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Saltos Ornamentais

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Saltos Ornamentais
Saltos Ornamentais

História

É uma modalidade esportiva em que o atleta projeta-se no ar e conduz seu corpo a uma queda controlada no espaço para imergir-se na água.

Os saltadores executam no ar manobras com mortais e parafusos na exata medida e precisão, como se estivessem sendo guiados por um radar desde a saída do trampolim ou da plataforma até a entrada na água.

Neste esporte é necessário ter capacidade como: força, flexibilidade, coordenação neuro-muscular, consciência corporal e orientação espacial.

Exige ainda audácia, coragem, perseverança, autoconfiança e concentração. Sua história tem origem na Grécia Antiga, onde era praticado por pessoas que moravam a beira mar. Eles pulavam de rochedos mergulhando para o fundo do mar. A prática da modalidade foi iniciada no norte da Europa, principalmente na Alemanha e na Suécia, onde a ginástica era muito popular. Durante os verões a aparelhagem dos ginastas era transferida para a praia e montada em plataformas altas ou píeres para possibilitar a execução dos seus movimentos acima da água. A modalidade estreou nos Jogos Olímpicos de Saint Louis em 1904 somente com provas masculinas.

A partir de 1912 iniciou-se a participação feminina nos Jogos de Estocolmo. Até a 1ª guerra mundial, os suecos e alemães dominaram as provas de trampolim e plataforma respectivamente. Após a guerra os americanos se destacaram, e a partir dos anos 90 iniciou-se o domínio chinês.

Desde a Olimpíada de Seul 1988, o Saltos Ornamentais tem sido um dos seis esportes Olímpicos mais concorridos pelo público. No Brasil, a primeira piscina construída com aparelhagem para essa modalidade, foi no Fluminense Football Clube, Rio de Janeiro em 1919, apesar de já existir um trampolim montado sobre o rio Tietê que pertencia ao Clube Espéria em São Paulo.

A primeira competição nacional foi realizada em 1913 na enseada de Botafogo no Rio de Janeiro. Temos no Brasil aproximadamente 70 piscinas aptas à prática deste esporte. Somente no estado de São Paulo existem 45. Não existe nenhum outro estado no mundo que tenha tantas piscinas de Saltos como São Paulo.

Origem

Há registros de mergulhos de pessoas a partir de lugares altos que datam da Grécia Antiga, mas a prática transformou-se em modalidade esportiva no século XVII, no norte da Europa, quando suecos e alemães começaram a preparar-se fisicamente com mergulhos.

Aos poucos, o exercício de ginástica foi se tornando um esporte de verdade, com competições organizadas. A primeira delas aconteceu em 1871, quando atletas disputaram um torneio saltando de uma ponte de Londres, na Inglaterra.

A estréia da modalidade nos Jogos Olímpicos aconteceu em 1904, em Saint Louis, nos Estados Unidos, pouco depois de ter suas regras definidas pela Federação Internacional de Desportos Aquáticos (Fina). As mulheres, no entanto, só passaram a integrar o programa em 1912, em Estocolmo, na Suécia.

SALTOS ORNAMENTAIS

Considerado um dos esportes olímpicos mais técnicos, em razão da precisão dos movimentos, os saltos ornamentais têm parentesco com a ginástica. As provas são realizadas em plataformas com altura mínima de 5 metros, e em trampolins, de 1 m e 3m. São olímpicas as provas em plataforma e no trampolim de 3 metros.

O circuito Paulista é disputado em seis etapas e o número de participantes, especialmente nas categorias de base, tem crescido nos últimos anos. As maiores forças em São Paulo são as equipes do Esporte Clube Pinheiros, Clube Atlético Juventus e o Clube Semanal de Cultura Artística, de Campinas.

Mas pertenceu ao Espéria o maior nome que o Brasil já produziu nesse esporte, Miltom Busin foi sexto colocado nos Jogos Olímpicos de Londres/48, melhor classificação do país em todos os tempos.Durante uma competição, o atleta deve realizar uma série obrigatória e outra livre.

A entrada na água é muito importante, pois é o último ato que o juiz avalia.

TIPOS DE SALTOS

Existem seis grupos diferentes de saltos para trampolim e plataforma.

Os quarto primeiros grupos envolvem rotação em diferentes direções em relação ao trampolim/plataforma e a posição inicial, enquanto o quinto grupo envolve qualquer salto com parafuso e o sexto grupo envolve uma posição inicial em parada de mãos na plataforma.

Saltos Ornamentais

1. Frente: O saltador começa olhando a água e roda em direção à água. Os saltos neste grupo podem variar de um salto simples para a frente ao difícil salto quádruplo e meio mortal para frente.

Saltos Ornamentais

2. Trás: Todos os saltos para trás iniciam com o saltador na ponta do trampolim com suas costas voltadas para a água. A direção da rotação é para trás.

Saltos Ornamentais

3. Pontapé à lua: Estes saltos iniciam com o saltador olhando a água e a rotação é em direção à ao trampolim/plataforma.

Saltos Ornamentais

4. Revirado: O saltador inicia no fim do trampolim/plataforma com as costas voltadas para a água e roda em direção ao aparelho ou ao contrário da rotação dos saltos para trás.

Saltos Ornamentais

5. Parafuso: Qualquer salto com parafuso é incluído neste grupo.

Existem quarto tipos de saltos com parafuso: frente, trás, pontapé à lua e revirado. Devido as muitas combinações possíveis, este grupo inclui mais saltos que qualquer outro.

Saltos Ornamentais

6. Equilíbrio (parada de mãos): Nas provas de plataforma, existe um sexto e grupo chamado “Equilíbrio”. Aqui, o saltador assume uma posição de parada de mãos na beira da plataforma antes de executar

PERFORMANCE E JULGAMENTO

Conforme você assistir mais e mais aos saltos ornamentais, especialmente por executantes talentosos, você irá observar que embora muitos saltadores façam os mesmos saltos, eles nunca se parecem à mesma coisa. Isto se deve às maneiras individuais diferentes, características de movimento, força e senso de tempo, em que todos adicionam um fenômeno abstrato, mas observável chamado “estilo”. O estilo é difícil de ser acessado por algum padrão, a não ser que você goste ou não dele. Por isso é difícil julgar os saltos. Mesmo que existam critérios de execução que todos os saltadores devam conhecer, a avaliação permanece um processo subjetivo. Não importa o quão bom um salto é executado, o gosto artístico dos juízes têm uma grande parte no resultado de qualquer competição, e por esta razão existem diferenças nas opiniões entre técnicos, competidores, juízes e espectadores em relação à exatidão dos resultados.

A um salto é dada a pontuação entre 0 e 10 pontos, entre notas redondas ou adicionadas de ½ ponto por cada juiz.

Ao classificar o salto em uma das categories de julgamento, certas partes de cada salto devem ser analisadas e avaliadas, e uma nota pelo conjunto deve ser obtida.

As partes de um salto são:

1. Aproximação: Deve ser tranqüila, mas eficiente, mostrando uma boa forma.
2. Saída:
Deve mostrar controle e equilíbrio além do angulo apropriado de aterrissagem e saída para cada salto em particular a ser tentado.
3. Subida:
A quantidade de impulso para subir que o saltador recebe da saída geralmente afeta a aparência do salto. Sendo que mais altura significa mais tempo, um salto mais alto geralmente garante maior precisão e suavidade de movimento.
4. Execução:
Esta é a parte mais importante, pois este é o salto propriamente dito. O juiz observa a performance mecânica, técnica, figura e graça do salto.
5. Entrada:
A entrada na água é muito significante por ser a última coisa que o juiz observa e provavelmente a parte a ser mais bem lembrada. Os dois critérios a serem avaliados são o ângulo de entrada, que deve ser o mais próximo da vertical possível, e a quantidade de água espirrada, que deve ser a menor possível.

PONTUAÇÃO

Sete juizes são usados em competições nacionais.

Normalmente cinco juizes são utilizados em competições regionais.

Quando as notas dos juizes são dadas, a maior e a menor são eliminadas.

As notas que permanecem são somadas e o número encontrado deve ser multiplicado pelo grau de dificuldade (GD) designado ao salto. O GD é pré-determinado por uma tabela que vai de 1.2 até 3.8 com variações de um.

Fonte: www.terra.com.br

Saltos Ornamentais

Saltos ornamentais ou saltos para a água é o nome dado ao conjunto de habilidades que envolve saltar de uma plataforma elevada em direção à água, executando movimentos estéticos durante a queda. Além de ser um hábito em muitas sociedades primitivas que vivem próximas ao mar, os saltos ornamentais são um esporte de grande técnica e plasticidade.

Na natureza, o saltador geralmente se posiciona em rochedos localizados à beira de rios, lagos ou mares, e dali salta em direção à água. A entrada na água deve ser feita na vertical, principalmente se as alturas de salto forem altas — uma entrada horizontal pode provocar sérias lesões no atleta.

Na modalidade esportiva, as condições naturais são limitadas pela plataforma fixa, que pode ter até 10 metros de altura em relação à piscina (que deve ter no mínimo 4 metros de profundidade). São avaliadas a criatividade do saltador, sua destreza, o rigor na execução do salto previsto, a simetria (o saltador não pode se desviar para os lados), a cadência dos movimentos (não pode executar muitos movimentos em um espaço curto de tempo, reservando o restante da queda para poucos movimentos) e a entrada na água, que deve ser perfeitamente vertical e deve espalhar o mínimo de água possível (o efeito é conhecido como splash).

Além da plataforma móvel existe o trampolim, uma espécie de plataforma flexível (no sentido vertical), que exige maior perícia do saltador e permite a execução de saltos que envolvam uma subida razoável. Nesta modalidade, o brasileiro César Castro vem se consolidando como um dos melhores atletas do mundo, estando entre os 10 melhores no ranking mundial.

Os saltadores ornamentais costumam treinar suas acrobacias no trampolim acrobático, antes de treinar na própria plataforma. Muitos saltadores ornamentais são oriundos da ginástica, inclusive, e vários movimentos dos saltos ornamentais esportivos são criações da ginástica artística.

Regras

Os saltos ornamentais consistem em um mergulho de um trampolim ou de uma plataforma em uma piscina. Eles são avaliados por sete juízes que distribuem notas de acordo com a técnica e a habilidade do atleta no movimento. Vence aquele que conseguir a maior nota entre todos os concorrentes.

Existem três tipos de provas olímpicas: trampolim de 1 m, trampolim de 3 m e plataforma. Apenas as duas últimas, porém, serão disputadas no Pan do Rio de Janeiro. Além disso, as competições podem ser individuais ou sincronizadas. No último caso, dois atletas saltam juntos e devem realizar movimentos idênticos, podendo perder pontos caso isso não aconteça.

A diferença básica do trampolim para a plataforma é a rigidez da segunda em relação à primeira, que tem base flexível. Todas as provas são avaliadas da mesma maneira.

Em uma competição, os homens saltam seis vezes, enquanto as mulheres pulam na água em cinco oportunidades. Todos os competidores são avaliados do momento em que saltam da base até o instante em que a última parte do corpo desaparece dentro da piscina.

Os juízes, que não conversam entre si, divulgam notas de 0 a 10 imediatamente após o fim do salto. São descartadas a pior e a melhor nota de cada atleta e, feita a somatória, é decidido o campeão do torneio.

Antes da competição, todos os atletas devem apresentar aos juízes, até 24 h antes da prova, uma lista com todos os saltos que irão realizar. Caso o competidor não cumpra o previsto, sua nota será 0.

Parte prática

Alguns detalhes são fundamentais para que um salto seja considerado bom: a andada no trampolim, o pulo para a ponta, a altura da saída, a execução do salto e a entrada na água. Todas essas partes são julgadas como uma coisa só, um conjunto. O momento de saída ou “decolagem” do trampolim deve mostrar controle e balanço. A altura que o saltador atinge é muito importante pois ela significa mais tempo. Quanto maior a altura, maior a possibilidade de trabalhar a exatidão e a suavidade dos movimentos. A execução do salto envolve performance mecânica e técnica, mas também leveza e graça. A entrada na água é o último item que o juiz vê e ele observa o ângulo – que deve ser quase vertical – e a quantidade de água espirrada – que dever a menor possível.

Devem se distinguir os saltos de trampolim, prancha flexível com aproximadamente 5m de comprimento e 50cm de largura situada a 1m ou 3m do nível da água, dos saltos de plataforma, fixa, com 6m de comprimento por 2m de largura, situada a 5m, 7,5m ou 10 metros acima do nível da água.

Tipos de salto

Existem seis grupos de saltos. Os quatro primeiros envolvem rotação em diversas direções; o quinto inclui qualquer salto com giro e o último, usado em salto de plataforma, começa com uma “bananeira”.

Grupo I – Para frente (saída de frente para a água e execução para a frente) – O atleta fica de frente para o trampolim e faz uma série de rotações em direção à água.
Grupo II –
De costas (saída de costas para a água e execução para trás) – Os saltos neste grupo começam com o atleta no final do trampolim de costas para a água. A direção da rotação é sempre para longe a partir da plataforma.
Grupo III –
Reverso (saída de frente para a água e execução para trás) – Começam com o atleta voltado para a frente do trampolim e terminam com uma rotação em direção à plataforma.
Grupo IV –
Para dentro (saída de costas para a água e execução para frente) – O atleta fica no fim da plataforma e realiza uma rotação em direção do trampolim (movimento oposto ao do salto 2).
Grupo V –
Giro (giro do corpo em torno de seu eixo longitudinal, independentemente do tipo de saída) – Todos os saltos com giros se incluem neste grupo; estes podem ser para frente, para trás, reverso e para dentro.
Grupo VI –
Equilíbrio (saída em parada de mãos) – O atleta se equilibra de cabeça para baixo na beira da plataforma antes de executar o salto.

No ar, a posição do corpo pode ser Esticada, Carpada ou Grupada. Na posição ‘esticada’ os pés devem estar juntos com as pontas esticadas e o corpo não pode estar flexionado na cintura, nos joelhos e nem nos braços. Na posição ‘carpada’ o corpo deve estar flexionado na cintura, mas as pernas e o pés devem estar bem estendidos. E na posição ‘grupada’ o corpo inteiro se flexiona, com joelhos e ponta dos pés juntos.

Julgamento do salto

É difícil julgar um salto porque muitas sutilezas estão envolvidas, como estilo. É por isso que muitas pessoas são chamadas apara avaliar, tentando manter o resultado o mais justo possível. Ao se classificar um salto, todas as suas etapas são levadas em conta.

São:

Aproximação: Deve ser macia mas com força, mostrando boa forma.

Partida: Deve mostrar controle e equilíbrio, além do ângulo correto de “aterrissagem” e partida para o tipo de salto adotado.

Elevação: O impulso e a altura que o atleta atingem são muito importantes.

Um salto mais alto predispõe maior maciez de movimento.

Execução: É o mais importante, já que é o salto. O juiz observa a performance mecânica, técnica, forma e graça.

Entrada: É muito significativa pois é a última coisa que o juiz vê e que melhor se lembra. Os dois critérios a serem avaliados são o ângulo de entrada, que deve ser próximo ao vertical, e a quantidade de água espalhada, que deve ser a mínima possível.

Após cada salto o árbitro faz um sinal aos juizes com o apito. Os juizes, que não se comunicam uns com os outros, imediatamente mostram suas notas. Um salto é cotado entre zero e dez pontos com um ponto ou menos colocado por cada juiz.

A lista das notas e dos significados:

0 – Completo fracasso
0,5 – 2 – Insatisfatório
2,5 – 4,5 – Deficiente
5-6 – Satisfatório
6,5 – 8 – Bom
8,5 – 10 – Muito bom

Depois de apresentadas as notas, a mais alta e a mais baixa são eliminadas. O restante é somado e multiplicado pelo grau de dificuldade do salto.

Exemplo:

Um saltador recebe as seguintes notas: 6 ; 5 ; 5 ; 5 ; 4 = 6 e 4 são desconsiderados.

A soma do restante totaliza 15.

Então, imaginemos que o salto tenha o grau de dificuldade 2,0.

Assim, teremos 15 x 2,0 = 30,0 que é igual à nota do salto do atleta.

Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br

Saltos Ornamentais

Diferentemente do que se pode pensar, os saltos ornamentais não têm origem direta na natação.

A idéia de saltar na água de forma acrobática surgiu do treinamento de ginastas alemães e suecos a partir do século 18. Durante muito tempo, a modalidade era praticada predominantemente como espetáculo.

As primeiras competições surgiram apenas em 1883, na Inglaterra. O sucesso de tais eventos motivou a criação da Associação Amadora de Saltos em 1901. Três anos depois, os saltos ornamentais já faziam parte das Olimpíadas.

Desde então, não mudou quase nada. Algumas provas foram incorporadas e, em 1928, já se tinha o programa de saltos ornamentais que durou até 1996, com plataforma de 10 m e trampolim de 3 m para homens e mulheres. A primeira novidade em 80 anos ocorreu em Sydney-2000, com a introdução do salto sincronizado masculino e feminino em plataforma e trampolim.

Além da altura, há poucas diferenças entre plataforma e trampolim. A primeira é normalmente feita de concreto com piso antiderrapante, permitindo saltos em que o atleta fica estático antes da saída. A segunda é uma tábua de madeira flexível e resistente dando chance que o atleta pegue impulso para saltar ganhar altura no salto.

No mais, a fórmula de disputa é a mesma. Um dia antes da competição, todos os atletas devem entregar à organização a lista de saltos que serão realizados.

Só podem ser indicados saltos reconhecidos pela Fina (Federação Internacional de Natação Amadora). As acrobacias se dividem em seis grupos: frente, trás, pontapé, revirado, parafuso e equilíbrio, sendo esse último apenas na plataforma.

Cada salto tem um grau de dificuldade e tem um coeficiente -de 1,2 a 3,5- que é multiplicado pela nota. Assim, acrobacias mais complexas (e com maior possibilidade de imperfeição na execução) têm peso maior que saltos simples. Essa regra faz com que saltos difíceis com execução boa sejam mais importantes que saltos fáceis realizados com perfeição, impedindo que os competidores tenham posturas pouco ousadas.

As notas -de 0 a 10- são dadas de acordo com andada (no caso do trampolim), pulo para a ponta (novamente para o trampolim), firmeza e estabilidade (para saltos de equilíbrio na plataforma), altura da saída, execução e entrada na água (essa deve ser vertical e sem espirrar muito). Além da beleza, é importante que o atleta salte de acordo com a lista entregue à organização.

No salto sincronizado, há um item extra: a sincronia das acrobacias dos dois saltadores.

Na primeira fase, os atletas realizam um salto de cada grupo, sendo que os homens ainda têm mais um de livre escolha. Os 18 melhores passam para as semifinais, nas quais devem saltar mais quatro vezes, sempre com acrobacias de grupos diferentes. A final tem o mesmo critério da etapa inicial. Quem reunir mais pontos na fase final leva o ouro.

Local, táticas e equipamentos

Local

Os saltos ornamentais são praticados em uma torre de concreto, que normalmente acaba na altura da plataforma de salto, e que pode estar em locais fechados ou abertos. À frente desta construção fica a piscina, que deve ter, no mínimo, 5 m de profundidade para evitar acidentes. Além disso, a água precisa estar sempre em movimento para que os atletas a enxerguem.

Existem três tipos de base para mergulhos. A que fica no ponto mais alto da torre é a plataforma, que deve ter 6 m de comprimento por 2,6 m de largura e precisa estar situada a 10 m da superfície da piscina. A prancha deve ser coberta com material antiderrapante. Já o trampolim deve ser feito de alumínio, com 50 cm de largura e 4,8 m de comprimento. Precisa estar a 1 m ou 3 m acima da piscina, dependendo da prova em disputa.

Táticas

Os juízes avaliam os movimentos dos atletas de acordo com a beleza, a técnica, a graça e o estilo dos competidores. Por isso, é importante que o atleta escolha bem o salto que irá fazer, pois um erro pode comprometer toda a pontuação da competição. Segundo consta, existem cerca de 80 manobras diferentes possíveis na modalidade.

Os saltos mais comuns do esporte são o twist e o mortal. No primeiro, o atleta faz um giro em torno dele mesmo na horizontal, enquanto no mortal o giro acontece na vertical. Esses dois saltos básicos podem ser variados, sendo apresentados no sentido inverso e com as pernas esticadas ou dobradas.

Nesse aspecto, os saltos ornamentais se assemelham muito com a ginástica artística, na qual a repetição de um mesmo exercício é importante para a assimilação do movimento. Além disso, é necessário um bom preparo físico para praticar o esporte, já que o impacto com a água é forte o suficiente para machucar um atleta.

Equipamentos

O atleta de saltos ornamentais usa apenas uma sunga de mergulho (para os homens) ou um maiô (para as mulheres) como uniforme. Nem mesmo óculos são utilizados, pois podem causar lesões nos saltadores no momento do impacto.

Brasil

O primeiro indício da prática dos saltos ornamentais no Brasil data do começo do século XX, quando atletas treinavam em um trampolim improvisado do Clube Espéria, em São Paulo.

As primeiras plataformas oficiais, porém, começaram a surgir na década de 1910, nos clubes sociais do Rio de Janeiro. A partir daí, o esporte expandiu-se no país e, dez anos mais tarde, o primeiro representante da nação na modalidade, o saltador Adolfo Wellish, iria às Olimpíadas da Antuérpia, na Bélgica – onde terminou na oitava colocação.

Depois disso, o Brasil continuou enviando atletas esporadicamente aos Jogos, mas obteve poucos resultados mais expressivos. Milton Busin ficou em sexto na competição de 1952, em Helsinque, na Finlândia, e César Castro em nono em 2004, em Atenas.

Em Pequim, o melhor resultado entre os brasileiros foi obtido por César Castro, que terminou na 19ª colocação no trampolim de 3 m.

Regras dos saltos ornamentais

As regras dos saltos ornamentais sofreram poucas mudanças ao longo da história. Desde a estréia da modalidade em Jogos Olímpicos, em Saint-Louis, em 1904, os critérios avaliados são praticamente os mesmos.

Das três modalidades existentes no esporte apenas duas fazem parte dos Jogos: o trampolim de 3 m e a plataforma de 10 m. No feminino são realizados cinco saltos por atleta e no masculino seis.

Logo após cada salto, os juízes imediatamente divulgam suas notas, de modo independente, sem comunicação entre eles. As notas variam de zero a dez, sendo que a maior e a menor são descartadas. O restante é somado e multiplicado pelo nível de dificuldade do salto.

Os juízes avaliam os atletas em quatro momentos: partida, início, vôo e entrada na água.

Os atletas devem apresentar uma lista com os saltos que irão executar na competição com uma antecedência de até 24 horas do início da prova. Se ele não realizar os saltos pré-selecionados a nota será zero. O saltador tem uma lista de pelo menos 82 tipos de saltos com diferentes níveis de dificuldade.

Desde a Olimpíada de 2000, em Sidney, acontecem as competições de saltos sincronizados. Dois atletas pulam ao mesmo tempo e são avaliados por nove juízes – quatro deles avaliam os atletas individualmente e os outros cinco fazem a avaliação do conjunto.

Fonte: br.yahoo.com

Saltos Ornamentais

Nos saltos ornamentais, os competidores devem saltar de plataformas de 10 m ou trampolins de 3 m, realizar acrobacias no ar e entrar na água de forma suave e elegante.

Os saltos podem ser individuais ou sincronizados. No segundo caso, duplas de homens e mulheres saltam simultaneamente e são julgadas não apenas pela qualidade técnica, estilo e grau de dificuldade do salto, mas também pelo sincronismo entre os parceiros.

Origem

A origem do esporte é bastante curiosa. No século XVII, a fim de não se machucarem enquanto praticavam suas acrobacias, ginastas suecos e alemães começaram a saltar na água.

Os saltos ornamentais apareceram pela primeira vez em uma Olimpíada, no ano de 1904, em St. Louis, e sua aparição em eventos de trampolim e plataformas tem sido constante desde 1908.

Os saltos ornamentais sincronizados, em que dois mergulhadores saem da plataforma ou do trampolim simultaneamente e mergulham juntos em perfeita sincronia, foram introduzidos nos jogos de Sydney, no ano 2000.

Os atletas competem com apresentações acrobáticas no ar, por meio de movimentos como mortal, twist, mortal carpado e mortal grupado.

Regras

Homens e mulheres competem a partir de uma plataforma de dez metros e um trampolim de 3 metros em modalidades individuais e sincronizadas.

O atleta executa um ou uma série de movimentos em cada salto, os quais recebem um grau de dificuldade.

O atleta tenta executar cada salto de maneira perfeita, com o mínimo possível de movimentação na água.

Pontuação

Sete juízes atribuem uma nota para cada salto, com base em um sistema de pontuação de 10 pontos.

A nota baseia-se no grau de dificuldade e no número e tipos de manobras que foram tentadas desde o início do salto até a entrada na água.

Escala de pontos:

Ponto Valor do ponto
0 Falha total
1/2 a 2 pontos Insatisfatório
2 ½ a 4 ½ pontos Deficiente
5 a 6 pontos Satisfatório
6 ½ a 8 pontos Bom
8 ½ a 10 pontos Muito bom

Categorias olímpicas disputadas:

Plataforma de 10 m masculino
Trampolim de 3 m masculino
Salto sincronizado em plataforma de 10 m masculino
Salto sincronizado em plataforma de 3 m masculino
Plataforma de 10 m feminino
Trampolim de 3 m feminino
Salto sincronizado em plataforma de 10 m feminino
Salto sincronizado em plataforma de 3 m feminino

Fonte: www.caixapanrio2007.com.br/esporte.hsw.uol.com.br

Saltos Ornamentais

Glossário de Saltos Ornamentais

Acrobacias aéreas – exercícios que ginastas faziam sobre o mar no século 19 e que é uma das origens dos saltos ornamentais;

Andada – passos que o atleta dá no trampolim ou na plataforma antes de saltar;

Carpada – o corpo fica flexionado na cintura, mas as pernas e pés ficam estendidos;

Decolagem – saída do trampolim;

Elevação – altura máxima alcançada pelo atleta no salto;

Entrada – final do salto, quando o atleta entra na água. O ideal é que o saltador entre o mais próximo possível da posição vertical, para espirrar pouca água;

Equilíbrio – saída em parada de mãos, de face para a água. Executado apenas na plataforma;

Esticado – posição na qual o corpo não fica flexionado na cintura, joelhos e braços. As pernas e pés ficam juntas e esticadas;

Execução – performance de um atleta, julgada pela mecânica, técnica, forma e graça do salto;

Frente – saída de frente para a água e execução dos movimentos para a frente;

Grau de dificuldade – índice que varia entre 1,3 e 3,6, dependendo da dificuldade do salto;

Grupada – posição na qual o corpo todo fica flexionado, com joelhos e pontas dos pés juntos;

Obstáculo – última parte da andada, onde os passos finais começam com um pé e terminam com os dois antes de o atleta saltar;

Para trás – saída de costas para a água e execução dos movimentos para trás;

Parafuso – giro do corpo em seu eixo longitudinal, independentemente do tipo de saída;

Plataforma – prancha fixa com seis metros de comprimento por dois metros de largura, situada dez metros acima do nível da água;

Pontapé – saída de frente para a água e execução dos movimentos para trás;

Revirado – saída de costas para a água e execução dos movimentos para frente;

Salto mortal – rotação completa do corpo em uma imaginária linha horizontal;

Salto sincronizado – disputado em duplas, entra nos Jogos pela primeira vez. A nota é dada também de acordo com a igualdade de movimento dos atletas;

Trampolim – prancha flexível com cerca de cinco metros de comprimento e 50 centímetros de largura, a três metros da água;

Fonte: www1.uol.com.br

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