Trânsito

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Trânsito – O que é

O trânsito é o espaço onde acontece o movimento de pessoas, de veículos e de animais. E, que pode ser tanto em ruas quanto em estradas. O trânsito é um espaço coletivo, ou seja, é um local onde as pessoas podem conviver e se comunicar. No trânsito, todos têm direitos e deveres. Por isso, é necessário, que haja respeito e compreensão entre todos que participam do trânsito. Em casa, na família todos têm regras para cumprir, como por exemplo, o horário das refeições, o horário para dormir e assim por diante.

Cada pessoa tem sua função. O papai e a mamãe geralmente trabalham fora, os irmãos mais velhos cuidam dos mais novos e estudam, enfim, cada um tem seu papel. Essas regras têm que ser seguidas e respeitadas para que haja um convivência tranquila. Até mesmo na sala de aula, existem regras. Por exemplo: nenhum aluno para se locomover pulando em cima das cadeiras. Ou seja, para ir de um lugar ao outro, os alunos não podem subir nas cadeiras, nem pular em cima das mesas.

TrânsitoTrânsito

No trânsito, também existem regras e leis, que devem ser cumpridas, para que haja organização e para que tudo funcione direitinho. Quando as pessoas esquecem disso, ou seja, desrespeitam essas regras e leis, é que acontecem os acidentes. É muito importante que todos conheçam quais são as formas corretas de se comportar no trânsito, respeitando as outras pessoas que também convivem no mesmo espaço. Assim, fica fácil evitar os acidentes, preservar nossa vida e a vida das outras pessoas.

Trânsito – Pedestre

TrânsitoPedestre

O pedestre é quem circula a pé. Todas as pessoas são pedestres no trânsito. Porém, nem todas são motoristas por exemplo, porque não tem carro ou ainda não tem a idade adequada para dirigir. Nem todos são ciclistas, porque não tem bicicleta ou não sabem andar de bicicleta. Mas todas as pessoas são pedestres no trânsito. O pedestre tem direitos e deveres, assim como os demais agentes que participam do trânsito.

Trânsito – Ciclista

TrânsitoCiclista

Ciclista é quem circula de bicicleta nas ruas e estradas. Ao andar de bicicleta, o ciclista precisa respeitar a sinalização e as leis também. Quem acha que pode andar de bicicleta na contramão, está enganado. O ciclista deve andar no sentido dos veículos e quando estiver em grupo, deve pedalar em fila única, ou seja, em fila e um atrás do outro.

Trânsito – Motorista

TrânsitoMotorista

Motorista é quem dirige um veículo, que pode ser um carro, um ônibus, um caminhão, etc. Para poder dirigir e se tornar um bom motorista, as pessoas têm que ter a idade mínima de 18 anos para poder tirar a sua carteira nacional de habilitação, chamada também, de carteira de motorista ou CNH. Para ter essa carteira, as pessoas fazem um curso e no final do curso, passam por um teste, para saber se aprenderam tudo direitinho. Os motoristas precisam saber e conhecer as regras e leis de trânsito para respeitá-las e evitar os acidentes. Muitos motoristas esquecem disso. Esquecem que temos que respeitar para sermos respeitados. É muito importante que além de respeitar as regras, as leis e os sinais, que os motoristas respeitem os pedestres, os ciclistas, motociclistas e os outros motoristas também. Assim, é possível que o trânsito seja um ambiente onde as pessoas podem conviver em plena harmonia.

Trânsito – Motociclista

TrânsitoMotociclista

As pessoas que andam de moto pelas ruas, no trânsito, são chamadas de motociclistas. Para andar de moto também é necessário ter a carteira de motorista. Além disso, é preciso usar o capacete E, o mais importante, é preciso pilotar a moto com muita atenção e muito cuidado.

Trânsito e Cidadania

Cidadão é o indivíduo consciente do seu papel na sociedade. Ser cidadão significa conhecer e reconhecer que temos direitos e deveres que devem ser cumpridos e exercidos para que a vida em sociedade seja possível.

O bom cidadão é geralmente um bom pedestre, um bom ciclista, motorista, etc., pois reconhece os seus deveres e direitos também no trânsito.

TrânsitoTrânsito e Cidadania

No trânsito não dá para brincar: trânsito não é autorama nem videogame! É necessário respeito e cordialidade no trânsito. É muito importante que cada um faça sua parte, respeitando e se fazendo ser respeitado. O Brasil tem um conjunto de leis de trânsito, que foi revisto e ampliado há pouco tempo, em 1997. Todas essas leis estão reunidas num só livro, que tem o nome de “Código de Trânsito Brasileiro” ou simplesmente “CTB”.

Sinais Amigos

PARA QUE SERVEM OS SINAIS?

Existem muitas formas das pessoas se comunicarem entre si. Pode ser pela fala, pelo olhar, através dos sons, etc. Quando você está em um local público como num parque ou mesmo na sua escola e precisa ir ao banheiro, como é que você sabe qual é o banheiro feminino, ou seja, destinado as mulheres e qual o banheiro masculino, destinado aos homens? Em geral, há uma plaquinha com um desenho na porta, não é?

Pois então. Essas placas tem um significado e servem para orientar as pessoas sobre alguma coisa. No trânsito, também é necessária essa comunicação.

Assim, fica muito mais fácil as pessoas se entenderem. Por isso, existem alguns sinais, que servem para facilitar a comunicação entre as pessoas. Eles são super importantes para “manter a ordem”. Imagine que confusão seria, se não existissem os semáforos, as faixas de pedestres e tudo o mais. Os sinais mais comuns no trânsito são os semáforos, as placas, as pinturas no chão das ruas, os gestos, os sons de apito e de sirenes, os sinais luminosos, as cores e assim por diante. Vamos conhecer alguns deles?

Semáforo para pedestres

Dica: se você estiver circulando no trânsito como pedestre, respeite o semáforo específico para eles. Só atravesse a rua, quando o bonequinho estiver VERDE.

Semáforo para veículos

TrânsitoSemáforo

É muito importante que você saiba o significado das cores. Quem é pedestre também deve ficar sempre bem atento a esse tipo de semáforo mesmo que ele seja específico para carros.

Veja o significado das cores:

VERMELHO = indica que o veículo deve parar.
AMARELO = é hora de prestar atenção. O sinal vai mudar, mas isso não quer dizer que o motorista já pode passar com o carro. Pelo contrário. Ele deve permanecer aguardando a sua vez ainda.
VERDE = Agora sim. Esse é o momento correto para o motorista prosseguir.

Placas

TrânsitoPlacas de Trânsito

Existem diversos tipos de placas que servem para orientar as pessoas, não só no trânsito, mas em diversos locais pelos quais andamos. No trânsito elas servem para orientar tanto os pedestres, quanto os motoristas. Todas elas têm um significado e transmitem mensagens muito importantes.

Sinais, gestos e sons de Trânsito

Além dos tipos de sinalização que vimos até aqui, os Agentes de Trânsito ou Policias, utilizam também os sinais sonoros, como os do apito por exemplo, ou ainda, os gestos com os braços.

CINTO DE SEGURANÇA E VOCÊ, COMPANHEIROS INSEPARÁVEIS

CINTO DE SEGURANÇA NÃO É ENFEITE DE CARRO, É ?

TrânsitoCinto de Segurança

Claro que não é enfeite de carro não. A utilidade do cinto de segurança é fixar a gente no banco do carro. Se acontecer uma batida, quem estiver usando o cinto não sai voando pelo vidro. Depois que a gente se acostuma, até sente falta do cinto e se sente desprotegido quando não está com ele engatado. O uso do cinto é obrigatório em todo o Brasil, seja na cidade ou nas estradas. Ele é uma das melhores maneiras de evitar que as pessoas se machuquem, quando acontece uma batida.

Não se esqueça de que tem cinto no banco de trás dos veículos também. Aliás esse é o lugar certo, onde as crianças devem andar no carro, no banco de trás e com cinto de segurança.

Educação para o Trânsito

CTB: Lei 9.503: desde 1998, o Código de Trânsito Brasileiro determinou (Art. 76) que a Educação para o Trânsito é obrigatória nas escolas, em todos os níveis, desde a pré-escola até a universidade.

Educar funciona?

Trânsito

Países que investiram em Educação para o Trânsito obtiveram excelentes resultados. Bons exemplos disso são a Suécia e o Japão, que já amargaram estatísticas tão lamentáveis como as nossas e hoje são referenciais de trânsito seguro no mundo. A experiência de países que já passaram por situações críticas mostra que a Educação para o Trânsito funciona.

O que não funciona:

Campanhas curtas não funcionam ou funcionam mal, pois têm efeito efêmero, assim como programas interrompidos. Estudos demonstram que as campanhas pontuais de Educação para o Trânsito mais deseducam do que ensinam, pois passam a ideia errônea, subliminarmente, de que existem alguns períodos do ano nos quais se deve cumprir as regras de trânsito, tomar cuidado com os riscos ou se interessar pelo assunto: fica parecendo que a segurança no trânsito não precisa ser uma tarefa contínua.

A falta de material didático adequado já comprometeu muitas ideias boas e bem intencionadas. Quando a aplicação do conteúdo depende de o professor confeccionar o seu próprio material didático, tudo fica mais difícil, pois nem todos têm habilidade, paciência ou mesmo tempo para fazê-lo. Materiais didáticos com informações erradas, pouco atrativos ou pouco amigáveis para instrutores, professores e alunos comprometem bons programas ou campanhas.

Outra situação que complica, limita e até inviabiliza a implantação ou a continuidade de programas de Educação para o Trânsito é o custo por aluno atingido. Métodos dependentes de distribuição de cartilhas geralmente apresentam este problema.

Para pensar

Campanhas, programas ou matérias mal elaborados podem gerar problemas sérios. Ex: ensinar para criança somente que verde significa “pode ir” e vermelho, “pare”, sem diferenciar semáforos de pedestres e de condutores, já patrocinou algumas tragédias.

As minicidades, onde as crianças brincam que são motoristas, são adequadas? Ou seria melhor educá-las para os papéis que elas já desempenham no trânsito, como pedestres, passageiras e ciclistas? Ensiná-las a se comportar como condutores de automóveis tão precocemente, uma vez que condutores mesmo, só serão quando completarem 18 anos, poderia ser considerado inadequado ou perigoso?

Uma pessoa reconhecidamente preparada em assuntos automobilísticos, como Michael Schumacher, conseguiria trocar o pneu do seu carro particular sem dispor de uma chave-de-rodas?

Será que o Dr. Ivo Pitangui concordaria em improvisar um bisturi para realizar uma de suas cirurgias plásticas, sempre consideradas obras-primas da moderna medicina estética?

Cenas chocantes de acidentes reais, em foto ou vídeo, mostrando corpos mutilados em imagens trágicas, têm sido usadas em cursos de Direção Defensiva por muitos instrutores, que defendem o enfoque impactante como poderosa arma de sensibilização. Instrutores experientes garantem que mostrar cenas violentas funciona bem junto ao público mais jovem, afoito e insensível aos riscos dos acidentes e, eventualmente, para reciclagem de condutores experientes e ousados que nunca se envolveram em acidentes. A moderna pedagogia, entretanto, condena a valorização do “errado”.

Banalização da violência no trânsito

Um efeito absolutamente indesejado é o da banalização da violência: de tanto ver acidentes, a pessoa tende a achar que isso é normal e distante de sua realidade. Então, aquela voz interior dizendo que “isso nunca vai acontecer comigo” aparece e todo o esforço de sensibilização torna-se inócuo.

Ao divulgar estatísticas de acidentes de trânsito como se fossem índices econômicos, a imprensa está alertando para a gravidade do problema ou contribuindo para banalizar o assunto?

Por que a queda de um avião nos sensibiliza mais do que o imenso número de vítimas do trânsito?

No Brasil morrem 100 pessoas por dia, a lotação média de um avião comercial. Este número não é notícia porque o assunto já está banalizado – e por isso não daria audiência ou está banalizado porque nunca é notícia?

Afinal, “se ninguém diz que a violência do trânsito no Brasil consome por dia o equivalente a um acidente aéreo de grande porte, é porque isso não deve ser importante.” Ou ainda, seria porque, da forma como é apresentado, não desperta a atenção e a tomada de consciência sobre o assunto?

O que funciona?

Programas de educação de longa duração, consistentes e com metodologia adequada, funcionam. É preciso continuidade, pois tratase de um assunto novo, sobre o qual o público alvo – crianças, jovens ou adultos – muito pouco ou nada viu, ouviu ou leu. Educação para o Trânsito, no Brasil, é muito recente. Se é verdade que “para ensinar matemática a João é preciso conhecer matemática e João”, então, temos muito a fazer. Ainda entendemos pouco da “matemática” do trânsito e muito menos ainda dos anseios, necessidades, capacidades e limitações do nosso “joão”, usuário compulsório do trânsito nosso de cada dia.

TrânsitoTrânsito

Uma metodologia que leve em conta o público alvo, sua faixa etária, nível de instrução, necessidades, desejos, perfil sócio-econômico, etc., é fundamental. É quase como uma condição para que seja possível educar para o trânsito. O mesmo pode-se dizer quanto aos materias didáticos. Ferramentas adequadas, inteligentes, amigáveis e atraentes podem ser a garantia de que tanto os aplicadores (professores, instrutores) quanto os alunos vão aceitar, se encantar e desejar aprender sobre o assunto.

Código de Trânsito Brasileiro

O trânsito brasileiro é regulamentado pela Lei 9.503/97 – Código de Trânsito Brasileiro – CTB, e pelas Resoluções complementares.

Além do CTB e das Resoluções, os Estados complementam a legislação por meio de Portarias e Decretos.

Os órgãos de trânsito municipais também têm autonomia para normatizar detalhes do trânsito, que não são os mesmos em todas as cidades, exigindo atenção por parte dos condutores.

De modo geral, a legislação brasileira de trânsito é considerada boa e até serve de exemplo para outros países. Quando entrou em vigor, em 1998, o CTB tinha muitos pontos polêmicos que permitiam mais de uma interpretação; atualmente, já estão esclarecidos pelos especialistas.

O Código define atribuições das diversas autoridades e órgãos ligados ao trânsito, fornece diretrizes para a Engenharia de Tráfego e estabelece normas de conduta, infrações e penalidades para os diversos usuários deste complexo sistema.

Nesta obra analisamos e interpretamos as leis e resoluções sob o ponto de vista do usuário das vias, com ênfase para o condutor.

O Código de Trânsito Brasileiro fundamenta seu conteúdo na segurança do trânsito, no respeito pela vida e na defesa e preservação do meio ambiente.

CTB: Lei 9.503 de 23/09/97

Todo condutor tem a obrigação de conhecer as leis de trânsito, o dever social de cumpri-las e estará sujeito a multas e penalidades toda vez que transgredi-las.

O desconhecimento da lei não pode ser usado na defesa de um infrator. O condutor é responsável por todos os seus atos no trânsito.

O CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO é composto de 20 capítulos e originalmente tinha 341 artigos, dos quais 17 foram vetados pelo Presidente da República e um foi revogado.

01. Disposições preliminares.
02. Do Sistema Nacional de Trânsito.
03. Das normas gerais de circulação e conduta.
04. Dos pedestres e condutores de veículos não 06. Da educação para o trânsito.
05. Do cidadão
06. Da educação para o trânsito..
07. Da sinalização para o trânsito.
08. Da engenharia de tráfego, da operação, da fiscalização e do policiamento ostensivo.
09. Dos veículos.
10. Dos veículos em circulação internacional.
11. Do registro de veículos.
12. Do licenciamento.
13. Da condução de escolares.
14. Da habilitação.
15. Das infrações.
16. Das penalidades.
17. Das medidas administrativas.
18. Do processo administrativo.
19. Dos crimes de trânsito.
20. Das disposições finais e transitórias. motorizados.

O Capítulo I, das Disposições Preliminares, traz algumas definições e atribuições interessantes:

Trânsito é a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, para circulação, parada, estacionamento e operação de carga e descarga (Art. 1°, §1°).
Trânsito em condições seguras é um direito de todos (§ 2°).
Os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito respondem por danos causados ao cidadão em virtude de ação, omissão ou erro (§ 3°).
Será dada prioridade à segurança, defesa e preservação da vida e do meio ambiente (§ 5°).

Fonte: www.transitolandia.com/www.educacaotransito.pr.gov.br

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