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Mosaico

A arte do mosaico está ganhando cada vez mais um espaço maior dentro da decoração de diversos ambientes, sendo eles a própria residência como até em prédios comerciais. O mosaico aplicado tanto em pequenos objetos como em grandes painéis é sinônimo de bom gosto e requinte. Por isso, existem tantas cores, formas e maneiras de se fazer um bom mosaico. Com as instruções necessárias, materiais de qualidade e força de vontade, qualquer pessoa pode começar a ingressar nesta arte, tornando-a uma fonte de renda e uma ótima terapia.

O que é?

O mosaico consiste em peças recortadas, que coladas próximas umas das outras, produzem um determinado efeito visual, como um desenho ou imagem.

Estas peças podem ser feitas de diversos materiais, embora a mais comum seja a pastilha de vidro. A pastilha de vidro é bastante fácil de manusear, podendo ser usada inteira ou em pedaços. Outros materiais também são utilizados como pastilhas de porcelana, pastilhas de resina, azulejos, gemas de vidro, apliques de cerâmicas e pedras em geral.

Em geral, podemos dizer que em se tratando de mosaico não existem regras, o que vale é utilizar a imaginação e criatividade para compor os trabalhos.

O que se precisa para fazer o mosaico?

Bases: Base de pedra ardósia cinza (preta), base de cimento, base cerâmica, vidro, base de MDF ou compensado.

Materiais: Pastilhas de vidro, pastilhas de porcelana, azulejos, pastilhas de resina, gemas, pedras, apliques de cerâmica.

Ferramentas: Óculos de proteção, pinça, espátulas (de madeira, plástico e metal), avental, empenadeiras, torquês, cortadores de azulejo.

Produtos para (acabamento) aplicação: argamassas, rejuntes, colas, emulsão de silicone, borracha de silicone, cera em pasta, verniz.

Mosaico

Os materiais

Pastilhas de vidro

São pastilhas encontradas em tamanhos variados, de 2x2 cm, 1x1 cm e 5x5 cm. São ótimas para serem utilizadas em mosaicos, pois possuem uma ótima resistência e cores variadas. Podem ser cortadas com torquês para se obter um formato de acordo com o desenho do mosaico.

Pastilhas de resina

Possuem uma aparência diferente da pastilha de vidro. São encontradas nas cores mais diversas e para cortá-las, basta utilizar uma tesoura. Depois de fixadas com cola, é necessário passar verniz para impermeabilizar as pastilhas (duas ou mais demãos), pois elas costumam absorver o rejunte. E depois de pronta também é necessário passar algumas demãos de verniz na peça. O mosaico que utiliza as pastilhas resinadas é chamado de mosaico florense. E tem de ser utilizado internamente e em peças de decoração.

Pastilhas de porcelana ou azulejos

Também são encontrados em diversos tamanhos e cores. Têm de ser cortados com cortadores especiais ou torquês de azulejo, e se necessário usar uma lixa para dar um acabamento melhor na lateral dos pedaços, evitando assim que fiquem lascados.

Gemas

São peças de vidro com formatos arredondados. Possuem diversas cores e são utilizados para incrementar os mosaicos.

Apliques de cerâmica

São peças de cerâmica também utilizadas para incrementar mosaicos. Normalmente, já possuem um formato definido, que vão desde desenhos geométricos até desenhos de corações, flores, casas, crianças entre outros.

Informações Importantes

Mosaico na base de MDF ou Compensado

O mosaico na base de MDF ou Compensado de madeira não pode ficar exposto ao sol e chuva, portanto não é indicado para ambientes externos. Tomar cuidado também para que não fique em ambientes muito úmidos, como banheiros. Não se recomenda utilizar madeira no lugar de MDF ou Compensado, pois a madeira poderá empenar (contrair e se dilatar) de acordo com as condições do ambiente. Já com o MDF ou Compensado, isso não acontece. Nesta base, se utiliza como adesivo (para fixar as pastilhas, gemas, pedras, etc) a cola branca. A mais conhecida é a cola branca da Cascorex. Depois de fixada as pastilhas, utiliza-se o rejunte, que pode ser colorido ou branco. Depois de aplicado o rejunte na peça, é necessário esperar 7 dias para a cura total (secagem), e mais de 7 dias no caso de rejunte branco. Após a cura do rejunte, pode-se aplicar emulsão de silicone, seguido de cera em pasta.

Mosaico na base de Cimento ou Ardósia

O mosaico na base de Cimento ou Ardósia cinza resiste às intempéries do tempo, ou seja pode ficar tanto em ambiente externo como interno. Para fixar as pastilhas e gemas na peça é necessário o uso de argamassa. Por isso é muito importante verificar as instruções de uso da argamassa de cada fabricante. Algumas argamassas mais conhecidas são das marcas Quartzolit, Argamont e Quartzobrás. E há a opção de utilizar a argamassa mais indicada para cada material, como argamassa para pastilhas de vidro, pastilhas de porcelana ou azulejo. Depois de fixada as peças do mosaico é necessário aplicar rejunte, embora algumas argamassas possam ser usadas tanto para fixação como para rejunte do mosaico. Após, a cura do rejunte, pode-se aplicar emulsão de silicone e cera em pasta. No caso da peça de mosaico ficar em um ambiente úmido, é necessária a aplicação de algum impermeabilizante (silicone ou verniz).

Mosaico na base de vidro

O vidro também pode ser utilizado como base para o mosaico, assim como peças de vidro cortadas podem ser utilizadas como matéria prima. No caso de utilizar a base de vidro, o adesivo pode ser borracha de silicone, cola Araldite ou cola branca. Visto que a cola branca demora mais para secar e pode fazer com que as pastilhas 'escorreguem'. No caso de utilizar vidro sobre vidro, ou seja pedaços de vidro sobre a base de vidro, deve-se tomar cuidado para escolha do adesivo (precisa ficar transparente após a secagem) e com a aplicação do rejunte, para que não manche a peça. As peças de vidro podem ser coloridas (causando um efeito interessante), ou seja, pode-se comprar o vidro já colorido, ou utilizar vidro comum e tingi-lo com verniz vitral colorido em um dos lados da peça. Na hora de aplicar o vidro na base, coloque com o lado do verniz para baixo. O mosaico em vidro não é tão comum, porém pode-se atingir resultados surpreendentes com este material.

Mosaico em Cerâmica

Para trabalhar com a base de Cerâmica é necessário utilizar a argamassa para fixar as pastilhas, porcelanas, azulejos e outros. E se, por acaso a base de cerâmica for um vaso, no qual será usado para plantar, é necessário impermeabiliza-lo por dentro. Senão, a cerâmica absorve a água usada na planta e com a umidade na base, pode causar estrago no mosaico. Para impermeabilizar utilize tinta betuminosa, passando duas ou mais demãos.

Mosaico

Cuidados especiais

Na hora de cortar as pastilhas com o torquês é necessário utilizar óculos de proteção pois, a pastilha pode estilhaçar e atingir os olhos.

Na hora de lidar com argamassa e rejunte, utilizar luvas de proteção, pois os componentes dos produtos podem ser prejudiciais a pele.

Procure utilizar rejunte colorido, ao invés de tingir o rejunte branco. Pois, primeiramente, a cor poderá ficar diferente a hora que secar, e além disso, se for necessário fabricar mais rejunte colorido, pode ser muito difícil encontrar a tonalidade desejada.

Para pegar peças pequenas de pastilhas na hora de colocar no mosaico, utilize pinças grandes que facilitam o trabalho.

Procure nivelar a peça de mosaico, para que a peça não tenha alturas muito diferentes, prejudicando o resultado visual do trabalho.

Impermeabilize peças de cerâmica se estas tiverem contato com água e umidade.

Fique atento na quantidade de água na hora de preparar o rejunte. O ideal é que o rejunte (normalmente comprado em pó) junto com a água, se transforme em uma pasta consistente. Se for colocada muita água, na hora em que a peça de mosaico secar, ele poderá rachar, pois há evaporação da grande quantidade de água. No caso de rachar, faça uma pasta de rejunte mais consistente e preencha as rachaduras.

Fonte: www.cottage.com.br

Mosaico

Mosaicos de pastilhas personalizam ambientes

Mistura de tons é tendência em decoração de interiores

Mais do que revestimentos para piscinas, pisos e paredes de cozinhas e banheiros ou para fachadas de prédios, as pastilhas podem dar forma a verdadeiras obras de arte com a utilização de mosaicos. A técnica, que era mais conhecida para fazer decoração em porta-retratos, caixas ou bandejas, está sendo muito utilizada para ornamentar pisos, paredes e piscinas. O revestimento com pastilhas, além de dar brilho e proteção, possibilita a personalização da obra, com a ampla variedade de cores e tamanhos. Para Cássio Rossi, proprietário da Rossi Revestimentos, empresa especializada em pastilhas de vidro, porcelana e mosaicos, as pastilhas encantam com seu colorido e possuem diversas possibilidades de uso.

"Dependendo do efeito que você quer dar a sua obra, a utilização do mosaico diferencia um ambiente", explica. Um exemplo foi o toque especial dado à lavanderia pela arquiteta Ana Carolina Minguetti e pela decoradora Daniela Franco Rossi na Casa Cor 2006.

"A lavanderia não perdeu sua função, mas foi transformada num ambiente aconchegante com um espaço para quem tem como hobby a pintura ou a criação de mosaicos", comenta a decoradora. Tendências As pastilhas na cor laranja, tons de azul e pastéis são tendências na área de decoração de interiores e fachadas. O destaque é para a mistura de tons, que produz um efeito mesclado e o colorido cria um ar jovial ao ambiente. Além disso, os tamanhos menores (4 x 4 cm, 2 x 2 cm) possuem grande utilização nos mosaicos. "Para os detalhes dos desenhos dos mosaicos, oferecemos pastilhas 1x1 cm. Para quem gosta de ousar ou sofisticar um revestimento, temos também pastilhas Gold, que possuem ouro em sua fabricação", acrescenta Rossi. O lançamento do catálogo da Jatobá segue com a linha tradicional de pastilhas esmaltadas e foscas e outra mais inovadora.

As pastilhas de porcelanato natural da linha Color garantem o efeito mosaico devido à presença de juntas irregulares com variação de tonalidades. Segundo Rossi, as pastilhas naturais são recomendadas para pisos por não sofrerem desgastes como nas pastilhas esmaltadas, que envelhecem de acordo com o uso, já que a coloração fica no esmalte. As pastilhas naturais são monolíticas, já que possuem apenas uma camada e o pigmento é acrescido à própria massa.

Fonte: www.construcaoecia.com.br

Mosaico

Corte vários quadrados de 2cm por 2cm e cole-os conforme a imagem. Para que a colagem fique uniforme você deve riscar uma linha reta para servir de guia/limite.

Utilizando a guia vá colando as tesselas de 1,5 por 3cm, dessa vez cortadas do miolo do azulejo, isto é, sem bordas.

Corte quadrados de 3cm x 3cm e com a ajuda do torquês corte as quinas conforme o desenho, de forma que o espaço seja suficiente para o encaixe de quadrados de 1cm x 1cm entre eles (veja a foto do tampo pronto). Cole fileiras de azulejos e quadrados alternadamente até completar todo o tampo deixando as parte mais próximas da pia para finalizar com o tampo já colocado.

Finalize a colocação das tesselas nos espaços próximos ao tampo (procedimento desnecessário em caso de cubas sobrepostas), complete o vão entre o tampo e a cuba com silicone, aplicando por baixo. Prepare o rejunte e aplique cobrindo todos os espaços.

Obs.: O MDF não é resistente à água, utilize um selante, principalmente em caso de tampos encaixados.Dê preferência aos rejuntes do tipo acrílico que já vem prontos para usar.

Com o rejunte ainda úmido faça a limpeza com esponja levemente umedecida para cobrir espaços que possam ter ficado sem rejunte. Vá repetindo o procedimento com suavidade para não retirar o rejunte e de forma a deixar a superfície o mais limpa possível.

Depois de seco finalize com cera incolor líquida ou pastosa.

DICAS:

Utilize amolador de facas para lixar as quinas cortadas dos azulejos.

Cole uma fita crepe entre o tampo e a parede para que o rejunte não manche ou suje o revestimento.

Primeiro você deve preparar as bases com tinta acrílica, depois trasfira o risco para a base utilizando carbono.

Separe as patilhas de coco precionando a placa para abrir e separe em fileiras.

Para montar o meio círculo devemos partir as pastilhas de vidro ao meio e fixá-las usando silicone. Intercale o branco e o gelo começando de fora para dentro.

Obs.: O silicione permite que a pastilha fique firme no ato da colagem, porém em painéis externos o adesivo correto é a argamassa e o MDF não é aconselhado.

Agora começamos a colar a faixa de pastilhas sendo, a fileira do meio na cor gelo e as outras em branco (se peferir, monte com tonalidades de seu gosto), dessa vez podemos utilizar a cola extra.

Finalize na borda cortando as pastilhas para que fiquem rente à base.

Neste projeto cobrimos o fundo com azulejo branco seguindo o movimento dos círculos. Outra opção de acabamento seria a utilização de textura.

Veja ao lado as bases totalmente cobertas.

Iniciamos o rejunte dos painéis, porém nao rejuntaremos as patilhas em relevo nem as pastilhas de coco. Utilize fita adesiva para não manchar o coco.

Obs.: O rejuntamento pode ser descartado caso utilze textura ao invés de azulejos ou se você preferir sem.

Efetue a limpeza do rejunte utilizando uma esponja umedecida.

Fonte: www.mosaicoonline.com

Mosaico

História Do Mosaico

Mosaico

Os primeiros mosaicos conhecidos foram encontrados na antiga Suméria. Consistiam de pequenos cones de cerâmica pintada que eram inseridos em barro fresco para servir de decoração e revestimento de protecção.

Os Gregos usavam seixos em duas ou três cores para fazer desenhos no pavimento, alguns exemplos desta técnica sobreviveram no território da atual Macedónia. Eventualmente pedra cortada em cubos pequenos, chamadas tesserae, foi usada em vez de seixos, tal como vidro colorido e peças de cerâmica.

Mosaico

Depois de conquistar a Grécia, os romanos começaram a copiar a técnica. Mosaicos da era romana podem ser encontrados em toda a área do Império Romano, desde a Grã-bretanha até a Tunisia.

Em muitos casos era usada o material que se encontrava nas redondezas mas como os Romanos tinham ao seu alcance mármores e pedras de todas as áreas conquistadas, importavam o material e até os próprios artistas para conseguir obras de maior qualidade, como no caso de Pompeia e Herculano, onde os mosaicos foram feitos por artesãos da Alexandria.

Os motivos do mosaico romano eram variados. Havia motivos geométricos, cenas da mitologia, imagens de animais e plantas, gladiadores, caçadores e também motivos eróticos entre muitos outros.

Quando mais tarde o centro do poder mudou para Bizâncio e o cristianismo passou a ser a religião predominante, os mosaicos também se tornaram religiosos. As técnicas de produção de vidro colorido eram refinadas durante a idade média, e os smalti, peças de vidro cortada em retángulos, passaram a ser o material mais popular dos artistas que decoravam paredes e tectos de igrejas, usando muitas vezes smalti dourados para dar brilho e esplendor ás suas obras.

Fonte: mosaico.pt

Mosaico

HISTÓRIA

A palavra mosaico origina-se do termo "mosaicon"que significa "musa",algumas fontes traduzem como " paciência das musas".

Esta arte teve origem nas antigas civilizações como o Egito e a Mesopotâmia.

O "Estandarte de Ur"(3500 A.C),é considerado pela maioria dos historiadores como o mosaico mais antigo que se tem conhecimento.Foi encontrado na Suméria(antiga Mesopotâmia)atual Iraque.Trata-se de dois paineis retangulares ,feitos de mármore ,arenito avermelhado ,lápis lazúli e conchas .

Suas duas faces foram trabalhadas,numa delas são narradas cenas de guerra,com o rei e seu escudeiro num carro que corre e espezinha seus inimigos,os vencedores conduzem os prisioneiros,os quais atados em pares,são apresentados ao rei.

Na outra face mostra-se cenas da vida doméstica de um dos reis sumérios.

Mosaico

O mosaico tem momentos fragmentados da sua origem até os dias de hoje.

Começou no séc.VIII A.C., quando os gregos utilizavam pedras cortadas em cubos para pisos,refinando a técnica no séc.V A.C.

Na Grécia foi encontrado um dos documentos mais antigos relativo à arte do mosaico(meados do século III A.C)

Num fragmento de papiro descreve-se o método para execução de um pavimento numa sala de banhos.

Na época romana ,a arte do mosaico espalha-se pelos templos,teatros,estabelecimentos públicos,lojas,mercados,etc.

Os materiais utilizados eram os mármores da região e de procedências longínquas,como os oriundos da Africa.

O vidro surgiu no período Helênico e foi um dos principais materiais utilizados pelos bizantinos na decoração das paredes,tetos e pisos.No séc 50 A.C., a Itália era o principal produtor de mosaicos.O estilo Bizantino espalhou-se pela Europa e decaiu no início da Renascença.

Mosaico

Os mosaicos bizantinos justinianos mais significativos são os das igrejas de Ravena.

Na igreja São Vital estão representados o imperador Justiniano e Teodora,com seus séquitos

Durante o século VII produz-se um renascimento da arte musivária,que se expande,a partir de Constantinopla,em duas direções:oriente e ocidente.

No oriente,os mosaicos revestiam,tal como as pinturas murais,os muros e tetos de muitos edifícios omíadas,levantados nesse período.Porem,ao contrário das pinturas,que perduram vários séculos,os mosaicos deixaram de ser executados em pouco tempo(algumas dezenas de anos).

Estes mosaicos eram obras realizadas por artistas bizantinos cedidos pelo imperador de Constantinopla, a pedido do califa Walid ibn Add al-Malik.Foram decoradas as mesquitas de Meca,Medina e Damasco

Mosaico

A Mesquita de Damasco (Síria) é um monumento belissimo,não só pela construção mas também pela riqueza da decoração musivária,incluindo tesselas de ouro.

SÉCULO XIV AO SÉCULO XIX

A partir do séc XIV,o mosaico fica subordinado à pintura,perdendo sua autonomia artística.Alguns pintores importantes preparam cartões para mosaicos,na Basílica de São Pedro,Giotto assina um dos mais célebres.

No século XV,na Florença dos Médicis,o mosaico retoma força.

Em Veneza forma-se uma nova escola de mosaico

No período seiscentista,Roma voltou a assumir a hegemonia enquanto centro produtor de mosaico e na formação de especialistas.Este impulso deve-se em grande parte à decoração com mosaico da Basílica de São Pedro.

Em setecentos,os mosaicos começam a valorizar-se devido a sua durabilidade.Observa-se uma predileção por mosaicos de grande formato, realizados com pasta vítrea,os temas eram reproduções de obras pictóricas.

No início do século XIX na França.em pleno Neoclassicismo,foi inaugurada uma escola imperial de mosaicos,onde a atividade principal era a imitação e restauração de obras antigas.

Em 1900 surge Antoni Gaudí arquiteto magnifico que optou por revestir suas obras com cerâmicas e azulejos quebrados,seu grande parceiro foi o arquiteto Josep Maria Jujol,que é quem assina a maioria dos principais desenhos utilizados nos mosaicos.

" Fazendo um paralelo com a música Gaudí foi um grande diretor de orquestra e Jujol seu melhor solista. Individualmente, Jujol foi um compositor excepcional."

Josep M. Vall

Mosaico

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IMPERATRIZ TERESA CRISTINA

A imperatriz Teresa Cristina mulher de D.Pedro II,enquanto cuidava de suas filhas em um dos jardins do Palácio de São Cristóvão,no Rio de Janeiro,denominado Jardim das Princesas, demonstrou um de seus dotes artísticos pessoais, o mosaico. Com conchas, recolhidas nas praias do Rio de Janeiro, e com cacos das peças de serviço de chá da Casa Imperial ela revestiu os bancos, tronos, fontes e paredes do Jardim das Princesas Ela teria sido precursora da arte do mosaico no Brasil, fato pouquíssimo divulgado pelos historiadores e especialistas em artes,isso ocorreu 50 anos antes do aparecimento de Antonio Gaudi e Josep Maria Jujol.

Fonte: yonelins.tripod.com

Mosaico

O Mosaico

O mosaico consiste em peças recortadas, que coladas próximas umas das outras, produzem um determinado efeito visual, como um desenho ou imagem.

Estas peças podem ser feitas de diversos materiais, embora a mais comum seja a pastilha de vidro.

A pastilha de vidro é bastante fácil de manusear, podendo ser usada inteira ou em pedaços.

Outros materiais também são utilizados como pastilhas de porcelana, pastilhas de resina, azulejos, gemas de vidro, apliques de cerâmicas e pedras em geral.

Em geral, podemos dizer que em se tratando de mosaico não existem regras, o que vale é utilizar a imaginação e criatividade para compor os trabalhos.

O que se precisa para fazer o mosaico?

Bases

Base de pedra ardósia cinza (preta), base de cimento, base cerâmica, vidro, base de MDF ou compensado.

Materiais

Pastilhas de vidro, pastilhas de porcelana, azulejos, pastilhas de resina, gemas, pedras, apliques de cerâmica.

Ferramentas

Óculos de proteção, pinça, espátulas (de madeira, plástico e metal), avental, empenadeiras, torquês, cortadores de azulejo.

Produtos para (acabamento) aplicação: argamassas, rejuntes, colas, emulsão de silicone, borracha de silicone, cera em pasta, verniz.

Os materiais

Pastilhas de vidro

são pastilhas encontradas em tamanhos variados, de 2x2 cm, 1x1 cm e 5x5 cm. São ótimas para serem utilizadas em mosaicos, pois possuem uma ótima resistência e cores variadas.

Podem ser cortadas com torquês para se obter um formato de acordo com o desenho do mosaico. (clique aqui para ver)

Pastilhas de resina

Possuem uma aparência diferente da pastilha de vidro. São encontradas nas cores mais diversas e para cortá-las, basta utilizar uma tesoura.

Depois de fixadas com cola, é necessário passar verniz para impermeabilizar as pastilhas (duas ou mais demãos), pois elas costumam absorver o rejunte. E depois de pronta também é necessário passar algumas demãos de verniz na peça.

O mosaico que utiliza as pastilhas resinadas é chamado de mosaico florense. E tem de ser utilizado internamente e em peças de decoração.

Pastilhas de porcelana ou azulejos

Também são encontrados em diversos tamanhos e cores.

Têm de ser cortados com cortadores especiais ou torquês de azulejo, e se necessário usar uma lixa para dar um acabamento melhor na lateral dos pedaços, evitando assim que fiquem lascados. (clique aqui para ver)

Gemas

são peças de vidro com formatos arredondados. Possuem diversas cores e são utilizados para incrementar os mosaicos.

Apliques de cerâmica

São peças de cerâmica também utilizadas para incrementar mosaicos.

Normalmente, já possuem um formato definido, que vão desde desenhos geométricos até desenhos de corações, flores, casas, crianças entre outros.

Bases, aonde são coladas as peças !

Mosaico

As Bases

Madeira, placas de compensado, pratos de cerâmica, vasos de barro, cimento amianto e pedra ardósia estão entre as bases mais frequentemente usadas.

Recomenda-se usar MDF ou compensado naval para executar o mosaico. A madeira maciça se altera, com a umidade ela dilata e, quando seca, contrai. Este movimento faz com que as pastilhas se soltem, danificando assim todo o mosaico..

O mesmo problema pode ocorrer quando trabalha-se com bases de compensado comum ou aglomerado. Portanto use somente MDF ou compensado naval.

Se sua peça de mosaico for ficar em ambientes externos, não use bases de madeira. A base a ser usada deve ser o fibrocimento, a pedra ou o concreto armado, sempre usando como cola a argamassa e um rejunte de boa qualidade.

Fonte: delgrande.blogspot.com

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Mosaico na base de MDF ou Compensado

O mosaico na base de MDF ou Compensado de madeira não pode ficar exposto ao sol e chuva, portanto não é indicado para ambientes externos.

Tomar cuidado também para que não fique em ambientes muito úmidos, como banheiros. Não se recomenda utilizar madeira no lugar de MDF ou Compensado, pois a madeira poderá empenar (contrair e se dilatar) de acordo com as condições do ambiente.

Já com o MDF ou Compensado, isso não acontece. Nesta base, se utiliza como adesivo (para fixar as pastilhas, gemas, pedras, etc) a cola branca.

A mais conhecida é a cola branca da Cascorex.

Depois de fixada as pastilhas, utiliza-se o rejunte, que pode ser colorido ou branco. Depois de aplicado o rejunte na peça, é necessário esperar 7 dias para a cura total (secagem), e mais de 7 dias no caso de rejunte branco.

Após a cura do rejunte, pode-se aplicar emulsão de silicone, seguido de cera em pasta.

Mosaico na base de Cimento ou Ardósia

O mosaico na base de Cimento ou Ardósia cinza resiste às intempéries do tempo, ou seja pode ficar tanto em ambiente externo como interno.

Para fixar as pastilhas e gemas na peça é necessário o uso de argamassa. Por isso é muito importante verificar as instruções de uso da argamassa de cada fabricante.

Algumas argamassas mais conhecidas são das marcas Quartzolit, Argamont e Quartzobrás. E há a opção de utilizar a argamassa mais indicada para cada material, como argamassa para pastilhas de vidro, pastilhas de porcelana ou azulejo.

Depois de fixada as peças do mosaico é necessário aplicar rejunte, embora algumas argamassas possam ser usadas tanto para fixação como para rejunte do mosaico. Após, a cura do rejunte, pode-se aplicar emulsão de silicone e cera em pasta.

No caso da peça de mosaico ficar em um ambiente úmido, é necessária a aplicação de algum impermeabilizante (silicone ou verniz).

Mosaico na base de vidro

O vidro também pode ser utilizado como base para o mosaico, assim como peças de vidro cortadas podem ser utilizadas como matéria prima.

No caso de utilizar a base de vidro, o adesivo pode ser borracha de silicone, cola Araldite ou cola branca.

Visto que a cola branca demora mais para secar e pode fazer com que as pastilhas 'escorreguem'.

No caso de utilizar vidro sobre vidro, ou seja pedaços de vidro sobre a base de vidro, deve-se tomar cuidado para escolha do adesivo (precisa ficar transparente após a secagem) e com a aplicação do rejunte, para que não manche a peça.

As peças de vidro podem ser coloridas (causando um efeito interessante), ou seja, pode-se comprar o vidro já colorido, ou utilizar vidro comum e tingi-lo com verniz vitral colorido em um dos lados da peça.

Na hora de aplicar o vidro na base, coloque com o lado do verniz para baixo.

O mosaico em vidro não é tão comum, porém pode-se atingir resultados surpreendentes com este material.

Mosaico em Cerâmica

Para trabalhar com a base de Cerâmica é necessário utilizar a argamassa para fixar as pastilhas, porcelanas, azulejos e outros. E se, por acaso a base de cerâmica for um vaso, no qual será usado para plantar, é necessário impermeabiliza-lo por dentro.

Senão, a cerâmica absorve a água usada na planta e com a umidade na base, pode causar estrago no mosaico.

Para impermeabilizar utilize tinta betuminosa, passando duas ou mais demãos.

Mosaico

O corte dos materiais que compoem o mosaico !

Mosaico

Segurança na hora de cortar a ceramica

Antes de começar , tenha em mente que é necessario um local separado e de facil limpeza, minusculos pedacinhos sempre acabam pelo chão, o que pode ser perigoso. Nunca trabalhe descalço.

Para fazer seus trabalhos, deixe os materiais a serem utilizados em ordem e por perto, assim você não perderá tempo procurando algum material que não está ao seu alcance.

Na hora de cortar as pastilhas com o torquês é necessário utilizar óculos de proteção pois, a pastilha pode estilhaçar e atingir os olhos.

Use sempre um recipiente para acomodar as peças cortadas e limpe a mesa com uma trincha, evitando cortes com caquinhos.

Quando lidar com argamassa e rejunte, deve utilizar luvas de proteção ou uma espátula plástica pois os componentes dos produtos podem ser prejudiciais a pele.

Procure trabalhar sempre num lugar bem ventilado, não descuide das crianças e dos animais domesticos, pois este material é extremamente cortante.

Ferramentas Basicas

Possibilita dar acabamento à peça, deixando-a no formato que desejar:

Mosaico
Alicate especial para cortar Pastilhas Cerâmicas e Porcelanas

Mosaico
Alicate com roldana especial para cortar Pastilhas de Vidro

Mosaico
Alicate especial para cortar Pastilhas de Vidro

Rejunte e assentamento das pastilhas em mosaicos artisticos !

Mosaico

Argamassa

Argamassa que cola e rejunta simultâneamente, pastilhas de vidro, porcelana e cerâmica e outros apliques.

Pode ser utilizada em paredes, pisos, piscinas, fachadas ou em bases para mosaicode concreto .

Para bases de madeira (compensados, mdf, etc) o mais indicado é trabalhar com cola branca extra.

Sua aplicação serve tanto para áreas internas quanto externas, pois suporta as interpéries do tempo.

Para aplicar basta misturar com a quantidade adequada de água (as intruções de uso estão contidas no produto).

Cores

Manual de Assentamento - Pastilhas de Porcelana e Vidro

Esse manual tem como objetivo ser uma ferramenta de ajuda. O conhecimento das técnicas de aplicação, a utilização de ferramentas corretas, e o uso de equipamentos de proteção(óculos, luvas ) são fundamentais para a perfeita execução dos trabalhos.

Primeira Etapa

A primeira etapa deste processo é a preparação do local a ser revestido, onde o emboço deve estar sarrafeado com régua metálica ou desempenado.

É aconselhável que o emboço tenha sido executado há mais de 14 dias e esteja limpo de óleo, graxa ou tintas .

Segunda Etapa

A preparação da argamassa colante deve ser feita em local protegido de sol, vento e chuva de acordo com a orientação do fabricante.

A parede ou piso devem estar nivelados, sobre o emboço deve se espalhar uma camada de argamassa e fazer sulcos com o lado dentado da desempenadeira a mesma deve ser de dentes finos.

Terceira Etapa

Coloque a placa de pastilha com a face voltada para baixo , passe a argamassa , preenchendo as juntas.

Posicione a placa sobre a argamassa colante e bata levemente utilizando um martelo de borracha.

Importante

Muito cuidado com o alinhamento e com a distância entre as placas de pastilhas, pois elas devem manter a mesma distância existente entre as pastilhas da placa e o prumo inicialmente marcado. Quarta Etapa

Após aplicar de 1,00m2 a 3,00m2, remova o papel e a cola.

Com uma brocha , deve-se molhar o papel e aguardar por aproximadamente 5 minutos, até que a água esteja bastante absorvida.

Com o auxílio da ponta da colher, faça a retirada do papel.

Caso haja necessidade, poderão ser feitos acertos de alinhamento de juntas e substituições de peças.

Quinta Etapa

Fazer o retoque no rejuntamento, esse retoque deve ser feito com o auxílio de um rodinho, ou espátula de borracha.

Após o retoque deve-se retirar o excesso com uma esponja úmida e depois da secagem total, a limpeza final deve ser feita com uma estopa seca.

Fonte: www.fazfacil.com.br

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Técnica milenar pode decorar vários objetos Aprenda a fazer um porta retrato!

Um trabalho de paciência, criatividade e harmonia. É assim que a artesã Juçara Ribeiro define o trabalho com mosaico. Para quem não conhece a técnica, trata-se de uma espécie de montagem, com pequenos retalhos de azulejo, que formam desenhos em vários objetos.

Os mais comuns são de decoração, como porta-retratos, caixas e até bandejas. Mas alguns decoradores já usam o mosaico em enfeites de parede e até em vigas.

Mosaico

"A técnica é simples, mas exige muita atenção e, principalmente, paciência", explica Juçara. A artesã descobriu o mosaico há três anos e é uma autodidata. "Aprendi fazendo mesmo, e procurei ler bastante sobre o tema".

Os mosaicos mais conhecidos usam azulejos, mas pastilhas de vidro, de cerâmica, pedras e cacos de louças também podem ser utilizados para compor os desenhos.

A técnica do mosaico é muito antiga. Os primeiros registros datam do Império Romano, no primeiro século depois de Cristo e em Constantinopla, no século VI. O mais antigo mosaico do mundo foi construído na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os egípcios também conheceram esse tipo de arte e decoravam paredes, objetos e até jóias com mosaicos.

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História

Venha conhecer um mundo fascinante e uma arte milenar

Mosaico

A origem do Mosaico é indeterminada, essa arte se manifestou com grande expansão durante o Império Romano; em Pompéia, no século 1º; e em Constantinopla, no século VI. Mosaico foi definido como “ Uma decoração de superfície feita incrustando pequenas peças de materiais variavelmente coloridos para formar um padrão ou figura”.

Mosaico

O mais antigo mosaico existente foi feito em torno de 3000 AC. pelos Sumerianos (antiga mesopotâmia) a área hoje conhecida como Iraque. Era constituída de arranjos de estacas coloridas de argila que eram prensadas dentro da superfície de paredes. Depois os egípcios usaram fragmentos de materiais coloridos e pedras semipreciosas para decorar paredes , móveis decorados , objetos decorativos e peças de joalheria. O crescimento do cristianismo introduziu novos temas, mas as técnicas e materiais continuaram intactos até a era bizantina, iniciada pelo Imperador Justiniano em Ravena, em torno de 527 DC . Este foi o mais rico e inovativo período do mosaico, exemplificado pela maravilhosa e luminosa criação de igrejas bizantinas.

Fonte: betynamosaics.tripod.com

Mosaico

Aprenda a Técnica do Mosaico

DICAS IMPORTANTES

1. Para fazer seus trabalhos, deixe os materiais a serem utilizados em ordem e por perto, assim você não perderá tempo procurando algum material que não está ao seu alcance;

2. Quando for comprar algum material, prefira as lojas que tenham uma grande variedade, pois se você precisar de mais material, encontra sem maior dificuldade, não comprometendo o término do trabalho.

3. Certifique-se sempre de que os materiais estão no seu prazo de validade, principalmente no caso da cola e do rejunte, que são os principais materiais que estragam em um mosaico;

4. Evite acidentes, usando sempre óculos de proteção, principalmente quando for quebrar as peças com o martelo ou cortá-las com o torquêz;

5. Use sempre uma bandeja para acomodar as peças cortadas e limpe a mesa com uma trincha, evitando cortes com caquinhos.

6. A cola mais indicada para superfícies de madeira é a cola branca de rótulo azul, para superfícies de vidro é a borracha de silicone e a mais indicada para superfícies de alvenaria é a argamassa. Porém se o mosaico for ficar exposto ao tempo, devemos utilizar a argamassa para uso externo, piscinas e fachadas, que é muito mais cara que a normal (em média custa três vezes o preço da outra);

7. Assim como a argamassa usada em ambientes externos, também devemos usar um rejunte especial pra o mesmo fim, que também custa bem mais caro que o rejunte comum (em média, custa sete vezes mais caro que o comum) e seu prazo de validade é bem mais curto;

8. Ao colocar o rejunte nas peças, use luvas ou uma espátula plástica para proteger suas mãos da agressão que o rejunte provoca na pele;

9. O excesso do rejunte deve ser retirado com uma esponja molhada ou uma flanela também molhada, se depois de seca a peça ainda apresentar resíduos de rejunte, retire-os com um removedor de rejunte, usando uma esponja macia para espaços maiores ou um cotonete para pequenas partes, seguindo sempre as instruções do fabricante do produto.

10. Lembre-se do acabamento nas laterais da peça. Para isso, use a ponta do dedo, um rodinho ou uma espátula pequena;

11. Pinte a peça de madeira utilizando uma cor que combine com as cores que serão usadas na confecção do mosaico. Deixe-a secar completamente para receber a aplicação das peças e do rejunte. Caso contrário, a tinta poderá sair junto com a limpeza do rejunte.

12. Para agilizar a secagem da tinta e da cola, você pode usar um secador de cabelos, porém o rejunte deve secar naturalmente, sem o uso de secadores e sem ser exposto ao sol, para evitar rachaduras ou descolamento do mesmo;

13. Existem vários tons de cores de rejuntes, mas você ainda poderá criar outras cores, usando pigmento em pó Xadrez, ao misturar, use algum tipo de medida, pois se você precisar de mais rejunte para finalizar a peça, sem essa medida, dificilmente você conseguirá igualar a cor anterior;

Projeto do Trabalho

É muito importante fazer o desenho detalhado, principalmente se for um trabalho geométrico. As medidas devem ser exatas, pois fica muito difícil fazer acertos nos trabalhos já em desenvolvimento.

Para fazer seu primeiro trabalho de mosaico, o método mais fácil, é a fixação uma a uma, das pastilhas diretamente sobre o objeto base. É muito gratificante ver o progresso do trabalho, conforme as peças vão sendo coladas.

Simplicidade é o segredo para ter um trabalho de mosaico bonito e atrativo. Há ideias por toda a sua volta. Podes ver em livros, visitar galerias, jardins, monumentos, sites. No artesanato o que vale é a sua criatividade.

Não é preciso ser um desenhista fantástico, para desenhar um mosaico, basta por a idéia no papel; pois mesmo um desenho simples pode se transformar num belo mosaico. O importante é escolher material de qualidade, cores que combinem entre si e capricho para fazê-lo.

Colas

Não importa o que vamos colar, mas em cima do que vamos realizar nosso trabalho. A cola branca é indicada para papel, tecido e madeira (ou colar sobre a madeira a cola amarela, que é especifica para madeira é perfeita).

A cola branca dissolve-se com água. Portanto, não é indicada para execução de mosaicos externos. Sempre que formos executar um trabalho, devemos ter em mente que o mosaico é para ser durável. Portanto, vasos, pisos, muros, mesas de jardins, fontes, bancos externos, enfim, tudo que fica exposto à umidade e ao tempo, deve ser cimentado. Existem muitos tipos de argamassa no mercado. Recomendam-se as especiais para colocação de azulejos ou pastilhas de vidro. Informe-se nas lojas de material para construção, e mencione onde ficará a peça exposta, se for ficar exposta ao tempo, lembra-se de usar materiais específicos para isso.

Bases

Recomenda-se usar MDF ou compensado naval para executar o mosaico. A madeira maciça se altera, com a umidade ela dilata e, quando seca, contrai. Este movimento faz com que as pastilhas se soltem, danificando assim todo o mosaico..O mesmo problema pode ocorrer quando trabalha-se com bases de compensado comum ou aglomerado. Portanto use somente MDF ou compensado naval.

Se sua peça de mosaico for ficar em ambientes externos, não use bases de madeira. A base a ser usada deve ser o fibrocimento, a pedra ou o concreto armado, sempre usando como cola a argamassa e um rejunte de boa qualidade.

Materiais que podem receber a arte do mosaico.

Trabalhar com mosaicos é um exercício de criatividade, a começar pelos materiais, onde quase não existem restrições. O único pré-requisito é que o objeto sobre o qual se faz o mosaico deve ser rígido para não ceder ao peso das pedras, cerâmicas ou outros materiais usados na composição do desenho. Madeira, placas de compensado, pratos de cerâmica, vasos de barro, cimento amianto e pedra ardósia estão entre as bases mais frequentemente usadas.

Não é preciso muita coisa para começar o primeiro mosaico. Um desenho fácil, um torquês, um óculos de proteção, pedaços de tecido, uma esponja, alguns azulejos, rejunte, já serão o suficiente para o inicio. Em breve, você descobrirá o imenso prazer na montagem desta arte, atingindo resultados fantásticos com a utilização de técnicas relativamente simples.

Fonte: www.artesdaparaiba.com.br

Mosaico

A Arte do Mosaico Romano

O mosaico romano é um tipo de revestimento de parede ou pavimento feito de milhares de pequenas peças de pedra, cerâmica ou vidro. O artista corta estes materiais em peças de 0,5cm2 até 4cm2c e fixa-as do modo a formar um desenho, usando várias cores. Obtem-se assím um revestimento resistente que se adapta a todo o tipo de superfícies.

Esta técnica foi já utilizada na antiguidade pelos Gregos e Romanos e ainda hoje podemos admirar as verdadeiras obras de arte feitos pelos mosaicistas antigos em sítios arqueológicos como Conimbriga em Portugal ou Pompeia na Itália. Nos recuperámos esta arte antiga e adaptámo-la ás exigências de conforto da arquitetura clássica e contemporânea.

Obra de grande durabilidade, o mosaico vira as costas á cultura de "usar e deitar fora" para encher a sua casa com o luxo abundante da era romana.

A quem procura o requinte para a decoração da sua casa, o mosaico romano oferece infinitas possibilidades em termos de materiais, cores e texturas e apresenta-se adaptavel aos mais diversos ambientes decorativos, optando-se por um design mais clássico ou mais contemporâneo. Pela sua qualidade proporciona soluções nobres e personalizadas para casa de banho, cozinha ou jardim, sendo possivel a sua aplicação em interiores ou exteriores. Com anos de experiéncia prática na produção de mosaicos e na sua aplicação nos mais diversos ambientes, desenvolvemos as nossas próprias técnicas, juntando os conhecimentos dos artistas da antiguidade ás novas tecnologias e ás propriedades dos materiais atuais.

Mesa

Mosaico
Mesa com cavalos Mesa para exterior de 210cm x 130cm. Cerâmica vidrada sobre placa de cimento armado

Mosaico
Mesa com cavalos
Detalhe de uma mesa com 2.10m x 1.40m.

Mosaico
Retrato de homem Réplica de um mosaico romano de Antioquia. Mármores e calcários aplicadas em tijolo romano do sec. I.

Mosaico
Pedras Trabalho em mármore, calcário e gránito. 15cm x 25cm.

Mosaico
Inverno Cópia de um mosaico de Conimbriga. Cerâmica vidrada, com moldura feita de telhas romanas originais.

História dos Mosaicos

Tecnicamente falando

Mosaicos são - "composições pictóricas formadas por diminutas pedras multicoloridas de aspecto brilhoso, que se incrustam numa parede".

Considerada autêntica "pintura para a eternidade", em face da durabilidade dos seus materiais, o mosaico seria progressivamente abandonado à medida que, principalmente na Itália, os artistas iam desenvolvendo as novas técnicas do buon fresco e do fresco; por volta da segunda metade do Séc. XV o gênero praticamente deixara de ser cultivado.É uma técnica antiqüíssima, que já existia na Mesopotâmia em 3.500 a.C., foi muito praticada na Grécia e em Roma, conheceu sua fase de maior esplendor na Itália e em Bizâncio, depois que Constantino concedeu aos cristãos, liberdade de culto. São admiráveis os conjuntos musivos ainda hoje conservados em Ravena e Istambul (Sécs. V e VI), Monreale, Palermo e Veneza (Séc. XII).

Os motivos eram geométricos e revelavam inspiração na arte da tapeçaria.

Mosaico

Na Macedônia os gregos formavam quadros de pequenos seixos brancos, pretos e de vários tons de vermelho com cenas de luta e de caça, além de motivos mitológicos. Na antiguidade romana, pavimentos em zonas nobres feitos de mármore ou terracota têm registros na história.

Mosaico

A partir de 40 a.C. a Itália torna-se o maior centro de produção de mosaicos. Ele era utilizado principalmente em motivos religiosos, revestindo pisos e paredes. Ravena é umas das cidades italianas onde se encontram mosaicos maravilhosos. O mosaico bizantino utiliza muito os tons dourado e prateado e foi utilizado principalmente no revestimento de tetos de igrejas.

No Brasil o mosaico foi utilizado por Cândido Portinari, Di Cavalcanti e Tomie Ohtake em diversas de suas obras. Ele ainda é utilizado, principalmente na construção civil em imensos painéis, na decoração de piscinas e em pisos e paredes dos mais diversos ambientes.

Painel de Di Cavalcanti

Mosaico

Cada objeto em mosaico é único: o corte de cada pedaço é feito artesanalmente e fica muito difícil repetir as formas utilizadas em um motivo.

Fonte: sites.unisanta.br

Mosaico

História do Mosaico

O mosaico é uma arte muito antiga, datada de 2500 a .C. Na época da civilização mesopotâmica, os sumérios usavam pequenos fragmentos esmaltados de cerâmica para decorar colunas e paredes. A técnica do mosaico alcançou seu ápice no século V a.C. com as decorações dos assoalhos em Pella, antiga capital da Macedônia. Com a introdução do corte de pedra em fragmentos (tesselas) no século III a.C, o uso dos seixos foi sendo substituído progressivamente.

A origem das tesselas é ainda incerta. Algumas fontes apontam a Sicília como o lugar de origem, enquanto outras citam a Alexandria. Devido a grande expansão urbana ocorrida durante a época do Império Romano, a demanda de assoalhos em mosaico disparou, expandindo seu uso para o interior das construções da época. Reduzindo a gama de cores para apenas duas: preta e branca, a produção do mosaico tornou-se mais fácil e mais barata. Uma técnica difundida em meados do século era o uso de uma tira trançada que, da borda do assoalho, expandia moldando figuras em "emblemas" independentes.

Essa técnica foi popular durante todo o Império Romano, onde cópias de mosaico do mesmo assunto foram encontradas separadamente em lugares distantes.

Além do assoalho, o mosaico foi empregado em outras finalidades, tais como, na decoração de fontes, pequenas colunas e tetos. Marcando assim, o nascimento do musivum do opus durante o último século da República Romana. Esse opus foi usado largamente na decoração de edificações especiais, onde cobria paredes inteiras e pequenas colunas, como na casa de Netuno e Anfitrytis em Ercolano. Mas foi em Ravenna nos séculos V e VI, que pela primeira vez, essa forma de arte alcançou sua expressão mais elevada e independente artisticamente.

Como os mosaicos do assoalho voltaram-se aos mosaicos em paredes e em abóbadas de igrejas, essa expressão artística foi comparada diretamente com a pintura. Essa comparação trouxe a necessidade de se criar uma própria identidade, conduzindo ao estabelecimento de uma consciência nova, buscando uma originalidade artística.

Enquanto por um lado, esses elementos estilísticos marcaram o declínio progressivo das decorações romanas do assoalho, por outro, sancionaram o sucesso impressionante dos mosaicos cristãos das paredes, nos séculos IV e V, porque era um meio perfeito de expressar os conceitos religiosos novos e o espiritualismo de uma forma tangível.

De todos os mosaicos existentes da época, os maiores em paredes datam do período de Constantino, as decorações das paredes e dos tetos com tesselas de vidro ( musivum do opus) embelezam edifícios religiosos cristãos, somente os exemplos raros sobreviveram. A maioria dos estudiosos acredita que a origem dessa técnica ( musivum do opus) , pode ser uma criação típica do gosto e da arte romana.

Em Roma, Nero e seus arquitetos inovaram a extensão dos mosaicos refinados, utilizando-os para cobrir superfícies de paredes e tetos.

Quando as basílicas cristãs começaram a ser construídas, os mosaicos da parede e do teto foram adaptados aos usos cristãos. O grande desenvolvimento de mosaicos cristãos se desencadeou no Império Bizantino incluindo seu posto avançado no Exarchate de Ravenna e de seus territórios na Sicília, e em Veneza.

A arquitetura islâmica seria a próxima herança dessa técnica. Os complexos projetos geométricos usados para decorar edificações no mundo islâmico eram produzidos freqüentemente com mosaicos. O processo é conhecido como o zillij na África do Norte e em qashani mais para o leste. Alguns dos melhores exemplos de mosaico islâmico foram produzidos em Moorish, Espanha, e são ainda vistos no Alhambra. O ofício continuou através dos tempos, e também popular na tradição ortodoxa oriental, e se estendeu pela Rússia, onde Moscou reivindicou suceder Constantinopla como a "terceira Roma".

Ravenna, junto com Roma, Veneza e algumas áreas da Sicília tem um papel importante na arte do mosaico, influenciada profundamente por essa experiência artística durante toda sua história. O fim do século XII viu o emergir de um tipo novo de mosaico chamado Cosmatesco. A decoração era inspirada em motivos árabes e consistia em padrões geométricos muito coloridos, essa realização exigiu um esforço considerável devido a sua execução minuciosa.

Essa técnica emprestou-se a muitas aplicações e foi usada para a decoração de rosetas, coluna e de assoalhos inteiros. O século XIV viu um deslocamento do amor da decoração que tinha caracterizado os séculos precedentes, assim somente os exemplos raros desta arte foram documentados. Com o delle Pietre Dure de Opificio (oficina de pedras duras) em Florença apareceu o Fiorentino ou o tarsia do commesso : trabalhos especiais nas pedras duras, compostas de muitos elementos pequenos que juntos davam forma a uma composição geralmente lisa.

Durante o século XVIII, em um período de declínio geral da expressão artística do mosaico, surgiu uma forma de trabalho pequena e portátil do mosaico ( mosaico minuto ), feito com pequenas tesselas, uma inovação desta arte. A Revolução Industrial, nos meados do século XIX, trouxe o fim das atividades artesanais, dessa forma, somente os mosaicos feitos para o teatro da ópera em Paris despertaram algum interesse na técnica. Os mosaicos foram aplicados no reverso, com colagem no papel.

Esse método, chamado "reverso" ou "indireto", é ainda utilizado. A técnica baixou o custo de execução do mosaico, mas também a qualidade, que certamente não foram comparáveis às maravilhosas paredes dos tempos de Ravenna. A industrialização progressiva dos mosaicos, com o uso crescente de métodos em linha de produção, possibilitou empregar uma força de trabalho menos hábil, assim culminando na deterioração quase total da tradição antiga e gloriosa do mosaico.

Somente no século XX ocorreu um período de agitação cultural, abrindo a experimentação de técnicas artísticas novas, onde o poder expressivo dos mosaicos foi reconhecido. Na virada do século, artistas como: Antoni Gaudì (1852-1926), Gustav Klimt (1862-1918) e Gino Severini (1883-1966) aproximaram-se do mosaico e compreenderam sua verdadeira essência. Klimt, que visitou Ravenna no princípio do século, encontrou nos mosaicos dessa cidade a compreensão da arte Bizantina. Antoni Gaudì, mais do que um arquiteto, empregou o mosaico no interior e exterior de suas construções. Conseguiu efeitos impressionantes em alguns de seus trabalhos, tal como o parque de Guell (1900-1914) em Barcelona.

O trabalho dessas duas personalidades, junto com os do grande Severini, para quem o l'Istituto Statale d'Arte per il mosaico di Ravenna (Instituto da Arte em Mosaico de Ravenna) foi dedicado, resgatou o interesse pela arte do mosaico no século XX.

Fonte: www.artemosaica.net

Mosaico

Mosaico
Crâneo de cavalo Cerâmica vidrada aplicada sobre crâneo de cavalo.

Mosaico
Crâneo de vaca Peixes inspiradas num mosaico romano de Pompeii do seculo I AC, aplicadas sobre um crâneo de vaca

Mosaico
Crâneo de vaca Peixes inspiradas num mosaico romano de Pompeii do seculo I AC, aplicadas sobre um crâneo de vaca.

Fonte: www.artemosaic.com

Mosaico

Mosaico
Inverno Cópia de um mosaico de Conimbriga. Cerâmica vidrada, com moldura feita de telhas romanas originais.

Mosaico
LouLou Inspirada em uma fotografia dos anos 20 da actriz Louise Brooks.

Mosaico
Autoretrato 30cm x 30cm, cerâmica vidrada.

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Primavera
Cópia de mosaico romano da Tunisia do seculo III que mostra Eiar, a personificação da primavera.

Fonte: www.artemosaic.com

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Mosaico Romano

No império romano, a técnica do mosaico é largamente aplicada como revestimento e decoração coincidindo com a vasta expansão urbanística e a construção de grandes edificações. O mosaico já não é tão intenso como tapete, mas faz parte integrante da arquitetura, alcançando um nível técnico impressionante.

Mosaico
Este mosaico retrata atores que encenam um drama grego.

É inestimável o valor de uma obra como esta, para os modernos historiadores compreenderem o modo de viver do romano. Estava localizado no tablinium (sala principal) de uma casa romana.

Pode ser visitado no Museu Arqueológico Nacional em Nápolis, Itália.

O mosaico de pavimento já não se satisfaz com um tapete no centro dos ambientes; cobre inteiramente a superfície, o que torna necessária a simplificação da técnica.

Mosaico
Mosaico de pavimento em preto e branco na entrada de uma residência em Pompéia.

Mosaico
Mosaico de pavimento. Pompéia

Mosaico
Mosaico de pavimento. Pompéia

Mosaico
Mosaico de pavimento em preto e branco. Sussex, Grã-Bretanha, séc. I.

Mosaico

Mosaico de pavimento. Perge, Turquia

Mosaico

Mosaico de pavimento em uma residência em Kerkouane, Tunísia

Mosaico
Mosaico de pavimento. Dougga, Tunísia

Mosaico
Mosaico de pavimento no vestíbulo de uma residência, The house of tragic poet, em Pompéia.

A importância e a função dos ambientes estabelece o tema da decoração para salas ou mesmo edificações; cenas mitológicas para os templos, motivos marinhos para as termas, figuras eróticas para os quartos.

Em fins do império romano, há uma maior difusão domosaico parietal com tesselas de vidro, principalmente em fontes e piscinas.

A pasta vítrea adapta-se perfeitamente à superfícies curvas, resiste à umidade e brilha com a água.

Fonte: www.diretoriodearte.com

Mosaico

Para a realização de um mosaico podem se distinguir três etapas importantes. O desenho do mosaico é a primeira e através dele deve-se preparar, em papel, um esboço em escala inferior do tamanho real da peça desejada.

A próxima etapa é o traslado deste desenho para a superfície escolhida. Amplia-se, a lápis, a escala real do desenho para o local onde o mosaico será instalado. Por último, realiza-se a colocação das pastilhas mediante dois métodos distintos para a instalação: direto e indireto.

Método Direto

Mosaico

O método direto é o mais fácil e consiste, basicamente, na colocação das pastilhas do material escolhido diretamente sobre a superfície em que se aplicou concreto. Este método de colocação pode ser aplicado em trabalhos de dimensões pequenas ou médias.

É útil, também, para a realização de grandes murais, desde que estes estejam montados sobre tabuleiros de madeira que posteriormente se aplicarão sobre a parede, chão, ou outro tipo de superfície. A aplicação das pastilhas, uma a uma, permite observar como a confecção do mosaico vai progredindo, sendo possível controlar este processo continuamente durante sua realização.

Método Indireto

Mosaico

Este método tem dois sistemas de colocação: direto e inverso. Na colocação direta pode-se aplicar as pastilhas sobre um material que permita a inclusão das mesmas sem cola, como areia seca, argila mole ou massa plástica. As pastilhas vão se incrustando cuidadosamente nestes materiais até terminarem de cobrir a superfície determinada. Uma vez finalizada a colocação das pastilhas, elas devem ser umedecidas com cola hidrossolúvel e cobertas por um papel resistente, firmemente pressionado para que fique grudado às pequenas peças.

Deixa-se o papel secar totalmente para depois levantá-lo, colocando-o de revés no local escolhido. O mosaico deve ser limpo com cuidado, removendo-se todos os vestígios do papel, e a peça já estará pronta para ser fixada com cimento.

Mosaico

A colocação inversa só pode ser empregada para trabalhos com pastilhas de vidro, ou coloridas de ambos os lados. Para preparar um mosaico com este sistema, primeiro desenha-se o motivo sobre um papel. Depois, coloca-se o papel branco por cima de um papel de calço, mais grosso, que repetirá o desenho escolhido. Este papel de calço será lambuzado de cola hidrossolúvel e então começa o trabalho de distribuição das pastilhas. Uma vez coberta a superfície do papel, prepara-se a colocação do cimento.

Fonte: www.sarasa.com.br

Mosaico

Vaso em mosaico de cerâmica

Materiais

1 vaso de cerâmica Torquês para mosaico Azulejos coloridos Pastilhas coloridas Cola para azulejo Rejunte branco Corante líquido preto Pano Esponja macia Espátula

1ª parte

Modo 1 de Fazer

1º - Fazer o risco que desejar no vaso de cerâmica.

2º - Começar colocando as pastilhas da borda, usando cola branca e deixando espaço para rejunte.

3º - Quebrar os cacos de azulejos com a torquês e ir colocando, formando seu desenho e preenchendo toda a superfície do vaso.

4º - Preparar o rejunte com água e adicionar o corante até atingir a tonalidade desejada.

5º - Rejuntar a peça, tomando cuidado na limpeza, deixar secar e impermeabilizar com cera em pasta incolor.

2ª parte

Modo de Fazer

1º - Fazer o risco que desejar na peça.

2º - Quebrar o azulejo com o esmalte voltado para baixo, protegido com a toalha, usando o martelo.

3º - Separar as bordas do azulejo.

- Cortar os cacos da parte sem borda usando a torquês e colar no miolo da flor, usando cola branca. Deixar um espaço de mais ou menos dois milímetros entre um caco e outro para o rejunte.

- Agir da mesma forma para preencher as flores com a cor desejada.

- Usar as bordas do azulejo para formar o contorno da peça. Usar as bordas garante que o acabamento fique sem partes cortantes.

- Preencher agora o vazio entre o contorno da peça e a flor, usando cacos sem borda.

- Deixar seu mosaico secar por aproximadamente meia hora.

- Preparar o rejunte com água, misturando bem para que fique com aparência de “massa de bolo comprado em caixa”, ou seja, massa consistente.

10º - Aplicar o rejunte com os dedos, pressionando para que ele entre nos vãos deixados entre um caco e outro.

11º - Retirar o excesso com os dedos e limpar com esponja macia e úmida, em movimentos circulares.

12º - Deixar secar e passar esponja seca para retirar o pó.

13º - Encerar com cera em pasta incolor para impermeabilizar o seu mosaico.

Ana Maria Carmona

Fonte: www.boasnovas.tv

Mosaico

Pedra Portuguesa

Das calçadas para o interior

Antes muito usadas para revestir o passeio, as pedras portuguesas invadem os ambientes e aparecem em salas, hall e até mesmo banheiros.

Elas saíram das calçadas, onde ganharam a fama, e passaram a compor pisos e paredes de quaisquer ambientes internos. A alta resistência das pedras portuguesas foi o que popularizou seu uso, como o mosaico preto e branco que forma as ondas nas calçadas de Copacabana (RJ). Nas residências, elas passaram para o interior e são elementos de destaque. "É um revestimento neutro e muito charmoso que imprime um ar contemporâneo aos ambientes. Gosto do movimento que o mosaico cria e da textura, principalmente quando usamos a iluminação para destacar estas características", defende a arquiteta Flávia Ralston.

Segredos de instalação

Assentadas artesanalmente, as pedras vão se encaixando até que cubram toda a superfície - quando combinadas com outros tons, podem formar belos desenhos. "A instalação exige mão de obra especializada, pois para que os encaixes fiquem perfeitos, é preciso assentá-las uma a uma", explica Fernanda Oliveira, gerente da Litoral Pedras. O profissional deve ter habilidade para deixar as pedras bem niveladas e, no caso de mosaicos, ter cuidado para que fiquem perfeitos.

No piso, a instalação pode ser feita com cimento ou diretamente no solo, dispensando o contrapiso. Na parede, além do modo tradicional, as pedras podem ser assentadas com junta seca, sem rejunte.

Por serem pesadas, ao revestir a parede, é preciso prever um reforço estrutural de fundação para que a parede aguente o peso do material. "Sobrecarregar as paredes pode causar trincas e nos casos mais graves, até fazê-las ceder", alerta Flávia.

Limpeza simples

"Além de bonitas, as pedras são resistentes e não exigem manutenção, devendo apenas ser limpas periodicamente", justifica o responsável técnico, Joaquim Neto, da Pedras Araguaia. Nas áreas externas, pode-se utilizar uma lavadora de alta pressão e sabão neutro. Os profissionais recomendam a limpeza frequente para evitar que a sujeira seja absorvida. Nos espaços internos basta limpar com pano úmido. Algumas lojas oferecem produtos exclusivos para limpar pedras.

Cada pedrinha

Disponível no mercado nas cores branca, preta, vermelha e bege (ou amarela, conforme a região), as pedras cúbicas são irregulares e medem cerca de 6 x 6 cm - existem outras opções de tamanhos, porém menos usadas.

Branco que valoriza

Mosaico

Neste projeto da arquiteta Flávia Ralston, tanto a sala quanto a varanda foram valorizadas com a lareira revestida com pedras portuguesas brancas, instaladas com junta seca. A lareira segue toda a altura do pé-direito (10 m) e a construção da torre exigiu um reforço estrutural da fundação, não só para suportar o peso das pedras, mas também pelo fato de que ela é o elemento que amarra todo o telhado. O revestimento trouxe um ar mais contemporâneo ao projeto e é destacado por spots com lâmpadas AR 111, que evidenciam a textura do material.

Contemporâneo

Mosaico

Para valorizar a sala de jantar, a arquiteta Flávia Ralston apostou no mosaico português. A pedra branca reveste parte da alvenaria da sala e se estende até a varanda - o material ocupa 14,4 m². Uma mistura de areia com massa acrílica sem pintura e acabamento recobre o restante da parede. As arandelas equipadas com lâmpadas halógenas dão movimento ao mosaico. "A instalação com junta seca, sem rejunte, deu um ar contemporâneo e ao mesmo tempo rústico. O resultado agradou em cheio", conta Flávia.

Parede de destaque

Mosaico

O banheiro de apoio à área da piscina é prático, para que as pessoas possam entrar molhadas, mas ao mesmo tempo tem um visual moderno. Para obter esse resultado, a arquiteta Aline Cobra optou pela pedra portuguesa para dar acabamento ao piso e a uma das paredes. "O material é prático e decorativo. Gosto da textura, dos relevos e do efeito de luz que conseguimos com a iluminação atrás do espelho", conta. No piso as pedras foram assentadas com cimento e na alvenaria a instalação sobre a argamassa dispensou o rejunte. A bancada de madeira cuidou de "aquecer" o ambiente, deixando o espaço mais acolhedor.

Unidade visual

Mosaico

A proposta de integração das áreas externa e interna do apartamento de cobertura foi reforçada pelo uso do mesmo material no piso de todos os espaços. "Escolhemos o mosaico português por ser durável, resistente às intempéries e antiderrapante. Estendemos o material para a área interna, dando continuidade ao revestimento e reforçando a integração", justifica o arquiteto Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz Arquitetos. As pedras na cor bege foram instaladas sobre uma cama de areia e em seguida assentadas com cimento, recobrindo 120 m².

Rústico chique

Mosaico

Para a entrada da casa, a arquiteta Selma Sá tinha em mente um painel que deixasse o muro mais charmoso. Como na parte de trás da casa o piso foi feito com mosaico português e na frente com fulget, a profissional não desejava incluir um terceiro revestimento no espaço. Por isso foi escolhida a pedra portuguesa. As pedras brancas foram instaladas com junta seca, tomando cuidado para que ficassem bem próximas.

Para acompanhar o projeto da casa que mescla um estilo moderno com elementos mais rústicos, a porta e o pergolado foram executados com cruzetas. "Busquei materiais rústicos, mas que tivessem um toque sofisticado, e a pedra portuguesa traduziu exatamente este conceito", finaliza Selma.

Integração com o exterior

Mosaico

Para a casa de linhas contemporâneas os acabamentos seguiram uma linguagem mais rústica. A arquiteta Beatriz Dutra apostou na pedra portuguesa em dois tons para os caminhos de acesso à residência e o revestimento se estendeu ao hall de entrada, criando unidade entre o externo e o interior. O mosaico português foi assentado com cimento e ganhou detalhes com madeira de demolição, recobrindo os 3,5 m² do hall. "A combinação destes acabamentos com o tijolinho aparente traduziu a proposta do projeto, que trabalhou com materiais de características rústicas, mas criando um resultado bem elegante", destaca.

Junta seca

Instalar as pedras nas paredes sem rejunte (junta seca) é uma boa opção para destacar ainda mais o material. "No piso a pedra exige necessariamente o rejunte, mas na parede a junta seca cria um efeito muito bonito", explica a arquiteta Flavia Ralston. Para que o resultado seja perfeito, o processo começa com a escolha das pedras. "O material precisa ser bem cortado e selecionado", orienta Joaquim Neto, responsável técnico da Pedras Araguaia. Na hora de comprar as pedras é preciso prever uma sobra grande, pois muitas acabam sendo descartadas, principalmente as mais finas.

Recobrir a alvenaria com o material requer cuidados e, por isso mesmo, os profissionais são unânimes em afirmar que utilizar mão de obra qualificada é fundamental. "No mercado existem instaladores especializados neste tipo de revestimento - não contratar um deles pode comprometer o resultado", reforça o engenheiro civil Luiz Aquino.

A parede precisa ser preparada com o acabamento em massa de cimento e areia fina, na proporção de um para três, nivelada e desempenada. Em seguida a alvenaria recebe argamassa especial para fixação das pedras. Por fim, as peças vão sendo encaixadas para compor o mosaico. Nesta etapa, o instalador deve colocar as pedras bem juntas e ficar atento para evitar desníveis. "Esta camada deve ter cerca de 1 cm. Se ficar muito espessa, pode vazar quando as pedras forem pressionadas", finaliza Aquino.

Patrícia Julien

Fonte: festaviva.uol.com.br

Mosaico

História

Mosaico é a arte de produzir, através de pequenos cacos ou outros produtos, desenhos e criações das mais diversas. Estes desenhos criados variam em formatos, cores e motivos. Cada obra é única em sua criação e muito difícil de ser reproduzida, pois o seu trabalho artesanal cria motivos dos mais complexos e diversificados. O nome mosaico vem do Latim musa , que também proporcionou os nomes, música e museu. Tal como a pintura e a escultura, o mosaico está entre as primeiras manifestações culturais do homem, conforme parecer de estudiosos e arqueólogos. No Brasil, o mosaico ganhou certa popularidade nas décadas de 40 e 50, mas somente na última década voltou com força total, sendo utilizado em formas abstratas e geométricas. Os primeiros mosaicos de que se tem notícia no Brasil, datam de 1800 e foram criados pela Imperatriz Tereza Cristina, mulher de Dom Pedro II.

Para a confecção de suas obras, a Imperatriz utilizou conchas, que recolhia nas praias do Rio, e cacos de louças do serviço da casa Imperial. Durante anos recobriu bancos, fontes e outras partes do Jardim das Princesas, que passou a jardim anexo do Palácio de São Cristóvão, hoje Museu Nacional de Ciências Naturais. Quando as basílicas cristãs começaram a ser construídas, os mosaicos da parede e do teto foram adaptados aos usos cristãos. O grande desenvolvimento de mosaicos cristãos se desencadeou no Império Bizantino. A Itália influenciou em muito os portugueses que utilizaram em larga escala o mosaico em pisos e em calçadas, criando as pedras portuguesas utilizadas na segunda metade do século passado.

No início do século passado elas foram trazidas para o Brasil, onde cobriram as calçadas da Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro e em larga escala nos calçadões de Copacabana,no Rio de Janeiro, onde formam desenhos que são conhecidos em todo o mundo. O Teatro Municipal do Rio de Janeiro no início de sua modernização, foi buscar na França os mesmos artesãos e artistas do Norte da Itália, que no século passado criaram os mosaicos que embelezam a famosa Ópera de Paris. Estes artistas criaram os mosaicos que hoje embelezam o Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Na mão dos romanos, a arte cresceu e multiplicou-se junto com a expansão do Império. Júlio César levava mosaicistas em suas campanhas para confeccionar o piso da tenda que ocupava. No século IV, com a conversão de Constantino, e a transferência do poder para Bizâncio (depois Constantinopla, hoje Istambul), a arte musiva tornou-se instrumento de evangelização e difusão do cristianismo, subindo às paredes e às cúpulas das igrejas. O mosaico é uma arte antiga, datada, segundo alguns historiadores de 3.500 a.C. Na época da civilização mesopotâmica, os sumérios usavam pequenos fragmentos esmaltados de cerâmica para decorar colunas e paredes. A técnica do mosaico alcançou seu ápice no século V ,antes de Cristo com as decorações dos assoalhos em Pella, antiga capital da Macedônia. Um dos primeiros relatos de mosaico registrados pela humanidade são as pilastras revestidas com cones de argila coloridos e fixados em massa, na Mesopotâmia de antes de Cristo. Os motivos destes mosaicos eram geométricos e revelavam sua inspiração na arte da tapeçaria. Os motivos destes mosaicos eram cenas de luta, de caça e mitológicos. Na antiguidade romana, pavimentos em zonas nobres feitos de mármore ou terracota têm registros na história. A partir de 40 d.C. o Império Romano torna-se o maior centro de produção de mosaicos. Os motivos que revestem pisos e paredes são em sua maioria religiosos. Ravena é umas das cidades italianas onde se encontram os mosaicos mais bem elaborados. O mosaico bizantino foi utilizado principalmente no revestimento de tetos de igrejas. No Brasil o mosaico foi utilizado por Cândido Portinari, Di Cavalcanti e Tomie Ohtake em diversas de suas obras. O mosaico ainda é utilizado, principalmente na construção civil em painéis, na decoração de piscinas, pisos e paredes. Compõem os mais diversos ambientes. Os mosaicos encontrados ao longo dos tempos remontam a história de várias civilizações. Os antigos gregos, os astecas e também os moradores de Pompéia, utilizavam da arte em mosaico para retratar o cotidiano de suas vidas e para decorar seus templos, áreas públicas e também seus utensílios domésticos. As igrejas bizantinas estão cobertas com magníficos mosaicos que retratam os grandes ícones religiosos.

Mas foram os romanos que deram verdadeiro impulso a esta arte durante a expansão do Império Romano no séc. III. Eles acrescentaram pastilhas de vidro e pastilhas de ouro na arte do mosaico e deixaram as peças mais leves, delicadas e expressivas. O maior mosaico do mundo está na cidade do México. O mosaico tem 4000m² e recobre a Biblioteca Central da Universidade Nacional do México. Essa Fantástica obra foi contruída pelo arquiteto e pintor Juan O'Gorman no período de 1949 a 1951. O mosaico aplicado tanto em pequenos objetos como em grandes painéis é sinônimo de bom gosto e requinte, sendo uma forma de arte decorativa, tendo-se utilizado vários tipos de materiais e aplicações ao longo dos tempos.

Fonte: www.kialdamosaicos.com.br

Mosaico

O que é

Mosaico é a arte de produzir, através de pequenos cacos ou outros produtos, desenhos e criações das mais diversas . Estes desenhos criados variam em formatos , cores e motivos. Cada obra é única em sua criação e muito difícil de ser reproduzida, pois o seu trabalho artesanal cria motivos dos mais complexos e diversificados.

O nome mosaico vem do Latim " musa" , que também proporcionou os nomes, música e museu. Tal como a pintura e a escultura , o mosaico está entre as primeiras manifestações culturais do homem, conforme parecer de estudiosos e arqueólogos.

Mosaico

A Itália influenciou em muito os portugueses que utilizaram em larga escala o mosaico em pisos e em calçadas, criando as pedras portuguesas utilizadas na segunda metade do século passado, na reforma do Largo do Rossio, no centro de Lisboa e no início do século passado, foram trazidas para o Brasil, onde cobriram as calçadas da Avenida Central, hoje Av. Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro e em larga escala nos calçadões de Copacabana - Rio de Janeiro, formando desenhos conhecidos de todo o mundo.

Atualmente descobrimos grandes jazidas de granito de pavimentação, no Brasil, porém o nome de Pedras portuguesas ainda predomina e cobre grande parte das calçadas do Rio de Janeiro, tornando-se um símbolo mundial, as " ondas "das calçadas de Copacabana, feitas em mosaico.

Mosaico
Teatro Municipal do Rio de Janeiro

O Teatro Municipal , no início da modernização, do Rio de Janeiro, foi buscar na França os mesmos artesãos e artistas do Norte da Itália, que no século passado utilizavam mosaicos de ornamentação da paredes, colunas cúpulas da Ópera de Paris, para elaborar diversos mosaicos que lá encontramos.

Mosaico
Obra italiana

Esta arte milenar teve início no Século V antes de Cristo e foi largamente difundido por todo o Oriente médio. Na Grécia Antiga início seu prestígio e em seguida em Roma, na Itália, onde a arte pronunciou-se expressivamente.

Existe uma outra corrente de informações que afirma encontrar pilastras revestidas com cones de argila coloridas e fixadas em massa, na Mesopotâmia, antes de Cristo.

Na Macedônia os Gregos criavam quadros de pequenos seixos brancos, pretos e de vários tons de vermelho, com cenas de luta, caças , de animais e motivos mitológicos. Na era antiga em Roma, pavimentou-se zonas nobres em mármores

Na Itália , antes de Cristo, tornou-se o maior centro produtivo de mosaicos da Europa.Utilizados principalmente com temas religiosos, revestindo-se pisos e paredes com a arte do mosaico. Em Ravena, cidade Italiana, podemos encontrar trabalhos em mosaico de alta qualidade e bom gosto. O mosaico Bizantino utiliza com larga freqüência os tons dourados e prateados, usados para revestimentos de tetos de igrejas.

O mosaico no Brasil foi muito utilizado por Cândido Portinari, Di Cavalcanti e Tomie Ohtake em diversas de suas obras. Hoje, muito utilizado na construção civil, em decorações de piscinas , painéis, paredes, quadros e fachadas de prédios.

Fonte: www.cartaoempvc.hpg.ig.com.br

Mosaico

A palavra mosaico é de origem grega e significa "obra paciente, digna das MUSAS". Digna das musas porque se trata de trabalho de rara beleza, feito com materiais que duram séculos e por isso tem um sentido de eternidade, divino. Paciente, porque requer muita atenção para executá-lo.

Mosaico é a arte de unir pequenos fragmentos chamados TESSELAS, que são fixados sobre qualquer superfície plana ou tridimensional. Estas tesselas podem ser dos mais diversos materiais: cerâmica, pastilhas de vidro, pedras semi-preciosas, seixos, pasta vítrea, mármore e granito, estes, cortados com martellina e tagliolo, da mesma forma como na Antiguidade.

Há registros da Arte Musiva desde o século VIII A.C., em pavimentos de seixos rolados. Na arte pré-colombiana e egípcia, também aparecem várias obras. Os gregos e romanos utilizaram o mosaico em pavimentos, com tesselas de mármore, cortadas regularmente.

Com a expansão do Império Romano, e da arte cristã, o mosaico passa a fazer parte da decoração das paredes dos templos e igrejas. A arte bizantina começa a utilizar a pasta vítrea junto ao mármore, e as tesselas, que nos pavimentos eram regulares e planas, são cortadas irregularmente e colocadas com diversas inclinações, refletindo a luz e sombra, dando um realismo impressionante.

Nos dias de hoje, o mosaico ressurgiu , despertando grande interesse, sendo cada vez mais utilizado. Na arte contemporânea tem surgido criações originais, com idéias abstratas e inovadoras, aliadas à beleza do mosaico tradicional e figurativo.

No Brasil, junto à nobreza do mármore, temos a riqueza, variedade e beleza dos nossos granitos e pedras brasileiras.

Mosaico em Mármore, Granito e Smalti

Mosaico
O CAVALO (2005) Mármore e granito sobre OSB

Mosaico
HORTÊNCIAS (2005) Mármore e granito sobre OSB

Mosaico
O PAVÃO (2008) Mármore, granito, contas de vidro e arenito, sobre suporte em madeira

Fonte: www.tesselasmosaico.com

Mosaico

Obras de Carmen Campetti

Mosaico
THEMIS (2007) Mármore, granito, arenito e cobre sobre madeira

Mosaico
A TRAGÉDIA E A COMÉDIA (2008) Mosaico em mármore e granito, sobre suporte de metal e tela de fibra de vidro 32 x 62 x 12cm

Mosaico
MOINHOS (2003) Mármore, granito e arenito sobre compensado

Fonte: www.tesselasmosaico.com

Mosaico

História do Mosaico

O mosaico é uma arte muito antiga, datada de 2500 a .C. Na época da civilização mesopotâmica, os sumérios usavam pequenos fragmentos esmaltados de cerâmica para decorar colunas e paredes. A técnica do mosaico alcançou seu ápice no século V a.C. com as decorações dos assoalhos em Pella, antiga capital da Macedônia. Com a introdução do corte de pedra em fragmentos (tesselas) no século III a.C, o uso dos seixos foi sendo substituído progressivamente.

A origem das tesselas é ainda incerta. Algumas fontes apontam a Sicília como o lugar de origem, enquanto outras citam a Alexandria. Devido a grande expansão urbana ocorrida durante a época do Império Romano, a demanda de assoalhos em mosaico disparou, expandindo seu uso para o interior das construções da época. Reduzindo a gama de cores para apenas duas: preta e branca, a produção do mosaico tornou-se mais fácil e mais barata. Uma técnica difundida em meados do século era o uso de uma tira trançada que, da borda do assoalho, expandia moldando figuras em "emblemas" independentes.

Essa técnica foi popular durante todo o Império Romano, onde cópias de mosaico do mesmo assunto foram encontradas separadamente em lugares distantes.

Além do assoalho, o mosaico foi empregado em outras finalidades, tais como, na decoração de fontes, pequenas colunas e tetos. Marcando assim, o nascimento do musivum do opus durante o último século da República Romana. Esse opus foi usado largamente na decoração de edificações especiais, onde cobria paredes inteiras e pequenas colunas, como na casa de Netuno e Anfitrytis em Ercolano. Mas foi em Ravenna nos séculos V e VI, que pela primeira vez, essa forma de arte alcançou sua expressão mais elevada e independente artisticamente.

Como os mosaicos do assoalho voltaram-se aos mosaicos em paredes e em abóbadas de igrejas, essa expressão artística foi comparada diretamente com a pintura. Essa comparação trouxe a necessidade de se criar uma própria identidade, conduzindo ao estabelecimento de uma consciência nova, buscando uma originalidade artística.

Enquanto por um lado, esses elementos estilísticos marcaram o declínio progressivo das decorações romanas do assoalho, por outro, sancionaram o sucesso impressionante dos mosaicos cristãos das paredes, nos séculos IV e V, porque era um meio perfeito de expressar os conceitos religiosos novos e o espiritualismo de uma forma tangível.

De todos os mosaicos existentes da época, os maiores em paredes datam do período de Constantino, as decorações das paredes e dos tetos com tesselas de vidro ( musivum do opus) embelezam edifícios religiosos cristãos, somente os exemplos raros sobreviveram. A maioria dos estudiosos acredita que a origem dessa técnica ( musivum do opus) , pode ser uma criação típica do gosto e da arte romana.

Em Roma, Nero e seus arquitetos inovaram a extensão dos mosaicos refinados, utilizando-os para cobrir superfícies de paredes e tetos.

Quando as basílicas cristãs começaram a ser construídas, os mosaicos da parede e do teto foram adaptados aos usos cristãos. O grande desenvolvimento de mosaicos cristãos se desencadeou no Império Bizantino incluindo seu posto avançado no Exarchate de Ravenna e de seus territórios na Sicília, e em Veneza.

A arquitetura islâmica seria a próxima herança dessa técnica. Os complexos projetos geométricos usados para decorar edificações no mundo islâmico eram produzidos freqüentemente com mosaicos. O processo é conhecido como o zillij na África do Norte e em qashani mais para o leste. Alguns dos melhores exemplos de mosaico islâmico foram produzidos em Moorish, Espanha, e são ainda vistos no Alhambra. O ofício continuou através dos tempos, e também popular na tradição ortodoxa oriental, e se estendeu pela Rússia, onde Moscou reivindicou suceder Constantinopla como a "terceira Roma".

Ravenna, junto com Roma, Veneza e algumas áreas da Sicília tem um papel importante na arte do mosaico, influenciada profundamente por essa experiência artística durante toda sua história. O fim do século XII viu o emergir de um tipo novo de mosaico chamado Cosmatesco. A decoração era inspirada em motivos árabes e consistia em padrões geométricos muito coloridos, essa realização exigiu um esforço considerável devido a sua execução minuciosa.

Essa técnica emprestou-se a muitas aplicações e foi usada para a decoração de rosetas, coluna e de assoalhos inteiros. O século XIV viu um deslocamento do amor da decoração que tinha caracterizado os séculos precedentes, assim somente os exemplos raros desta arte foram documentados. Com o delle Pietre Dure de Opificio (oficina de pedras duras) em Florença apareceu o Fiorentino ou o tarsia do commesso : trabalhos especiais nas pedras duras, compostas de muitos elementos pequenos que juntos davam forma a uma composição geralmente lisa.

Durante o século XVIII, em um período de declínio geral da expressão artística do mosaico, surgiu uma forma de trabalho pequena e portátil do mosaico ( mosaico minuto ), feito com pequenas tesselas, uma inovação desta arte. A Revolução Industrial, nos meados do século XIX, trouxe o fim das atividades artesanais, dessa forma, somente os mosaicos feitos para o teatro da ópera em Paris despertaram algum interesse na técnica. Os mosaicos foram aplicados no reverso, com colagem no papel.

Esse método, chamado "reverso" ou "indireto", é ainda utilizado. A técnica baixou o custo de execução do mosaico, mas também a qualidade, que certamente não foram comparáveis às maravilhosas paredes dos tempos de Ravenna. A industrialização progressiva dos mosaicos, com o uso crescente de métodos em linha de produção, possibilitou empregar uma força de trabalho menos hábil, assim culminando na deterioração quase total da tradição antiga e gloriosa do mosaico.

Somente no século XX ocorreu um período de agitação cultural, abrindo a experimentação de técnicas artísticas novas, onde o poder expressivo dos mosaicos foi reconhecido. Na virada do século, artistas como: Antoni Gaudì (1852-1926), Gustav Klimt (1862-1918) e Gino Severini (1883-1966) aproximaram-se do mosaico e compreenderam sua verdadeira essência. Klimt, que visitou Ravenna no princípio do século, encontrou nos mosaicos dessa cidade a compreensão da arte Bizantina. Antoni Gaudì, mais do que um arquiteto, empregou o mosaico no interior e exterior de suas construções. Conseguiu efeitos impressionantes em alguns de seus trabalhos, tal como o parque de Guell (1900-1914) em Barcelona.

O trabalho dessas duas personalidades, junto com os do grande Severini, para quem o l'Istituto Statale d'Arte per il mosaico di Ravenna (Instituto da Arte em Mosaico de Ravenna) foi dedicado, resgatou o interesse pela arte do mosaico no século XX.

Mosaico no Mundo

Maior Mosaico do Mundo

O maior mosaico do mundo está na cidade do México e tem 4000m². Essa Fantástica obra foi contruída pelo arquiteto e pintor Juan O'Gorman. O imenso mural é na realidade o revestimento do edifício da Bilioteca Central da Cidade Universitária da UNAM - Universidade Nacional do México. Sua construção se deu de 1949 a 1951.

Mosaicos de Nova York

O Metrô de Nova York mantém inúmeros murais de mosaico em suas estações.

Mosaico no Brasil

Os primeiros mosaicos de que se tem notícia no Brasil, datam de 1800 e foram criados pela Imperatriz Tereza Cristina, mulher de Dom Pedro II.

Para a confecção de suas obras, a Imperatriz utilizou conchas, que recolhia nas praias do Rio, e cacos de louças do serviço da casa Imperial. Durante anos recobriu bancos, fontes e outras partes do Jardim das Princesas, como era chamado o jardim anexo do Palácio de São Cristóvão, hoje Museu Nacional de Ciências Naturais.

Lista de grandes artistas brasileiros:

Candido Portinari

Paulo Werneck

Belmiro de Almeida

Grandes Nomes

No início do século XX três grandes artistas foram responsáveis pelo resgate do interesse pela arte do mosaico, foram eles: Antoni Gaudi, Gustav Klimt e Gino Severini.

Antoni Gaudi i Cornet

Também conhecido como Antonio Gaudí ou simplesmente por Gaudi, foi um arquiteto catalão nascido em 25 de junho de 1852 em Reus, ( Tarragona ) e falecido em 10 de junho de 1926 em Barcelona, onde se educou e passou grande parte da vida.

Gustav Klimt

Foi um pintor simbolista austríaco nascido em 14 de julho de 1862 em Bumgarten e falecido em 6 de fevereiro de 1918. A sua obra passa por fases diferentes: a primeira, é marcada por um carácter histórico-realista, também associada à dualidade de Viena (realidade e ilusão).

Gino Severini

Foi um pintor futurista italiano, nascido em 7 de Abril de 1883 em Cortona - Itália e falecido em 27 de fevereiro de 1966.

Confira abaixo o passo a passo para a execução desse conjunto de moldura e bancada para banheiro.

Material Básico:

Base de compensado (preferencialmente naval)

Moldura para espelho

Cola branca tipo Extra

Azulejos coloridos nos tons desejados

Rejunte

Torquês de mola

Material de segurança (óculos e luvas)

Espátula para aplicação do rejunte e esponja para limpeza

Para o espelho (caso não use uma moldura vazada) comece riscando o espaço onde será executado o mosaico. A largura deve ser igual na altura e no comprimento e pode variar de acordo com seu gosto.

A largura apresentada aqui é de 10cm em uma base de 72 cm x 80 cm.

Sacro

Mosaico

Mosaico

Feira e Diversos

Mosaico

Piscinas

Mosaico

Mosaico

Mosaico

Números de Casa

Mosaico

Mosaico

Mosaico

Fonte: www.artemosaico.com.br

Mosaico

Mosaico é o agrupamento de pequenas pedras, ou outras peças (pequenos pedaços de vidro, mármore ou cerâmica) formando um desenho ou alguma representação artística. O mosaico surgiu na época greco-romana, onde era usado na decoração de pavimentos e paredes.

A principal característica do mosaico é a colocação de tesselas, pequenos fragmentos de pedras, às vezes semi-preciosas, pastilhas de vidro, seixos e outros materiais, sobre uma superfície.

Durante um momento o mosaico perdeu sua força, se comparado a outras formas de manifestações artísticas como a pintura e a escultura, por exemplo. Porém, nota-se que recentemente o mosaico tem sido cada vez mais utilizado artisticamente, na decoração de ambientes interiores e exteriores.

Entre alguns exemplos de mosaicos que estão presentes no nosso dia-dia podemos citar o calçadão de Copacabana, a colocação de pisos e azulejos de uma casa, ou em algumas gravuras do artista holandês M.C. Escher que utiliza essa técnica.

Fonte: www.alunosonline.com.br

Mosaico

Mosaico ou arte musiva, é um embutido de pequenas peças (tesselas) de pedra ou de outros materiais (vidro, mármore, cerâmica ou conchas), formando determinado desenho. O objetivo do mosaico é preencher algum tipo de plano, como pisos e paredes.

Mosaico
Cúpula do Batistério de Florença

A palavra "mosaico" tem origem na palavra grega mouseîn, a mesma que deu origem à palavra música, que significa próprio das musas. É uma forma de arte decorativa milenar, que nos remete à época greco-romana, quando teve seu apogeu. Na sua elaboração foram utilizados diversos tipos de materiais e teve diferentes aplicações através dos tempos.

Mosaico
Mosaico romano

A técnica da arte musiva consiste na colocação de tesselas, que são pequenos fragmentos de pedras, como mármore e granito moldados com tagliolo e martellina, pedras semi-preciosas, pastilhas de vidro, seixos e outros materiais, sobre qualquer superfície. Nos dias de hoje, o mosaico ressurgiu, despertando grande interesse, sendo cada vez mais utilizado, artisticamente, na decoração de ambientes interiores e exteriores.

Em Portugal, destacam-se os mosaicos das ruínas romanas de Conímbriga, datados do século II d.C., além do "mosaico das musas", da villa romana de Torre de Palma (século II - IV d.C.), em Monforte, [1] e os da villa romana de Milreu, no Distrito de Faro, no Algarve - belos exemplares decorativos da época romana.[2]

Também são exemplos de mosaico o calçadão de Copacabana, a disposição dos pisos e azulejos de uma casa, até mesmo algumas gravuras do artista holandês M. C. Escher que tratam do preenchimento do plano.

História

O primeiro registro é encontrado há 3.500 anos A.C. na cidade de Ur, região da Mesopotâmia. O Estandarte de Ur compõe-se de dois painéis retangulares de 55 cm, feitos de arenito avermelhado e lápis-lazúli. No antigo Egito havia preciosos trabalhos feitos em sarcófagos de antigas múmias; também havia mosaicos que decoravam colunas e paredes.

Entre os gregos, existiam pisos feitos com pedaços de mármore branco ou de cor, embutidos numa massa compacta em muito resistente. Um motivo que alcançou um certo sucesso na Grécia foi de pombas, conhecidas como "as passarinhos de Plínio". Em Roma esta arte começou no I-º século A.C. e foi largamente usada em pisos, murais fontes e até painéis transportáveis. Em Pompéia especificamente, foi um viveiro de mosaicistas que desde os poderosos e os abastados até o povo em geral apreciavam esta arte. No período paleo-cristão abre-se para o mosaico uma nova era: a arte bizantina que é o verdadeiro triunfo das artes visuais do cristianismo. Combinando harmonicamente elementos ocidentais e orientais, deu origem a uma arte intelectualizada, onde o sentido de divino, de sobrenatural, manifestava-se através de um original abstracionismo. Nunca o mosaico teve tanto esplendor e foi tão largamente usado no mundo como nesse período. No mundo islamítico a arte do mosaico teve importante aplicação na ornamentação de edifícios e mesquitas. Um outro tipo de mosaico foi o de pequenas tesselas de madeira, usado para decoração de móveis, caixas e outros objetos. Eram também usados pedaços de marfim e madrepérolas. No século 19 cai quase em abandono. Os estetas subdividiram a produção artística em artes maiores (pinturas a óleo, afresco, têmpera e esculturas) e em artes menores (cerâmica, esmalte sobre metal, tapeçaria e o mosaico). Eles se esqueceram que o importante é o objetivo plástico. Mas o brilho de suas tesselas não foi apagado pelo tempo, se sentido de pintura do eterno, esperavam novamente o gênio e a mão do homem, para continuar a policromia narração do sentir humano. Na América Central que esta forma de decoração mais se difundiu, alcançando no México e no Peru sujas mais perfeitas realizações. No período moderno o mosaico, arte mural por excelência, consegue a metamorfose: parede-cimento-pedra-cor. Com isto ele consegue harmonizar a arquitetura moderna.

Fonte: pt.wikipedia.org

Mosaico

Comece quebrando os azulejos com o alicate. Algumas pessoas preferem as tesselas (cacos) irregulares, sendo assim a quebra pode ser feita com a ajuda de um martelo. Basta colocar o ajulejo entre um pano e ir quebrando aos poucos.

Comece pela lateral da moldura colando a "quina" do azulejo e continue colando as bordas do azulejo em toda extensão. Cuide para que as tesselas coladas não ultrapassem o limite superior da madeira.Para que o acabamento fique perfeito utilize o próprio azulejo para nivelar as tesselas coladas na borda.

Assim que terminar a colagem das laterais aguarde um pouco para que as tesselas estejam firmes e não se soltem com o manuseio da peça. Comece então a colagem das bordas na parte superior. As tesselas devem ficar por cima das bordas e devem ser niveladas como explicamos anteriormente.As bordas devem ser utilizadas também no meio da moldura onde será encaixado o espelho como mostra a foto. Terminado esse passo comece a preencher o meio da moldura com as tesselas comuns retiradas do meio do azulejo que deixamos separadas.

Veja a imagem da moldura totalmente preenchida. Aguarde aproximandamente quatro horas e aplique o rejunte (preparado de acordo com as instruções do fabricante). Obs.: Excepcionalmente neste passo a passo não mostraremos o rejuntamento.

Após a secagem do rejunte, comece a colar as flores e as folhas em quinas opostas da moldura.

Obs.: Veja como cortar as flores no vídeo "Como cortar flores"

Depois é só mandar colar o espelho e pronto!

Para o tampo, comece com a colocação das tesselas nas bordas como mostramos no passo a passo do espelho e depois aplicando as flores e folhas conforme o desenho. Caso prefira, visite nossa seção de downloads e escolha um risco.

Atenção: Antes de realizar o corte, tenha em mãos o gabarito da cuba fornecido pelo fabricante ou risque por sobreposição. Não esqueça o furo para a torneira.

Dica: Dê preferência às cubas sobrepostas pois assim a água não penetrará nas frestas.

Agora preencha todo o tampo com as tesselas nos tons escolhidos e aguarde no mínimo 4 horas antes de iniciar o rejunte.Agora preencha todo o tampo com as tesselas nos tons escolhidos e aguarde no mínimo 4 horas antes de iniciar o rejunte.

Disponha as pétalas* e folhas antes da colagem para definir o local. Comece colando o miolo e depois as pétalas.

Dica: antes de colar as pétalas dê um pequeno corte na base para eliminar a ponta, assim o encaixe ficará pefeito e as pétalas poderão ser coladas mais próximas.

*Veja como cortar flores no vídeo "Como cortar flores"..

Depois de colar as flores desenhe com o bico do tubo de cola o ramo e cole as tesselas pequenas e as folhas.

Dica: Você poderá aproveitar um tubo de cola escolar pequeno vazio para desenhar, basta completá-lo com a cola extra.

Comece a colar as tesselas para preencher o restante da madeira. Não esqueça de marcar o local onde os ganchos serão fixados e deixar este local livre de cacos.

Dica: Caso o azulejo não esteja na mesma espessura da pastilha da borda, você poderá ultilizar as bordas do mesmo nos locais onde este se junta com a pastilha.

Veja o porta-chave todo preenchido apenas com os espaços para os ganchos.

Coloque os ganchos nos locais marcados com cuidado para não danificar o mosaico.

Prepare o rejunte de acordo com a especificação do fabricante e comece a aplicá-lo com a ajuda da espátula até preencher todos os espaços entre as tesselas.

Para as laterais e na base junto aos ganchos passe o dedo completando os espaços.

Aguarde de 5 a 15 minutos ou até que o rejunte esteja bem mais firme e limpe a superfície com uma esponja levemente umidecida. Após a limpeza aguarde até que seque completamente e retire o restante do pó com uma trincha macia e seca ou flanela.

Depois de seco pinte a placa com tinta acrílica na cor desejada.

Agora basta finalizar com a cera líquida ou pastosa incolor e uma pintura nas laterais e verso à escolher. Não esqueça de colocar atrás ganchos para fixação.

Confira abaixo o passo a passo para a execução da bancada de banheiro em estilo marroquino.

Material Básico:

  • Base de MDF oun compensado naval (preferencialmente)
  • Cola branca tipo Extra
  • Azulejos
  • Rejunte
  • Torquês de mola
  • Alicate corta-fácil
  • Material de segurança (óculos e luvas)
  • Espátula para aplicação do rejunte e esponja para limpeza
  • Primeiro você deve preparar o corte, caso vá encaixar conforme a foto, basta retirar a torneira e sobrepor o tampo riscando por baixo. No caso de cubas de sobrepor utilize o gabarito fornecido pelo fabricante ou risque por sobreposição.

    O segundo passo é cortar várias tesselas de 1,5cm por 3cm utilizando a borda do azulejo, então comece a colar as laterais com a parte boleada para baixo, utilize o alicate corta-fácil ou a máquina corta-fácil.

    Continue a colagem das tesselas na parte superior, dessa vez com a parte boleada para fora, utilizando um azulejo como guia para nivelar.

    Fonte: lugaresincriveis.wordpress.com

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