Sonetos de Luís Vaz de Camões Correm turvas as águas deste rio, que as do Céu e as do monte as enturbaram; os campos florecidos se secaram, intratável se fez o vale, e frio. Passou o Verão, passou o ardente Estio, üas cousas por outras se trocaram; os fementidos Fados …
Leia maisConversação doméstica afeiçoa (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Conversação doméstica afeiçoa, ora em forma de boa e sã vontade, ora de üa amorosa piedade, sem olhar qualidade de pessoa. Se despois, porventura, vos magoa com desamor e pouca lealdade, logo vos faz mentira da verdade o brando Amor, que tudo em si …
Leia maisComo quando do mar tempestuoso (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como quando do mar tempestuoso o marinheiro, lasso e trabalhado, d’um naufrágio cruel já salvo a nado, só ouvir falar nele o faz medroso; e jura que em que veja bonançoso o violento mar, e sossegado não entre nele mais, mas vai, forçado pelo …
Leia maisComo fizeste, Pórcia, tal ferida? (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como fizeste, Pórcia, tal ferida? Foi voluntária, ou foi por inocência? —Mas foi fazer Amor experiência se podia sofrer tirar me a vida. —E com teu próprio sangue te convida a não pores à vida resistência? —Ando me acostumando à paciência, porque o temor …
Leia maisChorai, Ninfas, os fados poderosos (1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Chorai, Ninfas, os fados poderosos daquela soberana fermosura! Onde foram parar na sepultura aqueles reais olhos graciosos? Ó bens do mundo, falsos e enganosos! Que mágoas para ouvir! Que tal figura jaza sem resplandor na terra dura, com tal rosto e cabelos tão fermosos! …
Leia maisCara minha inimiga, em cuja mão (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cara minha inimiga, em cuja mão pôs meus contentamentos a ventura, faltou te a ti na terra sepultura, porque me falte a mim consolação. Eternamente as águas lograrão a tua peregrina fermosura; mas, enquanto me a mim a vida dura, sempre viva em minh’alma …
Leia maisVois Ma M’ Misere Helas
Vois Ma M’ Misere Helas – Enrico Caruso
Leia maisVieni Sul Mar
Vieni Sul Mar – Enrico Caruso Deh, ti desta fanciulla, la luna spande un raggio s’i caro sul mar, vieni meco, t’aspetta la bruna fida barca del tuo marinar. Ma tu dormi, e non pensi al tuo fido, ma non dorme chi vive d’amor. Io la notte a te volo sul lido …
Leia maisUna Furtiva Lacrima
Una Furtiva Lacrima – Enrico Caruso
Leia maisTu Ca Nun Chiagne
Tu Ca Nun Chiagne – Enrico Caruso Comm’è bella ‘a muntagna stanotte, bella accussí, nun ll’aggio vista maje! N’ánema pare, rassignata e stanca, sott”a cuperta ‘e chesta luna janca. Tu ca nun chiagne e chiágnere mme faje, tu, stanotte, addó’ staje? Voglio a te! Voglio a te! Chist’uocchie te vonno, n’ata vota, …
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