Fantasie Improvise – Chopin
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Fantasia Impromptu Op.66
Fantasia Impromptu Op.66 – Chopin
Leia maisVôs outros, que buscais repouso certo (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Vós outros, que buscais repouso certo na vida, com diversos exercícios; a quem, vendo do mundo os benefícios, o regimento seu está encoberto; dedicai, se quereis, ao desconcerto novas hontas e cegos sacrifícios; que, por castigo igual de antigos vícios, quer Deus que …
Leia maisVerdade, Amor, Razão, Merecimento (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Verdade, Amor, Razão, Merecimento, qualquer alma farão segura e forte; porém, Fortuna, Caso, Tempo e Sorte, têm do confuso mundo o regimento. Efeitos mil revolve o pensamento e nao sa ~e a que causa se reporte; mas sabe que o que é mais …
Leia maisBarcarolle Op.60
Barcarolle Op.60 – Chopin
Leia maisTomava Daliana por vingança (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Tomava Daliana por vingança da culpa do pastor que tanto amava, casar com Gil vaqueiro; e em si vingava o erro alheio e pérfida esquivança. A discrição segura, a confiança, as rosas que seu rosto debuxava, o descontentamento lhas secava, que tudo muda …
Leia maisFrédéric Chopin
Frédéric Chopin – Vida PUBLICIDADE Data de nascimento: 1 de março de 1810, Zelazowa Wola, na Polônia, Império Russo [agora em Mazowieckie, Polônia]. Data da morte: 17 de outubro de 1849, Paris, França (tuberculose pulmonar). Nome de nascença: Fryderyk Franciszek Chopin. Apelido: Frycek Considerado o maior compositor da Polônia, Frédéric …
Leia maisTodo o animal da calma repousava (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Todo o animal da calma repousava, só Liso o ardor dela não sentia; que o repouso do fogo em que ardia consistia na Ninfa que buscava. Os montes parecia que abalava o triste som das mágoas que dezia; mas nada o duro peito …
Leia maisTempo é já que minha confiança (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Tempo é já que minha confiança se desça de üa falsa opinião; mas Amor não se rege por razão; não posso perder, logo, a esperança. A vida, si; que üa áspera mudança não deixa viver tanto um coração. E eu na morte tenho …
Leia maisTal mostra dá de si vossa figura (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Tal mostra dá de si vossa figura, Sibela, clara luz da redondeza, que as forças e o poder da natureza com sua claridade mais apura. Quem viu üa confiança tão segura, tão singular esmalte da beleza, que não padeça mais, se ter defesa …
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