Que Voulez Vous Messiers – Enrico Caruso
Leia maisAmor é um fogo que se arde sem se ver
Amor é um fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; é um andar solitário entre a gente; é nunca contentar-se de contente; é um cuidar …
Leia maisAlegres Campos, Verdes Arvoredos
Alegres campos, verdes arvoredos, Claras e frescas águas de cristal, Que em vós os debuxais ao natural, Discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, Compostos em concerto desigual: Sabei que, sem licença de meu mal, Já não podeis fazer meus olhos ledos. E, pois me já não vedes …
Leia maisO Sole Mio
O Sole Mio – Enrico Caruso Che bella cosa è na jurnata ‘e sole, n’aria serena doppo na tempesta! Pe’ ll’aria fresca para gia’ na festa… Che bella cosa na jurnata ‘e sole. Ma n’atu sole cchiu’ bello, oi ne’, ‘o sole mio sta nfronte a te! ‘o sole, ‘o sole mio …
Leia maisAh! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! (1685-1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! Quão asinha em meu dano vos mudastes! Passou o tempo que me descansastes, agora descansais com meus cuidados. Deixastes-me sentir os bens passados, para mor dor da dor que me ordenastes; então nü’hora juntos mos levastes, deixando em …
Leia maisA sepultura del-Rei dom João Terceiro
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quem jaz no grão sepulcro, que descreve tão ilustres sinais no forte escudo? – Ninguém; que nisso, enfim, se toma tudo mas foi quem tudo pôde e tudo teve. Foi Rei?- Fez tudo quanto a Rei se deve; pôs na guerra e na paz …
Leia maisA morte, que da vida o no desata (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões A Morte, que da vida o nó desata, os nós, que dá o Amor, cortar quisera na Ausência, que é contr’ ele espada fera, e co Tempo, que tudo desbarata. Duas contrárias, que üa a outra mata, a Morte contra o Amor ajunta e …
Leia maisA fermosura desta fresca serra
Luís Vaz de Camões A fermosura desta fresca serra E a sombra dos verdes castanheiros, O manso caminhar destes ribeiros, Donde toda a tristeza se desterra; O rouco som do mar, a estranha terra, O esconder do sol pelos outeiros, O recolher dos gados derradeiros, Das nuvens pelo ar a …
Leia maisMattinata
Mattinata – Enrico Caruso L’aurora di bianco vestita Già l’uscio dischiude al gran sol; Di già con le rosee sue dita Carezza de’ fiori lo stuol! Commosso da un fremito arcano Intorno il creato già par; E tu non ti desti, ed invano Mi sto qui dolente a cantar. Metti anche tu …
Leia maisSchiller
I Tíbio o sol entre as nuvens do ocidente, Já lá se inclina ao mar. Grave e solene Vai a hora da tarde! O oeste passa Mudo nos troncos da alameda antiga, ue à voz da Primavera os gomos brota: O oeste passa mudo, e cruza o átrio Pontiagudo do …
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