Serenade de Don Juan
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Bem sei, Amor, que é certo o quereceio (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Bem sei, Amor, que é certo o que receio; mas tu, porque com isso mais te apuras, de manhoso mo negas, e mo juras no teu dourado arco; e eu to creio. A mão tenho metida no teu seio, e não vejo meus …
Leia maisSe M’ Ami Ancor
Se M’ Ami Ancor – Enrico Caruso
Leia maisÁrvore, cujo pomo, belo e brando (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Arvore, cujo pomo, belo e brando, natureza de leite e sangue pinta, onde a pureza, de vergonha tinta, está virgíneas faces imitando; nunca da ira e do vento, que arrancando os troncos vão, o teu injúria sinta; nem por malícia de ar te …
Leia maisAqueles claros olhos que chorando (1860)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Aqueles claros olhos que chorando ficavam quando deles me partia, agora que farão? Quem mo diria? Se porventura estarão em mim cuidando? Se terão na memória, como ou quando deles me vim tão longe de alegria? Ou s’estarão aquele alegre dia que torne …
Leia maisSeigneur Dieu Que Vois Je
Seigneur Dieu Que Vois Je PUBLICIDADE
Leia maisSanta Lúcia – Enrico Caruso
Santa Lúcia – Enrico Caruso PUBLICIDADE Sul mare luccica L’astro d’argento Placida è l’onda Prospero il vento; Venite all’agile Barchetta mia; Santa Lucia! Santa Lucia! Con questo zeffiro Così soave, Oh, come è bello Star sulla nave. Su passeggeri, Venite via; Santa Lucia! Santa Lucia! In’ fra le tende Bandir …
Leia maisApolo e as nove Musas, discantando (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Apolo e as nove Musas, discantando com a dourada lira, me influíam na suave harmonia que faziam, quando tomei a pena, começando: — Ditoso seja o dia e hora, quando tão delicados olhos me feriam! Ditosos os sentidos que sentiam estar se em …
Leia maisApartava-se Nise de Montano (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Apartava se Nise de Montano, em cuja alma partindo se ficava; que o pastor na memória a debuxava, por poder sustentar se deste engano. Pelas praias do Índico Oceano sobre o curvo cajado s’encostava, e os olhos pelas águas alongava, que pouco se …
Leia maisAmor, co a esperança perdida (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões PUBLICIDADE Amor, co a esperança já perdida, teu soberano templo visitei; por sinal do naufrágio que passei, em lugar dos vestidos, pus a vida. Que queres mais de mim, que destruída me tens a glória toda que alcancei? Não cuides de forçar me, que …
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