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Lustres

Decore com o charme da iluminação. Saiba em que tipos de ambientes são adequados e qual o mais indicado para sua casa.

Eles sobreviveram mesmo com a onda dos tetos rebaixados e da iluminação calculada e em pontos. Os lustres, independente do estilo, continuam em alta e cada vez mais ousados.

Jogue fora aquele "globo" velho se você quer estar em dia com a moda! Toda casa, por mais simples que seja, cabe um toque de decoração vindo da iluminação.

Isso quer dizer não só que eles estão acessíveis aos bolsos "magros" e "gordos", como também, que cada vez mais, combinam com diferentes ambientes.

Engana-se quem pensa que só casa de "pompa" merece uma lustre. Ou então que para realizar aquele sonho de colocar o lustre de cristal na sala é preciso remodelar todos os móveis para combinar com o clássico do modelo.

De acordo com Neide Lawall, que trabalha no ramo há mais de 20 anos, essa idéia de tudo "combinadinho" já passou. Nada impede que uma mesa moderna, de acrílico, por exemplo, faça parte do mesmo ambiente de um lustre clássico.

Aliás, as próprias peças estão mesclando materiais e formas. "Os lustres de cristal voltaram com tudo, mas estão com uma nova releitura. O material considerado chique, acaba ganhando formas mais modernas", explica Neide.

Lustres

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Os cristais também ganharam cores. E seguem a mesma (não) regra já citada. Não precisam combinar com cores de tapetes, arranjos de cima da mesa. Pelo menos, não necessariamente, porque se essa opção for o palpite de quem monta a casa, também não há problema em brincar com os detalhes.

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Tirando dúvidas

Na hora de comprar seu lustre, não esqueça de lembrar do espaço que você tem disponível em casa. O tamanho do acessório de iluminação deve ser diretamente proporcional. Ou seja, nada de escolher aquele modelo cheio de penduricalhos se a sua sala é pequena.

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Essa dica aliás, explica outra. Para cômodos como quartos, corredores e banheiros, que tendem a ser os menores da casa, a iluminação indicada é o do tipo plafon - aquelas luminárias que ficam mais coladas no teto.

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"Hoje em dia dá pra criar muito em cima de qualquer plafon. Eles são variados e os clientes podem contar com uma infinidade de opções", diz Neide.

Lustres

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Para quem gostou daquele lustre mais comprido na loja, a dica é que ele seja usado em posições acima de mesas. E a altura mínima que ele deve ficar do móvel é de, aproximadamente, um metro.

Fonte: www.acessa.com

Lustres

Parece um simples objeto sem muita importância, mas eles estão de volta com força total.

Lustres

Ao longo dos últimos anos, a moda foi construções com tetos rebaixados e iluminação projetada, entretanto, os lustres continuam em alta com designers ousados, mas acessíveis a todos os bolsos e gostos, além de combinarem com diferentes ambientes como a sala de estar, jantar, escritório, seja na casa da cidade, de campo ou no litoral.

Depois dos spots, que viraram febre na década de 90, os lustres voltaram com tudo por suas formas deslumbrantes. Eles carregam uma aura de magia, que vai além da história, e, muitas vezes, atravessa séculos. O encanto por essa peça decorativa, que pode ser vista também como peça artística, fez com que a Startec, empresa especializada em iluminação, investisse maciçamente em lustres que vão iluminar com qualidade e decorar a casa, com diversos modelos, tamanhos, cores etc.

Fonte: www.sosni.com.br

Lustres

Astro de luz própria

Um belo lustre pode reinar nos ambientes. Saiba como.

Lustres

Eles são lindos e dominam os ambientes onde são colocados. Eles são os lustres: chamam atenção para si - se essa for a proposta - e conferem requinte e beleza, valorizando o espaço que os recebe. "Como o lustre é escultórico ele irá evidenciar o local onde for colocado. Na sala de jantar seu lugar é cativo, mas ele pode enveredar pelos quartos, lateral de sofá, em ambientes com pé direito alto, entre outros espaços", ressalta a decoradora Martha Ornelas.

Martha constata que hoje há grande liberdade de criação por parte dos designers, o que permite ousar na colocação de lustres em locais pouco usuais. “Isso cria um diferencial ao projeto, embora se deva usar o bom senso”, diz.

Ela acrescenta que há dois caminhos: "o ambiente seguir o estilo do lustre, ou o lustre ser o elemento diferencial do ambiente. Tome como exemplo um ambiente contemporâneo. Um lustre de cristal antigo valorizará e fará o diferencial nesse espaço".

Se sentiu tentado a aderir ao lustre? Antes de escolher, pergunte-se qual o estilo que quer para o ambiente: sobrio, ousado, moderno. As dimensões do ambiente e o local do lustre é que determinarão seu tamanho e a potência de sua iluminação.

Pela casa

"Um lustre pode ser colocado no quarto desde que tenha iluminação indireta, e que seja sempre proporcional ao ambiente. Não se deve ter um lustre imenso no quarto", ensina a decoradora Denise Freitas Spano.

Se for para ser o destaque do ambiente, a decoração ao redor deve ser adequada a ele, para que a arrumação fique equilibrada. "Estou fazendo um projeto onde um lustre alemão, que é de família, será o centro do projeto. Tudo vai girar em torno dele", conta Denise.

A designer de interiores Adriana Baccari orienta que na sala de jantar, um efeito de luz mais suave é o ideal. O modelo do pendente deve levar em conta o estilo da sua casa. "Ele tem que estar no mínimo 70cm acima da mesa para que a luz não incida nos olhos das pessoas", observa.

Lustres

Antes de escolher

O uso de lustres na iluminação de um ambiente depende do objetivo e características do Projeto. Por exemplo, se for um ambiente de home theater, a iluminação não pode causar ofuscamento da tela do televisor e da visão do usuário

Se o ambiente for um restaurante, a iluminação pode também ter como objetivo um fator decorativo, sendo complemento do tema da ambientação. Desta maneira, a escolha do lustre quanto a forma, o design, o material, o tipo de lâmpada a ser utilizada e outros fatores, são orientados pelo objetivo da proposta

O lustre não é uma peça aplicável em todos os projetos, mas tem sua função. É claro que em alguns casos, o decorativo é mais aparente, mas a sua função não é descartada. Os maiores exemplos são os lustres com velas, que têm forte característica decorativa, mas também tem a função de gerar uma iluminação quente, aconchegante e diferenciada

Planejando a iluminação canto por canto

A designer de interiores Adriana Baccari, afirma que a luz é uma ferramenta capaz de influir de forma determinante num ambiente, podendo fazer com que ele se torne sombrio, estimulante, aconchegante ou até desagradável. "Mas pensar em iluminação adequada é pensar na máxima utilização da iluminação natural. Na ausência da mesma, a iluminação deve unir luminosidade e interesse visual, sem tentar reproduzir a luz do dia", salienta.

O bom senso deve prevalecer, sempre. A designer de interiores Stella Maris Pires, acrescenta que, sempre que possível, a iluminação deve ser feita por light designers - profissionais especializados em iluminação - que vão dar o tratamento adequado para cada cômodo da casa.

A decoradora Martha Ornelas dá dicas de iluminação para cada cômodo da casa. "Nos quartos vale usar um plafon ou uma iluminação indireta no centro do ambiente, que pode fazer a iluminação geral. Para a leitura pode-se usar abajures, arandelas ou spots. Perto dos armários e na circulação opte por uma iluminação periférica usando spots. No closet a iluminação deve estar próxima às prateleiras e ao varão", detalha.

Nas cozinhas, ilumine bem os planos de trabalho com as luminárias colocadas por cima das bancadas. "No teto plafons, calhas externas com lâmpadas fluorescentes farão a iluminação geral. Na bancada, a iluminação é frontal podendo-se usar arandelas nas paredes laterais ou frontal", diz.

Os banheiros devem ganhar lâmpadas dicróicas no teto, o que vai criar um efeito especial nos espelhos. Lâmpadas fluorescentes compactas fazem a iluminação geral. No boxe deve-se usar a lâmpada PAR 20.

Marcella Andrade

Fonte: www.vrum.com.br

Lustres

Lustres

Diâmetro: 106.5cm
Altura: 106.5cm
Lâmpadas: 32
Acabamento: banho de ouro 24K
Peso: 75kg

Lustres

Diâmetro: 1.21cm
Altura: 60cm
Lâmpadas : 21
Acabamento: banho de ouro 24k
Peso: 23 kg

Lustres

Diâmetro: 66cm
Altura: 76cm
Lâmpadas: 18
Acabamento: banho de ouro 24K
Peso: 14 kg

Lustres

Diâmetro: 66cm
Altura: 76cm
Lâmpadas: 18
Acabamento: cromado
Peso: 14 kg

Lustres

Diâmetro: 84cm
Altura: 99cm
Lâmpadas: 9
Acabamento: banho de ouro envelhecido
Peso: 17kg

Lustres

Diâmetro: 40.5cm
Altura: 71cm
Lâmpadas: 8
Acabamento: cromado
Peso: 8kg

Lustres

Diâmetro: 40.5cm
Altura: 71cm
Lâmpadas: 8
Acabamento: banho de ouro 24K
Peso: 8kg

Lustres

Diâmetro: 66cm
Altura: 79cm
Lâmpadas: 15
Acabamento: cromado
Peso: 22kg

Lustres

Diâmetro: 76cm
Altura: 81cm
Lâmpadas: 15
Acabamento: banho de ouro 24K
Peso: 37kg

Lustres

Diâmetro: 61cm
Altura: 61cm
Lâmpadas: 12
Acabamento: banho de ouro 24K
Peso: 15Kg

Lustres

Diâmetro: 61cm
Altura: 61cm
Lâmpadas: 12
Acabamento: cromado
Peso: 15Kg

Lustres

Diâmetro: 61cm
Altura: 76cm
Lâmpadas: 12
Acabamento: cromado

Lustres

Diâmetro: 71cm
Altura: 81cm
Lâmpadas: 12
Acabamento: banho de ouro francês
Peso: 16kg

Lustres

Diâmetro: 76cm
Altura:40.5cm
Lâmpadas:16
Acabamento: banho de ouro 24K
Peso:15kg

Lustres

Diâmetro: 76cm
Altura: 40.5cm
Lâmpadas: 16
Acabamento: cromado
Peso: 15kg

Lustres

Diâmetro: 61cm
Altura: 76cm
Lâmpadas: 6
Acabamento: banho de ouro francês ou cromado antigo
Peso: 12kg

Lustres

Diâmetro: 61cm
Altura: 76cm
Lâmpadas: 12
Acabamento: cromado
Peso: 14kg

Lustres

Diâmetro: 61cm
Altura: 76cm
Lâmpadas: 12
Acabamento: banho de ouro 24K
Peso: 14kg

Lustres

Diâmetro: 56 cm
Altura: 76cm
Lâmpadas: 9
Acabamento: cromado
Peso: 17kg

Fonte: www.tanialustres.com.br

Lustres

O rococó marcou um peculiar estilo de vida que sublimou particularmente a pieguice feminina. A propensão influiu em todas as artes, e mesmo nos aparelhos de iluminação, revelando uma certa sensualidade feita de brandas inspirações, airosidade de temas e garrida delicadeza das formas.

Os lustres não subtraíram-se ao pendor do naturalismo, à harmoniosidade das líneas, a materiais garbosos e , quando possível, a uma suave policromia.

No início do século as preferências convergiam sobre o assimétrico “rocaille”, fundido em bronze dourado. O lustre, amiúde, enfatizava as líneas côncavas da concha marinha ou expressava-se através de cestos floridos. Os braços sinuosos projetando-se com arrevesados entrelaçamentos.

Lustres
O lustre inspira-se à concha marinha num complicado entrelaçamento de braços e enfeites. Obra de Johann Augustro Nahl, 1.745

Lustres
Também de bronze dourado, este lustre mostra um intricado emaranhamento de braços e elementos ornamentais. Biblioewta Mazarine, Paris.

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Gravura sobre cobre, obra de Hoppenhaupt Johann Michael, mestre do rococó prussiano. Musse de Cluny, Paris.

A primeira impressão é a que fica

O LUSTRE É UMA DAS PRINCIPAIS PEÇAS NA DECORAÇÃO de um ambiente. É ele quem traz a luz, deixando-o aconchegante ou bem iluminado, conforme a necessidade do espaço. O estilo do lustre define um pouco o perfil de quem o escolheu.

Costumo dizer que a compra de um lustre é definida pelo amor à peça. Pode começar com uma paquera, que em alguns casos leva até anos, ou ser aquela típica paixão arrebatadora que a pessoa vê e compra na hora.

Lustres

Desde os mais velhos tempos, lustre é símbolo de status. Apenas reis e nobres conseguiam ter peças importantes, que eram feitas sob encomenda. Isso antes mesmo do surgimento da energia elétrica. No passado, os lustres eram “acendidos e ascendidos”. Primeiro abaixava-se o lustre, acendiam-se as velas ou o gás e depois ele era erguido para o teto novamente. Outra grande diferença era o pé-direito altíssimo dos castelos, o que permitia ter peças com até 3 metros de altura.

Imagine só um lustre dessa altura, quantas mangas e pingentes de cristal, o requinte que era! Hoje é preciso ter um espaço muito especial para comportar uma peça dessas, que é de uma raridade e ousadia total.

No começo do século XX até o fim dos anos 1970, os lustres eram uma verdadeira febre entre a elite brasileira. Cada família disputava uma peça mais importante que a outra. E para completar, os lustres estavam por todo lugar: na sala de jantar, sala de estar, no hall de entrada, no quarto e até nos banheiros as luminárias eram especiais. Não era raro aparecer uma família atrás de uma peça ainda mais poderosa que a do vizinho. Era uma verdadeira guerra!

Nos anos 80 surgiu a febre dos spots de luz. Todo mundo começou a deixar os lustres de lado para se adaptar ao ritmo de vida do final do século, com os novos apartamentos cada vez com tetos mais baixos. Naquela época, ser moderno era ter spots.

Hoje a procura por lustres antigos voltou a crescer, por vários motivos. Em primeiro lugar, existe um clima de “saudosismo”, as pessoas querem resgatar o passado, a história, a tradição. A decoração totalmente branca começa a se tornar asséptica demais. Os apartamentos voltam a ter o pé-direito mais alto, os “lofts” ganham espaço no mercado. Outro dia, um decorador comentou comigo: “hoje não tem nada mais moderno do que ter um lustre antigo”. E é verdade, o espírito é esse. Hoje é bacana ter um lustre de cristal Baccarat de 1m de largura por 1m de altura no meio da sala ao lado de uma tela de plasma e uma escultura modernista, por exemplo. O século XXI dá mais liberdade para criar e combinar.

Também existem aqueles que gostam do estilo clássico e recriam ambientes inspirados no dia-a-dia das tradicionais famílias do século XIX, que foi o que a dupla José Antonio de Castro Bernardes e Lourdinha Siqueira apresentou na Casa Cor São Paulo 2004. O espaço deles teve parede em tecido, louças raras em porcelana expostas, com um lustre original francês Baccarat do século XIX, com detalhes em pedras esmeralda.

A única regra na hora de escolher o lustre é prestar atenção à proporção dos objetos. De resto vale tudo. A decoradora, Neza César, por exemplo, uma vez usou um lustre francês de cristal Baccarat do século XIX, perto de uma janela. No final do dia, a luz do sol incidia sobre os cristais e se formavam vários prismas no ambiente. Um verdadeiro espetáculo. O lustre tem também essa função: ele traz a luz e através dele purifica as energias do ambiente, com a ajuda dos cristais.

Todo hall de hotel tem um lustre? Não, mas deveria. O lustre é o primeiro objeto a ser notado ao entrar no ambiente. Se for uma peça imponente, a boa impressão fica desde o primeiro momento.

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Entrada

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O Pórtico de Entrada era um espaço muito usado no passado, para receber o visitante, antes mesmo do hall de entrada. O ambiente foi criado em tons escuros, com paredes marrons, e a luz brilha através de um lustre francês do século XIX, pendurado a uma altura de 2,20 do chão. O teto, onde ele foi colocado, é em desnível, começando a uma altura de 4m e terminando por volta dos 3,5m. O destaque aqui vai para o contraste entre a luminária do século XIX em cristal e bronze com a moderna chaise.

Sala de jantar

Lustres

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A dupla escolheu um lustre poderosíssimo: do século XIX, feito em bronze e rico em detalhes e pingentes em cristal Baccarat, um dos mais nobres do mundo. As pedras, esmeralda, dão o toque final. Os dois contam que o espírito do espaço era fazer uma reciclagem do estilo francês do século XIX, adaptado para os dias de hoje. Nas paredes, o glamour continua com a coleção de 200 louças de jantar em porcelana de Limoges (francesa) que pertenceu ao Barão de Santa Helena, um dos homens mais importantes de sua época, destacando-se por ser o Coronel da Guarda Nacional e Vice-presidente da Província de Minas Gerais.

Lustres
Imponente lustre de madeira dourada da residência do bispo de Wurzburg, preso ao teto afrescado pelo Tiepolo. Rico de festões e ornamentados com flores e frutas, segundo as preferência naturalista do rococó, foi realizado por Materno Bossi em 1.760 e destruído em 1.945, por bombardeiro aéreo.

Na Inglaterra setecentesca o lustre rococó compendiava com rigorismo geométrico uma sua própria interpretação do estilo.

Discernem-se as preferências classiquejantes dos irmãos Adam, a pragmaticidade de Thomas Sheraton, o “rocaille” tardio de George Happlewhite e os prelúdios daquilo que será o “Early Georgian” de Thomas Chippendale.

Os aparelhos pênseis, sem eixo axial, erguem-se através de leves montantes perimetrais que formam suaves arqueaduras enquanto os braços estendem-se em curvas e contra-curvas. O ornamento com delicada presença, implementa-se com leves guirlandas, diminutas folhagens, pequenas estátuas, vasinhos, pináculos e espiga de trigo. O aspecto é de muito encantamento e de extrema levidade.

Lustres
A gravura faz parte de um álbum de desenhos intitulado "Director", publicado em primeira edição na Inglaterra em 1.754, por Thomas Chippendale, considerado criador do estilo do meio setecento anglo-saxão.

No diversificado repertório do século XVIII, primam outrossim os lustres de vidros cristalinos cuja transparência e brilho os crismaram, especialmente na Bohêmia, também em definitiva com o apelido de cristal. O material pela sua dutilidade e diafaneidade prestava-se às mais variadas definições formais. Desenvolvidos desde o século XVI, inicialmente em Murano, graças também a técnica da sopragem humana, o aparelho de iluminação atendia as preferências da exigente burguesia pois, além de ter o poder de desbobrar as luzes com seus elementos prismáticos, dava prova de “status” ao seu possuidor.

Um longo e atribolado intercâmbio de inspirações e de técnicas entre os principais centros produtivos europeus e, principalmente, entre Murano e Bohêmia, abrem espaço para produções de alto valor artístico. Esmeram-se as formas, abandona-se o modelo muranense em forma de pagode, criam-se novos berloques, pináculos facetados e introduzem-se os “strass” luzidios.

A porcelana continua sendo a grande paixão da sociedade setecentesca, substituindo-se lentamente ao fascínio que até então, havia despertado a tapeçaria dos Gobelins e de Aubusson.

A predilecção que acaba beirando um frenesi, foi antes estimulada pela sedução exercida pela exótica “chinoiserie” e depois por um pragmático interesse econômico de inúmeros estados.

As fábricas, por facilidade fabril e principalmente por justa avaliação mercantil, limitaram-se mormente a produzir artefatos menores como utensílios, bibelôs, louças. Raramente fabricaram lustres, seja pela complexidade manufatureira, seja pelos escassos clientes potenciais em virtude do alto custo dos produtos.

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Raro cimélio de lustre de porcelana exibindo um rentrelaçamento de ramalhetes coloridos no corpo e uma profusão de flores, ao longo dos braços. Meados do século XVIII. Museu de Capodimonte, Nápoles

Remontam ao último vintênio do século XVIII, os indícios da mudança do gosto e das preferências artísticas. Aumenta a intolerância a mundanidade e ao aulicismo e, lentamente, reaparece o pendor para o antiga sobriedade, para um neoclassicismo assim conotado na época do Consulado pré napoleônico.

Também na iluminação artificial pressentem-se as mudanças e em pleno reinado de Luís XVI, surgem na Bohêmia, os primeiros lustres ditos “a balão cheio”, cujas silhuetas eram definidas por cortinas de contas facetadas que, departendo-se de um aro maior, reuniam-se, acima e abaixo dele, em aros menores, ocultando a estrutura portante de metal.

A redundante forma desses aparelhos não comprometia a leveza, tornando-os compatíveis aos ambientes do último rococó. Os lustres “a balão cheio”, qualificado no início do século XIX, impropriamente denominados de estilo império, a este sobreviverão até hoje.

Lustres
Lustre "a balão cheio", com colares epaçados que exibem no centro um vaso apoiado na cinta inferior. Os braços de cristal surgem do aro maior. Fim do século XVIII, Musei Civiei, Veneza.

Fonte: www.altenaplus.com.br

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Linha Contemporânea

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Bottiglia

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Bottiglia Campane

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Mona Lisa

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Marea G9

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Marina

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Picasso

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Cone

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Cilindro

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Gamma

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Sabine

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Plafons

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Crystal di Murano

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Fonte: www.madelustre.com.br

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Lustres
Lustre artesanal em ferro e pintura automotiva e aplicações de flores

Lustres
Lustre artesanal em ferro e pintura automotiva com aplicações de mini flores coloridas em todo o lustre.
Três braços acompanhando lâmpadas tipo vela.
Seu estilo rústico mas sofisticado combina bem com móveis de fibra natural, madeira ou fibra sintética.
Ótima opção para completar a decoração da casa!

Lustres
Lustre artesanal em ferro e pintura automotiva, sem objetos pendurados apenas com 5 braços e cúpulas de shantung e lâmpadas
Indicadas para áreas cobertas, seu estilo sofisticado, combina bem com linhas em fibra natural, madeira ou fibra sintética

Lustres
Lustre artesanal em ferro e pintura automotiva com detalhe em pátina branca, sem objetos pendurados apenas com 5 braços e lâmpadas tipo vela.
Indicadas para áreas cobertas, seu estilo sofisticado, combina bem com linhas em fibra natural, madeira ou fibra sintética

Lustres
Lustre com estrutura em ferro e pintura automotiva com trigos decorativos feitos em ferro.
São seis braços acompanhando lâmpadas tipo vela.
Seu estilo rústico e sofisticado combina com varios tipos de ambientes, ideal para completar a decoração de sua casa.

Lustres
Lustre feito artesanalmente com estrutura em ferro, e pintura automotiva, com cristais azuis pendurados e delicadas aplicações de flores em ferro.
São quatro braços acompanhanco lâmpadas tipo vela.
Indicado para ambientes cobertos.

Lustres
Lustre com estrutura em ferro e pintura automotiva, com aplicações de flores vermelhas e pequenos cristais vermelhos.
São cinco braços acompanhando lâmpadas tipo vela.
Ideal para completar a decoração de seu ambiente interno com móveis em fibra natural ou madeira.

Fonte: www.decorabrasil.com.br

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Tabacaria

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Moreno resgatou para sua Tabacaria, com pé-direito amplo, a influência de luz dos anos 50, contrastando com um lustre do século XIX em cristal de rocha, e vários umedecedores de charutos (do tamanho de uma geladeira), com paredes em tom cinza, super modernos.

Luiz Cláudio Began
Barbara Bueno
Helio Bottamedi

Fonte: www.lumearquitetura.com.br

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Lugar de Lâmpada é no Lustre

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O império da dicróica foi finalmente abalado. As luzinhas minúsculas, embutidas no teto, ou aconchegadas em spots, ficaram por vários anos no topo da iluminação. Agora, as lâmpadas (sobretudo aquelas mais encorpadas, bojudinhas mesmo) voltam a ter um lugar para chamar de seu: os lustres estão de volta, enchendo os olhos com suas formas e desenhos deslumbrantes.

Ao contrário dos spots, os lustres extrapolam a função de iluminar. Carregam história, atravessam séculos, exprimem paixão. Como eles voltaram a ser destaque na decoração, é preciso escolher com cuidado. Casar com o ambiente é a primeira dica. Uma boa mostra do que um lustre é capaz foi revelada na CAD Brasil, a exposição Casa Arte & Decoração, realizada na Casa das Rosas, em São Paulo. Lá, muitos dos decoradores, arquitetos e paisagistas participantes aproveitaram o retorno do objeto para compor lindamente espaços em que os lustres eram personagens principais.

Lustres

Entre luminárias antigas e outras de traço arrojado, era possível se deparar com diversas versões. Aquelas dignas de antiquários costumam ficar ótimas em variados estilos, além de se valorizarem com o passar do tempo. Na hora de escolher um, fique atento à proporção do espaço. Lustres gigantescos pedem pé direito alto. O lustre pode ser também o objeto de destaque, e aí vale apostar tudo em um bem rebuscado. Também vale misturar clássicos e modernos. Um equipamento de alta tecnologia, como um family room, pode perfeitamente casar com um lustre do século 19. É chique, é arrojado.

Lustres

Deborah Bresser

Fonte: www.coolmagazine.com.br

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Lustres: a luz que faltava na decoração!

Além de útil e indispensável em qualquer ambiente, a iluminação também pode ser utilizada como elemento decorativo. Responsável pela criação de uma atmosfera única, a luz pode incrementar ambientes cleans e modernos, destacar os mais elegantes e sofisticados, ou mesmo suavizar os mais luxuosos. E, com isso, os suportes para lâmpadas tornam-se peças-chave para valorizar essa iluminação.

Depois dos spots, que viraram febre na década de 90, os lustres voltaram com tudo por suas formas deslumbrantes. Eles carregam uma aura de magia, que vai além da história, e, muitas vezes, atravessa séculos. O encanto por essa peça decorativa que pode ser vista também como objeto artístico, fez com que o estilista - e ex-estudante de Arquitetura - Robério Sampaio investisse numa área ainda incipiente e inusitada na Bahia, ampliado seus negócios com a customização de lustres.

Fruto da inquietação do criador, a idéia surgiu durante a reforma da loja feminina da Sarttore, no Shopping Iguatemi, quando Robério achou que um lustre num tom roxo daria um toque especial na decoração. Como não encontrou o ideal, resolveu customizá-lo. O sucesso foi tanto, que os clientes queriam saber onde poderiam encontrar um igual. Agora, os lustres já podem ser adquiridos na loja iO, em diversos modelos, cores e muitos materiais nobres, como cristais, muranos e pérolas.

Já que a modernidade e o clássico andam mais que juntos atualmente, é possível apostar nas mistura entre alta tecnologia e objetos do século passado, desde que com bom senso. Para quem quer ousar, uma boa dica são as luminárias com ares de antiguidade, que ficam ótimas nos mais variados estilos de decoração e ainda têm a vantagem de continuar a ter valor de mercado daqui a algum tempo. Essa também é a proposta do trabalho desenvolvido por Robério Sampaio que, seguindo essa tendência, utiliza modelos mais antigos, que ganham um toque moderno com a inovação nas cores e materiais utilizados.

Fonte: www.revistasim.com.br

Lustres

A tendência dos lustres: aposte!

Os lustres andavam meio esquecidos há uns 4 anos, quando só se falava em spot. Como o lustre é uma das peças chaves da iluminação, é importante escolhê-lo com bastante cuidado. Uma boa dica são as luminárias antigas: elas ficam ótimas para os mais variados estilos de decoração e ainda têm a vantagem de continuar a ter valor de mercado daqui a 20 anos, enquanto um modelo novo apenas fica velho.

Hoje em dia, os lustres antigos podem ser usados nos mais variados estilos de de decoração. O segredo é o sentido de proporção. Um lustre gigantesco em um pé direito de 2,80 (baixo) fica esquisito.

Se o objetivo for um ambiente clean, então o lustre deve ser o único objeto antigo do ambiente, enquanto um ambiente clássico comporta muito mais antiguidades.

Na hora de colocá-lo no ambiente, não exite se quiser apostar na modernidade e no clássico juntos. A tendência, hoje, combina os dois opostos: de um lado uma tela de plasma, a tecnologia de ponta e de outro um objeto do século XIX, por exemplo. Qualquer um pode fazer essa combinação, a regra básica é o bom senso. Uma ou duas peças antigas importantes são ideais para combinar com o resto do ambiente, mais leve.

Fonte: mulher.terra.com.br

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