olavo Bilac

    Olavo Bilac Tens, às vezes, o fogo soberano Do amor: encerras na cadência, acesa Em requebros e encantos de impureza, Todo o feitiço do pecado humano. Mas, sobre essa volúpia, erra a tristeza Dos desertos, das matas e do oceano: Bárbara poracé, banzo africano, E soluços de trova portuguesa. És …

  • 22 junho

    Maldição – Olavo Bilac

    Olavo Bilac Se por vinte anos, nesta furna escura, Deixei dormir a minha maldição, _ Hoje, velha e cansada da amargura, Minha alma se abrirá como um vulcão. E, em torrentes de cólera e loucura, Sobre a tua cabeça ferverão Vinte anos de silêncio e de tortura, Vinte anos de …

  • 22 junho

    Longe de Ti – Olavo Bilac

    Olavo Bilac XXXI Longe de ti, se escuto, porventura, Teu nome, que uma boca indiferente Entre outros nomes de mulher murmura, Sobe-me o pranto aos olhos, de repente… Tal aquele, que, mísero, a tortura Sofre de amargo exílio, e tristemente A linguagem natal, maviosa e pura, Ouve falada por estranha …

  • 22 junho

    Língua Portuguesa – Olavo Bilac

    Olavo Bilac Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela… Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E …

  • 22 junho

    Leio-te – Olavo Bilac

    Olavo Bilac Leio-te: — o pranto dos meus olhos rola: — Do seu cabelo o delicado cheiro, Da sua voz o timbre prazenteiro, Tudo do livro sinto que se evola … Todo o nosso romance: – a doce esmola Do seu primeiro olhar, o seu primeiro Sorriso, – neste poema …

  • 22 junho

    Inania Verba – Olavo Bilac

    Olavo Bilac Ah! quem há de exprimir, alma impotente e escrava, O que a boca não diz, o que a mão não escreve? — Ardes, sangras, pregada à tua cruz, e, em breve, Olhas, desfeito em lodo, o que te deslumbrava… O Pensamento ferve, e é um turbilhão de lava; …

  • 22 junho

    Ao Coração Que Sofre

    Olavo Bilac Ao coração que sofre, separado Do teu, no exílio em que a chorar me vejo, Não basta o afeto simples e sagrado Com que das desventuras me protejo. Não me basta saber que sou amado, Nem só desejo o teu amor: desejo Ter nos braços teu corpo delicado, …

  • 21 junho

    De Outras Sei

    Olavo Bilac IX De outras sei que se mostram menos frias, Amando menos do que amar pareces. Usam todas de lágrimas e preces: Tu de acerbas risadas e ironias. De modo tal minha atenção desvias, Com tal perícia meu engano teces, Que, se gelado o coração tivesses, Certo, querida, mais …