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Iluminação

O papel da iluminação na arquitetura de um banheiro

Um dos elementos mais importantes ao pensar na arquitetura de banheiro é a iluminação. Nesse ambiente a iluminação deve ser prática e funcional. As principais fontes de luz deverão estar em torno do vaso sanitário e do espelho.

Essa luz pontual deve ser colocada, de preferência, nas laterais do espelho, evitando qualquer tipo de sombra sobre o rosto. Se você quer por uma luz por cima do espelho, coloque um aplique alongado com várias lâmpadas pequenas; esses apliques ajudam a eliminar sombras.

Cuidado com as luzes que incidem diretamente do teto sobre a pia, pois elas provocarão uma sombra direta sobre o rosto.

Como complemento de uma iluminação pontual é possível colocar uma luz geral no teto, mas é preciso que ela seja indireta. Enquanto em um banheiro pequeno a luz ao redor do espelho possa ser suficiente, em banheiros maiores é preciso pensar em um sistema de iluminação mais forte – a decoração do banheiro também é dependente da luz.

A luz natural

A luz natural é tão necessária para um banheiro quanto a luz artificial. O tempo todo é preciso ter o cuidado de não utilizar nenhum elemento na decoração que obstrua a entrada da luz natural. Se a fonte de luz natural do banheiro provém da zona do chuveiro, evite colocar cortinas ou box escuros; a iluminação deve fluir pelo ambiente com total liberdade. Utilize vidros espelhados na janela para não perder a intimidade, mas nem a luz.

Algumas ideias de iluminação para seu banheiro

A cor ideal para potencializar a iluminação em um banheiro é o branco; ele aumenta visualmente o espaço, reflete muito bem a luz e da a sensação de higiene.

As superfícies brilhantes refletem melhor a luz. As cerâmicas ou azulejos brancos brilhantes são um clássico em banheiros chiques.

O banheiro é o ambiente da casa que menos tem possibilidades de reforma (tudo deve ser definido no projeto de arquitetura inicial). Uma simples mudança do piso, paredes ou artefatos implica a intervenção de pedreiros, sujeira, obras. Através da iluminação temos um recurso rápido e efetivo para fazer mudanças. A substituição dos artefatos de luz permite renovar o ambiente e dar vida nova à decoração.

Se falamos de decoração, a iluminação de um banheiro poder ser um excelente aliado para acabar com a monotonia de uma decoração “básica”. Para sair do banheiro clássico podemos utilizar lâmpadas com prismas e telas, tanto nos apliques de parede quanto na luz de centro. Essas luzes de desenho dão um toque sofisticado.

O banheiro permite um tipo de luz mais artístico, teatral. A luz amarela não incomoda se o banheiro é só para visitantes. Contudo, o banheiro principal, de uso diário, requer uma luz clara, preferencialmente com lâmpadas halogêneas brancas.

Algo a levar em conta quando você for usar o banheiro para maquiar-se é que nem todas as luzes respeitam as cores. Nesse caso, a lâmpada recomendada é a halogênea, mesmo que as incandescentes também possam ser usadas.

A iluminação do banheiro, mesmo sendo prática e funcional, pode ser tratada como um elemento a mais da decoração. Como já dissemos, a linha de várias luzes sobre o espelho ajuda a evitar sombras.

Se o banheiro é amplo, ou a banheira está em uma área de nível diferente, será importante iluminá-la de forma diferente. A luz sobre a banheira não necessariamente precisa ser clara. Uma luz decorativa, cálida, um aplique de parede que simule uma luz rasante ou qualquer alternativa decorativa pode ser levada em conta. Um dimmer que permita graduar a intensidade da luz é uma boa opção.

Como medida de segurança, lâmpadas portáveis nunca devem ser utilizadas, já que por ser uma área úmida é preciso evitar qualquer contato manual com eletricidade.

Fonte: www.decoracaobanheiro.net

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DICAS DE ILUMINAÇÃO

Pequenos detalhes de iluminação fazem a diferença na decoração de qualquer ambiente.

Se no ambiente existirem quadros, eles sem dúvida devem merecer uma atenção especial na sua iluminação, pois um feixe luminoso correto cria uma relação privilegiada entre o espectador e o quadro.

A manipulação da iluminação, para valorização da obra de arte hoje é fundamental para destacar os volumes da tela e a infinita variedade de tons das cores que a compõe.

Uma das formas mais comuns desta iluminação são os spots que você pode direcionar para destacar a obra, como eles são móveis, você pode posicionar e direcionar uma das luzes do trilho, especificamente, sobre o quadro que deseja iluminar.

Esta luz deve ser quente para reproduzir as cores com perfeição.

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Ambiente Super Iluminado

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Ambiente Intimista com Foco

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Ambiente com iluminação normal.

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Tela iluminada por foco de luz quente direcionada.

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Ambiente com iluminação normal.

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Tela iluminada por foco de luz quente direcionada.

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Ambiente com iluminação normal.

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Tela iluminada por foco de luz quente direcionada.

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Tela iluminada por foco de luz quente direcionada.

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Tela iluminada por foco de luz quente direcionada.

Fonte: www.decorecomarte.com.br

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A iluminação muitas vezes deixada para o final da obra, acaba se tornando algo trivial, sem planejamento, perdendo todo o potencial que tem em um projeto.

É importante fazer um projeto de iluminação na fase de lay-out para que se possa prever todos os pontos de acordo com o que se espera no projeto.

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Um projeto de iluminação valoriza os ambientes, consegue dar aconchego quando necessário e quantidade ideal de luz a um ambiente de trabalho.

Ao se fazer um projeto de iluminação, alguns itens devem ser observados:

Se este ambiente é um ambiente de trabalho;

Ou se é um ambiente de estar, de relaxar, como uma sala de estar, sala de jantar, dormitório, por exemplo.

AMBIENTES DE TRABALHO

Se o ambiente for uma cozinha, uma área de serviço, um escritório, por exemplo, será necessário o uso de lâmpadas fluorescentes.

As lâmpadas fluorescentes apresentam uma economia de 80% em relação às incandescentes, mas são lâmpadas com IRC em torno de 76% à 85%, IRC= índice de refletância da cor , a luz natural tem IRC de 100% que é o caso das incandescentes. Ou seja, as fluorescentes podem distorcer cores e tem característica de luz fria . Porém são lâmpadas que incitam ao trabalho, são dinâmicas, por isso utilizadas em ambientes de trabalho.

Procure sempre distribuir as lâmpadas de tal maneira que fiquem em cima das bancadas de trabalho para que não façam sombras. E não apenas centralizadas em um único ponto.

AMBIENTES DE ESTAR

Para ambientes como salas de estar, de jantar, dormitórios, por exemplo, o ideal é o uso de lâmpadas incandescentes. Esses ambientes pedem aconchego, relaxamento, aproximação entre a pessoas.

Pode-se fazer uso de abajures, colunas, luminárias, pendentes, spots embutidos, de sobrepor, plafons, varal, trilho, arandela, calha, etc. Utilizando PAR20, PAR70, AR70, AR111, dicróicas, mini-dicróicas, entre outras, sempre de acordo com o objetivo e com o tipo de luminária utilizada. Como por exemplo – “Quero iluminar uma tela”- nesse caso o ideal é uma luz de destaque, podendo utilizar uma dicróica ou uma AR 70, dependendo do ambiente. – “Quero iluminar o centro de uma mesa como um facho de luz”- nesse caso o ideal é a AR111.

É importante não utilizar um único ponto de luz nesses ambientes, pois isso acaba dando a sensação de achatamento. O ideal é fazer uma boa distribuição de pontos, tendo em vista o lay-out do projeto.

Numa sala de estar evite dispor lâmpadas quentes, no caso as incandescentes de todos os tipos, em cima dos lugares onde as pessoas estarão sentadas. Isso gera um desconforto muito grande, além de serem lâmpadas que emitem muito calor, a pessoa acaba se sentindo numa vitrine. Traga essa iluminação para o centro das mesas, para as mesas laterais, caso não haja abajur, para estantes e para destaques de quadros.

A iluminação possui grande participação no conforto dos ambientes, deve ser bem utilizada observando a função desses ambientes. É um item indispensável na composição e visibilidade ( sendo que o ser humano capta aproximadamente 70% das informações através da visão) de qualquer ambiente.

Quando se faz um bom uso de lâmpadas, de distribuição de pontos, de luminárias em geral, de acordo com o projeto, é possível valorizar e adequar qualquer ambiente ao seu uso.

Fonte: www.atlantamoveis.com.br

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Fonte: www.lalampe.com.br

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Tipos de iluminação

A iluminação dá forma aos objetos, modifica a cor, destaca ou esconde uma peça qualquer, atrai o olhar, consegue dirigir a nossa atenção para os detalhes e conduzir nosso olhar pelo ambiente. Mas sua maior qualidade é interferir no estado de espírito de quem ali está – pode alterar humores, provocar recordações e liberar sentimentos. A luz e as luminárias também cumprem seu papel na decoração, dando personalidade aos ambientes. Não é exagero dizer que ela é tão importante em uma casa quanto um sofá confortável. Empregada corretamente, valoriza a arquitetura, torna o ambiente aconchegante e permite que o morador faça bom uso dos espaços.

Um bom trabalho de iluminação sempre começa na planta. Você deve planejar a localização de pontos, tomadas e interruptores. Para isso, já deve ter em mente a distribuição dos móveis da casa – como você já fez esse planejamento na aula 2, vai ficar fácil. Abajures e luminárias de pé devem estar próximos de tomadas, por exemplo. Se você inverter as etapas – decorar os ambientes e depois pensar na iluminação –, o resultado pode ser este: vários fios aparentes, além de falta de interruptores onde você precisa. Os especialistas organizam um projeto em quatro momentos. Em certos casos, apenas duas ou três desses passos serão necessários para completar o projeto.

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Um espaço para receber os amigos em casa com home theater, canto para leitura, lareira, bar e sala de estar. Essa é a proposta de Helena Rolim de Moura, Letícia Rolim de Moura e Andréia Rocha Turin. A iluminação precisa seguir essa proposta.

Passo 1: O primeiro tipo de iluminação é a arquitetônica, composta de spots embutidos no forro, distribuídos simetricamente pelo espaço, jogando luz de cima para baixo. Tais pontos devem ser discretos e sua função é uniformizar a luminosidade dos ambientes.

Passo 2: Em seguida vem a luz decorativa: lustres, pendentes, arandelas e plafonds. São equipamentos visíveis, portanto devem dialogar com a decoração (por exemplo, se sua casa é neoclássica, lustres pendentes e arandelas do mesmo estilo serão mais adequados do que uma série de spots embutidos). Somados à iluminação arquitetônica em ambientes pequenos, esses recursos rendem uma luminosidade agradável. Entretanto, a luz ainda é geral, ou seja, não dá destaque aos quadros, objetos e a outros acessórios.

Passo 3: A próxima etapa são as luminárias portáteis – abajures e colunas –, aquelas que ficam sobre mesas laterais e piso. O cuidado é quanto ao ofuscamento. Verifique a altura das peças e a incidência da luz – nada deve ferir o olhar ou provocar um brilho intenso.

Passo 4: Por fim, é o momento de trazer a luz utilitária, também chamada de funcional. Trata-se da iluminação específica, usada em canto de estudo e trabalho, closet, espelho do banheiro, sobre a bancada da cozinha e para realçar obras de arte e vasos, entre outros destaques da decoração. É possível usar spots em forro de gesso próximos à paredes onde você quer realçar quadros. Para a área de serviço e a cozinha, as fluorescentes, donas de uma luz eficiente, embutidas em móveis são ideais. Já para valorizar prateleiras da estante, mangueiras luminosas são as peças mais indicadas.

Lustres, luminárias e abajures

A iluminação portátil, decorativa e utilitária pede esses itens. Saiba escolher:

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Os lustres pendentes são usados preferencialmente sobre a mesa de jantar. Além de modelos contemporâneos, há um revival dos antigos, como os Maria Tereza de cristal, que fazem bela figura em ambientes atuais – a reportagem Lustre Maria Tereza está com tudo mostra 21 modelos que chamaram atenção durante a Feira Expolux 2008, que aconteceu em São Paulo. Numa sala de jantar, além de iluminar a mesa, é importante investir em luzes de apoio, como spots sobre o aparador, como já foi dito. Se o pé-direito é baixo (cerca de 2,50m), evite lustres pendentes, enormes, que vão "achatar" o ambiente. Já um pé direito acima de 3 metros pode ser valorizado com um lustre que direcione a luz para cima.

O abajur é um eterno hit, complemento perfeito para a iluminação de salas e quartos, posicionado sobre mesinhas laterais para trazer uma luz suave na altura do rosto das pessoas. O tamanho depende das dimensões do espaço e da altura da mesa de apoio. A cúpula clássica, de pergaminho ou tecido, proporciona luz amarelada. A reportagem Abajur, mon amour há 26 abajures.

Luminária para ler e estudar. Salas de leitura pedem uma luz central, de preferência dimerizada, e outra específica, que não pode ser focal nem muito clara, sob pena de provocar fadiga visual. O fundamental é definir a intensidade de luz adequada a sua atividade e deixar a lâmpada a 50 centímetros do objeto focado. Na reportagem Boa iluminação na hora da leitura , você encontra 22 modelos.

Luminárias de paredes. Arandelas são indicadas para locais com pé-direito alto e devem ficar a 2,10 m do piso. Com essa altura, elas liberam as paredes. "Essas peças podem complicar a decoração, pois ocupam espaço onde se poderia encostar um móvel ou pendurar quadros", alerta o designer Ricardo Heder. Algumas peças servem mais para criar um ponto de atração do que propriamente para iluminar.

Luminária de chão. Elas dão uma sensação de alongamento em locais com pé-direito baixo, quando sua luz é direcionada para cima. Há ainda luminárias de piso que podem ser usadas para leitura e colunas que têm luz difusa.

Tipos de lâmpada

Todas as lâmpadas pertencem a uma das três famílias: incandescentes (as mais comuns), fluorescentes (as mais econômicas) e halógenas (as mais sofisticadas). Para comprar o modelo certo, é preciso entender essas diferenças. O ideal é ter um Índice de Reprodução de Cor (IRC), que indica a fidelidade da cor real de um objeto ou superfície diante de uma fonte de luz, perto de 100, que aponta uma reprodução excelente.

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Incandescente comum: com diferentes formatos de bulbo, gera luz com base no aquecimento de um filamento de tungstênio. Emite luz amarelada e quente. Mesmo onde o calor é excessivo, as áreas sociais e íntimas ficam mais aconchegantes com lâmpadas incandescentes. Ainda que produzindo calor, elas proporcionam um clima mais agradável. "Eu nunca colocaria luz fluorescente na sala", diz o designer de interiores Roberto Negrette, que aponta essa luz como ideal para a cozinha e área de serviço.Reproduz as cores com total fidelidade, por isso é campeã para iluminação geral, porém consome muita energia e dura pouco (cerca de mil horas).

Halógena: incandescente de bulbo menor, com gás halógeno que melhora seu desempenho e durabilidade (duram duas vezes e meia a mais que as incandescentes comuns). A luz é amarela e quente, com bom IRC. Essas lâmpadas esquentam muito, por isso, é bom não tocá-las.

Halógena AR: o facho definido (com ângulos entre 4 e 24 graus) torna essa lâmpada ideal para destacar objetos e obras de arte. Um contra-refletor envolve a cápsula e reduz o ofuscamento.

Halógena PAR: assim como a dicróica, tem superfície refletora que melhora o desempenho. A diferença é o vidro grosso e pontilhado, que enfatiza o brilho da luz. O modelo PAR 20 com o corpo blindado, próprio para luz focada, forma um cone sobre o objeto. A desvantagem é que esquenta muito e é sensível ao toque.

Dicróica: halógena dotada de um refletor que reduz o calor projetado. Com facho de luz concentrado (ângulos entre 20 e 60 graus), é ideal para destacar obras de arte e objetos.

Fluorescente: a durabilidade dessas lâmpadas é de cerca de 7000 horas. Para uso reidencial, prefira fluorescentes de nova geração, nos modelos compactos ou tubulares, que apresentam IRC de até 85 e uma gama de novas tonalidades, das mais brancas às mais amareladas. As mais amareladas dão uma sensação mais aconchegante que as brancas.

Soluções para cada canto da casa

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Sala de estar

No living, a regra é mesclar luzes periféricas, que clareiam todo o espaço, com outras mais focadas – na mesa de centro, numa escultura ou num quadro na parede. Para essa luz geral, boas opções são spots embutidos no teto, arandelas jogando a luz para cima ou para um aparador ou móvel-bancada.O foco dirigido a uma mesa provém, de maneira geral, de um lustre pendente sobre ela. A dimerização permite graduar a intensidade, adaptando a luminosidade, seja para uma festa, seja para um jantar romântico. Hoje, sistemas mais inteligentes permitem que você programe combinações de lâmpadas acesas e apagadas (com maior ou menor grau de intensidade luminosa) – você faz a cena (festa, jantar romântico, almoço em família, luz para TV, etc...), guarda na memória do dimmer e, quando quiser, basta apertar um único botão.

Outra alternativa é o plafon no teto. Esse tipo de luminária com um suporte na parte inferior (uma espécie de prato) é sempre uma boa escolha porque joga a luz para o teto e, ao mesmo tempo, reflete sobre a mesa, destacando os alimentos sem ofuscar quem está sentado.

Cuidado com o excesso de luz. O exagero pode fazer sua sala parecer um estádio de futebol. Também em função do conforto, nenhuma luz deve incidir diretamente nos olhos, uma das situações mais desagradáveis que pode acontecer. Evite ainda iluminar todos os cantos: pontos escuros criam um interessante jogo de luz e sombra. Vale usar abajures nas laterais dos sofás – eles trazem luz suave e possibilitam boa leitura.Veja algumas dicas para não pecar pelo excesso:

Cozinha

No espaço onde se executam tarefas como lavar louças e preparar alimentos, a iluminação deve evitar sombras sobre o local de trabalho e garantir um bom índice de reprodução de cor. Aqui, não se pode contar apenas com a luz geral: quem está trabalhando numa bancada pode recebê-la pelas costas, o que acaba projetando sombras e prejudicando a visão. Só em cozinhas muito reduzidas esse sistema é suficiente. O ideal é somar uma luz geral de teto ou instalada em sancas (com lâmpadas fluorescentes) e uma luz focada sob os armários, dirigida à bancada (aí, vale usar lâmpadas haógenas ou dicróicas, embutidas no mobiliário).

Esse jogo é especialmente importante na cozinha integrada ao living para não marcar limites entre as áreas. Quem costuma fazer as refeições na cozinha precisa de um ponto acima da mesa, único local em que luminárias pendentes, com lâmpadas halógenas, são bem-vindas. Não se esqueça da luz sobre o fogão. Pode vir acoplada à coifa, incidindo sobre os queimadores, ou, caso o modelo não traga esse acessório, vale instalar uma lâmpada incandescente na altura do aparelho. Um aspecto importante num ambiente em que os vapores do cozimento, as gorduras e os temperos impregnam a atmosfera é o material das luminárias – prefira material de fácil limpeza, liso como o vidro, por exemplo.

Quarto

Um interruptor ao lado da porta e outro junto à cama (ligados em paralelo) são fundamentais – quem quer se levantar para apagar as luzes antes de dormir ou ter de caminhar no escuro para acendê-las no meio da noite? Do mesmo modo, instalar dimmers que regulem a intensidade da luz não é luxo, mas uma providência prática que permite criar diferentes atmosferas num cômodo cujas funções vão além de abrigar as horas de sono.

Usado com todos os tipos de lâmpadas, o aparelho pode ser acoplado ao interruptor de parede, operando isoladamente determinada lâmpada ou então acionando várias delas em conjunto (os aparelhos mais avançados, com memória de cena, também são excelentes aqui). Em geral, dois circuitos – um com luz direta e outro indireta – resumem as instalações em um quarto. No centro do teto, um plafon ou um pendente de vidro fosco ou policarbonato deve produzir uma luz geral que não seja dura. Com isso, está garantida a iluminação necessária para as atividades do dia-a-dia, inclusive na hora da faxina.

A luz focada fica por conta dos abajures, de preferência com cúpula translúcida, ou luminárias de haste regulável, presença necessária na hora da leitura. Spots dirigidos para a cama ficam proibidos, pois ofuscam a vista. Se houver lugar para uma poltrona, opte por uma luminária articulável de pé. Perto de cômodas e penteadeiras, arandelas são a melhor escolha.

Home Office

Antes de pensar nas luminárias, avalie a disposição dos móveis. Fundamental aqui é posicionar corretamente a mesa de trabalho – se possível, ela deve ficar perpendicular à janela de modo a que a luz externa venha da lateral, ainda que filtrada por cortinas.

O mesmo princípio vale para o computador – se a tela ficar voltada para a janela, receberá os reflexos da insolação que vem de fora. A iluminação geral deve incluir dois ou três pontos no teto, situados entre o computador e quem está sentado, nunca atrás da pessoa que trabalha. Uma lâmpada do tipo fluorescente compacta é o mais indicado para esses pontos.

Outra possibilidade é instalar uma única luminária, com lâmpadas fluorescentes tubulares bem longas, voltadas para o teto de modo a espalhar a luz refletida por todo o ambiente. Além disso, você vai precisar de uma fonte sobre a escrivaninha. Opte por uma luminária com haste articulável e lâmpada incandescente, halógena ou fluorescente compacta – essa última tem a vantagem de esquentar menos. Mantenha ofoco a 50 cm do teclado.

Home Theater

Embora a intenção seja reproduzir uma atmosfera de cinema, não deixe o ambiente na escuridão. A mudança brusca do claro para o escuro é desagradável. Além disso, é preciso enxergar os controles dos aparelhos, a pipoca, o refrigerante etc. Para criar uma iluminação difusa, ideal na hora de ver TV, use lâmpadas incandescentes ou dicróicas embutidas no teto. Uma sanca menor, central, ou uma em cada lateral da estante produzem um efeito suave.

Um dimmer é recomendável. Arandelas nas paredes laterais também rendem iluminação difusa, desde que a luz não incida na tela da TV. Como, em geral, os equipamentos ficam na estante, é importante embutir pontos de luz dicróica nas prateleiras. Mas lembre-se de que essas lâmpadas esquentam e podem afetar os objetos e aparelhos. Instale um foco menor de luz no forro, na direção da mesa de centro – isso facilita o manuseio dos controles. Estude a posição das luminárias para não refletirem na tela.

Banheiro

No banheiro, assim como num lavabo, o ponto central das atenções é sempre o espelho. É ele que orienta vários rituais diários realizados nesse ambiente, da barba bem-feita à maquiagem sedutora. Por isso, a primeira regra é caprichar na colocação das lâmpadas em torno dessa peça, garantindo a boa imagem dos moradores e visitantes.

O importante é que a luz não venha do alto, provocando sombras – em geral, a recomendação é instalar as lâmpadas nas laterais. Arandelas, spots ou pequenas luminárias com lâmpadas incandescentes ou fluorescentes compactas cumprem a tarefa de clarear a área de reflexão do espelho, acima da bancada.

Em banheiros pequenos ou lavabos, essas luzes podem ser suficientes, dispensando a iluminação geral de teto. Já nos espaços maiores é preciso lançar mão de lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas em luminárias altas que promovam uma luz difusa, sempre em parceria com as que ficam mais baixas e próximas à bancada.

RECURSOS DE ILUMINAÇÃO

Um bom projeto de iluminação pode resultar na adaptação da luz às necessidades específicas de cada ambiente, permitindo valorizar detalhes e mesmo esconder pequenas imperfeições. Apesar disso ser teoricamente possível a qualquer momento, o ideal é que seja feito na fase de projeto, evitando futuras limitações impostas pela construção acabada.

As melhores soluções são obtidas com o uso conjunto dos diferentes tipos de iluminação, classificados segundo a incidência luminosa no ambiente:

Direta - a luz incide diretamente, sem reflexão no forro ou nas paredes. O espaço é iluminado de forma geral, e, dependendo do posicionamento das luminárias, pode causar ofuscamento. É ideal para áreas de pouca permanência, e pouco indicado para ambientes de estar;

Indireta - o fluxo luminoso somente atinge uma determinada área depois de ser refletido em alguma superfície. Obtido com o uso de sancas, arandelas, luminárias de pé e abajures, é o mais apropriado para ambientes de longa permanência, e deve ser complementado por fluxos localizados ou concentrados, conforme as necessidades específicas;

Difusa - oferece uniformidade luminosa ao ambiente sem criar zonas de sombra, a partir do uso conjunto de luz direta e indireta;

Concentrada - é uma luz direta com o objetivo específico de dar destaque a elementos decorativos em geral ou permitir a leitura e atividades manuais;

Localizada - o fluxo luminoso atinge apenas determinado setor de um ambiente.

As características físicas dos ambientes também devem ser levadas em consideração na escolha da iluminação, conforme os exemplos abaixo:

Ambientes pequenos - usar iluminação indireta e abundante, tomando cuidado para não ofuscar a visão de quem estiver nesse espaço. Pode-se destacar objetos de arte, plantas e outros elementos, desde que estejam todos do mesmo lado do recinto, principalmente se ele for estreito. Recursos sobre o uso de clores claras e móveis pequenos de linhas suaves colaboram com o projeto de iluminação para aumentar ambientes. Deve-se evitar focalizar cantos ou extremidades, pois elas revelam as verdadeiras dimensões do espaço.

Ambientes amplos - para torná-los mais aconchegantes sem perder as boas qualidades da amplidão, pode-se instalar diversas luminárias de funcionamento independente, como abajures e modelos de pé. Para iluminação geral, a melhor opção é usar vários circuitos de spots, com acionamento individual, para fragmentar a área ou torná-la uniforme, conforme a necessidade. Mais uma vez as cores, aqui em tonalidades escuras, são aliadas da luz. Quanto aos móveis, deve-se preferir os maiores e mais pesados. O ambiente não deve ser tratado como se fosse único: pode-se dividi-lo em dois ou três espaços que possam interagir - do tipo estar, bar e lareira - para ocasiões como festas, quando toda luz geral deve ser aproveitada, integrando os ambientes. Quando se deseja mais intimidade, basta acionar apenas os abajures ou o circuito de spots que serve ao setor escolhido.

Forro baixo - a luz deve ser projetada de baixo para cima, fazendo-a iluminar o teto uniformemente. Para isso, lança-se mão de abajures de hastes longas. O ideal, entretanto, é que os pontos de luz partam do piso, atingindo também as paredes. Outra boa alternativa é a instalação de arandelas. Deve-se evitar direcionar a luz para o piso e criar planos intermediários de iluminação, que podem quebrar o efeito de alongar as paredes e subir o teto. A iluminação de destaque, portanto, não é indicada neste caso. Para leitura e outras atividades, podem ser empregadas luminárias de facho concentrado, mantendo-as desligadas quando não estiverem em uso.

Pé-direito muito alto - para valorizá-lo, vale o mesmo recurso usado para alongar o forro baixo, fazendo o facho de luz incindir em todo o teto e nas paredes. Como há espaço, um recurso interessante é a instalação de luminárias em vigas ou a utilização de sancas. Mais tradicionais, spots e arandelas também são uma ótima solução. Num ambiente pequeno, o pé-direito alto pode ser desagradável. Nesse caso, a luz não deve "crescer", devendo ser direcionada para baixo, escurecendo o forro e disfarçando sua altura. Os abajures são eficientes para isso, assim como as luminárias pendentes por fios ou hastes longas.

Fonte: www.catep.com.br

Iluminação

A eletrificação rural fixa o homem no campo, incentiva a produção, além de trazer conforto, com a conseqüente melhoria da qualidade de vida. Financiado pelo Ministério de Minas e Energia, o Luz no Campo foi o maior programa de eletrificação rural já realizado na América Latina, e um dos maiores do mundo. Em sua primeira fase, o programa irá levar energia elétrica a 1,4 milhão de famílias (90% delas em áreas rurais) até o ano de 2006.

Iluminação e acústica são fatores que influenciam diretamente o conforto, a produtividade e até mesmo a saúde dos profissionais no ambiente de trabalho. Uma iluminação inadequada, além de atrapalhar o rendimento das pessoas, também pode deixar uma imagem negativa da sua marca ou empresa junto ao público. Já uma boa iluminação externa, por exemplo, valoriza a imagem da empresa, funcionando como uma forma eficiente de divulgar a marca.

Os projetos de iluminação dos ambientes de trabalho raramente se preocupam com o tipo de tarefa que será realizada no local mesmo existindo a exigência legal da NBR-5413 (Norma de Iluminação) NR-9 (Norma de Prevenção de Riscos Ambientais).

A Tabela abaixo apresenta alguns níveis de iluminância necessários a alguns ambientes e tarefas.

NÍVEIS DE ILUMINÂNCIA PARA INTERIORES (NBR-5413)

AMBIENTE OU TRABALHO / LUX

Sala de espera / 100
Garagem, residência, restaurante / 150
Depósito, indústria (comum) / 200
Sala de aula / 300
Lojas, laboratórios, escritórios / 500
Sala de desenho (alta precisão) / 1.000
Serviços de muito alta precisão / 2.000

O aparelho usado para medir a iluminância é o luxímetro como o instrumento digital portátil, com tela de cristal líquido (LCD) da figura ao lado, que realiza medidas da iluminação ambiente em LUX na faixa de 1 LUX a 50.000 LUX.

Iluminação

Dicas de Iluminação do Local de Trabalho

1. Excesso de luz é um problema comum nas empresas e nos escritórios. Muita luz, no entanto, não significa luz adequada. Pelo contrário, pode atrapalhar e gerar uma sensação de desconforto.

2. O limite mínimo também deve ser observado. A iluminação da área de trabalho deve apresentar, no mínimo, 500 luxes, o que é fiscalizado pelo Ministério do Trabalho.

3. Além da iluminação geral, algumas atividades exigem uma iluminação mais pontual na mesa de trabalho (desklight).

4. O excesso da luz solar deve ser controlado com cortinas e persianas. Há uma tendência em se aproveitar a luz natural, sempre complementando-a com a iluminação artificial.

5. Ao longo do dia, as pessoas têm necessidades diferentes - normalmente decrescentes - de iluminação. Identificar essa variação pode ajudar no rendimento do trabalho.

6. Iluminação com cores diferentes torna o ambiente de trabalho menos monótono, causando uma sensação de bem-estar.

7. Também é possível utilizar recursos de iluminação em paredes, para torná-las mais aconchegantes


8. O computador nunca deve receber a luz natural da janela diretamente na tela. O ofuscamento prejudica a concentração e a saúde.

9. Pesquisa feita nos Estados Unidos demonstrou que aqueles que ficavam perto de janelas tinham 23% menos queixa de dor nas costas, dor de cabeça e exaustão.

10. Remova lâmpadas onde há mais luz do que o necessário, mas certifique-se de manter uma iluminação boa em locais de trabalho para não prejudicar seu desempenho ou evitar acidentes (áreas com máquinas).

11. Realizando a limpeza de paredes, tetos e pisos e utilizar cores claras no ambiente de trabalho e estudo, melhoram a iluminação do local e você se sentirá mais confortável e disposto no seu local de trabalho.

Iluminação Pública

Iluminação

A iluminação pública nas cidades é uma atribuição das Prefeituras Municipais; entretanto, é bom que o fazendeiro tenha uma noção dos tipos de lâmpadas mais indicadas, pois a geração de energia, através das microcentrais hidrelétricas está ao seu alcance, desde que em sua propriedade passe um córrego com descarga ou desnível adequados à sua geração.

Iluminação

A Tabela abaixo foi transcrita do site da CEFET-SP e mostra os tipos de lâmpadas mais usadas no Brasil para uso na iluminação pública. A iluminância (representada por E e nas unidades de lúmens por watt), mostra claramente que a lâmpada à vapor de sódio, p.ex., apresenta uma eficiência cerca de dez (10) vezes superior à lâmpada incandescente.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA

TIPO DE LÂMPADA / E(lm/w)

Incandescente / 10 - 15
Halógenas / 15 - 25
Mista / 20 - 35
Vapor de mercúrio / 45 - 55
Fluorescente tubular / 55 - 75
Fluorescente compacta / 50 - 80
Vapor metálico / 65 - 90
Vapor de sódio / 80 - 140

Fonte: www.ufrrj.br

Entradas, Corredores e Escadas

Iluminação

Em uma entrada, a luz branca e suave das lâmpadas incandescentes trará uma aparência agradável para os rostos dos amigos.

Candelabros de parede e luminárias suspensas podem brilhar tal como a luz de vela, quando lâmpadas decorativas com forma de vela são instaladas.

Closets contemporâneos brilham com a luz de lâmpadas halógenas em luminárias embutidas no teto. As lâmpadas halógenas também são excelentes para realçar uma obra-de arte.

Se sua entrada for adjacente à sala de estar ou de jantar, assegure-se que a iluminação é de intensidade semelhante, de modo que os ambientes se misturem como se fossem um só. É um modo simples de aumentar o tamanho de sua entrada e atrair os convidados para dentro dos outros ambientes de sua casa.

Aumentando os níveis de iluminação nos degraus torna-se mais seguro o ato de subir ou descer as escadas, onde muitos acidentes domésticos acontecem.

Substituindo a lâmpada incandescente comum no topo de sua escada por qualquer uma das variadas lâmpadas refletoras, estas proporcionarão uma generosa iluminação nos degraus, tornando mais fácil ver cada passo.

Freqüentemente, os corredores inadequadamente iluminados podem ser tornar mais brilhantes e mais convidativos simplesmente trocando a lâmpada por outra que proporcione mais luz por watt.

“Night-lights” são modos rápidos e fáceis para tornar os corredores seguros tanto para os jovens como para os mais velhos.

Salas de Estar

Iluminação

Para cores mais vibrantes e uma luz branca e brilhante, que realça e destaca com beleza, tente trocar as lâmpadas incandescentes e refletoras comuns da iluminação do teto e dos trilhos, pelas lâmpadas halógenas tipo palito ou refletoras. Caso deseje economia na conta de luz, o uso de lâmpadas fluorescentes compactas é altamente recomendável.

Abajures de mesa e piso são excelentes fontes para iluminação de ambientes. Quando você usa incandescentes com sua luz suave e agradável, sua sala de estar pode ser melhorada com o uso de fontes de luz mais suaves e brilhantes.

O uso de “dimmers” em abajures de mesa ou piso aumentam suas opções de iluminação, desde uma reduzida iluminação ambiental até uma luz mais generosa para situações que exigem intensa atividade dos olhos. Além disto, ao sair da sala de estar você pode reduzir o nivel de iluminação com o uso dos “dimmers”, de modo que fique luz suficiente para se transitar pela sala sem o perigo de acidentes e sem a necessidade de se acender totalmente as luzes.

Use lâmpadas que forneçam luz suficiente e suave próximas dos seus locais favoritos de leitura, de modo a ter a iluminação adequada ao ler um bom livro.

A iluminação de destaque, a qual é ideal para pinturas, esculturas, etc., é melhor obtida com projetores e iluminação dirigida. Muitas opções estão disponíveis desde as lâmpadas refletoras comuns até as lâmpadas PAR20, MR16 ou halógenas tipo palito, que proporcionam luz branca e brilhante, destacando as cores.

Lâmpadas decorativas com forma de vela irão trazer um estilo romântico de luz de vela em candelabros tradicionais na parede.

Nos ventiladores de teto são recomendáveis as lâmpadas Ventilux, com filamento reforçado para resistir à vibração.

Para áreas onde as crianças brincam use as lâmpadas Cov-R-Guard que possuem adequados recursos de proteção, de modo que, caso a lâmpada se quebre, os pedaços de vidro são contidos no interior de uma película.

Salas de Jantar

Iluminação

Lâmpadas decorativas em forma de vela ou claras proporcionam brilho ao candelabro de sua sala de jantar. Mantendo-as ligeiramente “dimerizadas”, usando um “dimmer” de parede, se produz um elegante toque de luz que agrada fácil aos olhos.

Iluminação suplementar de luminárias de parede, piso ou teto devem ter temperatura de cor “mornas” e destacando a comida e os convidados. Lâmpadas com bulbo branco de todos os tipos eliminam as sombras marcantes e o ofuscamento. Para uma sala de jantar verdadeiramente romântica, tente as lâmpadas incandescentes rosas ou vermelhas.

Os interiores contemporâneos atuais freqüentemente usam iluminação halógena em luminárias pendentes sobre a mesa. Estas fontes luminosas fazem as porcelanas e as pratarias brilharem e aumentam o seu apetite.

O “buffet” pode ser iluminado com refletores no teto com uma seleção de tradicionais lâmpadas incandescentes ou iluminação halógena.

Cozinhas

Iluminação

Lâmpadas fluorescentes com índices de reprodução de cores mais elevados criam a iluminação geral ideal na cozinha. Sejam no teto ou debaixo dos gabinetes, elas reproduzem as cores que destacam a aparência dos alimentos e os tons de pele. Elas estão disponíveis em estilos lineares e circulares.

Um modo fácil para acrescentar luz às áreas de trabalho é a colocação de fluorescentes sob os gabinetes.

Você pode até mesmo ter um jardim de especiarias em sua cozinha iluminado pelas fluorescentes colocadas sob os gabinetes.

Para as áreas onde os alimentos são preparados é recomendado que se use as lâmpadas com adequados recursos de proteção, de modo que, caso a lâmpada se quebre, os pedaços de vidro sejam contidos.

Torne mais clara sua área de jantar com a luz branca e brilhante das lâmpadas halógenas. A instalação de “dimmers” irá permitir que você ajuste o nivel de iluminação desde um mínimo para íntimos jantares familiares, até altos níveis para os trabalhos de casa.

A iluminação com lâmpadas halógenas MR16 Constant Color com Cover Glass pode também ser usada para criar ambientes e um confortável nível de luz branca e brilhante.

Luminárias de teto embutidas estão se tornando rapidamente populares, como uma alternativa para iluminação fluorescente, para dar um visual moderno na cozinha. Use lâmpadas refletoras projetadas para este tipo de luminária, ao invés das lâmpadas incandescentes comuns.

Globos decorativos claros ou brancos são um complemento perfeito para muitas luminárias suspensas. Eles proporcionam luz perfeita, enquanto melhoram a aparência da luminária.

Escritórios Domésticos e Áreas de Serviço

Iluminação

As lâmpadas com acabamento branco são ideais para sua escrivaninha ou para aquela luminária de leitura.

Para iluminação geral, as incandescentes com acabamento branco em abajures de mesa e piso produzem uma luz suave, livre de ofuscamento.

Onde se utiliza um computador, as lâmpadas com acabamento branco produzem um nível de iluminação geral com reduzido ofuscamento que não competirá com as imagens em sua tela.

Use “dimmers” para dar a você a opção de baixos níveis de luz para uso com o computador e níveis de luz mais elevados para atividades mais intensas do olho humano.

A iluminação geral, proporcionada por luminárias embutidas no teto, pode ser melhorada com uma variedade de lâmpadas halógenas. Estas lâmpadas proporcionam uma luz branca e brilhante e estão disponíveis tanto na forma de lâmpadas refletoras como tipo palito.

As luminárias fluorescentes são facilmente instaladas e são um modo barato de adicionar luz onde você precisa. Tente-as sobre as bancadas e mesas de trabalho e em qualquer lugar que você precise de uma luz brilhante sobre uma área maior.

Áreas de passatempo são um grande lugar para começar uma estufa pequena. O uso de lâmpadas especiais para crescimento de plantas ou a combinação de fluorescentes mais incandescentes comuns são uma boa opção para estas áreas.

As lâmpadas fluorescentes estão disponíveis em várias versões com elevado índice de reprodução de cor, que proporcionarão cores mais reais e naturais. Você não acreditará que é luz fluorescente.

Muitas vezes uma lanterna é necessária para uma iluminação de emergência, devido a uma pane na energia elétrica. Para sua conveniência e segurança mantenha uma lanterna em várias áreas de sua casa e assegure-se que elas estão carregadas com pilhas.

Quartos

Iluminação

Para criar uma atmosfera romântica, lâmpadas incandescentes rosas ou vermelhas tornarão o quarto mais aconchegante.

Use “dimmers” nas luzes de leitura e você terá o nível de luz ajustado ao seu conforto visual. Além disto, com o uso de lâmpadas brancas você terá uma iluminação suave e sem ofuscamento.

Para quartos com ventiladores de teto, lâmpadas brancas ou claras, ou com filamento reforçado, proporcionam uma iluminação geral agradável, enquanto complementam a luminária.

A iluminação indireta do teto não precisa ser “pobre”. Substitua as lâmpadas fluorescentes comuns pelas fluorescentes com elevado índice de reprodução de cor.

Para segurança à noite no quarto das crianças, adicione um pouco de diversão com a instalação de “night-lights” que possuem os personagens dos desenhos animados favoritos delas.

Nos quartos das crianças use adequados recursos de proteção nos abajures de mesa ou nas luminárias que ficam próximas às áreas usadas pelas crianças para jogos e bricadeiras

Banheiros

Iluminação

Para iluminar discretamente todo o ambiente tente lâmpadas refletoras de pequena potência em luminárias no teto ou fluorescentes com elevados índices de reprodução de cor para destacar os tons de pele.

Se seu banheiro tiver um teto alto com um trilho de iluminação ou luminárias embutidas, as lâmpadas refletoras halógenas irão produzir uma luz branca e brilhante que proporcionará mais luz no ambiente, não permitindo a perda de luz dentro da luminária.

Ao cuidar de sua beleza, lâmpadas fluorescentes de cada lado do espelho ou lâmpadas globulares sobre o espelho irão espalhar uma luz intensa e sem sombras sobre o seu rosto.

“Night-lights” são adições sábias para o plano de iluminação de seu banheiro, melhorando a segurança para todas as idades.

Iluminação Externa

Iluminação

A maior parte da iluminação externa é obtida com lâmpadas projetoras. As lâmpadas halógenas são especialmente eficientes devido a sua luz brilhante e longa vida.

As lâmpadas projetoras lançarão um facho de luz em cima dos caminhos e jardins.

As lâmpadas refletoras halógenas, para uso interno ou externo, são excelentes para destacar as características arquitetônicas e de paisagem.

Para áreas sombreadas pela garagem ou pela lateral da casa, as lâmpadas refletoras halógenas com sensores de luz de alta tecnologia irão colocar luz onde você deseja, acendendo-a ao entardecer e apagando-a ao amanhecer.

Para luminárias de difícil acessso escolha lâmpadas de vida mais longa.

Para iluminação externa, procure lâmpadas com base de latão resistente a corrosão, para tornar mais fácil a troca de lâmpadas.

Quando necessário, utilize adequados recursos de proteção para as lâmpadas expostas ao tempo.

Use lâmpadas que não atraem insetos próximas de varandas e pátios para o conforto das pessoas em noites de verão. Alguns insetos não são atraidos pela luz amarela produzida por estas lâmpadas.

Finalmente, não se esqueça da iluminação de seu veículo. É importante ter uma iluminação de qualidade quando você está dirigindo também.

Fonte: www.gelampadas.com.br

Iluminação

Áreas Externas

Conforto visual
Como técnicas para iluminação de jardim podemos citar:

Iluminação espalhada
A luz é projetada em fachos largos. É especialmente indicada para iluminar canteiros e outras plantas baixas.

Iluminação de destaque
Utilizada quando se deseja ressalta plantas, árvores, estátuas e monumentos. Pode-se utilizar sistemas que sirvam tanto para lâmpadas de facho estreito ou largo.

Iluminação para cima
Técnica que utiliza aparelhos na superfície ou embutidos no solo. Deve-se direciona-los a fim de iluminar arbustos e árvores mais por baixo do que pela frente.

No caso de outras áreas externas podemos citar ainda:

Caminhos e pátios
Pedem postes baixos ou altos que iluminem sem ofuscar. Nos caminhos, uma boa opção é colocar postes em intervalos adequados ao espaço para uma iluminação uniforme e segura.

Portões e degraus
Podem ser eficientemente iluminados com arandelas ou pequenos projetos.

Balizamento
Tem por objetivo apenas demarcar uma passagem ou os limites de uma área.

Nível de iluminação recomendável:

Depende do tipo de efeito que se deseja dar (circulação, iluminação de fachadas etc.) Terrenos irregulares e escadarias devem ser bem iluminados para se evitar acidentes.

Temperatura de cor:
Tonalidades de cor de 3000K a 4000K.

Índice de reprodução de cores:
No caso de áreas de passagem, estradas ou depósitos não há necessidade de um elevado índice de reprodução de cores. Já no caso da iluminação de jardins recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Banheiro

Este tipo de ambiente requer uma combinação entre o conforto e a qualidade da luz. É fundamental que se ilumine a região do rosto com uma luz mais branca ressaltando as cores na região mais próxima aos espelhos. Já nas regiões localizadas próximas ao chuveiro ou banheira devem-se proporcionar conforto e elegância ao ambiente.

Conforto visual:

Uma boa iluminação de espelho deve ser absolutamente livre de ofuscamento. O posicionamento das luminárias deve ser preferencialmente feito nas laterais próximas aos espelhos, evitando assim sombras nas áreas do queixo, nariz e dos olhos.

Nível de iluminação recomendável:

Iluminânica média: 150 lux
Temperatura de cor:

De modo a proporcionar uma iluminação agradável, é recomendável trabalhar com lâmpadas de tonalidades de 2700K a 3000K (branca morna).
Índice de reprodução de cores:

A qualidade da luz é um ponto fundamental quando se fala em tratar da beleza e estética. Neste caso, recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Cozinha

A copa e a cozinha estão se integrando cada vez mais à parte social das residências. São áreas fundamentais de trabalho que devem ser atraentes, confortáveis e funcionais ao mesmo tempo. Em função disto, é preciso combinar duas iluminações: a geral e a localizada. A combinação de lâmpadas halógenas com lâmpadas fluorescentes ajuda a criar a iluminação e atmosfera ideal para este ambiente.

Conforto visual:

Na montagem da luminária pendente, sua altura deve ser ajustada de modo a evitar ofuscamento direto.

Nível de iluminação recomendável:

Iluminância média: 300 a 500 lux.

Iluminação direta/indireta:

A iluminação deve ser planejada de modo que a área de trabalho não fique com sombras.

Temperatura de cor:

Na copa, de modo a proporcionar uma iluminação mais aconchegante é recomendável trabalhar com lâmpadas de tonalidades de 2700K a 3000K (branca morna). Já no caso da cozinha, por se tratar de um ambiente de trabalho, recomenda-se a utilização de uma iluminação com tonalidade acima de 4000K (branca fria).

Índice de reprodução de cores:

A qualidade da luz é um ponto fundamental neste ambiente, por ser área de manipulação de alimentos. Neste caso, recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Escritório

Conforto visual
Neste tipo de ambiente é importante que se crie excelentes condições visuais e conforto para que as pessoas maximizem a produtividade. No caso a iluminação geral deve proporcionar luz suficiente para o plano de trabalho onde a principal preocupação é que haja o mínimo contraste entre a claridade e o que se vê ao redor. Neste tipo de ambiente recomenda-se, na medida do possível, a utilização de tonalidades claras tanto na pintura quanto na mobília, mantendo-se desta forma harmonia entre as luminâncias. Isto visa minimizar o cansaço visual provocado por forçar o olho a se ajustar aos níveis de cores contrastantes.

Ao escolhermos e posicionarmos as luminárias devemos levar em conta o ofuscamento. Um posicionamento desfavorável pode levar a um ofuscamento direto (visualização direta da lâmpada) ou um ofuscamento refletido (através de superfícies refletoras ou brilhantes, como telas de computadores), prejudicando a visão. A fim de evitar reflexões dos fachos luminosos sobre as paredes e objetos, os acabamentos brilhantes devem ser evitados.

O nível de iluminação também deve ser adequado para cada tipo de aplicação. Neste caso, deve-se tomar o cuidado de não prejudicar o trabalho devido ao baixo índice de iluminação e ao mesmo tempo não exagerar na quantidade de luz, que pode vir a causar desconforto.

Nível de iluminação recomendável:
Iluminância média: 500 lux

Iluminação direta/indireta:
No caso de iluminação direta, deve-se tomar o cuidado de utilizar luminárias embutidas ou pendentes com aletas evitando assim o ofuscamento na tela do monitor. Um modo de se evitar este efeito é de se utilizar uma iluminação indireta (pendentes). Não posicione luminárias em frente à mesa, porque podem causar reflexos problemáticos no plano de trabalho.

Temperatura de cor:
A tonalidade de cor branca neutra (acima de 4000K) é indicada para ambientes onde há atividades que exigem luz branca, e aumento da produtividade, necessária em escritórios, fábricas etc.

Índice de reprodução de cores:
Recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Loja

Conforto visual:
Ao escolhermos e posicionarmos as luminárias devemos levar em conta o ofuscamento. Um posicionamento desfavorável pode levar a um ofuscamento direto (visualização direta da lâmpada) ou um ofuscamento refletido (através de superfícies refletoras ou brilhantes), prejudicando a visão.
A fim de evitar reflexões dos fachos luminosos sobre as paredes e objetos, os acabamentos brilhantes devem ser evitados.

Nível de iluminação recomendável:
Iluminância média: 200 a 500 lux (geral)
> 1000 lux (vitrines)

Iluminação direta/indireta:
Uma boa iluminação de prateleira fornece luz uniforme em todos os conteúdos. Isso pode ser conseguido através do uso de sistemas de luz integrados ou com luminárias orientáveis no teto com aproximadamente 0,8 a 1,2 metros de distância. Quando utilizarmos sistemas integrados as luminárias devem ser montadas em cima das prateleiras.

Temperatura de cor:
A escolha da tonalidade da luz vai depender das cores principais dos objetos expostos à venda e das cores do próprio ambiente. Por essa razão, cores como vermelho laranja e marrom devem ser iluminados com cores mais quentes (2700K a 3000K), enquanto que verde, azul, branco devem ser iluminados com cores mais brancas (acima de 4000K) de modo a realçar seus efeitos.

Índice de reprodução de cores:
Recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Loja

Conforto visual:
Ao escolhermos e posicionarmos as luminárias devemos levar em conta o ofuscamento. Um posicionamento desfavorável pode levar a um ofuscamento direto (visualização direta da lâmpada) ou um ofuscamento refletido (através de superfícies refletoras ou brilhantes), prejudicando a visão.
A fim de evitar reflexões dos fachos luminosos sobre as paredes e objetos, os acabamentos brilhantes devem ser evitados.

Nível de iluminação recomendável:
Iluminância média: 200 a 500 lux (geral)
> 1000 lux (vitrines)

Iluminação direta/indireta:
Uma boa iluminação de prateleira fornece luz uniforme em todos os conteúdos. Isso pode ser conseguido através do uso de sistemas de luz integrados ou com luminárias orientáveis no teto com aproximadamente 0,8 a 1,2 metros de distância. Quando utilizarmos sistemas integrados as luminárias devem ser montadas em cima das prateleiras.

Temperatura de cor:
A escolha da tonalidade da luz vai depender das cores principais dos objetos expostos à venda e das cores do próprio ambiente. Por essa razão, cores como vermelho laranja e marrom devem ser iluminados com cores mais quentes (2700K a 3000K), enquanto que verde, azul, branco devem ser iluminados com cores mais brancas (acima de 4000K) de modo a realçar seus efeitos.

Índice de reprodução de cores:
Recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Recepção

Conforto visual:
A área de recepção é o cartão de visita da empresa e a iluminação deverá ser usada para produzir um ambiente agradável e convidativo. Em especial nas áreas da mesa da recepção e nas paredes com o uso de arandelas.

Nível de iluminação recomendável:
O nível mínimo de iluminância é de aproximadamente de 300 lux para a área de recepção. Entretanto, na área da mesa da recepção, devemos utilizar uma iluminação localizada para aumentar o nível de iluminação e guiar o visitante.

Temperatura de cor:
Para se criar um ambiente confortável e aconchegante, recomenda-se uma tonalidade de cor entre 2700K e 3000K (branca morna).

Índice de reprodução de cores:
Recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80

Sala de Conferência

Conforto visual:
Devido a diversas tarefas realizadas numa sala de conferência, é importante possuir sistemas de iluminação que possibilitem o controle da intensidade luminosa e a criação de cenários apropriados para cada situação.

Nível de iluminação recomendável:
Iluminância média: 100 a 500 lux

Temperatura de cor:
A escolha da tonalidade da luz vai depender das cores principais dos objetos e do local, mas preferencialmente deve-se obter por tonalidades de cores acima de 4000K.

Índice de reprodução de cores:
Recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Sala de Estar

A sala de estar é utilizada em diversas situações seja para o encontro com familiares seja com amigos, mas qualquer que seja o uso, a sala de estar deve ser confortável e aconchegante o tempo todo. Por essa razão, a iluminação deve ser flexível para permitir o efeito desejável em qualquer situação.

Conforto visual :
Ao escolhermos e posicionarmos as luminárias devemos levar em conta o ofuscamento. Um posicionamento desfavorável pode levar a um ofuscamento direto (visualização direta da lâmpada) ou um ofuscamento refletido (através de superfícies refletoras ou brilhantes), prejudicando a visão.
Devemos proporcionar um ambiente com ausência de reflexões dos fachos luminosos sobre as paredes e objetos, para permitir um maior conforto visual.

Além disto, as luminárias tipo arandelas devem ser instaladas ao nível dos olhos para evitar ofuscamento.

Nível de iluminação recomendável:
Iluminação média: 50 a 150 lux.

Iluminação direta/indireta:
Pelo fato de ser um dos ambientes mais freqüentados em uma casa, deve proporcionar uma iluminação flexível de acordo com cada situação. O primeiro passo é estabelecermos uma iluminação geral para o ambiente. Neste caso, uma opção é de utilizar uma iluminação direta através de sancas ou arandelas, evitando o ofuscamento. Outra opção é a utilização de iluminação direta através de lustres ou abajures de cúpula translúcida, que ilumina os rostos de uma maneira agradável. Um segundo passo é a iluminação de destaque (por exemplo: coleção de quadros, estante, obra de arte). Neste caso podem ser utilizados embutidos orientáveis, de modo a proporcionar um banho de luz na superfície iluminada. Evite apenas a instalação sobre os sofás, de modo a não causar ofuscamento. Uma textura na parede ou uma lareira também podem ser destacadas com a técnica do "banho de luz" (wallwasher), distribuindo embutidos a 20cm da parede, igualmente espaçados entre si.

Temperatura de cor:
De modo a proporcionar uma iluminação mais aconchegante é recomendável trabalhar com lâmpadas de tonalidades de 2700K a 3000K (branca morna).

Índice de reprodução de cores:
Recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Sala de Estudo

Conforto visual:
Ao escolhermos e posicionarmos as luminárias devemos levar em conta o ofuscamento. Um posicionamento desfavorável pode levar a um ofuscamento direto (visualização direta da lâmpada) ou um ofuscamento refletido (através de superfícies refletoras ou brilhantes), prejudicando a visão.
A fim de evitar reflexões dos fachos luminosos sobre as paredes e objetos, os acabamentos brilhantes devem ser evitados.

Nível de iluminação recomendável:
Iluminância média: 500 lux

Iluminação direta/indireta:
A mesa de trabalho e a estante exigem boa luz, mas deve-se evitar o reflexo na tela do monitor do computador. Para iluminação geral, recomenda-se a utilização de iluminação direta com plafons difuso ou luminárias com aletas. Sobre a mesa, uma luz de apoio com luminária para leitura ou abajur. Para pessoas destras realizando tarefas em bancadas ou mesas com iluminação localizada, a luz deverá ser direcionada para a área de trabalho pelo lado esquerdo. Caso contrário sombras poderão prejudicar a percepção.

Uma boa iluminação de prateleira fornece luz uniforme em todos os conteúdos. Isso pode ser conseguido através do uso de sistemas de luz integrados ou com luminárias orientáveis no teto com aproximadamente 0,8 a 1,2 metros de distância. Quando utilizarmos sistemas integrados as luminárias devem ser montadas em cima das prateleiras.

Temperatura de cor:
De modo a proporcionar uma iluminação mais aconchegante é recomendável trabalhar com lâmpadas de tonalidades de 2700K a 3000K (branca morna).

Índice de reprodução de cores:
Recomenda-se a utilização de lâmpadas com índice de reprodução de cores acima de 80.

Perguntas Freqüentes - Possíveis causas de problemas

1. As lâmpadas fluorescentes não acendem, quais as possíveis causas?

1 - Se o reator for do tipo eletromagnético de partida rápida, a calha metálica da luminária deve ser aterrada senão as lâmpadas fluorescentes apresentam problema de acendimento.

2 - A ligação elétrica das lâmpadas deve seguir rigorosamente o circuito que está impresso no reator. Atentar para a correta ligação dos fios fase e neutro do reator na rede elétrica .

3 - A voltagem da rede elétrica deve ser a mesma voltagem indicada no reator, com eventual variação de até -10%, senão as lâmpadas apresentam dificuldade para acenderem. 4-as lâmpadas fluorescentes apresentam problema de acendimento quando instaladas em ambientes com baixa temperatura.

2. Como identificar visualmente quando uma lâmpada, depois de muito usada, atingiu seu final de vida?

A identificação visual de uma lâmpada em final de vida, varia conforme seu tipo: - na lâmpada incandescente e halógena, o filamento da lâmpada se rompe. - na lâmpada fluorescente tubular as suas extremidades ficam enegrecidas e geralmente a lâmpada fica piscando. - nas lâmpadas de descarga a alta pressão (mercurio, sódio, metálico, etc), o seu tubo de descarga fica enegrecido e geralmente a lâmpada acende e apaga frequentemente.

3. A lâmpada a vapor metálico não acende, quais as possíveis causas?

Verificar as seguintes causas: - ligação incorreta entre o reator e a lâmpada. Seguir rigorosamente o circuito que está impresso no corpo do ignitor, com atenção para o fio do ignitor que faz ligação com o contato central da lâmpada (contato do fundo do soquete). - Voltagem da rede elétrica baixa. A voltagem da rede deve ser de 220 Volts com eventuais variações de até 6%. - Ignitor incompatível com a lâmpada ou com problema. Trocar o ignitor.

4. A lâmpada incandescente queima precocemente, quais as possíveis causas ?

Verificar as seguintes causas :
voltagem da rede superior a voltagem da lâmpada
a lâmpada fica exposta a vibrações ou batidas.
a lâmpada funciona em ambientes ou spots com temperaturas excessivamente altas.

5. O vidro da lâmpada estourou, quais as possíveis causas ?

Verificar as causas: - o respingo de água ou mudança brusca de temperatura sobre a lâmpada acesa pode ocasionar choque térmico e quebra do vidro. - evitar que o vidro da lâmpada funcione encostado no corpo do soquete ou do spot. O spot deve ser bem ventilado e com volume dimensionado para cada potência da lâmpada. - evitar queda ou contato da lâmpada com superfície rigida, afim de não causar trincas e tensões no vidro.

6. A lâmpada a vapor metálico tipo tubular HPI/T, pode ser instalada na vertical ?

Não é indicado instalar a lâmpada tipo tubular HPI/T na vertical afim de não prejudicar o seu desempenho (visualmente observa-se a alteração da cor da luz). A posição recomendada de funcionamento da lâmpada é na horizontal.

7. Numa instalação elétrica que fiz numa obra frente para o mar, ocorre queima excessiva de lâmpadas (incandescentes, halógenas e dicróicas).

Uma causa de queima prematura de lâmpadas em instalações que ficam frente para o mar é a oxidação dos contatos elétricos, soquete e base das lâmpadas, provocada pela maresia. A alta salinidade neste ambiente, com o passar do tempo, oxida as partes metálicas que fazem o contato elétrico (soquetes, base, fios,etc) e geram mau contato elétrico, aquecimento excessivo e consequentemente pode provocar a queima prematura de lâmpadas.

Obviamente que o tempo para a queima da lâmpada dependerá do grau de salinidade, o tempo de exposição, tipo do spot (aberto ou fechado)e etc. Uma forma de minimizar o efeito de oxidação dos contatos elétricos da lâmpada é utilizar luminárias fechadas com vidro e limpar os contatos com frequência. Uma outra causa comum de queima prematura de lâmpadas incandescentes, halógenas e dicróicas, é a alta voltagem da rede elétrica.

Qualquer voltagem superior a voltagem nominal da lâmpada (127V ou 220V, que vai impressa no seu bulbo), ocasiona a diminuição da sua vida útil. Por este motivo, a recomendação é medir, durante 24 horas, qual é a voltagem que está alimentando as lâmpadas nesta instalação e a partir deste levantamento, acionar a empresa de eletricidade do local para regularizar a voltagem se necessário.

8. A lâmpada a vapor de sódio está acendendo e apagando intermitentemente(piscando), quais são as prováveis causas ?

Se a lâmpada estiver com muito uso, ela provavelmente está no seu fim de vida por uso normal. Se a lâmpada é nova, recomendamos verificar as seguintes causas: - a luminária onde a lâmpada está instalada apresenta volume interno não adequado para a potência e dissipação do calor gerado pela lâmpada, causando elevação demasiada de sua voltagem de arco e apagamento da luz. - verificar se existe mau contato elétrico na base da lâmpada dentro do porta-lâmpada.

9. A lâmpada a vapor de sódio não acende, quais as prováveis causas ?

Se a lâmpada é nova e não acende, recomendamos verificar as seguintes prováveis causas: -a distância entre a lâmpada a vapor de sódio e o reator/ignitor deve ser inferior a 6 metros. - a voltagem da rede elétrica abaixo de 200 volts compromete o acendimento da lâmpada. - o ignitor e a ligação elétrica devem estar de acordo com a indicação do fabricante.

Temperatura de Cor

Iluminação

Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim ao tom de cor que ela dá ao ambiente.

Voltando à natureza, vamos observar o sol, nossa maior fonte de luz, e que vai nos servir de parâmetro para vários conceitos.

Ao amanhecer, o sol tem um tom mais avermelhado, mais quente; a medida que o dia vai passando, sua luz vai ficando mais amarela até se tornar bem branca; depois volta a ficar alaranjada no final do dia. A observação deste fenômeno há milhares de anos regulando a vida da nossa espécie; nos dá a medida de como iluminar os diversos ambientes da casa.

Vejam bem: ao acordarmos o sol está mais vermelho, sua luz tem um tom mais quente, a medida que o dia avança e nossas atividades aumentam, a luz do sol vai ficando mais fria. Em um dia nublado, a luz fica com um tom quase azulado e é quando desenvolvemos com muito mais vigor nossas atividades. No final da tarde quando pensamos em relaxar, a luz volta a ficar mais quente. Perceberam? Luz mais quente maior aconchego e relaxamento, luz mais fria maior atividade.

Nas lâmpadas esta temperatura de cor é medida em graus Kelvin (K) e quanto maior for o número, mais fria é a cor da lâmpada. Ex.: uma lâmpada de temperatura de cor de 2700K tem tonalidade quente, uma de 7000K tem tonalidade muito fria. O ideal em uma residência é variar entre 2700K e 5000K.

Em sua casa, as áreas sociais e dormitórios, devem ter o tom mais quente ou neutro chamando ao relaxamento e ao aconchego. Já as áreas de serviços, cozinhas, banheiros, home-office e salas de estudos devem ter tom neutro ou frio, induzindo maior atividade.

Hoje estão disponíveis no mercado lâmpadas fluorescentes com uma nova tecnologia, que permite apresentar várias temperaturas de cor. Antes elas só existiam em tom frios e, como estas lâmpadas emitem menos calor, são erroneamente chamadas de lâmpadas frias. Atualmente já são usadas na casa inteira e com grande efeito decorativo. As fluorescentes compactas estão disponíveis em temperatura de cor fria (6.500K) e também em cor quente (2.700K), semelhante às lâmpadas incandescentes.

Kelvin - É a grandeza que expressa a aparência de cor de uma luz. Sua unidade é o Kelvin (K). Quanto mais alta for a temperatura de cor, mais branca é a cor da luz emitida. A luz "quente" de aparência amarelada tem aproximadamente 3000K, a luz "fria" de aparência azul violeta tem temperatura de cor maior que 6000K, já a luz branca natural, emitida pelo sol em céu aberto ao meio-dia, tem temperatura de cor próxima de 5800K.

Eficiência e Economia

Provavelmente estas não são as primeiras palavras que vêm a sua mente quando você pensa em comprar lâmpadas para iluminar sua casa. Geralmente você está pensando em beleza e destaque para sua decoração ou ainda em deixar a casa clara e bem iluminada.

Eficiência

A eficiência de uma lâmpada é a maneira como ela consome energia elétrica. Nas lâmpadas incandescentes e halógenas, 80% da energia utilizada é transformada em calor e apenas 15% gera luz. Toda esta energia transformada em calor é lançada no ambiente, causando aumento da temperatura e desconforto.

As lâmpadas fluorescentes e as fluorescentes compactas (Energy Saver - economizadoras de energia) tem outra maneira de funcionar, produzindo mais luz e emitindo pouco calor. Então, podemos dizer que uma lâmpada é mais eficiente à medida que a maior parte da energia consumida por ela é destinada à produção de luz.

Economia

Estima-se que a iluminação seja responsável por uma pequena parcela do consumo de energia do lar (entre 10% e 20%). Porém esta parcela pode ser ainda mais reduzida com a troca das lâmpadas convencionais por lâmpadas de alta tecnologia como as Energy Saver. Isso sem nenhum prejuízo no nível de iluminação e com uma série de benefícios, como por exemplo: a redução do volume de calor lançado no ambiente e a diminuição da troca de lâmpadas, pois elas além da economia no consumo, têm a vida útil 10 vezes maior que as lâmpadas incandescentes.

Fonte: www.akarilampadas.com.br

Iluminação

A iluminação na decoração

Com uma função dupla – ser prática e decorativa – a luz natural e artificial é tão importante na decoração como escolher a palete de cores para a sua habitação. Para além de ser fundamental para o exercício de várias atividades e tarefas diárias é, muitas vezes, o elemento chave na criação de determinados ambientes. Aprenda como iluminar as diferentes divisões da sua casa.

Luz natural

Não há maior mais-valia do que uma casa abençoada com muita luz natural, conferindo-lhe níveis de conforto e bem-estar preciosos. Saiba como tirar o melhor proveito das diferentes divisões da casa, considerando o equilíbrio perfeito entre luz e cor.

O branco é a cor que melhor reflete a luz natural num quarto, no entanto, também as cores fortes podem enaltecer as qualidades luminosas da luz do dia.

Uma divisão com janelas voltadas para este ou com clarabóias, apenas requer luz artificial a partir da noite. No entanto, como a sua iluminação natural será projetada em tons azulados, opte por decorar com cores e iluminação artificial mais calorosa.

As divisões que recebem forte luz solar da parta da tarde (nomeadamente aquelas com janelas voltadas para oeste ou sudoeste) pedem persianas ou cortinas para proteger mobílias, carpetes, tapetes e outros objetos delicados. Com tanta luz natural, estes quartos devem fugir de tons como vermelho, amarelo ou laranja para não “sobreaquecer” o ambiente. Por isso mesmo, também a iluminação deve ser menos potente.

Os quartos voltados para norte são aqueles que recebem menos luz natural e, consequentemente, menos sol. Como são divisões mais frescas, a iluminação e as cores quentes são as ideais para conseguir uma decoração mais aconchegante.

Nas divisões com janelas viradas para sul, luz natural é coisa que não falta ao longo de todo o ano. Banhados com uma luminosidade extremamente pura, quase todos os estilos decorativos beneficiam este tipo de quarto, que requer uma iluminação mais fresca.

Luz artificial

A iluminação eléctrica como a conhecemos hoje está dividida em duas opções: as lâmpadas incandescentes que, emitindo uma luz quente em todas as direcções, são utilizadas para a iluminação em geral; e as lâmpadas fluorescentes que, emitindo uma luz fria, difusa e sem sombras, são utilizadas em locais de atividade mais intensa.

As lâmpadas incandescentes consomem mais energia e acabam por ser mais caras do que as fluorescentes, uma vez que estas duram até 20 vezes mais que as primeiras.

Devido ao tipo de luz que projetam, não é aconselhado colocar lâmpadas fluorescentes nas zonas mais íntimas da casa, apenas nas denominadas áreas de trabalho. Para as zonas de descanso, prefira as lâmpadas incandescentes. As divisões com muito sol beneficiam com a colocação de lâmpadas halogéneas que são mais frescas e claras do que as incandescentes, mas mais aconchegantes do que as fluorescentes. As lâmpadas de tons frescos são perfeitas para uma iluminação forte, sendo que o contrário também é verdade – as lâmpadas de tons quentes beneficiam ambientes com uma iluminação reduzida. A iluminação de espetro total é a ideal para casas que têm pouca luz natural e é a que melhor define as cores presentes na decoração.

Que não falte a luz…

Os pontos de iluminação numa casa requerem um planeamento cuidado para que o resultado final não seja demais, nem de menos. A vantagem de trabalhar com a luz é que vai sentir de imediato o seu efeito e se é adequado ou não, por isso, experimente até se sentir iluminado!

…no quarto

No refúgio-mor da casa há que reinar a tranquilidade e, em termos de iluminação, opte por uma boa luz de teto, com difusão agradável; sem esquecer um candeeiro em cada mesa-de-cabeceira para as sessões de leitura nocturnas ou para criar um ambiente mais íntimo.

…na casa de banho

Para além de uma luz de teto ampla e agradável, deve concentrar vários pontos de luz em torno do espelho (tipo luzes de camarim) para evitar a sensação de sombras indesejadas debaixo dos olhos, nariz, bochechas e queixo. Para conseguir o efeito de uma luz mais natural, experimente combinar lâmpadas incandescentes e fluorescentes.

…na cozinha

Neste espaço de trabalho, mas também de convívio e de concentração de muitas pessoas, tem que poder ver tudo, a toda a hora – mesmo dentro dos armários! A solução ideal é sempre uma lâmpada fluorescente de teto, para uma iluminação ampla e espalhada. Se mesmo assim não estiver satisfeito, pode sempre instalar luzes debaixo dos armários para iluminar melhor a bancada e o fogão ou pendurar um candeeiro de teto por cima da mesa de refeições.

…no escritório

Quem trabalha precisa de uma boa luz e em quantidade suficiente, ou seja, um candeeiro de teto que deve estar posicionado à esquerda ou à direita da secretária, iluminando os ombros de quem está lá sentado. Se precisar de uma luz mais próxima de si, escolha um candeeiro de mesa (os de braço flexível são particularmente práticos) que emita uma luz uniforme, pouco brilhante e que não crie sombras. Se for dextro, coloque o candeeiro ao seu lado esquerdo e do lado direito se for canhoto – assim, o seu braço não vai interferir com a luz. A iluminação no escritório não deve incidir sobre o ecrã do computador.

…para ver TV

Não é aconselhado ver televisão às escuras, mas também não precisa de acender todas as luzes da sala! Opte por ter pelo menos um candeeiro ligado, mas sem que a luz reflicta no ecrã.

…para ler

Para ler confortavelmente e sem cansar muito a vista, a luz de leitura – que pode ser um candeeiro de mesa ou de chão – deve estar dirigida ao livro e posicionada um pouco atrás e acima de quem lê.

Ilumine as cores

A iluminação também terá de combinar com a decoração para harmonizar e não desequilibrar os ambientes criados. Em geral, as cores de uma determinada divisão são favorecidas pela distribuição de vários pontos de luz, no entanto, as cores beneficiam sempre com uma iluminação similar ao seu próprio tom.

Por exemplo, as cores quentes são realçadas com luzes incandescentes que também são aconchegantes, ao contrário do azul ou verde que combinam melhor com as chamadas “lâmpadas dia”. Para que as cores brilhantes e intensas ganhem ainda mais vida, escolha lâmpadas halogéneas claras. Como o branco é, por natureza, um excelente refletor de luz, combina muito bem tanto com a luz artificial, como com a natural.

A luz artificial é perfeita para criar ambientes muito específicos, permitindo realçar um ou outro elemento em particular, caso de um quadro, uma planta, uma peça de arte ou uma característica arquitetónica. Uma luz apropriada e colocada diretamente por cima vai individualizar a peça, criando um efeito único.

Faça-se luz!

Candeeiro de teto – grandes, médios, pequenos e até feitos à medida, surgem numa panóplia de cores, feitios e materiais que podem ser de metal, aço, tecido ou até papel. Encontrará o modelo perfeito para cada divisão da casa!

Candeeiro de chão – para além de funcionar, muitas vezes, como uma peça decorativa, pode servir para criar zonas distintas dentro do mesmo espaço, caso de um “cantinho” para a leitura, por exemplo.

Candeeiro de mesa – cumprindo quase sempre uma função de apoio, sendo que sozinha consegue criar um ambiente mais intimista, é também, e cada vez mais, uma peça de decoração imprescindível.

Focos – emprestam um efeito minimalista, clean e muito organizado, podendo ser aplicados em praticamente toda a casa, ou seja, não vai ter de viver a odisseia “à procura do candeeiro de teto perfeito”!

Lustres – a prima-dona do mundo da iluminação, é com cristais que se torna mais imponente, mas o design contemporâneo reinventou os lustres que hoje surgem em materiais tão diversos como ferro, latão, cerâmica, madeira, aço, cromo e até papel ou plástico!

Apliques de parede – escolhidos para desempenharem, maioritariamente, uma função discreta enquanto luz de presença, podem ser peças muito decorativas.

Velas – talvez a mais íntima das iluminações, oferece calor e luz, para um efeito estético e de bem-estar irrepreensível. Como peça decorativa por excelência, existe em todos os tamanhos, cores e aromas, ou seja, há uma para cada esquina da sua casa!

Fonte: www.eudecoro.com

Iluminação

Iluminação e Ambiente Cromático

A iluminação e o ambiente cromático são um dos principais fatores ambientais que têm como principal finalidade facilitar a visualização das coisas dentro do seu contexto espacial, de modo que o trabalho se possa realizar em condições aceitáveis de eficácia, conforto e segurança. Se se conseguirem estes objetivos, as consequências não só se repercutem favoravelmente sobre as pessoas, reduzindo a fadiga, a taxa de erros e de acidentes, senão que contribuem para aumentar a quantidade e qualidade do trabalho.

Toda a radiação eletromagnética emitida ou refletida por qualquer corpo, cujos comprimentos de onda estão compreendidos entre 380 nm e 780 nm, é susceptível de ser percebida como luz, sempre que a sua intensidade seja superior a uns valores mínimos conhecidos como limiares absolutos de percepção visual. Estes limiares mínimos de percepção do olho humano variam para cada comprimento de onda e em função destas se dá como correlação fisiológica a percepção das distintas cores no tipo de visão correspondente.

Cada cor é um conjunto de radiações com um comprimento de onda bem determinado. Por isso cada cor ocupa uma certa zona do espetro. A contribuição de todas estas cores produz a impressão de luz branca.

Como sabemos a luz produz uma impressão de claridade nos olhos. No entanto, a sensibilidade dos olhos varia com cada cor e é máxima à radiação amarelo/verde que se situa no meio do espetro da luz visível.

Iluminação
a) Olho adaptado ao claro.

Iluminação
b) Olho adaptado ao escuro.

Sensibilidade do olho / Espetro da Luz Visível. Nos extremos do espetro, cores violeta e vermelho, a sensibilidade diminui até que a radiação deixa de impressionar os olhos.

Se uma fonte luminosa emite apenas luz amarelo/verde criará uma impressão de grande claridade mas os objetos parecer-nos-ão todos amarelos/esverdeados e é impossível reconhecermos as cores.

É precisamente graças à existência das radiações correspondentes a todas as cores na luz solar que podemos ver as cores dos objetos á luz do dia.

Explicando melhor, vemos a relva verde porque ela reflete precisamente as radiações luminosas correspondentes ao verde e absorve as radiações correspondentes às outras cores. Mas se a relva, verde à luz do dia, apenas estiver iluminada por uma lâmpada que não contenha a radiação correspondente ao verde, vê-la-emos doutra cor.

Enquanto as lâmpadas incandescentes nos dão uma boa restituição das cores o mesmo já não acontece com todos os tipos de lâmpadas fluorescentes. Por isso, estas lâmpadas são identificadas com um nº de cor, ao qual corresponde um certo índice de restituição das cores. O índice de restituição vai de zero a 100 e é tanto mais elevado quanto melhor for a restituição das cores dos objetos.

Na prática, o tratamento cromático dos ambientes implica conhecer não só como "funciona" cada cor, mas também as relações entre elas, na medida em que vai ser necessário tratar várias cores com uma mais ou menos dominante, na tentativa de criar um ambiente cromático harmonioso.

As cores mais claras percebem-se como de maior amplitude.
Os detalhes com cores mais intensas destacam-se e percebem-se maiores.
Os detalhes com cores mais saturadas ou puras percebem-se como mais complexos.

CLASSIFICAÇÃO DAS CORES:

CORES QUENTES: vermelhos, laranjas, amarelos;

CORES FRIAS: azuis, verdes, púrpuras;

CORES NEUTRAS: brancos, cinzentos.

EFEITO PSICOLÓGICO DA COR

Certas cores têm efeitos psicológicos inegáveis, no entanto com variações importantes de um indivíduo para outro. Estes efeitos são devidos, em parte a experiências anteriores não conscientes e a fatores hereditários. As sensações subjetivas mais características provocadas pelas cores estão relacionadas com a distância, a temperatura e a afetividade psicológica.

Cor Efeito de Distância Efeito da Temperatura Efeito Psíquico
Azul Afastamento Frio Calmante
Verde Afastamento Frio a Neutro Muito Calmante
Vermelho Aproximação Quente Muito Estimulante e Cansativo
Laranja Muita Aproximação Muito Quente Excitante
Amarelo Aproximação Muito Quente Excitante
Castanho Muita Aproximação e Claustrofobia Neutro Excitante
Violeta Muita Aproximação Frio Agressivo, Cansativo e Deprimente

Principais propriedades psicológicas das cores

A COR NOS FATORES DE CONFORTO

Para que exista conforto e uma boa percepção visuais devem ter-se em conta determinadas condições:

Que estimulem a limpeza e a ordem (cores claras),

Que melhorem o rendimento luminoso,

Que evitem os encadeamentos,

Que satisfaçam no possível os gostos dos trabalhadores,

A combinação de cores deve ser estimulante e evitar monotonia,

As cores das zonas de descanso devem oferecer uma mudança de atmosfera com as de trabalho,

Os níveis de iluminação em zonas de descanso e refeitórios devem ser mais ténues que as de trabalho,

O nível de iluminação deve ser apropriado à função da sala,

A repartição das fontes deve ser equilibrada.

RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS

Áreas de grande permanência de pessoas devem dominar as cores neutras, para que não fatiguem e permitam ressaltar os elementos mais importantes: máquinas, obstáculos, sinalizações, etc.

Áreas de escassa permanência, como corredores, salas de reuniões, admitem um tratamento cromático com cores mais intensas, segundo o efeito que se quer reforçar, amplitude, intimidade, relaxamento, etc.

Áreas com muito escassa permanência, como cantinas, halls, podem tratar-se com cores atrevidas, fortes contrastes que por um lado estimulem, separem e as caraterizem dos restantes ambientes.

SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO

Os sistemas de iluminação podem classificar-se em vários grupos:

Natural

Iluminação

Artificial

Iluminação
Geral

Iluminação
Localizada

Iluminação
Combinada

Especial

Emergência

Sinalização

Decorativa

Germicida

Tipos de iluminação.

Os locais de trabalho devem ser iluminados com luz natural, recorrendo-se à artificial complementarmente, quando aquela seja insuficiente.

A iluminação natural, não perdendo de vista as suas vantagens de natureza económica, é o tipo de iluminação para o qual o olho humano se desenvolveu e aperfeiçoou, aspeto este que mostra a sua particular importância.

As superfícies de iluminação natural devem ser dimensionadas e distribuídas de tal forma que a luz diurna seja uniformemente repartida e serem providas, se necessário, de dispositivos destinados a evitar o encadeamento.

Do ponto de vista psicológico, a iluminação natural, ou inclusivé o mero contato visual com o exterior, tem efeitos positivos para a maioria das pessoas, entre eles é de destacar:

Facilita a variação da acomodação visual (perto/longe);

Amplia o campo visual e evita os efeitos claustrofóbicos;

Aumenta a estimulação sensorial;

Acompanha os ritmos biológicos circadianos;

Previne o "Sindroma Depressivo Estacional" (maior tristeza, ansiedade, irritabilidade, sonolência, desmotivação).

ENCADEAMENTO

Se o olho humano necessita do contraste de luminâncias para funcionar eficazmente, este contraste não deve ser muito acentuado.

O encadeamento instantâneo ou permanente aparece quando há uma distribuição muito desigual da luminosidade no campo da visão. Todos os automobilistas conhecem o efeito desagradável do encadeamento instantâneo: de dia, pelo sol refletido por uma superfície polida, ou de noite, pelos faróis de uma outra viatura.

O encadeamento traduz-se ao nível do olho por uma modificação passageira do seu nível de adaptação, que acarreta por sua vez a uma queda da sensibilidade à luz e à perda da sensibilidade diferencial ao contraste de luminâncias. O efeito depende da intensidade da fonte luminosa perturbadora e sobretudo do tempo de exposição a esta.

O encadeamento permanente é muito frequente na indústria, onde a luminância elevada de uma janela, por exemplo, pesa continuadamente numa parte do campo visual. A este respeito, deverá procurar-se a eliminação das fontes de encadeamento constituídas normalmente por lâmpadas nuas e superfícies brilhantes. Além de as evitar, haverá que ter em atenção os contrastes, pelo que as cores são úteis na conciliação destes dois imperativos.

Regras para evitar o encadeamento:

Não devem encontrar-se no campo visual superfícies com níveis de luminância superiores a 2 000 cd/m2;

Devem ser evitadas superfícies de trabalho muito refletantes (optar por mate ou rugosas);

Quanto ao encadeamento provocado por fontes luminosas, o seu efeito é facilmente sentido para ângulos de visão inferiores a 30º;

Proceder a uma correta distribuição das fontes de luz;

Evitar a incidência direta das fontes de luz, quer natural quer artificial.

CONCEITOS E UNIDADES LUMINOTÉCNICAS BÁSICAS

Iluminação

Grandezas e unidades fotométricas mais utilizadas em luminotécnica.

NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO ADEQUADA

A iluminância exprime o aspeto quantitativo da iluminação. O nível de iluminância recomendado para uma dada tarefa diz respeito à quantidade de luz que se considera necessária à boa execução dessa tarefa.

O nível de iluminância determina a qualidade da percepção visual.

Quanto mais elevado for este nível maior será o conforto e a precisão com que se vê, o que significa trabalho mais rápido e perfeito, menos enganos, maior segurança, etc..

Um nível de iluminação demasiado elevado é muitas vezes desaconselhado.

Níveis superiores a 1 000 lx aumentam os riscos de reflexão, de sombras demasiado pronunciadas e de contraste excessivo. Nos escritórios de grandes superfícies demasiado brilhantes iluminadas, observam-se fenómenos de reflexão, de encadeamento, de contraste demasiado marcados que podem contribuir para um aumento dos riscos de problemas visuais.

Exemplos de níveis de iluminação apropriados para certas condições:

Gama de Iluminância (lux)

Tipos de Superfícies, de Tarefas ou/e Atividades

20 - 30 - 50 Áreas exteriores de circulação e acesso.
50 - 100 - 150 Zonas de circulação, locais necessitando de simples orientação, ou de visitas de curta duração.
100 - 150 - 200 Dependências utilizadas por períodos curtos como local de trabalho, tais como armazéns, vestiários, átrios e ainda situações requerendo simples verificações.
200 - 300 - 500 Tarefas necessitando de reduzida acuidade visual (ex: maquinagem grosseira, salas de conferências).
300 - 500 - 750 Tarefas requerendo média acuidade visual (ex: maquinagem de média precisão, escritórios, salas de controlo).
500 - 750 - 1 000 Tarefas requerendo elevada acuidade visual (ex: costura, controlo de qualidade, avaliação de cores, salas de desenho).
750 - 1 000 - 1 500 Tarefas requerendo muito elevada acuidade visual (ex: maquinagem e montagem de precisão).
1 000 - 1 500 - 2 000 Tarefas requerendo elevadíssima acuidade visual (ex: gravação manual, inspecção de pormenores).
superior a 2 000 Tarefas requerendo extrema acuidade visual (ex: montagem eletrónica de precisão, relojoaria fina e intervenções cirúrgicas).

Gamas de iluminância por diferentes superfícies, tarefas ou atividades - ISO 8995 (1989).

No caso do trabalho de escritório são dadas algumas indicações para uma boa disposição e repartição dos dispositivos de iluminação:

Nenhuma fonte luminosa deve aparecer no campo visual dos trabalhadores enquanto eles trabalham;

A linha que une os olhos à fonte luminosa deve ser um ângulo de 30º com a horizontal. Se não pode ser evitado um ângulo inferior, as luzes devem ser equipadas de abat-jour;

As lâmpadas devem ser colocadas perpendicularmente à linha de visão;

É preferível utilizar um maior nº de lâmpadas de menor intensidade que só algumas muito potentes;

No que diz respeito ao local de trabalho, os dispositivos luminosos devem ser colocados numa direcção tal que ela não coincida com aquela para a qual o operador deva olhar frequentemente;

Deve evitar-se a utilização de cores e de materiais refletores para as máquinas, os aparelhos, os tampos das mesas, os paíneis de controlo, etc..

Bibliografia

MAPFRE, Fundación - Manual de Higiene Industrial. Editorial MAPFRE,S.A. 2ª Edição. Madrid. 1995. ISBN 84-7100-945-5.

MACEDO, Ricardo - Manual de Higiene do Trabalho na Industria. Editorial Fundação Calouste Gulbenkian. Março 1998.

MAPFRE, Fundación - Manual de Seguridad en el Trabajo. Editorial MAPFRE,S.A. Madrid. 1992. ISBN 84-7100-987-0.

TELO, Emília e outros - Riscos dos Processos de Electrodeposição. Manual de Prevenção. Editor IDICT. Lisboa. Dezembro, 1999. ISBN 972-8321-30-9.

MIGUEL, Alberto Sérgio - Manual de Higiene e Segurança do Trabalho. Porto Editora 3ª Edição. 1995. ISBN 972-0-45100-9.

PABLO, José Angel Fernando (et al.) - Manual de Seguridad en el Trabajo. Fundación Mapfre. 1ª ed. Madrid. Editorial Mapfre, S.A. 1992. 1261 p.. ISBN 84-7100-987-0.

PARMEGGIANI, Luigi - Enciclopedia de Salud y Seguridad en el Trabajo. Ministerio de Trabajo y Seguridad Social. 3ª ed. rev. Madrid. Oficina International del Trabajo, y Ministerio de Trabajo y Seguridad Social. 1989. Volumen 2 F - O. Coordinador e Supervisor de la Traducción: Dr. Pedro Sangro y de Torres. ISBN 84-7434-588-8.

PARMEGGIANI, Luigi - Enciclopedia de Salud y Seguridad en el Trabajo. Ministerio de Trabajo y Seguridad Social. 3ª ed. rev. Madrid. Oficina International del Trabajo, y Ministerio de Trabajo y Seguridad Social. 1989. Volumen 1 A - E. Coordinador e Supervisor de la Traducción: Dr. Pedro Sangro y de Torres. ISBN 84-7434-504-9.

Fonte: www.prof2000.pt

Existem cinco tipos distintos de iluminação. No artículo seguinte vamos-te apresentar cada um deles. Cada um tem uma funcionalidade e cumpre umas necessidades específicas.

Os diferentes tipos de iluminação são as seguintes:

A iluminação de ambiente se designa à iluminação geral de uma habitação, iluminada em todo o seu volume. Este iluminação pode ser criada por apliques, luzes de teto. Se este tipo de iluminação procede duma única fonte, seria mais eficaz multiplicar os pontos de luz colocando varias lâmpadas na habitação. A sensação é mais confortável e economiza energia, pois nem sempre necessitamos da mesma intensidade de luz.

A iluminação pontual é a que se limita a um lugar particular: uma mesa, uma cabeceira, etc. Trata-se pois de uma luz suplementar que aponta para um ponto concreto da habitação e que deixa outros lugares na sombra.

Iluminação

Para destacar um elemento decorativo utilizamos a iluminação decorativa. Esta iluminação pontual permite por em destaque um quadro ou destacar qualquer outro objeto dentro de uma divisória. Com a ajuda deste tipo de iluminação, podemos modelar volumes e criar sombras, que são dois aspectos muito atrativos da iluminação na decoração de interiores.

A iluminação funcional é a que se adapta às atividades da casa: cozinha, casa de banho, … Também a utilizamos em corredores e escadarias. É um tipo de luz que raramente é estética, mas sim um papel funcional de comodidade e segurança.

E por último temos as luzes vivas, que permitem criar uma iluminação em movimento. A este tipo de iluminação também se dá o nome de iluminação cinética. Exemplos destes tipos de luz são: a luz das velas ou da fogueira. Normalmente é uma luz mais débil que a dos outros tipos, mas é uma luz mais calorosa. É uma luz que transmite mais sensações e mais vivacidade do que as outras.

Acerca da luz e iluminação, a qualidade prima sobre a quantidade. Uma boa iluminação permite sacar proveito a uma luz confortável e ajustar a atmosfera desejada. A iluminação é a verdadeira criadora de ambiente. Esta nos permite melhorar a comodidade interior e instaurar o descanso na casa. Pode ter um poder tranquilizador ou estimulante.

Tem pois um efeito sobre o nosso espírito. Por todos estes detalhes vemos que a iluminação é um dos aspectos mais importantes e, portanto, um dos mais importantes a ter em conta na decoração de interiores.

Cada habitação necessita de um tipo de iluminação. Por exemplo, as lâmpadas fluo compactas são ideais para as peças que são constantemente iluminadas, pois estas permitem criar uma iluminação de ambiente, e também porque as divisórias próprias para o descanso requerem uma iluminação menos forte com diferentes fontes de luz.

Iluminação

Os halogéneos são ideais para divisórias onde se realizam atividades que requerem muita luz. As lâmpadas incandescentes são convenientes para zonas da casa complementarias, como a garagem. Para o jardim, é preferível a energia solar. Temos também as lâmpadas com variador de intensidade e lâmpadas de focos múltiplos: de uma, duas, três lâmpadas, … são lâmpadas muito úteis pois podemos obter maior ou menor luz dependendo da nossa necessidade no momento.

Vamos oferecer-te uma serie de conselhos para reduzir o consumo eléctrico no lugar. Por exemplo, podem trocar as lâmpadas tradicionais por lâmpadas fluo compactas que apesar de serem mais caras na altura da compra, são mais económicas no seu uso pois dão um melhor resultado. Também podes equipar as escadarias com um sistema de detecção de presença por infravermelhos que detectam o movimento e acendem a luz apenas quando é necessário. Estes detectores bem colocados fazem com que o consumo de luz se reduza, pois não emitem luz desnecessária.

Fonte: www.i-decoracao.com

Iluminação

DICAS DE ILUMINAÇÃO

Mesmo sem a imposição das regras do racionamento, é importante racionalizar e otimizar o consumo de energia. A partir de recursos e providências que podem ser simples, você pode melhorar o aproveitamento da luz e reduzir o consumo de energia, sem perder a qualidade e conforto do ambiente

1)- NATURAL - Todo ambiente deve contar com a iluminação natural. Isso faz parte do que chamamos conforto ambiental. Seguindo algumas pequenas regras você pode melhorar as condições de luminosidade em um ambiente mal iluminado e que solicita que lâmpadas sejam acesas durante o dia:

Utilize cores claras em todo o ambiente. Isso vale para a cor das paredes, do teto, piso e móveis. As cores que tendem ao branco ou seja, claras, têm a propriedade de refletir a luz e permitir que o ambiente retenha mais a luz que incide sobre elas.

Evite utilizar vidros fumês ou coloridos nas janelas. Prefira os vidros incolores, que oferecem melhor aproveitamento da luz.

Em reformas, jamais retire a luz natural de um ambiente. É um erro muito comum quando não há um profissional orientando. Cobrir a janela de um compartimento retirando sua luz natural, é insalubre e não é permitido por lei. Contraria o código de obras de seu município, e numa fiscalização, pode lhe trazer problemas sérios.

2)- ARTIFICIAL - Todo ambiente deve contar com a iluminação artificial, além da natural. Isto é condição necessária ao conforto ambiental de qualquer local. O ambiente tem que ser projetado de forma a ser iluminado totalmente, mesmo que apenas nos casos de necessidade. Modismos à parte, é sempre necessário prover o ambiente da condição de ser iluminado de forma geral, como um todo, mesmo que esse recurso não seja utilizado no dia à dia.

Lâmpadas Incandescentes

Consomem mais energia que as lâmpadas fluorescentes, mas se você souber escolher a lâmpada correta para cada tipo de luminária, poderá racionalizar o consumo e usufruir do conforto de qualidade de luz que elas proporcionam ao ambiente. São as mais indicadas para deixar um ambiente acolhedor e requintado.

IMPORTANTE!

Não utilize lâmpadas incandescentes transparentes embutidas dentro de luminárias ou de forros, pois elas perderão parte de sua luz para o interior do local onde estiverem embutidas.

Lâmpadas leitosas perdem parte da luminosidade e emitem menos luz para o ambiente, consumindo o mesmo valor.

Outros tipos de incandescentes

Iluminação
Lâmpada Incandescente Refletora, própria para luminárias de embutir. São espelhadas dos lados e não perdem a luz para o interior da luminária ou para o forro.

Iluminação
Lâmpada Incandescente Halógena com refletor dicróico. Tem facho de luz direcionado como a incandescente refletora e também é própria para situações embutidas.

Iluminação
Lâmpada incandescente Halógena bipino. As Halógenas são lâmpadas incandescentes mais elaboradas e de geração mais recente.

Lâmpadas Fluorescentes Compactas

Um dos produtos mais indicados para a economia de energia são as lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas.

Como o próprio nome descreve, trata-se de lâmpadas fluorescentes em tamanho reduzido, permitindo assim a sua aplicação nos locais onde se utilizam lâmpadas incandescentes comuns.

O termo "eletrônica", deve-se ao reator eletrônico incorporado na própria lâmpada e já com uma base do tipo rosca, igual as das incandescentes comuns. Portanto, não sendo necessário nenhuma adaptação, ou seja, basta retirar uma lâmpada comum e rosquear a outra.

Pesquisas com teor científico demonstram as seguintes sensações das pessoas:

Quanto mais "avermelhada" ou "amarelada" for a tonalidade da luz, mais aconchegante e tranqüila será a atmosfera do ambiente. Face isto, recomenda-se a utilização desta tonalidade de luz, que aliás, imita exatamente a luz das incandescentes comuns, que por sua vez são as mais indicadas nos seguintes ambientes de uma residência: sala de estar e de jantar, copas, dormitórios, corredores, banheiros, etc. O ideal seria utilizar nesses ambientes as lâmpadas incandescentes, mas se a necessidade é reduzir o consumo de energia, então uma boa solução seria o uso de uma fluorescente compacta "eletrônica" com tonalidade de luz mais avermelhada ou amarelada.

A luz "mais branca" ou "azulada" é recomendada para ambientes mais ativos, onde se pretende estimular a produtividade, tais como: cozinhas, áreas de serviço, escritórios, hospitais, escolas etc.

Iluminação
Fluorescente compacta

Iluminação
Fluorescente compacta

TABELA DE EQUIVALÊNCIA DE LÂMPADAS

127 V

220 V

Incandescente

Fluorescente compacta

Incandescente

Fluorescente compacta

60 W

15 W

75 W

15 W

75 W

20 W

100 W

20 W

100 W

23 W

120 W

23 W

Notem que no caso das fluorescentes compactas, a quantidade de luz, medida em lumens (lm), é a mesma para as tensões de 127V e 220V.

A equivalência muda de uma tensão para a outra, porque as lâmpadas incandescentes em 127V emitem mais luz que as incandescentes em 220V.

Fonte: www.casaecia.arq.br

Iluminação artificial

A melhor solução para aproveitar ao máximo os recursos disponíveis quando se fala em iluminação é a contratação de um profissional especializado. Um bom projeto não vai só garantir conforto e acuidade visual, mas pode também prever os mais diversos efeitos de iluminação. O profissional estará qualificado, ainda, para prever a quantidade e qualidade ideais de iluminação dos ambientes. Isto é feito através de cálculos específicos e muito conhecimento do assunto. Quem já viu um ambiente com um bom projeto de iluminação sabe bem do que estamos falando.

É preciso considerar não só aspectos de ordem prática ou utilitária, mas também a própria arquitetura do ambiente.

São muitas as variáveis e aspectos que devem ser levados em consideração: o tipo de ambiente e atividades que serão exercidas nele; as cores das paredes e pisos; os tipos de lâmpadas a serem utilizadas e os tipos de iluminação, etc… De fato, desde que surgiu a energia elétrica, no começo do século XX, e os efeitos da luz puderam ser estudados, muitos progressos foram feitos nesse campo. Atualmente existem, por exemplo, mais de 5.000 tipos diferentes de lâmpadas no mundo. Não é preciso, no entanto, ser expert no assunto para conhecer um pouco desses recursos hoje disponíveis e tirar proveito desse conhecimento.

Antes de mais nada, é preciso saber que uma das funções das fontes de luz é iluminar sem alterar indesejavelmente a cor dos objetos ou dos ambientes. Essa é uma das razões para existir tantos tipos de lâmpadas – cada uma tem uma utilização indicada. Mas, antes de escolher as lâmpadas e as luminárias, é preciso conhecer alguns dos tipos de iluminação que existem

E que criam efeitos diferenciados:

Iluminação direta

A iluminação direta caracteriza-se quando a luz incide diretamente sobre uma superfície, sem ser projetada antes em outra superfície. Nesta situação, as áreas situadas entre as luminárias e acima delas ficam obscuras. Origina, assim, sombras duras, contrastes fortes e ofuscantes, a menos que existam muitas luminárias no ambiente, e pouco espaçadas entre si.

Este tipo de iluminação é obtido utilizando-se alguns tipos de spots, lustres com refletores e pendentes, plafons e luminárias de mesa.

Iluminação indireta

A iluminação indireta caracteriza-se quando o fluxo luminoso é projetado em paredes e teto, para, depois de ser refletido, atingir o plano a ser iluminado. Este tipo de iluminação é o que possui menor rendimento dentre todos os tipos de iluminação. No entanto, é o que produz maior uniformidade de aclaramento no ambiente. Produz sombras reduzidas e quando a distribuição é bem feita, o efeito é bastante agradável, sem contrastes duros entre os objetos.

A iluminação indireta é obtida através da utilização de luminárias instaláveis em sancas, spots voltados para o teto ou paredes, luminárias de chão com prato refletor jogando o facho de luz para cima ou para a parede, alguns lustres, plafons, arandelas e abajures. O teto, no entanto, deve ser claro, porque o rendimento de iluminação é baixo. Outro cuidado a ser tomado é com as luminárias. Estas devem ser constantemente limpas, porque as superfícies que dirigem a luz para cima são justamente as que podem acumular maior quantidade de sujeiras, poeira, etc…

Iluminação mixta ou difusora

Este tipo de iluminação é obtido com a utilização de tubos de fluorescentes e com os globos que encerram lâmpadas incandescentes. Dessa forma, além de aumentar a uniformidade de aclaramento do ambiente, os contrastes entre os objetos e as sombras duras ficam reduzidas. Esta é, portanto, uma boa opção para utilização da luz.

No entanto, é preciso estar atento ao tamanho do globo, quando utilizado; quanto mais intensa a lâmpada, maior deve ser o globo, para que haja uma superfície luminosa bastante intensa. Este tipo de iluminação é bastante recomendado para atividades que requerem atenção prolongada sobre objetos e seus detalhes. Portanto, é muito utilizado em escritórios, salas de aula, etc…

Dependendo do ambiente e do efeito que você deseja, é possível combinar dois ou mais tipos de iluminação. Assim, é preciso considerar não só aspectos de ordem prática ou utilitária, mas também a própria arquitetura do ambiente. Como os tipos de iluminação são produzidos de acordo com os tipos de luminárias utilizadas, as variações de resultado podem ser bem grandes. Assim, escolhido o tipo de iluminação que você deseja, o próximo passo é escolher o tipo de luminária que produzirá essa iluminação.

Fonte: www.cadhouse.com.br

Iluminação

Existem lâmpadas de diferentes tipos, umas servem para fins de iluminação, outras têm aplicações especiais. As características mais importantes duma lâmpada são:

O fluxo luminoso que produz, ou seja a iluminação que dá (medido em lumen).

A eficácia luminosa, muitas vezes designada por "rendimento luminoso" ( h ), que é a razão entre o fluxo luminoso (em lumen) produzido e a energia eléctrica (em Watt) consumida pela lâmpada.

A gama de comprimentos de onda em que lâmpada emite a radiação (em micron ou em nanometro)

Duração (em horas), ou seja o tempo de vida médio da lâmpada.

As lâmpadas que servem para fins de iluminação emitem nos comprimentos de onda da luz visível. Mas existem lâmpadas que emitem na zona dos ultra-violetas (UV) ou seja em comprimentos de onda menores, e outras que emitem na zona dos infra-vermelhos (IV) ou seja em maiores comprimentos de onda.

Na tabela abaixo é indicado o aspecto e a eficácia média das lâmpadas para fins de iluminação, agrupadas por tipos. As lâmpadas têm uma eficácia tanto maior quanto maior for a sua potência. Em alguns tipos de lâmpadas, a eficácia pouco varia. Noutras pode ter uma forte variação.

Tipo de lâmpada:

Lâpadas incandescentes: Este tipo de lâmpadas é muito utilizado, na iluminação interior, embora seja o menos eficiente e com menor duração. Da energia que consomem, só 5 a 10% se transforma em energia luminosa. Toda a outra energia se transforma em calor.
Existem em diversas formas algumas delas bastante decorativas. As de fraca intensidade têm uma eficácia inferior a 10.

Lâmpadas de halogéneo: Este tipo de lâmpadas é usado em iluminação interior. Existem lâmpadas que trabalham em corrente normal (220-240V) enquanto que outras trabalham em baixa tensão (é preciso usar um transformador para reduzir a tensão da rede). Esta últimas têm uma eficácia cerca de 15% superior às outras.

Lâmpadas fluorescentes compactas: Muitas destas lâmpadas possuem já um balastro eletrónico incorporado. As que possuem um balastro eletrónico são mais eficiente do que as que possuem balastro convencional. Dependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia da ordem de 60. Começam a ser bastante comuns na iluminação interior.

Lâmpadas fluorescentes Tubulares: Este tipo de lâmpadas é muito usada na iluminação interior de edifícios de serviços e industria. As lâmpadas fluorescentes precisam dum arrancador para funcionar. A maioria destas lâmpadas podem ser usadas com balastro convencional ou eletrónico. As que usam este tipo de balastro são mais eficientes. A maioria é tubular simples (tem a forma dum tubo direito) embora existam lâmpadas circulares e em forma de "U". Estas têm um diametro de 30mm ou 38mm e são as menos eficientes.

Lâmpadas fluorescentes com 16mm de diâmetro e balastro eletrónico: Dos diferentes tipos de lâmpadas fluorescentes, as lâmpadas de 16mm são as mais eficientes. Dependendo do tipo, as mais eficiente podem ter um eficácia da ordem de 90.

Lâmpadas fluorescentes com 26mm de diametro e balastro eletrónico: Dependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia da ordem de 75.

Lâmpadas fluorescentes com 26mm de diametro e balastro convencional: Dependendo do tipo, as mais eficiente podem ter um eficácia da ordem de 60.

Lâmpadas de descarga de iodetos metálicos: São usadas para iluminação de recintos desportivos e iluminação exterior.

Lâmpadas de descarga (Lâmpadas xénon): São usadas na iluminação exterior (ruas, edifícios)

Lâmpadas de descarga de vapor sódio, alta pressão: São usadas na iluminação exterior: em parques industriais e rodovias. Dependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia superior a 110

Lâmpadas de descarga de vapor de sódio, baixa pressão: Estas lâmpadas emitem uma luz amarela, e são as lâmpadas mais eficientes atualmente existentes. Excepto nas lâmpadas de potência muito reduzida, a eficácia é da ordem de 150 ou superior, podendo atingir um valor de 173.

Lâmpadas de descarga de vapor mercúrio:São usadas como lâmpadas decorativas e para fins de iluminação pública. Têm o inconveniente de atraírem os insetos.

Lâmpadas Especiais:

lâmpadas de infravermelhos (aquecimento)

lâmpadas de tonalidades especiais,ie, com substâncias fluorescentes diversas (decoração, publicidade)

lâmpadas UVA (solários)

lâmpadas UV (medicina e industria: endurecimento de plásticos e resinas, polimerização)

lâmpadas de luz negra (análise de materiais, efeitos de luz)

lâmpadas germicidas e de ozono - radiação UVC (industria farmaceutica, climatização)

lâmpadas indicadoras (paineis de sinaléticos, lanternas de bolso, aviso em aparelhagem)

Fonte: www.clickinformacao.com

Iluminação

Dicas

As lampadas incandecentes consomem mais energia que as lâmpadas fluorescentes, mas se você souber escolher a lâmpada correta para cada tipo de luminária, poderá racionalizar o consumo e usufruir do conforto de qualidade de luz que elas proporcionam ao ambiente. São as mais indicadas para deixar um ambiente acolhedor e requintado.

ão utilize lâmpadas incandescentes transparentes embutidas dentro de luminárias ou de forros, pois elas perderão parte de sua luz para o interior do local onde estiverem embutidas.

Lâmpadas leitosas perdem parte da luminosidade e emitem menos luz para o ambiente, consumindo o mesmo valor.

Substituições Econômicas

· Uma lâmpada incandescente de 150 watts por uma fluorescente de 40 watts pois ela é bem mais econômica e ainda ilumina mais.

· Uma lâmpada a mista de 250 watts por uma vapor de mercúrio de 125 watts, ela irá iluminar mais.

· Uma lâmpada fluorescente compacta de 13 watts por uma incandescente de 60 watts, elas produzem a mesma iluminação.

Lâmpadas

Incandescentes

São as lâmpadas comuns, encontradas transparentes ou leitosas (brancas).
Com potências de 25w a 500w com uma duração aproximada de 1 000 horas.

Vela: como o nome indica tem a formato de vela. São de 25w ,40w e 60 w.

Bolinha: são as lâmpadas usadas em volta do espelho. Existem em 25w e 40w.

Incandescentes espelho

São de foco dirigido defletora - reflete para trás em direção ao soquete.

Refletora

Reflete para a frente, sendo mais usada em luminárias embutidas e spots.

Halógenas

Dicroica é excelente para foco direcionado ao objeto. Trabalha (12 v) obrigatoriamente com transformador. Duram dobro das incandescentes.

Palito para ambientes necessariamente muito claros, as de baixa potência 100 w (24v), exigem transformador.

Fluorescentes

Normal é caracterizada por produzir luz fria. Não aquecem o ambiente e são econômicas, duram até 7 000 horas.
Encontra-se em 20 w, 40 w e 110 w. Pequena, de 9 w para luminárias de mesa, etc.

Trocar lâmpada

Trocar uma lâmpada comum é um trabalho extremamente simples:

1 - Desligar o fusível referente aquele cômodo, ou desligar o quadro de eletricidade todo, assim não existe a possibilidade de dar choque.

2 - a) Se a lâmpada já está queimada, portanto fria é só desenroscá-la com suavidade no sentido anti-horário.

b) Se estiver em funcionamento portanto muito quente, deve-se desligá-la e esperar esfriar por completo, para então desenroscá-la.

Algumas vezes a lâmpada emperra e não quer desenroscar (provavelmente enferrujou dentro da base) de jeito nenhum.
Uma solução seria ( com cuidado, proteja as mãos olhos, etc.) envolve-la com um pano e quebrar o seu vidro com um pequeno martelo.
Depois de retirados os cacos de vidro, com um alicate pegar na parte metálica que sobrou da lâmpada e tentar desenroscar.
A ultima solução é torcer esta parte metálica e tira-la aos pedaços.

3 - Recolocar uma lâmpada nova com a mesma capacidade ( watts ) ou mais adequada, enroscando no sentido horário até o final.

4 - Ligar o quadro de luz e o interruptor.

Direta / Indireta

A iluminação pode ser Direta ou Indireta:

Direta... é dirigida diretamente para o alvo a ser iluminado, spot, luminária de mesa, abat-jour, etc.

Quanto maior a distancia entre a a fonte e o objeto a ser iluminado, menor é a intensidade da iluminação e maior é a área atingida pelos raios de luz.

Indireta... não ilumina necessariamente o objeto e sim o ambiente em que este se encontra. Não tendo um foco dirigido... é uma luz de ambientação.
Uma iluminação pode conter focos de luz diretos e indiretos num mesmo ambiente.

Os primeiros sobre objetos específicos, fazendo com que estes objetos sejam realçados e ambientados nas luz indireta...

Leitura

Uma má iluminação provoca danos e cansaço excessivo quando estamos lendo. O ideal é ter uma iluminação de leitura:

1 - Uma iluminação direta... (dirigida para o livro...)

2 - Uma luminária colocada atrás e um pouco acima do leitor ...

3 - Com uma lâmpada de 60 ou no máximo 100 watts. No caso de estudo na mesa a dois ou mais, coloca-se no centro um abat-jour com uma lâmpada 60/100 watts (se necessário vários abat-jour), mesmo que tenha luz no teto.
Não esqueça que quanto mais forte a lâmpada(s) mais calor elas emitem. Mas não use nunca menos de 60 watts.

Iluminação e televisão

Hoje em dia nós passamos muitas horas na frente da televisão. Para não cansar a vista é preciso ter uma iluminação correta no ambiente.

1 - Não deixe nenhuma luz refletir na tela.

2 - Mantendo o ambiente iluminado deforma a quebra do contraste de claro / escuro provocado pela luz da tv.
De preferência ilumine suavemente a parede atrás (ou em volta) do aparelho.

3 - Mantenha uma distância de 1,5 m no mínimo da tela do televisor..

O excesso de luminosidade de uma parede branca atrás da televisão atrapalha a concentração na tela; a dica é pôr uma estante ou outra cor na parede.

Segurança

Quando você liga varias lâmpadas ou aparelhos numa mesma fonte (tomada,extensão, etc.) existe o risco de sobrecarga e eventual curto circuito (pegar fogo...).

É muito importante ter a opinião de um técnico.

Mas uma maneira simples de prevenir curto-circuito, é colocar a mão (pessoa calçada) no parte externa (plastificada) do fio e sentir se ele está esquentando, se for o caso desligue imediatamente e chame um técnico eletricista.

Dicas de economia de energia

Não deixe luxes acesas em cômodos sem ninguém

Dê preferência às lâmpadas fluorescentes compactas ou circulares nos locais em que elas fiquem acesas mais de 3horas por dia. Além de consumir menos energia elas duram cerca de 6 a 10 vezes mais que as incandescentes.

Evite acender lâmpadas durante o dia. Use melhor a luz do sol, abrindo bem as janelas, cortinas e persianas.

Use iluminação dirigida (spots) para leitura, trabalhos manuais e outros, para ter mais conforto e economia.

Coloque mesas, lugares de leitura ou trabalho perto das janelas.

Apague as lâmpadas dos ambientes desocupados.

Pinte de cores claras as paredes internas e o teto de sua casa, assim você poderá utilizar lâmpadas de menor potência para iluminar os ambientes.

Antes de comprar, pesquise pela internet. Procure as sugestões de sites dos fabricantes, para que possa saber mais sobre uso, instalação, consumo e potência.

No momento da aquisição de um novo aparelho de iluminação exija o Selo Procel de Economia de Energia, dando preferência aos mais econômicos.

Conceitos básicos de Iluminação

Temperatura de Cor

Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim a tonalidade de cor que ela dá ao ambiente.

A tonalidade de cor de luz por uma fonte luminosa é denominada Temperatura de Cor e sua unidade de medida é o Kelvin (K).

Quanto mais alta a temperatura de cor de uma lâmpada, mais clara a tonalidade de luz emitida por ela. Ex.: uma lâmpada de temperatura de cor de 2.700K tem tonalidade suave , uma de 6500K tem tonalidade clara. Em uma residência o ideal é variar entre 2.700 e 5.000K conforme o ambiente a ser iluminado.

Em uma residência, as áreas sociais e os dormitórios devem ter tonalidade mais suave ou neutra (3.000K / 4.000K) e salas de estudos devem ter tom neutro ou frio, induzindo maior atividade.

Hoje estão disponíveis no mercado lâmpadas fluorescentes com uma nova tecnologia, que permite apresentar várias temperaturas de cor. Antes elas só existiam em tom claros e estas lâmpadas emitem menos calor, e são erroneamente chamadas lâmpadas frias.

Atualmente já são usadas na casa inteira e com grande efeito decorativo. As fluorescentes compactas estão disponíveis em temperatura de cor clara(6.500K) e também em cor suave (2.700K), semelhante às lâmpadas incandescentes.

Reprodução de Cor

Um dos pontos mais importantes na decoração de um ambiente é a harmonia e combinação das cores, porém isto pode ser prejudicado se você não escolher as lâmpadas adequadas.

A reprodução de cores de uma lâmpada é medida por uma escala chamada IRC (Índice de Reprodução de Cores). Quanto mais próximo este índice for ao IRC 100 (dado à luz solar), mais fielmente as cores serão vistas na decoração. Isto ocorre porque, na verdade, o que enxergamos é o reflexo da luz que ilumina os objetos, já que no escuro não vemos as cores.

A capacidade das lâmpadas reproduzirem bem as cores (IRC) independe de sua temperatura de cor (K). Existem lâmpadas com diferentes temperaturas de cor e que apresentam o mesmo IRC.

Em áreas residências e comercias devemos utilizar lâmpadas com boa reprodução de cores (IRC acima de 80), pois a cor é fundamental para o conforto e beleza do ambiente.

Eficiência e Economia

Provavelmente estas não são as primeiras palavras que vêm a sua mente quando você pensa em comprar lâmpadas para iluminar sua casa. Geralmente você está pensando em beleza e destaque para sua decoração ou ainda em deixar a casa clara e bem iluminada.

EFICIÊNCIA

A eficiência de uma lâmpada é a maneira como ela consome energia elétrica. Nas lâmpadas incandescentes e halógenas, 80% da energia utilizada é transformada em calor e apenas 15% gera luz. Toda esta energia transformada em calor é lançada no ambiente, causando aumento da temperatura e desconforto.

As lâmpadas fluorescentes e as fluorescentes compactas (Energy Saver - economizadoras de energia) tem outra maneira de funcionar, produzindo mais luz e emitindo pouco calor.
Então, podemos dizer que uma lâmpada é mais eficiente à medida que a maior parte da energia consumida por ela é destinada à produção de luz.

ECONOMIA

Estima-se que a iluminação seja responsável por uma pequena parcela do consumo de energia do lar (entre 10% e 20%). Porém esta parcela pode ser ainda mais reduzida com a troca das lâmpadas convencionais por lâmpadas de alta tecnologia. Isso sem nenhum prejuízo no nível de iluminação e com uma série de benefícios, como por exemplo: a redução do volume de calor lançado no ambiente e a diminuição da troca de lâmpadas, pois elas além da economia no consumo, têm a vida útil maior que as lâmpadas incandescentes.

Lâmpadas Suaves, Claras e Especiais

Lâmpada Suave

São lâmpadas de uso residencial que oferecem luz aconchegante, confortável e tranqüila para momentos de descanso e descontração. Podem ser usadas nos quartos, salas de estar e jantar. (Fosca ou leitosa)

Lâmpada Clara

São lâmpadas de uso residencial que oferecem luz estimulante, eficientes e vibrantes. Ideais para ler, trabalhar e brincar. Podem ser aplicadas em cozinhas, banheiros e áreas de serviço. (Transparente)

Lâmpada Especial

São lâmpadas de uso residencial para aplicações específicas como para a iluminação de geladeira, forno, lâmpadas anti-inseto, etc. (Transparente)

Iluminação Residencial

Entradas, Corredores e Escadas

Quando os convidados chegam, você deseja que a primeira impressão seja convidativa. Apenas mudando as lâmpadas em sua entrada, você pode criar uma atmosfera tão aconchegante quanto seu acolhimento. Corredores e escadas devem ser iluminados tendo em mente tanto o aspecto decorativo como o de segurança.

Salas de Estar

De todos os cômodos de sua casa, é na sala de estar onde você gasta a maior parte do tempo com a família e amigos. Faça com que ela fique mais convidativa, confortável e funcional escolhendo estilos de iluminação que destacam seu estilo pessoal. Ilumine a sala de estar inteira para trasmitir um brilho global ou um ambiente tranqüilo.Focalize mais luz nas áreas onde você estiver lendo, costurando, escrevendo ou jogando. Chame atenção para uma obra-de-arte ou coleções com iluminação de destaque estrategicamente colocada.

Salas de Jantar

Elegante ou informal, você pode decorar sua sala de jantar para criar uma atmosfera mais graciosa ou um ambiente relaxado usando diversos estilos de iluminação. Lustres cintilantes, luminárias pendentes ou “downlights” - qualquer que seja o estilo de sua luminária - o foco principal da iluminação de uma sala jantar está na mesa.Contudo, o seu esquema de iluminação deve iluminar a sala inteira, acentuando sua exclusiva personalidade.

Cozinhas

Preparando os alimentos, cozinhando ou jantando - sua cozinha provavelmente é o ambiente mais ativo em sua casa. Alguns estilos de iluminação proporcionarão a você um alto nível de luz para toda a cozinha, até mesmo dentro dos gabinetes e gavetas. Outros, como luminárias debaixo dos gabinetes, distribuirão uma luz brilhante e sem sombras sobre as áreas de trabalho.

Escritórios Domésticos e Áreas de Serviço

Estas são áreas onde os olhos possuem trabalho intenso. Uma boa regra é ter cerca de três vezes mais luz nas superfícies de trabalho do que no resto do cômodo. Para abajures de piso ou mesa de leitura, existem lâmpadas que proporcionarão uma generosa quantidade de luz sobre uma escrivaninha ou área de trabalho. Superfícies de trabalho para passatempos e artes são locais ideais para as novas fluorescentes com elevado índice de reprodução de cor.

Quartos

Decorar seus quartos com os estilos modernos de iluminação é um dos modos mais fáceis de torná-los mais atraentes e confortáveis. Para iluminação geral, existem lâmpadas que iluminam totalmente o quarto quando aplicadas nas luminárias do teto. A iluminação indireta de luminárias de parede ou teto podem ser usadas para produzir uma luz suave. E para a leitura na cama, existem estilos de iluminação que irão clarear as páginas de qualquer livro.

Banheiros

Os banheiros atuais são muito mais elegantes e luxuosos do que os do passado. Do contemporâneo até o tradicional, a iluminação certa deve destacar o visual que você deseja obter em seu banheiro - e destacar o seu visual pessoal ao mesmo tempo. Qualquer que seja o seu estilo, a iluminação do banheiro deve ser suave e agradável, luminosa o suficiente para maquiagem, fazer a barba ou depilação, ou pentear os seus cabelos.

Iluminação Externa

Segurança e destaque são as funções de uma iluminação externa. A iluminação externa eficiente adiciona valor à sua casa e mostra aos vizinhos o seu cuidado. Para destacar a paisagem e aumentar a beleza de sua casa, distribua a luz através dos caminhos, arbustos e passagens. Durante os períodos de festas, adicione um visual festivo à sua casa com cordões de lâmpadas, juntamente com lâmpadas projetoras coloridas.

Para a maior segurança, é crítico iluminar todos os lados de sua casa e arbustos que possam abrigar os assaltantes.

Fonte: www.fazfacil.com.br

Iluminação

Um ponto fundamental e que, às vezes, as pessoas se esquecem é valorizar a luz natural que a casa - ou apartamento - proporciona. Com o simples uso de cortinas, você dá um ar diferente ao ambiente, utilizando das cores e do tipo de tecido. Compare as duas imagens: a foto à direita possui cortinas em tons mais claros e deixa o ambiente mais iluminado. Se a cortina fosse branca, do mesmo tecido, a sala ficaria ainda mais clara.

Já a sala da imagem à esquerda recebe, praticamente, a mesma incidência de luminosidade da rua, mas está bem laranja. Isso porque o arquiteto e urbanista, Cadu Ribeiro, usou uma cortina de tom laranja bem forte. "Quem vê a sala antes de entrar tem a impressão que existe uma luz laranja acesa", comenta.

É essencial pensar qual é o uso que se faz no ambiente, se é para leitura, para relaxar, para trabalhar... e não se esquecer da economia de energia. "Falar de lighting design, sem falar em economia não funciona", diz o arquiteto.

Mas é claro que a luz artificial é essencial. A luz central do ambiente, por exemplo, deve ser a mais forte, mas é interessante existirem luzes periféricas como aliadas, que são os spots, arandelas, colunas, abajures...

"A luz natural é muito importante, mas a iluminação artificial é mágica, misteriosa" - Esther Stiller (Arquiteta paulista)

Iluminação

A iluminação periférica pode ser difusa, como dos abajures e direcionada, como dos spots. A luz difusa cria uma ambiência mais aconchegante, de penumbras, que é usada em quartos, por exemplo. Existe a possibilidade de se instalar um dimmer, aparelho que qualquer eletricista pode colocar e serve para diminuir ou aumentar a intensidade da luz central. Já a direcionada é uma luz para leitura e iluminação de objetos, como quadros.

Detalhes

Pequenos detalhes de iluminação fazem a diferença. Uma sombra no tampo de vidro de uma mesa, luz refletida na televisão, sombra durante a maquiagem... são detalhes que incomodam, mas que, às vezes, deixamos passar.

Deve-se ter cuidado com o material e cores de luminárias, porque eles podem refletir a luz e atrapalhar a iluminação. As de plástico esquentam muito e podem dar cheiro de plástico queimado. Uma dica legal para quem gosta de ler em diversos lugares da casa é comprar luminárias que possam ser transportadas de lá pra cá, sem transtornos.

Se a parede de sua casa não é muito alta, compre uma luminária estilo coluna, que ilumina de baixo para cima e dá impressão que o pé direito é mais alto. Quem é fã de lustres, preste atenção: se é do estilo com a luz para cima, o teto deve ser branco para que a luz reflita e ilumine bem o ambiente.

Banheiro

Sabe aqueles spots que ficam em armários de banheiro, acima do espelho? Pois é, o uso está incorreto! Dessa forma, a luz vai fazer uma sombra de cima pra baixo. E venhamos e convenhamos, sombra pra fazer barba e, principalmente, maquiagem não rola. O correto é usar arandelas ao lado do espelho. Como o banheiro, normalmente, possui janelas pequenas, é importante que o local seja bem iluminado.

Sala

Iluminação

Tudo bem que uma luz central na sala é suficiente para iluminar todo ambiente, mas quando dá vontade de assistir à televisão num ambiente mais aconchegante, o bom é luz baixa, até mesmo para não refletir a luminosidade na tela da TV.

Em uma sala de jantar, a dica é colocar uma luz pendente sobre a mesa, com distância mínima de 70 cm, para que não aconteçam sombras.

Para aumentar o tamanho de uma pequena sala, as decoradoras Erika Geara e Fernanda Cotta dão a dica de usar iluminação generosa e um espelho em uma das paredes.

Cozinha

O importante na cozinha é que as áreas de trabalho sejam bem iluminadas, com luz branca, para que tudo fique bem visível. O arquiteto Cadu Ribeiro dá uma dica. Use luminárias, como arandelas, se o teto for bem alto e que sejam de fácil limpeza e outras tipo spot nos armários. "Existem cozinhas planejadas que já possuem um vão para que luzes sejam encaixadas", diz Cadu.

Corredor

Área de passagem, mas que merece uma iluminação vasta. Um jeito diferente e bonito de fazer isto é usar trilhos, além de uma luz central, que podem ser fixos ou não e de diversos tamanhos.

Se no corredor existirem quadros, você pode direcioná-los para destacar a obra. "Como alguns são móveis, você pode direcionar uma das luzes do trilho, especificamente, sobre o objeto que deseja", ensina o arquiteto.

Fonte: www.acessa.com

Iluminação

Técnicas básicas

Decorar uma residência não significa apenas comprar móveis e objetos valiosos e sofisticados e distribuí-los pelos ambientes. A decoração de uma casa exige também um projeto bem elaborado de iluminação para destacar e valorizar os móveis e objetos. Por isso, antes de começar a pendurar lustres no teto, é preciso definir qual será a utilização de cada espaço, se é para trabalhar, ler, relaxar, dormir.

"A luz central de um ambiente deve ser a mais forte, mas é interessante instalar luzes periféricas como auxiliares, como spots, arandelas, colunas, abajures", afirma a especialista em projetos de iluminação Denise Furcolin. Os abajures são essenciais em ambientes mais aconchegantes, como o quarto. Os spots, que produzem uma iluminação direcionada, são usados para leitura e iluminação de objetos, como quadros. Pequenos detalhes fazem a diferença porque dão conforto visual e deixam os ambientes mais agradáveis. Uma luz refletida na televisão, uma sombra durante a maquiagem ou a barba são incômodos que podem ser evitados apenas com a colocação correta de um spot, por exemplo.

Também deve-se levar em conta o material e as cores de luminárias, porque eles podem refletir a luz e atrapalhar a iluminação. Para quem gosta de ler em espaços diferentes da casa a sugestão é usar luminárias que possam ser transportadas de um lugar para o outro com facilidade e que fiquem atrás e um pouco acima do leitor com o foco no livro. Já na sala de TV, a dica é iluminar suavemente a parede atrás ou em volta do aparelho para que a luz não reflita na tela.

Para as casas com pé direito baixo, as luminárias em estilo coluna iluminam de baixo para cima e dão impressão de que a parede é mais alta. Os lustres com luzes para cima devem ser usados em tetos brancos para que a luz reflita e ilumine bem o ambiente.

A luz direta de um lustre central no teto cria um cenário homogêneo, que, apesar de menos interessante, é necessário para ocasiões de cerimônia. Lâmpadas embutidas em sancas, abajures e arandelas são recursos para criar um jogo de luzes indiretas, adequado a uma conversa entre amigos ou para a hora do relax. Spots e luminárias dão destaques a certos objetos. No canto de leitura, luminárias articuláveis com lâmpada potente a 50 cm do livro. Sobre a mesa de jantar a luminária deve ficar a uma distância de 80 cm.

A cor (tonalidade) da lâmpada também influencia no conforto. Poucos consumidores sabem, mas as lâmpadas fluorescentes podem ser produzidas nas tonalidades amareladas, azuladas ou neutras e cada uma delas têm sua propriedade. A branca-amarela é indicada para quartos e salas, já que remetem a conforto e aconchego e passam a sensação de tranqüilidade; a branca-azulada é indicada para banheiros e cozinhas, pois passam uma sensação de limpeza e frescor e mantêm as pessoas mais ativas; e a branca-neutra torna os ambientes claros sem interferir nas atividades exercidas no local.

Jardins

Iluminação

A iluminação artificial é arte e técnica de iluminar. É técnica, pois requer cálculos onde os fatores básicos são a dimensão, a função do ambiente, a refletância dos materiais e outros mais. É arte porque está ligada a sensibilidade de quem a projeta, por realçar formas, cores e texturas com efeitos diversos e ainda por criar uma nova visão proporcionando beleza.

Em um jardim, a iluminação artificial adequada realça caminhos, dá destaque a árvores e arbustos, multiplica o colorido das flores e, sobretudo, oferece segurança.Existem vários tipos de efeitos de iluminação utilizados em jardim, como por exemplo:

Iluminação focal: direcionada, possui a atenção para um ponto específico do jardim: arbustos, esculturas e centros de interesses.

Iluminação indireta: demarca levemente o jardim sem um foco de destaque; normalmente colocada por trás das plantas ou direcionadas para muros ou pisos.

Iluminação geral: ilumina amplamente o local, sem destacar nenhum ponto; percebe-se o jardim como um todo. Para cada efeito existem luminárias e lâmpadas específicas, como por exemplo:

Spot e projetores: são indicados para criar efeitos especiais, como o da iluminação focal. Devem ser posicionados a uma distância de 1/3 da altura do elemento a ser iluminado.

Postes: indicados para iluminar uma área de maneira geral. Porém, é recomendável que tenham mais de 1.80m de altura para não ofuscar as vistas das pessoas.

Balizadores e mini postes: ideais para iluminar caminhos e elementos baixos, como as forrações de um jardim. Normalmente o raio de iluminação destas peças é igual a duas vezes e meia a sua altura. Também é viável que tenham menos de 1.10m de altura para não incomodar os olhos.

Arandelas: também chamadas de “varre paredes”, normalmente proporcionam uma iluminação indireta, onde se percebe o contorno do local.Estas luminárias devem ser específicas para as áreas externas: devem ter proteção contra sol, água, ventos, etc. Normalmente possuem vidros temperados, fiação resistente, vedação eficiente e borrachas de pressão.

Iluminação

As lâmpadas, normalmente, são determinadas na escolha das luminárias. Por exemplo: um refletor já possui especificado o tamanho da lâmpada, o encaixe da boquilha e a potência máxima de watts que suporta.

No projeto de iluminação para jardim deve se levar em consideração a função do jardim à noite; a arquitetura do local e o projeto do jardim. Além disso, deve prever a capacidade da rede elétrica disponível, o que é feito através da consulta de um técnico em eletricidade. A instalação da iluminação no jardim é sempre de responsabilidade de eletricistas ou firmas que prestam esse tipo de serviço. Seja qual for a forma de iluminar jardins, a iluminação externa deve proporcionar segurança e beleza.

Técnicas básicas

Decorar uma residência não significa apenas comprar móveis e objetos valiosos e sofisticados e distribuí-los pelos ambientes. A decoração de uma casa exige também um projeto bem elaborado de iluminação para destacar e valorizar os móveis e objetos. Por isso, antes de começar a pendurar lustres no teto, é preciso definir qual será a utilização de cada espaço, se é para trabalhar, ler, relaxar, dormir.

Iluminação

"A luz central de um ambiente deve ser a mais forte, mas é interessante instalar luzes periféricas como auxiliares, como spots, arandelas, colunas, abajures", afirma a especialista em projetos de iluminação Denise Furcolin. Os abajures são essenciais em ambientes mais aconchegantes, como o quarto. Os spots, que produzem uma iluminação direcionada, são usados para leitura e iluminação de objetos, como quadros. Pequenos detalhes fazem a diferença porque dão conforto visual e deixam os ambientes mais agradáveis. Uma luz refletida na televisão, uma sombra durante a maquiagem ou a barba são incômodos que podem ser evitados apenas com a colocação correta de um spot, por exemplo.

Também deve-se levar em conta o material e as cores de luminárias, porque eles podem refletir a luz e atrapalhar a iluminação. Para quem gosta de ler em espaços diferentes da casa a sugestão é usar luminárias que possam ser transportadas de um lugar para o outro com facilidade e que fiquem atrás e um pouco acima do leitor com o foco no livro. Já na sala de TV, a dica é iluminar suavemente a parede atrás ou em volta do aparelho para que a luz não reflita na tela.

Para as casas com pé direito baixo, as luminárias em estilo coluna iluminam de baixo para cima e dão impressão de que a parede é mais alta. Os lustres com luzes para cima devem ser usados em tetos brancos para que a luz reflita e ilumine bem o ambiente.

A luz direta de um lustre central no teto cria um cenário homogêneo, que, apesar de menos interessante, é necessário para ocasiões de cerimônia. Lâmpadas embutidas em sancas, abajures e arandelas são recursos para criar um jogo de luzes indiretas, adequado a uma conversa entre amigos ou para a hora do relax. Spots e luminárias dão destaques a certos objetos. No canto de leitura, luminárias articuláveis com lâmpada potente a 50 cm do livro. Sobre a mesa de jantar a luminária deve ficar a uma distância de 80 cm.

A cor (tonalidade) da lâmpada também influencia no conforto. Poucos consumidores sabem, mas as lâmpadas fluorescentes podem ser produzidas nas tonalidades amareladas, azuladas ou neutras e cada uma delas têm sua propriedade. A branca-amarela é indicada para quartos e salas, já que remetem a conforto e aconchego e passam a sensação de tranqüilidade; a branca-azulada é indicada para banheiros e cozinhas, pois passam uma sensação de limpeza e frescor e mantêm as pessoas mais ativas; e a branca-neutra torna os ambientes claros sem interferir nas atividades exercidas no local.

Fonte: www.arteplural.com.br

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