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Ilha de Rodes

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Uma longa história de lendas e mitos afloram na história de Rodes, uma das principais ilhas do Mediterrâneo, a Quarta do arquipélago grego e a mais importante por extensão e habitantes do Dodecaneso: segundo a mitologia grega a costa seria o presente de noivado deixado para os homens pelo Deus Elio apaixonado pela ninfa Roda a quem dedicou a ilha e as suas belezas.

Talvez os gregos não teriam podido interpretar de forma mais criativa a extraordinária riqueza natural desta ilha que é protegida por três maciças montanhas que levam às praias e à costa um clima agradavelmente ventilado e extremamente moderado.

Os bosques, muito viçosos, e uma rica dotação hídrica, tornam a ilha, principalmente na sua parte mais setentrional, muito rica e fértil.

Na verdade existe também uma explicação menos mitológica para a grandeza desta ilha que, no período grego conheceu um esplendor igual somente ao de Atenas e que é a sua posição estrategicamente e comercialmente importantíssima: é a esse período, aliás, que se atribui a construção de um dos símbolos mais conhecidos do poder de Rodes, o famoso colosso, uma estátua de bronze de 35 metros de altura, apoiada sobre uma base de pedra de 10 metros que se encontrava na entrada do porto.

Em Rodes, naquela época, viviam não menos que 80 mil pessoas e uma florescente escola de artes, retórica e filosofia.

Abatido por um terremoto devastador, os restos do Colosso foram abandonados por quase mil anos antes que fossem recolhidos, fundidos e vendidos pelos árabes.

Neste episódio está retratado também fim do esplendor de Rodes que teve, infelizmente, uma dramática conclusão devido às freqüentes invasões turcas e árabes.

Desde 1300 e durante dois séculos, foram os Cavaleiros de Malta a ocupar a ilha e a construir numerosas obras cujos traços são ainda evidentes.

Depois dos Cavaleiros, seguiu-se um longo e obscuro domínio turco até quando, na era contemporânea, ali não se instalaram os italianos que a ocuparam até o imediato pós-guerra restaurando e unindo as principais cidades. Rodes pertence Grécia desde 1948.

A cidade ainda hoje é dividida em duas partes distintas: a do norte é moderna, atual e voltada para as novas estruturas turísticas, já a do sul é, no entanto, de evidente origem medieval.

A cidadezinha medieval, circundada por um perímetro de quatro quilômetros abriga no interior do Hospital dos Cavaleiros o Museu Arqueológico que reúne numerosas descobertas de todos os períodos históricos da ilha, enquanto que pouco distante do museu estão localizadas a Residência das sete línguas e a dos Grã Mestres, construída sobre imitação do Palácio do Papa em Avignon, destruído pelos turcos e reconstruído pelos italianos.

Lindos, há uns cinqüenta quilômetros de Rodes, é o mais belo vilarejo da ilha com suas estreitas vielas e as suas casas brancas, das quais a maior parte conservou as decorações externas que remontam ao século XV.

O vilarejo é dominado pela Acrópole construída no topo de um planalto. Aí se encontram os restos do santuário e do templo de Atena Lindia, os restos dos Pórtico dos Propileus e os vestígios do templo de Dionísio.

Fonte: www.costacruzeiros.com

Ilha de Rodes

Esta é uma das mais conhecidos ilhas gregas e turistas têm vindo aqui há muitas décadas. É uma bela ilha, mas os muitos anos de turismo definitivamente tomou seu pedágio. Em toda parte na cidade de Lindos e Rhodes você vai ver bares, discotecas e restaurantes com comida de todo o mundo.

Por um lado, isso pode tirar um pouco do “Greekness” da ilha, mas por outro lado você tem tudo que você quer aqui. Lutando para encontrar um lugar para trocar dinheiro ou tentando se comunicar através de linguagem corporal em uma pequena ilha pode ser charmoso, mas às vezes é maravilhoso ter todas as facilidades, especialmente se você estiver viajando com crianças, ou apenas quer ter um feriado divertido pelo mar.

Muitos moradores estão envolvidos com o turismo de uma forma ou de outra, mas há também uma grande quantidade de agricultores na ilha. Eles crescem uvas e guardar cabras.

Porque é uma grande ilha, muitos também têm “comuns” ocupações: funcionários públicos, shopowners, etc empregados de escritório Há também uma grande base militar na ilha.

História

Rhodes costumava ser o Sungod Helios ‘ ilha. Segundo a mitologia, ele tinha caído no amor com a ninfa Rodes, e quando ele apontou a luz sobre ela, ela transformou a ilha. O nome significa “rosa” ea ilha é conhecida desde a antiguidade como um lugar florido.

Os antigos gregos chamavam de Rhodes “Ilha do Sol” por causa de seu deus patrono, e outros nomes que a ilha tem tido são Ofioussa (“Snake ilha”), Asteria (“Star Island”), Makaria (“Beleza”) e Ataviros (sua montanha mais alta).

Os primeiros habitantes foram, provavelmente, o Minonans, cretenses, seguido por dórios no final do segundo milênio aC. Os primeiros habitantes provavelmente chamado de Telchinia ilha. Rhodes logo se tornou uma das ilhas mais poderosos, com sua frota de forte militar e comercial.

Inicialmente, a ilha foi forçado a lutar contra os gregos ao longo do lado persa durante as Guerras persas no século 5 aC, mas conseguiu libertar-se e tornou-se membro da Liga ateniense. A ilha manteve florescente e teve uma importante escola de cientistas e filósofos. Os Hiparco astro Nomer trabalhado aqui no século 2 aC.

Foi provavelmente durante o período clássico que o Colosso de Rodes foi construído. Ela foi uma das sete maravilhas do mundo antigo e só sabemos de sua existência através da literatura e moedas antigas.

Era uma estátua do deus-sol Hélios , a cerca de 35 metros de altura, com um pé em cada lado do porto de Lindos. Depois de um terremoto desmoronou, mas quando as pessoas em Rhodes queria reconstruí-lo, um oráculo disse-lhes que não.

Por isso, estava no porto por centenas de anos até que os turcos levou.

Os romanos conquistaram a Grécia no século 2 aC, e por isso Rhodes, e da era bizantina seguinte era para ser um oeriod de declínio. Piratas continuou atacando, assim como sarracenos e árabes, e os venezianos ocuparam a ilha no século 11, seguido por cruzados e Genovans e, finalmente, os turcos no século 16.

O período mais famoso foi, provavelmente, quando os Cavaleiros da Ordem de São João governou aqui, já que ainda há vários edifícios dessa época.

Rhodes é ainda referida como a “Ilha dos Cavaleiros” às vezes. Eles vieram em 1309 e permaneceu até os turcos invadiram em 1522.

Em 1912, Rhodes foi dado para a Itália, e libertado em 1948.

O que ver

A capital, Rodos, é em si mesmo muito bonita. Apenas passear na cidade velha e ver onde as ruas te levar. Mandraki é um espaço agradável e, a partir da colina de Monte Smith você começa uma maravilhosa vista panorâmica.

É no porto de Mandraki os dois famosos veados de bronze stand onde o colosso de Rodes, era uma vez. A parte antiga da cidade é a partir da Idade Média, e você pode visitar o castelo do Grão-Mestre, bem como andar na estrada dos Cavaleiros e visitar o Castelo dos Cavaleiros.

O branco cidade de Lindos vale a pena visitar. A acrópole aqui só foi superado pelo da acrópole de Atenas, e você ainda pode ver suas ruínas.

Os banhos de cura de Kallithea estão no lado leste da ilha.

No lado oeste da ilha existem várias aldeias pitorescas. Se você gosta de história antiga o “Pompey da Grécia”, Kamiros, é definitivamente um lugar para ir. O mosteiro de Filerimos também é um lugar que vale a pena uma visita.

Sianna é muitas vezes considerada a aldeia mais pitoresca.

O Vale das Borboletas (Petaludes) é cheio de borboletas e é muito bonita.

O que fazer

Rhodes tem muitas opções para adultos como para crianças. Existem vários esportes aquáticos, bem como tenniscourts, golfe e equitação. Em Afandou há um Casino, que é o terceiro da Grécia em tamanho. Você também pode mergulhar em Kallithea. A ilha também é excelente para explorar por conta própria.

Praias

As melhores praias estão situadas na costa leste. Não é muito ventoso lá e maioria das praias de lá são adequados para famílias com crianças. Surfistas preferem Prasonisi no sul. Em Cabo Ladiko há uma pequena baía com o incrível nome de Anthony Quinn, que é muito bom. Este é o lugar onde Os Canhões de Navarone foi filmado. Há também muitas, muitas mais praias.

Vida Noturna

Você vai encontrar um monte de bares, pubs, discotecas e clubes aqui em Rodes. Há algo para todos os gostos, tanto estrangeiros e grego. O mais selvagem festa continua na cidade de Rodes, principalmente na nova cidade e Lindos, mas também há muitos lugares agradáveis nas partes mais baixas.

Alimentação

O vinho local e vinho espumante vale a pena tentar. Os gregos chamam a champanhe último, mas é muito mais barato do que a coisa real .. Há também uma bebida local chamada Soima feita de uvas, bem como um tipo especial de mel. Há tabernas por toda a ilha. Os reais tradicionais tavernas gregas estão nas pequenas aldeias, e na cidade de Rodes e Lindos há uma grande variedade de restaurantes internacionais, bem como grego.

Compras

Você pode obter todos os tipos de coisas aqui. Há lojas comuns onde você pode comprar roupas, sapatos, livros, coisas para a praia, óculos e assim por diante.

Então, existem as lojas de souvenirs onde o grego tudo pode ser comprado: cintos de couro, luvas, sacos, ícones, bordados, cópias de arte antiga, etc

Fonte: www.in2greece.com

Ilha de Rodes

Maior ilha do Dodecaneso, Rhodes atrai muitos turistas. No centro da ilha, as montanhas são cobertas por florestas, e nas encostas ocidentais, há vinhas e plantações. A cidade medieval de Rodes, construído pelos Cavaleiros de São João, é cercada por muralhas. No entanto, é muito turística.

Pertence também à Grécia a histórica ilha de Rodes, perto da Turquia, ponto de encontro dos cruzados na Idade Média, quando foi ocupada pelos cavaleiros da Ordem de Malta.

O centro histórico (Cidade Antiga) da maior cidade da ilha, também chamada Rodes, é extremamente bem conservado: rodeado por muralhas, tem antigas casas, praças, mesquitas e sinagogas em ruas de pedra. A noite a animação toma conta do lugar e seus bares e restaurantes ficam lotados – em cada mesa você escuta uma língua diferente!

Ilha de Rodes
O anoitecer na Cidade Velha de Rodes

Na rua dos Cavaleiros, na parte da cidade antiga, chamado de Collachium, ainda existem as hospedarias que abrigavam os que partiam para as Cruzadas.

palácio dos Grãos-Mestres, também medieval, foi restaurado (e infelizmente um pouco “alterado”…) por Mussolini, que ocupou a ilha durante a Segunda Guerra Mundial. Na Cidade Antiga de Rodes, fica também o dois mujseus, o Museu Arqueológico e o Museu Bizantino com importantes coleções sobre a cidade.

Ilha de Rodes
O castelo da época dos cruzados protegia a Cidade Velha de Rodes

Na entrada do porto de Rodes, onde supostamente ficava o lendário Colosso, uma das sete maravilhas do mundo, há, hoje, as famosas estátuas da corça e do cervo. Junto do mar estão também antigos moinhos de vento, hoje desativados, mas que continuam enfeitando a paisagem da ilha.

Ilha de Rodes
Grécia – Rodes – Moinhos de vento, herança do passado

A cidadezinha de Lindos, na mesma ilha, tem duas grandes atrações

O templo de Atena, erguido pelos gregos no cume de um rochedo no qual se sobe a pé ou em lombo de burro; e a baía de São Paulo, uma minúscula praia de águas azul-esverdeadas, cercada por falésias, cuja saída para o mar é tão estreita que dá a ilusão, para quem vê de longe, de ser uma lagoa. Sem trocadilho, ambos são realmente lindos!

Ilha de Rodes
Baía de Lindos

Ilha de Rodes
Uma minúscula passagem entre os rochedos 
permite o acesso de pequenos barcos até a baía de Lindos

De Rodes saem, todas as manhãs, barcos para várias ilhas próximas. A mais simpática é Symi, cujo pequeno porto fica em uma bonita baía cercada por casas e prédios de tons pastéis em estilo neoclássico.

Fonte: www.manualdoturista.com.br

Ilha de Rodes

Rodes, é uma ilha pertencente ao Dodecanese que  é composto por mais de 163 ilhas e ilhotas, das quais apenas 26 são habitadas, e está situada na parte mais oriental da Grécia, nas fronteiras da Europa. Em Rodes pode encontrar  uma maravilhosa mistura de estilos arquitetônicos, e de culturas orientais e ocidentais e é onde encontra o Colosso de Rodes, uma das Sete Maravilhas do Mundo.

Ilha de Rodes
A praia em Rodes

Quase toda a ilha possui seus restos clássicos. Os monumentos de Rodes são numerosos, assim como os museus de Rodes com interessantes histórias, convidativos a largos “passeios entre culturas”.

Rodes é a principal cidade grega da ilha de Rodes, no sudeste do Mar Egeu, a capital do Dodecaneso. Tem uma população de aproximadamente 80.000 habitantes e é uma das mais bem preservadas cidades medievais na Europa, sendo que em 1988 foi designada Patrimônio Mundial da UNESCO. A cidade de Rodes é um popular destino de turismo internacional. A sua gastronomia é famosa e conta com refeições bem apetitosas e apelativas.

O Colosso de Rodes, foi construído pelo Lyndian escultor Chares entre 304 e 293 aC,  e foi concluída em 282 aC. A estátua representava o deus-sol Helios, e ficava na entrada do porto. A antiga cidade teve uma bem construída rede de esgotos, bem como uma rede de abastecimento de água, conforme delineado por Hippodamus.

No entanto um forte sismo atingiu Rodes cerca de 226 aC, danificou a cidade e derrubou o Colosso.

A medieval cidade de Rodes é a capital da Ilha, está situado na ponta nordeste da ilha e forma um triângulo de norte a sul. Faz fronteira com o Mar Egeu, no norte, leste e oeste e com os municípios de Ialysos e Kallithea, no sul.

A costa da ilha de Rodes é embelezada com areia dourada, pedras multicoloridas e águas cristalinas.A costa ocidental é mais fértil e apresenta uma vasta área de floresta, mas também tem praias rochosas. O interior do Rodes é  montanhoso e muito menos arborizado que a costa Ocidental,  oferecendo uma paisagem exuberante.

Como exemplo de uma paisagem única e muito conhecida de Rodes, temos o Vale das Borboletas, quem o visitou sabe do que escrevo.

Clima

O clima de Rodes é um clima mediterrâneo ameno, caracterizado por verões ensolarados e secos, e invernos suaves. Durante os meses de Julho e Agosto decorrem temperaturas suportáveis, nesta altura é costume haver uma brisa.

Como a ilha de Rodes tem um clima bastante húmido, durante o Inverno e Outono é comum haver algumas chuvas fortes.

Serviço Rodoviário

A Cidade Medieval impede o livre trânsito de veículos automóveis particulares durante o verão para o centro da cidade moderna, que é constituída principalmente por ruas estreitas e de sentido único. Encontrar um espaço de estacionamento é difícil e, além disso, está sob uma taxa.

No que respeita aos autocarros, os serviços dentro da cidade são atualmente ineficientes como a empresa de transportes urbanos locais (RODA). A sua frota é antiga e pequena, as rotas são inconvenientes e sem horários específicos.

Os táxis na cidade são abundantes durante o inverno, mas são escassas no verão devido ao turismo de alta.

Serviço Aéreo

Diagoras Aeroporto Internacional de Rodes serve a cidade e a ilha. Ele está situado 14 km a sudoeste da cidade. É ligado a todos os principais aeroportos gregos e Chipre ao longo do ano e durante a temporada de turismo aceito tráfego pesado.

Gastronomia

“Hilopities” (espécie de macarrão cozido com molho de tomate ou carne) e “mousaka” (o famoso prato com batatas, beringelas, queijo e bechamel) são algumas das muitas especialidades de Rodes.

Ilha de Rodes
Baklava

Refeições apetitosas,  podem ser encontradas em todos os restaurantes e bares tradicionais da cidade de Rodes, bem como nas tavernas tradicionais nas aldeias de Rodes.

vila de Afandou é especializada em pratos de carne cozida em panelas de barro, juntamente com batatas e cebolas frescas, nesta vila também é muito famoso  o prato chamado “pitaroudia”.Rodes também tem doces tradicionais como o rega-boca, feito com mel e nozes e o “baklava famoso” com gergelim e um doce mel.

Os vinhos são famosos pelo seu grande gosto e qualidade desde os tempos antigos,uma vez que as adegas da ilha produzem vinhos da ilha de vinhedos, beneficiando da fertilidade do solo e do sol constante. As marcas mais conhecidas são as dos vinhos secos “Ilios” e Grand Maitre” e o vinho tinto seco “Chevalier de Rodes”.

gastronomia grega baseia-se em ingredientes frescos. Carnes ou peixes são simplesmente grelhados e servidos com ervas, especialmente o orégãos, ou molho de limão. Carneiro, frango e porco podem ser servidos grelhados, ou, ainda, cozidos em saborosos molhos.

As costeletas de carneiro são deliciosas base de tomate com especiarias. Da culinária mais tradicional destacam-se as massas como o mussaká, que é uma espécie de lasanha com berinjela e o pasticcio, com macarrão, carne e molho bechamel.

Os peixes e frutos do mar recém-chegados, fritos ou grelhados, fazem parte integrante da gastronomia grega. Destacam-se o octapodi (polvo) e a kalamarakia (lulas); a Barbúnia (trilha) e o Lavráki (robalo) ou os excelentes garides (camarões) e astakós (lagostas).

O café da manhã, o iogurte grego, que é suave e encorpado, pode ser apreciado com frutas e coberto com o maravilhoso mel produzido na Grécia. Tanto o iogurte como o mel grego predominam em toda a Europa. Os sumos de frutas naturais são imperdíveis.

Para um lanche rápido, há o giros pita que consiste em carne de carneiro ou pernil, temperadas e fatiadas a partir de um espeto giratório e que pode ser servido tanto no prato, como em salada, com cebola, iogurte e batatas fritas, ou com todos os ingredientes enrolado na pita, um pão do tipo sírio, que se come com a mão como um sanduíche.

As sobremesas incluem saborosos doces feitos em geral no próprio local de venda, como as loukoumádes (bolinhos tipo sonhos, fritos, com mel e canela), bougátsa (doce de creme ou queijo com canela e açúcar), halvá, rizogalo (arroz doce), galaktobúriko (torta de leite), baklavás (mil folhas com amêndoas) e kadaífi (também de amêndoas e canela).

Queijos

Os queijos gregos são deliciosos. Alguns, são famosos em todo o mundo, como o Feta (feito de leite de cabra) e o Graviera; outros de produção caseira e local, de determinados lugares, tem um paladar diferente e são muito saborosos. Os queijos de Metsovo são especiais, principalmente os defumados, que são servidos derretidos para comer com pão ou em crepes.

Museus

Muitos dos turistas que visitam Rodes procuram as suas praias de areias finas e douradas com um mar de águas cristalinas convidativas a longos banhos. No entanto Rodes tem muito mais para oferecer como museus e galerias de arte fantásticas.

Ilha de Rodes
A cidade velha de Rodes

Museu Arqueológico de Rodes Dodecanese

O Museu Arqueológico de Rodes foi o Hospital dos Reis. O hospital foi um dos edifícios mais importantes durante o governo dos cavaleiros e compreende um grande pátio interior rodeado por uma colunata de dois andares.

O museu abriga coleções arqueológicas, consistindo em  diferentes grupo Tumulos, como o do antigo Ialysos, segurando itens como vasos, objetos de metal, estatuetas, jóias e gruposTumulos do antigo Kamiros, segurando itens como vasos e outros objetos pequenos, coleção de esculturas, pavimentos de mosaico e lajes funerários do período dos Cavaleiros.

Algumas das peças mais importantes deste museu são: Ânfora de Fikellura,  Kylix de Vroulian, Black figura ânfora ática, cabeça de mármore de um atleta, cabeça de mármore de Helios entre outras.

Galeria Municipal de artes de Rodes

A Galeria Municipal de Arte de Rodes está localizada na cidade medieval. Abriga um rico acervo, interessante e bonito dos pintores mais representativos frefos do século XX ( fassianos, Maleas Teófilo, Moralis entre outros).

Museu de Arte Moderna

Este museu inclui obras de pintores contemporâneos gregos e estrangeiros que vivem permanentemente em Rodes.

Museu Judaico

O museu Judaico de Rodes foi fundado em 1977 e  encontra-se no antigo bairro judeu da cidade.

Aquário de Rodes

É um museu, um aquário e um centro de pesquisa. Tem como objetivo  preservar e exibir os animais embalsamados e que vivem do mar Mediterrâneo.  Os visitantes podem admirar espécies de gastrópodes e cefalópodes (moluscos), caranguejos, peixes, equinodermos e tartarugas.  Há também exposições de tubarões, de baleias,  bem como des focas-monge do Mediterrâneo.

Monumentos de Rodes

Rodes possui no seu panorama turístico, uma grande densidade de Igrejas e Mosteiros repletos de história e estilos que documentam a antiguidade desta Ilha.

Ilha de Rodes
Mosteiro de Filerimos em Rodes

Mosteiro Filerimos

Este mosteiro  foi construído sobre a colina de Filerimos, próximo ao local do Ialyssos Antiga. Foi construído pelos cavaleiros da Ordem de São João nos tempos medievais e foi reconstruída no início do século 20.

Palácio Grão-Mestre

O Palácio do Grão-Mestre  está localizado no final de Cavaleiros Street. Este é um dos mais bem preservados castelos do Mediterrâneo e com o símbolo da ilha. Foi construído pelos cavaleiros da Ordem de São João nos tempos medievais e foi reconstruído no início do século 20.

Acrópole de Rodes

A Acrópole  de Lidos tem uma fantástica vista para a pitoresca vila e data do período helenístico. Parte desta acrópole foi restaurada pelos Cavaleiros.

Igreja de Nossa Senhora do Castelo

A Igreja de Nossa Senhora do Castelo, Igreja  bizantina do séc séculos XI , localiza-se junto da cidade de Rodes, a leste da Praça do Museu. A Igreja de Nossa Senhora do Castelo foi construída com a forma de cruz e tem características góticas.

Igreja de São Demétrio

A Igreja de São Demétrio é uma Igreja gótica situada na cidade medieval de Rodes. Esta bela igreja possui uma única nave e foi construída durante o domínio dos Cavaleiros.

Igreja de São João da Collachium

A Igreja de São João da Collachium foi construída durante o século XIV e é dedicada a São João, patrono da Ordem, e situa-se na parte medieval da cidade de Rodes.

Igreja de St .Phanurius

A Igreja de St. Phanurius, igreja bizantina situa-se na Cidade Velha de Rodes. A  construção de St. Phanurius, data do séc. XIII, a sua forma é em cruz e está decorada com frescos maravilhosos.

Capela de São Jorge Hostos

A capela de São Hostos é subterrânea e localiza-se junto ao antigo templo de Athena, na aldeia de Filerimos. São Jorge Hostos foi construída durante os primeiros tempos bizantinos.

Igreja da Anunciação

A Igreja da Anunciação foi construída em 1925 pelos italianos, seguindo o desenho arquitetônico da antiga Igreja gótica de São João( localizado na Cidade Velha de Rodes). A Igreja da Anunciação é a catedral real de Rodes.

Igreja de Nossa Senhora (Panagia)

A Igreja de Nossa Senhora, localiza-se no coração da vila de Lindos, na sua praça principal. É uma construção do século XIV. No interior da Igreja de Nossa Senhora, o piso, feito de pedras pretas e brancas, e os magníficos frescos de séc. XVIII a decorar as suas paredes, conferem a esta igreja um aspecto peculiar e de rara beleza.

Vale das Borboletas Cervo-Dama e Faliraki em Rodes

O Vale das Borboletas é um local único na Ilha de Rodes. Local de meditação por excelência, promove um contato intenso com a natureza.

Ilha de Rodes
Porto de Mandraki em Rodes

Em pleno mês de Agosto, pode-se contemplar o espetáculo oferecido por milhares de borboletas que afluem ao vale, a fim de se reproduzir. Deste fantástico fenômeno surgiu o nome Vale das Borboletas.

No fim de Maio, surgem as resplandecentes borboletas, que se deslocam procurando sempre áreas de maior humidade, atingindo assim o vale em Agosto.

Cervo – Dama de Rodes

Algumas lendas dizem que o Cervo-Dama,  foi levado para Rodes pelos cruzados nos tempos medievais. Na verdade, Rodes foi chamado de “Elafioussa” na antiguidade, o que significa “com um monte de veado”. As duas estátuas de veados que se encontram no Mandraki Harbor, em Rodes, mostra que este veado tem sido um símbolo de Rodes ao longo do tempo.

No entanto, o número de cervos tem vindo a diminuir devido à caça furtiva, aos graves incêndios que se fizeram e fazem sentir e também a acidentes com veículos automóveis.

Faliraki Water Park em Rodes

Faliraki Water Park em Rodes é o maior parque de água na Europa. Está aberto de Maio a Outubro e é um maravilhoso parque aquático, equipado com todas as comodidades e jogos. Em Faliraki Water Park, encontram-se diversas atividades e passeios, como slides Kamikaze, um navio pirata  para ser explorado, piscinas com ondas, rio lento, buracos negros enfim, um destino de grande diversão.

Fonte: viajarbaratopt.com

Ilha de Rodes

De entre todos os mitos relacionados com a origem desta formosa ilha, o preferido de Píndaro relata que quando Zeus derrotou os Gigantes e ficou mestre da Terra, decidiu reparti-la entre os Deuses do Monte Olimpo.

Helio, o Deus-Sol, estando ausente, não recebeu nada, do que se queixou amargamente a Zeus, à sua volta. Este preparou-se para fazer uma nova repartição, mas Helios pediu que apenas o deixassem ficar com a terra que emergisse do oceano.

Enquanto Helios falava, do oceano emergiu lentamente uma bela ilha, coberta de flores. O seu desejo foi satisfeito e, encantado, Helios não perdeu tempo em banhar a nova terra com os seus mais brilhantes raios e convertê-la na mais formosa do Mar Egeu.

Os primeiros habitantes míticos de Rodes, os Télkinos, dotados de poderes mágicos, forjaram o tridente de Poseidon e a espada em foice de Cronos. Também se diz que eles forjaram as primeiras estátuas em bronze dos deuses do Olimpo. Foram banidos de Rodes pelos Elides, filhos de Helio e da ninfa Rodes.

Os Fenícios sucederam aos Cários, uma tribo oriunda da Asia Menor, e introduziram a escrita na ilha. Cretenses, gregos Aqueos e outros povos sucederam-se até que os gregos Dóricos fizeram de Rodes um importante centro cultural e artístico.

Entre 1000 e 600 AC, com os seus rápidos navios, desenvolveram uma intensa atividade comercial por todo o Mediterrâneo, em cujas costas fundaram um grande número de colônias.

No antigo porto, hoje chamado Mandraki, dois cervos contemplam o mar do cimo das colunas que marcam o lugar onde há mais de dois mil anos assentava os seus pés o Colosso, uma estátua de bronze de 32 metros de altura, do deus Helios.

A estátua, considerada uma das sete maravilhas do mundo, foi forjada em bronze por Cares de Lindos para proteger a entrada do porto. Foi derrubada em 226 AC por um terremoto mas um oráculo proibiu a sua reconstrução.

Oito séculos mais tarde um árabe vendeu os restos a um comerciante judeu, que precisou de 900 camelos para os transportar para a Síria.

Durante a sua longa história, a ilha esteve no centro de inumeráveis guerras e disputas. Aliada de Alexandre Magno, mais tarde dos Ptolomeus do Egipto, Rodes foi uma potência marítima e criou um dos mais antigos corpos de leis, a “Lei Marítima Internacional de Rodes”, na qual está baseada a moderna legislação marítima internacional.

Rodes fez parte do Império Bizantino, foi ocupada pelos Cruzados e foi governada pelos Cavaleiros de S. João, que marcaram o seu carácter para sempre e que, vencidos por Suleimão o Magnífico, se retiraram para Malta onde passaram a ser conhecidos como os Cavaleiros de Malta.

A ocupação Turca durou até à ocupação italiana em 1912. A derrota do fascismo deixou a ilha sob administração Britânica até à sua integração na República Grega, em 1948.

Hoje em dia Rodes é o lugar ideal para umas férias de Sol, mar e praia. A capital, com o mesmo nome, situada no extremo norte da ilha e rodeada a Este e a Oeste pelo mar, é uma cidade cosmopolita e simultâneamente uma pitoresca e fascinante cidade medieval, onde se fundem as culturas que passaram pela ilha, marcando uma extraordinária diversidade arquitetônica e o carácter único das suas

Fonte: www.theodora-hellas.com

Ilha de Rodes

Ilha de Rodes
Ilha de Rodes

Situada próxima ao litoral da Anatólia, a ilha de Rodes é, desde a antiguidade, uma das principais portas de entrada do Mediterrâneo.

Rodes é a maior ilha do arquipélago do Dodecaneso, Grécia, com capital na cidade de Rodes. Encravada no mar Egeu e separada da Turquia pelo estreito de Dardanelos, sua superfície é de 1.398km2. O monte Atáviros, com 1.215m, é o pico mais elevado da cadeia montanhosa que cruza a ilha, de clima tipicamente mediterrâneo. Rios de regime intermitente cortam o território da ilha.

A história de Rodes começou com a ocupação da ilha pelos dórios, que já haviam conquistado a Grécia continental. Nos séculos VI e V a.C., Rodes esteve ao lado de Atenas mas, no ano 412, aliou-se a Esparta. Em 227 a.C, um terremoto devastou a ilha e destruiu a estátua do Colosso de Rodes, uma das sete maravilhas do mundo, erguida no início do mesmo século.

No ano 43 a.C., durante o triunvirato de Antônio Otávio e Lépido, Rodes foi saqueada pelo conspirador Gaio Cássio por lhe ter recusado seu apoio. Depois disso, nunca mais recuperou sua importância comercial.

Incorporada ao império bizantino, a ilha caiu duas vezes em poder dos árabes, por um curto período de tempo. Mais tarde, entrou na órbita de influência de Veneza. Em 1309, os cavaleiros hospitalários da ordem de São João de Jerusalém apoderaram-se da ilha e a transformaram numa fortaleza contra os turcos, que só conseguiram expulsar os invasores em 1º de janeiro de 1523.

Mantida sob domínio turco até 1912, Rodes foi posteriormente ocupada pela Itália e transformada em capital do arquipélago do Dodecaneso. Após a segunda guerra mundial passou a integrar a Grécia.

A economia de Rodes concentra-se na produção de vinhos, cereais e frutas, em especial as cítricas.

O turismo, porém, constitui a principal fonte de riqueza, pois Rodes foi importante centro artístico e cultural durante a época clássica. Além disso, monumentos medievais conservam traços da presença dos cruzados na ilha.

Fonte: www.biomania.com.br

Ilha de Rodes

A ilha de Rodes, terra grega junto à costa turca, parece navegar num mar morno e azul por entre épocas e culturas: castelos de cruzados, ruínas dóricas e minaretes de antigas mesquitas brotam da paisagem a cada instante. Relato de uma viagem à ilha de Rodes, a maior do Dodecaneso, na Grécia.

O BARCO DE PEDRA

Ilha de Rodes
Ilha de Rodes, Grécia

Rodes é a maior ilha da península do Dodecaneso, cuja localização geográfica resultou numa história particularmente agitada: foi base e fortaleza dos cruzados entre 1300 e 1522, ocupada por otomanos e italianos, palco de guerra entre britânicos e alemães nos anos de 1943-44. Tornou-se definitivamente grega em 1948, mas continua a existir um sentimento de ameaça graças à proximidade da costa turca.

A mistura arquitetônica é única, com a cidade de medieval de Rodes, cenário de filmes de época, a destacar-se, e inúmeros marcos históricos abertos visita: as ruínas da cidade dórica de Kameirós, a fortaleza de Lindós, majestosos edifícios públicos, geralmente de construção italiana, mesquitas e palácios otomanos dispersos um pouco por todo o lado.

A ilha possui ainda um coberto vegetal generoso, que ocupa mais de trinta por cento do solo, devido à abundância de água – coisa de que poucas ilhas gregas se podem gabar. Se lhe juntarmos o enquadramento mediterrânico de mar ameno e transparente e temperaturas agradáveis, temos o cenário ideal para umas férias de sonho que uma média de cem mil turistas, provenientes sobretudo do Norte da Europa e de Itália, aproveitam durante nove meses por ano.

RODES, A CIDADE

Cheguei de Creta depois de onze horas de viagem, e a vista sobre a cidade não podia ser mais impressionante: uma cortina de muralhas desdobrava-se ao longo da costa, interrompida apenas pelas ameias de um castelo, uma cúpula oriental pintada de amarelo e os cedros escuros que se levantavam de um jardim.

Na sua frente deslizavam grandes barcos brancos carregados de turistas. Para entrar na cidade antiga é preciso passar por um dos grandes arcos com portas de acesso, todos restaurados na perfeição – só falta o fosso com crocodilos e a ponte levadiça, para a viagem no tempo ser ainda mais completa.

À noite, algumas destas portas são fechadas, e as ruelas estreitas ficam ainda mais quietas. É uma delícia deambular por estas vielas, sobretudo nas zonas fechadas ao trânsito automóvel.

Calcetadas com seixos da praia brancos e pretos, geralmente formando desenhos (barcos, flores, sóis…), decoradas com cachos de buganvílias, parreiras com uvas e jasmins, e muitas delas ainda com arcos que unem as casas dos dois lados da rua, uma estética prevenção contra os frequentes sismos da zona.

Ilha de Rodes
Ilha de Rodes, Grécia

De todo o lado saem cúpulas, minaretes e torreões de muralhas; duas grandes praças com esplanadas marcam a presença de antigas mesquitas no mais puro estilo otomano, assim como os complementares lava-pés, mimosos e bem desenhados, usados agora como banheira pelos pássaros.

A mais impressionante é, sem dúvida, a Mesquita de Suleimane: s riscas vermelhas e brancas, no alto de uma colina e não muito longe dos banhos turcos, alcança-se por ruas que são autênticas feiras, labirintos de lojas de joalharia de ouro, cerâmicas modernas a imitar cerâmicas antigas, peças de couro e T-shirts “eu estive em Rodes” – uma homenagem aos souks do Médio Oriente.

A sinagoga, das mais barrocamente decoradas que conheço, relembra os milhares de judeus levados daqui pelas forças nazis, e que nunca mais voltaram. O imponente Palácio dos Senhores está recheado de estátuas, mosaicos, e uma excelente coleção que documenta a presença dos cruzados na ilha.

Mais adiante, na Rua dos Cavaleiros, onde se situavam as suas estalagens, encontramos uma mansão otomana com um belo pátio sombrio e arborizado, decorado por bolas de canhão feitas em pedra, provavelmente destinadas a serem lançadas de catapulta.

E este deve ser o objeto decorativo mais comum por aqui: mais ao menos por todo o lado, nas ruas e pelos jardins, em cima de muros e em varandas, é normal as pessoas terem duas ou três bolas de canhão, como se fossem vasos de flores.

O Museu Bizantino, na Catedral dos Cavaleiros, e o Museu Arqueológico, ficam a dois passos um do outro e são apenas mais dois exemplos da riqueza histórica concentrada dentro destas muralhas.

Muitos dos pátios de edifícios antigos estão agora ocupados por bares e pequenos restaurantes; aliás, a oferta é tanta que me custou a compreender os preços altos praticados – até assistir a uma conversa entre um empregado de café e um casal de nórdicos (Suecos? Dinamarqueses?), em que o casal perguntava timidamente se 30€ era o total da conta ou o que devia cada um, e se achava que 10€ de gorjeta eram suficientes, porque não conhecia os costumes…

A concorrência é renhida e, hora do jantar, os estrangeiros que passam na praça central são interpelados várias vezes para entrarem em restaurantes. Se optarmos por comer ao ar livre, os detalhes das paredes, os escudos, as imagens de pedra, cordames entrançados escavados nas colunas, as decorações em redor das janelas, tudo nos tira os olhos do menu; o melhor é escolher um lugar o mais grego possível, afastado do centro, e dedicarmo-nos por completo à excelente gastronomia, que combina legumes, laticínios e sabores do mar de forma admirável.

Ilha de Rodes
Lindós, ilha de Rodes, Grécia

Uma vez do lado de fora das muralhas, a cidade nova estende-se, arejada, junto ao porto.

Nos cais há um permanente desfile de barcos, cada um no seu estilo: vedeta de Cannes, barco pirata, iate moderno de tamanho variável, catamarã veleiro clássico. Passamos pelo velho mercado, que tem mais ourivesarias, relojoarias e artesanato do que propriamente alimentação.

Continuamos até mesquita Murad Reis, junto ao romântico e sombrio cemitério otomano, com as suas lápides cobertas de inscrições em árabe e turbantes de pedra, onde muitos dos gatos da cidade gostam de vir dormir a sesta.

Contornando o majestoso teatro municipal, encaramos com a entrada do porto, onde se levantava o Colosso de Rodes; o local é agora assinalado por duas modestas colunas, encimadas por dois igualmente modestos veados, desproporcionalmente representados nos postais de Rodes.

Sendo esta uma das ilhas mais visitadas da Grécia, a sua “capital” é, com toda a certeza, uma das mais agitadas em termos de serviços turísticos. O mistério e a maravilha desta cidade é não se ter tornado num daqueles lugares indistintos, feito de prédios sobre a areia, onde se acumulam durante meses nórdicos cor de lagosta e americanos de indumentárias paranormais.

Apesar da abundância de turistas Rodes mantém-se como um cenário vivo, oferecendo-nos as alegrias de um mar transparente e morno a par do toque exótico do Médio Oriente, e ainda umas lições de história clássica e medieval. Podemos escolher entre o puro lazer e o cultivo do conhecimento empírico.

E há locais onde até podemos ter os dois ao mesmo tempo: basta sair pelo arco de Ayía Ekateríni em direção ao mar, e vamos a banhos a cinco metros da muralha medieval, com vista sobre uma fila de moinhos de vento.

LINDO COMO LINDÓS

A costa Oeste sempre teve turismo organizado, o que significa que há uma linha de hotéis a acompanhar grande parte da linha do mar. Para encontrar as origens da ilha, é indispensável visitar Kameirós, a mais bem preservada das três cidades dóricas da ilha (vd. caixa).

Apesar da ausência de construções espetaculares, não deixa de ser extraordinário reconhecer a organização rigorosa dos arruamentos, o bem definido desenho das casas, ainda com alguns mosaicos, as colunas da acrópole e a enorme cisterna de uma cidade que já existia há cerca de três mil anos.

E tudo isto localizado numa verdadeira varanda sobre o mar azul, enquadrado por uma das manchas verdes de pinheiros da ilha.

Ilha de Rodes
Vista de Lindós, Rodes

Uma outra cidade dórica, Jalissós, situa-se a caminho do interior da ilha, mas a construção mais evidente é o recente mosteiro Filérimos.

Na costa Leste encontramos a terceira cidade dórica e a segunda maior – e bem merecida – atração turística da ilha: Lindós.

Um dédalo de ruelas brancas que se enrolam à volta de uma colina como um cachecol branco. Portas que abrem para pátios de empedrados artísticos desenhados com seixos, velhas entradas com brasões de pedra, que rompem das paredes para lembrar que aqui eram as casas dos capitães mais importantes.

No alto da colina, como uma coroa, levanta-se (mais) um castelo dos cruzados. E lá dentro, a cidade dos dórios. Sobe-se por um passeio íngreme e estreito, e a última parte, escavada nas rochas, é uma autêntica feira de crochés e bordados fabricados pelas mulheres da aldeia. Burricos de olhos doces levam os turistas menos enérgicos – e mais gordos – até à entrada.

Lá do alto, a vista é magnífica

A enseada azul depois das casas brancas da aldeia, de onde sobressai uma torre sineira em pedra, uma ilhota rochosa, uma península estreita onde jaz a ruína de um moinho, uma praia escondida. Dentro das muralhas, a reconstrução do Templo de Atenas já deixa ver a imponência que teria este centro religioso, o mais importante da ilha.

A combinação do teatro, do templo dórico, dos túmulos bizantinos e a fortaleza que os rodeia, usada como defesa desde a antiguidade, refortificada pelos cruzados nos séculos XIV e XV e posteriormente ocupada durante o período otomano, formam um conjunto contrastante em que é evidente o passar dos séculos, a mudança de estilos com a evolução da vida – e da morte – no local.

Ilha de Rodes
Ilha de Rodes, Grécia

Podemos passar uma tarde inteira dentro das muralhas, descobrindo novas estruturas que dão sobre uma paisagem aberta e acolhedora de mar e vegetação.

Mas a pequena praia lá ao fundo chama-nos. Não que seja a melhor da ilha; tal como nas outras ilhas gregas, sabemos que as melhores praias são as que ficam só para nós, aquelas que descobrimos quando descemos a pé por um carreiro até ao mar, escorregando na terra amarela e seca, respirando o perfume quente do matagal.

E mesmo aqui próximo há duas pequenas praias melhores que a de Lindós: a de Pallas, visível da fortaleza, e a de Vlikhá, 5 quilómetros mais a Norte.

Mas a caminho da praia há um pequeno cemitério muçulmano abandonado, ainda com restos de pinturas nos túmulos, e uma capelinha ortodoxa, tudo misturado com a sombra de olivais e cactos. Burricos vêm cumprimentar, pousando a cabeça sobre os muros.

Quanto mais descemos mais a fortaleza se levanta, e da areia branca a nuance de cores é admirável: areia e guarda-sóis brancos, vegetação verde-seca, casario branco, pedra bruta que se transforma na pedra ordenada das muralhas. E em que outro lugar podemos estar mergulhados até ao peito em água azul-transparente, com os olhos postos numa paisagem tão perfeita como esta?

O COLOSSO DE RODES

Criada entre 292 e 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindós, o colosso era uma imagem do deus do Sol, Hélios, protetor da ilha, e pretendia celebrar a retirada das tropas do rei macedônio Demétrio, depois de um longo cerco. O material usado na sua construção, setenta toneladas de bronze, veio do armamento abandonado pelo exército macedônio.

A estátua tinha trinta metros de altura, era oca, e um homem de compleição normal teria dificuldade em rodear com os braços um dos seus dedos. Cada uma das suas pernas se apoiava sobre uma margem do canal de acesso à ilha, de modo a que os barcos passassem por baixo para atracar.

Na mão direita tinha um farol que guiava as embarcações na escuridão.

Ilha de Rodes
Navio de cruzeiro pelas ilhas gregas atracado em Rodes

Considerada, na Antiguidade Clássica, como uma das Sete Maravilhas do Mundo, a estátua durou cerca de cinquenta e cinco anos, até um terramoto a atirar para o fundo da baía. Os árabes, que chegaram no século VII, venderam o metal como sucata, tendo sido necessários novecentos camelos para a transportar na totalidade.

À excepção das pirâmides de Gizé, nenhuma das Sete Maravilhas sobreviveu, e na maior parte dos casos nem deixou mesmo evidências da sua existência. É o caso do Colosso de Rodes.

OS DÓRIOS – MEMÓRIA DE UM POVO

Sabe-se que vieram do Norte e que eram ferozes guerreiros. Invadiram o Peloponeso, Creta e Rodes, durante o século XII a.C. Apoiados por uma aristocracia guerreira e armas de ferro, puseram fim à civilização Micénica e estabeleceram a sua cidade mais importante em Esparta (mais tarde, a única cidade-estado que conseguiu rivalizar com Atenas).

Ilha de Rodes
Kameiros, ilha de Rodes

Com a chegada destas migrações dóricas, o comércio e a arte regrediram, mas a verdade é que pouco se sabe sobre o período de quatrocentos anos que durou o seu domínio, à parte as marcas de incêndio e destruição generalizada que chegaram até nós.

Esta época está também associada a introdução do trabalho em ferro, a um estilo arquitetônico particular – o dórico, evidentemente – e ao aparecimento de uma nova cultura e tipo de vida que participou no que mais tarde ficará conhecido como Civilização Helénica, e que virá a atingir o apogeu no século V a.C.

Halicarnasso, Cós, Cnido, Jalissós, Lindós e Kameirós, as três últimas na ilha de Rodes, formavam uma importante confederação de cidades dóricas no Mediterrâneo, a hexápode dórica; mais tarde, no século V a.C., Jalissós, Lindós e Kameirós uniram-se para fundar a cidade-estado de Rodes.

QUANDO VIAJAR PARA A ILHA DE RODES, GRÉCIA

A ilha é agradável todo o ano, sobretudo no Outono e na Primavera. O clima mediterrânico é suave e o Verão é longo, com as temperaturas mais altas entre Maio e Outubro. A maior parte da chuva cai em Janeiro, e em Dezembro as temperaturas médias descem para 12 ou 13 graus.

Fonte: www.almadeviajante.com

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