Sonetos de Luís Vaz de Camões Aqueles claros olhos que chorando ficavam quando deles me partia, agora que farão? Quem mo diria? Se porventura estarão em mim cuidando? Se terão na memória, como ou quando deles me vim tão longe de alegria? Ou s’estarão aquele alegre dia que torne a …
Leia maisSeigneur Dieu Que Vois Je
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Leia maisAquela que, de pura castidade (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aquela que, de pura castidade, de si mesma tomou cruel vingança por üa breve e súbita mudança, contrária a sua honra e qualidade (venceu à fermosura a honestidade, venceu no fim da vida a esperança porque ficasse viva tal lembrança, tal amor, tanta fé, …
Leia maisSanta Lúcia – Enrico Caruso
Santa Lúcia – Enrico Caruso Sul mare luccica L’astro d’argento Placida è l’onda Prospero il vento; Venite all’agile Barchetta mia; Santa Lucia! Santa Lucia! Con questo zeffiro Così soave, Oh, come è bello Star sulla nave. Su passeggeri, Venite via; Santa Lucia! Santa Lucia! In’ fra le tende Bandir la …
Leia maisAquela fera humana, que enriquece (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aquela fera humana que enriquece sua presuntuosa tirania destas minhas entranhas, onde cria Amor um mal que falta quando crece; Se nela o Céu mostrou (como parece) quanto mostrar ao mundo pretendia, porque de minha vida se injuria? Porque de minha morte s’enobrece? Ora, …
Leia maisApolo e as nove Musas, discantando (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Apolo e as nove Musas, discantando com a dourada lira, me influíam na suave harmonia que faziam, quando tomei a pena, começando: — Ditoso seja o dia e hora, quando tão delicados olhos me feriam! Ditosos os sentidos que sentiam estar se em seu …
Leia maisApartava-se Nise de Montano (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Apartava se Nise de Montano, em cuja alma partindo se ficava; que o pastor na memória a debuxava, por poder sustentar se deste engano. Pelas praias do Índico Oceano sobre o curvo cajado s’encostava, e os olhos pelas águas alongava, que pouco se doíam …
Leia maisSalut Demeure Chaste Et Pure
Salut Demeure Chaste Et Pure – Enrico Caruso
Leia maisAmor, co a esperança perdida (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Amor, co a esperança já perdida, teu soberano templo visitei; por sinal do naufrágio que passei, em lugar dos vestidos, pus a vida. Que queres mais de mim, que destruída me tens a glória toda que alcancei? Não cuides de forçar me, que não …
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Recondita Armonia – Enrico Caruso
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