Torna a Surriento – Enrico Caruso Vide ‘o mare quant’è bello, Spira tantu sentimento, Comme tu a chi tiene mente, Ca scetato ‘o faie sunnà. Guarda, gua’, chistu ciardino; Siente, sie’ sti sciure arance: Nu profumo accussi fino Dinto ‘o core se ne va… E tu dice: “I’ parto, addio!” T’alluntane da …
Leia maisTe Voglio Bene Assai
Te Voglio Bene Assai – Enrico Caruso
Leia maisCantando estava um dia bem seguro (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cantando estava um dia bem seguro quando, passando, Sílvio me dizia (Sílvio, pastor antigo, que sabia pelo canto das aves o futuro): —Méris, quando quiser o fado escuro, oprimir-te virão em um só dia dous lobos; logo a voz e a melodia te fugirão, …
Leia maisSi Pel Ciel (W Tita Ruffo)
Si Pel Ciel (W Tita Ruffo)
Leia maisCá nesta Babilônia? donde mana (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cá nesta Babilónia, donde mana matéria a quanto mal o mundo cria; cá onde o puro Amor não tem valia, que a Mãe, que manda mais, tudo profana; cá, onde o mal se afina, e o bem se dana, e pode mais que a …
Leia maisSerenade Espanole
Serenade Espanole – Enrico Caruso
Leia maisSerenade de Don Juan
Serenade de Don Juan
Leia maisBem sei, Amor, que é certo o quereceio (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Bem sei, Amor, que é certo o que receio; mas tu, porque com isso mais te apuras, de manhoso mo negas, e mo juras no teu dourado arco; e eu to creio. A mão tenho metida no teu seio, e não vejo meus danos …
Leia maisSe M’ Ami Ancor
Se M’ Ami Ancor – Enrico Caruso
Leia maisÁrvore, cujo pomo, belo e brando (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Arvore, cujo pomo, belo e brando, natureza de leite e sangue pinta, onde a pureza, de vergonha tinta, está virgíneas faces imitando; nunca da ira e do vento, que arrancando os troncos vão, o teu injúria sinta; nem por malícia de ar te seja …
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