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Sapo

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Sapo – O que é

A palavra anfíbio, como adjetivo, significa qualquer coisa ou ser capaz de viver ou movimentar-se tanto em terra firme como na água. Exemplo: um veículo anfíbio.

Observada como substantivo, esta mesma palavra refere-se a qualquer espécie de animal vertebrado da Classe Anfíbia.

O termo anfíbio vem do grego e tem como significado “duas vidas”.

Um exemplo é o sapo, que nasce como girino, sobrevivendo somente dentro da água, mas que, depois de adulto, perde a cauda e se transforma em um Anuro, ordem dos sapos, rãs e pererecas.

Este termo é bastante antigo e faz referência principal aos sapos, rãs e pererecas (por isso o nome).

As rãs têm sangue frio, o que significa que seus corpos têm a mesma temperatura do ar ou da água ao seu redor. Quando estão com frio, deitam-se ao sol para se aquecer e, quando ficam muito quentes, vão para a água para refrescar o corpo.

A palavra sapo é um nome comum que é dado ambíguo francesa mais de 500 diferentes espécies de anfíbios anuros, o Bufonidae incluindo entre eles os representantes de tais Bufo, gênero melhor representado do planeta, com mais de 250 espécies.

Sapos, salamandras e cecílias (vermes cegos) também fazem parte do grupo dos anfíbios.

Sapo

Como outros anfíbios (Dendrobates), sapos ocorrem, por vezes, já no estado de girino, venenos contêm agentes tóxicos e, por vezes, alucinógenos, protegê-los do que muitos predadores. Além disso, a pele é mais espessa e resistente à desidratação e à lesão.

Como todos os anuros, sapos são animais chamados de sangue-frio (poiquilotérmicos). A fertilização é externo (fora do trato genital), água de forma mais frequente (algumas espécies regularmente molhar as suas cadeias de ovos, no caso de o sapo parteira Alyte ). Seu desenvolvimento pós-embrionário geralmente envolve uma metamorfose. O início de sua vida é gasto na água, depois o adulto, exceto na época de reprodução, e viver na terra, geralmente na floresta ou em áreas de alta umidade, mas existem algumas espécies de relativamente seco.

Eles têm pernas muito curtas e vivem no chão, preferindo andar.

Eles têm um focinho arredondado.

Eles não têm dentes.

Eles têm uma pele áspera coberta de pústulas.

Sua língua não é recuado como cobras.

O larval (girino), eles comem plantas e bactérias, e do estado de adultos, minhocas, caracóis, lesmas, centopéias, moscas, aranhas, formigas, insetos, lagartas, e outros invertebrados.

Seu som é, na maioria dos casos, mais discreto do que rãs, por vezes, emitidos sob a água.

Eles são os únicos anfíbios têm tanto resistente da pele para as reservas de desidratação e de gordura, conhecidas como “gordura inguinal”, o que lhes permite percorrer uma distância maior do que outros anfíbios em relação à água

Sapos – Origens geográficas

Sapo

Sapos descendem de um ancestral comum que viveu na América do Sul há mais de 10 milhões de anos. Mas, desde então, lentamente colonizado quase todos os continentes, (eles estão ausentes ou recentemente introduzidas pelo homem para Madagascar (Ilha de Victor desaparecendo) na Austrália, em pequenas ilhas isoladas e em alguns grandes ilhas no Pacífico.

Recentemente, algumas espécies foram introduzidas na Austrália (1935) e em algumas ilhas para caçar insetos pragas em include cana, mas são muitas vezes se tornar invasoras, mas era esperado para o papel.

Especialmente Bufo marinus é um problema sério na Austrália.

Sapo – Classe Anfíbia

Sapo: espécie de anfíbio mais conhecido

Esta classe de animais vertebrados, composta por sapos, rãs, salamandras aquáticas e as cecílias, foi a primeira a aparecer no planeta terra por volta de 300 milhões de anos. Hoje, habitando algumas ilhas da Indonésia, ainda existem espécimes raros e antigos que viveram na Idade do Carvão, período em que estes animais foram o grupo dominante.

Os anfíbios têm a capacidade de viver tanto dentro quanto fora da água, porém, sua pele precisa estar constantemente úmida, pois funciona como um meio de respiração para este animal.

Existem dois grupos principais de Anfíbios: os que possuem rabo e os que não os possuem. Esse segundo grupo, mais desenvolvido, é constituído pelas rãs e sapos de todos os tipos.

Os Anfíbios com rabos são as salamandras que estão mais próximas dos Peixes do que os sapos e rãs, apesar delas também desenvolverem pulmões.

Elas possuem pequenos membros constituídos de mãos e permanecem num estado de vida mais baixo, vivendo num meio ambiente aquoso.

Apesar de quase todos desta classe possuírem pulmões, eles são de estrutura extremamente simples.

Tanto a rãs e quanto os sapos possuem ouvidos e um coração de complexidade superior se comparado aos seus ancestrais.

A forma de vida anfíbia, considerada bastante adaptável, vem evoluindo durante milhares de anos por sua capacidade de habitar a maior parte dos continentes do mundo, exceto a Antártida, que possui condições climáticas extremamente rigorosas para quase todo o tipo de vida.

Sapo Cururu

No Brasil podemos encontrar estes seres em várias regiões, inclusive na região da Mata Atlântica, que com uma biodiversidade ainda maior do que a da Floresta Amazônica, possui sua fauna formada principalmente por anfíbios (grande variedade de anuros), além, é claro, de outras vidas como os mamíferos canídeos e aves das mais diversas.

É uma das áreas mais sujeitas à precipitação no Brasil, com chuvas orográficas que caem em função das elevações do planalto e das serras, o que torna este um habitat perfeito para a categoria estudada.

No mundo todo há cerca de 4800 espécies de sapos. A maioria deles vive dentro ou próximo a uma fonte de água, muito embora existam aqueles que vivam em ambientes úmidos, mas que não são considerados ambientes aquáticos. A necessidade por água é mais premente para os ovos e os girinos do adulto, que vivem somente em ambiente líquido respirando através de guelras, assim como os peixes. Contudo, algumas espécies utilizam poças temporárias com água coletada nos ramos de plantas.

Durante seu desenvolvimento ocorrem alterações genéticas que fazem com que as guelras dêem lugar ao pulmão.

Cerca de 4000 espécies fazem parte do grupo moderno destes vertebrados, sendo suas três principais categorias: os Caudata, chamados também de anfíbios com caudas, aqui estão as salamandras e sirenídios; Anura, são aqueles que não possuem calda, como as rãs e os sapos; e ainda os Gmnofiona ou Apoda, são aqueles que possuem o formato de verme.

As cecílias constituem uma família da ordem Gymnophiona (ápodes). De aspecto vermiforme, vivem nos solos humosos, pele lisa, com sulcos transversais formando anéis e provida de secreção defensiva.

Tem os olhos recobertos pela pele, fato que lhes valeu o nome vulgar de cobras-de-duas-cabeças, ou cobras-cegas.

As salamandras são da ordem dos urodelos (Caudata), provido de cauda na fase adulta, com um ou dois pares de patas, e que, segundo o ambiente onde vive, pode apresentar brânquias ou não.

A única espécie existente no Brasil é a Bolitoglossa amazonica.

Características

O macho mede cerca de 140 mm e a fêmea cerca de 170 mm. Existem diferenças de cor e tamanho entre macho e fêmea (veja foto acima, monstrando um casal em cópula).

Quando apanhado com a mão pode encolher-se e ficar imóvel, em tanatose (finge-se de morto). Tanto as volumosas glândulas de veneno, como a tanatose podem ser consideradas como adaptações defensivas

Hábitat: É comum em regiões serranas, tanto no litoral como no interior.

Distribuição: Ocorre no sudeste do Brasil, atingindo o leste do Paraguai.

Hábitos: Hábitos noturnos, abriga-se durante o dia em tocas entre raízes de árvores, no solo ou entre pedras.

Alimentação: Insetos.

Reprodução: Apresenta dimorfismo sexual acentuado. A desova é composta por cordões gelatinos em fileiras dupla de ovos (raramente única). Os girinos, pretos, vivem em cardumes.

Manifestações sonoras: Vocalizam parcialmente submersos em água calma, apoiados no fundo.

Sapo Cururu

Nome científico: Bufos spp
Classe: Amphibia
Superordem: Salienta
Ordem: Procoela
Família: Bufonidae
Habitat: Matas tropicais
Hábitos: noturnos
Nome popular: Sapo cururu

O sapo brasileiro mais comum é o Sapo Cururu, Bufo marinus. O número de espécies de sapos vem diminuindo muito, pois ele é muito sensível a poluição da água e do ar. Exatamente por isto, sapos são considerados excelentes indicadores ecológicos.

Em 1980, duas espécies de sapos australianos desapareceram.

A maior parte dos sapos produz veneno para se defender, numa glândula especial que fica atrás de seus olhos.

Quando está com uma presa na boca, o sapo fecha os olhos, forçando-os para dentro, para ajudarem a empurrar a comida boca abaixo. Todo anfíbio é animal cordado craniota gnastomado tetrápode, da classe Amphibia. Pele nua, glandular, sempre umedecida, sem escamas; coração com três cavidades; respiração através de brânquias nos estágios iniciais (podendo persistir a vida inteira), e depois através de pulmões, pele e mucosa bucal, separada ou concomitantemente; fecundação externa. Abrangem as cecílias, salamandras e anuros.

As cecílias constituem uma família da ordem Gymnophiona (ápodes). De aspecto vermiforme, vivem nos solos humosos, pele lisa, com sulcos transversais formando anéis e provida de secreção defensiva.

Tem os olhos recobertos pela pele, fato que lhes valeu o nome vulgar de cobras-de-duas-cabeças, ou cobras-cegas.

As salamandras são da ordem dos urodelos (Caudata), provido de cauda na fase adulta, com um ou dois pares de patas, e que, segundo o ambiente onde vive, pode apresentar brânquias ou não.

A única espécie existente no Brasil é a Bolitoglossa amazonica.

O macho mede cerca de 140 mm e a fêmea cerca de 170 mm. Existem diferenças de cor e tamanho entre macho e fêmea (veja foto acima, monstrando um casal em cópula).

Quando apanhado com a mão pode encolher-se e ficar imóvel, em tanatose (finge-se de morto). Tanto as volumosas glândulas de veneno, como a tanatose podem ser consideradas como adaptações defensivas.

Fonte: www.trabalhonota10.com/www.esam.br/www.faunacps.cnpm.embrapa.br/www.zoologico.sp.gov.br/fr.wikipedia.org/i.natgeofe.com/www.kidzone.ws

 

 

 

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