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Filtração - Deixe sua piscina nos trinques!

A filtração precisa ser feita TODOS os dias do ano, mesmo no INVERNO. Para isso, toda piscina deve possuir um sistema de recirculação que retira a água da parte mais funda do tanque - em alguns casos também pelo Skimmer, ou coadeira, quando existir - passando pelo pré-filtro, bomba, filtro e então retorna à piscina pelo lado mais raso.

Todos os equipamentos são ligados por tubulações, conexões e válvulas hidráulicas.

Após um período de funcionamento, acumula-se sujeira no filtro, fazendo com que a vazão da bomba diminua ou a sujeira comece a retornar para a piscina. Para resolver este problema, todo filtro possui uma válvula que permite retrolavar a areia. A retrolavagem é um processo que retira a sujeira do filtro e a joga fora.

Recomendações técnicas

Toda a instalação deve possuir registros, válvulas e conexões para permitir a retirada do filtro e motobomba para uma eventual manutenção, bem como para evitar perda de água para o esgoto

O sistema filtro/motobomba deve ser instalados o mais próximo possível da piscina

O sistema deve estar "afogado", ou seja, abaixo do nível da piscina sempre que possível, se não será necessária a utilização de válvula de retenção

A casa de máquinas deve ser um local seco, ventilado e protegido das intempéries, com espaço suficiente para uma tranqüila manutenção

As instalações elétricas e hidráulicas da piscina devem atender as especificações das normas da ABNT e/ou regulamentação local.

Manutenção Periódica

Limpar periodicamente o cestinho do pré-filtro

Efetuar a retrolavagem da areia sempre que a pressão nos manômetros se mostrar necessária

Verificar eventuais vazamentos na tubulação

Em filtros de aço verificar o ânodo

Verificar a areia, ou meio filtrante, e substituí-lo se necessário.

Não deixe de executar a manutenção periódica só porque é INVERNO. Lembre-se da sua piscina em qualquer ESTAÇÃO do ano, pois limpá-la depois no verão sai mais caro e demorado.

Dicas importantes

Nunca mude a posição da alavanca da válvula do filtro, com a motobomba ligada

Nunca feche todos os registros a não ser para manutenção

Nunca deixe a motobomba funcionar sem água ou sem circulação de água, exceto para teste por período curto

Antes de ligar o sistema, verificar se a tampa do pré-filtro está bem fechada e se os registros e válvulas estão na posição correta

Não mude a bomba do sistema filtrante por uma maior (pode danificar o tanque) ou menor (diminui a eficiência)

Nunca utilize produtos que possam danificar o meio filtrante.

Como aspirar sua piscina

Ressaltando a importância da filtração, ela retira da água toda a sujeira que está suspensa, mas o que depositou no fundo deve ser retirado com o Aspirador que complementa todo o trabalho de filtragem. A aspiração da piscina deve ser feita de acordo com a necessidade, mas NUNCA menos que uma vez por semana.

Os aspiradores mais comuns são os manuais, ligados ao sistema de filtração com mangueiras flexíveis, conectados ao bocal. Efetuando manobras em registros do sistema de filtração, é possível fazer toda a água passar pelo aspirador levando com ela a sujeira que ficar retida no filtro e retornar para a piscina. Chamamos isto de aspirar filtrando. Existem no mercado vários modelos de aspiradores para se fazer este trabalho.

Uma outra maneira de aspirar a água com a sujeira é jogá-la diretamente no esgoto, sem passar pelo filtro, o que chamamos de aspirar drenando.

Aspirar filtrando

É o mais aconselhável, pois não há nenhum desperdício de água. Mas é bom lembrar que é necessário, sempre após a aspiração, retrolavar o filtro.

Aspirar drenando

Deve ser feito somente quando o fundo da piscina estiver muito sujo ou com produtos químicos que possam estragar a areia do filtro.

Escovação e peneiração da piscina

Deve ser feita para retirar sujeiras e possíveis manchas das paredes da piscina e para retirar materiais sólidos tanto da superfície como do fundo.

A escovação e peneiração devem ser executadas sempre que necessário, facilmente detectável e distinguível com apenas um exame visual da piscina…

IMPORTANTE: Para se ter um tratamento perfeito, os equipamentos e as instalações devem ser apropriados ao uso, tipo e tamanho da piscina.

Seleção de filtros - Escolha o seu!

Todo esse processo de filtragem e limpeza exige que os filtros para piscina devem ser dimensionados a partir do volume de água contido no tanque (piscina) e do tempo de recirculação desse volume de água.

Tratamento químico

Água não estabilizada e neutra causa incômodo ao usuário, e como água de piscina praticamente é sempre a mesma, uma vez tratada não se altera, a não ser por fatores externos tais como: chuva em excesso, água de reposição ou produtos químicos. O tratamento químico pode ser de MANUTENÇÂO ou de CHOQUE. O ideal é uma manutenção constante, pois com isso nos livramos das dores de cabeça e da frustração de não poder usá-la quando quiser, além de ser muito mais barato.

O tratamento de manutenção pode ser dado em doses "homeopáticas", custando bem menos, pois é controlado e atende somente as necessidades da água, mantendo-a sempre cristalina e com aspecto saudável.

No tratamento de choque, deve-se usar uma quantidade MAIOR de produtos e é preciso aguardar também um tempo mais longo para obtenção de resultados e a utilização da piscina.

OBS: O tratamento de choque, na prática, somente é dado em piscinas abandonadas e seus métodos vão desde uma dosagem bem maior de saneaste até uma decantação, utilizada normalmente como último recurso. E NÃO DEVE ser adotada freqüentemente. Este tratamento fica mais caro, não só pelos valores dos produtos envolvidos, mas também pelo desperdício causado, uma vez que decantando-se uma piscina, devemos em seguida aspirar o fundo drenando, jogando fora a água e os produtos aplicados.

O uso do pH correto

O pH correto para piscinas oscila em 7,2 / 7,6, isto é, levemente básica. Assim favorece a ação dos saneastes e o conforto dos banhistas. O pH desajustado provoca irritação da pele, dos olhos e mucosas; age ainda na turbidez da água e na ineficiência dos produtos saneastes utilizados para o tratamento, pois influi diretamente no meio onde ocorrerão as reações destes produtos. A água ácida produz ainda a corrosão das peças metálicas e a água alcalina provoca a deposição de substâncias. Por isso a importância em se MEDIR o pH como primeiro passo ao iniciar o tratamento.

Acerte a alcalinidade

A alcalinidade total é medida em ppm (partículas por milhão) e o ideal para uma piscina é que se mantenha entre 80 ppm e 120 ppm; isso trará estabilidade ao pH e dispensará correções freqüentes.

Aumentar a alcalinidade: adicione um elevador de alcalinidade

Reduzir a alcalinidade: adicione um redutor de pH

Como evitar...

I) Algas

Para evitá-las, que vêm basicamente da chuva e exposição ao tempo, cubra regularmente sua piscina com uma capa apropriada, e use algicidas apropriados para eliminá-las.

II) Bactérias

Detritos que caem e se decompõem na água é que contribuem para aparecem as bactérias, trazendo doenças e micoses, e a sua prevenção é muito simples; basta manter a água sempre com saneantes a níveis aceitáveis. Peneirar, escovar e aspirar também é de suma importância.

III) Fungos

O pH desajustado é um dos fatores que favorece muito a rápida multiplicação de fungos. Esta é uma das razões para que se mantenha o pH sempre ajustado.

OBS: O uso correto de saneantes previne o surgimento de fungos.

Auxiliares de filtração

Para melhorar a eficência dos FILTROS indicamos que sejam usados os AUXILIARES DE FILTRAÇÃO, pois além de ajudar na filtragem da água impedem que pequenas partículas - como poeira - voltem para a piscina, deixa a água mais transparente e cristalina.

Cloração da água

Mantenha a água de sua piscina sempre clorada entre 1,0 a 3,0 ppm para eliminar toda a contaminação invisível tais como bactérias, fungos e outros microorganismos causadores de diversas doenças. E também para evitar que outras impurezas, como algas e os mais variados resíduos orgânicos se acumulem na água e tornem-se visíveis, comprometendo o aspecto visual.

Ao Colocar Cloro na Piscina, seja Cauteloso! (cloro granulado)

1) Mantenha o pH sempre na faixa de 7,2 a 7,6;

2) Espalhe os grânulos diretamente sobre a superfície da água, usando uma caneca dosadora como medida. Em piscinas de fibra e vinil, dissolva-os antes num balde plástico com água da própria piscina;

3) Faça essa manipulação sempre à noite, pois a luz solar decompõe o cloro e pode perder seu efeito;

4) Na manhã seguinte a aplicação, analise o residual de cloro para certificar-se de que esteja entre 1,0 a 1,5 ppm. Se estiver fora dessa faixa, ajuste a dosagem na aplicação seguinte.

Notas: NUNCA use a piscina se constatar que o cloro livre for maior que 3,0 ppm e NÃO aplique no mesmo dia cloro e algicida de choque ou manutenção!!

Fonte: www.piscinaesossego.com.br

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Cuidades necessários

Ter e cuidar de uma piscina pode custar pouco e consumir menos tempo do que você imagina. A nossa sessão de dicas poderá ajudá-lo a resolver qualquer dúvida sobre o tratamento mais adequado para sua piscina.

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Como calcular o volume da sua piscina

Para realizar corretamente o tratamento da água da piscina com os produtos químicos você, primeiro, deverá calcular o volume de água da piscina, caso não saiba.

Para isso consulte a tabela abaixo:

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IMPORTANTE: Manter a piscina sempre cheia para evitar rachaduras e vazamentos causados pelo sol e pela presão freática.

Como ajustar a alcalinidade

Alcalinidade total baixa (abaixo de 80 ppm)

Para elevar a alcalinidade da água, primeiro meça a alcalinidade usando a FITA TESTE.

Verifique a dosagem necessária de ELEVADOR DE ALCALINIDADE na tabela abaixo. Num balde plástico com água da piscina, adicionar e misturar a quantidade de ELEVADOR DE ALCALINIDADE calculada com a ajuda da tabela e espalhar por toda a superfície.

Filtrar por 6 a 12 horas, ou de acordo com as instruções do fabricante do filtro. Medir novamente. Caso não obtenha o resultado desejado, repetir o procedimento.

TABELA DE DOSAGEM DO ELEVADOR DE ALCALINIDADE (Cada 1.000 litros de água correspondem a 1m³)
Dosagem Colocar o filtro na posição Tempo de funcionamento do filtro
17gramas/m3 filtrar 6 horas(mínimo)

ALCALINIDADE TOTAL ALTA (acima de 120 ppm)

Para reduzir a alcalinidade da água, primeiro meça a alcalinidade usando a FITA TESTE.

O REDUTOR DE pH deve ser usado nesse procedimento. Verifique a dosagem necessária de REDUTOR DE pH na tabela abaixo. Num balde plástico com água de piscina, adicionar e misturar a quantidade de REDUTOR DE pH calculada com a ajuda da tabela e despejar o conteúdo na parte mais funda da piscina ou em um só local específico. Não espalhar a mistura pela piscina. Aguardar cerca de 12 horas. Filtrar por 6 a 12 horas, ou de acordo com as instruções do fabricante do filtro. Medir novamente. Caso não obtenha o resultado desejado, repetir o procedimento.

Tabela de dosagem de redutor de pH para reduzir a alcalinidade total (Cada 1.000 litros de água correspondem a 1m3)
Dosagem Colocar o filtro na posição Tempo de funcionamento do filtro
5ml/m³ filtrar 6 A horas(mínimo)

Fonte: www.caxangapiscinas.com.br

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Dúvidas frequentes sobre piscinas.

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Uma piscina não apenas um reservatório de água a mais. A sua piscina é lago muito importante que é acrescentado a sua vida, melhorando a arquitetura que lhe envolve, proporcionando-lhe mais saúde e bem estar, com momentos maravilhosos de lazer e relax para você, sua família e seus amigos.

Atualmente há muita facilidade de aquecer a piscina, através de várias maneiras, como trocador de calor, caldeira a lenha e solar. O solar tem como grande vantagem, pois, o cliente tem somente o custo de aquisição não gerando custo fixo mensal, pois o sol é de graça e ecologicamente correto não poluindo o meio ambiente.

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Qual melhor época para se instalar uma piscina?

Um sonho a se realizar não tem época, não importa qual a melhor à estação, o cliente se prepara escolhe o melhor projeto e instala a piscina. Mas analisando como época mais tranqüila com certeza o outono/inverno é melhor, você tem mais tempo para desenvolver o projeto, escolher o acabamento e paisagismo.

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Quais os procedimentos.

Normalmente o cliente chega a loja e desconhece os vários tipos de piscinas mais construídos. Por exemplo: Piscina de fibra, piscina de vinil ou piscina de azulejo/pastilhas. O correto é o cliente solicitar uma visita in loco, onde o vendedor poderá assessorar qual a melhor piscina para o cliente explicando as vantagens e desvantagens de cada piscina. Uma forma de analisar é verificar o terreno disponível para a construção da piscina a arquitetura da casa e os gostos do cliente.

Qual o melhor material

Todos os tipos de piscinas são boas, pois cada uma tem suas características específicas. Obviamente está vinculado ao custo, por exemplo: A piscina de fibra é mais em conta que tem no mercado devido a mesma ser produzida em escala industrial através de moldes. A piscina de vinil fica no meio termo entre a piscina de fibra e de azulejo, onde o cliente pode personalizar sua piscina segundo os seus gostos, desejos e arquitetura que o envolve. A piscina de vinil tem como grandes vantagens alem do design a facilidade de construção, pois a bem mais leve que uma piscina de azulejo. A piscina de azulejo/pastilha é mais cara devido a fatores construtivos.

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Detalhes imprescindíveis na hora de comprar

Piscina normalmente só se compra uma vez e ela pronta o cliente desembolsa um valor considerável. Outra coisa importante é que não se compra piscina por telefone, sempre é necessário verificar in loco.

Piscina é algo que além dos produtos para a instalação da mesma, gera muito serviço, ou seja, até a mesma estar pronta, passa por vários estágios no processo construtivo com diferentes profissionais. Exemplo: escavação/construção do tanque da piscina, instalação hidráulica, instalação da piscina, acabamentos ao redor da piscina, limpeza da piscina, orientações no manuseio do equipamento e aplicação dos produtos. Mas eu diria que o detalhe mais importante da hora de comprar, e analisar cada loja, analisar sua estrutura de atendimento, tempo de empresa, pós vendas.

Manutenção

Ainda comum se achar que na piscina somente vai cloro, é errado, pois existe todo um controle químico/físico, como o controle do PH, controle da alcalinidade e limpeza física da piscina. Atualmente já existe como automatizar todo o tratamento químico da piscina com o ozonizador, geradores de cloro, controladores de ph/cloro, entre outros. Mas para ter como referência de custo uma piscina com 45,000 litros de água o cliente gasta em média por mês em torno de R$ 80,00.

Fonte: www.construacerto.com.br

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Cascatas para Piscina

A cascata é um acessório na piscina que sem dúvida, proporciona um charme a mais, valorizando ainda mais o visual da sua piscina. Na Joy Piscinas você encontra uma grande variedade de modelos de cascata para piscina, tanto em inox, alvenaria e fibra, sempre como materiais de qualidade, excelência na execução da mão de obra e bom gosto no desenvolvimento.

Cascatas para piscina em INOX

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Com certeza esse acessório deixa qualquer piscina ainda mais bonita, dando um visual incrível. A cascata em inox também serve como ducha e divertimento para os usuários. Todos os tamanhos e formatos de piscinas comportam uma cascata em inox, por isso existem no mercado, vários tamanhos e formatos de cascatas.

Alguns modelos podem ser fixados na borda da piscina e há também modelos que podem ser embutidos em parede rente à piscina. Se a piscina for média ou grande, existem as cascatas maiores e mais altas, que proporcionam um jato poderoso de água a uma boa distância.

Mas, se a piscina for pequena, existem modelos menores também. Cada uma com sua pressão de água, sendo umas mais potentes e outras com uma vazão menor, agradando a todos os gostos e embelezando sua piscina.

Conheça melhor o inox

O Inox usado na fabricação da cascata deve ser de qualidade, pois, em contato com o cloro presente na água, e ainda exposto ao calor do sol, o Inox pode sofrer alguns danos, oxidando e enferrujando. Qualquer tipo de aço pode sofrer corrosão, porém, cada aço é mais indicado pra determinadas especialidades. É por isso que o aço Inox hoje em dia é basicamente o único utilizado em produtos de piscina.

Embora ele seja amplamente usado, também precisa de uma manutenção periódica para prevenir manchas e corrosões.

Para uma limpeza de rotina semanal é necessário a água, o sabão, os detergentes suaves e neutros e os removedores a base de amônia, diluídos em água morna, aplicados com um pano macio ou esponja de náilon. Depois basta enxaguar e secar com um pano macio.

A secagem é extremamente importante para evitar o aparecimento de manchas na superfície do produto. Mas quando surgem sujeiras moderadas, aplique uma mistura feita com gesso ou bicarbonato de sódio, dissolvidos com álcool de uso doméstico, até formar uma pasta, usando um pano macio ou uma bucha de náilon para passar na superfície do Aço Inox.

Se preferir, use também uma escova de cerdas macias, tomando cuidado para não esfregar: faça-o sempre da maneira mais suave possível, utilizando passadas longas e uniformes, no sentido do acabamento polido, caso houver.

Evite esfregar com movimentos circulares. Depois, enxágüe com bastante água, de preferência morna, e seque com pano macio.

Cascatas para piscina em ALVENARIA

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A cascata também poderá ser feita em alvenaria, com o acabamento de acordo com a vontade de cada cliente, podendo ser o acabamento em pedra São Tomé, em pedra madeira, em filete e outras opções de pedra, tendo todo o sistema hidráulico embutido e dependo do tamanho da cascata em alvenaria é necessária a utilização de uma moto bomba extra para dar o efeito desejado.

Cascatas para piscina em Fibra

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No mercado há vários tipos de cascatas em fibra, que são mais famosas por seu formato de animais marinhos ou alusões aos mesmo. Sua fixação normalmente é feita no chão.

Existem também no mercado, cascatas em fibra que podem ser embutidas em uma parede de alvenaria com vários tamanhos. Estas cascatas devem ser embutidas em uma parede próxima à piscina, de forma a conectar a entrada de água da cascata à hidráulica, e assim, controlar o fluxo de água com a moto bomba que estiver conectada, essa moto bomba pode ser a mesma da piscina ou uma exclusiva para a cascata.

O acabamento da parede de alvenaria fica à escolha do cliente, podendo revestir com pedras, mármore, pastilhas de vidro, azulejos, entre outros.

Piscinas de Vinil - Ótimo custo X benefício.

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Hoje o vinil apresenta-se como o produto mais vantajoso dentre os outros modos de se construir uma piscina, pois seguramente é o mais adequado e versátil de se executar um projeto com menor custo, maior rapidez e melhor acabamento.

Qualquer projeto pode ser executado com o revestimento de vinil, desde piscinas com ângulos, curvas, degraus, SPAS etc., Não tendo qualquer restrição quanto ao formato, dimensionamento ou profundidade.

Além disto o vinil é industrializado com técnicas modernas, incluindo em sua formulação, componentes que inibem o surgimento de microorganismos, algas e bactérias.

Os produtos desenvolvidos em vinil, são fabricados dentro de um rigoroso sistema de qualidade, contando para tanto, com técnicos de vasta experiência no ramo de piscinas e de revestimentos em vinil.

A manutenção da piscina de vinil também se apresenta como uma outra vantagem, pois os reparos nas piscinas em vinil podem se dar de forma bastante simples, podendo em alguns casos ser reparada até dentro da própria água.

Informação, um direito do consumidor:

Deste modo,segue uma sintética descrição do produto a seguir.

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nicialmente é preciso salientar que o revestimento de vinil para piscinas é feito mediante encomenda, tal qual se dá na confecção de uma roupa qualquer, sendo necessário que se tenha um molde ou dados precisos para que o revestimento vista adequadamente.

Para a confecção do revestimento, a fábrica lança mão de máquinas de solda de rádio freqüência, com a qual efetua emendas nas peças de vinil, até se concluir o formato da piscina encomendada.

Diante disto, são formadas emendas visíveis, que são características do produto.

Em piscinas com cantos formados por ângulos, é comum que o vinil não encoste na alvenaria em alguns casos, permanecendo tencionado, sendo este um ponto em que o consumidor deve tomar cuidado para não forçar com objetos cortantes ou pontiagudos, o que poderá provocar rupturas acidentais no revestimento.

Concluído o formato do bolsão, efetua-se a solda do perfil flexível que é o elemento de fixação do revestimento em vinil na caixa de alvenaria feita pelo próprio consumidor ou pela empresa por ele escolhida para executar o serviço.

“Tal alvenaria deve estar com bom acabamento no fundo e nas laterais (argamassa queimada ou vermiculita), evitando o surgimento de micro furos por força do atrito do vinil com as paredes e fundo da piscina, lembrando que na falta de revestimento de vermiculita deve-se utilizar a manta anti-impacto no fundo da piscina”.

Após a colocação do perfil flexível, se inicia uma vistoria de todo o bolsão, sendo que, em seguida, o mesmo é criteriosamente embalado em conjunto com o manual de instruções para o instalador. Assim, é muito importante que, quando do recebimento do revestimento na obra, se efetue uma verificação da embalagem com o fim de se observar se a mesma não apresenta nenhuma violação que possa ter afetado a integridade do vinil.

Conservação do Produto

Alertamos a seguir os fatos que podem surgir pela instalação, manutenção, aplicação e uso indevidos de nosso produto, os quais afastam qualquer responsabilidade do fabricante por reparo ou troca dos produtos.

I - Para se utilizar aparelhos de aquecimento de água como trocadores de calor, é preciso na fabricação do bolsão, a utilização de vinil próprio. A inobservância de tal providência afastará a responsabilidade do fabricante em caso de alguma lesão no vinil.

II - A piscina de vinil requer cuidados específicos desde a escolha de produtos para tratamento e acessórios para o uso, até a forma de manipulação dos mesmos:

A) Nunca deve-se utilizar aspiradores de rodas;

B) A piscina de vinil somente deve ser tratada com produtos próprios, conforme a recomendação dos fabricantes;

C) Não deve-se usar esponjas de aço ou produtos abrasivos para limpeza das bordas ou laterais, pois tais produtos retiram a decoração da borda e soltam resíduos de ferro na água que pode provocar manchas avermelhadas no vinil;

D) Sempre que se introduzir cloro na água da piscina o mesmo deve ser bem diluído e dentro dos limites sugeridos pelo fabricante para o volume de água de sua piscina, sendo que a inobservância de tal cuidado pode provocar manchas brancas no vinil e ou o descoramento precoce do mesmo;

E) O depósito de folhas ou objetos metálicos no fundo da piscina, podem provocar manchas localizadas ou causar danos no vinil;

F) Devemos lembrar também, que o uso de óleos e bronzeadores, são projudiciais ao vinil, provocando manchas nas bordas as quais devem ser removidas com o uso de um limpa-bordas que deve ser aplicado com uma esponja que NÃO contenha fibras metálicas (esponjas verde e amarela da 3M ou assemelhadas, contém fibras metálicas na parte verde);

G) Assim como o uso de produtos incorretos, o uso excessivo ou a falta de produtos também são prejudiciais à água da piscina e conseqüentemente ao vinil, pois em tais casos podem ocorrer reações químicas com o vinil, vindo a manchá-lo de maneira irreversível;

H) O ph (acidez ou alcalinidade), da água deve estar sempre dentro dos níveis recomendados (entre 7,2 e 7,6), pois o desajuste da acidez da água também é capaz de, por sí só, provocar manchas, descoramento e envelhecimento precoce do revestimento vinílico;

I) A reposição da água por muitas vezes altera o ph da mesma, principalmente quando introduzida na piscina, água de poço, devendo sempre ser verificado o estado que encontra-se o ph, após cada reposição.

III - Para piscinas aquecidas (residênciais), é recomendado o uso de vinil 0,80mm. Para os casos de clubes, academias ou equiparados, consultar o fabricante pois será necessário a utilização de vinil apropriado.

IV - Os cortes ou furos posteriores à instalação são efeitos de acidentes ocorridos na piscina ou imperícia de pessoas que as manipulam, portanto em tais ocorrências deve-se comprar o kit de reparos para vinil no seu revendedor e efetuar o reparo conforme instruções que seguirá o kit;

V - A fixação da escada de inox na piscina de vinil deve ser feita com o máximo de cuidado, devendo ser colocado um protetor de vinil (borrachão), no ponto de apoio da escada na parede do vinil;

VI - Caso a piscina apresente algum vazamento, deve-se antes de mais nada se observar em qual ponto a água parou de baixar para que se possa verificar onde se encontra o vazamento, pois caso isto ocorra no nível de algum dispositivo, de certo o vazamento se encontra na tubulação, devendo ser contratado um encanador especializado em piscinas para resolver o problema;

VII - É absolutamente necessário, para as piscinas de vinil, um dispositivo anti-transbordante, que esteja permanentemente desobstruído, com o fim de evitar transbordamentos, os quais têm como conseqüência o surgimento de água por trás do vinil e em alguns casos, até o surgimento de micro pontos de pedras por trás do vinil em toda lateral (é mais comum tal ocorrência em piscinas sem acabamento lateral);

VIII - Um furo acidental também pode resultar em um enrugamento, neste caso contate seu revendedor ou um profissional do ramo para lhe fazer um orçamento, ou ainda procure nosso departamento técnico;

IX - O vinil não é colado nas paredes, assim qualquer forma de introdução ou infiltração de água pela lateral ou fundo da piscina, poderá provocar rugas no revestimento, as quais somente serão retiradas com a sucção da água que se alojou por trás do vinil, assim caso ocorra tal fato comunique imediatamente o revendedor;

X- Complementando o fato citado no item anterior, lembramos que, ficando o vinil por um longo período tencionado ou enrugado ocorrerão a formação de vincos os quais não voltam mais ao estado anterior, ou seja, o tecido vem a lassear;

Obs: É recomendado o uso do perfil T em todo perímetro da piscina para evitar infiltração de água causada por excesso de chuvas de verão.

Vida Útil do Revestimento

A piscina de vinil, como todo revestimento tem uma vida útil, conforme o tratamento e sua utilização, contudo estima-se que em média a mesma deve durar cerca de 10 anos, tal prazo pode se alterar, considerando a utilização (piscinas de natureza pública como condomínios ou chácaras de aluguel), considerando a temperatura (como é o caso das escolas de natação ou academias), considerando a conservação (como é o caso das casas de veraneio que são frequentadas somente em época de temporada, ficando a piscina sem tratamento fora deste período), enfim, sendo o produto bem conservado o mesmo terá uma longevidade maior ou menor.

Atenção

Nunca dilua produtos químicos (cloro líqüido, granulado ou pastilha, clarificantes, algicídas, etc), através da coadeira de superfície (SKIMMER), sob risco de desbotamento precóse do vinil ao redor do ralo de fundo e dispositivos em contato.

Nunca dilua produtos químicos (cloro líqüido, granulado ou pastilha, clarificantes, algicídas, etc), através da coadeira de superfície (SKIMMER), sob risco de desbotamento precóse do vinil ao redor do ralo de fundo e dispositivos em contato.

Piscina de Fibra - A queridinha de muitos!

A piscina de fibra, umas das pioneiras entre as piscinas, ainda é preferência entre muitos consumidores, que estão dispostos a pagar um custo alto em frete, enfrentar as dificuldades de movimentação de uma piscina dessa, só para te-la e satisfazer sua preferência. Nas próximas linhas vamos conhecer um pouco mais sobre essa piscina que tem seu lugar reservado no seguimento.

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Descrição genérica da aplicação do produto:

A piscina em fibra é constituída em várias fases, que podemos genericamente dividir em três: a confecção de casco em fiberglass, a construção do berço de alvenaria e o acabamento lateral.

O casco é fabricado de modo bastante peculiar, como veremos a seguir:

Inicialmente se preparam moldes para receberem a pintura da piscina. Assim vemos que a pintura é o primeiro passo da confecção do casco da piscina em fiberglass. A pintura é feita em gel coat;

Segue-se tal fase a aplicação da resina e roving até cobrir toda pintura feita por sobre o molde;

Após a primeira camada de fibra, se fixam os esforços de ½ cana que serão cobertos por outra camada de laminação, o que dará uma maior resistência às paredes da piscina;

Após a laminação, o casco já estruturado será destacado do molde, seguindo-se uma fase de acabamento das rebarbas e aplicação de resina com grânulos nas bordas para uma maior aderência do revestimento utilizado ao redor da piscina quando de sua instalação;

Por fim, será efetuada a laminação dos dispositivos tipo flange.

A instalação divide-se em fases:

A) Escavação: o buraco será feito manualmente (em regra), de acordo com as medidas da piscina devendo respeitar o lençol freático de cada região;

B) Confecção da base de fundo: após o nivelamento do fundo do buraco, será feita uma concretagem com malha de ferro, para sustentação da piscina;

C) Colocação do casco no fundo concretado e nivelado com trava nas paredes;

D) Alvenaria em blocos de concreto, ao redor da piscina, é importante frisar que neste momento inicia-se o enchimento da piscina.

Os elementos hidráulicos são os dispositivos que são laminados no fundo e nas laterais, sendo o ralo do fundo, os retornos e o dispositivo de aspiração, todos especiais para piscinas em fibra e que já vem de fábrica, assim o ideal é que se faça a opção por tais acessórios no momento de compra.

Após esta fase o instalador partirá para a confecção da casa de máquinas (confeccionada em alvenaria ou pré-fabricada em fibra), instalação do equipamento de filtragem e do sistema hidráulico, sendo ele instalado desde a piscina até a casa de máquinas no limite estabelecido pelo fabricante do equipamento.

Recomendamos que a casa de máquinas também fosse envolvida pelo revestimento de pedra mineira, para que não ocorra infiltração de água em sua lateral.

Segue-se a tais trabalhos a fase do acabamento lateral, a qual é imprescindível para segurança e garantia do casco da piscina em fibra.

Os acessórios acima citados são os refletores subaquáticos, os Skimmers ou coadeiras, os dispositivos para hidromassagem (as escadas em inox fazem parte do acabamento o qual falaremos a seguir), etc.

O consumidor deverá fazer o piso com o mínimo de 01 (um) metro em toda a volta da piscina ou conforme o terreno permitir e revesti-lo, lembrando que o caimento do piso deve ser sempre para o lado de fora da piscina.

Procure verificar se foram tomadas as seguintes providências antes da confecção do piso lateral:

A) Compactar adequadamente o aterro lateral da piscina, deixando-o em condições de receber o contra-piso, que deverá ser feito com malhas de ferro e servirá de base para a colocação de pedra mineira ou similar. Durante esse período e até que seja feito o contra-piso proteja esse aterro com uma lona plástica, evitando assim que em caso de chuva o mesmo venha a ficar prejudicado, ou comprometa a instalação e/ou as paredes da piscina;

B) Constatando que o aterro está nas condições acima e pronto para receber o contra-piso, providencie-o de forma que o mesmo tenha um caimento lateral de no mínimo 2%, suficiente para evitar que a água das CHUVAS retorne para dentro de sua piscina;

C) A colocação de pedra ou de um deck em madeira deverá ser feito de tal forma que fique rente a cantoneira da borda de sustentação, evitando assim que o mesmo sofra qualquer impacto de acidentes externos, evitando acidentes para os usuários e dando também um perfeito acabamento ao conjunto, tanto no aspecto técnico como visual.

D) Ponto importante de tal fase é o cuidado com a tubulação da piscina que fica sob a terra e no momento da compactação, que pode ser danificada se o obreiro não for diligente.

E) Nunca utilize qualquer tipo de palha de aço para a limpeza nas proximidades de sua piscina, pois as partículas que vierem a cair no fundo e paredes da mesma podem causar manchas.

F) Somente após o serviço de acabamento lateral, poderão ser retiradas as travas internas, liberando o uso da piscina;

G) Não utilize a piscina antes do término do acabamento lateral.

Piscina de Alvenaria - Rigidez que ultrapassou o tempo!

Piscinas

Estas piscinas se utilizam de técnica construtiva mista: alvenaria e concreto. Em duas versões: Argamassa Armada e Alvenaria Estrutural. São muito executadas, por serem opções intermediarias entre a de concreto e as pré-fabricadas, pois apresentam uma considerável relação custo x beneficio. Ambas as técnicas, com prazo médio de execução de 30 a 45 dias, são executadas sobre uma laje de concreto.

As paredes são executadas sem a utilização de formas de madeira, amenizando o custo final. Podem receber os mesmos revestimentos que a piscina de concreto.

A Argamassa Armada, as paredes são erguidas com tijolos, reboco (cimento, areia e cal) e fibras sintéticas. A pedra é totalmente dispensada neste tipo de técnica. Apresenta-se como uma estrutura bastante maleável, diminuindo sensivelmente a ocorrência de fissuras na impermeabilização ou rachaduras indesejáveis.

Isto de certa forma lhe confere uma boa durabilidade, que varia entre quinze e vinte anos.

Pode ser projetada em qualquer tamanho ou formato, exigindo sempre mão-de-obra especializada.

Na Alvenaria Estrutural, as paredes são erguidas com blocos de concreto, que posteriormente serão preenchidos com concreto e ferragens. Compondo uma estrutura formada de pilaretes travados com cintas de amarração, calculados de acordo com a profundidade da piscina. O tamanho desta, está vinculado ao tamanho do bloco de concreto utilizado, sendo este o módulo que definirá as dimensões da piscina (largura, comprimento e profundidade).

Esta técnica construtiva poderá apresentar problemas quando for executada sem uma sondagem do solo e sem cálculo estrutural. Menos resistente e durável e mais vulnerável às oscilações do solo quando comparada a de concreto.

Sua durabilidade varia entre dez e quinze anos.

Piscinas de Concreto Armado

Sua execução deve seguir rigorosamente o projeto estrutural, uma vez que este é calculado especificamente, prevendo a forma e o volume de água da piscina e as condições do solo do local. Esta técnica construtiva é uma das mais seguras e que apresenta a maior durabilidade, cerca de trinta anos, o que contribui sempre para a valorização do imóvel. Executada em qualquer formato aceita receber todo tipo de revestimento, dos azulejos à tinta epóxi. Esta técnica construtiva, mais do que qualquer outra, apresenta certa demora em sua execução, ou seja, uma piscina de porte médio cerca de quatro meses.

Seguindo basicamente as etapas relacionadas abaixo:

Definição do formato;

Escavação e montagem do gabarito;

Preparação da Forma externa;

Execução das ferragens;

Execução dos dispositivos e das tubulações (hidráulica e elétrica);

Preparação da Forma interna;

Impermeabilização;

Aterramento e Compactação do solo;

Execução do Revestimento interno;

Execução do Revestimento externo (piso, bordas e deck).

Todas estas etapas devem ser criteriosamente executadas. É comum a aplicação de testes na finalização da forma interna e na impermeabilização, para se verificar possíveis vazamentos durante a execução. Pois quando detectados posteriormente, acabam ocasionando elevados custos para o conserto, normalmente envolvendo: reforços estruturais, nova impermeabilização e troca dos revestimentos internos e externos.

Quer comprar uma piscina de Alvenaria?

Na hora de avaliar um orçamento deve-se levar em consideração o que a loja está lhe oferecendo, quais são os ítens que estão incluídos, quantidades de cada item, garantias e todos os detalhes.

Não se deixe enganar por falsas promessas de prazos, inclusive verifique se os prazos não são absurdos, e se estão de acordo com o mercado. Solicite tudo o que for falado por escrito, pois isso evitará problemas após já ter fechado a compra, afinal piscina é coisa séria.

Piscina aquecida o ano inteiro?

Conheça os benefícios do aquecedor para piscinas!

Chegar em casa após trabalhar o dia inteiro e dar um bom mergulho na piscina para relaxar é, com certeza uma ótima opção para recarregar as energias. Mas se a temperatura da água está fria, já é motivo para se pensar duas vezes antes de dar o seu mergulho não é?

Para evitar essa situação, basta instalar um aquecedor. Afinal, hoje em dia, quem adquire uma piscina já prevê no orçamento a compra de um dos sistemas de aquecimento disponíveis no mercado. O que até certo tempo atrás era luxo, pelo alto custo, hoje já se tornou mais acessível e com diversas opções. A melhor escolha deve ser feita caso a caso, segundo as necessidades e exigências de cada um, bem como a disponibilidade financeira para arcar com os custos mensais, no caso dos trocadores (ou bombas) de calor, que utilizam energia elétrica, ou do aquecedor a gás. Há ainda os equipamentos que funcionam com energia solar, os preferidos atualmente, porque são ecologicamente corretos e porque o custo do aparelho se paga ao longo do tempo, já que sua fonte de energia é gratuita.

Essa seção de nosso site existe a fim de inteira-lo(a) sobre aquecimento para piscinas, os tipos de aquecedor, suas vantagens e funcionamento. Esperamos que todas as informações contidas aqui lhe sirvam para escolher qual a melhor opção de aquecedor para sua piscina.

Aquecedor para piscina - Trocador de Calor ou Aquecedor Elétrico.

O trocador de calor também é conhecido como bombas de calor (heat pumps). É um aparelho que absorve o calor do ar e o transfere pra a água através de um trocador. Seu aquecedor interno funciona como um ar condicionado invertido, ou seja, ao invés de utilizar o ar resfriado, absorve o calor removido do ar para assim aquecer a água e enviar para a piscina.

O gás refrigerante passa pelo evaporador onde recebe o calor que vem da troca com o ar externo, o mesmo vapor superaquecido é sugado pelo compressor que tem a função de aumentar ainda mais a sua temperatura. Este superaquecimento é enviado ao condensador, e o mesmo realiza a troca do calor com a água da piscina, após esse processo, o gás retorna ao evaporador para iniciar um novo ciclo.

Existem no mercado vários modelos de trocadores de calor que variam de acordo com a necessidade do cliente.

Dimensionamento

Para escolher qual Trocador de Calor é mais indicado para uma piscina, é preciso saber qual a temperatura desejada na água, o tamanho da piscina e sua profundidade, além de saber se a piscina será instalada em ambiente aberto ou fechado, e qual a localização (cidade/estado) para que possa ter a informação da temperatura média da região. É recomendável o uso da capa térmica para manter a temperatura da água aquecida.

Economia

A economia de energia elétrica chega a 80% em relação a aquecedores baseados em resistência elétrica, 75% em relação ao gás propano e 55% em relação ao gás natural, além de ter uma fácil instalação e manutenção.

Aquecedor para piscina - Aquecedores Solar

Através de coletores acontece o aquecimento da piscina. O coletor solar para piscinas é uma fonte renovável e também tem uma característica muito importante, não é poluente. Desenvolvido especialmente para aquecimento de piscinas trazendo muita praticidade e economia, dispensando o uso de energia elétrica ou abastecimento a gás.

O aquecedor solar para piscina compõe-se de um conjunto de mangueiras coletoras, perfis e um controlador de temperatura, que funcionam da seguinte maneira: as mangueiras coletoras captam a radiação solar para aquecer a água que se encontra armazenada nos seus perfis. Acontece então a liberação da água dos perfis para a piscina que gera um bombeamento automático da água por um controlador diferencial de temperatura.

Os coletores solares podem ser instalados em edificações novas e também antigas, de preferência que seja em um nível mais elevado, como por exemplo, o telhado ou em uma localidade ao ar livre que permita o maior tempo possível de exposição ao sol. Para possibilitar uma instalação correta e sem problemas técnicos e com custos menores, o ideal é prever a instalação na fase inicial do projeto, adequando o mesmo a instalação do coletor, para que tenha uma disposição perfeita.

A instalação e quantidade das placas serão de acordo com a necessidade do cliente: tamanho da piscina e região onde será instalada.

Aquecedor para piscina - Aquecedores a Gás

Não é muito freqüente a sua utilização devido ao alto custo de manutenção e consumo, sendo na maioria das vezes substituídos pelos modelos citados acima.

Apesar de ter se desenvolvido e evoluído com o passar dos anos, o aquecedor a gás não conseguiu se equiparar aos seus concorrentes, devido a ter o mais alto custoXbenefício do seguimento de aquecimento para piscinas.

Há quem não abra mão de um bom aquecedor a gás para complementar o sistema de aquecimento de suas piscinas, uma ferramenta boa para um momento de emergência. Quem possuí aquecedor solar, nos dias nublados podem optar por essa opção! Vale a pena analisar se é interessante esse "socorro" ou não.

Revestimentos para aplicar ao redor de sua piscina.

O acabamento ao redor da piscina é um fator que agrega beleza e diferencial em sua piscina. Sendo ele em pedra mineira ou outro revestimento, com certeza é algo indispensável para aqueles que procuram algo a mais para sua piscina.

Pedra Mineira

Piscinas

A pedra mineira é a mais conhecida e usada das pedras para piscina, de tão famosa seu nome é até confundido em vários outros produtos que muitas vezes nem mesmo provém de Minas Gerais. Ela é muito interessante para trabalhos onde se necessita pedras mais finas, como quando já se possui contra-piso com nível muito alto não cabendo uma pedras mais grossa. Uma vantagem é que sua variação de espessura é menor que as das demais pedras, pois quanto mais fina for a pedra menor é sua variação.

Ela é uma pedra antiderrapante, não retém alta temperatura e tem uma aparência muito semelhante a pedras São Tomé, sendo a maior diferença nas espessuras e opções de cores, porque muitas vezes em uma mesma peça de pedras pode se encontrar até 5 cores juntas impossibilitando suas seleções, ao contrário da São Tomé que tem o tom mais definido podendo se separar as brancas, amarelas e rosas. Como a maioria das pedras, a pedra mineira oferece pedras moles e duras, muito rústica escamosa e outras mais lisas, portanto procure comprar as pedras chamadas de EXTRA, pois, elas são pedras selecionadas por dureza e textura, critérios estes que com certeza agregam qualidade, durabilidade e conforto no dia a dia.

Pedra São Tomé

Piscinas

As pedras são Tomé é uma das mais usadas em piscinas porque não retém temperatura, é antiderrapante, tem uma textura semelhante a uma superfície lixada apesar de não ser e ainda tem duas opções de cores, com várias opções de tamanhos. Ela é uma das pedras que mais proporcionam um piso confortável ao toque da pele, por isso que também serve para acabamento interno de ambientes rústicos como sala de lareira ou em uma casa de campo.

A tecnologia usada no sul de minas no corte e acabamento destas pedras mais parece um parque industrial Europeu porque é de lá a origem da maioria dos maquinários e equipamentos, isto confere a pedras São Tomé um dos melhores cortes, seleção e acabamento dentre as pedras brutas brasileiras.

Piscinas

Apesar de não ser a mais barata das pedras para piscina sua qualidade compensa o investimento. É interessante usar massa branca no assentamento destas pedras, pois existe a possibilidade delas mudarem de cor durante a instalação então esta massa apesar de não neutralizar o efeito, ao menos diminui a intensidade. “E lembre-se a loja não se responsabiliza por reações, pois se trata de um produto natural”. “Certifique-se de não estar comprando gato por lebre, pois é uma das mais copiadas do mercado”.

Veja alguns exemplos de revestimento para calçada:

Caco São Tomé Amarelo

Piscinas

Caco São Tomé Branco

Piscinas

Caco Luminária

Piscinas

Pedra São Tomé Serrada

Piscinas

Capa de Proteção para Piscina

É muito importante a utilização de capa para piscina, pois ela permite mais segurança evitando a entrada de animais na piscina e queda acidental de crianças. Ajuda também na higienização da piscina, já que uma piscina que utiliza uma capa de proteção suja menos e assim, tem-se uma economia considerável de mão de obra e material de limpeza, permite também que a água resfrie menos em caso de piscina aquecida. Uma piscina com capa retém muito calor solar.

Piscinas

Veja características importantes de uma capa de proteção:

Proteção contra raio solares;

Resistência para não rasgar;

Leve, de fácil remoção e instalação;

É segura: previne acidentes com crianças e animais;

Higiene: a água fica mais limpa e estável, previne doenças transmissíveis por insetos;

É uma manutenção de calor e redução do consumo de energia, pois o sistema de aquecimento da piscina será menos acionado;

Economia: vantagem custo x benefício, permite diminuição nos gastos de manutenção, com produtos químicos e serviços de limpeza.

Drenagem

Existem várias formas de drenar a água da chuva e a mais eficiente é através do dreno. O dreno é válvula de escoamento que deverá ser instalado no centro gravitacional da capa, engatando pelo fundo, a uma mangueira, ligando a outra extremidade no ladrão do aspirador. De uma forma fácil e pratica você se livra dessa água.

Segurança

Normalmente uma capa de piscina é seguro e permite que um adulto ande sobre ela, suportando até 120 kg, mesmo assim não é aconselhável orientar as crianças a subirem sobre a capa, pois com o tempo, os elásticos podem ressecar e se partir com o peso. Troque anualmente os pinos elásticos ou ao se observar rompimentos.

Dicas para deixar sua piscina sempre em ordem.

Essa seção de nosso site, é exclusivamente para expor algumas dicas de como cuidar de sua piscina, algumas curiosidades sobre piscina entre outras informações importantes, para proprietários de piscina, ou para você, que deseja adquir uma piscina, e quer saber mais sobre o assunto. Sinta-se a vontade e descubra que piscina vai muito além do que se pode imaginar!

Conhecendo alguns fatores químicos da água:

Alcalinidade

Alcalinidade representa a capacidade que um sistema aquoso tem para neutralizar ácidos sem perturbar de forma extrema as atividades biológicas que nele decorrem (efeito tampão natural da água). Este parâmetro, normalmente usado para descrever a qualidade da água, é um factor de capacidade e não de intensidade (como o pH), daí que uma solução com pH neutro possa ter alcalinidade considerável. A alcalinidade é devida principalmente aos carbonatos e bicarbonatos e, secundáriamente, aos íons hidróxidos, silicatos, boratos, fosfatos e amônia. A alcalinidade total é a soma da alcalinidade produzida por todos esses íons.

Ph - Acidez da Água

O pH ou potencial de hidrogénio iônico, é um índice que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade de um meio. O conceito foi introduzido por S. P. L. Sørensen em 1909. O "p" deriva do alemão potenz, que significa poder de concentração, e o "H" é para o ion de hidrogénio (H+). Às vezes é referido do latim pondus hydrogenii. O "p" equivale ao simétrico do logaritmo de base 10 da atividade dos ions a que se refere.

Piscinas

Tratando a água da piscina

Aparência da Água

A aparência, embora importante, não é a única forma de determinar se uma piscina está limpa e saudável. É preciso que esta limpeza ocorra também no nível microbiológico, de forma a não afetar a saúde de seus usuários, eliminando o risco de transmissão de infecções tais como hepatite, otite, micoses, coléra, entre outras.

Só testes com produtos adequados, tais como o hth® Fita Teste, o hth® Teste Kit pH e Cloro, o hth® Teste Kit Completo (4 em 1) e a Fita Teste Pace® podem determinar se a piscina está apropriada para uso.

Fatores que prejudicam a limpeza da piscina

Uma piscina pode ter sua limpeza prejudicada tanto pelo ambiente quanto pelos usuários. Chuvas e ventos podem interferir na qualidade da água. Os usuários, por sua vez, podem trazer para o ambiente da piscina elementos tais como suor, loções e óleos, urina e principalmente doenças contagiosas.

A manutenção regular previne o aparecimento destes problemas e torna a piscina segura para uso. Alguns fatores, entretanto, pedem por um tratamento de choque: contaminação por fezes ou animais mortos, períodos prolongados de extremo calor , grande número de banhistas , ardência nos olhos mesmo com o pH na faixa ideal, odor desagradável, crescimento de algas e rápido consumo de cloro , caracterizado pela ausência de residual de cloro livre nos testes.

Como estar certo de que a piscina está própria para o uso?

Em primeiro lugar inspecione visualmente a piscina e observe se a água está cristalina, sem depósitos de sujeira no fundo, sem nenhum tipo de contaminação aparente, sem manchas - na água e nas bordas - e sem formação de espuma. Odores estranhos também podem ser indicativos de problemas.

O que é tratamento físico e tratamento químico?

O Tratamento Físico refere-se aos assuntos relativos à filtração e circulação da água, bem como à limpeza da área em volta da piscina e suas bordas.

O tratamento físico da piscina deve ser realizado da seguinte forma:

Limpe a área ao redor da piscina.

Procure varrer sempre no sentido oposto a ela. Isso evitará que a sujeira caia dentro da água e, conseqüentemente, prejudique seu tratamento.

Se a piscina estiver coberta com lona, elimine o máximo de água que ficou acumulada em cima da proteção, bem como toda a sujeira depositada.

Quando necessário, escove suas paredes e nunca utilize palha de aço, escovas metálicas ou esponjas abrasivas.

Limpe as bordas utilizando um produto próprio.

Obs: Nunca jogue a sujeira acumulada dentro da piscina.

O Tratamento Químico envolve, basicamente, o controle de três parâmetros:
Alcalinidade Total (medir 1 vez por mês), pH (medir 2 vezes por semana) e Cloro livre (medir 3 vezes por semana).

Obs: Para que os produtos químicos obtenham a máxima eficiência, estes 3 parâmetros precisam estar ajustados.

Alerta: Ao manusear os produtos químicos, utilize sempre luvas plásticas, máscara e óculos de proteçãoA. Mantenha os produtos em local arejado. Em piscinas de fibra ou de vinil, recomenda-se pré-diluir o cloro granulado e outros produtos em um balde com água antes da aplicação.

Filtros e bombas. Equipamentos essenciais para o funcionamento de uma piscina.

É importante saber que o filtro deve ser dimensionado de acordo com o tamanho da piscina e quantidade de gua (m³), pois toda piscina precisa de um tempo mínimo de filtragem de acordo com o tamanho, para que toda água passe pelo filtro e retorne limpa.

No caso de piscinas residenciais, esse tempo de 8 horas por dia e, nas de uso coletivo, importante que o sistema tenha a capacidade de filtrar toda a água da piscina em apenas 6 horas. A capacidade de vazão do conjunto filtrante (motobomba/filtro) deve ser bem dimensionada para no haver desperdício de tempo e energia.

1. Filtros

Piscinas

O Filtro tem a função básica de filtrar as partículas em suspensão da água da piscina.

Seu funcionamento se dá quando a água desce para o tanque do filtro, passando por toda areia que é armazenada no tanque.

Para que a sujeira seja retida na areia e não retorne para a piscina existe um conjunto de peças que irão segurar a areia e deixar apenas a água passar por um tubo e retornar para a piscina devidamente filtrada e sem impurezas. Esse conjunto é chamado de elemento filtrante.

Sobre a Instalação do filtro

A instalação dos filtros deve ser feita o mais próximo possível de sua piscina, em local com proteção, coberto, iluminado, seco e com acesso fácil para as operações e manutenção.

A bomba com pré-filtro deverá ser instalada abaixo do nível da piscina, de preferência, ou no máximo a 1 metro acima do nível da mesma. Nestes casos, o ideal, será fazer uma base de concreto com nivelamento para apoiar o filtro (com a areia e água eles ficam bastante pesados).

Coloque a areia antes de instalar as tubulações nos bocais da válvula multivias.

2. Moto-bomba

Qualquer bomba hidráulica, para qualquer finalidade, tem a função de transportar a água de um lugar para outro. A bomba hidráulica de piscina tem também a função de oxigenar a água.

A Moto Bomba geralmente são auto escovantes, podendo assim trabalhar acima do nível da água da piscina, apesar de ter o seu tempo de vida reduzido pelo desgaste do selo mecânico e peças internas.

O ideal é que o funcionamento da bomba seja silencioso. A maior vazão e pressão são as principais características de uma bomba de qualidade.

As suas peças internas são:

Flange Adaptadora: é a peça parafusada na flange do motor, responsável pelo acoplamento do motor ao da bomba.

O Bracket: é a peça onde se faz o fechamento do reservatório interno da bomba. Existe um orifício no centro da peça por onde passa o eixo do motor que necessita de vedação para que a água não escorra para o motor. Este furo no meio do bracket está fora de centro para que o rotor da bomba trabalhe sempre afogada.

O Rotor da Bomba: é rosqueado no eixo do motor, e tem a função de sucção e recalque da água de piscina. O diâmetro do rotor determina a pressão , e o espaço entre a base do rotor e a cabeça do rotor determinana a vazão que a água será recalcada .os rotores das bombas millenium vem com pescoço e rosca de latão para que o rotor tenha um balanceamento perfeito, não trepide e tenha uma maior segurança.

A Voluta: é uma peça patenteada pela empresa, e tem a função de anti-câmara para que o rotor trabalhe numa área menor que o corpo da bomba, equalizando ruídos, perdas e concentrando o direcionamento do recalque da água. É encaixada no bracket.

O Corpo da Bomba: é altamente resistente às pressões internas, tem uma estrutura projetada para tal, e características interessantes como o guia para colocação do cestinho, o encaixe da tampa de policarbonato para fechar o pré-filtro, um guia para encaixe nas outras peças, e insertos metálicos para colocação dos parafusos.

Ionizador - Piscina sem cloro = Mais saúde para você!

Piscinas

IONIZADOR PARA PISCINAS DE COBRE E PRATA: usa a tecnologia do PROCESSO OLIGODINÂMICO, que é uma descarga de íons metálicos na água - a base de cobre e prata - em quantidades seguras e saudáveis.

A matéria orgânica - bactérias, algas, fungos, vírus, etc. - são aglutinados (floculados) pela interação com esses íons.

Essa floculação é retirada da piscina em parte pelo filtro, e a outra parte pela aspiração normal (limpeza periódica) do material decantado.

É uma tecnologia conhecida há mais de meio século, com garantias de resultados eficientes, mas somente se viabilizou para uso comercial e prático a partir do desenvolvimento da eletrônica moderna e atual, sendo assim possível utilizá-la com segurança e economia, garantindo a sua eficiência.

O Painel de Controle Digital, com temporizador, liga a Bomba do Filtro diariamente, por um período determinado pela vazão do Filtro e volume da piscina.

Este Painel mantém corrente contínua modulada de baixa tensão (normalmente de 4 a 6 volts), mantendo a água monitorada eletronicamente, sempre limpa e pronta para uso.

2. Comparação entre Ionizador e outros sistemas:

O sitema de tratamento feito pelo ionizador é superior aos outros devido a qualidade dos resultados que apresenta, unidos ao ótimo custo X benefício, lembrando que o custo de manutenção mensal do equipamento é inferior a todos os outros, e a comodidade que proporciona devido ao sistema automátizado que possui.

Sem dúvida alguma, adquirir um equipamento dessa finalidade, é um ótimo investimento em seu patrimônio e em sua saúde, pois evita o contado dos produtos químicos com a pele e evita a corrosão nos equipamentos da piscina causados pelo cloro.

Piscina Automatizada? Sua piscina tratada sem nenhum esforço

Não é segredo pra ninguém que cuidar da água da piscina não é uma das tarefas mais agradáveis para se fazer, sem contar o tempo que se gasta limpando a piscina, fazendo com que seu tempo de descanso e diversão diminua em período considerável.

Ah, você não limpa sua piscina... paga para alguém fazer! Ok, então que tal economizar esse valor que é gasto para terceiros fazerem esse serviço e usa-lo para seu benefício? Afinal, pode parecer pouco, mas imagine a economia desse valor durante um ano! Com certeza o valor economizado passa a ser considerável. Então vamos ver como é possivel resolver esses problemas com a implantação de alguns sistemas que tornarão sua vida bem mais fácil.

Equipamentos:

Ionizador - Com esse equipamento o tratamento da água da sua piscina passa a ser automático, pois é dotado de timer que é acionado nos períodos pré-programados, dispensando a aplicação de cloro, trazendo assim, não somente econômia de tempo, mas também de dinheiro, afinal, cloro não é tão barato assim! Vale a pena investir nesse equipamento, pois é sinônimo de saúde em todos os sentidos!

Timer - Um equipamento simples, mas que tem o poder de fazer milagres para quem tem pouco tempo para cuidar de sua piscina. Ele é capaz de ligar a bomba do filtro em horários pré-programados, fazendo com que a água de sua piscina esteja sempre limpa e filtrada, acionando também a função do skimmer, limpando também a superfície da piscina.

Esses dois equipamentos já são capazes de reduzir o tempo de tratamento de sua piscina em 90% em relação ao tempo gasto manualmente. Com um pequeno investimento, você consegue obter mais tempo livre, aproveitando o tempo que economizou para curtir sua piscina!

Piscina sem cloro e seus benefícios.

A maioria dos usuários de piscina conhecem bem os efeitos do cloro ao utilizarem piscinas, tanto em suas residências, quanto em clubes, ou parques. O uso da piscina é algo prazeroso, o que nos faz esquecer, ou pelo menos, fazer passar despercebido o quanto o cloro na água é desagradável, tanto para os cabelos, como para a pele e também para os olhos. Imagine a possibilidade de desfrutar de uma piscina, sem o desconforto que o cloro causa para alguns, principalmente aos alérgicos ao produto. Nessa seção iremos explicar cada processo de tratamento da água, inclusive o que utiliza cloro, e demonstrar como vale a pena investir em um sistema que descarta a utilização desse produto químico.

CLORO LÍQUIDO OU GRANULADO:

É um tratamento manual e necessita de acompanhamento diário e correção frequente de ph, alcalinidade da água da piscina, etc. Tem residual ativo e matem a água protegida de contaminação enquanto houver presença do cloro na água. Com o passar dos dias e com o sol intenso, o cloro é dissipado rapidamente.

SALINIZAÇÃO:

É um tratamento com a geração automática de cloro, a partir de um gerador de cloro através da adição de sal na água (existe possibilidade de formação de trihalometano). A água de piscina fica salgadae acelerera a corrosão de todo equipamento, inclusive o aquecedor (bomba de calor). Tem residual ativo e mantém a água protegia de contaminação enquanto houver a presença de cloro na água. Em dias ensolarados, o cloro é dissipado rapidamente.

OZONIZAÇÃO:

É um tratamento a base de gás ozônio (oxigênio trivalente altamente oxidante) que é produzido automaticamente e diluído na água. Tem cheiro e não é recomendado ter contato direto com a pele. Além de ser instável permanece na água por pouco tempo. Só mantém a água protegida de contaminação enquanto está sendo produzido (recirculação / equipamento ligado). Não tem residual ativo que garanta proteção da água contra contaminação nos períodos em que o equipamento permanecer desligado.

ULTRAVIOLETA:

É um tratamento com a luz ultravioleta que esteriliza a água que passa pela lâmpada matando vírus, bactérias e algas instantaneamente e automaticamente. Se durante o processo de circulação houver alguma quantidade de água que não passou pela lâmpada, essa água não será esterilizada. Eventuais esporos de algas presas nas paredes não serão atingidas. Nada é acrescida a água, e ela é protegida de contaminação somente no momento em que a bomba está ligada. Não tem nenhum residual ativo que garanta proteção da água contra contaminação nos períodos em que os equipamentos permanecerem desligados.

IONIZADOR:

É um tratamento automático através de íons metálicos de cobre e prata e que durante o processo de recirculação os íons são produzidos e lançados na água. Não dá cheiro e nem gosto na água. O cobre combate as algas e a prata elimina os fungos, bactérias e fungos. Os íons são estáveis e não são dissipados mesmo que a piscina esteja aquecida ou até mesmo em dias ensolarados. O tratamento com íons matem residual ativo que protege a água durante os períodos em que o equipamento de recirculação estiver desligado. Esse tratamento para água potável foi desenvolvida pela NASA.

Tabela Comparativa entre processos de tratamento da água para piscinas.

Piscinas

Em análise entre todos os processos, cremos que o processo que é mais saudável e que tem o melhor custo benefício é o ionizador, pois é o que tem menor custo de manutenção mensal.

Skimmer, parceiro indispensável para a limpeza da água de sua piscina!

Os skimmers promovem a movimentação e remoção constante da camada superficial da água da piscina, retirando as impurezas em suspensão na lâmina d'água da piscina, onde se encontra o maior índice de contaminação, em função da menor presença do teor de cloro, maior número de microrganismo, além dos resíduos flutuantes como insetos, folhas, cabelos, papéis, óleos bronzeadores, secreções buco – nasais etc.

Existem no mercado dois tipos de coadeiras para piscinas de alvenaria, vinil e fibra, sendo estes nas opções boca larga e boca pequena. Nos modelos boca larga e boca pequena existe o sistema exclusivo de regulagem de altura , adaptando-se aos diferentes tipos de revestimentos no piso.

Sua instalação deverá ser feita sempre na parede que fizer oposição ao fluxo de retorno da piscina; e de preferência contrário as correntes de vento de maior freqüência facilmente constatadas no inicio das obras (posicionamento e construção da piscina) possibilitando desta forma o perfeito funcionamento do sistema sem oposição de forças.

1. O QUE É UM SKIMMER?

Piscinas

SKIMMER é um aspirador de superfície, fabricado geralmente em ABS em alguns casos em latão ou aço inoxidável, possui uma boca de captação de 0.20 cm x 0.25 cm, uma porta tipo vai e vem, colocada após a boca de captação para inibir o retorno das sujeiras quando ele estiver desligado, uma cesta de pré-filtragem para sujeiras grossas, uma tampa exterior para ter acesso à cesta de pré-filtro que fica no nível do acabamento da piscina.

Os mais modernos também possuem um dispositivo interno que permite a ligação de uma mangueira juntamente com o aspirador para poder aspirar o fundo da piscina, e para completar ele tem uma saída externa para ligação do filtro da piscina.

2. PARA QUE SERVE O SKIMMER?

O SKIMMER ou aspirador de superfície tem uma das mais importantes funções: manter a piscina HIGIÊNICA. Ele é responsável pela retirada de sujeiras que se encontram na superfície da água como por exemplo folhas, poeira, poluição, insetos, cabelos ou a própria gordura de nosso corpo (que normalmente se deposita na borda da piscina).

É aconselhável que cada vez que se utilize a piscina, o filtro esteja ligado e o registro do SKIMMER aberto, para que a água se mantenha HIGIÊNICA.

3. COMO SE INSTALA O SKIMMER?

O SKIMMER é utilizado em todos os tipos de piscinas.

A instalação segue um critério geral:

Determina-se a localização do Skimmer na piscina, geralmente SKIMMER é um aspirador de superfície, fabricado geralmente em ABS em alguns casos em latão ou aço inoxidável, possui uma boca de captação de 0.20 cm x 0.25 cm, uma porta tipo vai e vem, colocada após a boca de captação para inibir o retorno das sujeiras quando ele estiver desligado, uma cesta de pré-filtragem para sujeiras grossas, uma tampa exterior para ter acesso à cesta de pré-filtro que fica no nível do acabamento da piscina.

Os mais modernos também possuem um dispositivo interno que permite a ligação de uma mangueira juntamente com o aspirador para poder aspirar o fundo da piscina, e para completar ele tem uma saída externa para ligação do filtro da piscina.

1. Determina-se a localização do Skimmer na piscina, geralmente do lado oposto ao dispositivo de retorno;

2. Chumba-se na alvenaria, tomando cuidado para que a tampa fique nivelada com o acabamento final de sua piscina;

3. Faz-se a ligação hidráulica diretamente à bomba do equipamento de filtragem para que tenha maior poder de sucção.

4. O SKIMMER NO MUNDO

Você sabia que nos ESTADOS UNIDOS o uso do SKIMMER é OBRIGATÓRIO!

Que todas as piscinas residenciais, de academia, clubes, etc, possuem um ou mais SKIMMERS, dependendo do tamanho da área superior (película da água).

No BRASIL o uso do SKIMMER está em constante crescimento e quem determina na realidade o uso ou não é especificamente o conhecimento do "Porque do SKIMMER na piscina".

Toboáguas - Diversão Extra na Piscina

Um acessório que trás muita alegria e diversão o ano inteiro, e nos meses quentes de verão eles são ainda mais utilizados. Nos últimos 30 anos, o mundo dos toboáguas explodiu. Os parques aquáticos ostentam escorregadores com dúzias de voltas, picos de velocidades, excitação e descidas de até 32 m e hoje no mercado entramos também toboáguas que podem ser colocados em residências, é realmente um complemento de prazer. Além de modelos variados e com detalhes que fazem a diferença.

A estrutura metálica é totalmente galvanizada e soldada com solda MIG, caracterizada pela alta precisão e resistência.

As estruturas de fiberglass estão disponíveis em várias cores e são laminadas pelo processo spray-up, com acabamento Gel Coat Isoftálico com U.V., processado em câmara especial de pintura, tornando o produto mais resistente às condições climáticas.

Veja alguns modelos de toboágua e suas especificações:

Toboágua de 11,5m

Piscinas
Pista: 11.5 m
Peso: 300 Kg
Volume: 14
Cubicagem: 7,5 m³
Altura: 3,85 m
Área da base: 4,50 x 3,05 m
Acompanha Moto-bomba

Toboágua de 13m

Piscinas
Pista: 13 m
Peso: 300 Kg
Volume: 10
Cubicagem: 21 m³
Altura: 3,90 m
Área da base: 3,50 x 2,90 m

Toboágua de 16m

Piscinas
Pista: 16 m
Peso: 350 Kg
Volume: 22
Cubicagem: 9,5 m³
Altura: 4,35 m
Área da base: 4,20 x 3,90 m
Acompanha Moto-bomba

Toboágua de 16m 2 LANCES

Piscinas
Toboágua de 16 m 2 lances
Pista: 16 m
Altura: 4,35 m
Área da base: 4,20 x 5,00 m

Toboágua de 19m

Piscinas
Pista: 19 m
Peso: 450 Kg
Volume: 26
Cubicagem: 11 m³
Altura: 5,30 m
Área da base: 4,60 x 4,00 m
Acompanha Moto-bomba

Toboágua de 32m

Piscinas
Pista: 32 m
Peso: 700 Kg
Volume: 40
Cubicagem: 23 m³
Altura: 6,50 m
Área da base: 7,50 X 6,00 m

Escorregador Curvo

Piscinas
Pista: 11.5 m
Peso: 40 Kg
Volume: 02
Cubicagem: 7,5 m³
Altura da prancha: 1,82 m
Altura do corrimão: 2,20 m
Largura interna: 0,37 m
Largura total: 0,48 m Área: 4,20 x 1,80 m
Comprimento: 3,80 m
Acompanha Moto-bomba

Escorregador Reto

Piscinas
Peso: 40 Kg
Volume: 02
Altura da prancha: 1,55 m
Altura do corrimão: 1,82 m
Largura interna: 0,34 m
Largura total: 0,48 m
Área: 3,24 x 0,80 m
Comprimento: 2,80 m
Acompanha Moto-bomba

Spa - Conforto e valorização do tempo de "relaxar"!

Piscinas

As delícias de um banho de imersão, com jatos de hidromassagem e sais de banho, são impagáveis! O prazer que isso nos propociona vão além de status ou de tempo livre; é pura saúde. São inúmeras as vantagens de uma banheira ou spa; sob o ponto de vista psicológico, ela serve para relaxar e diminuir o estresse de nossas vidas.

O prazer que uma banheira instalada em sua casa lhe proporciona, começa pelo lado estético: valoriza o ambiente de sua sala de banhos aumentando em muitos pontos o quesito decoração e bom gosto. Portanto, enobrece o ato de banhar-se.

Do lado prático, temos o fato de tomar banho numa posição mais confortável do que em pé, ajudando até em manter uma boa postura para nossa coluna vertebral. Além disso evita-se acidentes devidos a escorregões em chão liso de box, tornando a banheira uma opção mais segura. Para pessoas fisicamente debilitadas, ou idosos, se torna também uma opção mais sensata de banho.

Uma banheira SPA deve ser um bem durável. Avalie as diversas opções, os preços de cada uma, mas não deixe que uma super oferta engane você. Na maioria das vezes o menor preço não significa a melhor compra. Sacrificar a qualidade pode levá-lo à insatisfação e a dores de cabeça futuras. Mesmo que você tenha de recorrer a algum tipo de financiamento, não abra mão de uma banheira SPA adequada, confiável, com boa garantia e fácil assistência técnica.

Conhecendo os dispositívos para piscina e suas funcionalidades.

É muito comum os clientes perguntarem o que são e para que servem os dispositivos da piscina. Em muitos orçamentos encontramos o termo "Kit Dispositivos", e nessa seção vamos explicar o funcionamento de cada um deles.

Dispositivo de Retorno

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O dispositivo de retorno funciona devolvendo a água que vem do filtro para a piscina. Possui direcionador interno para o jato de água. O dispositivo de retorno ficar na parede oposta ao dreno de fundo da piscina. Deve-se colocar um mínimo de dois dispositivos na piscina.

O dispositivo de retorno é fabricado em ABS. Assim como o dispositivo de aspiração, o dispositivo de retorno também possui função importante na construção de uma piscina, por meio dele é devolvida à piscina a água já processada no sistema filtrante, além de produzir um fluxo d’água em direção à coadeira ou mais conhecido como skimmer, e ao dreno de fundo ou antiturbilhão, promovendo a movimentação equalizada da água, contribuindo em sua melhor oxigenação, e ainda tendo o papel de homogeneização.

Ralo de Fundo

O ralo de fundo é um dispositivo indispensável para a limpeza da piscina, pois ao drenar as camadas mais profundas da água, arrasta consigo boa parte da sujeira. O ralo pode ser utilizado tanto no sistema de drenagem da área ao redor da piscina quanto como ralo de fundo.

A grade protege o usuário de entalar os dedos e outros objetos. A matéria prima utilizada na tampa é o Aço Inox, no corpo o latão e os parafusos são cromados. Por medida de segurança, nunca se deve instalar um único ralo de fundo isoladamente.

Deve-se adotar um dos seguintes procedimentos:

1. Instalar dois ou mais ralos de fundo, interligados por tubulação, distantes entre si pelo menos 2 metros;

2. Interligar o ralo de fundo com o skimmer, não devendo existir válvula ou registro na tubulação de interligação; nas opções: 1 ½” e 2”.

Os ralos de fundo também são recomendados para o sistema de drenagem do piso da área circundante ao tanque. A vazão máxima indicada está de acordo com a velocidade máxima de escoamento da água permitida pelas Normas ABNT para tubulações de 2" BSP rosqueável ou 50 mm colável. A velocidade através da grade situa-se abaixo da máxima admissível.

Dispositivo de Dreno

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O dreno deve ser colocado na parte mais profunda da piscina, ele é responsável por sugar a água e levá-la até o filtro.

O dreno é um dispositivo indispensável e totalmente seguro, pois sua tampa é projetada para oferecer ampla ação de sucção, evita a formação de turbilhão e garante a segurança dos usuários.

O dispositivo é fabricado em ABS com flange de 2 polegadas e redução para 1 ¹/2''.

Há a opção com ou sem cromação do flange. É indicado para piscinas de vinil e alvenaria. Os drenos são construídos em resina termoplástica, mais conhecida como ABS, que oferece total resistência à corrosão e possuem duas aberturas: uma lateral, para tubulação de 50 mm colável, destinada à conexão com a coadeira ou sucção da bomba do filtro; e a outra inferior, de 1.1/2" BSP rosqueável, para instalação de válvula hydro-relief ou plug. Existem drenos adequados para cada tipo de piscina, para piscina de vinil, fibra e alvenaria.

Dispositivos de Hidromassagem

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O dispositivo de hidromassagem cria jatos de água direcionados e é ideal para colocação em prainhas e spas (local onde a profundidade é menor e permite que o usuário fique sentado dentro da água).

Promove o bem-estar do usuário, pois seus jatos direcionados proporcionam uma excelente massagem muscular.

É indicado para piscinas de vinil e alvenaria.

O dimensionamento da moto bomba é feito de acordo com o número de jatos que se deseja colocar na piscina. Ou, ao contrário, o número de jatos pode ser calculado de acordo com uma motobomba que já se encontre instalado na piscina.

Dispositivos Nivelador

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O dispositivo de nível ou nivelador deve ser colocado na parede da piscina na altura onde o usuário quiser que o nível de água se mantenha.

O excesso de água na piscina será automaticamente escoado pelo dispositivo, caso a piscina seja construída em vinil, o dispositivo de nível evita o aparecimento de rugas, pois a ausência desse dispositivo de nível permite que a água da piscina transborde e passe por trás do vinil, e seja alojada no fundo, repetindo o processo de formação de rugas, e ocasionado furos. Caso a piscina tenha o skimmer, o nivelador não se faz necessário.

Tipos de borda para piscina.

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A borda para a piscina é um importante acabamento, sem dizer necessário, para a vida útil de sua piscina. A borda além de acrescentar charme à sua piscina, também é um fator de segurança, evitando que os usuários escorreguem, a fim de evitar que não se machuquem!

1. Borda em Pedra Mineira

BORDA e suas caracteristicas - A principal caracteristica da borda em pedra mineira é o fato da não retenção de temperatura e fino acabamento que o produto proporciona. Muito conhecida e usada em piscinas, tornou-se na maioria dos casos a opção preferida belo seu custo X benefício, sem abrir mão da qualidade, e do bom gosto no acabamento, sendo aprovada pelos gostos mais requintados.

Encontrada em várias medidas, com certeza a borda em pedra mineira, também conhecida como borda São Tomé, é uma ótima opção para o acabamento da borda para sua piscina.

2. Bordas em Cerâmica

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A borda em cerâmica, muito conhecida também como borda Pool (nome de uma famosa fábrica de bordas de piscina), tem acabamento diferenciado devido a beleza que os produtos em cerâmica podem oferecer. Seu assentamento é perfeito, pois é projetada em suas extremidades para o perfeito encaixe com o vinil ou azulejo. Econtrada em várias cores e formas, essa borda proporciona à sua piscina um visual moderno e de bom gosto.

Desenho do Encaixe da borda

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Visualize os modelos de borda em cerâmica clicando nas opções abaixo:

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O lazer pode ser mais barato do que você imagina

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Há pessoas que não gostam de ir ao clube e preferem que a piscina esteja bem pertinho: no quintal da sua residência. E quem pensa que esta é uma tarefa difícil está enganado.

As piscinas estão cada vez mais populares. É claro que, diversos fatores como tipo de solo, posição do sol, tamanho do terreno poderão interferir, mas o fundamental é a sua vontade de investir.

Não pense que para isso você precisa ter muito dinheiro. Hoje em dia, as diversas opções permitem que você pague bem menos que algum tempo atrás. O preço vai depender do tipo e do tamanho da piscina que escolher. A evolução tecnológica trouxe novos materiais - o vinil e a fibra de vidro, por exemplo - que podem reduzir em até 70% o custo do produto. Além disso, ainda foram criadas facilidades de pagamento: é possível fazer financiamentos em até 12 prestações.

Apesar dos materiais, técnicas de construção, equipamentos e acessórios estarem tornando-se mais acessíveis, antes de pensar em construir a sua piscina, você não pode esquecer que esse tipo de lazer exige cuidados e tratamentos. Porém, nada disso é complicado se todas as precausões forem tomadas com antecedência. Para isso, é importante escolher profissionais gabaritados que possam orientá-lo.

Por onde começar

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Primeiro passo

Contrate um arquiteto para elaborar o projeto. É nele que se define as instalações elétrica e hidráulica e a iluminação da piscina. Não vá deixar que qualquer pedreiro se aventure a construir a sua área de lazer. Cada detalhe precisa ser bem elaborado e estudado, para que problemas mais sérios não aconteçam e você tenha prejuízos ao invés de descanso. O profissional vai desenhar a piscina de acordo com o modelo arquitetônico da sua casa e, se for caso, até oferecer sugestões. Tome o cuidado de verificar se o arquiteto possui o registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA).

Segundo passo

Escolha uma empresa adequada. As empresas de engenharia são responsáveis em executar o projeto idealizado pelo arquiteto. É importante que você verifique se a que escolheu tem bons antecedentes e é bem vista no mercado. Peça que os responsáveis façam uma visita ao local onde será construída a piscina e solicite um orçamento.

Terceiro passo

Pesquise o preço das piscinas. Com o projeto em mãos e a idéia do tipo de piscina que você vai construir, comece a pesquisa de preços para a compra dos materiais. Veja se é vantagem comprar tudo em um único local ou se é melhor selecionar os lugares mais baratos. Não se precipite.

Quarto passo

Acompanhe a construção. Não precisa ficar o tempo todo ao lado dos trabalhadores da obra, mas a supervisão, de vez em quando, é recomendável para que tudo esteja saindo da forma que imaginou. Se não tiver o tempo disponível, não tem problema. O fato de ter contratado um engenheiro de confiança vai ser imprescindível nessa hora.

O que se deve levar em conta

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Espaço disponível para a instalação

Você não pode esquecer que o espaço deve incluir, além da piscina, uma área de lazer ao redor, mesmo que pequena. Uma regra simples para saber qual o tamanho ideal do terreno é multiplicar a área da piscina por dois. Assim, uma piscina de 6m x 4m, ou 24m2, precisa de um terreno com, no mínimo, 48m2 - o dobro da sua medida.

Profundidade

Já não se recomenda a construção de piscinas muito fundas. A profundidade ideal fica entre 1,30 e 1,40m na parte mais funda, suficiente para permitir a prática de natação. Na prainha, parte mais rasa, indicada para as crianças e para o descanso dos adultos, a medida vai de 0,40 a 0,50m.

Onde está o sol

Preste atenção nesse detalhe. Não adianta investir na construção da piscina e colocá-la em um espaço onde o sol não apareça. Escolha o local mais apropriado.

Características do solo

Tome muito cuidado para não ter prejuízo. As características do solo são decisivas para quem pretende construir uma piscina. Para evitar problemas, procure um documento chamado sondagem do subsolo. Ele revela as camadas do terreno e suas características. Caso você não tenha esse documento, peça ao engenheiro para verificar que tipo de solo é o seu terreno.

Paisagismo

Não é aconselhável construir a piscina em locais que possuam pinheiros, eucaliptos e árvores futíferas (elas soltam folhas com frequência). Procure locais mais abertos e peça a ajuda de um paisagista para decorar o espaço.

Acessórios

Decoração

Se você quiser, pode incrementar ainda mais o seu projeto. Para isso, existem uma variedade de opções como pastilhas de vidro, pastilhas cerâmicas e azulejos - materiais clássicos para o revestimento interno. Se preferir, a decoração pode ser feita ainda nas bordas da piscina.

Hidromassagem

O preço destes equipamentos varia de acordo com o tamanho da piscina e do projeto. A hidromassagem pode ser instalada separadamente ou no filtro da piscina, tudo depende da escolha.

Raia para natação

Essa opção serve para quem quer ter uma piscina específica para a natação. As raias podem ser de concreto, alvenaria estrutural ou argamassa armada, em medidas que costumam variar entre três opções: 25m x 4m para terrenos grandes, 20m x 4m para terrenos médios e 12m x 4m para áreas menores.

Aquecedor

Os aquecedores prolongam o uso da piscina durante todo o ano, a qualquer hora, em qualquer estação.

Concreto, vinil ou fibra de vidro?

Concreto

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Os modelos desse material chegam a custar até três vezes mais que os outros e levam mais tempo para ser construídos. Mas, em compensação, podem ter a forma e o tamanho desejados. A durabilidade é por tempo indeterminado. Porém, se não for construída adequadamente, os reparos são mais caros e complicados. Seu prazo médio de instalação é de, no mínimo, 45 dias.

Vinil

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Com base de alvenaria e revestida por um filme de PVC com espessura que varia de 0,6mm a 0,8mm, a piscina de vinil, também pode ser feita no formato e tamanho que o proprietário quiser. Por outro lado, esse tipo de revestimento está sujeito a cortes acidentais, causados por objetos pontiagudos. Com os devidos cuidados e manutenção ela dura até 10 anos.

Fibra de vidro

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Mais barato e mais rápido de instalar, esse tipo possui algumas restrições de formato e transporte. Os modelos e tamanhos são pré-definidos pelo fabricante e a instalação torna-se inviável em terrenos ou locais de difícil acesso, como coberturas de edifícios. O prazo médio de instalação é de 7 a 10 dias.

Fonte: www.acessa.com

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Piscinas

Piscinas

Piscinas

Piscinas

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Piscinas

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Fonte: www.piscinasjoy.com.br

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Piscina Fibra

Piscinas de Fibra de vidro, são piscinas em uma única peça(monobloco) e produzidas em fábrica, normalmente na cor azul-celeste. Tem sua estrutura, impermeabilização e acabamento em um único material, de resina poliéster reforçada com fibra de vidro.

Instalação Rápida

Prontas em aproximadamente 15 dias, as piscinas de fibra de vidro são a de mais rápida instalação entre as piscinas tradicionais.

Formas pré definidas

Os formatos das piscinas de fibra de vidro já são predefinidos, cabe ao cliente escolher a que melhor lhe agrada. Os fabricantes produzem diversos formatos, entre geométrica(retangular,quadrada ou circular); geométrica regular composta(circulo anexo a um retângulo ou quadrado), ou não-geométrica.

São transportadas prontas

Como dito acima, a piscina de fibra é uma única peça pronta de fábrica, portanto também deve ser transportada pronta até o lugar de instalação. Se o local for fechado, ou não existir uma entrada grande suficiente para a piscina passar, não será possível optar por este modelo.

Concluindo:

São mais rápida de instalar
Tem formato pré-definido
Deve ser transportada pronta até o local
São mais utilizadas quando piscinas de pequenas dimensões

Fonte: www.piscinasdefibra.net

Piscinas de vinil

Piscinas

As piscinas de vinil possuem tecnologia de primeiro mundo e são confeccionadas em vinil ultra resistente. Possuem proteção contra raios ultra violeta, microorganismos e fungos.

As piscinas podem ser feitas com vinil decorado e personalizadas em qualquer forma, com spas, prainhas, cascatas e escadas de alvenaria/vinil com hidromassagem.

O vinil é um revestimento para piscinas mais procurado em todo o mundo não somente pela sua beleza como decoração, mas também pela simplicidade na sua estrutura de construção e manutenção.

Piscinas

Piscinas construídas em alvenaria e revestidas com azulejos, necessitam de manutenção periódica. Com o passar dos anos, movimentações do solo, produtos químicos e a ação do sol provocam desgastes inevitáveis e as fissuras que surgem entre os rejuntes dos azulejos acabam favorecendo infiltrações permanentes de água.

Pelas características da construção, os custos de manutenção e reparo são relativamente altos ; além disso , em muitos casos , mesmo que se façam os consertos necessários e a reposição parcial ou total dos azulejos, não há garantia alguma de que os vazamentos irão cessar, pois as infiltrações por fissuras são de difícil localização assim como as trincas estruturais.

Estes problemas são de difíceis solução !!! Somente uma impermeabilização não é suficiente para por fim aos vazamentos e muitas vezes a reconstrução total da piscina acaba sendo necessária… Sem falar na rede hidráulica que fatalmente deverá ser reconstruída em função dos processos de demolição.
Nas situações expostas acima, os custos para os novos investimentos poderão ser economicamente inviáveis com manutenções parciais e até mesmo insolúveis ; com o agravante de que o tempo gasto em cada etapa de reconstrução acaba sendo longo demais.

Entretanto, tudo isso poderá ser evitado de forma rápida, inteligente e eficiente com um toque especial de decoração que somente o revestimento de vinil poderá proporcionar ; com uma economia incomparável desta alternativa.

REVESTIMENTO DE VINIL EM PISCINAS DE ALVENARIA COM VAZAMENTO

1. Antes de qualquer procedimento de instalação do revestimento de vinil , deve-se corrigir com massa fina todas as imperfeições do revestimento em azulejo das paredes ou até mesmo repor os azulejos faltantes com o cuidado especial da limpeza necessária tanto dentro da piscina como ao seu redor, evitando eu entulhos ou pequenos pedriscos venham a cair e se acumular na caixa de alvenaria da piscina.

2. O fundo da piscina deverá estar limpo para receber, dependendo do seu tamanho, o revestimento com vermimanta ou vermiculita, que são materiais recomendados para amortecer a pressão da água entre a manta vinílica e o piso da piscina , evitando-se assim que pequenas imperfeições no chão e até mesmo pequenos pedriscos imperceptíveis depois da limpeza recomendada venham a provocar micro furos no bolsão de vinil após determinado tempo de uso.

Na imagem abaixo, pode-se observar uma piscina em alvenaria com parte dos problemas citados, nota-se que a estrutura é antiga e não permite muitas opções de solução e nem mesmo de decoração.

Piscinas

Piscinas

Os processos de instalação do vinil são muito simples e rápidos, bastando apenas seguir as orientações do fabricante Sodramar quanto aos procedimentos necessários para este fim. Verifica-se que a rede hidráulica havia sido projetada para piscina em alvenaria ; por isso , para transformá-la em piscina revestida de vinil , torna-se necessário a instalação dos dispositivos que irão cumprir as funções de retorno, aspiração e drenagem de forma que o vinil permaneça hermeticamente vedado e com excelente acabamento.

Piscinas

Para a instalação dos dispositivos de aspiração e retorno, basta aumentar o diâmetro da sede onde as bases dos dispositivos serão conectadas com as respectivas tubulações e proceder o chumbamento destas peças nas paredes conforme imagem visualizada a seguir.

Piscinas

Após chumbar as bases dos dispositivos, deve-se dar o acabamento com massa fina (vide imagem a seguir) e rebocar também com massa fina os vãos eventualmente existentes entre os azulejos.

Piscinas

Piscinas

Piscinas

Antes de rebocar com massa fina, deve-se colocar os pedaços de fita para cobrir os orifícios com roscas na base das canoplas para evitar que o reboco penetre e evite problemas de fixação dos parafusos nas conexões das flanges evitando futuros vazamentos.

Os mesmos procedimentos acima são indicados para a instalação da base do dispositivo do dreno de fundo.

Piscinas

Constatamos o perfil de PVC já fixado com parafusos e buchas entre os pontos eqüidistantes de 30 em 30 centímetros. Este perfil é responsável pela sustentação da manta em todo o perímetro da piscina.

Na próxima imagem, observa-se o procedimento de instalação do bolsão de vinil devidamente dimensionado pelas cotas das medidas da piscina.

Piscinas

Piscinas

A instalação consiste em encaixar a fita dentada; localizada na extremidade da manta de vinil ; ao perfil até que se complete o perímetro.

Piscinas

Próximo a um dos cantos , deve-se deixar uma pequena extensão de fita sem montar o encaixe do perfil ; isto é , um vão não encaixado para a introdução da mangueira do aspirador , estrategicamente colocado para sucção do ar existente entre a estrutura e o vinil ; permitindo que durante o processo de enchimento da piscina o vinil seja fixado à estrutura pela ação do vácuo criado, proporcionando um revestimento uniforme, sem rugas e de excelente acabamento.

Piscinas

No estágio subsequente, as flanges dos dispositivos finalmente serão instalados ; assim como a do ralo de fundo que já deverá estar submerso nesta etapa para a colocação da guarnição e fixação dos parafusos ; onde será utilizado um estilete para uma incisão em X no centro do orifício do dreno para a desobstrução definitiva do fluxo de água.

Quando o nível da água estiver próximo dos dispositivos de retorno e aspiração, os mesmos procedimentos acima descritos se farão necessários, lembrando sempre que o(s) aspirador(es) deve(m) permanecer ligado(s) até que todos os processos de instalação das flanges sejam executados e que o nível da água já os ultrapasse.

Após o cumprimento de todas as etapas ; a mangueira do aspirador deverá ser removida e a parte do vinil aberta para a aspiração deverá ser encaixada no perfil e imediatamente travada . Logo após , a piscina poderá ser totalmente abastecida com água.

Depois de todas as etapas acima é só usufruir as suas horas de lazer!

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Construa sua piscina

Como escolher uma piscina.

Vamos ajudar você, respondendo a algumas perguntas mais comuns que recebemos dos clientes que nos ligam pela primeira vez:

1-Qual é a melhor piscina?

Em questão de resistência, durabilidade, beleza, sofisticação de revestimentos e valorização do imóvel, ainda é a piscina de Concreto Armado, visto que Vinil e Fibra de Vidro não são piscinas, são revestimentos que também necessitam de uma estrutura para sustentação.

2-Qual é a diferença entre uma piscina de Concreto e uma de Vinil?

Ao contrário do que muitas “empresas” dizem, a diferença fundamental está na estrutura e não no revestimento.

O concreto armado é executado com malha de ferro dupla no piso, parede e borda, preenchidos com concreto usinado formando uma peça monobloco, com espessura média entre 12 a 15cm. È auto portante e não depende do terreno para se apoiar, e pode ser executado em qualquer tipo de solo ou até mesmo acima do solo ( suspensa ).

A estrutura para o Vinil é composta apenas de uma parede de blocos sustentada por colunas e no fundo é executado um contra piso de concreto armado com uma malha simples de ferro sem ligação com a parede. Não pode ser executado em qualquer terreno, como por exemplo os que possuem lençol freático.

As formas de execução destas estruturas é que determinam a diferença de custos das piscinas.

3-Vale à pena ter uma de Vinil?

É uma opção, se você estiver com o orçamento apertado. No entanto, para que a piscina seja um pouco mais barata do que a piscina de concreto armado, o seu terreno deverá ser plano e resistente. Caso contrário você deverá reforçar a estrutura de tal modo que o seu custo acaba chegando próximo ao de uma piscina de concreto armado. Neste caso, não vale à pena o investimento.

Lembre-se que o Vinil é material “plástico” que pode ser perfurado e sofrerá a ação dos produtos químicos podendo causar manchas e perderá seu brilho original em pouco tempo.

4-Se eu fizer uma piscina de Vinil, posso colocar azulejo depois?

Não. A estrutura para o Vinil é muito fraca para receber um material rígido.

Será necessário executar uma estrutura de concreto armado, impermeabilizar e depois revestir de azulejos.

5-Vale á pena ter uma piscina de Fibra de Vidro?

Também é outra opção mais barata do que o concreto armado. Diferente da piscina de Vinil, você não tem liberdade de escolha nos modelos. Você deverá escolher os modelos já existentes. Preste muita atenção na qualidade da fibra, pois existem diferenças grandes entre fabricantes. A fibra com o tempo também perderá o seu brilho original, poderá manchar, criar bolhas e se a estrutura se movimentar poderá trincar.

Assim como na piscina de Vinil, tome os mesmos cuidados com a estrutura que vai suportar a pressão da água.

Outro aspecto muito importante antes de escolher o modelo da piscina, é verificar se a piscina passa pelas pontes, passarelas e fiação antes de chegar ao destino e também se entra dentro da sua propriedade.

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Fonte: www.piscinasplanalto.com.br

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Construção de Piscinas

O concreto está presente na construção de todos os tipos de piscina, sejam em concreto armado, alvenaria, vinil ou até em fibra de vidro, onde sua presença está nos contra-pisos e bases da obra.

Para iniciar a construção de uma piscina, os primeiros passos são definir o local de implantação e obter informações do subsolo, através de uma sondagem da área escolhida.

Esta sondagem permite traçar um perfil do terreno, podendo apontar a existência de rochas, informar a que profundidade se encontra o solo de boa resistência e o nível do lençol freático.

Com estas informações, várias providências podem ser tomadas preventivamente, podendo apontar para uma mudança no local de implantação e até definir o tipo de piscina mais adequado para o local.

Outra medida preventiva está em verificar se existem tubos de energia, água ou esgoto passando pelo local da obra, procurando evitar possíveis acidentes e prejuízos durante a escavação.

Piscinas

Com o tipo de piscina escolhido e os demais projetos definidos, passamos á fase da execução.

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As piscinas em Concreto Armado podem ser feitas em qualquer tipo de solo ou até mesmo elevadas, costumam ser executadas com uma malha de aço dupla no piso, que se estende por suas paredes e bordas, ou com telas produzidas com aço de alta resistência (CA 60). É bom lembrar que estas definições, juntamente com a indicação da resistência do concreto devem obedecer a um projeto estrutural.

Os passos básicos para a execução de uma piscina em concreto armado são:

Sondagem do terreno

Escolha do tipo de piscina adequado (local/orçamento)

Definição do formato

Escavação do terreno

Colocação do gabarito

Execução da forma externa

Montagem da armadura

Colocação de dispositivos e tubulações

Montagem da forma interna

Concretagem

Impermeabilização

Teste de vazamentos

Aterro e compactação do solo

Revestimento interno

Revestimento externo

A escolha do “melhor” tipo de piscina depende de uma série de fatores, como o local da implantação, a durabilidade, o acabamento, os recursos disponíveis, o formato da piscina, os custos de manutenção e principalmente o gosto do proprietário. Seja como for, o planejamento é fundamental. Mãos à obra e bom divertimento!

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Concreto Armado

Chamamos de concreto armado à estrutura de concreto que possui em seu interior, armações feitas com barras de aço.

Piscinas

Estas armações são necessárias para atender à deficiência do concreto em resistir a esforços de tração (seu forte é a resistência à compressão) e são indispensáveis na execução de peças como vigas e lajes, por exemplo.

Outra característica deste conjunto é o de apresentar grande durabilidade. A pasta de cimento envolve as barras de aço de maneira semelhante aos agregados, formando sobre elas uma camada de proteção que impede a oxidação. As armaduras além de garantirem as resistências à tração e flexão, podem também aumentar a capacidade de carga à compressão.

Piscinas

O projeto das estruturas de concreto armado é feito por engenheiros especializados no assunto, conhecidos também como calculistas. São eles quem determinam a resistência do concreto, a bitola do aço, o espaçamento entre as barras e a dimensão das peças que farão parte do projeto (sapatas, blocos, pilares, lajes, vigas, etc).

Um bom projeto deve considerar todas as variáveis possíveis e não só os preços unitários do aço e do concreto. Ao se utilizar uma resistência maior no concreto, por exemplo, pode-se reduzir o tamanho das peças, diminuindo o volume final de concreto, o tamanho das formas, o tempo de desforma, a quantidade de mão de obra, a velocidade da obra, entre outros.

Fonte: www.portaldoconcreto.com.br

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Iuminação para piscinas

Piscinas

Trabalhamos com refletores sub-aquáticos para Piscinas em diversas opções.

A iluminação da piscina é um item opcional, não sendo obrigatório, mas devido à relação custo-benefício, dificilmente hoje em dia alguém constrói uma piscina sem a colocação de refletores.

Além do efeito altamente decorativo, que beneficia também a área de lazer, a iluminação de uma piscina permite ainda a prática de natação e prática de atividades mesmo a noite com a piscina toda iluminada. Como a iluminação é um item que deve ser considerado ainda na construção, é ideal que se pense em deixar pelo menos os nichos de refletores instalados e a parte da elétrica já distribuida. Assim, resolvendo colocar os refletores posteriormente, basta adaptá-los nos nichos.

Temos os refletores com lâmpadas dicróicas e lâmpadas tipo Led.

As lâmpadas tipo Led são mais recentes no mercado e podemos dizer que são a evolução em termos de iluminação.

Os refletores com Leds são mais caros, porém, geram uma extrema ecônomia de energia ao longo dos anos.

Para dimensionar a posição e a quantidade de refletores deve-se levar em conta o tamanho e formato da piscina, se esta é escura ou clara, e qual será sua finalidade.

Como saber qual Refletor eu preciso?

Basta verificar na tabela abaixo de acordo com a metragem de sua piscina e do refletor. Lembrando que, o ideal é colocar refletores do mesmo modelo, se possível.

Procure não dimensionar os refletores no limite (por exemplo, uma piscina de 20 metros quadrados com 3 refletores que atendem 6m2 cada).

Tamanho de Piscina

Area Total

Ex. Refletores Led

Ex. Refletores Mini-light

2m x 3m 6m2 1 refletor L61 1 refletor Mini
2m x 4m 8m2 2 refletores L48 1 refletor Mini
3m x 4m 12m2 2 refletores L48 2 refletores Mini
4m x 4m 16m2 3 refletores L48 2 refletores Mini
4m x 5m 20m2 2 refletores L61 +
1 refletor L48
2 refletores Mini
4m x 6m 24m2 3 refletores L61 3 refletores Mini
7m x 5m 35m2 5 refletores L61 4 refletores Mini
8m x 6m 48m2 2 refletores L61 +
2 refletores L133
5 refletores Mini

Opções de Refletores com Lampada Led.

Refletor Led Pool L48

Piscinas

Área que atinge: 6m²
Tipo de lâmpada: Led
Potência equivalente: 4w
Características: Ilumina uma área abragente da piscina com opções de cores e um baixo consumo de energia. Seu sistema de iluminação consiste em 9 funções pré-definidas em 5 cores diferentes e 4 sincronismos, podendo focar a iluminação da piscina em apenas uma única cor, tudo de forma automática e simples.

Refletor Led Pool L61

Piscinas

Área que atinge: 8m²
Tipo de lâmpada: Led
Potência equivalente: 7w
Características: Ilumina uma área abragente da piscina com opções de cores e um baixo consumo de energia. Seu sistema de iluminação consiste em 9 funções pré-definidas em 5 cores diferentes e 4 sincronismos, podendo focar a iluminação da piscina em apenas uma única cor, tudo de forma automática e simples.

Refletor Led Pool L133

Piscinas

Área que atinge: 16m²
Tipo de lâmpada: Led
Potência equivalente: 11w
Características: Ilumina uma área abragente da piscina com opções de cores e um baixo consumo de energia. Seu sistema de iluminação consiste em 9 funções pré-definidas em 5 cores diferentes e 4 sincronismos, podendo focar a iluminação da piscina em apenas uma única cor, tudo de forma automática e simples.

Os Comandos.

Piscinas

O Comando M1 ou M2: Escolhendo esta opção, os refletores são conectados à um único comando, onde não é necessário utilizar transformador, pois o comando possui uma fonte chaveada que transforma a energia de 110 / 220 v para 12 volts.

O módulo de comando pode ser acionado direto na sua chave liga/desliga ou por meio de controle remoto sem fio. O Módulo Mixer: Escolhendo este módulo, mais barato que o anterior, o usuário pode criar a cor da sua piscina, através do RGB, basta apenas escolher a intensidade que vai de 0 a 100 de cada cor individualmente (Vermelho, Azul, Verde), criando efeitos jamais vistos em sua piscina. A instalação do Mixer é simples e é usado apenas uma peça para conectar os refletores, porém, este necessita de um transformador e não possui controle remoto sem fio.

Opções de Refletores com Lampada Dicróica.

Refletor Mini-Light.

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Área que atinge: 10m²
Tipo de lâmpada: Dicróica
Potência equivalente: 50w
Características: Também desenvolvido para piscina de fibra, alvenaria e vinil, com nicho em ABS e cone interno em latão.
Além do sistema de vedação igual ao dos outros refletores, vêm equipado com lente colorida na cor azul. E também oferecem a opção de instalar outras cores (Amarelo, Vermelho, Verde) de lente que são adquiridas separadamente, bastando remover a atual com uma chave de fenda pequena, fazendo a alavanca no encaixe na tampa frontal.
É preciso adquirir à parte o transformador e caixa de passagem para cada refletor.

Fonte: www.cottage.com.br

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ILUMINAÇÃO

Faça-se a luz! Iluminação paisagística: o toque final.

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Iluminação paisagística é o toque de finalização dos projetos de arquitetura e/ou paisagísticos, desde a iluminação destacada para algumas espécies de árvores até as bordas da piscina. Mais de 50% dos proprietários de casas onde haja projeto paisagístico opta por aplicar a iluminação em seu projeto. Quem aplica milhares de reais para que seu projeto se revele fabuloso quer que as pessoas o vejam. Além das razões estéticas, a iluminação também acrescenta horas ao tempo que você pode desfrutar seu jardim, ou mesmo relaxar no pátio, entretendo-se com amigos ou nadando na piscina.

Por fim, instala-se iluminação no jardim por razões de segurança, para que se possa locomover com segurança e para dificultar o acesso de invasores. Há vários meios para se alcançar esses propósitos. A maioria usa uma combinação de métodos, incluindo iluminação a partir do solo (de baixo para cima), aérea (de cima para baixo) e de caminhos.

A iluminação de solo é a mais artificial, e tende a incorporar um ar dramático à sua propriedade. Usa-se frequentemente para iluminar árvores, muros, arbustos ou qualquer elemento onde se deseje o efeito. A iluminação aérea é a mais natural, por apresentar luz e sombra mais parecidos com a iluminação natural. A iluminação de caminhos é instalada ao longo dos mesmos ou em escadas, por segurança.

A iluminação da paisagem acrescenta ao projeto detalhes que não podem ser vistos durante o dia. À noite, a iluminação adequada colocada nos pontos certos pode-se ver um lado totalmente novo da casa e de seu jardim.

Tipos e características da iluminação de piscinas

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Piscinas se destacam com um pouco de luz. A iluminação ao longo da borda vem ganhando popularidade, definindo uma elegante visão de todo o perímetro da piscina. Em cascatas o efeito pode ser arrebatador. Piscinas que tem incorporada uma queda d'água ficam maravilhosas à noite, com a iluminação sub-aquática brilhando através delas.

Não é apenas durante o verão que uma piscina iluminada vai se fazer presente, chamando as pessoas para perto de si ou convidando às brincadeiras na água, mas mesmo durante o mais frio inverno a iluminação do jardim e da piscina permanecerá dando um show à parte, engrandecendo sua casa e cobrindo o orvalho de magia. E não importa que o sol se ponha, suas luzes poderão brilhar assim que escureça.

A iluminação pode ser acoplada a timers que poderão ser ajustados conforme a necessidade. E se além de iluminada a sua piscina dispuser de uma bomba de calor Light Tech, o prazer desfrutado durante os meses mais quentes dura o ano inteiro, com segurança e economia.

Piscinas devem ser iluminadas por dentro, com iluminação subaquática. Se for usada apenas a mesma iluminação externa usada para seu entorno, o resultado obtido será o de reflexos da iluminação sobre a água, e não sua iluminação interna. Antigamente iluminava-se piscinas através de faróis selados, como de automóveis.

Depois foram substituídos por projetores menores, dicróicos. Atualmente essa iluminação é feita por fibra ótica ou LEDs Light Tech, que proporcionam muito mais segurança, maior economia e variedade de cores e efeitos.

Iluminação de piscinas por Fibras Óticas

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A fibra ótica é o material mais seguro para iluminação em meio aquático. O cabo de fibra ótica só conduz luz. O cabo não conduz eletricidade nem calor. Com o sistema de fibra ótica pode-se alternar cores e criar efeitos de iluminação com um inigualável nível de segurança.

A fibra ótica permite também criar pequenos pontos de luz para iluminar plantas, cascatas, degraus, delimitar passeios, etc. Claro que a cor do revestimento interior da piscina tem muita influência no resultado final.

Quanto mais escuro for, mais luz absorverá, sendo menor a reflexão de luz e menor a capacidade de iluminação.

Vantagens das fibras óticas na iluminação de piscinas:

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100% seguro em meios aquáticos;

Possibilidade de se ter várias cores de iluminação no mesmo cabo;

Segurança absoluta quanto à choques elétricos, já que não conduz eletricidade;

Instalação muito simples;

Pontos de luz são muito pequenos, sendo pouco visíveis durante o dia;

Ausência de radiação infravermelha e ultravioleta;

Reduzido consumo de energia;

Possibilidade de criação de efeitos especiais;

Controle digital;

Iluminação pode ser controlada ao toque de um botão.

Iluminação de piscinas por LEDs

LEDs não são lâmpadas. São diodos emissores de luz. LEDs são mais duráveis, mais brilhantes, não esquentam e consomem muito menos energia. Sua luz, além de ter mais brilho, pode ser branca, ao contrário das lâmpadas incandescentes que são amarelas. São muito mais duráveis que lâmpadas incandescentes.

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Vantagens dos LEDs na iluminação de piscinas:

Baixíssimo consumo: x Watt por ponto;

Eliminação dos transformadores necessários em redes de iluminação com lâmpadas dicróicas

Baixo custo de instalação;

Não necessita manutenção preventiva ou corretiva;

Vida útil mínima dos LEDs em torno de 100.000 h;

Não necessita troca de lâmpadas;

Cores na piscina, permitindo efeitos visuais modernos ou paradas na cor da preferência (mesmo efeito da fibra ótica, custo inferior);

Economia de água e produtos de tratamento: com uma iluminação tradicional , pode ser preciso baixar o nível da piscina para efetuar troca das lâmpadas (vida útil de médio de 1000 a 2000 h);

Isolamento elétrico: todas as conexões dos canhões são realizadas com resinas especiais impossibilitando a entrada de água nas conexões dos LEDs;

Riscos elétricos eliminados: segurança pela baixa voltagem (12 Volt, corrente contínua) eliminando a possibilidade de choques elétricos;

Baixa potencia / baixa temperatura: os canhões c/ LEDs podem funcionar fora da água sem risco de queimarem; Iluminação moderna;

Fonte: www.hidrosulvc.com.br

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Limpar a piscina em cinco passos

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Limpar a piscina é um trabalho composto por diversas tarefas, que se tornarão mais fáceis e eficazes se realizadas por uma determinada ordem. Encontrará aqui, de forma simples e direta, os diferentes passos, as precauções que deve tomar e ainda algumas dicas úteis para que a sua piscina se torne um prazer apenas por olhar para ela.

1º - Limpar o deck

Pouco sentido faria empenhar-se a fundo na limpeza da piscina propriamente dita e esquecer-se de limpar o deck. Mas por estranho que possa parecer, é algo que acontece com grande frequência, seja por desleixo ou por esquecimento.

O resultado é que a sujidade que está no deck depressa acabará na piscina, deitando por terra várias horas de trabalho.

Apanhe o lixo e as folhas caídas nas imediações da piscina e varra o deck. Ocasionalmente, aproveite para o limpar a fundo com os devidos produtos de limpeza: já que meteu mãos à obra, porque não fazer o trabalho completo?

2º - Esvaziar o depósito do skimmer

É comum este depósito ficar esquecido, o que tem consequências negativas para a eficácia geral do sistema de filtragem. Comece por esvaziá-lo e limpá-lo, já que para a fase de aspiração irá necessitar da máxima potência e eficácia que puder.

3º - Limpar a superfície

Pode agora começar a limpeza da piscina propriamente dita, começando pela superfície da água. Recorrendo a uma rede, remova as folhas e outras substâncias flutuantes de maiores dimensões.

Caso note que existe uma camada de sujidade extensa sobre a generalidade da linha de água, deite um pouco de sabão para azulejos em todo o comprimento da piscina: isso fará com que a sujidade se afaste e se concentre nas bordas, tornando-a mais fácil de recolher.

Se a sua rede tiver um revestimento de borracha, pode também raspá-la nos azulejos da linha de água, pois será uma forma adicional de soltar a sujidade maior.

4º - Azulejos

Passe então à limpeza dos azulejos, recorrendo a material específico para esse efeito. Aplique o sabão diretamente na escova apropriada e esfregue bem; a sujidade excessiva irá soltar-se para o fundo da piscina, algo que irá tratar no quinto passo.

Não se esqueça de escovar acima, abaixo e na linha de água, já que o nível varia bastante com a evaporação natural e as reposições constantes.

Faça o mesmo em relação às escadas e a outros acessórios que estejam igualmente localizados na linha de água (certificando-se que são compatíveis com este tipo de produtos de limpeza).

Caso se depare com uma área com demasiada sujidade para remover com a escova, pode utilizar uma pedra-pomes, com cuidado para não riscar os azulejos. Esta é particularmente eficaz na remoção de sujidade difícil, especialmente em casos de início de infestação de algas.

5º - Aspiração

O último passo é a aspiração. Irá necessitar da máxima potência possível, por isso certifique-se que tudo está a funcionar corretamente. O skimmer principal deverá ser a única fonte de sucção, e portanto, tape ou desligue (se possível) o cano principal no fundo da piscina e eventuais skimmers secundários.

Supondo que está a utilizar um aparelho manual, comece por encaixar a mangueira no aspirador e mergulhe-os dentro de água antes de conetar a outra ponta ao skimmer.

É importante que a mangueira esteja totalmente cheia de água quando iniciar o processo, pelo que deverá mergulhar o aspirador lentamente até ao fundo da piscina, até que note que existe água na outra ponta.

Ligue-a então ao skimmer e aspire lentamente o fundo da piscina, algo que não é muito diferente de aspirar um tapete em casa. Dê especial atenção aos cantos, onde frequentemente se acumula mais sujidade.

No final, retire o aspirador da água e deixe que o skimmer esvazie a mangueira na totalidade, retirando-a logo de seguida. A piscina voltará então ao seu funcionamento normal.

É comum ficar alguma sujidade retida na própria mangueira, por isso deverá ter cuidado ao removê-la para que esta não regresse à piscina.

O último passo é a aspiração. Irá necessitar da máxima potência possível, por isso certifique-se que tudo está a funcionar corretamente. O skimmer principal deverá ser a única fonte de sucção, e portanto, tape ou desligue (se possível) o cano principal no fundo da piscina e eventuais skimmers secundários.

Supondo que está a utilizar um aparelho manual, comece por encaixar a mangueira no aspirador e mergulhe-os dentro de água antes de conetar a outra ponta ao skimmer.

É importante que a mangueira esteja totalmente cheia de água quando iniciar o processo, pelo que deverá mergulhar o aspirador lentamente até ao fundo da piscina, até que note que existe água na outra ponta.

Ligue-a então ao skimmer e aspire lentamente o fundo da piscina, algo que não é muito diferente de aspirar um tapete em casa. Dê especial atenção aos cantos, onde frequentemente se acumula mais sujidade.

No final, retire o aspirador da água e deixe que o skimmer esvazie a mangueira na totalidade, retirando-a logo de seguida. A piscina voltará então ao seu funcionamento normal.

É comum ficar alguma sujidade retida na própria mangueira, por isso deverá ter cuidado ao removê-la para que esta não regresse à piscina.

Pronta para mergulhar!

E aí está, a sua piscina como nova, bem limpa e mesmo a chamar para um mergulho!

Para que ela se mantenha com esta aparência, lembre-se que o melhor remédio é a prevenção: mantenha a água devidamente tratada com cloro (ou substituto), os filtros limpos e a funcionar corretamente, e não espere tempo demais para a próxima limpeza! Consulte a listagem de tarefas periódicas para não se esquecer de nada!

Material para limpar a piscina.

Piscinas

Já antes falámos da importância do tratamento e manutenção da água da piscina, sem o qual facilmente se torna em algo repelente em vez de convidativo. O tratamento químico da água, a prevenção de algas e os filtros são, por isso mesmo, dos temas mais importantes no que diz respeito aos cuidados com a piscina.

Ora, o primeiro passo para evitar todo o tipo de problemas que pode vir a ter é a limpeza da piscina. E para isso, existe um conjunto de acessórios fundamentais.

Cabo telescópico.

Esta será a base de todo o trabalho. O cabo telescópico existe em diversos materiais (sobretudo alumínio e fibra de vidro, sendo este último o mais recomendado), e consiste num varão extensível, que duplica o seu tamanho base.

Assim, um varão com 2,5 metros poderá ser aumentado até 5 metros; o tamanho ideal para si dependerá do tamanho da sua piscina, mas este comprimento será suficiente para a grande maioria das piscinas domésticas.

É neste cabo que irão encaixar a maior parte dos acessórios para os diversos tipos de limpeza que terá que efetuar.

Rede para folhas.

Este será, provavelmente, o instrumento que irá usar com maior frequência em todo o seu trabalho de manutenção e limpeza da piscina.

Como pode ver no mapa cronológico de tarefas a efetuar, a limpeza da superfície da água deve ser feita diariamente, e para isso, precisará da rede para folhas.

Este acessório consiste num aro em alumínio revestido a plástico ou borracha, no qual encaixa uma rede, nuns casos fixa, noutros substituível em caso de se danificar.

Esta rede pode ser de tecido, plástico, ou malha de metal inoxidável: mesmo sendo a mais cara das três, pela sua longevidade e resistência é a malha que recomendamos – trata-se de um investimento para o futuro.

A rede para folhas encaixa no cabo telescópico, e deverá usá-la para recolher a sujidade de maiores dimensões à superfície da água.

Escova.

A escova explica-se por si própria: é o acessório que encaixará também no varão telescópico e que deverá usar para escovar as paredes da piscina.

Elementos como a sujidade, o calcário e até as algas acumulam-se nas paredes, e se não forem removidos poderão não só afetar definitivamente a estética da estrutura, mas também potenciar infestações.

Estas escovas são geralmente retangulares com medidas variáveis (desde 15 a 50cm). Algumas têm ainda as extremidades curvas, facilitando o uso nos cantos da piscina.

Aspirador.

O princípio é exatamente o mesmo que dentro de casa: trata-se de aspirar a sujidade que se instalou no solo, tal como numa carpete. Existem diferentes tipos de aspiradores, entre os quais são cada vez mais populares os robots automáticos: apenas tem que os deixar fazer o seu trabalho, sem qualquer esforço da sua parte.

Por outro lado, e não menosprezando a eficácia destes robots, o trabalho manual é uma garantia de qualidade inigualável, e dado o baixo custo dos aspiradores de vácuo (contrastando com o custo considerável da alternativa automática), talvez esta não seja uma opção assim tão descabida.

Encaixando no varão telescópico, é ligado diretamente ao sistema de filtragem através de uma mangueira própria: uma ponta no próprio aspirador e a outra conetada ao skimmer. Desta forma, a sujidade aspirada será diretamente levada para o filtro, de acordo com o curso normal da água.

De modo a deslizar suavemente pelo fundo, sem provocar atrito ou mesmo riscos, os aspiradores são dotados de um conjunto de escovas (que libertam a sujidade mais resistente) ou de pequenas roldanas.

Em termos de aspeto, são bastante semelhantes às escovas de parede, mas mais flexíveis.

Escova e sabão para azulejos.

Uma área à qual deverá dar uma atenção especial é a linha de água, normalmente revestida de azulejos. Para os limpar irá necessitar de escova e sabão próprios, específicos para esse tipo de material: ao adquiri-los numa loja especializada, certifique-se que são apropriado para azulejos de piscinas.

A escova para azulejos aplica-se igualmente no varão, fazendo habitualmente um ângulo de 90º para minimizar o seu esforço. Ao mesmo tempo, pode também escovar diretamente, de joelhos; apesar de constituir um esforço considerável, aumenta a qualidade do trabalho.

Será importante escovar acima e abaixo da linha de água, na totalidade dos azulejos, uma vez que, com a evaporação e reposição do nível da água, este é bastante inconstante.

Como calcular a capacidade da piscina.

Piscinas

De todas as informações relativas à sua piscina, aquela que é de longe a mais importante é a capacidade. Nunca será demais certificar-se da capacidade exata da sua piscina, pois é ela que irá definir todos os cuidados de conservação que lhe dizem respeito, desde o tratamento básico e avançado da água, até à própria escolha de equipamento (bomba, motor e filtro), assim como a respetiva manutenção.

É frequente, sobretudo quando está em questão a aquisição de uma moradia usada com piscina, que os valores sejam arredondados, ou que essa informação não seja levada tão a sério quanto devia. Não pode dizer que a capacidade da piscina é de 45m3 ou 50m3 se a sua capacidade é de 47m3: pode parecer uma diferença insignificante, mas a habituação a que esse arredondamento irá levar fará com que, a longo prazo, sejam aplicadas quantidades erradas de químicos, ou a que seja utilizada uma bomba inadequada para a quantidade de água em questão. Tudo pequenos erros que com o tempo causarão desperdícios de materiais, de tempo e de dinheiro. Veja as coisas desta forma: um metro cúbico significa 1000 litros. Ainda lhe parece insignificante?

Em suma, deverá sempre saber qual a capacidade da sua piscina. Se não tem a certeza absoluta dos valores que estão em sua posse, ou se duvida da exatidão dos números que lhe foram fornecidos, ou mesmo que queira apenas ter a certeza, fazer os cálculos é um pequeno exercício matemático extremamente simples que não lhe irá ocupar muito tempo e poderá poupar muitos aborrecimentos.

Profundidade média

Ainda antes de passar ao cálculo da capacidade da piscina, terá que saber qual a profundidade média. Em piscinas que não têm a mesma profundidade em toda a sua área mas cuja inclinação é regular e gradual, basta utilizar a maior e a menor profundidade (supondo que tem 0,5m na parte menos funda, e 2m na outra extremidade, a profundidade média será 1,25m).

Contudo, é frequente a inclinação da base da piscina não ser regular, sendo por exemplo (numa piscina de 10 metros) de 1m de profundidade nos primeiros 7m, e descendo depois abruptamente aos 2m de profundidade no espaço restante. Nesse caso, o melhor que poderá fazer é dividir a piscina, imaginando que se tratam de espaços distintos: estabelece um valor para uma área, e outro para a outra, realizando dois cálculos de capacidade distintos e somando o valor final.

O mais importante é que faça a medição a partir do nível da água e não do topo da piscina: como sabemos, a piscina não é enchida até ao topo, e se somar essa diferença à profundidade média, poderá resultar em erros de vários metros cúbicos (o que terá consequências graves nas quantidades de químicos que aplicar, por exemplo).

Formato quadrangular ou retangular

É um dos formatos mais comuns em piscinas caseiras, e também o mais fácil de calcular: basta multiplicar a largura pelo comprimento e pela profundidade média. Imaginemos que temos uma piscina quadrangular com 5 metros de lado e 1,5m de profundidade média: a sua capacidade será de 37,5m3; numa retangular com 8 metros de comprimento por 3 de largura, e uma profundidade média de 1,25m, a capacidade será de 30m3.

Formato circular ou oval

Para calcular a capacidade de uma piscina com formato circular, basta regressar aos tempos de escola: ainda se lembra como calcular a área de um círculo? É muito simples: diâmetro x diâmetro x profundidade média x 0,785. Este último valor é uma constante, pelo que numa piscina com 8 metros de diâmetro e 2 metros de profundidade média, a fórmula seria 8x8x2x0,785, o que nos dá uma capacidade de 100,48m3.

No que diz respeito a formatos ovais, considere o maior e o menor diâmetro, transformando a fórmula em: maior diâmetro x menor diâmetro x profundidade média x 0,785.

Formato irregular

Com a grande diversidade de formatos que tem proliferado nos últimos tempos, torna-se difícil aplicar uma fórmula universal para o cálculo da respetiva capacidade. Na verdade, cada formato irá exigir uma adaptação específica, mas a base será sempre a que já foi referida: altura x comprimento x profundidade média.

Nestes casos terá que puxar um pouco pela cabeça, mas na maioria das vezes será possível “fraccionar” a área da piscina em diversas formas geométricas, transformando uma área irregular em diversos círculos, quadrados e retângulos. Terá apenas que calcular individualmente a área de cada uma dessas fracções, somando-as todas no final.

Piscinas

Neste exemplo, poderá transformar este “formato de comprimido” num retângulo e num círculo (juntando os dois meios círculos das extremidades).

Piscinas

Neste, o cálculo será mais simples: basta fraccionar a área total em tantas partes quanto necessário.

Tipos de piscinas

Piscinas

Se está a ponderar equipar a sua casa com uma piscina, certamente que já se perguntou que opções existem e qual delas é a melhor para si. Cada caso é um caso, e o que vai definir a sua escolha final é a conjugação de diversos fatores, entre os quais a tipologia da área, o tamanho, a quantidade de pessoas que a irá utilizar, mas sobretudo… o preço que está disposto a gastar.

Cada um dos diferentes tipos de piscinas tem vantagens e desvantagens, sendo uns mais relacionados com uns casos, outros noutros. Assim sendo, o primeiro passo será definir exatamente o que pretende, e saber se tem condições físicas para realizar esse desejo:

Tamanho: comece por pensar no número de pessoas que irá utilizar a piscina. Não se limite a ter em conta a composição atual do seu agregado familiar, pois haverá uma boa probabilidade de ele crescer: mais filhos, que por sua vez irão crescer e querer trazer amigos, depois namoradas que se transformam em esposas e por sua vez… netos. Além disso, pense também nos seus familiares e amigos que mal saibam que tem uma piscina, passarão a visitá-lo muito mais frequentemente. Uma das piores coisas que pode fazer é construir uma piscina que é pequena demais, pois aumentar o seu tamanho no futuro será praticamente impossível.

Área disponível: definida a área que pretende, é preciso saber se tem espaço para ela. Terá que adicionar um metro ao perímetro da piscina para ter uma noção do espaço que será necessário. Existe esse espaço no seu quintal ou jardim? E quais as condições ou limitações do terreno? À partida, estas questões não deverão levantar grandes problemas, mas será bom pensar nelas e certificar-se disso logo no início de todo o processo.

Orçamento: como verá em seguida, cada tipo de piscina acarreta diferentes custos de construção, ainda que a manutenção de cada um deles não tenha diferenças significativas. No entanto, não se esqueça que ter uma piscina engloba também outros componentes e acessórios que não apenas a estrutura em si: bomba, motor, filtro, um eventual sistema de aquecimento e, sobretudo, os acessórios adicionais (como escadas, escorregas, sistemas de iluminação, etc.). Tudo isto irá acrescentar alguns milhares de euros ao custo da construção. Lembre-se também que o próprio valor do equipamento básico (bomba, filtro e motor) irá depender do tamanho da piscina.

Estando ciente destas variáveis, tendo analisado cada uma delas, podemos então passar aos diferentes tipos de piscina que estão ao seu dispor:

Betão

Por entre as piscinas enterradas, são as mais comuns, ainda que também as mais dispendiosas. São construídas, como o nome indica, com recurso ao betão armado, sendo depois revestidas com um material mais impermeável, como gesso ou azulejo. A grande vantagem que têm é serem totalmente personalizáveis, adaptando-se a todos os tipos de terreno, assumindo o formato e o tamanho que desejar: desde que a sua área o permita, a sua imaginação é o limite – e claro, o seu orçamento.

A durabilidade deste material é também superior à dos restantes, assim como a sua reparação é também mais acessível. A grande desvantagem é o preço que, dependendo também do projeto, pode assumir contornos impeditivos. Por outro lado, se mantiver as os planos simples, será provavelmente a melhor opção.

Painéis de Aço ou Resina

Este tipo de estrutura recorre a painéis colocados estrategicamente, que constituem a “concha” na qual será colocado o liner, funcionando como um revestimento. Estes painéis podem ser em aço ou em resina, e as caraterísticas deste processo de construção fazem com que os custos sejam bastante inferiores à opção anterior. Não sendo tão durável como o betão, tem ainda assim uma longevidade mais que aceitável.

No primeiro caso, o aço, trata-se da solução mais barata, e sendo também mais flexíveis, permitem maior liberdade em relação ao formato final da piscina. Por outro lado, são também mais vulneráveis à corrosão, o que exige maiores cuidados de manutenção, sobretudo no que diz respeito a fugas para o solo. Uma solução para este problema é a alternativa em alumínio, mais dispendiosa, mas também mais durável. Ainda assim, por ser menos maleável, não permite a mesma flexibilidade que o aço.

Os painéis de resina resolvem o problema da corrosão, e mesmo tendo um valor mais elevado e o mesmo problema de maleabilidade que o alumínio, continuam a ser uma opção preferencial dentro deste género, uma vez que a sua durabilidade é consideravelmente maior.

Fibra de Vidro

São as que menos tempo levam a instalar e também as mais baratas. No entanto, o mesmo motivo que oferece estas vantagens constitui também a grande desvantagem: são módulos pré-fabricados, e por isso a sua escolha está limitada à oferta existente. Por outras palavras, pode escolher qualquer formato que deseje… desde que o fornecedor o tenha em catálogo. Comparando com as tipologias que o betão e os painéis permitem, e não obstante a diversidade que, de fato, existe neste tipo de piscinas, acabará por perceber que se trata de uma limitação que o poderá deixar desconfortável, sobretudo se já tinha algo em mente.

As piscinas em fibra de vidro são liners pré-fabricados: é apenas necessário criar e preparar o buraco e instalá-la. Poderá ter a sua piscina pronta para encher num espaço inferior a uma semana!

Piscinas de Superfície

Um dos transtornos gerados pela construção de uma piscina é a escavação que ela implica. Contudo… não tem que ser assim!

Uma alternativa bem mais prática são as piscinas instaladas diretamente à superfície, sem ser necessário recorrer a obras complexas e trabalhosas. Estas piscinas podem ser de vários tipos, incluindo os já referidos painéis ou fibra de vidro (devidamente adaptadas).

Outra alternativa, talvez mais comum, é as piscinas em lona. Não sendo tão atrativas (nem duráveis) como as restantes, são por outro lado muito mais simples de instalar – podendo fazê-lo você próprio – e muito mais baratas. Além disso, são também portáteis, sendo um investimento que o acompanhará se mudar de casa.

Na verdade, todas as piscinas de superfície são removíveis, não tendo que ser obrigatoriamente deixadas para trás com a casa. A complexidade da estrutura e a elaboração do deck é que irão definir até que ponto é que se trata de uma tarefa que possa realizar por si só, ou se terá que recorrer a assistência profissional.

Sendo um nicho de mercado em franca expansão, existe já uma grande diversidade na oferta, desde modelos mais simples e básicos, a outros que dão uma nova vida ao seu jardim, rivalizando em beleza e no valor acrescentado com as piscinas enterradas no solo.

A desvantagem, além de questões óbvias de durabilidade no caso da lona (que implica ainda cuidados especiais de manutenção), prende-se com o fato de não acrescentar valor imobiliário à casa, na eventualidade de a querer vender.

A escolha ideal

Como certamente percebeu, qualquer um destes tipos de piscina oferece vantagens e desvantagens, e são as caraterísticas específicas do seu projeto, desejos e orçamento que vão definir qual será a mais indicada para si.

Sabendo exatamente o que quer, resta-lhe procurar o fornecedor ideal para o serviço específico que pretende. Existem várias empresas especializadas na construção de piscinas que certamente poderão fazer o trabalho que escolheu, mas existem também algumas casas que se especializaram num dos tipos de piscinas concretos que foram descritos. Compare orçamentos e materiais e… mãos à obra!

Manutenção da piscina: tudo o que tem a fazer (e quando fazê-lo)

Piscinas

Como provavelmente já saberá, o tratamento e manutenção de uma piscina é composto por diversas tarefas. Talvez até já as tenha interiorizado o suficiente para nem pensar individualmente em cada uma delas, mas será que não se esquece de realizar uma ou outra tarefa ou verificação?

Para o ajudar, deixamos-lhe aqui a indicação das tarefas que enfrentará, para que saiba sempre o que se segue:

Diariamente:

Verificar o nível da água
Remover os detritos à tona da água

Duas vezes por semana:

Verificar o nível de pH
Verificar o nível do cloro (ou substituto)
Esvaziar o cesto do skimmer
Aspirar a piscina

Semanalmente:

Esvaziar o cesto da bomba
Verificar pressão do filtro
Escovar paredes e fundo da piscina
Limpar a linha de água

Mensalmente:

Verificar níveis de dureza alcalina
Verificar níveis de alcalinidade
Verificar níveis da totalidade de sólidos dissolvidos

3 em 3 Meses:

Limpar o filtro

6 em 6 Meses:

Verificar níveis de metais pesados
Verificar níveis de ácido cianúrico

Prevenção e eliminação de algas nas piscinas

Se ainda não teve este problema, o mais certo é que o venha a ter. Mais cedo ou mais tarde, por muito cuidado que uma pessoa tenha com a sua piscina, acaba por ter problemas com algas: uma praga que, apesar de não ser diretamente nociva para o Homem, cria condições para o desenvolvimento de várias outras batérias – essas sim, perigosas. Além disso, têm inevitáveis consequências estéticas, que retiram toda a beleza da piscina, transformando-a em algo pouco convidativo a um mergulho.

Inicialmente com um formato microscópico, reproduzem-se de uma forma assustadoramente rápida, e não existe qualquer forma de prevenir que se instalem na sua piscina: são transportadas pelo vento, pela chuva ou mesmo no vestuário usado pelos banhistas. O objetivo é portanto evitar que se desenvolvam, eliminando-as logo no início e prevenindo a sua instalação. As algas necessitam de condições específicas para crescerem, que passam pela temperatura da água, por um nível de pH excessivamente alto e baixo nível de cloro (ou de outro agente equivalente). Como tal, a melhor forma de as prevenir é fazer correta e frequentemente o tratamento de água, mantendo os seus diversos componentes dentro dos níveis ideais; a limpeza regular da própria piscina, aspirando e escovando regularmente, é também uma óptima forma de prevenção.

Com tantas variáveis que criam condições para o desenvolvimento de algas, é natural que algo acabe por falhar e que estas surjam mesmo. O primeiro passo será portanto a sua identificação: assumem normalmente manchas nas paredes da piscina, ao início pequenas, mas que se podem espalhar por grandes áreas da noite para o dia: quando surgem os primeiros sinais, não significa que está a começar a ter um problema com algas. Significa antes que já o tem, pois existirão já bastantes outros focos, apenas não estão ainda visíveis.

No total existem mais de 20 mil tipos diferentes de algas. No que diz respeito às piscinas, elas são geralmente agrupadas pela cor que assumem, e assim sendo existem quatro tipos principais:

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Algas verdes: é o tipo mais comum, que assume uma cor esverdeada, semelhante a musgo; identifica-se facilmente na linha de água, nas escadas e em cantos. Pode ser escovada ou aspirada sem dificuldade, mas essa solução é apenas provisória, sendo necessário tratamento adicional. É também o tipo que se espalha mais depressa: pode cobrir a água em 24 horas!

Algas amarelas: assumindo uma cor amarela escura ou mesmo acastanhada, este tipo de algas não é tão rápida a desenvolver-se como a verde, mas é mais difícil de eliminar, sendo bastante resistente à escovagem; a probabilidade de ocorrerem recaídas é bastante alta. Desenvolve-se sobretudo nas paredes mais sombrias da piscina.

Algas pretas: sem pretender assustá-lo, serão o seu pior pesadelo. Com uma cor que na verdade é algo azulada, aparece inicialmente como pequenas pintas, por vezes nas zonas mais profundas da piscina. Com uma camada de protecção extremamente resistente, o seu principal trunfo são as profundas raízes que se infiltram no revestimento da piscina: se não forem totalmente removidas, passado pouco tempo a pequena mancha estará lá de novo. A sua proliferação é gradual: ao início é lenta, mas depois espalha-se rapidamente, podendo, em casos mais extremos, cobrir na totalidade o revestimento da sua piscina.

Algas rosa: apesar de serem conhecidas como tal, na verdade não se tratam de algas, mas antes de um fungo. Assume uma consistência espumosa na linha de água, e é facilmente removível e eliminável.

Conhecendo aquilo que ocupou a sua piscina, que pode então fazer?

O primeiro passo será inevitavelmente limpar a piscina. A sujidade (folhas de árvores incluídas) vai absorver o cloro, tornando inúteis quaisquer outros procedimentos que adopte. Aspire a piscina, escove bem as suas paredes (em especial as áreas visivelmente afetadas) e esvazie o cesto do skimmer. Esta será também uma boa altura para limpar o filtro.

Em seguida, ajuste o pH da piscina: se tem um problema com algas, o mais provável é que não esteja dentro dos valores recomendados (entre 7.4 e 7.6). Uma vez regulado, avance para a sanificação da água, recorrendo preferencialmente um tratamento de choque (existem produtos específicos para esse efeito). Deixe a água circular permanentemente durante 2 a 3 dias, fazendo com que o tratamento atue na máxima força. Durante esse período, escove a piscina uma ou duas vezes em cada dia, e não se esqueça de ir verificando os níveis do pH e do cloro: o ideal será mantê-lo sempre acima das 6 ppm, reforçando-o quando necessário. Confira também o estado do filtro e, se necessário, limpe-o: a eliminação das algas poderá sujá-lo rapidamente.

Quando o cloro tiver baixado para níveis a rondar as 3 ppm, pode voltar à manutenção habitual, tendo o cuidado de escovar diariamente (no mínimo) durante uma semana após o tratamento. Mesmo não vendo sinais delas, as algas ainda estarão lá e irão surgir novamente – mas só se você deixar!

Em alternativa, pode também usar um algicida, um procedimento mais agressivo mas eficaz. Por outro lado, não pense que basta aplicá-lo e esperar que todas as algas desapareçam por si: o ideal será usá-lo em conjunção com o procedimento descrito anteriormente.

Existem vários tipos diferentes de algicidas, alguns também com efeito preventivo, como são os casos daqueles baseados em cobre ou em prata.

Hibernar a piscina: preparação para o Inverno

Piscinas

Com o fim do Verão e o aproximar das estações mais frias, o mais certo é não utilizar a piscina durante longos meses, em especial se estiver localizada ao ar livre e não tiver aquecimento. O clima típico da sua região será determinante, mas o mais certo é ter que preparar a sua piscina para o Inverno, hibernando-a. Mas em que consiste ao certo esta hibernação?

O conceito não é muito diferente de quando o aplicamos no contexto da vida natural: trata-se de adoptar um conjunto de procedimentos que preparam a sua piscina para o clima mais agressivo do Inverno, evitando assim que esta seja danificada não só pelas condições meteorológicas, mas também pela natural inatividade prolongada.

E os potenciais danos não são poucos: a própria água pode tornar-se completamente inutilizável no ano seguinte, com o aparecimento de batérias e sobretudo de algas, que se desenvolverão sem qualquer resistência; principalmente com o último caso, a sua proliferação pode mesmo causar danos bastante difíceis de limpar/reparar – nalguns casos mesmo irreversíveis. Além disso, em regiões cujas temperaturas desçam bastante, a formação de gelo pode danificar toda a estrutura e respetivos componentes da piscina, desde os azulejos ao skimmer, bomba e à própria canalização geral.

Portanto, hibernar a piscina terá a potencialidade de lhe poupar muito dinheiro, e também trabalho na altura da Primavera (ou quando chegar a altura de a utilizar novamente). Como já foi referido, o clima é que ditará a melhor altura para encerrar a piscina – fim de Setembro, por exemplo, poderia ser uma sugestão, mas com a irregularidade que temos observado, quem sabe se em Outubro não conseguirá ainda dar uns mergulhos?

Seja quando for, escolha um dia de sol para o fazer. Depois, é só seguir estes passos:

Limpe a piscina. Se ela já tiver sujidade no momento que a encerra, mantendo-se durante vários meses, vai potenciar o aparecimento de batérias e sobretudo de algas. Mesmo que estas não se desenvolvam tão facilmente em baixas temperaturas, a sujidade inicial irá aumentar a probabilidade de se desenvolverem durante esse tempo. Remova não só lixo de maiores dimensões (como folhas) mas escove também os azulejos.

Equilibre a água. Certifique-se que a água está em perfeitas condições, com os diferentes níveis de componentes dentro dos valores ideais. No caso do cloro (ou componente alternativo que utilize), será recomendável aplicar uma quantidade equivalente ao tratamento de choque – com produtos próprios, utilize 30 ppm em piscinas com paredes de gesso e 10 ppm em piscinas de plástico ou vinil. Adicione também uma quantidade considerável de algicida.

Previna as algas. Terá que agir como se estivesse a aplicar um tratamento de choque: aplique cloração de choque e algicida (no primeiro caso, em proporções de 10 ppm para piscinas em plástico ou vinil, e 30 ppm para gesso).

Desligue todo o equipamento. Não só a bomba, mas todo o eventual equipamento adicional que possua, como por exemplo temporizadores, robots de limpeza ou sistemas de aquecimento.

Reduza o nível da água da piscina. O objetivo é fazer com que a linha de água fique abaixo do skimmer aproximadamente 50 centímetros. A baixas temperaturas, a água irá expandir-se e poderá danificar os componentes de plástico do skimmer ou os azulejos. Mesmo durante o Inverno, deverá certificar-se que a chuva (ou neve) não repõe a água para o nível anterior – se não tiver oportunidade de fazer esta inspecção periódica, o melhor é mesmo reduzir um pouco mais o nível da água.

Esvazie a canalização. Este passo poderá ser complicado, mas é também o mais importante para a conservação da estrutura geral da sua piscina. As baixas temperaturas são extremamente nocivas para a canalização no geral, com o perigo de congelamento que, por sua vez, poderá romper os canos.

Existem várias formas de extrair toda a água que permaneceu na canalização, como por exemplo bombas de água, ou de ar que pode alugar apenas para este efeito; pode também utilizar a própria bomba da piscina para o ajudar nesta tarefa, ainda que essa opção não seja a mais eficaz pois nunca retirará a totalidade da água. Nesse caso, e sobretudo se o clima da sua região é mais agressivo, poderá também colocar algum anti-congelante no circuito de água – utilize líquido próprio para este efeito, e não recorra ao anti-congelante utilizado em automóveis, já que esse é corrosivo. Tape então todas as passagens – concretamente, o ralo principal e as saídas de retorno de água à piscina, para impedir que voltem a encher.

Remova objetos. Não terá que o fazer com todos – aplica-se sobretudo a objetos móveis, como flutuadores ou distribuidores. Tente analisar a probabilidade de ficarem danificados com o frio e a possível formação de gelo.

Precauções adicionais. Se pensa que existe uma boa probabilidade de a linha de água congelar, um truque a que pode recorrer é colocar algumas tigelas de plástico na própria piscina. Encha-as com alguma água, o suficiente para que fiquem a boiar de forma regular: ao transformar-se em gelo, a água irá expandir, podendo causar danos na tijoleira. Com estas tigelas, a pressão será aplicada no plástico (mais resistente) e não diretamente nas paredes da piscina! Faça o mesmo, com uma garrafa de plástico com um pouco de água, no skimmer.

Cubra a piscina. Existem coberturas específicas para o Inverno, mais resistentes e duradouras. Estas irão impedir que a piscina se encha de lixo (com as consequências naturais que isso implica), além de reduzirem a subida do nível da água devido à chuva (e por arrasto, a desestabilização do equilíbrio dos produtos). Durante o Inverno, será recomendável que preste atenção ao estado da cobertura, pois a água da chuva, neve ou detritos poderão causar um peso excessivo, sendo então necessário limpá-la.

Limpeza dos equipamentos. Esta é também uma boa ocasião para realizar uma limpeza ou manutenção mais profunda e detalhada à bomba, motor e ao filtro. Quando terminar, não se esqueça de fechar as válvulas existentes, deixando-as nesse estado durante o período de inatividade.

Todo este processo é demorado e trabalhoso, mas a dificuldade geral não é excessiva. Como em qualquer outra tarefa, pode recorrer aos serviços profissionais de uma empresa ou técnico especializado, mas como certamente percebeu, é algo que está perfeitamente ao seu alcance.

Cumpridas estas tarefas, resta-lhe agasalhar-se para o frio que se avizinha e, sobretudo, não esquecer a piscina até à Primavera. A hibernação não implica que a possa ignorar até querer reativá-la, sendo sempre recomendável verificar o estado do nível da água, da cobertura, ou mesmo da canalização. A melhor solução para os problemas é sempre a prevenção: evitar que cheguem a aparecer.

Aquando do regresso do bom tempo, e chegada a altura de utilizar novamente a piscina, basta-lhe cumprir todos estes passos novamente, mas agora em ordem inversa. Nessa altura será ainda mais pertinente analisar o estado da canalização e verificar a existência de fugas quando ligar a bomba pela primeira vez.

Como identificar e localizar fugas na piscina

Piscinas

Um dos problemas mais graves que poderá ocorrer numa piscina é ter uma fuga (ou várias). Os danos estruturais são dos mais sensíveis, já que poderão pôr em causa não só a integridade da piscina e dos seus equipamentos, mas também danificar seriamente a área circundante.

Algumas das fugas mais frequentes – e também das mais fáceis de reparar – ocorrem na canalização e componentes visíveis, como por exemplo na bomba ou no filtro. No entanto, o pior acontece quando existe uma fuga em locais que não são imediatamente visíveis, e a infiltração de água é direccionada para debaixo do solo.

Existem alguns sinais visíveis que o poderão ajudar na confirmação da existência de uma fuga, caso suspeite que ela existe:

O mais óbvio será a existência de rachas no interior da piscina. Ainda que nem todas impliquem necessariamente uma fuga, será um forte indicador da sua existência;

Azulejos soltos podem também indiciar uma infiltração: podem ter saído completamente ou estar apenas com uma folga;

Fraturas, rachas ou levantamentos do deck, de outros componentes ou áreas circundantes à piscina podem significar infiltrações para o solo;

Raízes de árvores podem levantar a canalização, o deck ou a própria piscina, causando danos e fugas.

Por outro lado, os indícios nem sempre são visíveis ou perceptíveis a olho nu, e é necessário uma atenção redobrada para confirmar não só a existência da fuga, mas também, a sua localização. Existem alguns testes simples que não exigem muito esforço e que lhe permitem saber se tem ou não ,de fato, uma fuga no interior da piscina.

Teste da Evaporação: este teste permitir-lhe-á não tanto localizar a fuga, mas antes confirmar a sua existência – um primeiro passo que, afinal, é tão importante como qualquer outro. Comece por desligar a bomba de forma a suspender a circulação de água. Encha então um balde com água da piscina e coloque-o junto a esta (por exemplo no deck). Marque o nível da água no balde e o da água da piscina. Ao fim de alguns dias, verifique de novo ambos os níveis: por efeito da evaporação natural, a diferença entre o registo inicial e atual deve ser igual quer no balde, quer na piscina, o que significa que não haverá qualquer fuga. Se a diferença entre os registos for significativamente superior na piscina, nesse caso está confirmada a existência de fuga: o passo seguinte é localizá-la.

Teste da Tinta: basicamente, o teste implica a aplicação de tinta colorida em locais onde suspeite que existe a fuga – se a tinta desaparece, está encontrada. Baseia-se na análise visual, pelo que irá precisar de vestir o fato de banho e dar um mergulho (o que, à partida, não deverá constituir grande transtorno, não é verdade?).

Irá necessitar de uma tinta que não seja nociva, como por exemplo corante alimentar. Parta então para a piscina, com a circulação interrompida, e limpe bem a sua superfície (é comum pequenas rachas estarem dissimuladas sob a sujidade). Comece a procura de indícios pela linha de água, dando especial atenção a azulejos soltos ou saídos (como foi referido anteriormente). Quando suspeitar de uma localização, esguiche um pouco de tinta para essa área: se de fato existir uma fuga, a tinta será sugada, em vez de se manter estática na água. Quanto mais depressa ela for sugada, maior será a fuga.

Locais que implicam furos ou cortes na estrutura da piscina – como o skimmer, ralo principal de escoamento, escadas, corrimões, etc. – deverão merecer uma especial atenção. Se a tinta é sugada pelo skimmer, pelo ralo principal ou pelos de retorno, é sinal que a fuga estará na canalização.

Teste de Escoamento: Uma alternativa ao teste anterior é a de simplesmente deixar escoar a água. É uma opção de recurso, necessária por exemplo se a ideia de andar a inspeccionar o fundo da piscina não o atrair.

Como nos casos anteriores, comece por parar o circuito e marque o nível da água. Repita este procedimento todos os dias, registando sempre as diferenças. O que acontecerá é que, a dado ponto, o nível da água será inferior ao da fuga: saberá quando isso acontece quando a redução do nível da água sofre uma alteração significativa. Saberá portanto que a fuga estará algures nesse nível, e poderá então recorrer com maior probabilidade de (rápido) sucesso à observação ou mesmo ao teste da tinta (necessitando para isso de repor ligeiramente alguma água para subir o nível).

Com estes testes deverá, no mínimo, confirmar a existência da fuga. Caso não tenha conseguido localizá-la, a solução será recorrer a ajuda profissional. Os técnicos de reparação e assistência têm material avançado que permite identificar não só a localização mas também a gravidade da fuga, assim como repará-la.

Eventualmente, e dependendo da gravidade da fuga, é provável que tenha que recorrer a profissionais para a reparar. Mas se identificar desde logo a localização, poderá poupar horas de trabalho, o que se traduz obviamente em poupança financeira. Motivo mais que suficiente para se dar a este “trabalho”!

Alternativas ao cloro para piscinas

Piscinas

O cloro é, até hoje, o principal agente anti-bateriano e de desinfecção que o Homem descobriu. A sua eficácia e facilidade de aplicação levam à sua ampla utilização não só por entre proprietários de piscinas (públicas e domésticas), mas mesmo no tratamento de água potável, entre inúmeros outros usos.

No entanto, falando especificamente das piscinas, existem muitas pessoas que não se sentem confortáveis com esta substância, chegando em casos mais extremos à aversão. A irritação que a exposição prolongada causa (ainda que seja por uso indevido – mau controlo das quantidades presentes), o simples fato de se tratar de um produto químico, ou mais frequentemente, o cheiro, leva a que se pergunte com alguma frequência: “Há alternativas ao cloro?”. A resposta é… “sim”.

Não existem muitos produtos que eliminem completamente a utilização de cloro, mas a generalidade das alternativas que lhe apresentamos permitem diminuir drasticamente a quantidade de produtos químicos para níveis imperceptíveis.

Mas antes de passarmos às alternativas reais, será pertinente abordar o que na realidade não é uma alternativa: a eletrólise. Também referida como “salinização”, funciona através da eletrólise do sal, transformando-o num agente de purificação e eliminação de substâncias indesejadas. O problema é que esse agente chama-se… “cloro”.

A eletrólise transforma o sal em cloro, atuando este exatamente da mesma forma que os seus outros formatos (gás, líquido ou mais frequente e eficaz, pastilhas ou granulado).

Tem a vantagem imediata de, por estar sempre em funcionamento e por manter a presença de cloro sob vigia, liberta-o apenas quando é necessário, dispensando o controlo frequente por parte do responsável pela piscina. No entanto, deverá ser considerado uma outra forma de aplicação de cloro e não tanto uma alternativa.

Bromo

O bromo é também um agente químico que pertence à família dos halogéneos, tal como o cloro. A principal diferença está na sua estabilidade, sendo bastante inferior ao cloro – por arrasto, a sua utilização torna-se mais dispendiosa por necessitar de reforço mais frequente.

Por outro lado, é mais resistente a altas temperaturas do que o cloro e não tem o cheiro intenso: são estes os seus principais trunfos. Se numa piscina a sua utilização não é recomendável, já num spa é uma alternativa bastante viável, uma vez que a água está mais quente e os odores poderiam desempenhar um papel mais incomodativo.

Raios ultra-violeta

Da mesma forma que os raios ultra-violeta são extremamente nocivos para a nossa própria saúde, também o são para as batérias e microorganismos que se desenvolvem nas piscinas. Assim, esta alternativa baseia-se precisamente em dosear a água com emissões ultra-violetas, através de um mecanismo específico instalado após o filtro.

A principal desvantagem deste sistema reside no fato de não funcionar como prevenção, mas apenas como reacção: os raios UV eliminam as batérias, mas não previnem o seu aparecimento. Como tal, irá necessitar na mesma de outro elemento – provavelmente o cloro – para esse papel. É também um aparelho dispendioso, o que pode levá-lo a questionar a sua necessidade.

A vantagem da sua utilização é a drástica redução da quantidade de químicos a utilizar (e portanto, do cheiro que o cloro implica), assim como a sua maior durabilidade – já que apenas têm que atuar na prevenção.

Ozono

De uma certa forma, assemelha-se à utilização de raios UV na medida em que também irá necessitar de ser auxiliado por outro agente, como cloro ou brómio. Neste caso, essa necessidade explica-se pelo fato de ser altamente instável, ainda mais que o cloro, pelo que não tem uma duração suficiente para completar a purificação da água.

Por outro lado, tem um pH neutro, pelo que não irá influenciar em nada o balanço dos restantes elementos da piscina. Tal como os raios UV, permite também uma redução drástica das quantidades necessárias dos outros agentes, sendo assim uma alternativa a considerar.

O ozono é produzido através de aparelhos próprios, que normalmente assumem uma de duas formas: geradores UV (sem relação com os raios ultra-violetas anteriormente referidos) e geradores de descargas de coroa (que cria um campo no qual o oxigénio – O2 – é transformado em ozono – O3).

Ionização

Não será provavelmente a melhor alternativa, uma vez que tem um grande defeito: se a sua utilização atingir um nível baixo, não produzirá qualquer efeito; se utilizar um nível alto, terá o potencial de manchar a sua piscina. Adicionalmente, assemelha-se bastante ao ozono na medida em que precisa igualmente de um agente de ativação – provavelmente, o cloro. A sua vantagem, tal como nas alternativas anteriores, reside na redução das quantidades de cloro que terá que utilizar.

Esta técnica funciona através da libertação de cargas eléctricas (imperceptíveis para utilizadores da piscina), e pode ser utilizada através de flutuadores automáticos (um pouco à semelhança dos distribuidores de cloro) ou com equipamentos fixos, cujo preço e complexidade de instalação poderão já ser impeditivos.

PHMB

Para o fim deixámos propositadamente a verdadeira alternativa, já que dispensa na totalidade o cloro, desempenhando as mesmas funções. PHMB é o nome por que é conhecido o polímero polihexametileno biguanida, algo com que já se deparou se utiliza lentes de contato (faz parte da solução de limpeza). É extremamente eficaz, imune a raios UV, variações do pH e de temperatura, e não tem odor. A única desvantagem é que não tem efeito oxidante, pelo que é necessário recorrer a esse tratamento adicional.

É uma escolha ideal se acabou de encher a piscina e ainda não lhe aplicou qualquer tratamento. Caso contrário, terá que eliminar todo e qualquer químico que lhe tenha adicionado, sobretudo cloro – a reacção com o PHMB irá escurecer a água e manchar a estrutura. Apesar de ser altamente eficaz, esta alternativa não é conciliável com muitos outros produtos de uso comum, pelo que deverá ter uma atenção redobrada em relação ao que pode ou não usar!

Coberturas para piscinas: tipos e vantagens

Piscinas

Se tem uma piscina e nunca pensou em colocar-lhe uma cobertura, poderá ficar surpreendido com todas as vantagens que está a desperdiçar. Desde motivos de segurança a económicos, as coberturas trazem apenas benefícios, que irão sem dúvida melhorar a qualidade geral da sua piscina.

Vantagens

O benefício mais óbvio é a protecção contra a sujidade. Ao cobrir a água durante os períodos em que não a planeia utilizar, mesmo que apenas durante a noite, irá protegê-la de toda a sujidade que normal e naturalmente vai caindo.

Adicionalmente, também irá afastar “visitantes” indesejados nesses períodos. Desde animais domésticos e pássaros, passando também por alguns animais selvagens (dependendo da localização da sua casa) e, com maior frequência, insetos. Nem será necessário lembrar todas as vantagens sanitárias que esta protecção terá, não é verdade?

Adicionalmente, esta protecção irá conservar as propriedades químicas da água. Ao permanecer coberta e imune à sujidade, o balanço geral da água e os tratamentos aplicados irão manter-se com maior facilidade, poupando-lhe o trabalho e sobretudo os custos de ter que os repor com frequência. Poderá reduzir imenso, nalguns casos mesmo para metade, a frequência com que realiza estes tratamentos. É só fazer as contas e perceber quanto poderá poupar!

Ao mesmo tempo, a cobertura cria também um efeito estufa extremamente útil. Ao evitar a evaporação da água, mantém também a sua temperatura e, nalguns casos, pode mesmo elevá-la. Algumas coberturas estão especificamente concebidas para captar a energia solar e encaminhá-la para a água, aumentando a sua temperatura até 10ºC! Já pensou como seria óptimo poder dar um mergulho logo de manhã sem ficar instantaneamente congelado?

Como consequência, reduzem-se os custos na reposição de água e dos materiais de tratamento inerentes a essas perdas, traduzindo-se em nova poupança no que toca à na manutenção da piscina.

As coberturas existem em várias tipologias, a maioria das quais são feitas à medida. Como tal, não terá a preocupação de não encontrar um modelo que se adapte ao formato da sua piscina, por muito original e invulgar que seja.

Toda esta protecção acaba por ter ainda mais benefícios quando falamos em longos períodos de inatividade, como por exemplo o Inverno. Se já teve que fazer a trabalhosa e exaustiva limpeza “de Primavera”, saiba que esta pode ser substancialmente reduzida!

Por fim, uma das principais vantagens: a segurança. Particularmente fundamental quando habitam crianças em casa, é também de extrema importância mesmo que se destine a proteger “apenas” adultos ou mesmo animais. Se tem a piscina no jardim ou noutro local constantemente frequentado, a cobertura da piscina constitui um elemento de segurança contra quedas que pode evitar autênticas tragédias!

Tipologias

As coberturas para piscinas dividem-se sobretudo em quatro tipos diferentes: de Inverno, solares, de segurança e telescópicas.

Aquela que mais diverge das restantes é a cobertura telescópica. Habitualmente com painéis movíveis, acrescenta uma nova divisão à sua habituação, envolvendo na totalidade a piscina e a área circundante. A grande vantagem desta cobertura reside no fato de permitir a utilização da piscina durante todo o ano, permitindo ainda rebatê-la quando as condições meteorológicas forem mais aliciantes. Por outro lado, os custos são incomparavelmente mais elevados, pelo que se trata de um investimento que não está ao alcance de qualquer carteira. Ainda assim, se pesar as vantagens e as desvantagens, e adicionar ainda o valor imobiliário que acrescentará a toda a propriedade, talvez seja uma hipótese a ponderar, não é verdade?

Quanto às coberturas de Inverno, solares e de segurança, são todas semelhantes no seu aspeto, cobrindo diretamente a superfície da água, mas centrando-se num dos objetivos indicados pelo próprio nome. Uma cobertura de segurança distingue-se das restantes por ser feita num material mais resistente e menos flexível, enquanto uma cobertura solar é habitualmente extremamente fina, de modo a potenciar o efeito estufa referido anteriormente. No que diz respeito a uma cobertura de Inverno, privilegia a durabilidade do material, com vista a ser utilizado durante um longo período de tempo.

Estas coberturas, sobretudo as de segurança e das solares, podem ainda incluir um enrolador automático, se bem que a opção manual é menos dispendiosa.

Qualquer que seja o formato da sua piscina ou uso que lhe dá, existe sempre uma cobertura especialmente indicada para ela. Apenas terá que escolher e… bons mergulhos!

Filtros para piscinas: como escolher e manter

Piscinas

Um dos componentes mais importantes na piscina é o filtro de água. Não sendo o único instrumento de limpeza e purificação da água – o skimmer acaba por recolher a sujidade mais visível – é, contudo, aquele que desempenha uma tarefa mais crucial para manter a água cristalina e apetecível. Sobretudo se tivermos em conta que é o filtro que remove as impurezas que, na maioria das vezes, só nos apercebemos que existem quando a piscina já perdeu toda a sua beleza e aspeto saudável!

Apesar de existirem diferentes tipos de filtros, todos eles funcionam da mesma forma: a água da piscina, sugada pelo skimmer através da força da bomba, entra num depósito que contém um material específico de filtragem. É depois devolvida à piscina, completando um ciclo que se recomenda que seja frequente: dependendo do uso, é aconselhável que a água complete um ciclo por dia.

Aquilo a que nos referimos por “ciclo” é a passagem de toda a água da piscina pelo filtro, um processo cuja duração depende de diversos fatores: tamanho da piscina (ou por outras palavras, a respetiva quantidade de água), potência da bomba/motor e também da própria capacidade do filtro utilizado. Ao escolher estes componentes, deverá ter em conta todos estes fatores para que o ciclo não demore demasiado tempo: o recomendado para piscinas domésticas é 8 horas.

Tipos de filtros

Na generalidade, os filtros para piscinas funcionam todos da mesma forma e adaptam-se a todas as tipologias. Existem três tipos diferentes:

Os filtros de areia são de longe os mais populares, ao mesmo tempo que são também os que têm menos encargos de manutenção. A areia é um agente de filtragem natural utilizado pela própria natureza, e esse princípio é aplicado a este sistema. A limpeza da água é feita, como o nome indica, fazendo passar a água por um depósito de areia. A grande vantagem é a durabilidade desse depósito, que poderá durar mesmo dez anos, ainda que seja recomendável mudá-lo a cada sete. Ao permitir a retro-lavagem, é também extremamente fácil de limpar.

Os filtros de cartucho baseiam a limpeza em cartuchos substituíveis, que duram cerca de um ano e devem ser limpos semanalmente. O seu funcionamento assemelha-se aos filtros de terra diatomácea, com a diferença que a filtragem é efetuada com base em material fabricado e não natural. A grande vantagem é a facilidade de limpeza e de instalação; por outro lado, os cartuchos são consideravelmente mais dispendiosos que as alternativas.

Por fim, os filtros de terra diatomácea, autênticos topos de gama. As diatomáceas são seres microscópicos fossilizados, utilizados sob a forma de um pó branco, aplicado numa grelha, que tem uma eficácia inigualável: funcionam como micro-esponjas, deixando passar a água e retendo sujidade que não é sequer visível a olho nu. Infelizmente, esta eficácia paga-se bem caro, e os custos, quer dos equipamentos, quer da manutenção são bastante elevados. Por outro lado, permitem retro-lavagem, o que significa que a limpeza também é acessível.

Qual escolho?

Posto isto, a pergunta imediata provavelmente será “qual é o melhor?”.

É uma verdade que todos eles têm níveis de filtragem diferentes, mas deverá também considerar a eficiência. As diferenças de qualidade não são assim tão importantes como outros fatores, como por exemplo o seu orçamento, a sua disponibilidade para fazer uma manutenção regular, ou mesmo a própria oferta existente na sua área.

Deverá ter em conta a capacidade da piscina e a potência da sua bomba, para que saiba qual a velocidade do fluxo de água. Terá então que conciliar esses elementos com o tamanho do filtro para que possa criar um ciclo com uma duração dentro do razoável. A única sugestão que lhe podemos fazer é que não se limite aos valores tangenciais: se chegou à conclusão que necessita um filtro com capacidade de 10m3/h, será boa ideia optar pelo modelo superior. Aumentar essa capacidade irá diminuir a frequência da sua limpeza, mas tenha em atenção que se for grande demais, a bomba não terá potência para o encher, estando, na prática, a desperdiçar a sua capacidade (e portanto, dinheiro).

Ainda assim, como referimos, é possível hierarquizar a eficácia de cada um destes filtros. Em igualdade de circunstâncias, os filtros de terra diatomácea são, sem dúvida, os mais eficazes, com uma capacidade de filtragem que ronda os 7 micrómetros (ou mícrones). Seguem-se os filtros de cartucho, com cerca de 20, e por fim os de areia, com 60. Um micrómetro é a milionésima parte de um milímetro: para ter uma referência, o olho humano apenas é capaz de identificar objetos até 35 micrómetros – um grão de sal mede 100.

Resumindo: se de fato quer um produto da melhor qualidade possível, a solução é a terra diatomácea. Mas, convém repetir, esse não deverá ser o único critério.

Limpeza e retro-lavagem

Para que o filtro desempenhe corretamente a sua função, é necessário efetuar uma manutenção periódica, que na maioria dos casos se resume à respetiva lavagem. A frequência desse procedimento varia com o uso que dá à piscina, mas o melhor indicador será o seu aspeto: quando verificar que a água não tem um aspeto tão limpo como antes, é sinal que necessita limpar o filtro.

No que diz respeito aos filtros de cartucho, a limpeza é extremamente simples: basta retirá-lo e utilizar jatos de água para remover a sujidade que entretanto se foi acumulando. Adicionalmente poderá aplicar-lhe um tratamento, colocando-o num recipiente cheio de água misturada com fosfato trissódico e ácido muriático (na proporção de 250ml por cada 20 litros de água em cada substância), deixando-o repousar durante cerca de uma hora, e passando-o por água novamente antes de o voltar a colocar.

Os filtros de terra diatomácea e de areia permitem, geralmente, a retro-lavagem. Como o próprio nome indica, consiste em inverter o circuito de água que, ao passar pelo filtro, leva consigo a sujidade que entretanto se acumulou, sendo posteriormente expelido para um esgoto. Alguns filtros poderão já incluir uma válvula que permite inverter o fluxo da água (este fator também poderá ser determinante na sua escolha), mas pode adquirir uma em separado.

Realizar a retro-lavagem é um processo simples: comece por desligar a bomba, deixando a circulação de água parar; gire a válvula, e reinicie a bomba. Deixe a água correr durante algum tempo, até que se aperceba que está a sair mais limpa.

Se o sistema não estiver diretamente ligado ao esgoto (precisando por isso de uma mangueira para direccionar a água), há uma utilidade que lhe pode dar: o que para nós será sujidade funciona como um óptimo fertilizante natural (desde que o nível de cloro não exceda as 3ppm, caso contrário será nociva), pelo que a pode mesmo utilizar para regar o seu quintal ou relvado.

Por fim, não se esqueça de repor na piscina a água entretanto perdida.

O Cloro e as Piscinas: o que deve saber

Ter uma piscina é, nalguns aspetos, semelhante a ter um carro: de pouco lhe servirá ter um topo de gama se não fizer uma manutenção cuidada. Por entre os muitos cuidados que deve ter com a sua piscina, aquele a que deve dar uma atenção especial é o cloro.

É este químico que mantém a água saudável, ao eliminar bactérias e outros microorganismos que potenciam doenças ainda vulgares neste meio, como por exemplo micose, pé de atleta e mais frequentemente, inflamações variadas nos olhos, nariz e ouvidos.

Pelas propriedades que tem, o cloro elimina estas ameaças de uma forma extremamente eficaz e sem constituir qualquer perigo para a saúde, desde que, obviamente, usado corretamente e nas proporções adequadas.

Por isso mesmo, deverá ter sempre presente qual o volume da sua piscina, pois será a partir desse valor que irá calcular as doses necessárias. Uma particularidade que o cloro tem é que se torna inativo quando entra em contato com as substâncias que elimina: por outras palavras, “funciona apenas uma vez”. Por esse motivo, ele desaparece com o tempo, e assim sendo esta é uma operação que terá que realizar com regularidade. Como tal, recomendamos que adquira um aparelho medidor dos níveis de cloro, que encontrará em qualquer estabelecimento de acessórios para piscinas, para se certificar que está sempre dentro dos valores desejáveis.

O cloro encontra-se à venda não só em lojas especializadas em produtos e manutenção de piscinas, mas também nalguns outros estabelecimentos de acessórios desportivos e de diversão. As opções disponíveis são pastilhas (ou tabletes) e pó granulado, ambos igualmente eficazes, mas talvez mais prático de utilizar no primeiro caso.

Se for essa a sua opção, não deverá colocar a pastilha dentro da piscina e esperar que ela se dissolva. Não é que isso não aconteça, mas se o fizer, a distribuição do cloro vai processar-se de um modo incorreto, acabando por se concentrar na água que rodeia a pastilha, não se espalhando à totalidade da piscina. Adicionalmente, essa água com elevada concentração de cloro poderá vir a danificar os filtros, podendo ainda desbotar a cor do local da piscina com que esteve em contato (ou caso se trate de uma piscina em vinil ou lona, pode mesmo vir a fragilizar o material).

Assim, a melhor forma de as aplicar é através de um recipiente flutuante de distribuição – algumas marcas até já o fornecem – que irá dosear corretamente a libertação de cloro e de uma forma homogénea por toda a piscina.

Se optar por cloro na forma granulada, deverá tomar o mesmo cuidado: nunca atirar a dose inteira de uma só vez, mas antes distribui-la um pouco por toda a piscina. O ideal será mesmo dissolver o granulado num balde com água da própria piscina, bem ao jeito das técnicas culinárias, despejando-a depois de forma o mais distribuída que conseguir.

A melhor altura para fazer este tratamento é à noite, ou em alternativa, ao fim do dia, quando já não for novamente utilizada. O cloro perde eficácia com temperaturas altas, e como tal, será mais indicado deixá-lo atuar ao longo da noite, para que a piscina esteja já devidamente tratada na manhã seguinte. Desta forma assegura também que se cumpre um certo período de repouso.

Cumprida esta tarefa, resta-lhe apenas controlar frequentemente os níveis de cloro e repeti-la quando necessário. Não lhe exigirá muito trabalho, e estará a garantir a qualidade da água, protegendo a sua saúde e a de todos os que utilizam a piscina.

Num minuto:

Utilize com frequência um medidor do nível de cloro
Aplique o cloro à noite
Use a quantidade de cloro indicada para o volume da sua piscina
Se usa pastilhas ou tabletes, utilize um distribuidor flutuante
Se usa granulado, misture-o num balde com água da própria piscina
Bons mergulhos!

Fonte: www.abcpiscinas.com

Piscinas

O primeiro passo para construir uma piscina é avaliar o terreno por meio de uma sondagem, o que determinará o tipo de solo e se há lençol freático no local, permitindo a escolha da estrutura a ser adotada:

Concreto armado

Profissionais da construção dizem que é a mais segura, resistente e definitiva. A estrutura é feita com fôrmas de madeira, preenchidas com ferragens e concreto. Este processo demora de 1 a 2 meses

Alvenaria

Feita com tijolos comuns ou blocos estruturais, é resistente mas pode se movimentar, fazendo surgir rachaduras. É finalizada entre 7 e 10 dias

Fibra de vidro

É feito um buraco já na medida da superfície externa da piscina, e colocado um fundo de concreto magro com no máximo 5cm de espessura. Enquanto a piscina é acomodada, joga-se terra ao seu redor, compactando-a.

Na mesma proporção de terra é colocada água em seu interior. Se o terreno for muito úmido, faz-se uma caixa de contenção em alvenaria com blocos estruturais.

Com o tempo (após 5 anos), perde a cor, mas pode ser repintada com tinta epóxi ou gel-parafinado (recomenda-se que isso seja feito pelo fabricante). Sua instalação é feita em 20 dias, e sua vida útil é de 10 anos.

Aço-carbono ou galvanizado

Chapas de aço, parafusadas uma na outra e reforçadas com camadas finas de concreto e vermiculita, substituem os blocos estruturais, dando o formato desejado à piscina que será revestida com vinil.

A impermeabilização é necessária para as piscinas de alvenaria ou concreto armado. As mais indicadas são as de soluções, emulsões e mantas asfálticas. O impermeabilizante deve ser protegido com outra camada de cimento e areia. Recomenda-se nunca esvaziar a piscina nem deixá-la com pouca água, pois ela fica exposta a variações térmicas que podem causar rachaduras ou até comprometer a estrutura da mesma.

O mercado oferece vários tipos de revestimentos como azulejos, pastilhas cerâmicas ou de vidro, mármore, granito, tinta epóxi, borracha clorada e vinil. Os materiais têm que ser lisos, a fim de evitar acidentes, e devem apresentar baixo índice de absorção de água (entre 0 e 6%).

A profundidade da piscina depende de como e por quem ela será usada.

Para que a água seja aquecida apenas com a luz do sol, a profundidade não deve ser maior que 1,30m. Em caso de declive, ela pode variar entre 0,60 a 1,60m. A prática de esportes como o biribol (volei na água) requer profundidade uniforme de 1,50m, enquanto o pólo aquático exige 1,80m.

A instalação de trampolim necessita de profundidade mínima de 3,50m, por questões de segurança; para escorregador, 2,00m são suficientes.

As escadas tipo marinheiro devem ser instaladas na parte rasa, e são obrigatórias para piscinas com mais de 0,50m de profundidade. Se houver a freqüência de idosos, deve-se fazer uma escada de alvenaria submersa em uma das laterais, para não atrapalhar os esportes aquáticos.

No caso de uso noturno da piscina é essencial a iluminação subaquática. Os refletores são de cobre, com lente blindada e um tranformador para reduzir a voltagem de 220 para 12V, evitando o risco de choques. Para que a manutenção (troca de spots e lâmpadas) possa ser feita sem o esvaziamento da piscina, pode ser construído um corredor ao redor do tanque, com acesso pela casa de máquinas, ou câmaras de manutenção específicas para os pontos.

Para a garantia da limpeza e qualidade da água existem diversos equipamentos, cuja quantidade, tamanho e potência depende da dimensão e do volume de água da piscina. A maioria dos dispositivos é instalada na casa de máquinas, próxima à piscina e sempre abaixo do nível da água. Aa normas da ABNT determinam um ambiente com área 2,5 vezes maior que o espaço ocupado pelas máquinas, pé-direito de 2,30m, piso lavável com sistema de drenagem e área de ventilação igual a 1/4 da do piso.

Os principais equipamentos são:

Skimmers

Dreno de superfície (coadeira) que suga as partículas não decantáveis, como fios de cabelo, insetos e folhas

Filtro

Suas funções (filtragem, recirculação, lavagem, drenagem e pré-filtragem) são reguladas por uma válvula. Deve funcionar todas as noites durante 4 a 6 horas. Pode ser feito em aço carbono (pesado e mais sujeito ao ataque dos produtos químicos), fibra de vidro (mais durável que o de aço) ou polietileno (mais leves e livres de ataques químicos)

Bomba

Sempre associada ao filtro, com modelos centrífugos (necessariamente instalados abaixo do nível da água, com pré-filtro acoplado com a função de peneirar os detritos maiores antes que alcancem a bomba) e auto-escorvantes (com poder de puxar a água mesmo estando até 1m acima da superfície da piscina). São fabricadas em ferro (mais duráveis, embora sujeitas à ferrugem) ou de polietileno (imunes à corrosão). Ambas podem ser danificadas pela alta temperatura, caso trabalhem sem água

Dispositivo de retorno: posicionado na parede da piscina, a cerca de 0,40m abaixo da superfície da água, direciona e regula a vazão da água que parte da tubulação de retorno. Utiliza-se um dispositivo a cada 50m³, sendo necessária a instalação de no mínimo dois para qualquer piscina

Dispositivo de aspiração

Também colocado abaixo do nível da água, nele é conectada a mangueira dos aspiradores de fundo. Seu posicionamento correto é importante, permitindo que o aspirador atinja toda a extensão do tanque

Aquecedores

Instalado dentro da casa de máquinas. Existem diferentes linhas específicas para cada tipo de combustível:

Lenha e carvão

Baratos, porém de difícil armazenamento, são mais indicados para sítios e fazendas

Eletricidade

A instalação, além de ser cara, requer a elaboração de projeto para troca do sistema monofásico para trifásico, que deverá ser aprovado pela concessionária de energia. Um bom aterramento é importante.

Gás

Barato, tem capacidade de aquecimento maior que a eletricidade. Para o uso do gás de rua, a concessionária local deve ser consultada para autorização da alteração de vazão. No caso de botijões, é preciso estar atento a possíveis vazamentos

Sol

É a energia mais barata, porém incerta. Os equipamentos solares somente funcionam em dias de sol ou, no mínimo, de mormaço. Consiste na instalação de coletores de cobre ou alumínio, fechados com vidro ou não, com área total equivalente a 80% (em regiões de clima quente) ou 100% (nas mais frias) da área da piscina. O local ideal para a instalação é sobre um telhado próximo, com direcionamento para o Norte (na região Centro-Sul do país) ou Sul (Norte e Nordeste) para melhor insolação. Com 5 a 6 dias de sol pleno é possível elevar a temperatura da água a 7ºC acima da ambiente. Seu custo é aproximadamente o dobro do que um aquecimento a gás, mas sua durabilidade é de 15 a 20 anos

Bomba de calor

Retira o calor do ar para aquecimento da água, e é colocado entre o filtro e o retorno, usando a mesma tubulação de PVC da piscina. Em 48 horas de funcionamento, eleva a temperatura a 30ºC.

Para a manutenção da qualidade da água podem ser utilizados diversos métodos, a saber:

Controle de pH

O pH ideal fica numa faixa entre 7,2 e 7,4. Uma série de kits encontrados em casas especializadas permitem verificar seu nível e corrigí-lo com o uso de redutor (bisulfato de sódio e ácido muriático) ou elevador (barrilha ou soda cáustica)

Bactericidas e algicidas químicos

O bactericida mais utilizado é o cloro,encontrado nas formas líquida, granulada ou em pastilhas, e cujo nível residual na água deve girar em torno de 1,0ppm. Os algicidas podem ser de choque (para eliminação de algas já presentes) ou de manutenção, e seu uso depende do volume da piscina

Cloração automática à base de sal grosso

Sistema elétrico composto por um controlador disposto junto ao filtro, enquanto uma célula de titânio, suficiente para até 150.000 litros de água, fica dentro da piscina. Para a produção de cloro é necessário jogar sal grosso na água. Mediante a passagem de uma corrente elétrica, a célula separa as moléculas que compõem o sal (cloreto de sódio), transformando-o em cloro, despejado na água, e sódio, retido na célula. A cada 4 horas o sistema é acionado de forma que haja sempre cloro na piscina

Ionização

Dispensam o uso de quaisquer outros produtos químicos, utilizando íons metálicos de cobre e/ou prata para inibir a formação de algas, fungos e demais microorganismos. Este processo deve ser controlado rigorosamente para evitar o acúmulo de metais e a corrosão dos equipamentos metálicos existentes na piscina

Floculação ou clarificação

Empregado para casos em que o filtro não consegue aspirar toda a sujeira e a água permanece turva. Existem dois tipos de floculação: à base de sulfato de alumínio e barrilha, dando origem a flocos gelatinosos que aglomeram e decantam a sujeira para ser aspirada, e um produto que adota polieletrólitos (grande seqüência de moléculas eletricamente carregadas, emendadas uma na outra). Uma minúscula quantidade deste material pode reunir milhões de partículas negativas de sujeita num só floco fortemente agregado, retido pelo filtro

Limpeza manual

Os equipamentos básicos de limpeza são o aspirador (manual ou automático, que funciona até sem motor), o esfregão (para limpeza dos rejuntamentos) e coadores de plástico rígido e flexível.

O deck não deve ser construído com materiais escorregadios nem de cores escuras, que absorvem o calor do sol. Os mais apropriados são os de pedra (goiás, mineira e são tomé ou mármore e granito apicoados). Os tijolos aparentes são bonitos mas podem esfarelar-se em contato com a água, o que pode ser evitado com a aplicação de um verniz acrílico a cada 4 anos. No caso das cerâmicas, os modelos com características antiderrapantes e refratárias são preferíveis, pois não esquentam com os raios solares. Outra opção é a madeira (jatobá, peroba e ipê são mais resistentes à umidade), que deve ser impermeabilizada e recoberta com verniz naval a cada 6 meses.

A cobertura do espaço da piscina pode ser de plástico retrátil, vidro refletivo laminado ou placas de policarbonato (com estrutura de ferro, alumínio ou madeira) ou lona inflável, presa ao redor da piscina e inflada com a ajuda de um exaustor.

Fonte: www.catep.com.br

Piscinas

Lago Nicarágua

Piscinas

Lagoa das Estrelas

Piscinas

Lagoa Serena

Piscinas

Lago Bonito

Piscinas

Lago Ontário

Piscinas

Lago Baikal

Piscinas

Lagoa Mirim

Piscinas

Lagoa das Rosas

Piscinas

Lago do Amor

Piscinas

Piscinas Retangulares

As atividades em piscinas não divertidas e diversificadas.

A natação, por exemplo, quando em família, proporciona momentos de diversão e convívio na piscina, entre pais e filhos. A natação é uma das poucas modalidades indicadas para uma grande variedade de condições físicas, desde atletas competições até grávidas.

Lago Paranoá

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Lago Michigan

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Lago Huron

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Lago Superior

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Visão Lateral

Piscinas

Lago Genebra

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Lagoa Verde

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Lago Assuã

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Lago Kivú

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Lagoa das Fadas

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Lago dos Anjos

Piscinas

Lago dos Marrecos

Piscinas

Piscinas Especiais

Decoração

O Projeto de uma piscina quase sempre identifica o perfil de seus donos. Complemento indispensável para quem procura conforto, a piscina pode seguir linhas simples ou arrojadas, deixando sua casa mais bonita, alegre e divertida

Lago Niassa

Piscinas

Lagoa Mindau

Piscinas

Lago Erie

Piscinas

Lagoa de Turkana

Piscinas

Areia Branca

Piscinas

Lago Sevan

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Escorregador

Piscinas

Lagoa de Búzios

Piscinas

Lagoa de Canto

Piscinas

Lago dos Ventos

Piscinas

Piscinas Elípticas

Tranquilidade
Um oásis em meio à correria do dia-a-dia, assim você pode definir a área de lazer após a instalação de uma piscina.

Lagoa das Águias

Piscinas

Lagoa Ilha do Sol

Piscinas

Lago Sul

Piscinas

Lagoa Iluminada

Piscinas

Lago de Mel

Piscinas

Lagoa Nova

Piscinas

Lagoa das Brisas

Piscinas

Piscinas Européias

Natureza

O som da cascata, o visual das plantas, flores e pássaros do azul do céu com o azul da sua piscina, todo esse contato com a sua natureza mais a facilidade de reunir família e amigos e ainda aproveitar o sol, faz com que você descubra um novo mundo da sua casa.

Lagoa Italiana

Piscinas

Lagoa do Sol

Piscinas

Lagoa Conceição

Piscinas

Lagoa Formosa

Piscinas

Lagoa Pitangui

Piscinas

Lagoa Santa

Piscinas

Atividades em Piscina

A piscina oferece diversão e lazer. É local saudável, a ser compartilhado com a família e amigos para atividades lúdicas e esportivas tanto no lar, como em clubes, hotéis, balneários públicos ou privados. Proporciona a prática de esportes aquáticos, competitivos ou não, amadores e profissionais, como natação, pólo aquático, vôlei aquático, saltos ornamentais, nado sincronizado, inclusive modalidades que constam do quadro de esportes olímpicos, que têm dado medalhas ao Brasil. Além disso é utilizada em fisioterapia e exercícios físicos, como a hidroginástica, ginástica para gestantes e desenvolvimento de atividades motoras em pessoas portadoras de deficiências.

Tipos de Piscina

A piscina não é apenas um reservatório de água, ela agrega o filtro, a bomba, ralo, dispositivos específicos, como hidromassagem, cascata, iluminação e aquecimento, tudo coordenado na casa de máquinas.

Quanto aos tipos, podemos dividi-las em sua concepção estrutural ou nas suas formas e dimensões.

Estruturalmente tem-se quatro tipos básicos , concreto armado , alvenaria, fibra de vidro e vinil.

Quanto às dimensões e formas podemos dividi-las em dois grupos: as oficiais com dimensões e formas padronizadas e as não oficiais que seguem a determinação do cliente que as encomenda.

Para obter bons resultados na aquisição de uma piscina procure profissionais com experiência de mercado.

Cuidados Específicos para a prática da Atividade

Em hotéis e locais públicos exija a presença de um salva vidas com conhecimento específico em salvamento e primeiros socorros.

É recomendável o traje de banho, sem utilização de calçados, a não ser os especiais para piscina, pois roupas pesadas e sapatos comprometem sua mobilidade. Prenda cabelos compridos para prevenir-se de sucção pelo ralo. Via de regra, quem exercita natação, utiliza maiô que deixa livres os braços, toca para prender os cabelos, óculos apropriados e tampões auriculares, para evitar entrada de água nos ouvidos.

Crianças, e quem não sabe nadar, devem utilizar colete salva-vidas ou bóias próprias.

A Piscina e o Meio Ambiente

Piscinas são construídas na maioria das vezes com o intuito lúdico e de integração com a natureza. Assim cria-se um ambiente natural controlado que incorpora a vegetação e a água, tornando a paisagem ao seu redor além de saudável, agradável aos olhos.

O tratamento de sua água segue normas rígidas, que são colocadas de maneira clara nos rótulos dos produtos para tratamento e conservação da água, inclusive, por imposição legal./p>

Principais Riscos da Atividade

Afogamento com óbito (asfixia mecânica por meio líquido),

Eletrocussão (contato da água com energia elétrica)

Congestão;

Tetraplegia e paraplegia (geralmente por impacto da cabeça no fundo da piscina);

Traumas variados (por brincadeiras inadequadas, com impacto nas bordas);

Dicas de Segurança

Tenha sempre em mente as seguintes regras básicas, exigindo inclusive essas atitudes de prestadores de serviços em hotéis, clubes e ambientes públicos:

Aprenda e saiba nadar;

Verifique se o deck está limpo, livre de objetos cortantes, objetos de vidro ou que possam criar perigo de um tropeção;

Mantenha eletrodomésticos ou outros utensílios elétricos longe da piscina;

Atenção para fiação elétrica adaptada ou exposta próxima à piscina;

Verifique se o piso e os degraus ao redor da piscina são de material anti- derrapante;

Utilize-se sempre do corrimão da escada, para entrar e sair da piscina;

Antes de mergulhar certifique-se de que a profundidade da piscina é suficiente;

Após a ingestão de bebida alcoólica ou alimentos não entre nem permita o acesso à piscina;

Evite e proíba brincadeiras do tipo empurrar pessoas ou "cavalinho";

Verifique se próximo à piscina e à vista existem equipamentos salva vidas, como por exemplo, mastro sólido (não dobrável) e bóia salva- vidas com corda;

Aprenda práticas de primeiros socorros. Se acontecer um afogamento, você poderá checar os sinais vitais e dar suporte até que chegue o socorro;

Coloque capas protetoras e certifique-se de que seja resistente, a ponto de suportar o peso de dois adultos ou então, construa cercas de isolamento, equipadas com portões e trava próprios. Esses apetrechos evitam a entrada de pessoas quando a piscina não estiver em uso;

Verifique se as aberturas e elementos de sucção têm seus protetores devidamente instalados e em bom estado;

Verifique se a manutenção e tratamento da piscina estão adequados.

Veja o modelo oficial utilizado nos Estados Unidos, obrigatório em piscinas públicas, para identificação de riscos:

(seguem os sinais e seus significados)

Crianças, um caso à parte

Dicas para pais ou responsáveis:

Nunca deixe crianças brincando na piscina sem um responsável por

perto. Ainda que a piscina seja somente para crianças, saiba que elas podem se afogar mesmo “dando pé”;

Somente algumas aulas de natação ou o nado "cachorrinho" nãoasseguram que a criança possa ficar sozinha;

Nunca deixe brinquedos em volta da piscina e muito menos dentro da água.

Não permita que crianças corram perto da beira da piscina, empurremoutra pessoa ou brinquem de afundar dentro da água.

Se a criança engolir muita água, sempre busque atendimento médico.

Crianças pequenas ou que não sabem nadar muito bem devem ter bóiassalva vidas adaptadas ao seu tamanho.

Evite bóias infantis tipo “pneus” pois elas não garantem a permanência da criança à tona.

PRINCÍPIOS DE PRIMEIROS SOCORROS

Exija sempre a presença de um salva vidas ou faça um curso de primeiros socorros para garantir o suporte básico em caso de ocorrência.

Em caso de afogamento:

Coloque o acidentado fora da água o mais rápido possível;

Aqueça o acidentado;

Deite a vítima de costas, se possível com a cabeça mais baixa do que o corpo;

Inicie a respiração boca a boca;

Vire a cabeça da vítima para o lado, em caso de vômito;

Remova imediatamente a vítima para o Hospital mais próximo.

Em caso de traumatismo:

Imobilize o acidentado;

Mantenha sempre reta e imobilizada a cabeça da vítima;

Evite aglomeração em torno do acidentado;

Em qualquer caso, chame ajuda imediatamente, acionando o serviço de salvamento mais próximo ou o Corpo deBombeiros ou o serviço de emergência da Secretaria da Saúde do Município.

Fonte: www.feriasvivas.org.br

As piscinas podem ter diversos formatos e construídas enterradas ou elevadas. A estrutura (tanque) deve estar baseada em projeto construtivo realizado por profissional responsável e deve ser executada de acordo com as normas indicadas pela NBR ABNT 9818.

Dependendo das dimensões da piscina e da solicitação da base, é recomendável elaborar um projeto de impermeabilização, a ser executado por empresa e profissional do ramo.

Normalmente são realizados dois tipos de impermeabilizações:

Rígida

Revestimento com argamassa de areia, cimento Portland e aditivo impermeabilizante. A sua impermeabilidade depende diretamente do tipo de traço utilizado, do emprego de uma areia (recomenda-se que seja lavada) de granulométrica entre 0 a 3mm, isenta de substâncias orgânicas e materiais argilosos, e da adição de um aditivo impermeabilizante.

O traço será de 1:3 para pressões de até 20m de coluna de água e de 1:2 para pressões superiores. A espessura mínima da argamassa será de 3cm, com a aplicação feita em camadas sucessivas de 1cm.

Flexível

Sugere-se que sua execução seja feita de acordo com as duas etapas abaixo:

a) aplicar primer asfáltico, com asfalto puro diluído em um veículo derivado do petróleo. Deve ser evitado o uso da emulsão asfáltica, pois a existência de cargas sobre este material poderá prejudicar o seu desempenho. Após a aplicação do primer, esperar um tempo mínimo de 8 horas para iniciar a etapa seguinte.

b) pode-se aplicar manta asfáltica com filme de polietileno do lado interno e areia do lado externo. Se for utilizada manta asfáltica com polietileno dos dois lados, é recomendável queimar o lado externo com maçarico e pulverizar areia fina e seca para maior aderência e proteção. Cuidar para que haja perfeita aderência entre as mantas, usando, no mínimo, 10cm de sobreposição entre elas. Pode-se também utilizar mantas que já vêm com uma face chapiscada com areia.

Antes de executar o revestimento, deve ser feito teste de estanqueidade do tanque.

Para a execução da camada de regularização e proteção mecânica, recomenda-se traço 1:4 ou 1:5 de volume, com cimento e areia média, aplicada sobre a impermeabilização rígida ou flexível com a finalidade de proteção mecânica e regularização para receber o revestimento de pastilhas de porcelana. Recomenda-se o uso de chapisco aditivado sobre a impermeabilização para obtenção de aderência adequada, com planeza nas paredes e fundo da piscina. Este, por sua vez, deve ter caimento de 0,5 a 1% para os ralos.

A espessura da camada de regularização, nas paredes, deve seguir a norma NBR 7200 ou NBR 13755 e NBR 13753, não ultrapassando 2,5cm.
O revestimento em pastilhas de porcelana deve ser executado após 14 dias, pelo menos, da aplicação da camada de regularização. Deve ser iniciado pelas paredes e finalizado pelo piso. Em piscinas com formato retangulares, o alinhamento das juntas das paredes e piso valoriza o revestimento final.

Deve-se, inicialmente, marcar o local da aplicação com linhas verticais e horizontais para manter o prumo e o nível. Marcar na parede a altura e a largura de uma placa de pastilha. Nivelar e aprumar, guiando-se pelas linhas, da esquerda para a direita e de cima para baixo. Com o lado liso da desempenadeira metálica, espalhar uma camada de argamassa colante sobre a camada de regularização; em seguida, com o lado denteado da desempenadeira metálica, fazer sulcos com aproximadamente 5mm de espessura.

Caso a argamassa colante escolhida seja do tipo que também pode ser utilizada para rejuntamento, ele deve ser feito antes da aplicação das pastilhas. Não utilizar material de rejuntamento que já começou a endurecer.

As placas devem ser aplicadas sobre a argamassa estendida, fazendo pressão com as mãos e batendo levemente com um martelo de borracha.
A remoção do papel e da cola requer a preparação de uma solução removedora utilizando-se 250gr de soda cáustica em escamas para 5 litros de água. Molhar com bastante água limpa o papel das placas de pastilhas já aplicadas, passar a solução de soda no papel com a broxa voltada para baixo, esfregando levemente, e aguardar 5 minutos. Retirar o papel com o auxílio da ponta da colher. Para retirar o excesso de cola da superfície, utilizar uma broxa úmida e logo após lavar a placa com bastante água e o auxílio de uma esponja.

Com o auxílio de um rodo ou de uma desempenadeira de borracha, completar o rejuntamento em toda a superfície pastilhada. As juntas poderão ser frisadas ou palitadas, se necessário. Após aproximadamente 15 minutos do término do rejuntamento, retirar o excesso do material com uma esponja úmida de água. Após a secagem, fazer o acabamento com estopa seca.

Sete dias depois de completado o processo, a piscina pode ser cheia.

Fonte: www.sitengenharia.com.br

Piscinas

Lagoa Araruama

Piscinas

Piscinas Octagonais

Os Benefícios da natação

Os benefícios são muitos, aumenta a coordenação dos movimentos e a resistência cardiovascular. Exercita o maior número de músculos sem causar impacto nas articulações e problemas nos ligamentos. Crianças que nadam desenvolvem os sistemas cordiovasculares mais saudáveis. Já a natação para bebês é indicada para o desenvolvimento da coordenação motora, sensorial e a socialização.

Lagoa Brilhante

Piscinas

Lagoa Esmeralda

Piscinas

Lagoa Paraíso

Piscinas

Lago Safira

Piscinas

Lagoa Uruaú

Piscinas

Lagoa Mata

Piscinas

Lago Dourado

Piscinas

Lago Negro

Piscinas

Lagoa dos Patos

Piscinas

Lagoa do Bonfim

Piscinas

Lago dos Cisne

Piscinas

Lagoa da Paz

Piscinas

Fonte: www.aguiapiscinas.com.br

Piscinas

Manual Piscina

Depois de uma exaustiva semana de trabalho ou mesmo ao final do dia não pode haver nada melhor do que relaxantes momentos de lazer com a família e os amigos, principalmente se o cenário incluir uma cristalina e refrescante piscina. Sonho de milhões de pessoas em todo o mundo, a piscina é o espaço perfeito para a confraternização e a prática de esportes como a natação e a hidroginástica. Ao mesmo tempo, ela representa um investimento de grande porte e origina uma intervenção definitiva no terreno e no imóvel. Por todas essas razões é preciso um detalhado planejamento na hora da construção de forma que a piscina corresponda às suas melhores expectativas.

O azulejo tem se destacado como o produto mais adequado para o revestimento de piscinas devido às suas excelentes características construtivas, à variedade de formas e peças complementares e ainda porque os produtos alternativos não reúnem as propriedades técnicas do revestimento cerâmico.

A qualidade final de uma piscina ou instalação equivalente é resultado direto da execução correta aliada ao planejamento de todas as fases do processo construtivo: especificação dos materiais (revestimento cerâmico, materiais de assentamento e rejuntamento), projetos técnicos super detalhados (escadas, deságües, entradas e saídas de água etc), incluindo desde a estrutura até a disposição das juntas de deformação, planejamento da execução, dos trabalhos complementares e dos controles a realizar. Se estas etapas não forem criteriosamente observadas podemos nos ver imersos em contínuos e sucessivos trabalhos de adaptação e correção, geralmente caros e de conseqüências imprevisíveis.

Planejamento eficiente

Segurança

Piscinas

Piscina não é sinônimo apenas de diversão, mas também de perigo. Para evitar acidentes, ao planejá-la você deve ter em mente algumas medidas básicas de segurança

Especificação: atenção para a especificação do revestimento cerâmico para borda e interior da piscina. Utilize revestimentos Eliane classificação LE para borda (deck) e LP para o interior da piscina.

Escada: a escada tipo marinheiro é obrigatória para profundidades iguais ou superiores a 0,50 m. Porém, esse tipo de escada não é adequada a pessoas idosas pois dificulta a saída da piscina. A solução fica por conta de uma escada submersa, construída em alvenaria, que tanto garante a entrada e a saída de todos os usuários como também serve de banco para descanso. Construída como um acesso lateral ela não compromete a profundidade e permite a prática de natação ou outros esportes.

Crianças: para evitar a construção de uma piscina rasa para crianças - que acaba perdendo a utilidade quando elas crescem, uma das soluções adotadas é o declive acentuado, com a profundidade variando entre 0,5 m - do lado infantil – até 1,5 m (ou mais), na parte dos adultos.

Trampolim: só é adequado para piscinas com profundidade superior a 3,5 m, o mínimo necessário para amortecer o salto. Alturas menores podem levar ao risco de acidentes sérios. A mesma preocupação você deve ter com os escorregadores e tobogãs. Usados pelas crianças eles devem ser integralmente fiscalizados pelos pais. É importante que apenas uma pessoa de cada vez utilize o brinquedo, pois ocorrem com freqüência acidentes quando uma criança, ou mesmo um adulto, cai sobre o outro, acertando-lhe, com os pés, a nuca ou os dentes.

Capas de proteção: para garantir maior segurança às crianças, convém cobrir ou resguardar a piscina com capas de dupla função: impedir a queda de pessoas e, ao mesmo tempo, o depósito de sujeira. Nos meses de inverno, quando é pouco usada, recomenda-se proteger a piscina para manter preservada sua integridade e a dos equipamentos.

Iluminação: quando realizar o projeto de iluminação interna da piscina, outra maneira de evitar acidentes é empregar instalações de menor voltagem. O ideal são equipamentos de 12 volts, com luminárias blindadas e que disponham de fio terra.

Porque a piscina de concreto revestida de cerâmica é melhor?

Se você optou por uma piscina de concreto, parabéns, você está certo! A piscina de concreto oferece uma série de vantagens:

Versatilidade na definição do formato. Você poderá ter a piscina como sempre sonhou podendo incluir uma cascata, chafariz ou contar com um sistema de aquecimento.

Versatilidade nas cores. Com tantas opções de cores e peças decoradas você terá a oportunidade de executar um projeto exclusivo.

Durabilidade. Uma piscina bem executada e revestida com revestimento cerâmico de qualidade é para sempre.

Não desbota pois é totalmente estável aos raios ultra-violeta.

O visual da água é mais claro e limpo.

É mais fácil de limpar.

Possui maior resistência química.

Especificação do revestimento cerâmico

O revestimento cerâmico utilizado antigamente para as piscinas era geralmente o azulejo, nas cores azuis ou branca. Por estar exposto a variações de temperatura mais extremas, ataque químico dos produtos utilizados no tratamento da água ou limpeza de piscina e umidade constante o azulejo eventualmente apresentava danos do tipo gretagem ou ataque químico. A indústria cerâmica evoluiu e foram desenvolvidos produtos específicos para resistir a todos os esforços a que serão submetidos quando utilizados como revestimento em piscinas. Além do interior da piscina, os produtos destinados ao revestimento das bordas e áreas de circulação também são importantes uma vez que são fundamentais para garantir a segurança ao caminhar numa superfície que geralmente está molhada.

Produtos para o interior da piscina

A água límpida e cristalina faz parte do conjunto visual formado pela piscina e seu entorno. Por isso, a hora de escolher os materiais de acabamento é decisiva para garantir (ou não) os efeitos pretendidos. Normalmente são usados revestimentos de cores claras, mais identificados com a higiene, sendo o azul, o branco e o verde as preferências quase unânimes. É possível também optar por desenhos que apresentam desde as funções estéticas até as práticas, como as raias que orientam a natação.

Características técnicas dos revestimentos cerâmicos

Os produtos utilizados em piscinas são submetidos a uma série de exigências, tais como:

Variações de temperatura - Os produtos estão expostos diretamente às variações de temperatura do ambiente.

Exposição aos produtos químicos utilizados no tratamento de água e, mais agressivos, os produtos utilizados na limpeza da piscina. Alguns tratamentos de água de piscina levam à cristalização de componentes químicos que se depositam sobre os revestimentos cerâmicos das paredes. A limpeza requer a utilização de ácido forte, o que não é recomendado pois poderá provocar ataque irreversível ao revestimento cerâmico e ao rejuntamento, se este for à base de cimento. Se isto ocorrer entre em contato com a empresa que executa o tratamento da água e discuta uma solução para evitar que esta deposição aconteça.

Contato constante com a água, exigindo que tenham uma baixa expansão por umidade.

Exposição prolongada aos raios ultra-violeta do sol.

Um produto destinado para uso no interior de piscinas deve apresentar características especiais como resistência à gretagem (para produtos esmaltados), resistência química aos produtos utilizados no tratamento da água de piscina e para limpeza, resistência aos raios ultra-violeta, facilidade de limpeza e baixa expansão por umidade. Por todos estes motivos utilize apenas produtos específicos para esta finalidade. Os produtos esmaltados Eliane utilizados no interior das piscinas possuem a indicação do local de uso LP nas embalagens. O porcellanato também é um excelente revestimento de interior de piscinas, tanto na versão polida quanto na natural.

Além das exigências técnicas, os produtos cerâmicos vão definir muito da estética da piscina. Um projeto de bom gosto tornará sua piscina única e um local visualmente agradável. Para um bom acabamento utilize as peças especiais para os cantos e as bordas. Além de um efeito estético muito agradável elas facilitam a limpeza e evitam os cantos vivos.

Produtos para bordas e circulação

As áreas de circulação em volta da piscina ou nos acessos são importantes pois são áreas que, além de contribuir para uma estética agradável, garantem uma circulação limpa, evitando que sujeiras sejam levadas para a beirada e interior da piscina. Estas áreas também requerem atenção pois, por estarem em uma área externa, podem estar molhadas e assim aumentam a possibilidade de escorregamento. Por isto o produto escolhido deve ter a indicação do local de uso LE, se for esmaltado. Se for porcellanato, deverá ter coeficiente de atrito (COF) II.

Atenção aos produtos de assentamento e rejuntamento

Na etapa de planejamento inclua também a especificação das argamassas de assentamento e de rejuntamento.

O sistema Eliane Argamassas para piscinas é composto por um elenco de produtos mundialmente comprovados e com tecnologia norte-americana. Estes produtos têm sido utilizados com sucesso em instalações em todo o mundo há mais de 45 anos.

Os produtos da Eliane Argamassas oferecem o que há de mais moderno em tecnologia e métodos de assentamento, fornecendo performance superior, resistindo ao ataque químico, choques térmicos e variações de pH da água, dando flexibilidade e alta resistência às acomodações diferenciais causadas pela movimentação de expansão e retração de secagem.

Argamassa para assentamento

A escolha do tipo de argamassa para o assentamento depende do tipo de piscina a ser revestida. Para piscinas térmicas e assentamento sobre membrana impermeabilizante, recomenda-se a utilização da Argamassa Ligamax Carga Mineral juntamente com o Aditivo Adimax Super ou Premium, de acordo com as dimensões da piscina. Para piscinas sem aquecimento o produto recomendado é a Argamassa Ligamax Extra.

Argamassa para rejuntamento

A melhor solução para o rejuntamento é a utilização de argamassa à base de resina epóxi. Ela promove uma completa impermeabilidade do rejuntamento facilitando muito a limpeza e a manutenção das condições de higiene. A Eliane Argamassas oferece o melhor rejuntamento epóxi do mercado, desenvolvido especialmente para uso em piscinas, o rejuntamento Juntaplus Epóxi Pool, indicado para uso com qualquer tipo de revestimento cerâmico.

Outra opção de rejuntamento, apenas para produtos esmaltados, é a utilização de rejuntamento à base de cimento Juntaplus Piscina com Adimax Aditivo para Rejuntamento.

Concretagem

A concretagem do fundo e das paredes deverá ser executada preferencialmente ao mesmo tempo. Caso o projeto tenha previsto concretagens isoladas, o seu engenheiro ou arquiteto deverá especificar o uso de produtos e procedimentos de modo a proporcionar a perfeita união entre o concreto do fundo e o concreto das paredes, evitando as fissuras que danificarão a impermeabilização e afetarão a integridade do revestimento cerâmico.

A espessura do fundo e das paredes de concreto deve ser tal que permita uma perfeita concretagem além de atender às solicitações originadas pelos diversos esforços.

Quando a piscina estiver em contato com o solo, deverá ser executada anteriormente a drenagem da área para evitar esforços de subpressão. Desta forma evita-se uma pressão permanente do fundo e das paredes além da flutuação da piscina quando vazia.

O concreto a ser lançado na estrutura deve ser adequadamente dosado, preferencialmente em usina, com relação água/cimento adequada e definida por um engenheiro civil.

As formas devem estar limpas e em perfeito estado. Não recomendamos o uso de formas metálicas pois as superfícies ficam excessivamente lisas.

Impermeabilização

Feita a concretagem instale todos os acessórios como escadas metálicas, iluminação, esgoto, janela de observação etc. O próximo passo é a impermeabilização. Garanta a construção de uma estrutura sem falhas para receber a impermeabilização. A Eliane Argamassas oferece uma membrana impermeabilizante que é muito fácil de aplicar e permite o assentamento de revestimentos cerâmicos sobre a mesma.

Teste de Estanqueidade

Antes de assentar o revestimento - já impermeabilizada e com os acessórios mas sem o revestimento cerâmico – é preciso verificar se a estanqueidade da estrutura (com a piscina bruta, sem o acabamento) está perfeita. Primeiro encha de água até onde você vai usar normalmente. Isto deve ser feito somente quando o concreto estiver curado. A piscina deverá permanecer assim durante, no mínimo, 7 dias. Ao final do 40 dia controle o nível de água mantendo o mesmo do 1o dia. Leve em consideração as variações como evaporação e chuvas.

Atenção: a estrutura da piscina deve garantir a sua impermeabilidade. Os revestimentos cerâmicos e o rejuntamento não têm esta função. Não assente os revestimentos caso haja algum tipo de problema na estrutura da piscina.

Preparação da estrutura para receber o revestimento

A superfície da estrutura não poderá apresentar irregularidades como falhas superficiais visíveis ou deformações devido às más condições das formas. Ela deve também ser rugosa, mas sem excessos.

Se a superfície estiver excessivamente lisa deverá ser salpicada com cimento (1 parte) e areia lavada (2 partes) com solução de água e aditivos que reforcem a aderência.
Se a superfície estiver excessivamente rugosa esta poderá ser corrigida com argamassa de cimento (1 parte) e areia lavada (3 partes) em solução de água e impermeabilizante.

No caso de piscinas de competição a precisão de todas as medidas é de fundamental importância para o reconhecimento dos eventuais recordes.

Juntas de Dilatação ou Movimentação

Deve-se dispor juntas de dilatação em todos os encontros entre as paredes, nos desníveis do fundo da piscina e a cada 4 metros lineares de revestimento, definindo panos não maiores do que 10 m2. A largura das juntas de dilatação deverá ser, no mínimo, igual à largura das juntas de assentamento. Estas juntas têm como objetivo permitir e compensar as eventuais variações dimensionais diferenciais que se originam no sistema construtivo multicamadas. Devem ser previstas nos encontros da estrutura com os acessórios, luminárias, janelas etc. que emirjam até a superfície revestida. Cuidado para não danificar a impermeabilização. Como material de selamento destas juntas, recomenda-se mastique de poliuretano.

Juntas de Assentamento

As juntas de assentamento (espaço entre as peças) são de fundamental importância. Elas absorvem as deformações da base evitando que as diversas solicitações da estrutura possam transmitir-se à cerâmica. Observe a largura mínima de 5 mm. Consulte a embalagem e observe a largura de junta ideal para o revestimento adquirido.

O rejuntamento poderá ser iniciado 48 horas após o assentamento.

Assentamento

Feita a escolha das cores e padrões dos revestimentos para piscina e os produtos para assentamento, recomendamos que o assentamento siga alguns cuidados necessários:

Preparação da argamassa colante

Misture a argamassa em um recipiente limpo, observando sempre a quantidade de água indicada. Eventualmente esta quantidade pode variar de acordo com as condições climáticas do local. Certifique-se de estar usando a argamassa colante indicada para a sua aplicação. Despeje a quantidade de água indicada no recipiente.

Em seguida adicione o pó, mexendo sempre até obter uma consistência firme e sem grumos. Deixe a argamassa repousar durante 5 a 10 minutos. Volte a mexer sem adicionar mais pó ou líquido. Durante o uso mexa ocasionalmente para manter a mistura trabalhável. Para dar mais velocidade ao preparo e melhorar a operação de mistura utilize misturador elétrico.

Aplicação da argamassa colante

Comece o assentamento pelas paredes e depois execute o assentamento do piso. Durante o assentamento e nos dias posteriores proteja convenientemente o revestimento contra o vento e sol diretos. Aplique uma camada fina de argamassa colante (3 a 4 mm) com o lado liso da desempenadeira, proporcionando assim uma melhor aderência. Em seguida utilize o lado dentado da desempenadeira num ângulo de, aproximadamente, 600, formando cordões de argamassa.

Aplicação do revestimento cerâmico

Aplique as peças cerâmicas fazendo-as deslizar um pouco sobre os cordões de argamassa. Pressione as peças com a mão e bata com um martelo de borracha para esmagar os cordões e assegurar uma melhor aderência.

Controle da aderência

De vez em quando retire e observe uma peça recém assentada. O verso da peça deverá estar com, no mínimo, 90% de sua área preenchida com argamassa colante.

Tempo em aberto

Controle o tempo em aberto da argamassa colante. A argamassa estará em boas condições se, ao tocar os cordões, os dedos sujarem. Não aplique o revestimento em áreas onde a argamassa já estiver seca.

Rejuntamento

Retire os espaçadores e faça o rejuntamento, no mínimo, 48 horas após o término do assentamento. Limpe todas as juntas e a superfície das peças assentadas enquanto a argamassa ainda estiver fresca. Uma limpeza prematura poderá provocar a remoção parcial do rejuntamento e, se for tardia, obrigará a uma limpeza agressiva, mecânica ou química, que poderá deteriorar irreversivelmente a superfície cerâmica. Nos casos de pisos com textura rústica passe uma camada de cera líquida sobre a peça antes do rejuntamento.

Manutenção

Para encher a piscina aguarde 14 dias após o rejuntamento com Juntaplus Piscina + Adimax Aditivo para rejuntamento e 7 dias para o rejuntamento Epóxi Pool. Este tempo poderá variar de acordo com as condições de temperatura e umidade do local.

Encha a piscina colocando, em média, 600 mm de água a cada 24 horas para permitir uma exposição gradual de pressão de água e a movimentos diferenciais térmicos e de umidade.

Evite esvaziar a piscina pois isto pode comprometer sua estrutura. Se for necessário, consulte seu engenheiro para fazê-lo de modo seguro.

É interessante providenciar uma cobertura de lona ou outro material para quando a piscina estiver fora de uso. Isso diminui drasticamente a perda de água por evaporação.

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Paisagismo

Agora você já pode pensar na integração da piscina com o paisagismo. Alguns fatores deverão ser considerados antes de executá-lo. Qual será a função do jardim? Se for simplesmente ornamental cuidado para que não esteja muito próximo à piscina, evitando o acúmulo de folhagens em sua superfície. As folhas pequenas podem entupir a tubulação, enquanto as maiores dificultam a limpeza. De qualquer forma, a vegetação precisa estar disposta de maneira a que o sol esteja sempre presente.

Para proteger a área das correntes de vento e o usuário dos olhares indiscretos, o planejamento de um jardim é uma boa opção. Assim, junto com seu paisagista, você poderá escolher espécies que combinem com o estilo da casa e seu gosto pessoal e que ainda sejam adequados ao setor de lazer.

Plantas, água e lazer sugerem também uma bela cascata ou espelhos d’água. É fácil: a própria água da piscina pode ser aproveitada com uma extensão da tubulação de retornos que jorrará sobre ela. Além de divertido você terá um ambiente tropical.

O deck atua como moldura da piscina, harmonizando-a com o todo arquitetônico. Entretanto, na hora de escolher o material, além da estética considere também o fator segurança. O piso deve ser resistente e antiderrapante para evitar acidentes.

Referência Bibliográfica

Revista a & c, setembro de 1992.

Fonte: www.eliane.com

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História das piscinas

A palavra piscina significa, em latin, ”viveiro de peixes”. Também recebe a definição de “grande tanque com instalações próprias, para a prática de natação e de outros esportes aquáticos”.

Outra definição é: o conjunto de instalações destinadas ao banho específico e prática de esportes aquáticos, compreendendo os equipamentos de tratamento de água, casa de máquinas, vestiários e quaisquer outras instalações necessárias.

A importância das piscinas

Importância social: A piscina é considerada um lugar de encontro nas residências, escolas, prédios, condomínios, clubes, etc. Além disso, constitui-se em elemento arquitetônico importante nos dias atuais. A natação é encarada como um elemento necessário à saúde, à recreação e ao equilíbrio psico-fisiológico.

A importância sanitária: A importância sanitária é evidente quando a utilização de piscinas coloca a saúde dos banhistas em risco, que envolvem a transmissão de doenças e os acidentes. A manutenção da qualidade da água é a principal forma de impedir a transmissão de doenças aos banhistas, sendo a desinfecção a etapa mais importante para a garantia da qualidade microbiológica da água.

Por que devemos tratar a água das piscinas?

Para manter a beleza e cristalinidade

Para evitar a proliferação de algas

Para destruir bactérias e microorganismos causadores de doenças

Para eliminar odores desagradáveis

Para destruir e remover mátrias orgânicas e inorgânicas que contaminam a água.

Fatores que influenciam no tratamento da piscina

Se a piscina está ou não ao ar livre

Se a água é ou não aquecida

Se é usada interruptamente ou não

Se a piscina tem alta ou baixa freqüência de banhistas

Se a piscina é revestida de azulejo, fibra, vinil ou outro material

Com base nestas considerações, é que definimos que produtos e serviço serão aplicados para o melhor resultado na qualidade da água.

Componentes de sua piscina

Filtro e moto-bomba

O filtro e moto-bomba são elementos importantíssimos, eles são os responsáveis pela circulação e filtração que retêm as impurezas e partículas contidas na água.
Sozinho este sistema não garante a qualidade da água, portanto também é necessária a aplicação correta dos produtos químicos e tempo adequado de funcionamento do sistema.

Moto-bomba:
A moto-bomba é um conjunto composto por um motor elétrico e um corpo hidráulico, onde é feito o turbilhonamento da água a ser circulada. Com potências variadas de acordo com cada metragem cúbica, a moto-bomba precisa estar sempre funcionando dentro de sua normalidade. Sempre que perceber qualquer anormalidade como: barulho excessivo, falta de pressão, vazamento, solicite uma manutenção preventiva.

Filtro: O filtro tem a função de reter as partículas de sujeira que passam por seu interior, devolvendo água limpa à piscina. A principal manutenção do filtro é a troca da areia no seu interior, que é o elemento filtrante, e que deve ser feita no máximo a cada dois anos para piscinas residenciais, um ano para piscinas coletivas (clubes, academias, etc.), ou antes destes períodos, caso não se consiga manter a água cristalina, mesmo com os procedimentos de rotina.

Produtos Químicos

A qualidade da água de sua piscina depende e muito da qualidade e quantidade correta dos produtos que devem ser usados.

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Por exemplo, os cloros orgânicos, apresentam um melhor custo benefício devido a eficácia resultante de sua composição. Além disso eles não alteram a alcalinidade nem o Ph da água. Porém não recomendamos o uso de hipoclorito de sódio (cloro líquido), pois este produto além de sua curta permanência na água, pode causar danos por meio de corrosão nos equipamentos , e principalmente na estrutura da piscina, como demonstrado nas fotos.

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Os demais produtos como floculantes, algicidas, entre outros, no geral correspondem às necessidades, se aplicados corretamente.

Limpeza

Manter a piscina limpa não se trata apenas de deixá-la com a água transparente, pois mesmo assim ela pode estar imprópria para uso, devido a presença de microorganismos e bactérias que causam doenças, e desequilíbrio químico na água. Este desequilíbrio pode causar ainda irritações na pele e nos olhos.

Piscinas

Você pode já ter visto uma piscina totalmente verde , e pensado que aquela água não poderia mais ser usada, e que a única solução seria esvaziá-la. Esta situação ocorre por falta de manutenção adequada, mas é possível recuperá-la e deixá-la potável em até 48 horas.

Piscinas

Manutenção

Piscinas

A manutenção da qualidade da água é a principal forma de impedir a transmissão de doenças aos banhistas, sendo a desinfecção a etapa mais importante para a garantia de uma água saudável. Entende-se por manutenção, não somente o fato de deixar a água em boas condições de uso, mas também cuidar para que todos os componentes, químicos e mecânicos estejam em perfeito equilíbrio e funcionamento.

Veja alguns modelos de piscinas

Piscinas

Piscinas

Piscinas

Piscinas

Piscinas

Fonte: www.misterpiscinas.com.br

Piscinas

Como funcionam as piscinas

Conceitualmente, as piscinas são muito simples: não passam de enormes bacias de água. Mas, em um dia de verão, a piscina muitas vezes parece ser a maior invenção da história da humanidade. De fato, há muita tecnologia em uma piscina. Muito mais do que você imagina!

Neste artigo, descobriremos como as piscinas são construídas e conheceremos um pouco sobre o sistema de encanamento que mantém a água limpa e quimicamente balanceada.

Fundamentos da piscina

Existem piscinas de todas as formas e tamanhos, mas quase todas, da piscina pessoal à piscina de onda do parque aquático, funcionam da mesma maneira. Elas utilizam uma combinação de filtragem e tratamento químico para limpar continuamente um grande volume de água.

Piscinas
Um complexo de piscinas sob construção: parece
um grande buraco no chão, mas é muito mais do que isso.

Uma piscina precisa de sete componentes principais:

A bacia;

Uma bomba motorizada;

Um filtro de água;

Um alimentador químico;

Drenos;

Retornos;Conectores de PVC unindo todos esses elementos.

Piscinas
Um sistema de piscina comum

A idéia básica é bombear água em um ciclo contínuo a partir da piscina, passando pelos sistemas de filtragem e tratamento químico e, finalmente, de volta à piscina. Desta maneira, o sistema de bombeamento mantém a água da piscina relativamente livre de sujeira, restos e bactérias. Algumas piscinas também incluem aquecedores, para manter a água em uma determinada temperatura.

Tipos de piscinas

A principal diferença entre tipos diferentes de piscinas é como a bacia é construída. Existem vários estilos diferentes de piscinas, cada um com suas vantagens e desvantagens.

As piscinas acima do nível do chão são a opção mais barata e mais fácil para construção. Muitas dessas piscinas são feitas a partir de kits pré-fabricados, que até um amador pode montar, embora a maioria das pessoas prefira contratar profissionais. Primeiro, os instaladores levantam uma parte para formar uma superfície plana para a construção. Em seguida, eles montam uma trilha de perímetro que suporta a parede exterior feita de metal, plástico ou madeira. Depois, eles jogam areia na área da piscina e colocam a bomba. Finalmente, prendem o alinhador de vinil nas paredes da piscina, enchem-na de água, afrouxam o alinhador e colocam-no em seu lugar. Assim que eles conectam a bomba e o sistema de filtragem, a piscina está pronta. A principal desvantagem deste tipo é a durabilidade e, geralmente, atratividade inferior aos outros modelos. É também menos permanente, o que pode ser bom porque é relativamente fácil desmontá-la e movê-la para um novo local.

As piscinas de fibra de vidro são feitas de plástico reforçado com fibras de vidro, moldadas em forma de bacia. Para a instalação, uma equipe de construção cava um buraco no tamanho apropriado, coloca as bombas necessárias, enche com um pouco de areia e desce a estrutura pré-construída para dentro do buraco. Em seguida, eles nivelam a piscina, engancham todas as bombas e fecham a área ao seu redor. Geralmente, é rodeada por uma estrutura de concreto.

As piscinas alinhadas por vinil embutidas são estruturalmente muito parecidas com as anteriormente descritas, mas se parecem mais com modelos convencionais embutidos. A equipe de construção cava um buraco e monta a estrutura de metal, plástico ou madeira em todo o perímetro do buraco. Como em uma piscina não-embutida, a equipe coloca areia no fundo do buraco e fixa o alinhamento de vinil na parede estrutural. Essas piscinas são muito mais baratas do que outros modelos embutidos, porém não tão duráveis. Em geral, o alinhador precisa ser substituído aproximadamente a cada dez anos.

As piscinas Gunite são o modelo mais popular na maior parte dos Estados Unidos. Para construir, a equipe cava um buraco, coloca a bomba no lugar e monta uma grade estrutural com hastes de aço reforçadoras de 0,07/0,2 m (estrutura montada). As hastes possuem espaçamento de 2,5 m e são presas com arame. Quando a grade estiver no lugar, a equipe joga uma cobertura pesada de gunite, uma mistura de cimento e areia, ao redor da estrutura montada. O spray combina gunite seco misturado com água antes de ser borrifado: isso produz o concreto líquido. A equipe aplica o gunite e deixa secar por uma semana antes de aplicar o acabamento à superfície. O acabamento mais popular chama-se emplastro (uma mistura de cimento e areia branca), mas muitas pessoas fazem o acabamento com tintura de concreto especial, ladrilho, pedras ou mesmo fibras de vidro. As piscinas de gunite (e suas semelhantes, as piscinas shotcrete) são altamente duráveis e podem ser construídas em qualquer tamanho ou modelo.

As piscinas de concreto armado são semelhantes às piscinas de gunite, mas são muito mais difíceis de construir. Em vez de borrifar material de concreto em volta da estrutura, o concreto é derramado dentro de formas convencionais de madeira. Com o surgimento dos métodos de gunite, a construção de piscinas de concreto armado foi deixada de lado. Em piscinas de blocos de alvenaria, as paredes são construídas com blocos de concreto.

Embora os modelos destas piscinas sejam bem diferentes, eles se baseiam nos mesmos sistemas de bombeamento e filtragem. Nas próximas seções, veremos como esses componentes mantêm a piscina funcionando.

Piscina flutuante
Uma piscina embutida pode parecer uma estrutura sólida e imóvel, porém pode ser comparada com um barco, já que pode flutuar na água que fica ao seu redor. Quando a piscina está vazia, a pressão dessa água pode empurrar a estrutura para cima e assim desembuti-la. Como a pressão precisa ser igual em cada lado da piscina, este é um dos motivos pelos quais as piscinas são mantidas cheias de água o tempo todo.

Piscinas embutidas mais modernas possuem uma válvula hidrostática perto do dreno principal para prevenir danos causados pela pressão da água no chão. Basicamente, se essa pressão da água for grande o suficiente, causará uma leve flutuação, que abrirá a válvula. Quando a válvula abrir, a água entrará e igualará a pressão.

O sistema de drenagem, bomba e filtro

Já vimos que a água em uma piscina deve circular através de um sistema de filtragem para remover sujeira e restos. Durante uma operação normal, a água flui para o sistema de filtragem através de dois ou mais drenos principais no fundo da piscina e de vários drenos tipo escumadeira no topo da piscina.

Piscinas

Os drenos principais estão geralmente localizados no ponto mais baixo da piscina para que toda a sua superfície incline em direção a eles. A maior parte da sujeira e dos restos que afundam saem da piscina através desses drenos. Para evitar que as pessoas enrosquem seus cabelos ou membros na bomba, os drenos são quase sempre cobertos com grades ou coberturas antivortex (uma cobertura que desvia o fluxo de água para evitar que um vórtice perigoso seja formado).

As escumadeiras drenam a água da mesma maneira que os drenos principais, mas sugam apenas do topo da piscina (geralmente 0,5 cm). Qualquer sujeira que flutue - folhas, óleo de bronzear, cabelo - sai da piscina através desses drenos.

O diagrama abaixo mostra um sistema comum:

Piscinas

No sistema de represa flutuante descrito aqui, a porta de entrada move-se para dentro e para fora para deixar um volume muito pequeno de água entrar a cada vez. Para pegar as sujeiras de forma eficaz, o objetivo é escumar apenas o nível da superfície. A água flui através da cesta do filtro, que pega as sujeiras maiores, como folhas. Além da porta principal, o sistema de escumadeira possui uma linha de equalizador secundário que leva a um dreno abaixo do nível da superfície. Essa linha evita que a escumadeira mande ar para o sistema de bombeamento se o nível da água cair abaixo do nível da porta principal.

A água é bombeada através do sistema de filtragem e novamente para os retornos, que são as válvulas de entrada ao lado da piscina. Esse sistema envolve muita sucção, mas se a piscina for construída e operada corretamente, virtualmente não há risco da sucção prender alguém contra um dos drenos. A única maneira do sistema de bombeamento aplicar esse tipo de sucção é se houver apenas um dreno aberto. Em uma piscina segura, existem sempre diversos drenos principais, bem como várias escumadeiras. Portanto, se alguém ou algo bloquear um dreno, o sistema de bombeamento puxará água de um dos outros drenos. Isso elimina a sucção no dreno bloqueado.

Piscinas
A porta de retorno

A maioria das piscinas também possui um par de portas de vácuo utilizadas somente na limpeza da piscina. Essas portas são conectadas a aspiradores de piscina, que funcionam mais ou menos como um aspirador de pó. A diferença é que sugam água em vez de pó. As portas a vácuo podem ter seu próprio sistema de bombeamento, mas na maioria das piscinas elas são controladas pela bomba principal.

Piscinas
Uma típica porta a vácuo

Piscinas
Um aspirador de piscinas

Depois de passar pelos vários drenos, a água flui para o estágio de filtragem. Na próxima seção, descobriremos do que se tratam os sistemas de bombeamento e filtragem.

Iluminando

Atualmente, a maioria das piscinas é construída com luzes subterrâneas, parcialmente por razões estéticas, mas principalmente para permitir que os nadadores noturnos enxerguem o que estão fazendo. Em um modelo comum de iluminação embaixo d´água, uma lâmpada incandescente é selada em um dispositivo à prova d´água, que fica dentro de um nicho embutido na parede da piscina. O cabo elétrico isolado passa pelo acessório através de um selo especial, mantendo a água longe dos elementos condutivos. O cabo volta para a casa (ou onde estiver a fonte de energia) através de um longo tubo, que fica cheio de água na maior parte do caminho. Há cabos extras suficientes no tubo para que você possa puxar todo o acessório para fora do nicho e para cima do nível da água quando desejar trocar a lâmpada.

Algumas pessoas utilizam fibras óticas para iluminar suas piscinas ao invés de acessórios incandescentes embutidos. Neste sistema, a fonte de luz real não precisa estar debaixo d´água, portanto você pode esquecer o problema da troca de lâmpadas e dos componentes elétricos à prova d´água.

A bomba

Para a maioria de nós, uma piscina é como um grande buraco no chão. Não vemos as máquinas caras de um sistema de piscina, porque geralmente elas estão escondidas em uma sala de bombeamento. Mas são estas máquinas que fazem a piscina funcionar.

O coração do sistema da piscina é a bomba de água. Em um sistema de bombeamento típico, um motor elétrico gira um propulsor dentro da sala de bombeamento. O propulsor leva a água dos vários drenos através do filtro e de volta para as portas de água.

Piscinas
Canos do dreno principal, escumadeira e portas a vácuo levam ao sistema de bombeamento

Imediatamente antes de fluir para a bomba, a água passa através de uma peneira de metal que pega folha e outras sujeiras que podem obstruir a bomba.

Piscinas
A peneira fica bem à frente da bomba

Em seguida, a água flui para o filtro (ou, nesta configuração, um dos dois filtros). Na próxima seção, você descobrirá o que acontece neste ponto do sistema.

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A peneira removida para limpeza

O filtro

Os filtros deste sistema são filtros de areia de alta densidade. Os filtros de areia consistem em um grande tanque feito de fibras de vidro, concreto ou metal contendo uma fina camada de areia com granulação especial, que possui um formato quadrado.

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Filtros de areia duplos

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Areia de filtro especial

Durante a operação de filtragem, a água suja da piscina entra através do cano de entrada do filtro, que leva à cabeça de distribuição de água dentro do tanque. Enquanto a gravidade puxa a água através da areia, as pequenas partículas de areia pegam qualquer sujeira. No fundo do tanque, a água filtrada flui através da unidade de retenção e para fora através do cano de saída.

Com o tempo, a sujeira coletada na areia diminui o fluxo de água. Medidores de pressão na porta de entrada e saída do filtro dão a idéia do nível de bloqueio dentro da piscina. Se os medidores mostrarem uma pressão maior no cano interno em relação ao externo, você sabe que há muita sujeira na areia. Isso significa que é hora de lavar o filtro.

Para lavar, é necessário ajustar algumas válvulas para redirecionar o fluxo de água. Você deve fechar o cano de retorno que leva à piscina e abrir o cano de drenagem, que leva ao sistema de esgoto. Ajuste uma válvula no filtro para conectar o cano da bomba para o cano de saída e conectar o cano de drenagem para o cano de entrada. Com esse arranjo, a água da bomba é empurrada através da areia, deslocando a sujeira. No topo do tanque do filtro, a água suja flui através do cano de entrada e para dentro do esgoto.

Piscinas
Para redirecionar o fluxo de água para lavagem, é necessário girar grandes alças para ajustar as válvulas de bombeamento.

No lugar de um filtro de areia, alguns sistemas de piscina utilizam um filtro de terra diatomácea ou um filtro de cartucho. No filtro de terra diatomácea, a água da piscina passa através de grades cobertas por terra diatomácea, um pó fino feito dos restos quimicamente inertes e fossilizados de organismos marítimos chamados diátomos. Em um filtro de cartucho, a água suja passa através de um filtro feito de poliéster ou papel corrugado. Em vez de lavar, simplesmente deve-se remover o filtro e esguichá-lo. Depois de alguns anos (geralmente oito), é hora de descartar o filtro antigo e colocar um novo.

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Na maioria das regiões, a lei diz que toda a água da piscina (ou, mais precisamente, o volume equivalente) deve passar através do filtro em uma certa quantidade de tempo (geralmente entre 30 minutos e seis horas). Para a piscina de apartamentos, isso significa bombear 630 mil litros de água através do sistema de filtragem a cada seis horas!

O sistema de bombeamento e filtragem também é conectado a um bueiro ou cano de água municipal para que água fresca possa ser adicionada à piscina. Isto é necessário para substituir a água perdida na evaporação e por meio de água espirrada das bordas ou carregada nos corpos das pessoas e trajes de banho. Quando estiver muito quente e houver muitas pessoas nadando, essa piscina de 630 mil litros pode perder mais de 1.000 litros em um dia.

Química da piscina

O sistema de filtragem da piscina faz o trabalho mais pesado na manutenção da limpeza da água, mas cabe à química fazer o trabalho mais refinado. É importante manipular cuidadosamente o equilíbrio químico em piscinas por diversos motivos:

Patógenos perigosos, como bactérias, presentes na água. Uma piscina cheia de água não tratada pode ser um lugar perfeito para microorganismos portadores de doenças contaminarem as pessoas;

Água com o equilíbrio químico errado pode danificar as várias partes da piscina;

Água com equilíbrio impróprio pode irritar a pele e os olhos;

Água com equilíbrio impróprio pode se tornar turva.

Para se livrar dos patógenos da água, você deve introduzir um agente desinfetante. O desinfetante de piscina mais popular é o elemento cloro, na forma de compostos químicos como hipoclorito de cálcio (um sólido) ou hipoclorito de sódio (um líquido). Quando o componente é adicionado à água, o hipoclorito reage com a água para formar vários elementos químicos, mais notadamente o ácido hipocloroso O ácido hipocloroso mata as bactérias e outros patógenos, atacando os lipídios da parede celular, e destrói as enzimas e estruturas dentro da célula através de uma reação de oxidação. Compostos alternativos, como bromito, fazem basicamente a mesma coisa, com resultados ligeiramente diferentes.

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Um alimentador de hipoclorito automatizado
conectado ao sistema de bombeamento e filtragem

O hipoclorito costuma ser preparado em forma de líquido, pó ou tablete (embora alguns profissionais utilizem cloro gasoso) e pode ser adicionada à água no ciclo. Especialistas em piscinas geralmente recomendam a inclusão após o processo de filtragem utilizando um alimentador químico. Se for adicionada diretamente na piscina, utilizando tabletes nas caixas de escumadeiras, o hipoclorito tende a se concentrar nessas áreas.

Um problema com o ácido hipocloroso é o fato de ele não ser particularmente estável. Ele pode se degradar quando exposto à luz ultravioleta do sol e se combinar com outros elementos químicos para formar novos compostos. Cloradores de piscina freqüentemente incluem um agente estabilizador, como ácido cianúrico, que reage com composto de cloro para formar um composto mais estável que não se degrade tão facilmente quando exposto à luz ultravioleta.

Mesmo com um agente estabilizante, o ácido hipocloroso pode combinar-se com outros elementos, formando compostos não tão eficazes. Por exemplo, o ácido hipocloroso pode combinar-se com a amônia encontrada na urina, entre outras substâncias, para produzir várias cloraminas. As cloraminas não são somente desinfetantes fracos, mas podem irritar a pele e os olhos e possuem um odor desagradável. O cheiro característico e a irritação nos olhos associados às piscinas se devem as cloraminas, não ao ácido hipocloroso comum. Um cheiro forte geralmente significa que há pouca cloro livre (ácido hipocloroso). Para se livrar das cloraminas, é necessário fazer um tratamento de choque na piscina: adicionar uma dose forte de produtos químicos para remover matéria orgânica e compostos químicos nocivos.

A formação de cloramina está relacionada ao segundo maior elemento da composição química da piscina, mantendo o seu pH. Na próxima seção, discutiremos a manutenção do pH.

Nível do pH

O pH da água é uma medida do seu equilíbrio total (ácido-alcalino), ou seja, a proporção relativa de ácidos e alcalinos na água (veja Chem4Kids: ácidos e bases (em inglês) para obter uma descrição de ácidos e alcalinos). Se você colocar água muito ácida ou muito alcalina, obterá reações quimicamente indesejáveis. Se a água for muito ácida, ela corroerá o equipamento de metal e causará causticações na superfície e irritações na pele das pessoas. Se a água for muito alcalina, poderá causar descamação na superfície da piscina e no equipamento de bombeamento, além de tornar a água mais densa. Além disso, a alta acidez ou alcalinidade alteram a eficácia do hipoclorito. O hipoclorito não destruirá os patógenos tão bem se a água estiver muito alcalina e se dissipará muito mais rápido se ela estiver muito ácida.

Na escala de pH, zero indica acidez extrema, 14 indica alcalinidade extrema e 7 indica um estado neutro. A maioria dos especialistas recomenda pH entre 7,2 e 7,8. Para alterar o pH, deve-se acrescentar ácidos ou alcalinos à água da piscina. Por exemplo, a inclusão de carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio (fermento em pó) geralmente elevará o pH e a inclusão de ácido muriático ou bisulfato de sódio diminuirá o pH.

A manutenção do equilíbrio apropriado de elementos químicos na piscina é um processo contínuo, pois qualquer elemento novo, como óleos de bronzeamento, clorina e outras substâncias que caem na água, alteram toda a composição química da água. Além do pH, também é necessário monitorar a alcalinidade total, a rigidez do cálcio e os sólidos dissolvidos totais.

Ao considerar toda a composição química e o maquinário envolvido nas piscinas, fica claro que elas são realmente tecnologias impressionantes. Exige muito trabalho construí-las e mantê-las.

Como o cloro limpa as piscinas?

O cloro é o produto químico mais usado para manter piscinas e jacuzzis livres de bactérias perigosas para os seres humanos.

O cloro mata as bactérias usando uma simples reação química. A solução clorídrica que você coloca na água é quebrada em vários componentes químicos diferentes, incluindo o ácido hipocloroso (HOCI) e o íon hipiclorito (OCl). Ambos matam microorganismos e bactérias atacando os lipídios das célula, deixando-as oxidadas e inofensivas. A diferença entre o HOCl e o OCl é a velocidade em que oxidam. O ácido hipocloroso é capaz de oxidar o organismo em alguns segundos, enquanto o íon hipoclorito pode levar mais de meia hora.

Os níveis de HOCl e OCl- com os níveis de pH da piscina. Se o pH estiver muito elevado, não há muito HOCI presente na água e levará muito mais tempo do que o normal para limpar a piscina. O ideal é que o nível do pH da piscina esteja em torno de 7 a 8; 7,4 está ótimo - este é o pH da lágrima humana. Quando o HOCI e o OCI estão limpando a piscina, ambos combinam com outro químico, assim como a amônia, ou se quebram em vários átomos. Qualquer um desses processos deixa o cloro inofensivo. A luz do sol aumenta a velocidade deste processo. É necessário ficar adicionando cloro à piscina enquanto ele é quebrado.

Enquanto as propriedades que matam bactérias do cloro são muito úteis, o cloro também possui alguns efeitos colaterais que podem ser prejudiciais aos humanos, e possivelmente até mesmo causar danos. O cloro possui um cheiro muito distinto que a maioria de nós acha desagradável, enquanto alguns acham irresistível. Há também o "fator coceira" - o cloro pode causar certas irritações ou coceiras na pele. O íon hipoclorito faz com que vários tipos de tecidos se desintegrem facilmente se não forem lavados imediatamente após sair da piscina. É por isso que seu traje de banho parece tão opaco e usado no início do verão.

Quantidades extremamente altas de gás clorídrico pairando sobre sua piscina podem ser prejudiciais à sua respiração. Algumas empresas desenvolveram alternativas para o cloro, incluindo outro químicos e geradores iônicos. Algumas dessas alternativas são boas, mas elas não conseguem a limpeza, nem os níveis de oxidação e nem o baixo custo que o cloro fornece.

Fonte: www.casa.hsw.uol.com.br

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A Origem da Piscina

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As primeiras piscinas construídas foram de utilização comercial e surgiram no final do século 18 e começo do século 19. As primeiras piscinas públicas registradas estavam na Europa, entre os anos de 1761 e 1781. A adaptação das piscinas comerciais para as residenciais vem de vários fatores. Tudo pode ter surgido do desejo de se adaptar uma nova forma de lazer para os hábitos de higiene.

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O desejo de tornar um simples banho em nado resultou na evolução desse uso da água em residências. As piscinas, então se tornaram uma solução prática e também uma nova forma de decoração em residências. Na época do cristianismo, piscinas eram utilizadas para rituais de batismo, onde pessoas eram mergulhadas nesses recipientes, para purificação. Sem se importar com sua origem religiosa, quando as piscinas tornaram-se um elemento enriquecedor na vida do homem, o mercado norte-americano começou a lançar produtos específicos, dando início a um mercado que cresce a cada dia. A evolução da piscina deu-se também pela evolução do nado.

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A criação dos estilos nadar (crown, borboleta, costas, peito) deu à piscina a importância de ambientes para o aperfeiçoamento desses estilos, necessitando que as piscinas fossem construídas com tamanhos cada vez maiores e por consequência, com estruturas reforçadas.

Outro fator para o crescimento dessa febre que se tornou mundial foi a sensação de status aos que construíam em sua casa. O fato de ter uma piscina particular tornava seus donos mais importantes perante seus amigos e mesmo sua família. A moda de se ter uma piscina em casa veio, a princípio, da Costa Leste, mudando-se depois para Los Angeles, que espelhando no glamour de Hollywood, rapidamente se tornou a "capital mundial das piscinas".

Com o passar do tempo, os investimentos em tecnologia e principalmente a necessidade de atender consumidores cada vez mais exigentes, as piscinas ganharam mais atrativos, exigindo de arquitetos e de fabricantes de produtos para piscina um maior investimento em tecnologia e a criação de novas técnicas para construção. Hoje, o surgimento de uma infinidade de produtos para construção e manutenção além de produtos para lazer e decoração na piscina, possibilitou a realização de qualquer sonho de ter uma piscina em casa. Além disso, a piscina se tornou um ambiente com uma infinidade de opções para lazer e relaxamento.

Como, por exemplo:

Escada interna de alvenaria, que facilita o acesso à piscina,

Bar molhado, que oferece aos usuários da piscina a comodidade de tomar um drink ou bater um papo sem sair da água.

Fonte: www.shoppingdaspiscinas.com.br

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Piscinas de Concreto

As piscinas de concreto podem ser revestidas com azulejos, pastilhas de vidro, pastilhas de porcelana ou qualquer outro material cerâmico são executadas obedecendo as rígidas normas de Engenharia. Executamos em qualquer formato, dimensões e em qualquer tipo de terreno.

A estrutura é executada em concreto armado maciço, com ferragem dupla no piso, parede e borda formando uma peça monobloco, oferecemos garantia completa tanto na construção como nos equipamentos.

Conheça abaixo alguns modelos de piscinas de concreto:

Piscinas

Piscinas

Piscinas

Piscinas

Piscinas

Piscinas de Vinil

As nossas piscinas de vinil apresentam mais essa vantagem, podem ser feitas em qualquer formato, acrescentando-se ainda spas, prainhas, escadas de alvenaria com hidromassagem e cascatas.

Veja os exemplos abaixo, e escolha o que há de melhor em Piscina de Vinil.

Piscinas

Piscinas

Piscinas

TIPOS DE PISCINAS

A construção de piscinas deve ser estudada caso a caso, pois depende de inúmeros fatores tais como: capacidade de suporte do terreno, dimensões,tipos de materiais a serem empregados, tipo de acabamento etc., que envolvem cuidados especiais, para evitar problemas futuros.

É impossível a apresentação de um projeto padrão, sendo recomendável procurar um profissional especializado no assunto.

Piscina de Alvenaria Estrutural

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A piscina de alvenaria é construída com blocos estrutural, pilarete e cinta de amarração para dar resistência. O fundo é feito com concreto. Este tipo de construção exige uma impermeabilização antes da aplicação do azulejo ou pastilha. A ilustração mostra apenas a estrutura da piscina, sem fundações, mas é bom lembrar que, dependendo do terreno, ela é necessária. No litoral e em áreas ribeirinhas, é preciso construir uma laje de fundo maior do que o fundo da piscina, para suportar a pressão do lençol freático, que é alto nessas regiões.

Piscina de Concreto Armado

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O concreto armado requer mão-de-obra especializada: um marceneiro para fazer a fôrma de madeira, um bom ferreiro para executar corretamente as ferragens, além de pedreiro e serventes. Assim como a piscina de alvenaria estrutural, precisa de impermeabilização antes da pintura (com epóxi ou borracha clorada) ou do assentamento de azulejos.

Piscina de Fibra

Piscinas

A piscina de fibra de vidro, como a de vinil, tem a vantagem da rapidez de instalação. Cada revendedor tem um sistema de instalação. Há aqueles que executam uma obra reforçada: além do fundo de concreto, fazem uma parede de contenção. Alguns fazem o fundo com concreto, colocam a piscina e preenchem os espaços laterais com terra ou areia, dependendo do tipo de terreno e do fabricante. A casa de máquinas podem ser de fibra (geralmente pequena) ou construída com alvenaria.

Piscina de Vinil

Piscinas

Normalmente estas piscinas são construída com blocos e laje no fundo. Os dispositivos de retornos, ralo de fundo e aspiração possuem flange especiais para instalação do vinil. As paredes internas recebem um acabamento de cimento fino e na parte superior é colocado o perfil onde é encaixado o bolsão de vinil fabricado na medida correta da alvenaria. A instalação fica perfeita com a total aderência do bolsão após o completo enchimento com água.

Atenção aos preços

Os custos variam de acordo com o serviço prestado pelas construtoras e pelos revendedores. Antes de fechar negócio, peça para que todos os itens incluídos seja especificado — normalmente, os materiais de construção e os de elétrica e hidráulica ficam de fora. Outro ponto importante é o frete, não incluso nos preços. Isso significa que, quanto mais longe você estiver da empresa, mais cara será a piscina.

A escolha certa. Piscina de concreto, vinil ou fibra de vidro?

Conheça e compare o tipo de piscina mais adequado para o seu terreno, bolso e gosto

As piscinas estão mais populares. Ter uma no quintal de casa, hoje em dia, é mais fácil e mais barato do que se imagina. A evolução tecnológica trouxe novos materiais - o vinil e a fibra de vidro – que reduziram em 70% o custo do produto. Além disso, ainda foram criadas facilidades de pagamento: é possível fazer financiamentos de até 12 prestações. Por conta disso, o perfil do consumidor mudou e as piscinas não são mais privilégio das classes sociais altas.

De qualquer maneira, antes de escolher entre um tipo e outro, é preciso certificar-se do espaço disponível no terreno, do quanto se pretende gastar e do tempo necessário para a sua construção. Lembre-se que o prazo de instalação varia de acordo com tamanho, formato e material de que é feita a piscina.

As de fibra de vidro ou de vinil saem mais em conta do que as de concreto, porém os modelos de fibra levam vantagem no tempo de instalação. Já as de concreto e vinil não têm limitações de formato ou tamanho. A escolha, entretanto, depende de cada situação.

Segundo os especialistas qualquer um dos tipos, desde que sejam tomados cuidados freqüentes de manutenção, podem durar por tempo indeterminado. Conheça melhor cada um deles:

Concreto

Os modelos desse material chegam a custar até três vezes mais que os outros e levam mais tempo para ser construídos. Mas, em compensação, podem ter a forma e o tamanho desejados. Quando bem feita, a piscina de concreto dura por tempo indeterminado sem apresentar nenhum problema. Contudo, se não for construída adequadamente, os reparos são mais caros e complicados. Seu prazo médio de instalação: no mínimo 45 dias.

Vinil

Com base de alvenaria e revestida por um filme de PVC com espessura que varia de 0,6 mm a 0,8 mm, a piscina de vinil, assim como a de concreto, também pode ser feita no formato e tamanho que o proprietário quiser. Por outro lado, esse tipo de revestimento está sujeito a cortes acidentais, causados por objetos pontiagudos. Se isso ocorrer, entretanto, os especialistas garantem que o reparo é bastante simples e pode ser feito mesmo debaixo d’água.

Encontrada em várias estampas - inclusive nas que imitam pedras, mosaicos e azulejos, esse tipo de piscina precisa, em média, de 10 a 15 dias para ser instalada. Com os devidos cuidados e manutenção ela dura até 10 anos. Detalhe: a substituição do revestimento se necessário pode ser feita após esse período onde a piscina volta a ser como recém instalada.

Fibra de vidro

Mais barato e mais rápido de instalar, esse tipo possui algumas restrições de formato e transporte. Os modelos e tamanhos são pré-definidos pelo fabricante e a instalação se torna inviável em terrenos ou locais de difícil acesso, como coberturas de edifícios.

Apesar de amplamente comercializada, pode, com o tempo, apresentar bolhas ou fissuras no material. Mas, segundo os fabricantes, além de muito raros, esses problemas são facilmente remediados. Em geral, se forem feitas manutenções regulares e adequadas, as piscinas de fibra mantêm suas características originais por um período de até 10 anos. Uma dica: antes de comprar, verifique a espessura da fibra e opte sempre pela mais grossa. O prazo médio de instalação é de 7 a 10 dias.

Na hora da construção...

Em primeiro lugar, esteja atento para que a piscina seja construída em um local de boa insolação. Em geral, as empresas do setor se encarregam de todas as etapas da obra. Isso inclui, na maioria dos casos, escavação do terreno, construção da caixa de alvenaria, um metro de contrapiso rústico em volta da piscina, kit de aspiração, filtro e motor de bomba instalados.

Não estão incluídos nos orçamentos serviços de terraplenagem, remoção de terra escavada e água. Só para você saber: uma piscina de 4 m x 8 m com 1,30 m de profundidade despende em torno de 400 reais pelo caminhão-pipa. Isso considerando um preço de 9 a 10 reais por m³ de água.

Algumas questões importantes: antes de definir a compra, visite uma piscina já construída pela empresa. Não deixe de exigir garantia. E, para evitar golpes e calotes, consulte a Associação Nacional dos Fabricantes de Piscinas e Produtos Afins (ANAPP) e o Procon.

Cuidados necessários

Ao lidar com produtos químicos, use luvas e óculos de proteção.

Armazene os produtos em local arejado e longe de crianças e animais domésticos.

Sempre respeite as dosagens recomendadas pelos fabricantes.

Tome muito cuidado com embalagens com vazamento. Retirar imediatamente do local. Não reaproveitar material que escapou da embalagem.

Alguns produtos químicos não devem ser misturados. Observe o tópico abaixo.

Mistura perigosa

Observe atentamente os ingredientes ativos do cloro usado, e das outras substâncias do tratamento químico da piscina. Apesar da semelhança aos olhos, cloro com ingredientes ativos dicloro ou tricloro não pode ser misturados ao cloro que tem hipoclorito de sódio ou cálcio - em hipótese nenhuma. Quando entram em contato, estas substâncias provocam explosão, e liberam gases tóxicos que podem provocar queimaduras. Cuidado tanto na piscina quanto na armazenagem.

Do mesmo modo, o hipoclorito de cálcio não deve ser adicionado na piscina no mesmo dia que o redutor de pH, algicidas e estabilizadores.

Redutor de pH e algicida também não devem ser misturados com produtos que contêm dicloro e tricloro.

Cobertura

É interessante providenciar uma cobertura de lona ou outro material, para quando a piscina estiver fora de uso. Isso diminui drasticamente a perda de água por evaporação.

Como estas coberturas são presas à borda por pinos e cordas, também evitam a queda de crianças na água.

Não permitir acúmulo de água e sujeira em lonas de cobertura. Evitar também jogar este material na própria piscina.

Bronzeador/ filtro solar

Afixar cartaz para os banhistas retirarem o excesso destes produtos antes de entrar na água.

Algumas marcas de filtro solar não saem na água; estas não têm problema para a piscina.

O bronzeador ou filtro solar presentes na água dificultam o tratamento químico.

Podem provocar incrustações e corrosões no equipamento de filtragem.

Também podem provocar irritações alérgicas nos banhistas.

Nunca abandonar a piscina

É muito perigoso deixar a piscina sem tratamento por mais de um mês. A água torna-se um foco de doenças inclusive para quem não entrar nela: a dengue, por exemplo, é transmitida por um mosquito que se reproduz em águas paradas. O equipamento de filtragem pode sofrer avarias, quanto mais tempo ficar inativo.

Mesmo em períodos de pouco uso, e inclusive quando a piscina tem cobertura de proteção, é preciso tratar a água e realizar filtragem. Nesses períodos, o que se pode fazer é diminuir a freqüência.

Nunca esvazie a piscina. Isso pode até comprometer sua estrutura. Se for absolutamente necessário realizar a operação, consulte o fabricante para fazê-lo de modo seguro.

Piscina na sua casa: uma opção que deve ser muito bem pensada

Antes de mais nada, é preciso de espaço. Maior ou menor, você é quem vai definir, de preferência junto com seu arquiteto. É importante que esteja em um local do terreno que tome sol na maior parte do tempo. Ter uma piscina em casa traz muitas vantagens: além de ser uma ótima opção de lazer, é sinônimo de conforto. Pode ser utilizada, também, como área de esporte. No entanto, uma piscina bem cuidada exige manutenção constante. Você precisa definir com que freqüência poderá desfrutá-la, para saber se vale a pena ou não.

Regiões quentes, com sol abundante na maior parte do tempo, são locais convidativos para se desfrutar constantemente de uma piscina. Seu estilo de vida também conta muito – sem dúvida, é preciso disponibilidade. A piscina, por definição, é uma estrutura para conter água e deve possuir os equipamentos e sistema hidráulico que garantam o tratamento da água, para que possa ser utilizada para os fins a que se destina. Assim, é indispensável contar com o apoio de especialistas, para garantir as instalações hidráulicas e dos equipamentos adequados. Isso entendido, é preciso escolher dentre as diversas opções e tipos de piscina.

Opções e tipos de piscinas

Quanto ao formato

As piscinas podem ser:

Retangulares
Quadradas
Ovais
Redondas
Irregulares ( curvas, em "L", e vários outros formatos que você imaginar! )

Para saber qual o seu tipo ideal, primeiro você precisa saber como e porque você e sua família vão utilizar a piscina. Se pretendem praticar esportes, prefiram as regulares, que não prejudicam o nado. Piscinas que serão utilizadas especialmente nas horas de lazer, podem ter formatos bastante diferenciados, inclusive áreas sombreadas com bancos dentro da própria piscina. A integração com o projeto arquitetônico e paisagístico também é importante. Praticidade e funcionalidade são outros aspectos a serem levados em consideração.

Quanto à estrutura

Existem diversas opções no que diz respeito à estrutura, veja algumas:

De concreto com azulejos, pastilhas de vidro ou porcelana

De alvenaria com azulejos, pastilhas de vidro ou porcelana

De concreto pintado

De vinil

De fibra

A escolha do tipo de piscina vai depender do seu orçamento e expectativas. As de vinil e de fibra, por exemplo, são geralmente mais baratas que as de concreto. No entanto, exigem maior conservação e têm menor durabilidade. O tempo, por exemplo, pode enfraquecer a cor original da piscina. São encontradas em modelos já prontos, pré-moldados. Já as de concreto podem ser concebidas em praticamente qualquer tamanho, profundidade e formato.

Quanto à cor da piscina

A cor utilizada no revestimento da piscina interfere diretamente na cor da água. Piscinas com água igualmente bem tratada diferem quanto à cor justamente por esse motivo. É aconselhável o uso de cores mais claras, para ajudar na iluminação da piscina, tornando-a mais clara e iluminada.

Quanto aos equipamentos

Os equipamentos podem ser classificados de acordo com a sua função. Imprescindíveis são aqueles que dizem respeito ao tratamento da água, a moto-bomba e o filtro. O ideal é construir um espaço reservado, ventilado, próximo à piscina, de fácil acesso e que não permita a entrada de água da piscina ou de chuva. Se quiser, pode providenciar sistema de aquecimento para a água. Isso garante um maior conforto aos usuários.

Outras opções são a hidromassagem e chafarizes, cada vez mais presentes nas piscinas. Existem, por exemplo, vários sistemas de hidromassagem, para serem utilizados em pé ou sentado.

Quanto ao material utilizado nas bordas da piscina

Podem ser usados diversos materiais. O mais importante é que sejam anti-derrapantes. Isso é essencial para evitar acidentes. Pedras são uma boa opção, mas não devem ser polidas. São muito comuns as pedras mineiras e granitos flameados ou apicoados. Construir decks de madeira também são uma opção para áreas adjacentes. No entanto, você precisa estar consciente que, devido à ação da água, esse material se deteriora facilmente e exige manutenção e cuidados constantes.

Para definir o tipo de piscina mais adequado à sua casa, a você e sua família o ideal é considerar praticidade, funcionalidade, visual e custos em relação à todos os aspectos apresentados. Somente assim, você poderá tomar uma decisão mais acertada.

Piscinas de Fibra.

As Piscinas de Fibra de Vidro vêm em formatos pré-moldados, devem ser escolhidas de acordo com o espaço disponível de cada um.

É necessário executar uma estrutura de concreto leve no fundo, logo após seguem-se a construção de uma caixa de contenção ao redor da Piscina, sendo que os espaços entre a piscina e a caixa são preenchidos com areia, formando uma espécie de berço que acomodará o casco da Piscina.

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Fonte: www.casaamarelapiscinas.com.br

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A Sol & Ar Mundo Água oferece diferentes configurações de refletores com leds para a iluminação multicolorida. O destaque fica por conta dos Waterleds, um conjunto de equipamentos que inclui os refletores, fontes de potência, placas de conexão, painel de controle e controle remoto que juntos são a melhor solução para a iluminação da sua piscina.

Aproveite esta nova tecnologia, equipe sua piscina e passe a usufruir da mais rica experiência de iluminação. A cada momento, varie entre as inúmeras cores ou os mais inovadores efeitos de iluminação.

Aplicação dos refletores Leds para Piscina

Os refletores de Leds são indicados para a iluminação de piscinas de fibra, vinil ou azulejo: Incorpore esta idéia desde a fase de projeto e conte com nossa experiência para a especificação da melhor solução. Podemos até mesmo construir sua piscina. Agora, se você já tem uma piscina pronta e equipada com refletores comuns que usam lâmpadas dicróicas saiba que com alguma intervenção somente na parte elétrica e esvaziar a piscina é possível substituir seu sistema de iluminação antigo por este nova tecnologia.

Características e principais componentes para iluminação

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Refletores: Disponíveis em 2 acabamentos com espelhos brancos ou cromados, combinam três leds de potência, pelo sistema RGB (Vermelho, Verde e Azul), formando as mais variadas nuances de cores. Cada refletor ilumina de 6 até 10 m2 da sua piscina.

Painel de Comando: Poderos, simples e intuitivo, o painel de controle oferece acesso direto às principais cores, programas e funções dos refletores com leds. Utilize somente um painel de comando por piscina, ganrantindo assim o sincronismo perfeito dos programas de iluminação, independente da quantidade de refletores ou tamanho do seu projeto.

Controle Remoto opcional: Quase todos os recursos oferecidos no Painel de Comando, opcionalmente, poderão estar sempre a mão através de um controle remoto. Atenção: O controle remoto não é a próva d'água.

Fontes de Potência: Cada fonte de potência pode atender a um conjunto de até 7 refletores para iluminação. Em piscinas maiores, várias fontes podem ser interligadas para atender a um número bem maior de refletores. Consulte.

Equalizador Equabright: Para cada refletor é necessária uma placa de conexão Equabright. Esta placa facilita sua instalação além de garantir o equilíbrio da intensidade e tonalidades de cores utilizados no projeto iluminação da piscina.

Fonte: www.mundoagua.com.br

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Uma piscina (do latim piscina, derivado de piscis "peixe") é um tanque de água próprio para natação, mergulhos, saltos ornamentais e outras práticas desportivas, como, por exemplo, pólo aquático e hidroginástica, ou simplesmente para recreação. Geralmente é equipada com uma estação de tratamento de água própria para piscinas.

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Doenças

Existem diversos problemas de saúde associados ao uso de piscinas, que aparecem quando o tratamento da água não é feito de maneira adequada, os mais comuns são: pé de atleta, dermatites, micoses, conjuntivites, hepatite e inflamações nos ouvidos, nariz e olhos.

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Parâmetros de controle da água

Alcalinidade: a alcalinidade ideal é de 80 a 120 mg de CaCO3 por litro. Se for maior que 150 mg causa incrustações.

pH: o pH ideal deve estar entre 7,2 e 7,6. Se for menor que 7,2, é irritante aos olhos e à pele, ocorre uma demanda maior de cloro e favorece a corrosão. Se for maior que 7,6, confere uma maior turbidez a água e também aumenta o consumo de cloro.

Turbidez: é causada pela ausência ou uso ineficaz do filtro(recomenda-se que filtre a piscina o tempo indicado pelo fabricante do filtro, mas em geral filtra-se de 4 a 6 horas por dia), por um pH fora da faixa ideal, ou pelo uso errôneo de produtos químicos.

Temperatura: é indicada a temperatura de 24°C para adultos e 26°C para crianças de até 5 anos. Acima de 29°C causa desconforto e favorece o crescimento microbiano.

Controle bacteriológico: contagem geral de bactérias e de coliformes.

Fonte: www.pt.wikipedia.org

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Manutenção da Piscina

A correta manutenção da piscina passa pela medição dos níveis de ph e de alcalinidade. Com esses procedimentos a piscina estará dentro dos padrões corretos e lhe proporcionará uma água limpa, cristalina e saudável.

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Para obter e manter uma água limpa e cristalina há alguns fatores essenciais que precisam ser entendidos, os quais são chamados tanto de tratamento físico quanto tratamento químico.

Quanto ao tratamento físico são esses os procedimentos: a piscina deve ser filtrada diariamente de 6 a 12 horas (ou de acordo com as instruções do fabricante do filtro). Deste modo os produtos químicos adicionados à piscina funcionam de maneira eficaz. Outra característica muito importante da filtração é que ela remove as impurezas da água como sujeiras, folhas e algas que, quando combinadas, reduzem a ação dos produtos químicos.

Ao limpar a área ao redor da piscina é preciso varrer sempre no sentido oposto, o que evitará que a sujeira caia dentro da água e, conseqüentemente, prejudique seu tratamento. Quando necessário, escovar as paredes da piscina com produtos destinados a esse fim. Nunca utilizar palhas de aço, escovas metálicas e esponjas abrasivas.

Na limpeza das bordas, a recomendação é limpar com uma esponja macia e não abrasiva, em seguida esfregando as áreas a serem limpas até a remoção da sujeira. Depois e só enxaguar essas áreas com a própria água da piscina.

Para realizar um tratamento químico eficaz algumas medidas devem ser tomadas como deixar a água da piscina saudável, e se necessário medir basicamente, três elementos:
Alcalinidade Total: medir uma vez por mês (Alcalinidade total = Concentração de sais, bicarbonatos e hidróxidos, que vão capacitar a água a resistir as variações do ph. Deve ficar na faixa de 80 a 120 ppm (partes por milhão). Depois de ajustar a alcalinidade total, deve-se cuidar do ph.

PH: medir todos os dias - Ph (potencial de hidrogênio). Sua escala varia de 0 a 14. Na piscina deve ser mantido nos níveis de 7.2 a 7.4. Quando o ph estiver baixo, ou seja, menor de 7.2 pode causar irritação na pele e nos olhos, corrosão de equipamentos. Para subir o ph use um elevador de ph. Já quando o Ph estiver alto, acima de 7.4, há a redução da eficácia do cloro e deixa a água turva e causa também irritações. Dessa forma podem aparecer incrustações brancas nos revestimentos. Para reduzir o ph o aconselhável é a utilização de um redutor de ph.

CLORO LIVRE: deve ser medido diariamente. Sua faixa ideal fica em torno de 1 a 3 ppm (partes por milhão). É ele que previne a transmissão de infecções e elimina odores da água.

A freqüência dos produtos químicos para a manutenção da piscina é a seguinte: cloro Granulado - 4 gr/m3 (dia sim, dia não sempre a noite).

Há, no mercado, empresas que trabalham exclusivamente no segmento de tratamento de água de piscinas, e também com equipamentos e utensílios para a correta limpeza da piscina.

Faça o check-list de sua piscina.

1. Nível da água: Aproximadamente 10 cm da borda da piscina. Caso tenha SKIMMER o nível da água deve ficar na metade da coadeira.

2. Borda: Limpe semanalmente para evitar acúmulo de sujeira.

3. Produtos: Verificar falta de produtos para tratamento de água.

4. Controle semanal de pH, cloro e alcalinidade (estojo de testes).

5. Aspirador em boas condições: Verifique se não existem rasgos ou avarias que deixem o ar entrar ou escapar.

6. Mangueira: Veja se não está furada, rasgada, etc.

7.Cabo telescópio: Jamais use sem algum acessório na ponta, aspirador, rede e escova.

8.Escova: Verifique se não possui pontas que possam danificar a piscina.

9. Ponteiras da mangueira: Certificar se não existem rasgos ou avarias que deixem o ar entrar ou escapar.

10. Adaptadores: Para melhor rendimento, verifique se não existem quebras ou desgaste da rosca.

11. Filtro: Limpe a areia do filtro sempre que a pressão interna ultrapassar 1,5 Kg/cm2, evitando assim que a sujeira retorne à piscina.

12. Alavanca da válvula seletora: O encaixe das posições deve ser perfeito para evitar a perda de água pelo esgoto. Se o vazamento continuar, poderá ser o desgaste interno da válvula.

13. Registros: Verifique se existem vazamentos, se fecham ou abrem por completo. Isso evita estrangulamentos que prejudicam o funcionamento Filtro/Bomba.

14. Bomba: Certifique-se que não existem vazamentos em nenhum ponto da bomba/motor. Limpe o cesto do Pré-Filtro toda vez que aspirar a piscina, para que o mesmo não trabalhe com sujeiras que possam obstruir a passagem da água.

EQUIPAMENTO

O equipamento de uma piscina é fundamental para limpeza física da água. Após a elaboração do projeto da piscina e de conhecimento do volume de água a ser tratada, compre um conjunto filtrante (Filtro e Bomba) com uma vazão de filtração compatível com o volume total de água da piscina. Normalmente para piscinas residências os fabricantes especificam filtros com capacidade de filtrar o volume da piscina em 8 horas, para piscinas publica é indicado filtrar todo o volume da piscina em 6 horas.

Ex: Piscina Residencial de 50 m3 = 50.000 litros

A capacidade do filtro tem que ser de 6.250 Litros/hora. 6.250 litros x 8 horas = 50.000 litros.

Os filtros mais comuns encontrados no mercado são de alta vazão e usam como elemento filtrante areia especial. Filtros de cartucho possuem uma capacidade maior de retenção mas exigem uma freqüência maior de limpeza. Algumas empresas já dispõe deste produto para comercialização.

No filtro de alta vazão com areia é importante fazer a lavagem do elemento filtrante (retrolavagem) sempre que a pressão interna for superior a 1,5 Kg/cm2. Esta pressão é indicada no manômetro da válvula. Projete a casa de máquinas com tamanho ideal para instalação do equipamento, que seja arejada e se possível com a possibilidade de guardar acessórios e produtos. É importante a existência de um ralo para drenagem se por ventura ocorrer um vazamento.

Numa piscina convencional usa-se dois dispositivos de retorno, um dispositivo de aspiração, um skimmer (Coadeira de superfície) e um ralo de fundo. Para uma maior eficiência do equipamento os dispositivos de retorno devem ficar do lado oposto ao Skimmer e ralo de fundo. O dispositivo de aspiração geralmente esta localizado na distancia média do comprimento da piscina, este procedimento permite uma melhor recirculação da água, já que a pressão que sai dos dispositivos de retorno empurram a sujeira para o skimmer e ralo de fundo facilitando a limpeza e proporcionando economia de produto e material de instalação.

Para piscinas residenciais os equipamentos e os dispositivos são dimensionados para receber uma tubulação de 50mm Plástico. É importante evitar o maior numero de curvas possível, pois este procedimento causa perda de vazão.

Nunca use tubos e conexões com medida inferior as recomendadas pelo fabricante dos equipamentos.

ACESSÓRIOS

Os acessórios auxiliam no trabalho de limpeza física da água. Abaixo relacionamos os acessórios básicos para manutenção de uma piscina residencial:

Cabo de Alumínios
Rodo aspirador
Mangueira Flutuante
Ponteiras para Mangueira
Escova de Nylon
Escova de Aço
Adaptador de Aspiração
Peneira Cata Folha

Equipamentos de segurança também é recomendado para aplicação de produtos químicos.

Óculos
Luvas
Recipiente

Equipamentos e acessórios são facilmente encontrados em lojas especializadas, peça orientação ao profissional no momento de sua compra.

SISTEMA HIDRÁULICO

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1 - Registro do Ralo de Fundo

2 - Registro do Dispositivo de Aspiração

3 - Ralo de Fundo

4 - Dispositivo de Aspiração

5 - Dispositivos de Retorno

6 - Tubulação de Retorno ( Água Filtrada)

7 - Tubulação do dreno de fundo

8 - Tubulação do dispositivo de Aspiração

9 - Registro da Coadeira de Superfície (Skimmer)

10 - Registro do Retorno

11 - Registro do Dreno

12 - Skimmer

Piscinas Tratada com Hipoclorito de Cálcio

A água da piscina deve ser constantemente tratada, receber cloro, porque este se decompõe com o sol ou a sua quantidade vai se reduzindo conforme a freqüência e intensidade de utilização da piscina. Chuvas fortes, condições climáticas, e o próprio asseio e condições de higiene dos banhistas também interferem na quantidade de cloro presente na água. Por isso, é recomendado fazer uma supercloração – de 10 a 15 ppm (partes por milhão) – depois de chuvas fortes, utilização intensa e a cada quinze dias no verão para piscinas com grande quantidade de contaminantes (águas constantemente limpas e tratadas podem receber de 5 a 10 ppm a cada 15 dias ou sempre que necessário).

É preciso, ainda, fazer com que o cloro na água permaneça sempre na faixa entre 1 e 3 ppm (isto é o que chamamos de residual de cloro livre). O tempo todo. Isso é que vai garantir a sua saúde e de sua família. Supondo que você tenha feito a supercloração na água e algum tempo depois verifique (com o auxílio do kit para medição de cloro, à venda nas casas de produtos para piscina) que o residual do cloro está abaixo de 1ppm. Você adiciona mais cloro e algum tempo depois ou no dia seguinte verifica que novamente está abaixo de 1ppm. Se esse problema persiste – você clora a água e sempre o cloro depois de algum tempo ou no dia seguinte está abaixo de 1 ppm –, é porque você precisa realmente ter um cuidado extra.

Existe à venda nas casas de produtos para piscina o estabilizador de cloro. Como a maior parte do cloro adicionado à água é consumido pelos raios ultra-violetas do sol, o uso de um estabilizante de cloro pode melhorar muito esse problema. Além de economizar cloro, você ainda não corre o risco de ficar constantemente com o residual de cloro livre abaixo, o que daria margem ao aparecimento de algas, fungos, bactérias e outros microorganismos ou mesmo com água turva após chuvas, etc.

Abaixo segue uma tabela com todo o procedimento para manter sua piscina cristalina e segura para banho.

Freqüência

Ação

Todo dia

Filtragem
De 4 a 8 horas, de acordo com instruções do fabricante do filtro e após os tratamentos, quando for o caso.

A cada dois dias

Controle do cloro
Aplicar à noite, para evitar evaporação. Em piscinas de vinil ou fibra, diluir o cloro antes em um balde com água da piscina. Na manhã seguinte, medir a proporção de cloro livre, que deve estar entre 1 e 3 ppm. Acima e abaixo destes níveis, o uso da piscina deve ser suspenso, pois o cloro deve estar disponível para combater substâncias que venham a aparecer, criando uma barreira contra microorganismos que podem transmitir doenças. Em quantidades excessivas pode causar irritações nas mucosas dos banhistas.

Duas vezes por semana

Controle do pH
O pH da água deve ficar entre 7 e 7,4 medido por fita de teste ou kit colorimétrico. Corrigem o pH, os Redutores (ou Barrilha Leve) e os Elevadores de pH (ou Sulfato de Alumínio). Deve ser feito antes de qualquer tratamento químico, exceto nos dias em que forem adicionados à agua produtos com hipoclorito de sódio, dicloros e tricloros. O pH fora do padrão causa irritações nos olhos e pele dos banhistas, danifica o equipamento de filtragem e tira a eficiência do cloro. Repetir o processo se não funcionar.

Uma vez por semana

Aspiração
Usar a opção "filtrar" quando houver pouca sujeira; para limpeza mais potente, selecione "drenar". Não usar o cabo diretamente, sem algum acessório na ponta, para evitar danos no revestimento do fundo da piscina.

Uma vez por semana

Limpeza das bordas
Usar escovas de cerdas macias ou a parte macia de esponjas de cozinha. Não usar palha de aço ou esponjas ásperas. Usar produtos de limpeza que específicos para piscina ("limpa-bordas"), pois outros contaminam a água. Nunca varrer a sujeira do chão próximo da piscina para dentro da água.

Uma vez por semana

Retrolavagem do filtro
Dura 5 minutos. Necessária para manter as boas qualidades do equipamento, livrando-o de resíduos filtrados. A água vai para o esgoto. Após retrolavar, o processo de enxágüe deve ser feito durante 1 minuto para evitar que a água suja volte para a piscina.

Uma vez por semana

Algicida
É usado para eliminar algas. Não usar no mesmo dia da cloração.

Uma vez por semana

Controle da alcalinidade
Medir com fita de teste ou kit colorimétrico. Deve ficar entre 80 e 120 ppm. Para corrigir, usar "elevador de alcalinidade" e "redutor de pH". O controle da alcalinidade é importante para manter o nível do pH estável. Alcalinidade fora dos padrões danifica o equipamento. Além disso, índices altos causam turbidez na água.

Uma vez por mês

Supercloração
Necessária em períodos de muito uso da piscina e após períodos de muita chuva, por causa do acréscimo de água não tratada, e de todas as impurezas que ela traz. A piscina só deve voltar a ser usada quando o cloro livre voltar para os padrões usuais (1 a 3 ppm).

Quando necessário

Clarificação e decantação
Realizar a operação após controle da alcalinidade e do pH. Quando a água continua turva, deve-se fazer a clarificação. Durante a filtragem, adicione Clarificador (também é usado Cal Hidratado), que se combinará com as impurezas e se depositará no fundo da piscina. Em casos mais críticos, será necessário aspirar o fundo. Se não houver muita sujeira acumulada, a própria filtragem elimina as impurezas depositadas pelo tratamento químico.

Fonte: www.piscina.com.br

Piscinas

Cascata para Piscina

Sempre que imaginamos uma fabulosa piscina, nela está incluída uma cascata, a cascata é um dos maiores diferenciais de uma bela piscina, agrega destaque, relaxamento e charme para sua propriedade; tem efeito sonoro, um jato massageador, e pode ser usada como ducha.

Além disso, colocar uma cascata, trazendo som e movimento para sua piscina, não é apenas luxo, tem um efeito terapêutico e relaxante para as pessoas que utilizam a piscina.

Há uma grande variedade de tamanhos e modelos, diferentes tanto em comprimento quanto altura. Para cada tipo de piscina existe uma cascata mais adequada.

Tipos

Cascatas de Aço Inox:

Alguns modelos podem ser fixados no chão, outros embutidos em parede rente à piscina. Existem diversos modelos e tamanhos, e podem ser usado como ducha. O Aço Inox deve ser de qualidade, e necessita de manutenção periódica. Consulte uma empresa especializada para saber se você precisa do tipo de inox mais resistente ou não.

Cascatas de Alvenaria ou com pedras artificiais:

No caso das de pedras artificiais, os clientes podem escolher a cor da pedra para combinar com o restante do ambiente. Dependendo do tamanho, é necessário ter uma motobomba extra só para a cascata, para dar o efeito desejado.

Cascatas de Fibra:

As cascatas de fibra podem ser encontradas em formato de animais marinhos ou alusões ao mesmo, essas normalmente fixadas ao chão. Outros modelos podem ser embutidos a uma parede de alvenaria, e receber o acabamento com pedras, mármore, pastilhas de vidro, azulejos, entre outros, de acordo com o gosto do cliente.

Alguns Modelos.

Piscinas
Cascata - Niagara

Medidas: 39 cm (alt.) x 48 cm (larg.) x 100 cm (prof.)
Vazão ideal: 9,6 m3/h

Piscinas 
Cascata Iguaçu

Medidas: 70 cm (alt.) x 49 cm (larg.) x 83,2 cm (prof.)
Vazão ideal: 9,6m3/h

Piscinas
Cascata Splash

Medidas:101cm (alt.) x 55,6(prof.)
vazão ideal: 7,2 m3/h

Piscinas
Cascata Tradicional Júnior em Inox 430.

Tamanho médio.
70cm de altura x 40cm de boca.
Base para fixação de 31cm x 15cm e entrada de água com cano de 1 1/2. Necessita de motobomba de 1/2 cv.

O Inox 430 não é indicado para locais com maresia ou piscinas que tenham gerador de cloro com sal na água, neste caso, recomendamos que opte pelo Inox 304.

Piscinas
Cascata de Embutir

A Cascata de Embutir em fibra de vidro, é confeccionada nas larguras de lâminas que variam de 40 cm à 1,80 cm.

Aspirador para Piscina

A função do aspirador de piscina, é limpar a sujeira e os detritos acumulados no fundo, e proporcionar ampla movimentação na água. A sujeira é sugada pelo aspirador, o que permite a limpeza inclusive nas áreas mais difíceis, como cantos e superfícies rasas. É um equipamento muito importante para a limpeza da piscina.

Existem vários tipos de aspiradores, eles são usados de acordo com o tamanho da piscina, largura e tipo de construção. Na hora da compra, diga as especificações de sua piscina ao vendedor, para saber qual é o modelo mais adequado.

Pode pesar entre 1,5kg, para piscina de menor porte, a 15 kgs para um piscina olímpica. São manuseados com ajuda do cabo telescópico (ou com cordas em piscinas muito grande), e trabalham com auxílio de mangueira de aspiração.

Uma empresa que fabrica diversos tipos de aspiradores é a Sodramar. Veja uma tabela com alguns modelos e especificações:

Modelo
Material
Peso
Tipo de Piscina
Jumbo Limp Plus ABS c/3 Rodas 2,085 Kg Alvenaria
Asp (Asa Delta) ABS c/ cerdas em nylon 1,685 Kg Fibra / Vinil
Asp. Esferas ABS c/ 8 esferas em ABS 1,58 Kg Alvenaria
Asp. 8 Rodas ABS c/ 8 rodas em ABS 1,54 Kg Alvenaria
Asp. 16 Rodas ABS c/ 16 rodas em ABS 5 Kg Alvenaria/Semi Olímpica
Asp. 4 Rodas c/escova Ferro fundido c/ 4 rodas borracha 14,5 Kg Alvenaria/ Olímpica
Asp. Bummerang ABS c/ cerdas em nylon 1,71 Kg Alvenaria/ Fibra

Abaixo alguns dos modelos listados acima, entre outros, todos com imagens.

Piscinas
Jumbo Limp Plus

Indicado para piscina de fibra e alvenaria;

Fabricado em termoplástico (ABS);

2,085 kg;

Engate giratório possibilita o movimento bi-direcional da conexão, evitando torções da mangueira durante o uso;

Sistema de regulagem da altura.

Piscinas
Asa Delta

Fabricado em ABS;

Indicado para piscina de Vinil, Fibra e Alvenaria;

Possui Engate giratório;

Cerdas de nylon na parte inferior, permitindo escovação e aspiração simultâneas;

1,685 Kg.

Piscinas
Aspirador Plástico Triangular com escova

Fabricado em termoplástico (ABS) injetado;

Engate multi-giratório e guarnição de borracha para acabamento e proteção;

1,810 Kg;

Recomendado para Piscina de Alvenaria,Vinil e Fibra.

Piscinas
Aspirador Ferro Fundido Olimpico, 4 rodas, com escova

Para uso em operações pesadas: piscinas públicas , olímpicas e semi-olímpicas;

14,5 Kg;

Equipado com rodas e escova central que facilitam a operação e permitem fácil regulagem;

Cordas de nylon para manuseio e movimentação;

Entrada para conexão de mangueira de 2.

Piscinas
Aspirador Plástico com esfera

Fabricado em termoplástico (ABS) injetado;

1,58 Kg;

Indicado para piscinas de fibra e alvenaria;

Possui sistema de esfera que possibilita movimentos multi direcionais, deixando mais fácil a operação de aspiração e limpeza da piscina.

Piscinas
Aspirador Plástico 8 rodas GIII

Indicado para piscinas de fibra e alvenaria.

Confeccionado em termoplástico (ABS) injetado.

1,54 Kg.

Sistema de engate multi giratório.

Piscinas
Aspirador Plástico Boomerang com escova

Fabricado em termoplástico ABS injetado;

Possue cerdas na parte inferior que possibilitam as funções de escavação e aspiração simultaneamente, tendo uma melhor ação de limpeza;

1,710 Kg.

Piscinas
Aspirador Jumbo escova

Facilidade de limpeza e manuseio;

Elimina por completo sujeira e detritos acumulados no fundo da piscina.

Piscinas
Aspirador Slim com escova

Novo design e facilidade de manuseio;

Novo sistema para fixação em qualquer cabo telescópico;

Recomendado para piscinas de vinil, fibra e alvenaria.

Piscinas
Aspirador Olímpico 16 rodas

Indicado para piscinas de alvenaria, semi-olímpicas;

Sistema de movimentação por meio de cordas e/ou cabo telescópico;

5Kg

Estampas Piscina de Vinil

Na hora de comprar uma piscina de vinil, você poderá escolher a estampa para piscina, cada fornecedor dispõe de um leque de opções para a escolha do cliente. Os modelos são diversificados e belíssimos, com detalhes em animais marinhos, peixes, molduras, mosaicos, e muita brincadeira com as tonalidades do azul. As opções são cada vez mais diversificadas e inovadoras, e compõe a decoração da piscina com sofisticação.

Veja algumas lindas opções de estampas para piscina de vinil:

Piscinas
Pastilha Dark Blue

Piscinas
Dark Blue Total

Piscinas
Dark Blue Total

Piscinas
White Total

Piscinas
XP Dark Blue / Total

Piscinas
Pastilha 2 Total

Piscinas
Estrela do Mar / Labirinto

Piscinas
Labirinto Total

Piscinas
Pastilha Top Model Texturizada Total

Piscinas
Dedradê / Quadriculado

Piscinas
Quadriculado Total

Piscinas
Caracol / Dark Blue

Piscinas
Caracol / White


Fonte: www.tuugo.com.br

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