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Gesso

 

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Fonte: www.gessoline.com.br

Gesso

Dicas

Ambientes pequenos pedem cores claras, podendo ainda ter uma parede pequena com um tom mais escuro.

As molduras de gesso utilizadas nesse ambiente devem ser de formas mais retas,
de preferência aplique em 90 graus e não muito pequeno, como se pensa ser o certo, pois molduras pequenas chamam mais atenção para o tamanho do ambiente, quando esse já tem uma área reduzida.

Em ambiente grande, devem ser utilizadas molduras largas e de preferências as que fazem teto e parede, para dar um ar mais aconchegante ao ambiente.

A iluminação do ambiente é super importante. Quando a altura do teto não é muito grande, o ideal seria utilizarmos iluminação indireta com sancas e rasgo de luz ou spots com luz fluorescente, que tenham vidros jateados, assim o foco da luz sofre uma barreira, sem perder a luminosidade.

Em baixo das escadas, geralmente "sobra" um vão, que pode ser aproveitado com uma parede de gesso,com nichos decorativos, fazendo o fechamento desse vão e deixando o espaço de dentro para ser usado como guarda-volumes, ou mesmo uma adega, já que a parede de gesso é um isolante térmico natural.

Vitrais cabem perfeitamente em ambientes como banheiros, lavabos, salas de jantar e estar... Enfim em praticamente todos os ambientes residenciais e comerciais.O vitral é um dos "Coringas" na arte de decorar com gesso.

Divisórias de gesso são ótimas. Elas tem isolamento termo-acústico natural, tem boa tolerância ao fogo, já fica acabada, sem precisar de reboque ou acabamento similar, pedindo apenas acabamento de pintura. Aparentemente não dá para reconhecer que o material é gesso.

A parede fica perfeita. Vale a pena.

Forro de gesso também é uma ótima solução de forro para cobertura de telhas ou similares.
Seu teto fica liso e perfeito, sem a necessidade de uma laje. Com o forro você também pode embutir luminárias, caixas de som, sistemas de ar condicionado, coifas, enfim, tudo que não quer que fique à mostra, além de esconder imperfeições na laje.

Móveis de gesso são belíssimos e tem um custo bem inferior à madeira,por exemplo.

Podem ser pintados com coberturas comuns ou ainda com trabalhos do tipo marmorização, pátina, textura, etc.

Você pode variar o acabamento simplesmente mudando a cobertura do móvel.

Estante, home theater ,roupeiro, base para sofá, base para mesa, base para colchão (Cama), rack e etc.

Gesso
Aplique teto

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Cortineiro caixa + aplique parede e teto

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Aplique parede + cortineiro caixa + sanca fechada (á direita)

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Forro rebaixado +Aplique teto

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Parede falsa com nicho

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Forro rebaixado + rasgo de luz em toda volta

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Lareira

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Sanca aberta

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Sanca Aberta Sem Moldura + Painel Horizontal Parede

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Rasgo de luz

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Rasgo de luz dupla face

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Cortineiro Caixa

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Rasgo de luz central

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Caixa longa em ressalto 2

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Escadinha com cortineiro

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Rasgo Central Cozinha

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Caixa longa em ressalto parede

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Aplique teto e parede

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Nichos e Lareira falsa em gesso

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Sanca Fechada em camadas

Molduras

Gesso

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Gesso

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Gesso

Fonte: www.decorecomgesso.com.br

Gesso

Gesso Acortanado

Material produzido industrialmente e com qualidade controlada, o gesso acartonado integra – se ao repertorio dos profissionais brasileiro em todo tipo de obra.

Alguns arquitetos já afirmam que quem trabalha com o novo sistema não volta mais para construção tradicional. Esse material é muito comum na Europa e nos Estados Unidos e agora esta ganhando o mercado brasileiro.A procura pelo material vem aumentando de 40 a 50% ao ano e mostra que o material vem conseguindo apagar a imagem de aparente fragilidade, prometendo tomar o espaço da tradicional alvenaria.

As placas de gesso acartonado substituem a alvenarias e as argamassas revestimento em uma única aplicação, permitindo a fácil instalação dos dutos de água energia e dados.O sistema consiste basicamente em uma estrutura que suporta painel de gesso, formando paredes mais ou menos espessas que podem inclusive ser curvas. Assim aplicam – se divisórias de acabamentos em ambientes internos e em ambientes diversos, como cinema hospitais, hotéis,banheiros entre outros.

Imune a ataque de fungos ou insetos
Flexível e resistente a impactos
Não apresenta deformaçãoes aparentes por contração ou dilatação
Não impena
Boa estabilidade sem movimentos aparente com as mudanças bruscas de temperatura
Aceita qualquer revestimento e pintura

Gesso Liso

A aplicação do gesso em parede substitui massa corrida, massa fina, tudo em uma única aplicação, elimina o reboque ou chapisco. É feita direto no tijolo ou bloco, pode ser aplicada sobre pedra, textura, azulejo sem desmanche dos mesmos.

Aplica - se sobre a massa grossa ou bloco de concreto e ou cerâmica na espessura de 3 cm a 10 cm .

Representa economia por metro ao substituir com uma única aplicação, todos os revestimentos convencionais.

Gesso

Divisórias Drywall

O sistema de drywall é constituído basicamente de uma estrutura leve em perfis de aço galvanizado formados por guias e montates sobre os quais fixados de gesso acartonado em uma camada ou mais camadas, gerando uma superfície apta a receber o acabamento final.

As paredes podem ter qualquer forma e podem receber qualquer tipo de acabamento.

As divisórias são feitas em aço e alumino em todos os tamanhos e padrões.

Tem o maior aproveitamento de espaços ,É resistente a fogo, não propaga chama.São muito mais leves diminuindo portanto a carga da estrutura permitindo a adoção de estruturas mais esbeltas e com redução e supressão de alguns elementos, tais como vigas sob as paredes.

As instalações hidráulica, gás, telefone entre outras, são executadas durante a execução das paredes, evitando reabertura da mesma, o que resultaria em desperdício de material, tempo,mão-de-obra.

Economia no custo de construção

Modernidade

Molduras

A moldura é um ornamento saliente usado para enfeitar ambientes.

Existem varias formas e tamanhos de molduras.

Molduras com rebaixamento

Molduras com rebaixamento na cabeceira

Moldura com cortineiro entre outras

Sanca

A sanca é uma cimalha convexa que liga uma parede a um teto. Parte do telhado que se apóia na espessura da parede. É uma moldura ornamental de gesso que se coloca no encontro da parede ao teto.

A sanca pode ser com iluminação direta ou indireta, pode ser fechada ou aberta ,redonda, quadrada retangular, etc...

Um ambiente simples se torna bonito atraente com uma sanca de iluminação;

Seus benefícios estão em proporcionar beleza, design e modernidade ao ambiente.

Forro

A intenção do forro é para melhorar o isolamento térmico e acústico das lajes, o forro devera ser preferencialmente continuo, isto é, com rejuntamento entra as placas, e se o objetivo for atenuar a acústica dos ruídos aéreos gerados no próprio ambiente as juntas deverão ser aparentes e as placas ranhuradas e perfuradas.

Os forros embelezam seu ambiente deixando-os ideais para o seu negocio.

São mais econômicos e Tem maior praticidade.

Permite iluminação e instalação de ar- condicionado.

Coletivos e com maior agilidade.

E de fácil manutenção.

Fonte: www.gessolibra.com.br

Gesso

O Gesso

O gesso é conhecido a mais de 9000 anos .

O gesso é uma substância, normalmente vendida na forma de um pó branco, produzida a partir do mineral gipsita (também denominada gesso), composto basicamente de sulfato de cálcio hidratado. Quando a gipsita é esmagada e calcinada, ela perde água, formando o gesso.

É produzido através de um processo de esmagamento e calcinação do "gypsum" (rocha sedimentaria), transformado em pó branco que misturado com agua endurece rapidamente.

Existem muitas variedades de gesso, cada uma adaptada a uma função de determinado trabalho:
ceramista, fundidor, decorador, dentista, etc.

Seca em pouco tempo, adquirindo sua forma definitiva em 8 a 12 minutos, é usado também para fundir molduras, na modelagem e fixação de placas para forro.

O gesso não é só bonito e barato, mas peças confeccionadas com este material apresentam bom isolamento térmico e acústico, além de manter equilibrada a umidade do ar em áreas fechadas , devido à sua facilidade em absorver água.

O critério para utilização de um tipo de gesso é dependente de seu uso e, como conseqüência, das propriedades físicas que esta aplicação em particular irá exigir. A nós interessa mais o gesso comum ( stucco) encontrado nas lojas de material de construção.

O gesso encontrado sob a forma de pó, blocos ou placas, presta-se a uma grande variedade de aplicações:

Como revestimento de paredes, no lugar da massa fina;

Para fundir molduras e na modelagem e fixação de placas para forro;

Fabricar peças como sancas, molduras para tetos, colunas e placas para composição de paredes e forros rebaixados, que permitem embutir caixas de som e spots de luz;

Como chapas de gesso acartonado (compostas basicamente por duas folhas de papel recheadas de gesso), também se prestam à execução de forros, além de permitir a construçãode paredes divisórias.

Como endurece o gesso?

No estágio 1 - A mistura inicial do sulfato de cálcio hemidratado e àgua .

No estágio 2 - A reação com a àgua começa, e o precipitado de sulfato de cálcio dehidratado forma os núcleos de cristalização.

No estágio 3 - Podemos observar o início do crescimento de cristais a partir dos núcleos.

No estágio 4 - Os cristais de sulfato de cálcio dehidratado já estão bem crescidos. Para o crescimento dos cristais de sulfato de cálcio dehidratado, a mistura consome àgua. O crescimento dos cristais e absorção d'àgua tornam a mistura viscosa.

No estágio 5 - Os cristais já se tocam e podemos dizer que aqui é o momento de pega inicial. Na prática é aqui que a mistura perde o brilho superficial devida a absorção d'àgua na formação do dehidratado.

No estágio 6 - Todos cristais estam entrelaçados formando um corpo sólido.

O trabalho no gesso

Apesar de endurecer muito rapidamente o gesso permite que você o esculpa depois de rígido... com uma ponta de faca, ou qualquer outra ferramenta, (martelo, serrote de aço, chave de fenda, esmeril, etc.) mais dura que ele.

Além de muito barato tem uma enorme gama de utilizações, entre elas a de produzir "protótipos" os mais diversos.

O objeto feito em gesso, quando cuidado pode durar muitos anos.

Pintado, encerado, envernizado, resinado, metalizado... liso ou com relevos,como sancas, molduras para tetos, colunas, placas para composição de paredes e forros rebaixados em vários pedaços encaixados, ou em peça única, é um maravilhoso material para também desenvolver a criatividade artística (esculturas, baixos e altos relevos, objetos utilitários, etc.).

Sua aplicação é rápida , porém quando se adquire um pouco de pratica o tempo não é problema.

Como guardar o (pó) gesso.

1 - O gesso deve ser guardado em local longe de qualquer tipo de umidade (chuva, sereno, ducha, etc.).

2 - Forrar o lugar aonde vai colocar o saco para evitar a umidade do solo.

3 - Deve ser conservado na sua embalagem fechada até a hora de ser usado.

4 - Não se deve misturar gesso de épocas e marcas diferentes.

Material para fazer o primeiro gesso

Água potável

Bacia de plástico

Batedor

Gêsso em pó

Espátula

Lixeira

1) A água usada para fazer gesso deve ser sempre limpa.

2) A bacia deve ser de plástico ou borracha, para facilitar a sua limpeza ( o gesso que sobra endurece no fundo da bacia, com uma pequena torção fará saltar fora o excedente).

3) O batedor poderá ser uma colher , garfo, espátula, etc., qualquer tipo de misturador de metal. Também pode ser limpo com uma pequena torção, raspado com uma espátula ou até batendo com martelo no gesso endurecido caso o volume de material assim o exija.

4) O gesso deve ser o stucco (normal, usado na construção civil), de boa qualidade e recentemente fabricado. As grandes lojas de materiais são o melhor lugar para comprar pela alta rotatividade de estoque.
Não pode estar empedrado ou com embalagem úmida.

5) A espátula é muito útil para raspar os restos de gesso endurecido e as ferramentas

6) A lixeira é o recipiente para onde irão todas as sobras do material.

Dica: Nunca faça um novo gesso numa bacia que contenha restos de um gesso anterior.

Como fazer o gesso

Como fazer o gêsso

Colocar um pouco água limpa e na temperatura ambiente no fundo de um recipiente. Sempre a agua em primeiro lugar, depois o gesso.

Como fazer o gêsso

A seguir derramar na água (com a mão) o pó de gesso, como se estivesse peneirando, até formar uma ilha .Deixe repousar por um ou dois minutos afim de absorver bem toda a agua, depois misturar com vigor com uma espátula (colher. garfo, etc...)

Quando a mistura estiver homogénea e sem caroços, o gesso estará pronto para ser usado. Agora você terá apenas alguns minutos para aplica-lo e se por acaso endurecer (ou quase) antes , jogue fora.

Como fazer o gêsso

Por esta razão ( rapidez ) que se trabalha sempre com pequenas porções.É natural que o gesso aqueça durante o processo de endurecimento.

Cor no gêsso !

Gesso pode ser colorido de todas as cores. Sendo que as cores mais fechadas (escuras), demandam mais pigmento.

1 - Coloque a agua (necessaria) no recepiente onde será feito o gesso.

2 - Polvilhe sobre esta agua, o pigmento em pó, misture muito bem até ficar totalmente diluido.

3 - Coloque o pó de gesso normalmente, como descrito acima.

Ps. Voce terá que fazer experiencias ate chegar na tonalidade desejada. Lembre-se que o branco do gesso influencia muito a cor final, e que a cor final é aquela que o gesso apresenta "depois de seco".

Ele também pode ser lixado e pintado depois de pronto, com quase todos os tipos de tinta existentes no mercado, tinta pvc, verniz, tinta acrílica, etc.

Gesso especial - Gesso Pedra

Um gesso pedra de elevada resistência e prêsa extremamente rápida. Similar ao gesso Americano conhecido como "Mounting Stone". Pode ser usado como um gesso pedra comum em moldagens quando for necessária uma prêsa rápida.

Muito usado por dentistas para fazer moldes dentarios :

Fina Granulometria
Cor branca excepcional
Tempo de endurecimento muito rápido
Qualidade constante
Livre de impurezas
Pronto para lixar com apenas 4 minutos!

Proporção água-pó recomendada: 35ml / 100
Resistencia à compressão : 120 - 150 Kg/cm2
Tempo de prêsa final ( agulha de vicat ): 3 - 5 minutos
Expansão de prêsa medida com extensometro: 0,15%

Como instalar um forro de gesso !

Ferramentas

Quando a intenção for melhorar o isolamento acústico de lajes, o forro deverá ser preferencialmente contínuo, isto é, com rejuntamento entre as placas, já se o objetivo foratenuar a acústica dos ruídos aéreos gerados no próprio ambiente, as juntas deverão seraparentes e as placas ranhuradas ou perfuradas.

Os equipamentos básicos utilizados na aplicação de gesso (ou peças prontas de gesso) são:

Nível - fita métrica
Estilete com lâminas descartáveis
Serrote- furadeira
Martelo de carpinteiro
Serra de recorte
Lima
Espátula de pintor
Desempenadeira.

Componentes

Os componentes para montagem de forros com placas de gesso são:

1. placas de gesso:

A superfície da placa que fica exposta pode ser lisa, ranhurada, decorada (motivos em alto ou baixo relevo) ou com perfurações, tendo as bordas retas ou com detalhes. As superfícies aparentes podem ser fornecidas com acabamento (filme de polietileno, pintura, etc.), podendo-se ainda aplicar reforços nos bordos das placas (perfis de alumínio, PVC, etc.).

O tamanho e formato das placas de gesso devem ser determinados em função das dimensões dos ambientes, o ideal é evitar o recorte de placas.

Ao definir a modulação de placas de fechamento, deve-se considerar:

A localização e dimensões de luminárias, dispositivos das instalações de ar condicionado,etc.;

O comprimento e a largura das placas são variáveis;

A espessura das placas é em função do comprimento.

2. estrutura de sustentação:

Trama de componentes estruturais que dá sustentação aos componentes de fechamento. Aparente ou embutido em ranhuras presentes nos bordos das placas de gesso, o sistema de sustentação (estrutura e/ou pendurais) deverá ser projetado prevendo uma sobrecarga de 50kg/m2, além do peso próprio dos componentes.

Estruturas de sustentação são, normalmente, constituídas por perfis principais e secundários ou travessas, inter-travadas por presilhas ou dispositivos de união que evitam deslocamentos e rotações das peças.

Na fixação dos forros (estruturas metálicas ou de madeira), recomenda-se que as peças tenham rigidez suficiente para inibir a formação de flecha superior a 1/500 do vão, sob ação de carga concentrada de 100 kgf (aplicada em qualquer ponto da estrutura).

3. pendurais :

É o componente que sustenta diretamente as placas de gesso ou os perfis de estruturação do forro (estrutura de sustentação). São elementos em aço ou liga de alumínio, que podem ser de haste lisa, tira de chapa, arame e/ou de suas composições, permitindo deste modo, regulagem para nivelamento.

Devem receber tratamento anticorrosivo antes da colocação (galvanização, eletrozincagem, fosfatização ou cromatização).

Os fios de aço devem ter diâmetro mínimo de 2,7 mm. Em casos especiais podem ser utilizados fios com diâmetro de 2 mm ou mesmo dois fios entrelaçados, com diâmetro de 1 mm cada.

4. perfis metálicos:

Os perfis metálicos são geralmente em "T" invertido, formando uma grelha modulada, sustentada pelos pendurais.

Podem ser de aço, alumínio, ou de ligas de alumínio.

Os perfis ou chapas galvanizados devem receber um acabamento, pelo menos na face exposta, aplicado a seco, em ambientes com condições controladas. Poderão ser empregadas pinturas eletrostáticas ou convencionais.

Os elementos utilizados em ambientes agressivos (locais úmidos, ou ambientes externos) devem ainda receber na face não aparente uma proteção adequada ao ambiente. A proteção dos metais deve garantir a manutenção do aspecto inicial durante a sua vida útil.

A Instalação

A instalação de um forro de placas de gesso comum começa com a inserção no teto de pinos de aço colocados a cada 60 cm no máximo (tamanho normal da placa), colocados com um revólver especial.

Um arame de aço ou cobre passa por um furo existente no pino e é preso na placa em um furo feito na própria obra, torcendo-o bem para amarrar a peça. Uma massa feita de pó de gesso, água e estopa é colocada junto à parede para reforçar a fixação. A moldura é fixada do mesmo jeito.

As placas, com encaixes macho-e-fêmea nas laterais, recebem a mesma massa para acabamento nos rejuntes, após a retirada dos restos de fios com alicate.
Já as chapas de gesso acartonado (cujas dimensões são maiores, normalmente de 0,60 x 1,20m) são colocadas sob perfis metálicos que são fixados à parede e no teto com tirantes. Um tipo de elevador aproxima as chapas da estrutura metálica, onde são fixadas, com parafusoauto-atarrachante, a cada 30 cm, no máximo. Também se parafusa a 1 cm da borda.

O processo começa junto à parede para que as chapas não se comprimam na parafusagem final.
O acabamento é feito com massa de rejunte e fita de papel, usada para prevenir fissuras.
Uma nova camada de massa finaliza o trabalho (única etapa em que se utiliza água, para fazer amassa).

Na instalação do forro suspenso deverão ser observados todos os detalhes previstos no projeto, locando-se previamente os pontos de fixação dos pendurais, as posições de luminárias, as eventuais juntas de movimentação etc.

Os serviços só deverão ser iniciados depois de concluídos e testados eventuais sistemas de impermeabilização, as instalações elétricas, hidráulicas, de ar-condicionado etc. Deverão também estar concluídos os revestimentos de paredes (curados e secos), as caixilharias (inclusive com a instalação dos vidros) e quaisquer outros elementos que possam ter interferência com o forro de gesso.

Nos forros em que for empregada pasta preparada na obra (rejuntamento de placas, assentamento de molduras ou cimalhas, etc.), qualquer superfície metálica passível de entrar em contato como gesso (caixilhos, metais sanitários, etc) deverá ser previamente protegida, mesmo que tais componentes sejam anodizados, cromados, etc.

Reparar o material é bastante simples: a aplicação de uma nova camada sobre partes danificadas é perfeita, não deixando marcas devido à plasticidade do material.

Optar por um forro de gesso significa, além de decorar o ambiente, resolver com criatividade e beleza problemas com vigas aparentes e rebaixamentos de modo geral. Com a utilização de placas de gesso é possível fazer divisórias em uma grande área, utilizando esse tipo de parede sem o risco de comprometer a estrutura do prédio, com a importante vantagem de economizar tempo na construção e obter facilidades para a instalação das redes hidráulica e elétrica.

Manutenção

Limpar suas superfícies com os mesmos procedimentos das paredes com pintura vinil acrílica.

Tapando buracos

O gesso é o material mais versátil para tapar buracos de pregos, rachaduras pequenas, e outras marcas deixadas nas paredes.

Deve-se lavar o local e ainda úmido, aplicar o gesso com a ajuda de uma espátula ou faca. Tentando sempre que a nova massa preencha o buraco ou imperfeição, sem fazer um calombo em relação ao resto da parede.

Se for o caso, espere secar bem (24 Hrs), depois lixe com lixa fina até a massa de gesso ficar igual (no mesmo nível) que o resto da parede.

Forro amarelou ?

Se seu forro amarelou, siga as seguintes recomendações:

1- Aplique duas demãos do fundo preparador de paredes ou fundo branco fosco, ambos da SUVINIL, diluídos com solventes a base de água raz e na proporção indicada pelo fabricante.

2- Espere 12 h (doze horas) para refazer a pintura.

3- Caso não siga estas recomendações seu forro amarelará novamente!

Se seu forro irá ser pintado pela primeira vez, siga os seguintes passos:

1- As junções do forro devem estar secas, isto é, a coloração deve estar semelhante a do forro, branca

2- Ou espere uma semana após a colocação do forro para pintar.

3- Aplique a massa corrida PVA em camadas finas e sucessivas até a perfeita regularização da superfície, o lixamento (lixa n° 120) da massa deve ser feito quando esta estiver bem seca , ou seja, 12 h após aplicação.

4- Para não gastar muito fundo preparador, pois este é muito caro, aplique após o lixamento uma demão de tinta (espere 4 h para aplicar o fundo preparador).

5- Aplique duas demãos do fundo preparador de paredes ou fundo branco fosco, ambos da SUVINIL, diluídos com solventes a base de água raz e na proporção indicada pelo fabricante.

6- Espere 12 h (doze horas) para à pintura.

Pintura sobre molduras e sancas

Para pintura sobre molduras e sancas, siga as seguintes instruções:

1- Após estarem secas, faça o lixamento (lixa n° 120) e aplique uma demão de tinta, se observar algumas falhas após esta demão, corrija-as com massa corrida.

2- Siga o mesmo procedimento para a pintura em forros de gesso.

Fonte: www.fazfacil.com.br

Gesso

HISTÓRIA

O gesso é um dos mais antigos materiais de construção fabricados pelo homem, como a cal e a terra cota.

Sua obtenção consiste simplesmente num aquecimento a uma temperatura não muito elevada, cerca de 160ºC, e uma posterior redução a pó, de um mineral relativamente abundante na natureza: a pedra de gesso ou a gipsita.

Em recentes descobertas arqueológicas, tornou-se evidente que o emprego do gesso remonta ao 8º milênio a.C. (ruínas na Síria e na Turquia). As argamassas em gesso e cal serviram de suporte em afrescos decorativos, na realização de pisos e mesmo na fabricação de recipientes.

Foram encontrados, também, nas ruínas da cidade de Jericó, no 6º milênio a.C., traços do emprego de gesso em moldagens e modelagens.

O gesso é bastante conhecido na grande pirâmide erguida por Quéops, rei do Egito, da 4ª dinastia, no ano de 2.800 antes da nossa era, que consiste numa das mais antigas contradições do emprego do gesso na construção, pois, sua execução seguiu uma técnica até hoje não esclarecida, nas juntas de assentamento estanques, de precisão, entre imensos blocos de cerca de 16 toneladas que constituem o monumento.

Entretanto, o filósofo Theofraste, que viveu entre o IV e III séculos antes de Jesus Cristo, e que foi discípulo de Platão e Aristóteles, tornou-se conhecido por seu “Tratado de Pedra”, que é mais antigo e o mais documentado dos autores que se interessaram pelo gesso. Theofraste citou a existência de gesseiras em Chipre, na Fenícia e na Síria, e indicava que o gesso era utilizado, como argamassa, para a ornamentação, nos afrescos, nos baixo relevos e na confecção de estátuas.

Na África, foi com um gesso de altíssima resistência que os bárbaros construíram as barragens e os canais, que garantiram, por muitos séculos, a irrigação das palmeiras de Mozabe, assim como, utilizaram o gesso junto aos blocos de terra virgem que ergueram suas habitações.

Na França, após a Invasão Romana, iniciou-se o conhecimento dos processos construtivos chamados de pedreiros de gesso. O modelo de construção utilizado constituía-se do emprego do gesso voltado ao aproveitamento das construções em madeira, sendo utilizadas até as épocas Carolíngeas e Merovíngeas. A cerca dessa época, o gesso foi enormemente utilizado na região parisiense para a fabricação de sarcófagos decorados, e inúmeros exemplares foram encontrados quase intactos em nossos dias.

A partir do século XII e por todo o fim da Idade Média, as construções utilizando as argamassas com gesso eram desejadas por oferecerem diversas vantagens. O gesso para estuque e alisamento já era conhecido.

Uma carta real mencionava, em 1292, a exploração de 18 jazidas de pedra de gesso na região parisiense. O gesso era, então, empregado na fabricação de argamassas, na colocação de placas de madeira, no fechamento de ambientes e na construção de chaminés monumentais.

A Renascença foi marcada pelo domínio do emprego do gesso para a decoração e, época do barroco, foi largamente chamado de gesso de estuque.

Deve-se, em grande parte, a generalização do emprego do gesso na construção civil, na França, a uma lei de Luiz XIV, promulgada em 1667.

No século XVIII, a utilização do gesso na construção foi tão generalizada na França, a ponto de, do montante das construções existentes, 75% dos hotéis e a totalidade dos prédios públicos e populares serem realizados em panos de madeira e argamassa de gesso, e para as novas construções ou as reformas, cerca de 95% serem feitas em gesso. Nessa época, a fabricação de gesso era empírica e rudimentar. Porém Lavoisier, em 1768, presenteou a Academia de Ciências Francesa, co o primeiro estudo científico dos fenômenos, que são à base da preparação do gesso.

No século XIX, os trabalhos de diversos autores, particularmente, os de Van t´Hoff e, sobretudo, o de Lê Chatelier, permitiu abordar uma explicação científica para a desidratação da gipsita.

A partir do século XX, em função da evolução industrial, os equipamentos para a fabricação do gesso deixaram de ter um conceito rudimentar e passaram a agregar maior tecnologia, assim como a melhoria tecnológica dos produtos passou a facilitar suas formas de emprego pelo homem.

CURIOSIDADES

COMO ENDURECE O GESSO?

No estágio 1 - A mistura inicial do sulfato de cálcio hemidratado e água .

No estágio 2 - A reação com a água começa, e o precipitado de sulfato de cálcio de hidratado forma os núcleos de cristalização.

No estágio 3 - Ppodemos observar o início do crescimento de cristais a partir dos núcleos.

No estágio 4 - Os cristais de sulfato de cálcio de hidratado já estão bem crescidos. Para o crescimento dos cristais de sulfato de cálcio de hidratado, a mistura consome água. O crescimento dos cristais e absorção d'água tornam a mistura viscosa.

No estágio 5 - Os cristais já se tocam e podemos dizer que aqui é o momento de pega inicial. Na prática é aqui que a mistura perde o brilho superficial devida a absorção d'água na formação do de hidratado.

No estágio 6 - todos cristais estão entrelaçados formando um corpo sólido.


O TRABALHO NO GESSO

Apesar de endurecer muito rapidamente o gesso permite que você o esculpa depois de rígido... com uma ponta de faca, ou qualquer outra ferramenta, (martelo, serrote de aço, chave de fenda, esmeril, etc.) mais dura que ele.

Além de muito barato tem uma enorme gama de utilizações, entre elas a de produzir "protótipos" os mais diversos.

O objeto feito em gesso, quando cuidado pode durar muitos anos.

Pintado, encerado, envernizado, resinado, metalizado... liso ou com relevos,como sancas, molduras para tetos, colunas, placas para composição de paredes e forros rebaixados em vários pedaços encaixados, ou em peça única, é um maravilhoso material para também desenvolver a criatividae artística (esculturas, baixos e altos relevos, objetos utilitários, etc.).

Sua aplicação é rápida , porém quando se adquire um pouco de pratica o tempo não é problema.

COMO GUARDAR O (PÓ) GESSO

1 - O gesso deve ser guardado em local longe de qualquer tipo de umidade (chuva, sereno, ducha, etc.).

2 - Forrar o lugar aonde vai colocar o saco para evitar a umidade do solo.

3 - Deve ser conservado na sua embalagem fechada até a hora de ser usado.

4 - Não se deve misturar gesso de épocas e marcas diferentes.

GESSO - GIPSO

Os termos "gipsita", "gipso" e "gesso" são usados freqüentemente como sinônimos. A denominação gipsita, no entanto, parece mais adequada ao mineral em estado natural, enquanto gesso indicaria o produto calcinado (aquecimento).

O mais antigo emprego da gipsita foi em obras artísticas. O alabastro era utilizado pelas civilizações antigas em esculturas e ornamentações, os egípcios usaram gipsita há cerca de 3000 anos a.C., e os romanos a utilizaram, em pequenas quantidades, no acabamento de construções.

A gipsita (CaSO4 2H2O), é matéria prima para a produção de gesso. A gipsita é uma rocha de origem sedimentar, constituída por cloretos e sulfatos de cálcio, magnésio e potássio, formado por evaporação de águas salobras e charcos com lâminas de água de pouca espessura, onde não existe descarga para o mar e sob clima que se pode considerar árida. Comercialmente, minério de gipsita é considerado puro quando se compõe basicamente de sulfato de cálcio dihidrato contendo 79,0% de sulfato de cálcio e 21% de água de cristalização.

O sulfato de cálcio semi-hidratado (produto da calcinação da gipsita), comercialmente denominado de gesso, tem a propriedade de endurecer quando misturado com água, dando rigidez e dureza. Assim o gesso tem sido obtido a partir da gipsita por aquecimento (desidratação térmica), de forma que se perca cerca e dois terços de sua água de constituição.

Durante séculos, o gesso foi usado de maneira limitada, principalmente para fins ornamentais, sem alcançar maiores aplicações, devido ao seu tempo de pega (endurecimento) considerado pequeno (de 25 a 30 minutos).

No início do século XVIII, a gipsita começou a ser utilizada na Europa como corretivo em solos. Nos Estados Unidos, a calcinação da gipsita para emprego na construção civil começou em 1835, mas esta aplicação só se desenvolveu por volta de 1885, com a descoberta de um método comercial para retardar o tempo de pega do gesso. As reservas mundiais de gipsita correspondiam a 2.360 milhões de toneladas, em 1993.

A extração mundial de gipsita encontra-se em torno de 97 milhões de toneladas por ano. Os principais produtores são USA, Canadá, China, França, Irã, Japão, Tailândia, México e Espanha. O Brasil possui fundamentalmente, somente em sua parte Norte, minas com cerca de 350 milhões de toneladas, porém só.

Fonte: www.gessotopline.com.br

Gesso

Acabamento de Gesso

Gesso destinado a ser aplicado manualmente mediante talocha metálica, indicado para o acabamento tipo polido em camada pelicular sobre gessos de regularização, projectados anteriormente em parâmetros horizontais e verticais em interiores. Todos acabamentos em gesso dependem dos funcionários serem especializados no serviço, pois o gesso causa uma ótima aparência ao ambiente. De fácil aplicação e acabamentos extremamente lisos.

Material de Gesso

Dentre os materias de Gesso se encontram os mais cobiçados: As Molduras de gesso, as Sancas de gesso, as Colunas, os Florões e Decorações de gesso em geral. As molduras de gesso possuem de várias formas e estilos, a propósito de satisfazer o bem estar do consumidor. As Sancas de gesso são excêlentes na valorização do ambiente. Muito utilizadas em Salas de estar e Hall de entrada, para causar um charme e beleza de sofisticadas estruturas.

Decorações em Gesso

As decorações em gesso, tanto as lisas como as decoradas, são muito utilizadas no acabamento entre forro e laje ou forro e parede. Hoje em dia, qualquer tipo de moldura pode ser criada para satisfazer o cliente. Com a utilização da mesma, o cliente ou o decorador tem mais opções para a futura pintura. Existem vários tipos de molduras em gesso com acabamentos especiais e com formas à satisfazer o gosto dos clientes.

Decorações

A decoração em gesso, bem elaborada, é o que realça e deixa o ambiente mais aconchegante. Hoje, trabalhamos muito nesta área de decoração, pois o gesso permite criar formas e desenhos no ambiente para tetos ou paredes. A utilização de sancas, tanto abertas como fechadas, valorizam o ambiente e são decisivas na utilização de luz indireta, permitindo trabalhar-se com cores e luzes para a iluminação de quadros ou aparadores.

Decoração com gesso

O gesso com sua praticidade e diversidade vem dominando o mercado na área de decoração e construção civil para todos os ambientes. Decorações retas e curvas com iluminação direta e indireta. Molduras em vários padrões, tamanhos e modelos. Lareiras. Sancas abertas, sancas fechadas e sancas com iluminação direta e indireta. Painéis em gesso. Decoração em geral. Divisórias e forros em placas acartonadas (drywall).

Tipos de Forros

O Sistema FGE é o forro mais usado, e tem como característica principal o estruturamento. Sua estrutura se compõe de pendurais rígidos reguláveis e canaletas metálicas zincadas. Permite a ultilização dos diversos sistemas de terminais de iluminação, ar condicionado, sprinklere, som ... O forro FGE é um processo moderno com juntas invisíveis tornando assim um forro liso, monolítico e de acabamento perfeito.

TIPO FGA (ARAMADO)

O Sistema FGA é utilizada para áreas menores e forros mais econômicos. È um forro que veio para competir com as placas de gesso de 60 x 60 com a modernidade e tecnologia do gesso acartonado. É estruturado com pendurais de arame galvanizado, peças metálicas zincadas tipo " H ", nervuras da própria chapa e chumbadores de gesso e sisal. O forro FGA é um processo moderno com juntas invisíveis tornando assim um forro liso, de acabamento perfeito.

TIPO FGR (REMOVÍVEL)

O Sistema de forro removível FGR é bastante versátil, podendo ser utilizado em conjunto ou separado dos outros tipos de forros, este sistema tem como principal característica a fácil visitação a equipamentos instalados na parte superior. Suas chapas podem ser pintadas ou já produzidas da fabrica com uma película de PVC que tornam as placas laváveis. É estruturado com pendurais de arame galvanizado, peças metálicas anodizadas com design diferenciados.

Sanca

As sancas são confeccionadas em vários materiais, madeira, isopor, poliuretano, PVC e gesso. São resistentes e leves, rápida colocação e sem sujeira, além de aceitar aplicação de qualquer tinta. Os tipos de Sanca são: Sanca Aberta, sanca fechada, sanca com iluminação indireta e iluminação direta. Coloque sancas em seu teto e dê um toque de sofisticação e beleza no seu ambiente.

Sanca Aberta e Fechada

Com a Sanca Aberta o cliente tem uma iluminação indireta. Ela geralmente é indicada para home, sala de tv e sala de leitura. Com a Sanca Fechada o cliente tem a opção de colocar uma iluminacao direta focando um objeto, um móvel, um quadro, etc. Ambas as Sancas são excelentes na arquitetura de de um luxo em gesso. O gesso é um artefato que valoriza o seu ambiente e sua decoração como um todo.

Sanca com iluminação

A iluminação do ambiente é super importante. Quando a altura do teto não é muito grande, o ideal seria utilizarmos iluminação indireta com sancas e rasgo de luz, que tenham vidros jateados, assim o foco da luz sofre uma barreira, sem perder a luminosidade. A utilização de sancas, valorizam o ambiente e são decisivas na utilização de luz indireta, permitindo trabalhar-se com cores e luzes para a iluminação de quadros ou aparadores.

Revestimento em Gesso

Revestimentos em chapas de gesso são acabamentos de paredes internas de alvenaria, retas ou curvas, horizontais ou inclinadas, industrializados e constituídos por chapas de gesso, a partir da gipsita natural, substituindo os processos artesanais em argamassa. Os revestimentos podem ser apresentados em duas versões, conforme o sistema de aplicação e materiais: revestimento Estruturado, e Colado.

Revestimentos Colado e Estrutural

Revestimento colado

A máxima irregularidade admitida da parede é 15 mm, as placas são coladas diretamente sobre a alvenaria sendo usada massa adesiva. Revestimento estrutural: Sistema constituído de cantoneiras metálicas que são fixadas no piso e teto, sendo encaixado perfil metálico nesta cantoneiras que serve de suporte para a colocação da chapa de gesso acartonadas, este perfil é nivelado por uma peça em função do estado da alvenaria.

Revestimento em Gesso Liso

Sarrafeado nivelado, é um revestimento aplicado a partir de talíscas/mestras, o que garante um acabamento perfeitamente nivelado, corrigindo qualquer imperfeição da alvenaria. Sarrafeado na régua, é um revestimento aplicado sem talíscas/mestras, nivelado na régua e no esquadro, sem ondulações. Desempenado ou destorcido, é um revestimento aplicado com uma camada fina de gesso seguindo a alvenaria, sem corrigir eventuais ondulações.

Materias para Gesseiros

Dentre os materiais selecionados aqui estão : Desempenadeiras, Batedor de Linha, Espátulas, Tesouras, Carril, Serrotes, Travador de Drywall e muito mais. Temos tudo o que você precisa, todos os materiais para gesseiros. Veja para que serve cada ferramenta.

Estopa, Serrotes, Travador e Parafusadeira de Drywall

A Estopa é um produto derivado do linho, sendo aproveitada de diversas formas, como uso para dar limpeza e até mesmo acabamentos. O serrotes são muito utilizados pelos gesseiros, pois é de fácil manuseio e serve para serrar as placas de gesso. O Travador de Drywall é uma ferramenta especializada em forros e divisórias de Drywall. A Parafusadeira de drywall é Ponteira com sistema de regulagem de profundidade "Set and Forget" para ajuste de profundidade.

Placas, Gesso Cola, Nível, Mangueira de nível

As placas de Gesso são de vários tipos de materias e vários modelos. Dentre os modelos mais utilizados estão os Forros Acartonados, os forros Estruturais e os forros Removíveis em gesso. O gesso Cola Fornecida em sacos de 20 kg do produto em pó, é utilizado internamente e indicado para: fabricação de molduras, sancas, placas, blocos. Temos também Nível de Alumínio, Mangueira de nível, Bacia de borracha, Arame de alumínio, entre outros.

Molduras em Gesso

As molduras em gesso, tanto as lisas como as decoradas, são muito utilizadas no acabamento entre forro e laje ou forro e parede. Hoje em dia, qualquer tipo de moldura pode ser criada para satisfazer o cliente. Com a utilizaçao da mesma, o cliente ou o decorador tem mais opções para a futura pintura. A decoração em gesso, bem elaborada, é o que realça e deixa o ambiente mais aconchegante, pois o gesso permite criar formas.

Colunas em Gesso

As colunas são utilizadas na decoração do ambiente e são, também, muito utilizadas para a limitação (divisão) do ambiente. Elas podem ser lisas ou caneladas "tipo grego". São fabricadas à partir de 15 cm de diâmetro, e de 2,00 metros (altura). Tanto a coluna lisa como a coluna decorada tem acompanhamento da base, para acabamento no pé da coluna, e do capitel, para acompanhamento em cima da coluna. As Colunas em gesso são muito úteis na decoração externa.

Vitrais de Gesso

O grande diferencial em ter um acabamento em gesso, seja ele qual for, é escolher o melhor modelo para o ambiente em evidência, e isso, nós da Vtn Viagens, entendemos.

Os Vitrais de gesso é um acabamento simples de fazer e rápido que deixa o ambiente com aparência sofisticada e de luxo. Muitos utilizam em salas de entrada e em sala de estar, para causar impacto no ambiente. Há vários modelos de Vitrais em gesso, com isso facilita o gosto desejado do cliente.

Gesso na Construção Civil

Na construção civil, em medicina, odontologia, artesanato e esculturas são os aspectos mais visíveis da aplicação do gesso. A presença do gesso na construção, em forma de revestimento de paredes de alvenaria ou mesmo como material para construção, começou a ser difundido na mesma época que o isopor, que é aplicado nas lajes dos edifícios. Porém, os empresários do setor estão intensificando o uso do produto.

Aplicações do Gesso

O gesso não é só bonito e barato: as peças confeccionadas com este material apresentam bom isolamento térmico e acústico. Sua plasticidade permite produzir formas especiais e elementos diferenciados, que dependem da criatividade de quem trabalha com ele. Em suas infinitas aplicações, o gesso destina-se principalmente a dois tipos de segmento: Construtivo, como em revestimentos, divisórias e forros e Decorativo, na arquitetura de interiores.

Uso do gesso na arquitetura de interiores

O uso do gesso na arquitetura de interiores pode ter até duas funções, a decorativa com molduras, frisos, florões, sancas, cimalhas, iluminação embutida, revestimentos de colunas, frentes de lareira, captéis, além de perfis e bordas de janelas, portas e rebaixamento de teto. Neste caso, não é utilizado somente por sua função estética, mas pela necessidade de se esconder uma tubulação hidro-sanitária aparente no teto. O uso do gesso na arquitetura é comum.

O gesso é uma substância, normalmente vendida na forma de um pó branco, produzida a partir do mineral gipsita. Seca em pouco tempo, adquirindo sua forma definitiva em 8 a 12 minutos, é usado também para fundir molduras, na modelagem e fixação de placas para forro. Leve e de fácil modelação, tem resistência mecânica moderada, não é inflamável e nem flexível, é muito bom para revestimentos internos.

Sobre o gesso

Existem muitas variedades de gesso, cada uma adaptada a uma função de determinado trabalho:

ceramista, fundidor, decorador, dentista, etc. O gesso não é só bonito e barato, mas peças confeccionadas com este material apresentam bom isolamento térmico e acústico, além de manter equilibrada a umidade do ar em áreas fechadas , devido à sua facilidade em absorver água. Apenas não sendo recomendado a ambientes externos.

O gesso encontrado sob a forma de pó, blocos ou placas, presta-se a uma grande variedade de aplicações: como revestimento de paredes, no lugar da massa fina; para fundir molduras e na modelagem e fixação de placas para forro; fabricar peças como sancas, molduras para tetos, colunas e placas para composição de paredes e forros rebaixados, também se prestam à execução de forros, além de permitir a construçãode paredes divisórias.

Forro de gesso Removível - FGR

O Sistema de forro removível FGR é bastante versátil, podendo ser utilizado em conjunto ou separado dos outros tipos de forros, este sistema tem como principal característica a fácil visitação a equipamentos instalados na parte superior. Suas chapas podem ser pintadas ou já produzidas da fabrica com uma película de PVC que tornam as placas laváveis. É estruturado com pendurais de arame, com design diferenciados.

Forro FGR

Um forro modular removível é instalado quase que sem desperdícios, pois todos os componentes são industrializados. Os perfis se encaixam com um click e os painéis são colocados sobre a estrutura metálica leve sem cortes, ajustes, perdas de material ou geração de entulho. Praticamente todos os forros removíveis de fibra mineral são absorvedores sonoros, ou seja, colaboram positivamente para que o ambiente seja confortável acusticamente.

Forro em gesso Removível - FGR

Os forros FGR são naturalmente resistentes a diversos tipos de fungos e bactérias devido ao tipo de pintura (calcárea solúvel em água). Uma proteção extra chamada Hygena proporciona resistência ainda maior. O sistema de montagem não dá brechas para gambiarras, improvisos, coisas mal feitas. Os forros modulares removíveis não passam por alteração de cor, salvo de entrarem em contato com água ou com sujeira (poluição, gases, pó industrial, etc.).

Forro Comum e Estrutural

Forros confeccionados com placas de gesso de diversos tipos, gesso comum, gesso especial, pode receber diversos tipos de acabamento.

O acabamento do forro acartonado, pode ser efetuado de diversas formas, receber pintura, revestimento de fórmica, dependendo da umidade do local. Forros feitos em gesso comum ou estrutural é de alta resistência e beleza, com isolamento térmico e acústico.

Forro em gesso Comum

É um forro executado com placas em gesso de 60 X 60 cm. As placas têm encaixe "macho e fêmea" e são chumbadas com estopa (juta cardada). São amarradas com arame galvanizado. O acabamento na laterais, pode ser com baguete ou a moldura em gesso. É um forro mais utilizado em ambientes pequenos. Utilizado em ambientes com um modesto espaço, dando um charme e decoração. O forro em gesso comum é um modo simples e barato de se consumir.

Forro em gesso Estrutural

Este sistema foi especialmente desenvolvido para utilização em todos os tipos de construção. É constituído de chapas de gesso acartonado (1.20 X 2.40 m), parafusadas sobre perfilados metálicos galvanizados longitudinais, espaçados a cada 60 cm, suspensos por pendurais rígidos (arame galivanizado) a cada 1.20 m e fixados na cobertura. Com o tipo de gesso (FGA ou FGE), obtemos um resultado perfeito, inclusive, com formas redondas/curvas.

Fonte: www.vtn.com.br

Gesso

O gesso é um dos mais antigos materiais de construção fabricados pelo homem, como a cal e a terra cota.

Sua obtenção consiste simplesmente num aquecimento a uma temperatura não muito elevada, cerca de 160ºC, e uma posterior redução a pó, de um mineral relativamente abundante na natureza: a pedra de gesso ou a gipsita.

Em recentes descobertas arqueológicas, tornou-se evidente que o emprego do gesso remonta ao 8º milênio a.C. (ruínas na Síria e na Turquia). As argamassas em gesso e cal serviram de suporte em afrescos decorativos, na realização de pisos e mesmo na fabricação de recipientes.

Foram encontrados, também, nas ruínas da cidade de Jericó, no 6º milênio a.C., traços do emprego de gesso em moldagens e modelagens.

O gesso é bastante conhecido na grande pirâmide erguida por Quéps, rei do Egito, da 4ª dinastia, no ano de 2.800 antes da nossa era, que consiste numa das mais antigas contradições do emprego do gesso na construção, pois, sua execução seguiu uma técnica até hoje não esclarecida, nas juntas de assentamento estanques, de precisão, entre imensos blocos de cerca de 16 toneladas que constituem o monumento.

Entretanto, o filósofo Theofraste, que viveu entre o IV e III séculos antes de Jesus Cristo, e que foi discípulo de Platão e Aristóteles, tornou-se conhecido por seu “Tratado de Pedra”, que é mais antigo e o mais documentado dos autores que se interessaram pelo gesso. Theofraste citou a existência de gesseiras em Chipre, na Fenícia e na Síria, e indicava que o gesso era utilizado, como argamassa, para a ornamentação, nos afrescos, nos baixo relevos e na confecção de estátuas.

Na África, foi com um gesso de altíssima resistência que os bárbaros construíram as barragens e os canais, que garantiram, por muitos séculos, a irrigação das palmeiras de Mozabe, assim como, utilizaram o gesso junto aos blocos de terra virgem que ergueram suas habitações.

Na França, após a Invasão Romana, iniciou-se o conhecimento dos processos construtivos chamados de pedreiros de gesso. O modelo de construção utilizado constituía-se do emprego do gesso voltado ao aproveitamento das construções em madeira, sendo utilizadas até as épocas Carolíngeas e Merovíngeas. A cerca dessa época, o gesso foi enormemente utilizado na região parisiense para a fabricação de sarcófagos decorados, e inúmeros exemplares foram encontrados quase intatos em nossos dias.

A partir do século XII e por todo o fim da Idade Média, as construções utilizando as argamassas com gesso eram desejadas por oferecerem diversas vantagens. O gesso para estuque e alisamento já era conhecido.

Uma carta real mencionava, em 1292, a exploração de 18 jazidas de pedra de gesso na região parisiense. O gesso era, então, empregado na fabricação de argamassas, na colocação de placas de madeira, no fechamento de ambientes e na construção de chaminés monumentais.

A Renascença foi marcada pelo domínio do emprego do gesso para a decoração e, época do barroco, foi largamente chamado de gesso de estuque.

Deve-se, em grande parte, a generalização do emprego do gesso na construção civil, na França, a uma lei de Luiz XIV, promulgada em 1667.

No século XVIII, a utilização do gesso na construção foi tão generalizada na França, a ponto de, do montante das construções existentes, 75% dos hotéis e a totalidade dos prédios públicos e populares serem realizados em panos de madeira e argamassa de gesso, e para as novas construções ou as reformas, cerca de 95% serem feitas em gesso. Nessa época, a fabricação de gesso era empírica e rudimentar. Porém Lavoisier, em 1768, presenteou a Academia de Ciências Francesa, co o primeiro estudo científico dos fenômenos, que são à base da preparação do gesso.

No século XIX, os trabalhos de diversos autores, particularmente, os de Van t´Hoff e, sobretudo, o de Lê Chatelier, permitiu abordar uma explicação científica para a desidratação da gipsita.

A partir do século XX, em função da evolução industrial, os equipamentos para a fabricação do gesso deixaram de ter um conceito rudimentar e passaram a agregar maior tecnologia, assim como a melhoria tecnológica dos produtos passou a facilitar suas formas de emprego pelo homem.

Utilzação do gesso

O gesso é uma substância, normalmente vendida na forma de um pó branco, produzida a partir do mineral gipsita (também denominada gesso), composto basicamente de sulfato de cálcio hidratado. Quando a gipsita é esmagada e calcinada>, ela perde água, formando o gesso.

É produzido através de um processo de esmagamento e calcinação do "gypsum" (rocha sedimentaria), transformado em pó branco que misturado com agua endurece rapidamente. Existem muitas variedades de gesso, cada uma adaptada a uma função de determinado trabalho: ceramista, fundidor, decorador, dentista, etc.

No estágio 1 - A mistura inicial do sulfato de cálcio hemidratado e àgua .

No estágio 2 - A reação com a àgua começa, e o precipitado de sulfato de cálcio dehidratado forma os núcleos de cristalização.

No estágio 3 - Podemos observar o início do crescimento de cristais a partir dos núcleos.

No estágio 4 - Os cristais de sulfato de cálcio dehidratado já estão bem crescidos. Para o crescimento dos cristais de sulfato de cálcio dehidratado, a mistura consome àgua. O crescimento dos cristais e absorção d'àgua tornam a mistura viscosa.

No estágio 5 - Os cristais já se tocam e podemos dizer que aqui é o momento de pega inicial. Na prática é aqui que a mistura perde o brilho superficial devida a absorção d'àgua na formação do dehidratado.

No estágio 6 - Todos cristais estam entrelaçados formando um corpo sólido

Curiosidades

A Historia do Baixo Imperio nos refere a perfídia de Manoel, Imperador.deConstantinopola, que .estando proximo a ser vencido pelo Exercito do Imperador Conrado III., mandou introduzir no pão gesso em pô-, e abandonando os armazens, envenenou assim á maior parte do Exercito victorioso.

O gesso é utilizado na produção de vinho com o efeito de fazer precipitar materiais em suspensão na mistura.

Fonte: www.brechoarte.com.br

Gesso

O gesso é um aglomerante produzido a partir da gipsita (também denominada por pedra de gesso), composto basicamente de sulfato de cálcio di-hidratado. Historicamente foi utilizado como ligante em povos da Antiguidade que ocupavam zonas com climas secos, tais como o Egipto ou a Fenícia.

Processo de Fabrico

Após a extração da pedra de gesso, este material é britado, ou seja, é fragmentado mecânicamento formando pequenos pedaços de pedra. É feita em seguida a calcinação desses mesmos fragmentos num forno rotativo a cerca de 160°C. Neste processo o material perde água, formando assim sulfato de cálcio semi-hidratado (CaSO4 ½ H2O). Uma vez calcinado, o material é moído formando o característico pó branco que é comercializado.

Gesso cartonado

Uma das grandes utilizações do gesso é na produção de placas de gesso cartonado, conhecido como Pladur® ou Placoplatre® (marcas que comercializam este tipo de material). Estas placas têm características que lhes são atribuídas através de aditivos, e podem ser distinguidos através da cor das placas.

Branco - normal
Rosa - corta-fogo (contém fibra de vidro)
Verde - resistente à água (adição de um polímero de silicone)

É também utilizado para o isolamento acústico (perfurado), resistente ao choque, isolamento térmico (adição de uma placa de poliestireno expandido).

Utilização na medicina

O gesso é frequentemente utilizado no auxílio do tratamento de fraturas ortopédicas. Alguns críticos opõem-se a esta prática defendendo que o gesso pode constituir um potencial perigo para a saúde ao aparentemente potencializar o desenvolvimento de microrganismos. No Brasil é amplamente extraído no município de Grajaú, no Maranhão, considerado um dos maiores produtores de gesso e derivados do mundo. O pólo gesseiro do Araripe Pernambucano tem uma reserva estimada de 22 bilhões de toneladas de gipsita, uma das reservas mais expressivas do mundo e a maior já medida no Brasil.

O gesso pode ser aplicado como sanca, moldura, barrado, rodapé, rebaixamento de teto e como contorno em volta de batentes de portas e janelas. O gesso também pode ser aplicado direto na parede de bloco de tijolo sem as etapas do chapisco, reboco, massa fina e massa corrida. É conhecido popularmente como "gesso liso". Quando aplicado direto na parede fica com um acabamento fino seelhante ao da massa corrida. O gesso também é utilizado como piso protetor de porcelanatos granitos e outros pisos sensíveis, com a utilização de estopa lona plástica e gesso por cima para trafego pesado e médio.

Utilização em Enologia

O gesso é utilizado na produção de vinho com o efeito de fazer precipitar materiais em suspensão na mistura. Há evidências do surgimento de sua utilização em vinícolas na Europa , com maior incidência em sítios arqueológicos datados de aproximadamente 6 500 a.C. Alguns escritos gregos do filósofo Plínio, o Velho descrevem como a população da época utilizava o gesso parcialmente desidratado e um tipo de cal com o propósito de diminuir a acidez da bebida. O escritor grego Teofrasto é a mais antiga fonte conhecida a descrever esta prática de vinificação entre os gregos antigos.

Utilização do Gesso na Arte

O gesso é utlizado como fabricação de moldes de vasos,tanto como estátuas de gesso.

Fonte: www.pt.wikipedia.org

Gesso

História

Desde da mais remota antiguidade, o gesso tem estado presente no progresso do Homem, tanto na construção como na decoração, ou ainda em campos como a medicina e a alimentação.

Tudo isto se deve à sua adaptabilidade, facilidade de aplicação e vantagens características.

Tem-se conhecimento da utilização do gesso desde o Neolítico com vários fins como: para fazer cimentos, paredes e também como suporte pictórico.

Gesso

O gesso de estuque aparece como material de construção aplicado em paredes interiores de algumas pirâmides egípcias, com cerca de 5000 anos.

Na Península Ibérica generalizou-se o uso do gesso durante o período da ocupação romana. São ainda exemplos da sua aplicação, elementos ornamentais e de arquitectura muçulmana. No período românico o gesso foi empregue na elaboração de frescos para decoração de igrejas e capelas.

Gesso

No séc. XIX, o gesso vai gradualmente incorporando a arquitectura civil como material de reboco e como elemento decorativo em palácios e vivendas.

Hoje em dia o gesso é um produto na vanguarda da técnica e o seu uso generalizou-se como material fundamental na construção.

As suas propriedades estéticas e mecânicas convertem-no na melhor escolha para a obtenção de conforto e qualidade de vida.

Gesso

Gesso

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Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

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Fonte: www.gessotoquedarte.com.br

Gesso

ESTUQUE DE GESSO

Ciclo de Vida

ORIGEM

O gesso é um mineral relativamente comum em rochas sedimentares, com distribuição abundante em jazidas espessas e que se encontra, por exemplo, em antigas regiões vulcânicas onde os vapores sulfurosos transformaram o calcário. Aparece frequentemente intra-estratificado com calcário e xisto argiloso e é normalmente encontrado em camadas sob depósitos de rocha salina. As jazidas de gesso encontram-se principalmente na Alemanha, França, Espanha, Itália e Reino Unido.

PROCESSO PRODUTIVO

Os trabalhos normalmente principiam com a remoção do solo à superfície, denominado por cobertura e que cobre a jazida a trabalhar. De acordo com a prática que promova a recuperação paisagística, o solo superficial é removido separadamente e cuidadosamente preservado para que possa ser reposto durante a fase dessa mesma recuperação. Quando se trata de uma rocha dura, o processo é levado a cabo através da criação de bancadas ou terraços de 10-20 metros de altura, concebidos de forma a permitirem o acesso fácil de escavadoras e dumpers ou a instalação de correias transportadoras. As rochas são fragmentadas de diversos modos (prospecção, rebentamento, meios hidráulicos, etc.) e afastadas do local da extracção. O gesso calcinado para uso em argamassa é produzido através do aquecimento de gesso bruto fragmentado ou moído a 250°C em caldeiras ou fornos rotativos. O produto resultante semi-hidratado é conhecido como estuque para construção. Ao adicionar água para formar uma pasta, o material calcinado reabsorve-o e assenta rapidamente para formar novamente gesso.

APLICAÇÃO E DURABILIDADE

O gesso é um material com muitas aplicações na construção devido à sua propriedade de absorção e é compatível com quase todos os tipos de pintura e coloração. Pode ser aplicado sobre alvenaria de tijolo ou de betão em interiores, permitindo a obtenção de superfícies finamente acabadas e prontas para receber o acabamento ou
pintura.

Possui ainda propriedades térmicas e acústicas, contribuindo de forma significativa para o conforto de milhões de pessoas, e é extraordinariamente resistente ao fogo. Os produtos de gesso contribuem para a segurança de todos os edifícios, em particular de
locais públicos como os cinemas.

IMPATES ASSOCIADOS

Evidentemente que a indústria extrativa, pela sua própria natureza, é passível de criar um certo número de impates ambientais. No entanto, pode dizer-se que muitos permanecem em grande parte circunscritos ao local da extracção e não têm efeitos globais para lá das zonas vizinhas.

A extracção desta matéria-prima tem como principais impates ambientais: a emissão de poeiras que se formam durante a extracção, carregamento, transporte e fragmentação. O consumo de energia, o impate visual e a utilização da água.

A atividade mineira tem o dever de proceder ao desenvolvimento de boas práticas para que estas questões não só relacionadas com o ambiente, mas também certamente importantes para a opinião pública: uma gestão de qualidade, interesses informativos e educativos, serviços e benefícios para os habitantes locais, a preservação de recursos e energia sejam atendidas.

VALORIZAÇÃO/ELIMINAÇÃO DO RESÍDUO

O gesso é reciclável, sendo reintroduzido no processo industrial.

A sua eliminação é feita em aterro para resíduos não perigosos, podendo ainda ser integrado em aterro para resíduos inertes caso cumpra os requisitos deste aterro.

Ficha Técnica

Apresentação

Destinado à execução de camadas de acabamento planas e regulares, o estuque de gesso resulta da aplicação de uma mistura de gesso branco, cal e água sobre suportes horizontais e verticais, normalmente rebocos. Mais recentemente entraram no mercado nacional revestimentos não-tradicionais de gesso que são executados a partir de produtos pré-doseados em fábrica.

Chegam à obra em forma de pó, a que apenas haverá que adicionar a quantidade de água de amassadura recomendada pelo fabricante. Em relação aos estuques tradicionais, os revestimentos não-tradicionais de gesso apresentam algumas vantagens designadamente no que diz respeito à rapidez de aplicação, à facilidade de aplicação e ao controlo da qualidade. Juntamente com os estuques não-tradicionais, foi introduzida a técnica de aplicação por projecção que apresenta vantagens para revestir grandes áreas já que aumenta a rapidez de aplicação e reduz a mão-de-obra necessária.

A fraca resistência mecânica e uma vez que a acção prolongada da humidade atmosférica reduz a sua dureza e coesão, fazem com que a utilização destas misturas na construção se limite quase exclusivamente ao acabamento de paredes e tetos interiores. É de referir que este material é um excelente elemento protetor contra o fogo, uma vez que a sua estrutura porosa, normalmente possuindo alguma água livre funciona como isolante dos materiais subjacentes. Por último este material aumenta a ligação dos materiais que deste modo melhor se opõem à propagação do som.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Condutividade térmica (em termos médios, visto que varia com a densidade): k= 0,35 W/m°C (k baixo)

GESSO CARTONADO

Ciclo de Vida

ORIGEM

Este material é fabricado essencialmente a partir de gesso, água e alguns aditivos. O mineral de gesso encontra-se normalmente à superfície e em profundidades até vinte metros, extrai-se com a ajuda de explosões controladas que geram uma grande variedade de tamanhos de pedra.

PROCESSO PRODUTIVO

A pedra é reduzida a tamanhos que não ultrapassam os vinte milímetros, mediante a utilização de moinhos de impacto e de mandíbulas, muito eficazes com este tipo de pedra. A homogeneização do tamanho do mineral de gesso permite uma maior regularidade no processo industrial de fabricação.

Após a moagem, pulverização e desidratação, entra nos moldes onde é revestido por cartão e seco. As propriedades básicas do gesso podem-se melhorar e modificar dando origem a novos produtos que respondam a necessidades específicas.

APLICAÇÃO E DURABILIDADE

De entre outras características, destacam-se a dureza superficial, higroscopicidade (capacidade do material em manter a humidade em equilíbrio, retirando-a quando em excesso e devolvendo-a quando o ar é seco), textura homogénea e uniforme, não inflamável, resistente e estável e de aplicação higiénica e fácil. Admite ainda qualquer tipo de isolamento, térmico ou acústico, entre placas.

IMPACTES ASSOCIADOS

A sua extracção não gera resíduos tóxicos e requer pouca interferência na superfície, não abdica no entanto de trabalhos de recuperação paisagística. No seu fabrico, só é libertado para a atmosfera vapor de água resultante do processo de secagem.

VALORIZAÇÂO/ELIMINAÇÂO DO RESÍDUO

Este material é totalmente reciclável, passível de ser reintroduzido em outros processos de fabrico e gera poucos resíduos na sua aplicação. É um material que pode ser perfeitamente desmontado e reutilizado.

Ficha Técnica

APRESENTAÇÃO

A placa de gesso cartonado não é mais do que pedra de gesso condicionada de forma industrialmente utilizável. O seu núcleo de gesso e o cartão que a reveste em ambas as faces conferem-lhe as boas qualidades da pedra e da madeira. Como a pedra, é resistente a fogo, a impactos, imune ao ataque de fungos ou insetos, de absoluta estabilidade (não contrai nem dilata) e bom isolante termo-acústico. Como a madeira, é flexível, fácil de cortar, perfurar, pregar e aparafusar. Seu largo emprego mundial como eficaz protecção ao fogo devido ao fato de conter dentro do seu núcleo 20% de seu peso em água. Esta sob a acção do fogo é liberada em forma de vapor. Isto significa que 1m2 de chapa de gesso com 12,5 mm de espessura contém cerca de 2,2 litros de água.

Por outro lado, o cartão que a reveste confere-lhe uma superfície idêntica à massa corrida e que aceita bem qualquer tipo de pintura.

Outra vantagem do cartão é a facilidade de colagem de materiais como: vinil, cerâmica, madeira ou papel de parede.

A placa de gesso cartonado tem várias aplicações: forros, paredes, divisórias, pré-fabricados e revestimentos.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Condutibilidade térmica K= 0,38 kcal/m2.h. °C

Fonte: www.ecocasa.pt

Gesso

História

O gesso é conhecido desde há muito tempo e, entre os materiais de construção cuja obtenção exige uma determinada transformação obrigando à intervenção do homem, ele é geralmente considerado como um dos mais antigos, a par da cal e do barro.

É obtido, na verdade, aquecendo-se a uma temperatura que não é muito elevado, reduzindo-se depois a pó um mineral relativamente abundante na natureza: a pedra de gipso ou gipsita.

Assim, segundo se crê, o homem descobriu o gesso, juntamente com a sua reação característica com a água, no dia em que, tentando fazer um forno, escavou o solo destinado a receber o próprio combustível numa área sobre a qual aflorava a gipsita.

É, aliás, empregando uma técnica análoga que o gesso é ainda fabricado nos nossos dias de forma artesanal para usos locais em certos paises do Oriente Médio (Síria, Iraque, etc.).

Recentes descobertas arqueológicas revelaram que o emprego do gesso remonta a oito mil anos antes de Cristo (segundo escavações feitas na Síria e Turquia). Os rebocos em gesso e cal serviram de apoio para os frescos decorativos, na preparação do solo e mesmo na fabricação de recipientes.

Também se descobriram nas escavações de Jericó (6 mil anos antes de Cristo) vestígios do emprego de gesso em moldagem.

É do conhecimento geral que a grande Pirâmide, atribuída a Quéops, faraó do Egito durante a 4ª Dinastia por volta do ano 2800 antes da nossa era, preserva um dos vestígios mais antigos do uso do gesso na construção: para a execução de acordo com uma técnica ainda não totalmente compreendida, juntas de montagem com uma precisão fantástica entre os blocos, alguns dos quais com 16 toneladas que constituem o monumento.

Contudo, foi o filósofo Teófrasto que viveu entre os séculos IV e III antes de Cristo e foi discípulo de Platão e de Aristóteles, com o seu “Tratado da Pedra” que parece ser o mais antigo e o mais documentado dos autores que se interessaram pelo gesso. Ele cita a existência de pólos de gesso em Chipre, na Fenícia e na Síria. Também indica que o gesso era utilizado como reboco, para ornamentação, em frescos e em baixo-relevos, assim como na estatuária. Ele sublinha que são as qualidades e o poder dos aglutinantes que permitem obter um material assim, denotando a possibilidade de “recuperar” os rebocos ou as obras antigas em gesso para as submeter a uma nova cozedura, reutilizando o gesso assim obtido.

Mais perto de nós, (no tempo dos Romanos – N.T.) Catão e Columela mencionaram diferentes utilizações para o gesso, tendo Plínio o Antigo lhe consagrado desenvolvimentos importantes.

Menos conhecidas e possivelmente menos evoluídas que aquelas que nos foram transmitidas por Gregos e Romanos, as aplicações do gesso existem igualmente desde há bastante tempo em outras partes do globo. Assim, em África, foi com um gesso bastante resistente que os Berberes construíram as barragens e os canais, graças aos quais asseguram desde há séculos a irrigação dos palmeirais de Mzab, sendo também com o gesso que eles montam blocos de adobe com os quais constroem as suas habitações.

Entre nós, foi com a invasão romana que os nossos antepassados tomaram conhecimento dos processos de construção, usando os recursos da alvenaria e do gesso. Daí em diante, estes tipos de construção e com eles o uso do gesso vão beneficiar a construção de madeira que os Francos trouxeram com eles e que prevaleceu durante a época Carolíngia e Merovíngia.

Apesar de tudo, nessas épocas o gesso foi utilizado de forma corrente na região parisiense para a fabricação de sarcófagos decorados, tendo vários exemplares sido encontrados e que chegaram quase intactos até aos nossos dias.

Mas, a partir do século XII e durante toda a Idade Média, a construção em alvenaria e rebocos utilizando o gesso ganha então um outro ímpeto. O estuque já é então conhecido, assim como o gesso para forros de teto (em maior grau no estrangeiro, principalmente na Baixa Saxônia e no Luxemburgo).

História do Gesso

Um édito real menciona desde 1292 a exploração de 18 minas na região parisiense. O gesso é empregue principalmente no reboco, para forrar toscamente os painéis de madeira, revestir tabiques ou para a construção de chaminés monumentais.

Durante o período Renascentista, encontramos o gesso empregue na decoração e, durante o Barroco, há um uso abundante do estuque.

Deve-se em grande parte a generalização do uso do gesso para construção a um édito de Luis XIV promulgado em 1667.

Na realidade, o rei-Sol tirando experiência do grande incêndio que destruíra Londres um ano antes, impôs que os tabiques de madeira que constituíam o esqueleto das casas fossem revestidos tanto a nível externo como interno por um reboco de gesso conhecido pela sua impressionante resistência ao fogo.

No séc. XVIII, a utilização do gesso na construção generalizou-se a ponto de, no âmbito das construções existentes, ¾ dos hotéis e a totalidades dos edifícios do Poder e da população terem sido feitos em painéis de madeira tosca e rebocos de gesso – e no caso das construções novas, cerca de 95% eram feitas em gesso.

Nessa época, a fabricação do gesso ainda era feita de forma empírica e rudimentar. É assim que Lavoisier, em 1768, apresenta à Academia de Ciências o primeiro estudo cientifico sobre os fenômenos que estão na origem da preparação do gesso.

No século seguinte, os trabalhos de diferentes autores e principalmente os de Van t’Hoff e nomeadamente os de Le Chatelier vão permitir abordar uma explicação científica sobre a desidratação da gipsita.

Foram seguramente estes trabalhos que suscitaram e estimularam os esforços que, no âmbito da fabricação do gesso e cujos meios teriam evoluído muito pouco ao longo dos tempos e permaneciam ainda muito rudimentares, fomentaram uma profunda transformação dos equipamentos.

No entanto e à luz da fabricação e dos meios que ela utiliza, foi só no século XX que, graças à evolução industrial, foram introduzidas as transformações mais profundas, as que levaram aos equipamentos atuais cuja descrição será apresentada posteriormente.

História do Gesso

Bem entendido e concomitantemente, as aplicações e técnicas de utilização do gesso evoluíram a um ritmo análogo, pelo que nos propomos fazer no presente manual e de uma forma tão abrangente quanto possível, o ponto da situação a esse respeito.

Fonte: www.gessomar.com.br

Gesso

Gesso na Construção Civil

A construção civil, os usos em medicina e odontologia e os usos em artesanato e esculturas são os aspectos mais visíveis da aplicação do gesso. A presença do gesso na construção, em forma de revestimento de paredes de alvenaria ou mesmo como material para construção das divisórias internas dos imóveis, começou a ser difundido na mesma época que o isopor, que é aplicado nas lajes dos edifícios. Porém, por considerarem alto o investimento, os empresários do setor somente agora estão intensificando o uso do produto.

Embora tenhamos ainda alguns fatores culturais com relação ao gesso, dentre eles a falta de referência do produto, que assegure aos consumidores segurança e qualidade, observa-se um crescimento anual da ordem de 20 a 30% no consumo. A expectativa é de que a partir da apreciação e divulgação, o material possa ser amplamente empregado pelas construtoras, a exemplo do que ocorre nos países desenvolvidos. Observa-se que o consumo per capita do gesso no Brasil não ultrapassa 3 quilos por pessoa ao ano, enquanto na Europa é de 80 quilos por pessoa ao ano, nos Estados Unidos 86 quilos e no Japão 75 quilos.

Aplicações do Gesso

O gesso não é só bonito e barato: as peças confeccionadas com este material apresentam bom isolamento térmico e acústico. Sua plasticidade permite produzir formas especiais e elementos diferenciados, que dependem da criatividade de quem trabalha com ele. Além de manter equilibrada a umidade do ar em áreas fechadas (especialmente naqueles onde há sistemas de condicionamento de ar), devido à sua facilidade em absorver água. Contudo, não é possível abusar de suas características; molhadas, as peças têm diminuída a resistência mecânica, limitando assim o seu uso a ambientes internos.

Em suas infinitas aplicações, o gesso se destina principalmente a dois tipos de segmento: construtivo, como em revestimentos, divisórias e forros, e decorativo, na arquitetura de interiores.

Construtivo

1. Revestimento de gesso

Revestimento de gesso é o recobrimento de superfícies, paredes e tetos, com pasta ou argamassa de gesso confeccionado in-loco. É uma técnica usada com a finalidade de eliminar as ondulações nas emendas das placas de gesso ou dar acabamento em paredes e tetos de alvenaria.

Deve-se ter cuidados especiais quando do revestimento for em argamassa; a proporção, a qualidade e a natureza da areia interfere significativamente na aplicação e qualidade final do revestimento, quase sempre necessitando de aditivos.

O revestimento com gesso é particularmente recomendado para superfícies internas e secas, já que a umidade e á água permanente altera as características do gesso.

Pela sua plasticidade, as argamassas e as pastas de gesso são muito adequadas para o jateamento, permitindo a execução de revestimentos em larga escala e com acabamentos diversos.

Vantagens e Cuidados Básicos

Os revestimentos em gesso apresentam as seguintes vantagens:

Têm elevada aderência aos diversos tipos de substratos: cerâmica, concreto, sílico-calcários, argamassa de cimento, , madeira etc;

Facilitam o acabamento lisos e decorativos, devido a textura fina e baixa retração, podendo aceitar a pintura direta sem a utilização de massa corrida;

Têm endurecimento rápido e dispensam prazos de cura prolongados, sendo apenas necessário aguardar o período de secagem, que depende da umidade e velocidade de troca de ar do ambiente e da espessura do revestimento aplicado.

Têm baixa massa específica (da ordem de 1050 Kg/m 3 ) o que pode contribuir para redução do peso próprio;

Têm baixa condutividade térmica e resistência ao fogo, o que contribui para prolongar o tempo de proteção contra fogo;

Contribui para manter o equilíbrio higrotérmico com o meio ambiente e pode reduzir o efeito da umidade de condensação em ambientes com excesso de vapor de água.

Por outro lado, os revestimentos de gesso apresentam pontos negativos que demandam cuidados:

O gesso pode reagir com o cimento portland, em presença de umidade, com isso o revestimento de gesso não poderá ser aplicado sobre superfícies de argamassa ou de concreto de cimento em prazo inferior ao um mês. Também não deve ser aplicado nem receber pintura a base de cimento.

São bastante suscetíveis ao desenvolvimento de bolor, principalmente em ambiente pouco ventilados e úmidos. Recomenda-se nestes casos utilizar um sistema de pintura permeável ao ar, e garantir a estanqueidade da base do revestimento com impermeabilização adequada.

O gesso propicia a corrosão de metais ferrosos, podendo provocar manchas de ferrugem quando em contato. Devendo ser evitado a utilização de instrumentos ferrosos na aplicação e não utilizar componentes ferrossa não galvanizados nos revestimentos.


2. Divisórias em blocos ou painéis de gesso

As divisórias de gesso são versáteis, removíveis, proporcionam conforto acústico, pela capacidade de isolar os sons, e térmico, além de serem tão resistentes quanto as paredes de alvenaria, garantem os especialistas.

Tendo aspecto real de paredes de alvenaria revestidas com gesso e os cones internos (câmaras acústicas) podem servir de passagem de tubulações hidráulicas, elétricas e telefônicas. Outra vantagem é a leveza, enquanto uma parede de alvenaria pesa em média 180 quilos, a de pré - moldados de gesso tem peso máximo de 50 quilos e espessura delgada, que propicia mais amplitude ao ambiente, além da economia : sendo o metro quadrado de uma parede de gesso mais barato que uma obra com tijolo e cimento.

Destaca-se também o uso do gesso acartonado em divisórias leves devido a sua leveza, estrutura e flexibilidade. Bem versáteis e geralmente leves, conforme a estrutura de suporte das placas, elas permitem usos variados. No exterior, as placas citadas podem ser substituídas por outras de gesso reforçado com fibra de vidro, que têm espessuras e massas específicas semelhantes aos anteriores, porém com resistências mecânicas muito superiores, principalmente a resistência ao impacto. Estes novos tipos de placas melhoram consideravelmente o desempenho estrutural das divisórias.

Paredes constituídas por blocos ou painéis de gesso são, também, viáveis. Alguns tipos de blocos de gesso, são produzidos, em escala reduzida, em nosso país. No entanto, buscando a racionalização da construção, painéis vazados de gesso são uma melhor alternativa. Esses painéis podem ser produzidos com pasta de gesso e algum tipo de agregado, se o gesso for reforçado com fibras, principalmente com fibras de vidro, a seção dos furos pode ser aumentada, tornando o painel mais leve e até mais resistente.

3. Forros

O forro de gesso, além de decorar o ambiente, pode resolver os problemas de vigas aparentes e rebaixamentos de um modo geral. Suas características de resistência ao fogo, melhor isolamento termo-acústico, economia e rapidez na instalação, fazem com que o forro de gesso seja superior aos demais.

Com gesso reforçado com fibras naturais ( principalmente celulose) ou fibras de vidro, são produzidas placas com elevadas resistências mecânicas, para fins estruturais ou para vencer grandes vãos ( até 3 m).

Tipos de forros

Gyprex

Forro removível composto por placas de gesso acartonado, revestidas a quente, com película rígida de PVC na face aparente. Ideal para ambientes que necessitam da praticidade na limpeza/manutenção e acesso as instalações. É montado com perfis “T” em aço ou alumínio, facilitando a aplicação e remoção, pois não utilizam presilhas. Sua montagem é rápida, mantendo a obra limpa e seca. Tem ótimo isolamento termoacústico e resistência ao fogo.

Gyptone

Os forros removíveis Gyptone em gesso acartonado atendem as mais atuais tendências do mercado com possibilidades de superfícies lisas e perfuradas. O acabamento na superfície aparente é em pintura vinílica à base de látex. A face externa recebe um feltro acústico. Além dos aspectos estéticos. A linha de produtos apresenta excelente performance para correção acústica e alta resistência ao fogo. Atendem aos mais rigorosos padrões de qualidade e são testados conforme as normas européias.

Casoprano

Os forros removíveis Casoprano atendem as mais atuais tendências do mercado com possibilidades de superfícies lisas, perfuradas ou fissuradas e texturizadas. O uso de gesso acartonado permite que os contornos tenham um design preciso e o acabamento em pintura vinílica à base de látex garante uma superfície altamente reflexiva. Além dos aspectos estéticos, os produtos apresentam excelente performance acústica, elevada refletância luminosa, alta resistência ao fogo e a umidade.

Placostil

Forro monolítico constituído de uma estrutura de aço galvanizado revestido de gesso acartonado pendurados por tirantes rígidos reguláveis e fixados na cobertura. O forro pode ser executado reto ou curto, pois as juntas não são aparentes formando uma superfície monolítica que não trinca e/ou ondula. São ideais para grandes áreas. Sua montagem é rápida, mantendo a obra limpa e seca. Tem ótimo isolamento termoacústico e resistência ao fogo.

Instalação do forro de gesso

A instalação de um forro de placas de gesso comum começa com a inserção no teto de pinos de aço colocados a cada 60cm no máximo (tamanho normal da placa), colocados com um revólver especial. Um arame de aço ou cobre passa por um furo existente no pino e é preso na placa em um furo feito na própria obra, torcendo-o bem para amarrar a peça. Uma massa feita de pó de gesso, água e estopa é colocada junto à parede para reforçar a fixação. A moldura é fixada do mesmo jeito. As placas, com encaixes macho-e-fêmea nas laterais, recebem a mesma massa para acabamento nos rejuntes, após a retirada dos restos de fios com alicate.

Cuidados com o forro de gesso

Nos forros de gesso não se deve permitir impactos, pois podem quebrar.

Não fixar ganchos ou suportes para pendurar vasos ou qualquer outro objeto, pois os forros não foram dimensionados para suportar peso.

Os forros de gesso nunca podem ser molhados, pois o contato com a água faz com que o gesso se decomponha.

O bolor (manchas) no teto dos banheiros e da cozinha é causado pela umidade do banho ou preparo das refeições. Evita-se mantendo as janelas abertas durante e após o uso do ambiente. Para remover tais manchas no caso de seu aparecimento, utilizar água sanitária. Recomenda-se que os forros dos banheiros sejam repintados anualmente com tintas acrílicas.

Decorativo

4. Uso do gesso na arquitetura de interiores.

O uso do gesso na arquitetura de interiores poderá ter até duas funções, a decorativa com molduras, frisos, florões, sancas, cimalhas, iluminação embutida, revestimentos de colunas, frentes de lareira , captéis, além de perfis e bordas de janelas e portas e rebaixamento de teto, aí não só pela sua função estética, mas também, muitas vezes, pela necessidade de se esconder uma tubulação hidro sanitária aparente no teto.

Já existe no mercado opções de modelos prontos ou peças feitas sob encomenda para o espaço e no estilo solicitado. Neste caso, com moldes desenvolvidos especificamente, o preço também é diferenciado. E vale a pena saber também que o gesso, por sua maleabilidade, é material ideal para trabalhos meticulosos de restauração de peças antigas.

Seguindo o padrão de qualidade e resistência exigido por arquitetos, decoradores e consumidores finais, as empresas investem no desenvolvimento de ferramentas e tecnologia. Por conta disso, cada vez mais empresas oferecem trabalhos exclusivos.

Fonte: www.arq.ufsc.br

Gesso

O gesso é um dos mais antigos materiais de construção fabricados pelo homem, como a cal e a terracota.

É um material ecológico em todas as suas fases de aproveitamento, desde a mineração até aplicação final dos sistemas de construção a seco.

Em razão de suas propriedades físicas e biológicas, DRYWALL tem a capacidade de tornar os ambientes onde é utilizado mais agradáveis e confortáveis,

Atua como regulador do clima, mantendo o grau de umidade, isolamento térmico e acústico.

Quais as principais diferenças e vantagens entre o gesso convencional e o gesso acartonado - DRYWALL?

Gesso acartonado tem maior resistência mecânica que o convencional, evitando-se o problema das trincas, muito comum no gesso convencional. Além disso o papel cartão que reveste o gesso acartonado, isola o gesso, permitindo assim evitar outro problema tão comum no gesso convencional que é o amarelamento.

Quais as vantagens das paredes e forros de gesso acartonado?

Economia - Obra sem desperdício e execução sem entulho.

Praticidade - facilidade na alteração do lay out, rapidez na execução, limpeza e facilidade de acesso às instalações para manutenção.

Conforto - Alto desempenho de isolamento termo-acústico e aumento da área útil.

O que é forro de gesso acartonado?

O forro é formado por chapas fixadas em peças de aço galvanizado. Ele proporciona uma superfície lisa e pronta para o acabamento. É de excelente qualidade pois é durável, não amarela e não trinca com o tempo.

O que é painel de gesso acartonado?

O painel de gesso acartonado é composto por um miolo de gesso revestido por um cartão especial. O chapa de gesso é utilizada há mais de 100 anos, nos países mais desenvolvidos do mundo, para execução de paredes e forros. É considerado um material de altas performances mecânica e acústica, capaz de oferecer proteção contra o fogo.

O que é parede de gesso acartonado?

A parede de gesso acartonado é formada pelo aparafusamento de uma ou mais chapas de cada lado de perfis em aço galvanizado. O espaço interno propicia, por exemplo, a passagem de instalações elétricas e hidráulicas.

As paredes de gesso acartonado proporcionam um bom isolamento acústico?

Sim. O colchão de ar existente entre as chapas amortece a transmissão de onda sonora. Por isso, o isolamento acústico é, no mínimo, igual ao de uma parede de tijolos. E o isolamento acústico ainda pode ser ampliado, com a incorporação de lã de vidro ou lã de rocha.

As paredes de gesso acartonado resistem a impactos?

Sim. Testes de laboratório provam que as paredes podem resistir aos choques e impactos do dia-a-dia. O material é muito resistente. Experimente!

Posso pintar, colar azulejo, aplicar papel de parede ou fórmica em uma parede de gesso acartonado?

Sim. As chapas podem receber qualquer tipo de revestimento, aplicados diretamente, de forma convencional.

As chapas de gesso acartonado podem ser utilizados em banheiros, cozinhas e áreas de serviço?

Sim. Existem chapas especiais (de cor verde) resistentes à umidade e à proliferação de fungos. Para reforçar a impermeabilização, um tratamento é feito na base da chapa, junto ao piso.

Posso instalar uma porta em uma parede de gesso acartonado?

Sim. As paredes podem receber qualquer tipo de esquadraria: basta reforçar a estrutura em torno delas. E a facilidade de execução das paredes ainda permite mudanças de lay out.

Posso fixar armários, quadros, suporte para televisão, etc. em uma parede de gesso acartonado?

Sim. Basta utilizar buchas próprias para parede de gesso.

É possível reparar uma instalação elétrica ou hidráulica no interior de uma parede de gesso acartonado?

Sim. As instalações passam no espaço entre as chapas, facilitando o acesso. Os reparos podem ser executados sem a demolição completa da parede ou a inutilização do piso.

De onde vem o barulho - como um "toc-toc" - que ouvimos quando batemos em uma parede de gesso acartonado?

O "toc-toc" é proveniente do espaço existente entre as chapas. Porém, isso não significa fragilidade. As pesquisas provam que este espaço proporciona bom conforto termo-acústico, acesso fácil às instalações elétricas e hidráulicas e auxilia na ancoragem das buchas basculantes. Por isso, não se preocupe: nós garantimos que você está diante de um material com excelentes qualidades, usado no mundo inteiro.

Fonte: www.cidadegesso.com.br

Gesso

Pensando em construir ou reformar mas não sabe o que escolher para colocar no teto da sua sala, quarto, banheiro ou cozinha?

Saiba que a decoração com gesso tem crescido muito atualmente e vários profissionais da área de arquitetura e construção tem optado pelo gesso para deixar o ambiente da casa ou apartamento mais elegante.

Por exemplo fazer um teto rebaixado, mais conhecido como sanca é uma boa opção para deixar a sala de estar elegante e confortável usando uma boa iluminação na sanca e outra no meio da sala.

Abaixo algumas fotos com modelos de decoração com gesso para deixar sua casa requintada.

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Fonte: www.blog.fenon.com.br

Gesso

Parede de gesso

Gesso

As paredes de gesso podem ser de dois tipos

Parede em bloco de gesso: Hoje em dia menos utilizada. Consiste na execução de uma parede com blocos de gesso da mesma forma como é feito com a alvenaria convencional, porém ao invés de se utilizar tijolo e argamassa se utiliza bloco de gesso e massa de gesso.

Parede de gesso acartonado: Hoje em dia a mais utilizada. Consiste no aparafusamento de painéis de gesso acartonado em perfis de aço galvanizado. Clique aqui para ver os comparativos entre o gesso comum e acartonado.

As principais vantagens da parede em gesso acartonado sobre a parede de bloco de gesso são :

Rapidez na execução.

Processo de execução mais limpo que o bloco de gesso, causando com isso menos transtorno.

Tem melhor resistência mecânica, evitando com isso, entre outros o problema de trinca.

Forro de Gesso

Forro de Gesso

Os forros de gesso podem ser

Lisos ( sem detalhes )

Decorados, esses vão variar de acordo com o projeto, podendo ser por exemplo, compostos com sanca, luz indireta, flutuante, vidro jateado, etc...

Forro de Gesso

Os forros de gesso podem ser ainda de dois tipos :

Forro em placa convencional: Mais utilizado em ambientes de dimensões menores onde a menor risco de dilatação, consiste em um forro feito com placas de gesso de 0,60x0,60cm encaixadas uma a uma por sistema de macho e fêmea com fixação de tiro e arame galvanizado ( no caso de área com laje, caso contrário há necessidade de estrutura auxiliar )

Forro em gesso acartonado: O forro em gesso acartonado é hoje em dia o mais utilizado. Apesar de um custo mais alto que o anterior as vantagens que proporciona compensam, como por exemplo, evita os problemas de trinca e amarelamento muito comum no gesso convencional, pode ser aplicado em qualquer área independente da dimensão,

O forro em gesso acartonado pode ser ainda de dois tipos:

Aramado ( FGA ) : O mais utilizado. Consiste no rebaixamento com painéis de gesso acartonado 0,60x2,00m, fixo na laje através de tiro e arame galvanizado.

Estruturado ( FGE ): Geralmente utilizado em áreas onde não há laje e sim telhados. Consiste no aparafusamento de painéis em gesso acartonado em uma estrutura de aço galvanizado feita independente do telhado própria para suportar seu peso e permitir seu trabalho mecânico ( dilatação ).

Sanca /Frisos /Florões

Sanca /Frisos /Florões

São molduras em gesso fundido utilizadas basicamente para fim decorativo.

Tendo uma vasta aplicação, como por exemplo :

Decoração de paredes : Rodameio, rodapé, alisar de portas, etc...
Decoração de tetos : Rodateto, sanca, friso para vidro jateado, etc...

Móveis de Gesso

Os móveis em gesso são muito versáteis, podem tomar várias formas variando de projeto para projeto de acordo com a necessidade ou característica do ambiente.

Entre sua vantagens destaca-se o seu custo, por ser bem inferior ao móvel de madeira.

Revestimento de Gesso

Revestimento de Gesso

Consiste na aplicação de uma massa de gesso sobre a superfície pode ser aplicado diretamente na laje de concreto, direto na alvenaria ou ainda sobre a massa reboco que reveste a alvenaria. Dentre suas vantagens destaca-se o custo, uma vez que é inferior à massa convencional e ainda permite uma grande economia no processo de pintura, já que o emprego de massa corrida sobre o revestimento de gesso é quase despresível.

Dicas

Revestimento de Gesso

Quais as principais diferenças e vantagens do gesso convencional para o gesso acartonado?

Gesso acartonado tem maior resistência mecânica que o convêncional, dessa forma, evita o problema das trincas, muito comum no gesso convêncional.

O que é painel de gesso acartonado?

O painel de gesso acartonado é composto por um miolo de gesso revestido por um cartão especial. O chapa de gesso é utilizada há mais de 100 anos, nos países mais desenvolvidos do mundo, para execução de paredes e forros. É considerado um material de alta performances mecânica e acústica, capaz de oferecer proteção contra o fogo.


O que é parede de gesso acartonado?

A parede de gesso acartonado é formada pelo aparafusamento de uma ou mais chapas de cada lado de perfis em aço galvanizado. O espaço interno propicia, por exemplo, a passagem de instalações elétricas e hidráulicas.

As paredes de gesso acartonado proporcionam um bom isolamento acústico?

Sim. O colchão de ar existente entre as chapas amortece a transmissão de onda sonora. Por isso, o isolamento acústico é, no mínimo, igual ao de uma parede de tijolos. E o isolamento acústico ainda pode ser ampliado, com a incorporação de lã de vidro ou lã de rocha.

As paredes de gesso acartonado resistem a impactos?

Sim. Testes de laboratório provam que as paredes podem resistir aos choques e impactos do dia-a-dia. O material é muito resistente. Experimente!

Posso pintar, colar azulejo, aplicar papel de parede ou fórmica em uma parede de gesso acartonado?

Sim. As chapas podem receber qualquer tipo de revestimento, aplicados diretamente, de forma convencional.

As chapas de gesso acartonado podem ser utilizados em banheiros, cozinhas e áreas de serviço?

Sim. Existem chapas especiais (de cor verde) resistentes à umidade e à proliferação de fungos. Para reforçar a impermeabilização, um tratamento é feito na base da chapa, junto ao piso.

Posso instalar uma porta em uma parede de gesso acartonado?

Sim. As paredes podem receber qualquer tipo de esquadraria: basta reforçar a estrutura em torno delas. E a facilidade de execução das paredes ainda permite mudanças de lay out.

Posso fixar armários, quadros, suporte para televisão, etc. em uma parede de gesso acartonado?

Sim. Basta utilizar buchas próprias para parede de gesso.

É possível reparar uma instalação elétrica ou hidráulica no interior de uma parede de gesso acartonado?

Sim. As instalações passam no espaço entre as chapas, facilitando o acesso. Os reparos podem ser executados sem a demolição completa da parede ou a inutilização do piso.

De onde vem o barulho - como um "toc-toc" - que ouvimos quando batemos em uma parede de gesso acartonado?

O "toc-toc" é proveniente do espaço existente entre as chapas. Porém, isso não significa fragilidade. As pesquisas provam que este espaço proporciona bom conforto termo-acústico, acesso fácil às instalações elétricas e hidráulicas e auxilia na ancoragem das buchas basculantes. Por isso, não se preocupe: nós garantimos que você está diante de um material com excelentes qualidades, usado no mundo inteiro.

O que é forro de gesso acartonado?

O forro é formado por chapas fixadas em peças de aço galvanizado. Ele proporciona uma superfície lisa e pronta para o acabamento. É de excelente qualidade pois é durável, não amarela e não trinca com o tempo.

Quais as vantagens das paredes e forros de gesso acartonado?

Economia - Obra sem desperdício e execução sem entulho.

Praticidade - facilidade na alteração do lay out, rapidez na execução, limpeza e facilidade de acesso às instalações para manutenção.

Conforto - Alto desempenho de isolamento termo-acústico e aumento da área útil.

Fonte: www.multigessocoral.com.br

Gesso

MOLDURAS DE GESSO

As molduras em gesso, tanto as lisas como as decoradas, são muito utilizadas no acabamento entre forro e laje ou forro e parede. Hoje em dia, qualquer tipo de moldura pode ser criada para satisfazer o cliente. Com a utilização da mesma, o cliente ou o decorador tem mais opções para a futura pintura.

FORRO DE GESSO ACARTONADO

Forro fixo formado por painéis de 2.00 X 0.60 m e junções H. O Forro é suspenso por pendurais (arames) galvanizados. O resultado é um conjunto monolítico e perfeito que permite a instalação de luminárias, difusores de ar condicionado, sprinklers, som etc.. Nas laterais do (FGA), são utilizadas cantoneiras metálicas, tipo Tabica, para dilatação do mesmo.

FORRO DE GESSO ESTRUTURAL

Este sistema foi especialmente desenvolvido para utilização em todos os tipos de construção. É constituído de chapas de gesso acartonado (1.20 X 2.40 m), parafusadas sobre perfilados metálicos galvanizados longitudinais, espaçados a cada 60 cm, suspensos por pendurais rígidos (arame galivanizado) a cada 1.20 m e fixados na cobertura.
Com o tipo de gesso (FGA ou FGE), obtemos um resultado perfeito, inclusive, com formas redondas/curvas.

DIVISÓRIAS ACARTONADAS "DRYWALL"

A parede acartonada é constituída de chapas acartonadas, parafusadas sobre uma estrutura metálica de aço galvanizado. O baixo peso das paredes permite a redução das fundações e das estruturas nas contruções. Uma parede simples pesa em torno de 25 kgs/m2.

O nível de desempenho é bastante grande em função da forma de montagem e dos materiais empregados: números de placas, dimensão das estruturas e incorporação eventual de isolamento (térmico ou acústico).

Seu uso é esclusivo para paredes internas, de distribuição ou separativos de ambientes.

As divisórias acartonadas podem ser retas ou curvas, e recebem qualquer tipo de acabamento (pintura, papel de parede, azulejo, mármore ou fórmica).

Com o mesmo material acartonado, é possivel fazer balcões para atendimento ou para decoração.

FORRO DE GESSO COMUM

É um forro executado com placas em gesso de 60 X 60 cm. As placas têm encaixe "macho e fêmea" e são chumbadas com estopa (juta cardada). São amarradas com arame galvanizado. O acabamento na laterais, pode ser com baguete ou a moldura em gesso. É um forro mais utilizado em ambientes pequenos.

DECORAÇÕES EM GESSO

A decoração em gesso, bem elaborada, é o que realça e deixa o ambiente mais aconchegante. Hoje, trabalhamos muito nesta área de decoração, pois o gesso permite criar formas e desenhos no ambiente para tetos ou paredes.

A utilização de sancas, tanto abertas como fechadas, valorizam o ambiente e são decisivas na utilização de luz indireta, permitindo trabalhar-se com cores e luzes para a iluminação de quadros ou aparadores.

COLUNAS EM GESSO

As colunas são utilizadas na decoração do ambiente e são, também, muito utilizadas para a limitação (divisão) do ambiente. Elas podem ser lisas ou caneladas "tipo grego". São fabricadas à partir de 15 cm de diâmetro, e de 2,00 metros (altura). Tanto a coluna lisa como a coluna decorada tem acompanhamento da base, para acabamento no pé da coluna, e do capitel, para acompanhamento em cima da coluna.

As molduras em gesso, tanto as lisas como as decoradas, são muito utilizadas no acabamento entre forro e laje ou forro e parede. Hoje em dia, qualquer tipo de moldura pode ser criada para satisfazer o cliente. Com a utilização da mesma, o cliente ou o decorador tem mais opções para a futura pintura.

FORRO DE GESSO ACARTONADO

Forro fixo formado por painéis de 2.00 X 0.60 m e junções H. O Forro é suspenso por pendurais (arames) galvanizados. O resultado é um conjunto monolítico e perfeito que permite a instalação de luminárias, difusores de ar condicionado, sprinklers, som etc.. Nas laterais do (FGA), são utilizadas cantoneiras metálicas, tipo Tabica, para dilatação do mesmo.

FORRO DE GESSO ESTRUTURAL

Este sistema foi especialmente desenvolvido para utilização em todos os tipos de construção. É constituído de chapas de gesso acartonado (1.20 X 2.40 m), parafusadas sobre perfilados metálicos galvanizados longitudinais, espaçados a cada 60 cm, suspensos por pendurais rígidos (arame galivanizado) a cada 1.20 m e fixados na cobertura.

Com o tipo de gesso (FGA ou FGE), obtemos um resultado perfeito, inclusive, com formas redondas/curvas.

DIVISÓRIAS ACARTONADAS "DRYWALL"

A parede acartonada é constituída de chapas acartonadas, parafusadas sobre uma estrutura metálica de aço galvanizado. O baixo peso das paredes permite a redução das fundações e das estruturas nas contruções. Uma parede simples pesa em torno de 25 kgs/m2.

O nível de desempenho é bastante grande em função da forma de montagem e dos materiais empregados: números de placas, dimensão das estruturas e incorporação eventual de isolamento (térmico ou acústico).

Seu uso é esclusivo para paredes internas, de distribuição ou separativos de ambientes.

As divisórias acartonadas podem ser retas ou curvas, e recebem qualquer tipo de acabamento (pintura, papel de parede, azulejo, mármore ou fórmica).

Com o mesmo material acartonado, é possivel fazer balcões para atendimento ou para decoração.

FORRO DE GESSO COMUM

É um forro executado com placas em gesso de 60 X 60 cm. As placas têm encaixe "macho e fêmea" e são chumbadas com estopa (juta cardada). São amarradas com arame galvanizado. O acabamento na laterais, pode ser com baguete ou a moldura em gesso. É um forro mais utilizado em ambientes pequenos.

DECORAÇÕES EM GESSO

A decoração em gesso, bem elaborada, é o que realça e deixa o ambiente mais aconchegante. Hoje, trabalhamos muito nesta área de decoração, pois o gesso permite criar formas e desenhos no ambiente para tetos ou paredes.

A utilização de sancas, tanto abertas como fechadas, valorizam o ambiente e são decisivas na utilização de luz indireta, permitindo trabalhar-se com cores e luzes para a iluminação de quadros ou aparadores.

COLUNAS EM GESSO

As colunas são utilizadas na decoração do ambiente e são, também, muito utilizadas para a limitação (divisão) do ambiente. Elas podem ser lisas ou caneladas "tipo grego". São fabricadas à partir de 15 cm de diâmetro, e de 2,00 metros (altura). Tanto a coluna lisa como a coluna decorada tem acompanhamento da base, para acabamento no pé da coluna, e do capitel, para acompanhamento em cima da coluna.

Revestimento de Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Gesso

Para quem deseja dar uma renovada no ambiente, seja no trabalho ou dentro de casa, as aplicações em gesso servem como uma opção decorativa e econômica. Esse material pode entrar em vários lugares da casa ou escritório e transformá-los em uma verdadeira obra de arte. As alternativas são inúmeras e, com o gesso, pode-se fazer prateleiras, rebaixamento de tetos, divisórias, estantes, molduras e revestimentos para cortinas e lareiras, por exemplo.

De acordo com a decoradora, Katy Barbosa (foto abaixo), o gesso é um material que pode substituir a madeira e reduzir os custos no valor de uma estante em até 1/5. Outra vantagem deste material, está na redução do tempo para a obra, se comparado com outros itens convencionais, como o cimento e o tijolo. Embora existam inúmeras vantagens, a especialista orienta as pessoas interessadas a procurarem profissionais qualificados. " O gesso é um material inacabado e requer uma boa pintura logo após o molde", ressalta.

Na hora de escolher o local de aplicação do gesso, a decoradora aconselha optar por cômodos que não sofrem a ação da umidade. "É bom evitar áreas molhadas como banheiros e locais descobertos. Porém, atualmente, já existe um gesso que suporta umidade".

Outra recomendação da profissional é a de não exagerar nos desenhos e formatos com o material. "A tendência é trabalhar com o gesso liso, sem detalhes muito rebuscados, como era feito há tempos atrás".

Rebaixamento de teto

Para quem pretende dar um toque no teto de casa, os rebaixamentos estão cada vez mais simples nas formas e destacam-se pela iluminação no ambiente. Prefira tons quentes quando for escolher as lâmpadas, como o amarelo, vermelho e o laranja. As luzes fluorescentes não combinam com este tipo de decoração. Não tente inovar na cor do gesso para o teto, o bom e velho branco dá suavidade aos interiores.

Gesso

Gesso

As salas e dormitórios são os cômodos que mais se adaptam as condições do gesso. Nesses locais, uma iluminação bem feita pode garantir composições mais sofisticadas e aconchegantes.

Salas

Dentro da sala de visitas ou de estar, o gesso caí como uma luva. Serve como material para prateleiras, divisórias, molduras para cortinas, além de rebaixamento de teto. Na era da tecnologia, ele se agrega aos home-theatres e salas de vídeo.

Há como fazer molduras para televisores e aparelhos de som.

Gesso

Gesso

Gesso

Banheiros

Os banheiros ganham charme com os nichos em gesso, locais para colocar peças decorativas. É permitido, também, usar o rebaixamento de teto e escolher uma iluminação relaxante para ser usada durante um bom banho!

Fonte: www.acessa.com

Gesso

Aplicação de gesso na decoração de ambientes

Alguns cuidados na hora de utilizar o material minimizam estragos causados pela poeira

O gesso é um dos trunfos dos arquitetos para decorar casas ou reformar um escritório. Em placas ou moldes, a leveza, a facilidade de manuseio para execução de detalhes e a rapidez da aplicação contam pontos a favor do material. Tetos, rodapés, sancas, divisórias, molduras, barrados, até estantes e armários de gesso garantem um toque diferenciado a cada projeto. O único ponto fraco é a inevitável sujeira na colocação, que pode ser minimizada com alguns cuidados.

Se antigamente era preciso sair de casa para uma reforma, hoje é possível acompanhar de perto as mudanças na decoração. Porém, para trabalhar com peças de gesso é preciso atenção redobrada com a mão-de-obra, principalmente por causa de todo o pó levantado durante o processo e dos detalhes no acabamento.

Normalmente, quem opta por uma reforma com gesso retira os móveis do ambiente, mas quando isso não é possível, a saída é cobrir sofás, mesas e cadeiras com panos ou plásticos. Há 40 anos lidando com gesso, Efísio Sana, do Gesso Civil, em São Paulo, protege os móveis com papelão grosso e por cima cobre com plásticos vendidos a metro. "É uma solução barata e eficiente", recomenda Sana. "O piso e as frestas das portas são forrados com plásticos presos por fitas adesivas. Esse forro serve também para o pintor, que sempre começa seu trabalho lixando a superfície".

Heleno Cândido da Silva, da Placgesso, no Rio de Janeiro, tem 35 anos de experiência no ramo e admite o inconveniente da poeira. "O bom profissional sempre tenta sujar o mínimo, mas o trabalho é artesanal e, às vezes, é impossível evitar a bagunça", diz. Segundo Heleno, uma alternativa muito boa é o Drywall, uma parede de gesso acartonado com estrutura de aço galvanizado. Sem muita quebradeira pode ser instalada com mais rapidez, já que as placas já vêm prontas e podem receber tubulações, fiação elétrica e instalação acústica no seu interior.

Fonte: www.gedako.com.br

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