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Salonica

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Uma das mais antigas cidades da Europa e da segunda maior cidade da Grécia, Salonica é totalmente diferente do que Atenas . Alguns podem dizer que é culturalmente superior ao capital e com certeza tão sofisticado como Atenas. O estilo de vida é mais descontraído tendo uma clara influência oriental. Ele tem alguns dos maiores clubes e bares, tocando boa música. É um paraíso de compras para quem procura elegância e roupas da moda. E não menos importante, ela está cheia de locais históricos e museus.

Argo-Golfo de Salonica

Situado entre Atenas e do Peloponeso as ilhas do Golfo de Salonica ( Salamina , Aegina, Angistiri, Poros, Hydra e Spetses) são tão diversas entre si apesar de sua proximidade com o outro e do continente. Estes seis ilhas têm por um longo tempo foi um fim de semana popular para atenienses, a ilha mais próxima, Salamina , geralmente é apenas pensado como um subúrbio de Atenas e é apenas um passeio de barco de 15 minutos da capital grega. Não foi até recentemente que os visitantes estrangeiros começaram a visitar as ilhas, ficando muitos em Atenas e não quer deixar a Grécia sem pelo menos experimentar uma ilha grega antes de sair.

Salonica
Argo-Golfo de Salonica

A ilha mais próxima de Atenas eo mais acessível é Salamina , que é muito famosa pela batalha que foi travada em sua costa. Muitos atenienses usando grandes praias da ilha ao longo dos meses de verão, que está tão perto da cidade. Apenas uma hora ao sul de Pireu é Aegina que é relativamente tranqüila, mas tem o seu templo muito antigo e famoso de Aphaia que é muito popular e um dos mais bem preservados na Grécia.

Depois de Aegina é a ilha de Poros, que é uma ilha de férias e pode ficar ocupado, embora haja uma abundância de lugares calmos na ilha principalmente do interior. Poros é apenas um par de centenas de metros da costa do Peloponeso.

As próximas duas ilhas são, na verdade, no Golfo Argolistic, mas ainda são classificados como ilhas do Golfo de Salonica. Há uma vez muito elegante ilha de Hydra , que atraiu artistas, músicos e estrelas de cinema. Agora, esta bela ilha atrai milhares de atenienses em fins de semana e também os muitos visitantes internacionais que querem explorar esta ilha.

Spetses é a ilha mais distante de Salonica de Atenas e é, provavelmente, a mais bonita, com muitas praias espetaculares e florestas de pinheiros enormes, mas como em todas as ilhas de Salonica há uma abundância de casas de fim de semana de férias para atenienses ricos.

História

Salonica ou Salônica é a segunda maior cidade da Grécia e capital da Macedônia, a maior região da Grécia. A área de planejamento de Salonica estende no Golfo de Salonica por cerca de 17 quilômetros. É centro de transporte muito importante para o sul da Europa. E monumentos bizantinos de Salonica cristianismo estão inscritos na lista com a Unesco herdada. Thessaloniki tornou-se a Capital Europeia da Cultura em 1997.

A cidade fundada por volta de 315 aC, o rei da Macedônia Cassandro perto da cidade antiga de Therma levado o nome da esposa e filha de Salonica linda mãe de Alexandre Magno, o nome veio de seu pai, Filippo II para comemorar a sua giorno o nascimento de sua vitória contra o Fenici com a ajuda dos melhores pilotos da Tessália, na Grécia, em seguida.

Paolo durante sua segunda missão de Tarso pregou na reunião da cidade e colocar as bases para uma igreja. Paolo escreveu duas de suas epístolas às eras cristãs communità Thessaloniki para Thessalies primeiro e segundo para Saloniques.

A ferrovia chegou em Salonica, em 1888 e muitas outras comodidades modernas foram construídos no porto entre 1896-1904. O fundador da moderna Turquia Mustafa Kemal Atatürk nasceu em 1881 e do movimento dos Jovens Turcos estavam estacionados aqui no início do século 20 °.

Tempo

A cidade é abençoada com clima mediterrâneo, com invernos suaves e chuvosos e verões quentes. Junho, julho e agosto são os meses mais quentes, com temperatura média de 88 F (31 C), em julho.

Torre Branca de Salonica

Salonica
Torre Branca de Salonica

Tanto um monumento e um museu, Torre Branca de Thessaloniki foi adotado como símbolo da cidade. É também um símbolo da soberania grega sobre a Macedônia. A torre atual data do reinado do sultão otomano Suleiman, o Magnífico, mas tem havido uma antiga torre no mesmo local.

A torre tem sido usada por otomanos como guarnição, prisão e forte. Depois de um terrível massacre dos presos na torre, a torre adquiriu o nome de “A Torre Vermelha”.

Durante séculos, tem sido parte da muralha da cidade separa o bairro judeu dos cemitérios dos muçulmanos e judeus. Quando Salonica foi recapturado pelos gregos a torre foi pintada de branco e tem o seu nome atual. Hoje abriga um museu bizantino. No topo da torre há um pequeno café que oferece uma bela vista da cidade.

Fonte: www.athens-greece-guide.com

Salonica

É uma cidade moderna, com raízes sólidas numa antiguidade que foi seminal quer para a cultura europeia, quer para as civilizações situadas a oriente.

Na capital da velha Macedônia são muitos, portanto, os contrastes: velhos testemunhos de uma história riquíssima, que remonta às eras bizantinas e romana, a par de dinâmicas urbanas e sociais típicas de uma urbe contemporânea. Viagem ao coração de Salonica.

Salonica, O ORIENTE DA EUROPA

Era uma vez uma velha estrada romana, caminho longo que ligava os portos do Mar Adriático a Constantinopla e onde se cruzavam, dia e noite, caravanas de mercadores. Tais viagens empreendidas através da famosa Via Egnatia – a via militaris de Cícero – aproximaram a Europa da Ásia e representaram também uma ponte entre mundos diferentes e culturalmente distantes. Uma das consequências desse inquieto vaivém de populações e exércitos foi a imponderável arquitetura política de uma das regiões culturalmente mais complexas da Europa, os Balcãs. E a fundação de uma cidade que viveu uma riquíssima história ao longo de mais de dois milénios.

Salonica
Igreja do profeta Elias, em estilo arquitetônico comum no Monte Athos

Salonica, cidade fundada há mais de 2.300 anos por um general macedônico do exército de Alexandre e uma das mais importantes do mundo antigo, porto concorrido ao longo de séculos por navios de quase toda a orla mediterrânica, esteve desde sempre em posição de reclamar uma capitalidade cultural balcânica a par da sua importância estratégica e comercial.

A que foi a segunda cidade do Império Bizantino – e é hoje o centro urbano mais próspero e dinâmico do Norte da Grécia – assumiu um papel de agente dinamizador do “processo cultural balcânico”, para citar a terminologia local. Na verdade, é justo dizer que Salonica estendeu, e estende, a sua influência cultural sobre mais de vinte milhões de pessoas na região.

Enquanto ponto de encontro de culturas e gentes diversas (judeus e arménios encontraram aqui refúgio e constituíram importantes comunidades), de rotas históricas e de diferentes tradições, Salonica não esconde a sua dimensão balcânica, mesmo se a primeira impressão que o viajante recolhe é a de uma cidade moderna e em tudo semelhante às suas congéneres da Europa ocidental. Como em muitos outros lugares da Grécia, a percepção da identidade local faz-se através de uma leitura focada para além da realidade física.

A atmosfera de Salonica, mesmo se a arquitetura predominante se apresenta claramente familiar, guarda algumas subtis reminiscências orientais, a que se adiciona o ritmo inconfundível de uma urbe mediterrânica. A algazarra das multidões fluindo sobre o longo passeio à beira-mar, entre bancas de frutos secos e “kantynas” ambulantes, os músicos de rua tocando sinuosas melodias, os realejos coloridos derramando estranhas sonoridades pelas esquinas, tudo isso oferece um estimulante contraste com o ambiente “ocidental” dos boulevards arborizados das ruas Tsimiski e Egnatia, com as suas sequências de lojas de artigos de luxo, desde ourivesaria grega a roupas italianas. Este retrato de acerados contrastes e oposições adensa-se ainda mais com os matizes do “Kastra”, o bairro turco de ruelas labirínticas, de becos e de escadinhas entrançadas à volta das velhas muralhas que o Imperador Teodósio mandou construir, por volta do séc. V, na parte alta da cidade.

Salonica chegou um dia a ser capital do Império Romano do Oriente, por vontade do imperador Galério. Ao tempo do Império Bizantino, partilhou com Constantinopla algumas honrarias; desse período ficou um impressionante patrimônio de arte e igrejas bizantinas, o mais importante de toda a região balcânica, se exceptuarmos o Monte Athos. Na região este da Península da Calcídica, a 150 km de Salonica, o Monte Athos, a montanha santa da religião ortodoxa, acolhe, ainda, vinte mosteiros onde vivem mais de mil e quinhentos monges; as igrejas da maioria desses mosteiros conserva belíssimos ícones e outras peças de arte religiosa bizantina que foram ao longo de séculos salvos de sucessivos incêndios e das investidas dos piratas turcos.

UM MOSAICO HISTÓRICO

Clássica, romana, helenística, otomana, moderna, Salonica é uma cidade de realidades profundamente contrastantes e a cada passo surpreendentes: das ruínas da antiga ágora romana quase podemos lançar um olhar a exemplares de arquitetura art deco, e numa escassa centena de metros é possível atravessar alguns séculos de História à vista da urna funerária de Filipe da Macedônia, dos grandiosos túmulos helenísticos do Museu Arqueológico ou dos ícones e mosaicos bizantinos de muitas, e belas, igrejas.

Salonica
Igreja de Santa Sofia, uma das mais antigas de Salonica, com raízes no séc. VIII

Mas Salonica é também uma cidade que se orgulha da sua faceta boémia, consequência inevitável da sua dimensão de grande urbe universitária. A principal concentração de bares e restaurantes ocorre na marginal e nos arruamentos vizinhos; não fora uma boa parte da música denunciar uma omnipresente influência melódica oriental, o viajante julgar-se-ia imerso na noite de uma qualquer cidade europeia, frenética, insomne e voluptuosa.

O grande incêndio que, em Agosto de 1917, destruiu mais de metade da cidade, e levou à sua reconstrução em moldes modernos (à excepção do bairro turco), não consumiu o que podemos interpretar como a essência da cidade, que é a de um mosaico onde se plasmaram os testemunhos algo discretos, mas indeléveis, de sucessivas civilizações.

À semelhança do que escreveu um dia Italo Calvino, a propósito de uma das suas cidades imaginárias, bem se pode dizer que Salonica se oculta (ou se revela) “sob esse denso invólucro de sinais”.

Porta oriental da Europa, encruzilhada de rotas marítimas e terrestres, cidade historicamente multi-étnica, Salonica merece que se faça justiça ao seu papel como ponte e filtro das contribuições orientais para a civilização europeia e como capital polarizadora de uma região por onde passavam algumas das grandes vias de comunicação do mundo antigo.

DO PÚLPITO DE SÃO PAULO AO MONTE OLIMPO

Em termos mais objetivos – ou descritivos -, sublinharemos que Salonica é a capital da maior província grega, a Macedônia, e a segunda cidade da Grécia, reunindo atualmente cerca de um milhão de habitantes. É uma cidade moderna, reconstruída inteiramente após o grande incêndio de 1917, e alongada sob pressão da vaga de refugiados gregos expulsos em 1921 da Ásia Menor pelos Turcos,- êxodo que marcou de igual modo o desenvolvimento urbanístico de Atenas. Algumas das inúmeras “tavernas” da cidade evocam, justamente, heranças que vêm desses tempos.

Salonica
Um copo de ouzo e dois dedos de conversa numa taverna de Salonica

Nenhuma outra cidade conserva, apesar de tais circunstâncias, um acervo de arte bizantina tão importante como o de Salonica. Há, por exemplo, uma infinidade de templos espalhados pela cidade. Os mais importantes são Agios Dimitrios, e Agia Sofia, uma igreja do séc. VIII. As pequenas igrejas de Panagia Ahiropolitos e de Ossios David, em pleno bairro de Kastra, são os templos cristãos mais antigos de Salonica, datando ambas do séc. V. Notáveis frescos possui a igreja de Nikolaos Orfanos (séc. XIV), e no Mosteiro de Vlatadon conserva-se um púlpito que teria sido, de acordo com a tradição, usado por São Paulo na suas pregações em Salonica.

Mas na segunda cidade da Grécia encontramos, também, importantes testemunhos da época romana: a Ágora, na Praça Dikastirion, cujas escavações ainda prosseguem, e a igreja de Agios Giorgios, um templo de planta circular, concebido para túmulo do Imperador Galero, que foi convertido por Constantino em templo cristão – e, mais tarde, em mesquita muçulmana, de que resta o minarete. A Torre Branca, ex-libris de Salonica, foi construída no séc. XVI, durante o domínio otomano. Foi utilizada como prisão no séc. XVIII e alberga hoje um interessante Museu Bizantino, com um acervo de obras do séc. IV ao séc. XV.

No capítulo dos espaços museológicos, há outros requerem visita obrigatória: o Museu Arqueológico (que conserva, para além de um largo acervo do período helenístico, o famoso espólio da tumba de Filipe II, descoberto em 1977) e o Museu Etnológico da Macedônia, considerado um dos melhores do género em toda a Grécia.

Salonica
Salonica conserva um precioso acervo de arte e arquitetura bizantina

Para quem planeie andarilhar pelos arredores de Salonica, além da viagem Península da Calcídica e ao Monte Athos, via Ouranópolis, é possível visitar as ruínas de Pela (40 km a oeste), local de nascimento de Alexandre Magno e onde foram descobertos belos mosaicos com representações de cenas mitológicas.

Um pouco mais longe,Vergina (60 km a sudoeste, perto de Veria) é o local onde se situava, outrora, a cidade de Aigai, a antiga capital da Macedônia. O túmulo de Filipe II foi aí descoberto e o espólio está exposto no Museu Arqueológico de Salonica -, merecendo atenção particular os mosaicos que decoram o peristilo do palácio de Antigonos Gonatas.

Finalmente, um empreendimento mais de carácter mais físico, mas ainda com uma componente de índole cultural: uma centena de quilómetros a sudoeste de Salonica, junto à auto-estrada para Atenas, fica o Monte Olympus, antiga morada dos deuses da mitologia grega e a montanha mais alta da Grécia (Mytikas, o pico mais elevado, atinge os 2.917 metros). A escalada não é difícil e pode ser feita em dois dias a partir da aldeia de Litohoro.

Fonte: www.almadeviajante.com

Salonica

Salonica ou Salônica, também conhecida como Tessalonica (português europeu) ou Tessalônica (português brasileiro). Thessaloníki, “vitória sobre os tessálios”) é a segunda maior cidade da Grécia e a principal cidade da região grega da Macedônia. Sua população era de 763 468 habitantes em 2001, contando com os subúrbios junto ao golfo Termaico.

Salonica
Bandeira de Salonica

História

A cidade foi construída por determinação de Cassandro, em 316 a.C., que lhe deu o nome da sua esposa, Tessalônica, meia-irmã de Alexandre Magno. Esta fora assim chamada por seu pai, Filipe II da Macedônia, por ter nascido no mesmo dia da vitória dos macedônios sobre os tessálios.

O nome alternativo Salonica, antigamente mais comum e usado em vários idiomas europeus.Outras denominações historicamente importantes incluem em turco otomano, e Selânik, em turco modernoSolun, nas línguas eslavas da região; Sãrunã em aromeno; Selanik em ladino.

Foi a capital de um dos quatro distritos romanos da Macedônia, governada pelo pretor Fabiano, a partir de 146 a.C..

Na sua segunda viagem missionária, São Paulo pregou na sua sinagoga, lançando as bases de uma das mais marcantes igrejas da época, e destinou-lhe duas das suas epístolas.

A animosidade contra Paulo, por parte dos judeus da cidade, levou-o a fugir para Beréia.

Posteriormente, escreveu a Primeira Epístola aos Tessalonicenses e a Segunda Epístola aos Tessalonicenses.

Em 388, a cidade foi palco do Massacre de Tessalonica, quando, por ordem do imperador Teodósio I, 7.000 pessoas foram assassinadas por se revoltarem contra o general Buterico e outras autoridades romanas.

Domínio bizantino e veneziano

Desde que foi subtraída à Macedônia, Salonica fez parte do Império Romano e do Império Bizantino, até que Constantinopla foi conquistada na Quarta Cruzada, em 1204.

A cidade tornou-se capital do Reino de Salonica, fundado pelos cruzados, até ser capturada pelo Despotado bizantino do Épiro, em 1224.

Foi reconquistada pelo Império Bizantino em 1246, mas, sem capacidade para fazer frente às invasões do Império Otomano, o déspota bizantino Andrônico Paleólogo é forçado a vendê-la a Veneza, que a manteve até 1430.

Salonica
Selo de Salonica

Domínio Otomano

Sob domínio do Império Otomano até 1912, a cidade distinguia-se pela sua população maioritariamente judaica de origem sefardita, em consequência da expulsão dos judeus da Espanha depois de 1492 (havia também alguns judeus romaniotas).

A língua mais usada na cidade era o ladino (língua derivada castelhano) e o dia de descanso oficial da cidade era o sábado.

Salonica
Muralhas bizantinas

Domínio grego moderno

Salonica
Salonica

Tessalônica foi o principal “prêmio” da primeira Guerra dos Balcãs em 1912, quando se tornou parte da Grécia.

Durante a Primeira Guerra Mundial, um governo provisório foi ali estabelecido e dirigido por Elefthérios Venizélos.

Este governo tornou-se aliado dos britânicos e franceses, contra a vontade do rei, que era favorável à neutralidade da Grécia.

A maior parte da cidade foi destruída por um incêndio de origem desconhecida (provavelmente um acidente), em 1917.

O fogo teve como consequência a diminuição para metade da população judia que emigrou depois de verem as suas casas e seus meios de subsistência destruídos. Muitos foram para a Palestina. Alguns foram no Expresso do Oriente para Paris. Ainda outros foram para a América.

Gregos exilados de Esmirna e de outras áreas da moderna Turquia em 1922, seguindo a derrota do exército grego que invadiu a Ásia Menor, chegaram a Tessalônica e influenciaram a cultura da cidade.

Elefthérios Venizélos proibiu a reconstrução do centro da cidade até que uma planta moderna da cidade estivesse pronta.

Apesar dos esforços gregos, quase todos os habitantes judeus da cidade foram assassinados no Holocausto durante a ocupação alemã entre 1941 e 1944.

Atualmente é uma cidade universitária, base da NATO e um importante centro industrial, com refinarias de petróleo, fábricas de maquinaria, têxteis e tabaco.

Monumentos e outros lugares de interesse

Salonica
O Arco de Galério

Salonica
A Torre Branca

Um marco e um símbolo bem conhecido em Tessalonica é a Torre Branca.

Outros monumentos notáveis são o Arco de Galério, a igreja de São Demétrio e os extensos muros da cidade.

O Museu Arqueológico de Tessalônica guarda um rico acervo que abrange desde a Pré-história até o período romano.

Tessalônica tem bonitas praças com muitos bares, como a Praça Aristóteles, a Praça Santa Sofia, a Praça Nea Panagia e a Praça Navarínu.

Fonte: pt.wikipedia.org

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