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Lareira

Quem nunca sonhou em passar o inverno em um clima aconchegante em frente a uma lareira? Esta opção está se tornando cada vez mais presente tanto em projetos de decoração de residências quanto em apartamentos. Além de proporcionar um ar sofisticado para o ambiente, as lareiras podem ainda valorizar a decoração e o preço do imóvel, na opinião de arquitetos.

Atualmente, o consumidor pode encontrar modelos de lareiras convencionais (a lenha), elétricas (aquecedor) e a gás. Todas as opções são indicadas para salas ou dormitórios. Entretanto, os especialistas alertam que antes de realizar a instalação, o morador deve tomar alguns cuidados.

A primeira preocupação deve ser com a chaminé, que exige uma tubulação adequada para que a fumaça não invada o ambiente. “A chaminé tem de ficar alta, senão ocorre o mesmo problema de churrasqueiras, quando a fumaça entra dentro de casa”, afirma a arquiteta Glaucya Taraskevicius, de Santo André. Segundo a profissional, os brasileiros não possuem “a cultura do frio” e muitas das lareiras construídas acabam se tornando um adorno na residência. “Por isso, a melhor opção é a lareira elétrica, que também oferece praticidade na hora da limpeza”, revela Glaucya.

Atualmente, mesmo as residências que não possuem uma boa estrutura para a instalação de dutos para a exaustão da fumaça podem ser equipadas com uma lareira. Kits elétricos ou a gás são boas alternativas de aquecimento do ambiente escolhido. Sem precisar de chaminé, os modelos elétricos não possuem fogo e funcionam como aquecedores. “Todo mundo está optando pelo modelo a gás, em que você acende o fogo e não tem fumaça. É igual a um fogão, mas com todo o aspecto de lareira. O único problema é levar um ponto de gás até o local”, adverte o arquiteto Carlos Massi, de Ribeirão Pires.

O profissional revela que é necessário colocar o produto em um ambiente que possua uma boa ventilação e recomenda cuidado com a distância em relação a outros móveis do cômodo. “No mínimo, é necessário dois metros de distância de qualquer objeto.”

Para construir uma lareira, o morador poderá contratar um pedreiro ou comprar um modelo pré-fabricado. Nesse último caso, as lareiras são feitas em chapa de aço galvanizado ou em concreto refratário. A diferença está no preço e na montagem.

Os modelos de concreto custam menos e os de chapa de aço são mais leves e vêm com uma estrutura metálica pronta. As lareiras pré-fabricadas podem ser encontradas na versão tradicional, para ser revestida com alvenaria, e no modelo de uso aparente, no qual é necessário quebrar as paredes e furar o teto para a construção de um duto.

Para um acabamento mais clássico, Patrícia Vezzaro, proprietária da Vezzaro Mármores, aconselha a utilização do mármore Marrom Imperial, Verde Alpi e o Travertino Romano. Para Patrícia, o acabamento escolhido pelo morador é o que proporcionará estilo para o projeto. “Os granitos não são tão usados. A procura maior é pelo mármore”, garante.

Modelos pré-fabricados são mais vendidos

De acordo com lojistas, os modelos pré-fabricados de lareiras são os mais comercializados devido à facilidade de montagem e colocação nos ambientes, já que muitos dispensam a construção de uma chaminé. De acordo com Sérgio Luiz Cassab, gerente geral da Construflama, loja especializada em lareiras há 25 anos, os modelos a gás ganharam maior “simpatia” dos consumidores há apenas dois anos

Na Construflama, é possível encontrar cinco tamanhos de lareiras pré-fabricadas, com preços que variam entre R$ 1.150 e R$ 1.820. Os modelos a gás variam de R$ 2,5 mil a R$ 3 mil. Nestes valores não estão inclusos os gastos com o acabamento, que variam em cada obra realizada.

“Os modelos a gás são muito utilizados em apartamentos”, afirma Maria José Czimmermann, diretora comercial da Bella Telha, de Mauá. A loja especializada em lareiras, que está registrando um aumento na procura do produto devido à proximidade do inverno, dispõe de kits a gás que custam desde R$ 800 até R$ 5 mil.

Segundo a diretora comercial, as opções de lareira a lenha variam de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil. “Os gastos restantes ficam por conta do acabamento”, diz Maria José. O morador poderá optar pelo acabamento de tijolinho, que não embutirá gastos adicionais, ou ainda de reboque, que possui preço acessível.

Independentemente do preço, a lareira deve ter uma câmara de fogo – onde se coloca a lenha – com plaquetas refratárias e fundo levemente inclinado para frente, o que garantirá que o calor fique no ambiente por mais tempo e não escape pela chaminé.

“Até dois anos atrás, a lareira convencional (a lenha) era campeã de vendas. Hoje, a procura é igual tanto pela convencional quanto pela a gás. A elétrica caiu em desuso”, garante a diretora da loja Bella Telha.

Para Maria José, a lareira a lenha constitui um sonho de consumo para muitas pessoas. Entretanto, a profissional diz que o ideal é que o projeto esteja previsto antes da construção do imóvel. – GY

Fonte: www.tudoimovel.com.br

Lareira

1. INTRODUÇÃO

O conforto térmico em nossos lares é de suma importância para nosso bem estar. Para isso, a climatização do espaço deve ser pensada desde o início de seu planejamento.

A qualidade na construção é o primeiro passo para se ter uma casa confortável, do ponto de vista térmico. A inclusão de sistemas de climatização passivos no desenho da habitação, a consideração do espaço envolvente, e a escolha da melhor orientação solar, são fundamentais para se ter um espaço mais confortável, e reduzir a necessidade de utilização de aparelhos de aquecimento e arrefecimento, reduzindo o consumo de energia e, consequentemente, o de recursos ambientais.

Assim, a utilização de aparelhos ou sistemas de aquecimento deve ser considerada somente quando não se consegue atuar em termos do edifício. Nestes casos, sempre que possível, deve-se optar pela utilização de sistemas de energias renováveis que já atuem na climatização da habitação.

2. HISTÓRICO

O fogo é um bem e um mal da natureza, no entanto não é encontrado de forma natural como a água ou o solo. É preciso ter domínio sobre certas técnicas de produção bem como sua conservação. Essas técnicas levaram milênios para serem conquistadas e aprofundadas.

Os vestígios mais antigos do fogo foram encontrados no continente africano e datam de mais de um milhão de anos. No entanto, são se sabe se seu surgimento foi ocasional ou proposital. A prova mais concreta de domínio do fogo data de 460 mil anos, segundo testemunhos registrados em uma gruta no Norte da China.

A técnica de domínio e emprego do fogo constituiu um dos maiores êxitos humanos e representou um salto gigantesco no desenvolvimento das forças produtivas. Traduziu-se numa primeira grande vitória do homem sobre os elementos da Natureza e um enorme passo em frente no aperfeiçoamento dos utensílios e instrumentos de trabalho e em toda a atividade produtiva.

Aproveitando a madeira como combustível, utiliza-lo para os mais diversos fins. Como fonte de calor, o domínio do fogo completou a vida nos abrigos durante os períodos frios. A sua utilidade, neste aspecto, depende do clima das regiões. As entradas das grutas e os acampamentos ao ar livre ficaram protegidos contra o meio ambiente e os predadores.

Só com o domínio do fogo foi possível o homem suportar as temperaturas das áreas mais próximas dos pólos. A utilização do fogo exerceu grande influência no modo de vida dos habita ntes. Os alimentos passaram a ser cozidos, seus abrigos aquecidos e até mesmo seus armamentos começam a ser melhores produzidos.

Como fonte de calor e de luz, o fogo pode ter constituído um centro de reunião, possibilitando o prolongamento das atividades diárias.

Objeto de mistério, de temor e de veneração, o fogo foi também origem de mitos primitivos, de motivos religiosos, de prática de magia.

3. Lareiras

3.1 Características Gerais

O funcionamento de uma lareira está associado a um conjunto de técnicas e cuidados com sua utilização e manutenção. Uma lareira ideal garante que a fumaça não invada o ambiente onde está implantada e nem permita perdas de calor, o que requer um bom projeto e dimensionamento adequado.

O aquecimento deve ser compatível com área do ambiente e com o número de pessoas que o freqüentam. Mas a temperatura final é determinada, na realidade, pela quantidade de lenha queimada.

A estrutura de uma lareira é composta basicamente por três partes:

Caixa / Câmara de Fogo: é a chamada boca (abertura da lareira para o ambiente), cujas dimensões serão determinadas pelo local onde será implantada. O fundo desta câmara é constituído por uma parede inclinada. Sua finalidade é empurrar as ondas de calor rumo ao piso do ambiente. Dessa foram, o ar quente – que é mais leve e tende a subir – faz aumentar a temperatura do lugar. É indispensável o uso de massa ou cimento refratário na hora do rejunte, devido à alta temperatura.

Coifa e Duto: está situada logo acima da caixa de fogo. Seu formato semelhante a um funil de ponta-cabeça detém o ar frio que tende a vir pelo ambiente externo, ao mesmo tempo em que captura a fumaça que será expelida para fora. Nessa etapa, é fundamental a garganta, uma abertura, regulável, cuja medida deve ser exatamente igual à área seccional do duto.

Segundo a proprietária da marca Fornero, Susana Fornero, o duto do em metal é mais apropriado que o em alvenaria. Por ser liso, o material não retém sujeira nem possui cantos vivos, o que facilita a saída da fumaça, enquanto a chaminé de alvenaria pode manter o excesso de fuligem - já que a determinada altura nem sempre dá para fazer um acabamento primoroso na parte interna.

A tubulação deve ter o mesmo diâmetro, da lareira até o telhado e em direção sempre reta. Se for necessário fazer um desvio, primeiro o duto precisa subir cerca de 1 m, para depois fazer a curva de 45 graus. Ainda assim são autorizados apenas dois desvios de rota na tubulação. Em uma casa térrea, a altura da chaminé deve ficar pelo menos 40 cm acima da cumeeira (ponto mais alto do telhado) ou ser mais alta quando houver interferência nas proximidades, como outras casas e árvores.

A seção da chaminé que melhor permite a exaustão de fumaça é a circular. Devido a dificuldade de sua execução poderá ser usada a forma quadrada. É totalmente desaconselhável o uso de seção retangular (ou outras formas geométricas).

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3.2 LAREIRA CONVENCIONAL - FABRICADA NO LOCAL

Hoje em dia já não é uma boa opção diante de tantas outras presentes no mercado. Se não for feita por mão-de-obra especializada pode não apresentar um bom funcionamento. Não apresenta porta, portanto a segurança fica comprometida. Como não possui nenhum tipo de controle automático de acendimento e desligamento da chama (tal como acontece em lareiras a gás ou elétricas), não se pode deixar a chama acesa sem supervisão de alguém devido ao perigo de incêndio.

Se não tiver qualquer entrada de ar exterior, consume o ar existente no compartimento fazendo o mesmo ser substituído por ar vindo do exterior por baixo das portas, provocando deste modo correntes de ar frio dentro da habitação.

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Fonte: www.arq.ufsc.br

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ACESSÓRIOS PARA LAREIRAS

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Ferramentas para Lareira

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Ferramentas para Lareira

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Tela antifagulhas

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Acendedores

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Chenet

Porta-Lenhas
Porta-Lenhas

Dicas para uso da sua lareira

Com a chegada do inverno, é hora de usar a lareira. Antes de acendé-la, verifique se a chaminé está desobstruída, pois este é o local preferido dos pássaros fazerem seus ninhos, ou as abelhas e marimbondos construírem suas casas durante o verão. Lembre-se também de verificar se o registro da lareira está aberto.

Lenha para lareira deve ser seca. Lenha molhada provoca muita fumaça e não dá brasa. Se possível, guarde lenha de um ano para outro. A lenha deve ser guardada em lugar coberto e ventilado. Se for possível, use nó de pinho, que vai melhorar o desempenho da sua lenha. Usar um nó de pinho apenas no meio da lenha cada vez que acender a lareira.

Não se esqueça: lareira não é local para fazer incêndio. O objetivo é obter brasa, pois é ela que gera calor.É preferível alimentar o fogo aos poucos para sempre ter brasa, a encher a lareira com muita lenha de uma vez. Labareda muito alta significa desperdício de energia calorífica.

Evite incêndios: nunca use a lareira sem tela de proteção. Dependendo do tipo de lenha, podem pular fagulhas a grande distância. Antes de sair de perto da lareira, verifique se a tela está fechando bem toda a boca. Nunca usar água para apagar o fogo. O choque témico poderá estragar sua lareira.

Se você é um felizardo de ter uma lareira no dormitório, lembre-se de deixar uma nesgado vão da porta ou da janela aberta, para permitir a oxigenação do ambiente.

Se por acaso você tiver dificuldade para obter lenha, nós temos a solução: leños argentinos a gás, que imitam madeira e fornecem fogo e calor de verdade.

E finalmente lembre-se: não há nada mais agradável do que um bom vinho em boa companhia ao pé do fogo.

Fonte: www.lareiras.com.br

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O Inverno é sinónimo de frio e, dentro de casa, isso significa bons momentos passados em frente à lareira. Peça central em qualquer divisão, a lareira também pode ser alvo de uma decoração cheia de personalidade – inspire-se nestas ideias e dê ainda mais vida à lareira.

1. O espaço sobre a lareira é sempre um ponto de destaque para obras de arte – com ou sem iluminação direta – ou então para espelhos grandiosos ou peças decorativas de grande porte, incluindo relógios.

2. Aproveite o espaço sobre a lareira para colocar um LCD de parede e crie um verdadeiro centro de entretenimento em torno de um fogo aconchegante. Os únicos cuidados a ter é certificar que essa parede não aqueça mais de 90ºC quando a lareira estiver a arder; e que seja oca, de forma a poder acomodar todos os fios eléctricos.

3. Transforme a parede sobre a lareira numa verdadeira galeria de arte, ao pendurar molduras idênticas com fotografias a preto e branco; ou então com fotos de família a cores para um visual mais relaxado.

4. Dê mais vida à lareira ao pintá-la com uma cor forte e ousada, ou então com a aplicação de papel de parede ou de um stencil autocolante divertido e decorativo. Se a lareira for em pedra ou em tijolo, uma nova cor – como branco ou preto – pode ser o suficiente para dar uma nova vida a uma velha lareira. Mais uma vez, a única preocupação a ter em conta é a temperatura de aquecimento que a lareira atinge uma vez acesa.

5. Dispor objetos sobre a prateleira da lareira nem sempre é fácil e pode rapidamente encher e tornar a superfície demasiada cheia. Para conseguir uma boa simetria em termos decorativos, comece por colocar um objeto de maiores dimensões no centro, ladeado de um par de objetos de cada lado. Este par não tem de ser exatamente igual, apenas semelhante, para criar a tão desejada harmonia.

6. Para quem prefere um look mais ousado no que toca à decoração da lareira, nada como um visual mais assimétrico – o que implica dispor, em simultâneo, objetos decorativos horizontais e verticais, sem ser em linhas retas e brincando com as proporções, ou seja, algumas peças ou molduras devem ser maiores, enquanto outras são menores. O efeito será qualquer coisa de dramático…

7. A prateleira que muitas vezes serve de suporte à lareira é uma superfície que pede para ser bem decorada – pode ser o local ideal para dispor todos os passepartouts, para exibir uma colecção de jarras de vidro, para colocar velas de diferentes tamanhos, para acolher livros e transformar-se numa mini-biblioteca, para receber dois candeeiros e tornar ainda mais aconchegante o recanto da lareira.

8. Também dentro da lareira há espaço para a decoração! No Verão, quando a lareira não é utilizada ou nos casos de simplesmente não ter por hábito acender a lareira, aproveite o seu espaço interior com uma decoração criativa: encha a lareira com velas, lenha, pinhas ou, porque não, livros. Pode ainda ser o local perfeito para dispor uma colecção de carros vintage; para exibir um candeeiro em forma de bola; ou para colocar um cesto com revistas, mantas ou almofadas.

9. Se a lareira não possuir a típica prateleira de apoio, pode sempre afixar uma ou várias para decorar ao seu gosto; em alternativa, pode suspender uma prateleira do teto, com recurso a correntes brancas, pretas, douradas ou prateadas.

10. Menos também é mais e para conseguir um look minimalista na lareira, basta decorá-la com uma peça grande e vistosa. Tenha cuidado com o uso de peças muito pequenas na decoração da lareira, uma vez que a tendência é para estas ficarem mais “perdidas”.

11. A base da lareira também não deve ser descurada e, para além de albergar os utensílios típicos da mesma, pode ser avivada com um cesto em verga repleto de pinhas ou lenha; ou ainda por uma colecção de velas de várias cores e tamanhos.

12. As flores – naturais ou artificiais – emprestam uma lufada de ar fresco a qualquer lareira e combinam na perfeição com o seu visual, quer seja elegante ou informal. Um arranjo floral no centro da lareira ou numa ponta, com um candelabro na outra, é outra opção válida para dar um toque de glamour à lareira lá de casa.

13. A lareira é um espaço cuja decoração pode e deve ser periodicamente refrescada. Para além de permitir a atualização constante da decoração de qualquer divisão – com pouco trabalho e custos inerentes – nunca se torna monótona! Para além disso, é um recanto que pode ser decorado conforme as estações do ano: com flores na Primavera, com pedras e conchas no Verão, com folhas e abóboras no Outono e com a decoração natalícia no Inverno.

Fonte: eudecoro.com

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O bom funcionamento de uma lareira depende de técnica e certos cuidados, garantindo que a fumaça não invada a sala e nem haja perda de calor, o que requer um projeto e um dimensionamento adequados.

O aquecimento deve ser compatível com o tamanho do ambiente .Porém, a temperatura final é determinada pela quantidade de lenha queimada, além da correta condução e lançamento, pela chaminé, para o exterior dos gases liberados na combustão. A estrutura de uma lareira é composta por três partes fundamentais: caixa ou câmara de fogo, coifa ou caixa de fumaça, e duto ou chaminé. Na caixa de fogo, o elemento principal é a chamada boca (a abertura da lareira para o ambiente), cujas dimensões (altura e largura) devem estar de acordo com as medidas do local onde será instalada. Mais para dentro da caixa de fogo, onde se deposita a lenha, um outro segredo: a parede de fundo inclinada. Sua função é empurrar as ondas de calor rumo ao piso do ambiente. Assim, o ar aquecido, que é mais leve e tende a subir, faz aumentar a temperatura do ambiente. Logo acima da caixa de fogo, vem a coifa, com formato semelhante a um funil de cabeça para baixo. Ela capta a fumaça, ao mesmo tempo que detém o ar frio que desce pela chaminé. Nessa etapa, é fundamental a garganta, uma abertura, regulável, cuja medida deve ser exatamente igual à área seccional do duto. Coifa e chaminé, em especial, garantem um funcionamento limpo do sistema, no que concerne à fumaça e à fuligem. A finalidade da garganta da coifa é conduzir a fumaça para fora e impedir que o ar frio desça pela chaminé e incida sobre o fogo, espalhando fumaça e cinzas, daí a importância de um bom dimensionamento.

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A alvenaria substituiu os graúdos blocos de pedra antigamente utilizados nas lareiras. Além da alternativa de se contratar um pedreiro para construí-la, há modelos pré-fabricados à venda na forma de kits e em medidas padronizadas. Geralmente confeccionadas em aço galvanizado, pintado de preto, as lareiras pré-fabricadas são encontradas em duas versões: a tradicional, para ser revestida com alvenaria, e a de uso aparente. Nesse caso as paredes não são quebradas, bastando encostar o kit no canto escolhido e furar o teto para a passagem do duto.Assim , em caso de residências já prontas , há possibilidade de colocação Em termos de resultado, ambas se equiparam. A diferença é que a aparente, por não ser coberta pela alvenaria, esquenta e esfria com maior velocidade. Vale citar que o aço recebe tratamento para isolação térmica, com resinas e até camadas internas de lã de vidro, a fim de evitar que os usuários se queimem. Quanto às dimensões, o mercado acabou por estabelecer algumas medidas de referência, como a relação entre a boca da lareira e o ambiente. O mais usual é encontrá-las para ambientes a partir de 100m³, para as quais se recomendam bocas de largura de 70cm por altura de 60cm, até ambientes com mais de 400m³, com bocas de 130 por 85cm.

Fernanda Rodrigues Pereira

Fonte: www.botucatu.sp.gov.br

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Lareiras abertas em casas modernas

O homem utiliza o fogo para aquecimento há dezenas de milhar de anos. No decorrer desse longo período de tempo, a nossa espécie foi-se habituando a associar a chama de uma fogueira a sensações agradáveis e consequentemente há muito tempo que as lareiras vêm fazendo parte integrante das nossas habitações. No entanto, uma lareira tradicional, se geralmente funciona bem numa casa tradicional, (como as que se construíam à 100 anos atrás), com frinchas por todo o lado, já não costuma funcionar tão bem numa casa moderna bem isolada e onde as entradas de ar exterior estão reduzidas ao mínimo. Em muitos casos, quando temos uma lareira aberta numa casa moderna, o fumo parece que sai por todos os sítios menos por onde devia sair, pela chaminé.

Descrição do que acontece nos casos mais comuns:

A combustão da lenha numa lareira de dimensões médias movimenta uma quantidade de ar da ordem dos 500 litros por minuto. Para que esse caudal de ar possa sair pela chaminé (levando o fumo), é necessário que igual quantidade de ar possa simultaneamente entrar por outro lado. Nas casas antigas isso não era problema, devido às frinchas. Em algumas casas modernas, o ar não consegue sair para fora, pela chaminé, por não haver outra abertura que permita a sua reposição. Ao começar a sair, começa a fazer-se “vácuo” no interior da casa e a pressão exterior empurra-o novamente para dentro; o resultado é sair pela boca da lareira arrastando o fumo para dentro da sala.

Solução mais simples:

Abrir uma porta ou janela, em geral permite que o fumo passe a sair pela chaminé, (dependendo da direcção e intensidade do vento), mas á custa de sair também o ar quente que estava no compartimento, e a sensação de corrente de ar pode tornar as coisas ainda piores. Nesta situação, se houver outro sistema de aquecimento a funcionar em simultâneo, devido à saída do ar quente e substituição por ar frio, a lareira pode mesmo chegar a ter um rendimento negativo. Isto é, para manter uma certa temperatura, o outro sistema de aquecimento pode ter que consumir mais energia com a lareira acesa do que consumiria se a lareira estivesse apagada.

Solução mais adequada:

A solução correta para este problema consiste no dimensionamento adequado da lareira, da chaminé e de entradas de ar junto da chama, que abasteçam a combustão da lenha de forma a que o fumo não saia pela boca da lareira, mas sim pela chaminé. Isto tudo calculado, de modo a minimizar o arrastamento do ar quente do compartimento pela chaminé acima. Como acontece na generalidade dos problemas técnicos, não há uma solução ideal que sirva para todas as situações, mas há diferentes soluções que representam o melhor compromisso em cada situação.

Aspectos que devem ser considerados no dimensionamento de uma lareira aberta:

A boca da lareira deve ser dimensionada tendo em conta a potência necessária para aquecer a sala.

A profundidade deverá ser proporcional às dimensões da boca. As proporções da boca deverão ser tais que a altura não ultrapasse cerca de 80% da largura, (preferencialmente 2/3), pois em lareiras com uma boca alta é mais difícil evitar o refluxo do fumo e logo o rendimento será pior.

Saída de fumo. A chaminé deverá terminar, pelo menos, 1 metro acima do cume do telhado. A conduta de fumo deverá ter isolamento térmico e a sua secção deve estar relacionada com as dimensões da boca (potência máxima) e a altura da chaminé. Quanto maior for a lareira e mais baixa for a chaminé, maior secção precisará de ter a conduta.

O isolamento térmico da conduta é importante porque o fumo sobe pela chaminé sobretudo por estar a uma temperatura mais alta que o ar; por isso, precisamos desse isolamento para que o fumo não arrefeça e continue a subir até que saia pelo cimo da chaminé.

A entrada de ar deverá ter uma secção aproximadamente igual à conduta de fumo, e a certo ponto deverá ser dividida em duas, uma para saídas dentro da lareira e outra que desemboca fora da lareira, mas próximo. Pois devido à turbulência à volta da chama, terá que haver sempre algum ar que venha de fora da lareira e empurre o fumo para dentro, pois se as entradas de ar desembocarem todas dentro da lareira, haverá sempre algum ar do compartimento que irá sair pela chaminé e algum fumo que irá sair pela boca da lareira para o compartimento.

A saída desse fumo pela boca da lareira evita-se, se uma parte do ar desembocar fora da lareira, embora à custa de arrastar consigo algum do calor ambiente no compartimento.

A partir desta ligação pode descarregar uma folha de cálculo que lhe permite determinar as dimensões de uma lareira tomando em conta estas considerações e muitos outros dados experimentais.

Necessidades de calor

A potência máxima adequada depende das características climáticas do local, do tamanho e forma da sala e do isolamento usado na construção. Todavia considerando a gama de variações que existe no nosso clima e os métodos de construção mais habituais, podemos calcular uma potência só em função da área sem grande risco de sobre dimensionamento. No nosso país, numa sala de dimensões típicas, com isolamento térmico que respeite o regulamento, a potência por metro quadrado necessária para os dias mais frios, em média anda pelos 80W/m2. Podemos considerar com alguma segurança, que se fizermos os cálculos considerando 120W/m2, ficamos com margem suficiente para as situações de clima mais frio ou de construção com isolamento menos cuidado.

Referências

[1] Olivier Laederich, Yves Lecoffre; Construire une Cheminée; Editions du Moniteur, Paris, 1991
[2] http://www.gobrick.com/BIA/technotes/t19a.htm
[3] http://www.woodheat.org/outdoorair/outdoorcmhc.htm
[4] http://www.askthebuilder.com/B110_Fireplace_Design_Installation.shtml
[5] http://www.askthebuilder.com/B110_Fireplace_Design_Dimensions.shtml

Fonte: poliscalor.com

Lareira

Componentes Principais de uma lareira

As partes mais importantes das lareiras são as seguintes:

Fornalha
Câmara de Fumo
Chaminé

LareiraEsquema de uma Lareira

A Fornalha

Na fornalha, o elemento principal é a chamada boca (a abertura da lareira para o ambiente), cujas dimensões (altura, largura e profundidade) devem estar de acordo com as medidas do local onde será instalada.

As costas da fornalha devem ser inclinadas. A sua função é empurrar as ondas de calor para o piso da divisão a aquecer. Assim, o ar quente, que é mais leve e tende a subir, aumenta a temperatura da divisão.

Câmara de Fumo

Logo acima da fornalha, aparece a câmara de fumo ou papo de rola, com formato semelhante a um funil de cabeça para baixo. A sua principal função é encaminhar os gases de combustão para a chaminé ao mesmo tempo que impede o ar frio que desce pela chaminé de incidir sobre o fogo, espalhando fumo e cinzas.

Chaminé

A dimensão da chaminé deve ser tal que permita uma boa tiragem. Não deve ser demasiado grande para os gases não arrefecerem a meio do caminho e descerem, nem demasiado estreita para não se terem altas velocidades de exaustão.

Para que se consiga uma boa tiragem é necessário que a garganta, uma abertura regulável através de um registo, tenha uma área exactamente igual à área da chaminé.

É tão importante uma boa lareira como a sua chaminé de exaustão dos gases.

Tenha em atenção as seguintes características de uma boa chaminé:

Deve ter altura suficiente para garantir uma depressão mínima de 5-10 Pascal. Se a tiragem é insuficiente, aumente a sua altura.

Deverá idealmente ser vertical, e não deve mudar de direcção mais de 30º da
vertical.

Deve estar livre de obstruções e ter uma medida constante em todo o percurso.

Deve projectar-se 60 cm acima do ponto mais alto da habitação, desde que não esteja afastada a mais de 10 metros desse mesmo ponto.

Pode ser realizada em alvenaria ou em tubagem dupla em aço inox

Deve ser limpa pelo menos uma vez em cada época de utilização.

Não deve estar perto de árvores altas, paredes ou edifícios, pois podem provocar
turbilhões de ar.

Não deve juntar-se a outra. Deve seguir isolada ao longo de todo o seu comprimento e ter o seu próprio chapéu de chaminé anti-refluidor.

Recomendações

Construção

Uma lareira tradicional utiliza muito ar de combustão. Para fornecer o ar necessário é aconselhável colocar uma grelha de ventilação numa parede exterior perto da lareira. Este procedimento de segurança evita que o oxigénio da sala se esgote e evita o retorno de fumos. A área livre da grelha deve ser de pelo menos 100 cm2. Se foi necessário usar argamassa durante a construção e/ou instalação, deve aguardar pelo menos 7 dias antes da utilização para que a argamassa seque sem estalar separado.

Utilização

A lenha a utilizar deve estar seca. Idealmente é cortada, guardada e ventilada em lugar coberto durante pelo menos 6 meses, é a melhor porque produz consideravelmente mais calor e menos fumo.

Fonte: www.euroventil.pt

Lareira

Lareira de Canto Pequena

Lareira de Canto Pequena

Lareira montada em tijolos à vista.
Internamente de refratários.
Acabamento em pedras de granito preto boleado.
Modelo pequeno de canto.

Fonte: www.colonialchurrasqueiras.com.br

Lareira

Lareiras são os aquecedores mais antigos !

Lareira

Aquecimento de ambientes

Quando chegam os dias mais frios, é tempo de começar a pensar em soluções que mantenham o ambiente com temperatura agradável e confortável e a lareira é a mais antiga forma de aquecimento criada pelo homem.

Lareira Suspensa Central
Lareira Suspensa Central


Tipos de lareiras

Alvenaria

Existe uma grande gama de lareiras em alvenaria. De parede (interna ou externa), de canto, divisórias para dois ambientes, onde podem aquecer uma sala e um quarto ao mesmo tempor onde as chamas podem ser apreciadas de diversos ângulos.

Geralmente podem ser encontradas em kits pré-fabricados, em estrutura metálica ou pré-moldados, em concreto de diversos tamanhos, conforme a necessidade, para posterior revestimento com tijolos.

Prontas em Aço

São lareiras previamente constrídas e acabadas na fábrica, com dezenas de opções de tamanhos e modelos. Atrativas, podem ter acabamento em cobre, madeira, chapa naval, entre outros, e são encontradas nas opões de canto, de parede e central.

Estas lareiras podem ser instaladas em residências já construídas e habilitadas, uma vez que não necessitam de revistimento algum e não levam mais que algumas horas para serem instaladas, podendo ser colocadas sobre qualquer tipo de piso ou parede.

Salamandras

São diferenciadas das lareiras, por serem de compartimento fechado, transmitindo o calor da irradiação. Podem ser encontradas em chapa de aço, cobre e as mais comuns em ferro fundido.

Sua capacidade de aquecimento é bem menor que das lareiras, sendo que estas aquecem no máximo 100 m³, enquanto aquelas podem chegar a 600 m³, ou mais. São ideais para pequenos ambientes, quartos, salas e até cozinhas.

Lareiras a gás

São lareiras específicas para combustão a gás GLP. Podem ser em alvenaria ou chapa de aço e não necesitam de chaminés como as à lenha. Ideais para apartamentos e residências, onde seus usuários querem praticidade e conforto, sem abrir mão de beleza do fogo.

São modernas, seguras com diversas opções, inclusive com acendimento automático e regulagem de temperatura por controle remoto. Nos países frios da Europa, Estados Unidos e Canadá, estas lareiras já substituem as à lenha há muito tempo.

Considere antes de comprar

Existem quatro fatores importantes a se considerar no projeto e construção de uma lareira.

Sua eficiência

Deve aquecer convenientemente ao ambiente e não empregnar a sala de fumaça.

Seu posicionamento

Deve ocupar a face sul e estarem voltadas para a casa e nunca de costas para a mesma ou de frente para o sul.

Sua segurança

Não deve por a residência em risco de incêndio.

Sua aparência

Deve ter um aspecto atrativo e estético.

Cuidados com a lareira !

Lareira

Precauções

Se voce não usa a algum tempo, antes de acendé-la, verifique se a chaminé está desobstruída, pois este é o local preferido dos pássaros fazerem seus ninhos, ou as abelhas e marimbondos construírem suas casas principalmente durante o verão.

Regulagem de válvula

Na sua lareira existe uma válvula (registro) que controla a saída de gases, antes de iniciar o fogo verifique se a válvula está na posição aberta. NUNCA USE A LAREIRA COM A VÁLVULA FECHADA, esta é a única hora em que ela faz fumaça.

Quando a brasa começar a se formar, deve-se fechar lentamente o regulador e só deixar uma fresta aberta, para o ar frio não entrar.

Lenha

Lenha para lareira deve ser seca. Lenha molhada provoca muita fumaça e não dá brasa. Se possível, guarde lenha durante algum tempo.

A lenha deve ser guardada em lugar coberto e ventilado.

Não se esqueça

Lareira não é local para fazer incêndio. O objetivo é obter brasa, pois é ela que gera calor.

É preferível alimentar o fogo aos poucos para sempre ter brasa, a encher a lareira com muita lenha de uma vez.

Labareda muito alta significa desperdício de energia calorífica.

Acendimento

Para iniciar o fogo, utilize gravetos, um pão velho embebido em álcool ou outra solução prática que você conheça. NUNCA utilize derivados de Petróleo, pois são perigosos. Também não exagere na quantidade de álcool isso pode provocar explosões que danificarão o equipamento e colocarão em risco sua vida.

Evite incêndios

Nunca use a lareira sem tela de proteção. Dependendo do tipo de lenha, podem pular fagulhas a grande distância.

Antes de sair de perto da lareira, verifique se a tela está fechando bem toda a boca.

Como apagar o fogo

Não utilize água para apagar o fogo. Deixe que se extinga naturalmente.O choque témico poderá estragar sua lareira.

Remoção das cinzas

Não remova as cinzas com a Lareira quente ou com a lenha em brasa. Limpe sempre no dia seguinte com as brasas apagadas.

Utilização

Sua Lareira não é churrasqueira. .... Evite utilizá-la para tal finalidade. Não utilize sua Lareira como Floreira.

Toda lareira precisa de limpeza no seu interior - nas paredes e na coifa - após mil horas de uso, em média. Os fabricantes dispõem de serviços especializados.

Capacidade

Todo equipamento tem limitações. Não ultrapasse a capacidade de combustão da zona de fogo.

Se acidentalmente você exagerou na quantidade de lenha, e isto esteja pondo em risco o equipamento ou sua residência, utilize um extintor de incêndio do tipo Pó Químico. (Igual ao do seu automóvel).

Oxigenio

Se você é tem uma lareira no dormitório, lembre-se de deixar sempre uma passagem de ar, pode ser atraves da porta semi-aberta ou da janela aberta, para permitir a oxigenação do ambiente.

Lembre-se que a falta de oxigenação do ambiente pode matar !

Estrutura da lareira

A estrutura de uma lareira é composta basicamente por:

Caixa / Câmara de Fogo

É a chamada boca (abertura da lareira para o ambiente), cujas dimensões serão determinadas pelo local onde será implantada.

O fundo desta câmara é constituído por uma parede inclinada. Sua finalidade é empurrar as ondas de calor rumo ao piso do ambiente.

Dessa foram, o ar quente – que é mais leve e tende a subir – faz aumentar a temperatura do lugar.

É indispensável o uso de massa ou cimento refratário na hora do rejunte, devido à alta temperatura.

Obs: A parede do fundo da lareira deve ser inclinada em 45º para frente para que o ar quente entre no ambiente e a fumaça suba pela chaminé.

Coifa e Duto

Está situada logo acima da caixa de fogo. Seu formato semelhante a um funil de ponta-cabeça detém o ar frio que tende a vir pelo ambiente externo, ao mesmo tempo em que captura a fumaça que será expelida para fora.

Nessa etapa, é fundamental a garganta, uma abertura, regulável, cuja medida deve ser exatamente igual à área seccional do duto.

O duto do em metal é mais apropriado que o em alvenaria. Por ser liso, o material não retém sujeira nem possui cantos vivos, o que facilita a saída da fumaça, enquanto a chaminé de alvenaria pode manter o excesso de fuligem - já que a determinada altura nem sempre dá para fazer um acabamento primoroso na parte interna.

A tubulação deve ter o mesmo diâmetro, da lareira até o telhado e em direção sempre reta.

Se for necessário fazer um desvio, primeiro o duto precisa subir cerca de 1 m, para depois fazer a curva de 45 graus. Ainda assim são autorizados apenas dois desvios de rota na tubulação.

Em uma casa térrea, a altura da chaminé deve ficar pelo menos 40 cm acima da cumeeira (ponto mais alto do telhado) ou ser mais alta quando houver interferência nas proximidades, como outras casas e árvores.

Dutos dimensões

Dimensão dos dutos

O diâmetro de um duto varia com a altura.

Um duto com o diâmetro de 200 mm geralmente é o suficiente para recuperadores ou lareiras abertas.

Em recuperadores com pequena dimensão pode ser reduzida até 180mm, com menor diâmetro não á a garantia de um funcionamento sempre correto mesmo em recuperadores fechados.

Em lareiras abertas ou fechadas de grande dimensão o diâmetro 230 mm, 250mm ou superior é aconselhado

Nota

Uma das causas de mau funcionamento de muitas lareiras é o sub dimensionamento ou sobredimensionamento dos dutos de fumaça .

Registo

Qualquer lareira (fogo aberto ou fogo fechado) deve ter sempre que possível um controle de tiragem da fumaça, o "REGISTO", o qual tem três funções:)

1º- Reduzir o consumo de lenha

A tiragem numa lareira nunca é constante devido a razões diversas, sobretudo climaticas por ex.: vento; temperatura humidade etc.

Quanto maior for a tiragem maior é o consumo de lenha e menor o aquecimento.

Ao contrário do que por vezes se pensa, o ideal não é ter uma grande tiragem mas sim ter a tiragem suficiente nas condições climaticas do momento.

Devendo para isso ter-se em conta a necessidade de um "registo" numa lareira.

Deve-se fechar o registo um pouco ( 20 minutos após ter sido acesa ) tendo-se o cuidado de não fechar demasiado para não entrar fumaça na sala.

2º- Aumentar o rendimento

Sempre que se poder deve-se reduzir a abertura da fuga da chaminé fechando o registo o mais possível, (tendo o cuidado de não fechar demasiado para não entrar fumaça) o objectivo é neste caso, reduzir a tiragem e como é evidente, quanto menos ar sair da sala através de chaminé, mais ar quente fica na sala.

3º- Evitar o arrefecimento da divisão com a lareira apagada

Em epocas de temperaturas frias se tiver a lareira apagada deve ter o registo fechado para evitar perdas de ar da sala, perdas essas que serão maiores quando a casa tiver sendo aquecida por outro meio alternativo (ar/condicionado, aquecimento eléctrico etc.).

Tomada de ar exterior

Todas as lareiras (fogo aberto ou fogo fechado) devem ter tomada de ar exterior pelas seguintes razões:

1º- Evitar o consumo de ar da sala

Como é sabido um lareira acesa consome grandes quantidades de ar, aprox. 80 m3 por hora, quer isto dizer que ao fim de um hora terá retirado todo o ar de uma sala normal 3 a 4 vezes. e com ele quase todo o calor por ela libertado.

Nota

Deve ter-se em atenção que devido à depressão provocada ao retirar o ar do compartimento em questão, está-se simultaneamente a aspirar ar "frio e húmido" do exterior através das frestas das portas e janelas.

2º- Impedir a interrupção do bom funcionamento.

Em casos de bom isolamento de portas e janelas, ao fim de um certo tempo de uso, a depressão aumenta, e como nestas situações não há frestas para entrar o ar necessário para se dar a compensação do ar saído (com a fumaça) acontece que a fumaça deixa de sair fazendo retorno.

Nota

Quando não for possível fazer a entrada de ar exterior na lareira deve-se fazer uma entrada em qualquer parede exterior preferencialmente na que estiver mais próximo da lareira. (de modo que não faça corrente de ar entre o fogo e as pessoas a sua volta.

Tubo condutor

Tubo em aço inoxidável

É o único tipo de material autorizado para condutos na maior parte dos países da Europa e o único que tem garantia de duração. Tem a vantagem de poder ser aplicado com recuperação de calor. (Recuperando energia com o próprio tubo nos pisos adjacentes)

Obs. Deve-se ter atenção também com a união (junta) entre tubos pois temos detectado problemas nas junções devido a não terem sido instalado correctamente ou por não colocarem as correctas uniões inoxidáveis).

Ao passar vigas ou placas não deve ser deixada qualquer obstrução que impeça a posterior limpeza dos mesmos.

Nota: A limpeza dos dutos deve ser feita periodicamente todos os anos em caso de uso intensivo, ou num prazo mais dilatado, em casos normais.

Passagem de cabos eletricos e esgotos

Os cabos eléctricos ou esgotos de PVC que eventualmente tenham de passar junto a qualquer canalização de fumaça - duto (mesmo num andar superior) devem ser embutidos no cimento e isolados com lã de vidro ou outro material isolante. (exceto no caso de serem usados cabos ou tubos especiais resistentes a altas temperaturas ).

Fonte: www.fazfacil.com.br

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Modernas Lareiras

Lareira

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3.3 LAREIRA METÁLICA - FRANCESA

São uma ótima opção para aqueles que pretendem ter o ambiente aquecido sem ter que encarar uma reforma. Elas simplesmente pedem um duto para a saída da fumaça. Podem ser de dois tipos: frontal ou de canto. E os acabamos são bastante variados (aço carbono pintado, escovado ou aço inox. E também de cobre, latão, chapa naval, além de pintura eletrostática).

Esses modelos oferecem bom aquecimento por irradiar o calor através do metal. No entanto, por esfriar rapidamente, nem sempre conseguem manter uma temperatura homogênea aquecida.

Esses modelos têm alta performance de aquecimento, pois também irradiam calor pelo metal, em contrapartida, esfriam rapidamente, não se obtendo assim, uma atmosfera homogeneamente aquecida.

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Fonte: suine.wordpress.com

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Lareira ecológica aquece o inverno

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A estação mais fria do ano chegou trazendo temperaturas extremas e muito, muito frio. Pensamentos quentinhos começam a tomar forma em nossa mente pedindo soluções para enfrentar as agruras do inverno. Que bom seria ter uma lareira! Mas uma que fosse prática, cheia de personalidade e, em tempos de sustentabilidade, que fosse ecológica. Pois essa é justamente a promessa da biolareira.

Juntando-se a outros conceitos de lareira como as a gás e as elétricas a ecolareira oferece conforto, comodidade e design sem necessidade de obras para adaptação do sistema. É só comprar e começar a usar.

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Dispensando dutos ou chaminés e apresentando baixa toxicidade as ecolareiras são assim chamadas porque se utilizam de álcool absoluto como combustível que é extraído da cana de açúcar e quando queimado resulta praticamente em dióxido de carbono e água não gerando fuligem ou fumaça.

Perfeitamente adaptável a lugares pequenos, a ecolareira pode ser encontrada em modelos de parede, piso, canto ou portáteis. Isso mesmo, você pode instalar aonde quiser tirando o máximo proveito da mobilidade oferecida pelo produto.

E não é só isso. A nova modalidade de lareira tem regulagem de temperatura, baixo custo, não requer manutenção, garante eficiência térmica por não se utilizar de dutos que deixam escapar o calor e não tem cheiro, embora tanto no início da queima como no final possa soltar um leve odor. E como qualquer outro processo de combustão onde o oxigênio é consumido, o ambiente também precisa ser arejado.

É ou não é a oportunidade que você estava esperando? É o velho e bom conceito da espiriteira – utensílio muito comum na região sul do país usado como aquecedor na hora do banho em residências sem nenhum tipo de aquecimento – repaginado, seguro, cheio de charme e com design que encanta.

Mas cuidado nunca é demais. Em casa onde moram crianças ou animais é preciso bastante atenção na escolha do modelo e com a estocagem da matéria prima afim de se evitar acidentes.

Fonte: poloservicos.files.wordpress.com

Lareira

3.4 LAREIRA FECHADA

Lareira Fechada

Visualmente, a principal diferença desses modelos é que são fechadas por um vidro resistente a altas temperaturas. Além de combater as perdas de calor, a porta impede que a fumaça e a fuligem voltem para o ambiente. Isso gera uma economia de combustível de 30% a 60%, segundo fabricantes e revendedores.

O aquecimento não se dá por irradiação, mas por convecção, isto é, o ar entra pela parte inferior da lareira, é aquecido em volta do recuperador de calor, sobe, fica armazenado na caixa e só então sai para o ambiente, oferecendo uma temperatura homogênea. O vidro quando fechado reduz 10% a 15% do calor irradiado Os cuidados com a parte da chaminé são os mesmos de uma lareira convencional.

Segundo Caio Glauco Sanches, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da UNICAMP, o sistema permite uma maior economia no combustível uma vez que nas lareiras abertas a energia gerada pelo calor precisa primeiro aquecer o ar frio que entra em grandes quantidades para depois aquecer o ambiente. Já no modelo fechado, a entrada de frio é controlada por um regulador. O ar entra por baixo da lareira, é aquecido na câmara de metal e volta ao ambiente através de grelhas situadas na parte superior.

"Uma lareira aberta bem construída perde cerca de 30% do calor produzido", afirma Caio Glauco Sanchez, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp. "Isso se tiver isolamento térmico e bom planejamento da entrada de ar e da chaminé e se a estrutura onde fica a boca do forno não tiver contato com o lado de fora da casa."

Para ele, uma lareira aberta bem construída pode ter desempenho muito semelhante ao do de um modelo fechado. "A decisão de adotar um recuperador deve levar em conta o quanto a lareira será usada. Dependendo da freqüência de uso, não valerá a pena o alto investimento", opina Sanchez. A utilização de um recuperador é mais racional, ao permitir uma queima controlada da madeira, economizando matéria-prima e sendo superior na irradiação de calor em relação às lareiras de queima aberta.

Mesmo as lareiras clássicas podem incluir recuperadores de ar, bastando que, na altura da construção, se adapte na estrutura uma caixa de ar em chapa de aço, a partir da qual, por meio de condutas, se distribua o ar aquecido para os compartimentos contíguos.

As lareiras abertas operam com condições de temperatura muito mais baixas e sem controlo de oxigênio, pelo que produzem e emitem níveis mais elevados de dioxinas.

3.5 Lareira Elétrica

Lareira Elétrica

Os modelos elétricos se são bastante parecidos com os a gás, porém mais artificiais uma vez que não há queima de fogo. Tem um funcionamento mais parecido com o de aquecedores, sendo necessária, portanto, a instalação de uma tomada dentro da lareira.

"A opção elétrica tende a retirar a umidade do ambiente. Para que isso não aconteça, o ideal é deixar uma vasilha com água no local", sugere Márcio Gemignani.

O calor é produzido por resistência e transmitido para o ambiente por uma ventoinha que sopra o ar quente. Tem aquecimento menor do que o de lareiras a lenha ou a gás.

Destacam-se em relação aos demais tipos devido a sua praticidade. Não só ao uso, mas desde a sua instalação, uma vez que não requer uma lareira verdadeira para funcionar. Basta um nicho de acabamento, que pode ser em madeira, metal, alvenaria ou gesso. Uma vez que não há queima de lenha, não faz nenhum tipo de sujeira.

Sua capacidade de aquecimento está em torno de cinco mil btu's, o que é suficiente para aquecer um ambiente de 15m², com um pé direito de 2,70m.

As lareiras elétricas têm "lenhas" de fibra de cerâmica que, com a lareira acesa, parecem madeira de verdade. "Essa é a mesma fibra que reveste foguetes da NASA", garante João Paulo Odilon, da LCZ Lareiras.

3.6 LAREIRAS À GÁS

areira

Apesar do maior consumo, a lareira a gás tem atraído cada vez mais adeptos, devido a sua praticidade e simples manutenção. Além disso, a tecnologia tem se aprimorado muito na área, através de sistemas inteligentes de acendimento a desligamento automático.

O modelo tem um funcionamento semelhante ao de um fogão. As chamas são emitidas por queimadores alimentados por gás. Já que o modelo dispensa o uso de madeira, não há produção de cinzas que precisam ser limpas mais tarde.

Assim como a lareira convencional, estas precisa ser revestida com tijolos refratários para que a alvenaria suporte o calor. A não ser que seja uma lareira toda de ferro ou aço, que são vendidas com isolantes térmicos como lã de vidro em seu revestimento.

A instalação só requer um ponto de gás, que pode ser puxado da cozinha (e passar pelo rodapé), ou alimentação por botijão, que é escondido no projeto da lareira.

As tecnologias presentes no mercado permitem inúmeras novas funções. Alguns modelos de lareiras têm sistemas que regulam o quanto devem aquecer em função da temperatura do ambiente. Há modelos que interrompem o fornecimento de gás se detecta que a chama produzido apagou.

Quanto ao consumo, lareiras a gás consomem de 200g a 1,2 kg de gás no período de uma hora, oscilando entre os diversos modelos e fabricantes.

Outro dispositivo é o chamado "ODS", cuja função é medir o nível de oxigênio do ambiente consumido na queima de gás. Segundo Elimar Kroin, assistente comercial da Dometal, ele desliga a chama da lareira se o nível do oxigênio do ambiente cair pra menos de 18%.

Através da conexão de dutos à lareira este sistema pode aquecer outros ambientes. É necessário, portanto a instalação de turbinas que ajudem o ar a percorrer essas distâncias, isso devido à densidade do ar quente, que é menor que a de quando está frio, forçando-o a subir.

O recuperador de calor pode ser instalado em novos projetos ou adaptado a lareiras existentes. Também há duas opções de combustível: gás ou lenha. O consumo a gás é maior. "Um botijão de 13 kg duraria 32 horas", calcula Susana Fornero, proprietária da Calorarte, que importa recuperadores de calor da França.

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Gente, pode parecer estranho, pois em pleno verão eu fazendo uma postagem sobre lareiras, mas de repente me veio à mente uma dessas lareiras modernas, que faz parte do meu sonho de consumo, que ainda vou realizar, pois afinal de contas não é tão caro como parece e está bem próximo do bolso de um simples mortal de classe média.

Os modelos modernos estão um luxo e deixa a casa com um clima aconchegante e mesmo no verão sem fazer uso da mesma, valoriza a decoração.

E o mais legal é que os projetos hoje em dia servem para residências quanto para apartamentos, dando um ar sofisticado ao ambiente.

Segundo a arquiteta Glaucya Taraskevicius de Santo André, os brasileiros não possuem "a cultura do frio" e muitas das lareiras construídas acabam se tornando um adorno na residência, por isso a melhor opção é a lareira elétrica, que oferece praticidade na hora da limpeza. Eu acho super, hiper, mega lindo uma lareira numa sala da casa ou apartamento, acho que dá um toque de requinte em seu imóvel. Confiram os modelos lindíssimos e modernos dessas lareiras e quando chegar o inverno eu mostro muito mais!

Fonte: www.luxoseluxos.com.br

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O bom funcionamento de uma lareira depende de técnica e certos cuidados, garantindo que a fumaça não invada a sala e nem haja perda de calor, o que requer um projeto e um dimensionamento adequados.

O aquecimento deve ser compatível com o tamanho do ambiente e número médio de pessoas que a freqüentam. Porém, a temperatura final é determinada pela quantidade de lenha queimada, além da correta condução e lançamento, pela chaminé, para o exterior dos gases liberados na combustão.

A estrutura de uma lareira é composta por três partes fundamentais: caixa ou câmara de fogo, coifa ou caixa de fumaça, e duto ou chaminé. Cada qual desempenha funções específicas, mas interdependentes entre si.

Na caixa de fogo, o elemento principal é a chamada boca (a abertura da lareira para o ambiente), cujas dimensões (altura e largura) devem estar de acordo com as medidas do local onde será instalada. Mais para dentro da caixa de fogo, onde se deposita a lenha, um outro segredo: a parede de fundo inclinada. Sua função é empurrar as ondas de calor rumo ao piso do ambiente. Assim, o ar aquecido, que é mais leve e tende a subir, faz aumentar a temperatura do ambiente.

Logo acima da caixa de fogo, vem a coifa, com formato semelhante a um funil de cabeça para baixo. Ela capta a fumaça, ao mesmo tempo em que detém o ar frio que desce pela chaminé. Nessa etapa, é fundamental a garganta, uma abertura, regulável, cuja medida deve ser exatamente igual à área seccional do duto.

Coifa e chaminé, em especial, garantem um funcionamento limpo do sistema, no que concerne à fumaça e à fuligem. A finalidade da garganta da coifa é conduzir a fumaça para fora e impedir que o ar frio desça pela chaminé e incida sobre o fogo, espalhando fumaça e cinzas, daí a importância de um bom dimensionamento.

Fonte: www.construcaoereforma.com.br

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30 idéias de salas com lareira

O que há de mais aconchegante que uma lareira nas tardes e noites mais frias? A sala com lareira combina com o campo, a praia e a cidade. Ela é o cenário perfeito para reunir a família e os amigos: em torno do calor, o bate-papo fica mais animado, o vinho ganha um sabor diferente e até um simples cafezinho fica especial. Estas 30 idéias de ambientes trazem lareiras com diversos desenhos e revestimentos. Aqueça você também a sua casa! E se você já está pensando no cardápio para acompanhar as reuniões em volta da lareira, dê uma olhadinha na reportagem sobre maneiras irresistíveis de servir chocolate e receitas de dar água na boca.

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Neste apartamento, a lareira é ponto de reunião e meditação. Com a lenha acesa, acontecem saraus e mantras são entoados. O intimismo foi criado ao se aproximar da câmara de fogo uma mesa laqueada de 2,50 m de largura, que também serve de altar.

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Lugar perto da lareira não falta nesta sala de estar e receber. Na parede, placas assimétricas de madeira pintadas com tinta automotiva, criam um efeito gráfico, enquanto o frontão de mármore emoldura a abertura.

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A decoração clássica desta sala surgiu após a compra do frontão de mármore carrara estilo art déco, datado do século 19. Ele foi encaixado sobre a câmara de fogo que já existia e estava emoldurada em mármore nero marquina. Castiçais do século 18 e espelho estilo império completam o clima.

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Não só a lareira mereceu atenção, mas também a parede que a abriga. Ela recebeu tiras de couro do tipo sola branco, colados à alvenaria. No frontão, mármore travertino romano. A boca de 0,90 x 0,70 m aquece a área de estar de 90 m².

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A lareira pode ser instalada até num cantinho da sala, como neste projeto. O kit a gás é composto de uma espécie de bandeja instalada sobre uma estrutura de tijolos refratários, desenhada pelo decorador paulista Fernando Piva.

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Dois ambientes compartilham esta lareira a lenha, que ganhou um toque especial: o tom forte de amarelo

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Este projeto, mais sóbrio, exibe a boca da lareira no formato retangular (40 x 1,60 m), que acompanha bem espaços amplos. A estrutura de alvenaria foi revestida de granito preto, que, inclusive, percorre todo o piso da sala, salvo o detalhe branco, de mármore volakas.

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Se você acha que a fumaça sai pelo cone de inox no alto, se enganou – a peça é mero detalhe. O verdadeiro duto está dentro do caixote de alvenaria revestido de mármore calacata. A placa única da pedra teve de ser cortada para o transporte, mas não se vê a emenda, porque ela está exatamente atrás do trilho que segura a tela corrediça.


Nesta sala, ela é a estrela principal: a lareira giratória atende os dois ambientes sem complicações. Basta rodar o corpo principal antes de acender a lenha para definir a direção do calor. A idéia é engenhosa: um sistema interno de roldanas faz o tubo menor – preso à base de aço inox – girar dentro de outro, fixo na laje.

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A lareira entre as estantes repletas de livros convida a sentar e ficar. De alvenaria, o modelo pré-fabricado é revestido de madeira laqueada na parte de cima.

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Uma idéia diferente: velas, em vez de lenha. O concreto aparente pintado esconde o kit pré-fabricado e o duto que chega à alvenaria. Já o painel, também de concreto, fica afastado da parede 15 cm, dando leveza visual e espaço para embutir a iluminação.


Perfeita para a casa de campo, esta lareira, construída na obra, foi decorada com um tronco de itaúba, que remete às lareiras antigas. Partida em pedaços e assentada com cimento e areia sobre alvenaria, a pedra-ferro usada aqui não recebeu rejunte.

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Esta elegante sala merecia uma lareira a sua altura: linhas retas e mármores sobrepostos (verde verona e preto belga) compõem este modelo com estrutura pré-fabricada.

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O nicho (4,50 m de comprimento x 0,45 m de altura x 0,70 m de profundidade) abriga esta lareira a gás na parede. Ele recebeu argamassa com vermiculita, um isolante térmico. No fundo, há lâminas de pedra varvito.

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Lareira ou escultura? O olhar não sabe ao certo enquanto contempla as pedras vulcânicas incandescentes, visíveis tanto do living quanto da sala de jantar. Instalada numa base de alvenaria coberta com mármore crema marfil, a lareira fica entre os dois ambientes. Para proteger do fogo quem está à mesa, na lateral próxima à sala de jantar há um painel de vidro 20 mm.

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O corpo de concreto e os dutos de aço corten, com pintura eletrostática fosca, poderiam formar um conjunto pesado. Mas não aqui: a lareira, integrada ao ambiente, combina perfeitamente com os elementos da sala. Para não impedir a vista da área externa e garantir a leveza, o fundo dela foi vedado com vidro 20 mm

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Integrada à estante, a lareira ganha destaque com o painel de vidro acidato. Com o verso pintado de branco, ele foi preso à alvenaria com perfis metálicos. Uma moldura de MDF faz o acabamento. Já o macio tapete garante um lugar privilegiado quando a lareira está acesa.

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O revestimento de tijolinhos esconde a estrutura metálica original da lareira, que tinha chaminé aparente. O conjunto ficou mais leve com demãos de tinta látex acrílica fosca branca. A decoração com telas e detalhes em vermelho aquece ainda mais o ambiente.

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Neste projeto, a parede faz uma curva para salientar a lareira. Placas de cobre aplicadas nas laterais da caixa refletem o brilho do fogo. Até o interior mereceu revestimento especial: pedra sabão levigada (com polimento acetinado) oculta completamente os tijolos refratários da estrutura.

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Este projeto prova que detalhes caprichosos fazem a diferença. A caixa de fogo recebeu uma moldura em baixo-relevo, e um friso decora o frontão de mármore oásis gold, o mesmo revestimento usado na base. As luminárias embutidas em nichos nas paredes laterais reforçam o clima aconchegante.

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A ousada lareira em aço exibe bandeja e coifa com pintura automotiva. Como a ausência de paredes laterais diminui sua eficiência, a base é ampla e comporta bastante lenha, garantindo aquecimento ao espaço de 70 m².

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No frontão desta lareira havia uma pintura a óleo, que tinha de ser retirada toda vez que se acendia o fogo, para que não fosse danificada. A solução proposta foi a composição de adesivos na caixa de alvenaria: o dourado ilumina o preto e traz volume ao conjunto.

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A estante de alvenaria em torno da lareira dá um ar contemporâneo ao living. Nela, foram instalados os equipamentos de home theater. Revestido de placas retangulares de MDF, o móvel abriu espaço para quatro nichos, além da TV de plasma 32” e do aparelho de DVD – toda a fiação fica embutida. A base da lareira é de travertino navona, e o frontão, de aço escovado.

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Com o propósito de criar um clima invernal nesta sala de estar, optou-se por cores quentes e uma textura especial para o frontão da lareira, um estuque no tom do fogo com massas, óleos e vernizes. Uma grade de latão dá uma bossa à lareira, mesmo quando ela não está acesa.

Lareira
Inspirada num diamante lapidado, a lareira a gás, de 1,60 x 1,60 m, dispensa o uso de exaustor e lenha. A mesa ao fundo também merece atenção: encostada na parede serve tanto como aparador como pode receber bancos e virar mesa de refeições.

Lareira
A poderosa coifa entre a sala de estar e a de leitura serve como um divisor de ambientes. Ao redor do fogo, uma grande área de apoio em balanço expõe objetos e livros. Granito preto reveste a base da lareira, e a coifa é de chapa de aço, com pintura de alta temperatura.

Lareira
Aqui, a intenção foi imprimir um estilo mais clássico à sala de lareira, que abriga parte do acervo de obras de arte do morador. Sobre o frontão antigo de mármore carrara esculpido, um lugar de honra ficou reservado para uma pintura italiana do século 18. Moderna, a tela de proteção da lareira faz o contraponto.

Lareira
Esta lareira ocupa um local inusitado – o meio da estante de alvenaria branca. Outra atração é sua chapa metálica pintada de amarelo-ovo, que esconde a coifa e forma um colchão de ar que é aquecido quando a lareira está ligada. O ar quente sai pela fresta da chapa e também leva calor para o ambiente.

3.7 MODELOS PRÉ FABRICADOS

Lareira

A maioria dos profissionais prefere usar kits pré-fabricados projetados para evitar problemas comuns em lareiras fabricadas artesanalmente, como erros funcionais e de execução.

Os kits pré-fabricados são instalados durante a construção ou a reforma. Podem ser de concreto refratário (materiais incombustíveis, condutores e armazenadores de calor) ou chapa de aço. A diferença está no preço e na montagem. As de concreto custam menos e precisam ser assentadas peça a peça com massa refratária, e as de chapa de aço, mais leves, vêm com estrutura metálica pronta. Nesse caso as paredes não são quebradas, bastando encostar o kit no canto escolhido e furar o teto para a passagem do duto.

Lareira

Em termos de resultado, ambas se equiparam. A diferença é que a aparente, por não ser coberta pela alvenaria, esquenta e esfria com maior velocidade. Vale citar que o aço recebe tratamento para isolação térmica, com resinas e até camadas internas de lã de vidro, a fim de evitar que os usuários se queimem.

O pedreiro que executará a obra não precisa ter grandes conhecimentos a respeito da construção de lareira, uma que o kit corresponde à parte interna da mesma, ficando a critério do cliente apenas o acabamento externo.

3.8 SALAMANDRAS

Salamandras

Trata-se de um aparelho de preços e modelos bastante variados, dando ao seu projetista, portanto, grande capacidade de criação. Como seu tamanho costuma ser maior que os de ferro fundido convencionais, permite a colocação de toras de lenha maiores. Apesar de costumar ter um grande período de vida útil, possui grande facilidade em sua reparação, uma vez que são facilmente removíveis.

Podem usar como combustíveis, lenha, gás ou até mesmo diesel.

Lareira

Lareira
A lareira é parte integrante do imóvel e a parede original foi nivelada com massa corrida para receber o acabamento em placas de travertino romano bruto (Lesec) intercaladas por frisos de 1x1 cm. Uma peça de latão com tela de ferro impede que possíveis fagulhas cheguem ao chão.

Lareira
O frontão de peroba de demolição (Móveis Tretel) é composto por tábuas de 1 m de extensão e 2 cm de espessura, passando a impressão de que a lareira está embutida na parede.

Lareira
A arquiteta Renée Sbrana reformou esta lareira. Ela fica em uma parede chanfrada e tem frontão de MDF da mesma cor. A cantoneira de inox ao redor da boca (70 x 50 cm) protege o frontão do fogo. A TV de plasma fica a uma distância segura do calor do fogo. No piso, tinta epóxi para facilitar a limpeza das cinzas.

Lareira
O arquiteto carioca José Ripper Kós optou por um modelo pré-moldado e ergueu uma caixa de alvenaria à sua volta. "O kit sai mais barato e evita problemas", afirma. Usada como divisória entre a sala de jantar e a de estar, a peça se destaca pela chaminé de inox

Fonte: casa.abril.com.br

Lareira

Lareira de Canto Pequena

Lareira

Feita em concreto refratário, totalmente revestida em plaquetas refratárias em sua parte interna;

De fácil montagem, adaptável aos tubos galvanizados de 8 polegadas para preparação da parte interna da chaminé

Pode ser disposta em qualquer canto;

Aconselhável para ambientes de dimensões mais restritas;

Pode ser revestida com massa, pedras, tijolos etc;

Aconselha-se o uso de massa refratária para a união das peças;

Faz parte do kit a válvula de regulagem de calorias;

Parte superior da boca em arco (colonial) ou reta.

Lareira

Lareira de Canto Grande

Lareira

Feita em concreto refratário, totalmente revestida em plaquetas refratárias em sua parte interna;

Fácil montagem, adaptável aos tubos galvanizados de 9 polegadas para preparação da parte interna da chaminé;

Pode ser disposta em qualquer canto;

Aconselhável para ambientes de dimensões mais amplas;

Pode ser revestida com massa, pedras, tijolos, etc.;

Aconselha-se o uso de massa refratária para a união das peças;

Faz parte do kit a válvula de regulagem de calorias;

Parte superior da boca em arco (colonial) ou reta.

Lareira

Lareira de Parede Pequena

Lareira

Feita em concreto refratário, totalmente revestida em plaquetas refratárias em sua parte interna;

De fácil montagem, adaptável aos tubos galvanizados de 8 polegadas para preparação da parte interna da chaminé;

Pode ser disposta em qualquer parede;

Aconselhável para ambientes de dimensões mais restritas;

Pode ser revestida com massa, pedras, tijolos, etc.;

Aconselha-se o uso de massa refratária para a união das peças;

Faz parte do kit a válvula de regulagem de calorias;

Parte superior da boca em arco (colonial) ou reta.

Lareira

Lareira de Parede Grande

Lareira

Feita em concreto refratário, totalmente revestida em plaquetas refratárias em sua parte interna;

De fácil montagem, adaptável aos tubos galvanizados de 8 polegadas para preparação da parte interna da chaminé.

Pode ser disposta em qualquer parede;

Aconselhável para ambientes de dimensões mais amplas;

Pode ser revestida com massa, pedras, tijolos, etc.;

Aconselha-se o uso de massa refratária para a união das peças;

Faz parte do kit a válvula de regulagem de calorias;

Parte superior da boca em arco (colonial) ou reta.

Lareira

Fonte: www.ceramicaforte.com.br

Lareira

Uma lareira é uma estrutura doméstica presente em muitas casas, onde se pode acender um fogo. Consiste num espaço revestido de materiais não-inflamáveis como pedra e tijolo, para se queimar a madeira, e numa chaminé que deixa o fumo e outras partículas sair. Era utilizada para aquecer, cozinhar e iluminar nas antigas habitações, mas hoje em dia é usada principalmente como decoração, ou para aquecer as casas no Inverno. Outrora uma parte essencial de um lar, hoje só algumas casas têm lareira.

Lareira
Uma lareira com madeira a arder

Um conjunto de outros acessórios podem acompanhar as lareiras. Nestes contam-se os seguintes: portas frontais para proteger de faíscas, os cachorros (barras de ferro que suportam a madeira), uma tenaz para mover os troncos em chamas, uma vassoura e uma pá para varrer cinzas, um fole ou abanador para reavivar as chamas, luvas resistentes ao calor, fósforos e acendalhas.

Lareira
Lareira elegante

Em sítios com climas agrestes, ou nas estações frias do ano, a lareira ainda prevalece como centro de um lar - sobrevivendo à televisão. Nestas circunstâncias as pessoas concentram-se em seu redor para conversar ou realizar outras atividades de uma forma mais íntima, desfrutando do calor e do ambiente acolhedor que a luz de uma lareira cria.

Atualmente, com as modernas lareiras, mais conhecidas por recuperadores de calor, obtém-se rendimentos muito superiores ás lareiras tradicionais. A segurança contra incêndios neste tipo de lareiras, é grande devido à protecção da chama com um porta em vidro.

Um recuperador de calor pode ser usado para aquecer outras divisões alem da sala do próprio aparelho. Se for usado ar exterior alem de aquecer, pode-se ventilar e renovar o ar das moradias.

A chaminé é também um elemento importante na boa execução de uma lareira

Fonte: pt.wikipedia.org

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3.9 ACABAMENTOS

Lareira

O visual que se quer dar à lareira depende da concepção do projeto. Os revestimentos que podem ser usados são muito variados. Se o estilo pretendido for mais rústico, prevalece o uso de tijolo aparente ou madeira. Para os projetos mais sofisticados, o mármore é mais indicado. Entre os mais utilizados estão o travertino e o crema marfim. Outra possibilidade mais econômica é o uso de alvenaria com pintura. A cor da lareira pode ser definida na própria massa ou até fazer uso de cores que imitam madeiras no acabamento, como cerejeira, jatobá, mogno e ipê.

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Independentemente do acabamento utilizado na parte externa o interior da lareira deve ser revestido por material refratário, que possa resistir a temperaturas elevadas. Alguns profissionais recomendam ainda uso de isolante térmico entre a alvenaria e o revestimento.

3.10 recuperador de CALOR

O espaço interno do revestimento com a parte superior do recuperador, formam a câmara de aquecimento, que por convecção natural e por intermédio de dutos, componentes e grelhas reguláveis, levam para outros ambientes da moradia, o calor obtido no ambiente da lareira.

Após aquecido, o recuperador consome cerca de um quilo de lenha por hora de calor, em função do controle do acesso de ar frio, regulando a queima da lenha e conseqüentemente a densidade da chama.

Há casos em que um recuperador não funciona como uma boa solução de distribuição calorífica, especialmente em habitações onde não há um bom isolamento térmico. No entanto, por mais que a distribuição não seja ideal, recomenda-se ainda assim fazer esta ligação, pois este aquecimento contribui para a renovação do ar na moradia, além de evitar problemas de umidade e mofo.

Se o recuperador estiver ligado a muitos compartimentos corre-se o risco de não se ter calor em nenhuma das divisões em tempo útil. Ou seja, se um recuperador de bom rendimento estiver ligado a duas ou três divisões logo acima do recuperador (no 1º andar) o seu aquecimento será rápido, em cerca de uma a três horas. Se as divisões a aquecer estiverem localizadas a mais de 10 metros de distância (em tubo) ou mesmo no 1º andar a grande distância, o tempo de aquecimento poderá ser de mais de três e em casos só ao fim de trinta ou mais horas se nota o aquecimento global da casa.

Seja como for, no ambiente onde a lareira estiver inserida o calor distribui-se rapidamente, exceto se suas dimensões forem exageradas, se tiver um pé direito além do convencional ou se tiver ligação direta com o hall das escadas.

Características:

Construção em caixa dupla para aquecimento por radiação e convecção.

Interior em aço inox refratário e revestimento de vermiculite para maximizar a temperatura na câmara de combustão.

Pré-aquecimento do ar de combustão assistido por ventilador, combinados com a alta temperatura da câmara de combustão, oferecem:

Redução de emissões de monóxido de carbono.

Grande redução de depósitos de alcatrão no vidro, no recuperador e na chaminé.

Mais rendimento com menos consumo de lenha.

Um ventilador silencioso colocado na retaguarda do recuperador, aumenta o fluxo e a transferência de calor enquanto promove o pré-aquecimento do ar de combustão.

Esquema de um Recuperador de Calor:

Sua fabricação é feita em aço robusto (espessura média de 4mm) resistente à corrosão (1). Os componentes em contato direto com o fogo são fabricados em aço inoxidável refratário (2), tijolos refratários ou vermiculite (3).

Possui um rendimento médio de mais de 70% do calor que por norma se perde pela chaminé. Utilizando uma caixa dupla soldada, a estrutura do recuperador permite direcionar o calor até os cantos mais recônditos do ambiente (4). O largo painel de vidro, resistente ao calor, aquece toda a área frontal do recuperador (5). O conjunto conta ainda com um sistema para a eliminação de fumaça, mantendo o vidro limpo (6 e 7).

O modelo possui um sistema de ventiladores tangenciais colocados na retaguarda (8). A sua regulação é feita por um termostato e o seu controle é feito por um interruptor camuflado.

O uso de recuperadores de calor reduz a emissão de carbono no meio garantindo ainda grande potencia calorífica e baixo consumo de lenha.

Lareira

Cortes Esquemáticos de um Recuperador de Calor

Lareira

Algumas das vantagens de uma lareira equipada com um recuperador de calor são:

Eliminação de certos inconvenientes de uma lareira a "fogo aberto" (tradicional), tais como: retorno de fumaça, faíscas, cinzas, cheiro de queimado, vigilância constante, contato direto com o fogo, combustão incontrolável, baixo rendimento calorífico, etc;

Aquecimento por convecção;

Autonomia de até 10 horas;

Redução do consumo de combustível (lenha ou gás) em até 60%;

Aproveitamento do ar quente para aquecimento de outros ambientes, através de dutos.

3.11 LENHA

O tipo de lenha que se utiliza também é importante. Um cuidado a ter é o de nunca utilizar lenha verde. Liberta mais fumo, cheiros desagradáveis, provoca a acumulação de creosoto em demasia e liberta resina. Esta acumula-se na chaminé e, como se sabe, é extremamente combustível.

A lenha seca de azinho, sobreiro, oliveira ou carvalho é a mais recomendada. A lenha de pinho pode também ser utilizada mas arde muito mais depressa. A lenha de figueira, essa arde ainda mais depressa que a de pinho.

3.12 Dicas e Cuidados Especiais

Em lareiras à lenha, deve-se sempre deixar o regulador de ar frio todo aberto quando a lareira é acesa, a única hora em que ela faz fumaça. Quando a brasa começar a se formar, deve-se fechar lentamente o regulador e só deixar uma fresta aberta, para o ar frio não entrar.

Lareiras à lenha devem ser acesas com gravetos ou jornal com álcool ou acendedores de lareira. Jamais com derivados do petróleo, que podem causar explosões.

Não se utiliza água para apagar o fogo em lareiras à lenha. Ele deve se apagar sozinho. As cinzas só devem ser removidas (com escovas especiais) no dia seguinte, quando as brasas já apagaram.

Não é indicado deixar crianças e produtos inflamáveis perto de lareiras.

Após longo período sem utilização, é aconselhável verificar se a chaminé está livre antes de acender a lareira a lenha. É comum surgirem gravetos ou ninhos nas chaminés.

Lareiras a gás não podem ser deslocadas, pois pode provocar vazamentos.

Toda lareira precisa de limpeza no seu interior - nas paredes e na coifa - após mil horas de uso, em média. Os fabricantes dispõem de serviços especializados.

A parede do fundo da lareira deve ser inclinada em 45º para frente para que o ar quente entre no ambiente e a fumaça suba pela chaminé.

Fonte: www.arq.ufsc.br

Lareira

Lareira

Quem é que já não sonhou em aproveitar o inverno em um clima bem aconchegante ao lado de uma lareira? Juiz de Fora não está localizada na região sul do país, mas o frio aqui quando resolve aparecer, não há casaco que aguente! E "convenhamos", não é difícil concordar que uma casa com lareira faz parte do sonho de muita gente, não é mesmo?

Mas acredite, para esta aquisição deixar de ser um sonho e passar a fazer parte da sua casa pode ser necessário muito menos do que você imagina. Selecionamos algumas informações básicas que você precisa saber antes de construir uma lareira em casa desde os acessórios necessários até as dicas de como ela pode ser feita. O arquiteto Hermanes Abreu colaborou com a gente, confira!

O clima vai esquentar!

Lareira

As lareiras são geralmente indicadas para compor salas ou quartos. Segundo Hermanes Abreu, antes de instalá-las alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro deles é que a lareira não deve, em hipótese alguma, expulsar os gases (fumaça) para dentro do ambiente. O equipamento deve possuir o registro para regular a tiragem e impedir que o ar frio entre no local, quando a lareira não estiver acesa.

Não por acaso, a maioria dos profissionais da área acaba preferindo usar kits pré-fabricados projetados para evitar esses tipos de problemas, já que a lareira quando é feita artesanalmente, está mais sujeita a erros funcionais e de execução.

Os kits pré-fabricados são instalados durante a construção ou a reforma. Podem ser de concreto refratário (materiais incombustíveis, condutores e armazenadores de calor) ou chapa de aço. A diferença está no preço e na montagem. As de concreto custam menos e precisam ser assentadas peça a peça com massa refratária, e as de chapa de aço, mais leves, vêm com estrutura metálica pronta.

Ambos os kits devem ter uma câmara de fogo (local onde se coloca a lenha) com plaquetas refratárias e fundo levemente inclinado para frente, o que irá garantir que o calor seja direcionado para o ambiente e não escape pela chaminé.

Um toque de requinte em seu imóvel!

Lareira  

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Lareira

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Equipamentos prontos como as lareiras metálicas são uma boa opção para quem não quer saber de reforma. Só requer um furo na laje para o duto de saída de fumaça. Esses modelos têm alta performance de aquecimento, pois também irradiam calor pelo metal. Porém em contrapartida, esfriam rapidamente, não se obtendo assim, uma atmosfera homogeneamente aquecida.

Conforto e praticidade!

Lareira

Para quem ainda está em dúvida sobre o modelo da lareira, o arquiteto Hermanes Abreu aconselha: modelos a gás ou elétricos são os mais práticos. Não fazem sujeira. Os módulos de cerâmica refratária a gás podem ter labaredas ou queimadores com chama pequena e restrita ao queimador. Para segurança, o arquiteto recomenda adquirir equipamentos com dispositivos que cortam o fluxo de gás na ausência de fogo.

Sem precisar de chaminé, os modelos elétricos são semelhantes aos de gás, só que mais artificiais, pois não há fogo. Eles funcionam como aquecedores, pedindo uma tomada dentro da lareira. O calor é produzido por resistência e transmitido para o ambiente por uma ventoinha que sopra o ar quente. Tem aquecimento menor do que o de lareiras a lenha ou a gás.

Uma das vantagens do uso de lareiras pré-fabricadas, além do baixo custo, é a liberdade na escolha do revestimento. Para seguir uma linha mais sofisticada os mármores são os mais recomendados, já os ambientes mais rústicos permitem o uso de pedras assentadas em lascas e até mesmo tijolos de demolição.

Seja qual for o tipo e o revestimento o importante é que sejam tomados os devidos cuidados na hora da escolha e instalação da lareira. Um profissional capacitado na área é indicado para auxiliar na especificação dos materiais e acabamentos, garantindo assim a qualidade, o conforto e segurança necessários para somente colocar a lenha e acender a lareira.

Entendendo uma lareira!



A lareira é composta basicamente de três partes:

1. caixa ou câmara de fogo (as dimensões da caixa devem estar de acordo com as medidas do local onde será instalada)

2. coifa ou caixa de fumaça (responsável pela captação da fumaça e para deter o ar frio que desce pela chaminé e pode espalhar fumaça e cinzas)

3. Duto ou chaminé

Aquisição!

Você pode contratar um pedreiro para construir a sua lareira ou comprar um modelo pronto pré-fabricado. Dentre os modelos disponíveis para compra é possível escolher entre o modelo tradicional, que deve ser revestida com alvenaria, e os modelos de uso aparente.

Se a escolha for pelo último tipo é preciso quebrar as paredes encostar o kit no canto escolhido e furar o teto para a passagem do duto. Este tipo de lareira, por não ser coberta de alvenaria esquenta e esfria com mais rapidez. Você pode optar também por uma lareira a gás que é bem fácil de acender e não produz a sujeira causada pela queima da madeira.

O preço das lareiras é variável, partindo de R$ 480 o kit para a versão álcool gel; R$ 620 para o sistema a gás e R$ 650 para o kit elétrico. Existem ainda solução para apartamentos ou ambientes pequenos: as salamandras. Confeccionadas em ferro, aquecem a carvão e podem ser encontradas a partir de R$ 240. E independente do valor de sua lareira ela vai valorizar o seu imóvel. Afinal quem é que não quer uma lareira em casa?

Acessórios para lareira!

E não dá para se pensar em lareira, sem falar nos acessórios como conjuntos de limpeza, telas de proteção, cestos porta lenha e grelhas internas

Lareira

A alvenaria substituiu os graúdos blocos de pedra antigamente utilizados nas lareiras. Além da alternativa de se contratar um pedreiro para construí-la, há modelos pré-fabricados à venda na forma de kits e em medidas padronizadas.

Geralmente confeccionadas em aço galvanizado, pintado de preto, as lareiras pré-fabricadas são encontradas em duas versões: a tradicional, para ser revestida com alvenaria, e a de uso aparente. Nesse caso as paredes não são quebradas, bastando encostar o kit no canto escolhido e furar o teto para a passagem do duto.

Vale citar que o aço recebe tratamento para isolação térmica, com resinas e até camadas internas de lã de vidro, a fim de evitar que os usuários se queimem. Quanto às dimensões, o mercado acabou por estabelecer algumas medidas de referência, como a relação entre a boca da lareira e o ambiente. O mais usual é encontrá-las para ambientes a partir de 100m³, para as quais se recomendam bocas de largura de 70cm por altura de 60cm, até ambientes com mais de 400m³, com bocas de 130 por 85cm.

Fonte: www.piscinaesossego.com.br

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