Solo Violin Concerto In E Maj 1042
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Quando vejo que meu destino ordena (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Quando vejo que meu destino ordena que por me exprimentar de vós me aparte, deixando de meu bem tão grande parte que a mesma culpa fica grave pena; o duro disfavor que me condena, quando pela memória se reparte, endurece os sentidos de …
Leia maisQuando se vir com água o fogo arder (1685-1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Quando se vir com água o fogo arder, e misturar co dia a noite escura, e a terra se vir naquela altura em que se vem os Céus prevalecer; o Amor por razão mandado ser, e a todos ser igual nossa ventura, com …
Leia maisQuando o sol encoberto vai mostrando (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Quando o Sol encoberto vai mostrando ao mundo a luz quieta e duvidosa, ao longo de üa praia deleitosa, vou na minha inimiga imaginando. Aqui a vi, os cabelos concertando; ali, co a mão na face tão fermosa; aqui, falando alegre, ali cuidosa; …
Leia maisQuando cuido no tempo que, contente (1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Quando cuido no tempo que, contente, vi as pérolas, neve, rosa e ouro, como quem vê por sonhos um tesouro, parece tenho tudo aqui presente. Mas tanto que se passa este acidente, e vejo o quão distante de vós mouro, temo quanto imagino …
Leia maisQuando a suprema dor muito me aperta (1685-1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Quando a suprema dor muito me aperta, se digo que desejo esquecimento, é força que se faz ao pensamento, de que a vontade livre desconserta. Assi, de erro tão grave me desperta a luz do bem regido entendimento, que mostra ser engano ou …
Leia maisPues lágrimas tratáis, mis ojos tristes (1685-1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Pues lágrimas tratáis, mis ojos tristes, y en lágrimas pasáis la noche y día, mirad si es llanto este que os envia aquella por quien vos tantas vertistes Sentid, mis ojos, bien esta que vistes, y si ella lo es, oh gran ventura …
Leia maisPresença bela, angélica figura (1616)
PUBLICIDADE Sonetos de Luís Vaz de Camões Presença bela, angélica figura, em quem, quanto o Céu tinha, nos tem dado; gesto alegre, de rosas semeado, entre as quais se está rindo a Fermosura; olhos, onde tem feito tal mistura em cristal branco o preto marchetado, que vemos já no verde …
Leia maisPor sua Ninfa, Céfalo deixava (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Por sua Ninfa, Céfalo deixava Aurora, que por ele se perdia, posto que dá princípio ao claro dia, posto que as roxas flores imitava. Ele, que a bela Prócris tanto amava que só por ela tudo enjeitaria, deseja de atentar se lhe acharia …
Leia maisPor cima destas águas, forte e firme (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Por cima destas águas, forte e firme, irei por onde as sortes ordenaram, pois, por cima de quantas me choraram aqueles claros olhos, pude vir me. Já chegado era o fim de despedir me, já mil impedimentos se acabaram, quando rios de amor …
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