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Anatomia da Abelha

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anatomia da abelha tem uma eficiência impressionante.

Com a anatomia das abelhas, cada elemento tem um propósito claro e bem definido, a ponto de ser ajustado para refletir as diferenças de papéis entre operária, zangão e abelha rainha.

O corpo da abelha é dividido em 3 seções – a cabeça, o tórax e o abdômen.

Cada seção tem seu próprio propósito e oferece suporte às funções das partes do corpo anexadas:

A cabeça possui olhos, antenas, mandíbulas e um cérebro muito funcional, mas minúsculo
tórax é a base das pernas e das asas
abdômen contém o ferrão, as glândulas de cera e os órgãos reprodutivos

Juntos, eles formam o exoesqueleto da abelha – um “esqueleto externo”. Este é amplamente coberto por uma camada de cabelo para ajudar a abelha a coletar pólen e regular a temperatura corporal.

Exoesqueleto

Um esqueleto externo que protege e sustenta o corpo de um animal, ao contrário de um endoesqueleto, que é um esqueleto interno evidente em humanos e outros animais.

Cabeça

Antena

As antenas na cabeça da abelha formam uma casa de força sensorial, fornecendo uma função para o sentido do tato, olfato, paladar e até mesmo uma forma única de audição.

Curiosamente, os machos têm 13 segmentos compondo cada antena, enquanto as fêmeas, 12. Em ambos os casos, há uma “junta” semelhante a um cotovelo ao longo da antena.

Para toque, as antenas apresentam mecanorreceptores. O sentido do tato é um benefício bastante óbvio das antenas, mas, para surpresa dos cientistas, descobriu-se que elas também fornecem o sentido da audição.

Por muitos anos, sentiu-se que as abelhas – apesar de terem um conjunto quase mágico de sentidos primários – eram incapazes de ouvir. Na verdade, o ouvido baseado em pressão tradicional, como nos humanos, está ausente. No entanto, os cientistas ficaram confusos por que alguns estudos sugeriram que as abelhas estavam de fato respondendo ao som.

Tenha em mente que o que consideramos som é meramente vibração em frequências que detectamos com nossos ouvidos. Não existe nenhuma regra da natureza que dite que o “aparelho de detecção de vibração”, que por acaso chamamos de ouvidos, tenha de ser colocado na lateral da cabeça! Se uma criatura tem uma maneira de detectar vibrações, por meio de qualquer mecanismo, ela pode “ouvir”.

Os macanorreceptores nas antenas da abelha respondem ao movimento das partículas de ar, em frequências associadas ao som. Então, por um princípio diferente de nossos próprios ouvidos – e porque as abelhas pareceriam um tanto tolas com ouvidos – as abelhas são, de fato, capazes de detectar o som!

Abelhas não têm orelhas

Mas eles podem “ouvir” através de suas antenas.

As antenas também apresentam receptores de odores, embora não sejam a única parte da anatomia de uma abelha que pode detectar odores. Só nas antenas, as abelhas empacotam 170 receptores de odor, dando-lhes um olfato extremamente bem desenvolvido.

As abelhas também usam suas antenas para se comunicar com outras abelhas, por meio do toque. Curiosamente, as abelhas confiam principalmente nas antenas certas para se comunicar.

O favoritismo mostrado em relação às antenas certas é um mistério para os cientistas.

Foram realizados estudos que provam que as abelhas melíferas não funcionam tão bem quando forçadas a usar apenas as antenas esquerdas. A tendência de usar suas antenas direitas é semelhante à de um ser humano destro ou canhoto.

Olhos compostos

As abelhas possuem dois pares de olhos – compostos e simples. Os olhos grandes que você observa ao olhar para uma abelha são olhos compostos.

Cada olho composto é formado por várias unidades de olho. Essas unidades captam uma imagem separada e transferem as informações para o cérebro, onde são reunidas em uma única imagem.

Este processo também ajuda com a capacidade da abelha de ver o mundo em luz polarizada.

A visão polarizada é como olhar através de um par de óculos de sol. Esse tipo de visão permite que as abelhas naveguem e processem informações com mais rapidez e protege seus olhos da dureza da luz do dia.

Ver o mundo através da polarização dá às abelhas uma forma de visão de túnel que as guia até sua fonte de alimento e de volta à colmeia.

Olhos Simples

Os três olhos simples da abelha têm uma única lente, que coleta a luz ultravioleta. A luz ultravioleta permite que a abelha veja a localização do pólen como uma mancha escura, para que saiba onde pousar.

Em conjunto com seus olhos compostos, a visão polarizada por UV da abelha é a ferramenta perfeita para localizar fontes de alimento.

Probóscide (apêndice alongado)

A probóscide é outro nome para a língua de uma abelha. É como a língua humana, pois é macia e pode ser estendida. Em relação ao tamanho da abelha melífera média, a tromba é longa, resultado da evolução ajudando a abelha a chegar ao centro de uma flor para coletar o néctar. A tromba também é usada para limpar os cabelos ou para cuidar uns dos outros, especialmente da rainha.

Mandíbulas

Mandíbulas são mandíbulas incrivelmente fortes da abelha melífera que protegem o resto do aparelho bucal. O aparelho bucal consiste em uma língua e outros órgãos complicados que coletam o néctar das flores.

As mandíbulas da abelha operária diferem da rainha e de seus zangões. A rainha e os zangões têm mandíbulas pontiagudas para ajudar no corte e na mordida, mas as mandíbulas das abelhas operárias são alisadas para ajudar na produção de cera.

Cabeça Interior

Claro, escondido da vista está o cérebro. Dado seu tamanho, o cérebro da abelha tem uma capacidade extraordinária de processar informações ricas e tomar decisões.

O cérebro é composto por uma série de lóbulos. Dentro da cabeça também existem glândulas que produzem secreções da boca, usadas na criação da cera e da geléia real (substância feita pelas abelhas operárias para alimentar as larvas).

Tórax

tórax é a seção mediana da abelha e se concentra principalmente na locomoção. O tórax possui seis pernas e dois pares de asas.

Os músculos do tórax permitem que a abelha controle o movimento das asas durante o vôo. As rápidas contrações dos músculos produzem o movimento de mercúrio das asas.

Asas

As asas de uma abelha podem transportar o inseto pelo ar a 15 milhas por hora. Essas asas são dispostas em dois pares, conectados por uma fileira de ganchos na asa posterior.

As asas dianteiras são muito maiores do que as traseiras, mas ambas ajudam no vôo. A decolagem ocorre porque uma torção semelhante à de uma hélice é dada a cada asa durante os movimentos para cima e para baixo.

A velocidade é melhorada pelos músculos pulsantes rápidos localizados no tórax. As abelhas têm um alcance de até 5 milhas de sua colméia, permitindo que expandam sua área de polinização.

Pernas

A abelha melífera tem três pares de patas que se dividem em seis segmentos, tornando-as muito flexíveis. As pernas dianteiras são especialmente projetadas para limpar as antenas, enquanto as pernas traseiras têm uma seção dedicada ao acúmulo de pólen chamada cesta de pólen.

Cada perna tem garras para agarrar e almofadas pegajosas para ajudar a abelha a pousar em superfícies lisas. As abelhas também possuem receptores gustativos nas pontas das pernas.

A abelha operária tem um conjunto de patas traseiras diferente das outras abelhas da colmeia, contendo favos especiais e uma prensa de pólen. Eles são usados para escovar, coletar, embalar e transportar pólen e própolis de volta para a colmeia.

Cesta de pólen

A cesta de pólen está localizada nas patas traseiras da abelha e consiste em pelos em torno de uma estrutura côncava. Como uma abelha visita uma flor, ela se arruma e escova o pólen grudado em seu corpo em direção às patas traseiras. Ela então embala o pólen na cesta de pólen.

Para ajudar a manter o pólen unido durante o vôo, um pouco de néctar é misturado. Finalmente, os fios de cabelo na cesta de pólen o mantêm no lugar.

Abdômen

Órgãos reprodutores

Nas abelhas rainhas, o abdômen apresenta a espermateca, que é usada para armazenar os espermatozoides coletados durante seus voos de acasalamento e na postura, quando ela fertiliza os ovos.

Os ovários da rainha amadurecem e começam a produzir óvulos entre 1 e 2 semanas de idade e ela continua a botar óvulos até a morte.

Para o drone, seu órgão sexual é um dispositivo para “usar uma vez”! Depois que o drone se acasala, seus órgãos sexuais são arrancados dele, causando sua morte.

Glândulas de cera

Para as abelhas operárias, existem quatro pares de escamas produtoras de cera na parte inferior do abdômen. Eles secretam cera liquefeita, que endurece em finas escamas quando exposta ao ar.

A tarefa de criar cera dentro de uma colmeia é deixada para jovens abelhas operárias. Os trabalhadores podem criar cerca de 8 escalas em um período de 12 horas. Cerca de 1.000 dessas escamas devem ser criadas dentro da colônia para fazer um único grama de cera.

Ferrão

De todos os componentes da anatomia de uma abelha, o ferrão é aquele que o leigo considera primeiro! O ferrão é a única verdadeira linha de defesa da abelha. As abelhas picam apenas como último recurso quando ameaçadas porque, depois de usarem o ferrão, normalmente morrem.

O ferrão difere entre operária, rainha e zangão da seguinte forma:

Operárias: O ferrão é farpado e, uma vez inserido na pele humana, será arrancado enquanto a abelha luta para se libertar. Isso geralmente resulta na morte do trabalhador.
Rainha: O ferrão de uma rainha não tem farpa e, portanto, ela pode picar repetidamente sem perdê-la. Observe, entretanto, que as picadas das abelhas-mestras são bastante raras.
Zangão: Nada para se preocupar com drones – eles não têm ferrão!

Concluindo, a anatomia da abelha é linda e incrivelmente eficiente. Na próxima vez que você vir uma abelha, pense em como aquele corpo minúsculo se acomoda em um espaço tão pequeno.

Anatomia da Abelha – Biologia

As abelhas pertencem ao filo dos artrópodes, sendo este extremamente diversificado e, que possuem características tais:

Presença de patas articuladas, que garante maior variedade de movimentos e, uma maior capacidade de locomoção, garantindo adaptação em várias regiões do planeta;
Corpo revestido por um exoesqueleto de quitina (polissacarídeo), que dá proteção e apoio para a musculatura;
Triblásticos (três folhetos germinativos);
Simetria bilateral;
Sistema digestório completo;
Região dorsal e ventral;

Corpo metamerizado, ou seja, formado por vários segmentos, estes durante a fase embrionária dos artrópodes se fundem para formar os tagmas, que são a cabeça, tórax, e o abdome.

Anatomia da abelha – Cabeça, Tórax e Abdome.

As abelhas assim como os demais artrópodes, apresentam exoesqueleto de quitina, dividido em cabeça, tórax e abdome.

anatomia-da-abelha-1Anatomia da abelha

Cabeça: dividida em um par de antenas, olhos simples ou ocelos, olhos compostos e mandíbula.

Antenas: formadas por três partes, são elas:

Escapo: unido à cabeça;
Pedicelo;
Flabelo: formado por artículos ou antenômeros, responsáveis por olfato, tato e audição.

Ocelo ou olhos simples;
Olhos compostos (omatídeos).

Aparelho bucal

Duas mandíbulas;
Língua ou probóscide, parecida com um canudo longo e oco, que utilizam para sugar o néctar das flores.

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Patas articuladas

Coxa;
Fêmur;
Tíbia;
Tarso;

Patas: três pares, são elas:

Protórax – patas dianteiras menores (1º par);
Mesotórax – 
patas medianas (2º par);
Metatórax –
 patas traseiras (3ºpar). Encontra-se a corbícula estrutura muito importante, onde a abelha mantem o pólen coletado das plantas até chegar à colmeia.

Abdome

Todo segmentado;
Possuem glândulas cerígenas internamente em cada segmento que se comunica com o exterior;
Possuem glândulas de Nasonov, responsáveis pelos feromônios de localização;
Possui espiráculos que ligam os sacos aéreos com o ar;
Ferrão: órgão inoculador de veneno. Este é um prolongamento do abdome e, está ligado diretamente ao intestino destes animais e, que se rompe no momento em que a abelha abandona a vítima.

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Anatomia interna de uma abelha

Fonte: Camila Correia/askabiologist.asu.edu/ www.perfectbee.com/www.omlet.co.uk/www.perfectbee.com/askabiologist.asu.edu

 

 

 

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