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O Deserto do Neguev

O DESERTO DO NEGUEV

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O Deserto do Neguev extende-se por mais de 12.000 Km. quadrados e se caracteriza pelos seus impressionantes wuadis (passarelas pelos que discorrem as débeis precipitações), pelas suas cores, pela sua fauna e flora, por alguns quibutiz e moshavim e pelas ruinas de cidades nabateo-bizantinas.

Berseba (Beersheva), chamada a Capital do Sul, a 83 Km. de Jerusalemm é a principal população com perto de 150 mil habitantes. Da antiga Berseba nada sobrevive e hoje, distingue-se pela sua modernidade e pela sua sucessão de edifícios de arquitetura contemporânea, o que lhe conferem um estilo único. É indispensável a visita ao Museu do Neguev, onde pode-se desfrutar da história do Tel Sheva (o Tel Berseba), assim como, de interessantes objetos da cultura beduina e bizantina. Desde a cúpula do minarete se obtém uma boa panorâmica. Outros dois locais de interesse é o Mercado Beduino que tem lugar todos as quintass-feira pela manhã. O zoco recebe a numerosos beduinos que vendem e intercambiam produtos. Destacam, além, o Monumento ao Neguev em homenagem à Brigada do Palmach e o Pozo de Abraham, ao sul da cidade.

Tel Berseba encontra-se a 6 Km. ao leste de Berseba. Trata-se das ruinas da antiga cidade que foi habitada desde o ano 4.000 aC. No centro para visitantes há um pequeno museu. Por outro lado, 10 Km. para o norte encontra-se, no quibutiz Lahav, o Museu Beduino, com excelentes coleções de jóias, telas e a projeção de um audiovisual didático da vida destes nômades.

Desde Berseba em direção a Mamshit, há que fazer uma parada em Yerujam. Em Mamshit destacam as ruinas de uma cidade dos períodos nabateo e romano onde distinguem-se algumas casas de pedra e os formosos mosaicos que tiram da Igreja.

De Berseba em direção a Mizpé Ramon, é aconselhável fazer uma parada em Sdé Boker, um dos primeiros quibutiz do Neguev. Recebeu o apoio simbólico de Bem Gurião, quem se instalou em uma pequena cabana. Na atualidade é um esplêndido oásis graças aos estudos de agronômos da Universidade Bem Gurião, que têm realizado investigações a fundo sobre os sistemas de irrigação dos nabateos e sobre o tratamento das águas salinas. Mais adiante localiza-se Em Avdat, um manancial de água fria rodeado de vegetação tropical e a cidade de Avdat, onde encontram-se os restos de uma cidade nabatea, habitada tempo atrás por romanos e bizantinos (foi uma das cidades importantes da rota para Petra). Antes de chegar a Mizpé Ramóm há que visitar Shivta, onde pode-se apreciar estábulos e instalações vitícolas que demonstram que a agricultura era fundamental. A moderna cidade de Mizpé Ramon, no centro da planície do Neguev, extende-se a beira de um dos crateras maiores do mundo, o Maktesh Ramon. É um dos lugares mais insólitos e as paisagens são inacreditáveis, além de encontrar-se no Parque Nacional mais extenso do país. Desde o cume pode-se ver toda a cratera que tem perto de 300 m. de profundidade.

O Vale da Arava

Mais para o sul e já nas aproximidades de Eilat, destaca o Vale da Arava, redescoberto por um grupo de colonos que instalaram um quibutiz. Surpreendem os cultivos de frutas, legumes e flores. É a melhor prova de que os judeus tem sido verdadeiros conquistadores do deserto. Mais para o sul localiza-se a Reserva Natural de Hai Bar, onde encontram-se numerosas espécies que se encontravam em risco de extinção. Os animais encontram-se em liberdade, pelo que ve-los requerirá de um pouco de paciência.

Na Reserva Natural de Timna, a 30 Km. de Eilat, encontram-se as minas de cobre mais antigas do mundo e as famosas Colunas de Salomão, uma série de formações rochosas de formas caprichosas. Também podem-se apreciar os restos de um templo em homenagem a Deusa Hathor, a Deusa do amor. Muito próximo, as Colunas de Amran, uma impressionante garganta com forma de órgão que ressalta pelos suas vermelhas cores.

EILAT E SEUS ARREDORES

No extremo do golfo de Aqaba (Águas do Mar Vermelho) encontra-se Eilat, um dos centros turísticos mais importantes de Israel pelos suas formosas praias e águas cristalinas, um imexorável paraíso para submarinistas e amantes dos esportes náuticos.

Apesar de que Eilat foi lugar de passagem de Moisés e do povo judeu, a cidade não conta com restos arqueológicos ou locais de interesse históricos ou cultural e não há que esquecer que Eilat é um centro de descanso e entretenimento. É por isso que propomos um circuito que pode iniciar-se em uma rápida visita à cidade e suas ruas cheias de hotéis modernos. Depois, nada melhor que tomar um banho na Praia de Golfinhos, um dos poucos lugares onde pode-se nadar em companhia de golfinhos e leões marinhos. Uma vez relaxados há que visitar a Granja de Avestruzes e voltar a meter-se na água da famosa Praia de Coral, chamada assim, pela abundância de corais e de peixes de infinitas cores. Muito perto encontra-se o Observatório de Vida Submarina, um complexo desde onde pode-se observar o fundo, através de paredes transparentes, situadas a 10 m. de profundidade. Conta, além com um Museu Oceanográfico, onde se descrevem as diferentes espécies marinhas do entorno e de dois submarinos, para quem queira ver mais de perto os fundos marinhos. Finalizado neste rápido tour, nada melhor que navegar em alguma das barcas com fundo de cristal, para tomar o frescor e desfrutar dos variados peixes. Só fica a visita ao Centro Internacional de Ornitologia, no outro extremo de Eilat. Trata-se de uma série de senderos para quem queira desfrutar das aves migratórias, que se detêm nas Salinas de Eilat. Além, desfrutar do sol, do submarinismo, do descanso e do impressionante entorno.

Fonte: www.rumbo.com.br

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