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Deméter

História

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Deméter era a deusa do milho, grãos, ea colheita.

Ela era a filha de Cronos e Réia.

Acreditava-se que Deméter fez as colheitas crescem a cada ano; assim o primeiro pedaço de pão feito a partir da colheita anual foi oferecido a ela. Ela era a deusa da terra, da agricultura e da fertilidade em geral. Sagrado para ela eram o gado e os produtos agrícolas

Deméter estava intimamente associado com as estações do ano.

Sua filha Perséfone foi raptada por Hades para ser sua esposa no submundo.

Em sua raiva na perda de sua filha, Deméter pôs uma maldição sobre o mundo que causou as plantas murcham e morrem, ea terra para tornar-se desolado.

Zeus, alarmados porque a terra estéril, procurado pelo retorno de Perséfone. No entanto, porque ela tinha comido enquanto no submundo, Hades tinha uma reclamação sobre ela. Portanto, foi decretado que Perséfone iria passar quatro meses em cada ano no submundo.

Durante estes meses Deméter iria lamentar a ausência de sua filha, retirando-lhe presentes do mundo, criando inverno. Seu retorno trouxe a primavera.

Deméter também era conhecido por fundar os mistérios de Elêusis.

Estes eram enormes festivais que se realizam de cinco em cinco anos e eventos muito importantes para muitos séculos. No entanto, pouco se sabe sobre eles como os participantes foram jurar segredo. Pensa-se que o princípio central em torno do qual os Mistérios girava era que, assim como grãos retornos a cada primavera após a sua colheita ea calmaria do inverno, o mesmo acontece com a alma humana depois da morte do corpo, reencarnado em uma próxima vida.

Deméter

Deméter
Deméter – Deusa Grega

Filha de Cronos e Réia, mãe de Perséfone. Mãe Terra, diferentemente de Gaia, que é a deusa Terra Primordial, Deméter é deusa da agricultura, da terra cultivada, soberana da natureza e protetora das criaturas jovens e indefesas, deusa do casamento, fidelidade, maternidade, iniciações, renascimentos, renovações, civilização, leis e magia.

Responsável pelo amadurecimento anual dos grãos e dos frutos. Rege os ciclos da natureza e de todas as coisas vivas. Preside a gestação e o nascimento da vida nova e abençoa os ritos do matrimônio como meios de perpetuação da natureza. Ensinou aos homens as artes de arar, plantar e colher, e às mulheres, como moer o trigo e fazer o pão.

Deméter – Deusa

Deméter
Deméter – Deusa Grega

Origem

Deusa da colheita, filha dos Titãs Cronos e Réia.

Quando sua filha Perséfone foi raptada por Hades, deus do mundo subterrâneo, a mágoa de Deméter foi tamanha a ponto de fazê-la negligenciar a terra: nenhuma planta mais cresceu, e a fome devastou o mundo.

Espantado com esta situação, Zeus, deus do universo, exigiu que seu irmão Hades devolvesse Perséfone à sua mãe. Hades concordou, mas antes de libertar a jovem, fez com que ela comesse algumas sementes de romã que a forçariam a retornar para ele a cada quatro meses por ano.

Em sua alegria por reunir-se com a filha, Deméter trouxe flores brilhantes à terra, abundância de frutas e grãos para a colheita.

Entretanto, sua tristeza volta quando Perséfone têm que retornar ao mundo subterrâneo.

A desolação da estação do inverno e a morte da vegetação eram consideradas como a manifestação anual da mágoa de Deméter quando sua filha era tomada dela.

Deméter e Perséfone eram adoradas nos rituais dos Mistérios de Eleusínias.

O culto se estendeu da Sicília à Roma, onde as deusas eram adoradas como Ceres e Prosérpina.

Mitologia Grega

Deméter é a deusa da terra cultivada, da colheita e da fertilidade.

Pertencente ao mesmo eixo de Afrodite, o eixo do amor, porém, Deméter representa um amor mais maternal. Essa deusa é mãe da deusa Perséfone que foi raptada por Hades e levada ao reino subterrâneo.

Deméter se desesperou e sua tristeza secou os campos férteis. Com a retomada periódica de sua filha ao lar deu-se início as estações do ano sendo verão e primavera as estações que a deusa Perséfone está junto com a mãe e o inverno e outono as estações em que retorna ao subterrâneo.

A deusa Deméter representa o instinto maternal, protetor e fértil da mulher não só com suas crias, mas em todos os sentidos da vida.

A mulher de Deméter tende a ser mãe de todos cuidando, zelando e protegendo as pessoas ao seu redor. Gostam de auxiliar no crescimento pessoal, financeiro, espiritual, intelectual entre outros dando muito bem em carreiras como professora, psicóloga e terapêutica. Costumam possuir ótimas conversas sabendo escutar e aconselhar como ninguém sendo amigas fiéis e prestativas. São, geralmente, sociáveis e queridas pelas pessoas próximas. Costumam apreciar mais o amor do que a paixão preferindo um abraço, um beijo ou carinho do que o ato sexual tendo certa dificuldade em se permitir sentir prazer durante o sexo.

O instinto maternal das semelhantes de Deméter podem prejudicar a elas mesmas quando a deixam em segundo plano o que pode gerar uma dependência psicológica e, em alguns casos, financeira.

Mulheres de Deméter gostam de ver todos bem e sentem-se bem em ajudar o que, as vezes, resulta em sobrecarga nos ombros delas. Um possível excesso de cuidados também pode ocorrer sufocando parceiros e filhos. O que sobra em zelo com terceiros falta em cuidados próprios.

Apesar da constante preocupação em atender quem estiver ao seu redor, as mulheres de Deméter tendem a esquecer das necessidades próprias aniquilando seus desejos, objetivos e sonhos em prol das vontades alheias sendo necessário alguém cuidar dela também.

Típicas Deméter necessitam trabalhar o cuidado próprio e a independência esquecendo um pouco as outras pessoas e voltando para o interior próprio.

Deusa Deméter = Ceres

Mitologia Romana

Ceres é, na mitologia romana, a deusa da Agricultura, dos grãos e do amor que a Mãe tem por seus filhos.

Na mitologia romana Deméter era conhecida como Ceres.

O culto a Ceres foi introduzido em Roma com o intuito de acabar com a fome, onde ela era invocada como a deusa dos grãos, particularmente o milho.

A Cerealia Romana, de onde deriva a palavra em inglês cereal, era um festival de primavera em sua honra. Nos altares de sacrifícios em seus templos, eram oferecidas porcas prenhas, símbolos da fecundidade.

Na tradição grega é chamada de Demeter, filha de Cronus(Saturno na mitologia romana) e Rhea e mãe de Persephone. Persephone, filha de Zeus representava o ciclo de crescimento e morte da natureza.

Hades, Deus do Inferno e irmão de Zeus, era solitário em seu reino, por isso Zeus, sem consultar Demeter, autorizou-o a tomar Persephone como sua esposa.

Assim, um dia quando ela estava colhendo flores, Hades saiu da terra e a levou para ser sua rainha. Quando isso aconteceu, Demeter, por desgosto, negligenciou as colheitas da Terra. A fome ameaçou o mundo.

Enquanto Demeter, magoada, procurava por sua filha, a Terra se tornou uma vasta área estéril. Zeus obteve finalmente a libertação de Persephone, mas como ela havia comido uma semente de romã no inferno, era obrigada a passar quatro meses (inverno) de cada ano lá. Durante este tempo, a esterilidade voltava à terra.

Fonte: www.greekmythology.com/br.geocities.com/cca.ufsc.br

Deméter

Deméter e o rapto de Perséfone

Deusa da agricultura, representa os frutos obtidos da terra cultivada, de forma geral e notadamente, o trigo. Filha dos titãs Cronos e Réia, nascida logo depois de Héstia, Deméter teve uma filha com Zeus chamada Perséfone.

Perseguida por Posseidon, tentou escapar dele na forma de égua, mas o deus se transformou em cavalo e uniu-se a ela.

Algum tempo depois, Deméter deu à luz um cavalo rapidíssimo: Aríon, que ficou famoso durante a luta dos Sete Contra Tebas. Consta que ela teria se unido também a Iásion, um dos filhos de Zeus, em cima de um campo, três vezes lavrado, e gerado Pluto, a riqueza.

Deméter sofreu muito com o rapto de sua filha Perséfone, também conhecida como Core – a donzela. Perséfone brincava em um belo prado perto de Hena, na Sicília, juntamente com as filhas de Oceano, o deus mar todo-abrangente e pai de todos os rios.

Distraída, percebeu uma bela planta com centenas de flores, que espalhavam um suave perfume por todo o lugar. Esta planta, porém, tinha sido enviada à terra justamente para seduzir a jovem, pela deusa-mãe Gaia a pedido de Hades, o senhor do mundo inferior.

Quando ela se abaixou para colher as flores, abriu-se uma fenda na terra e dela surgiu o poderoso deus, montado em uma carruagem de ouro, tendo negros cavalos a conduzí-la. Hades raptou Perséfone, levando-a, rapidamente, para o seu reino subterrâneo. Os gritos de Perséfone foram ouvidos apenas por sua mãe e por Hécate, uma divindade da Lua.

Deméter ficou desesperada ao notar o desaparecimento da filha e tentou, em vão, seguir suas pegadas. No exato momento em que Hades levou Perséfone à força, passava por aquele local uma manada de porcos e as pegadas da donzela se misturaram às pegadas dos porcos. Ainda, no exato momento em que a terra se abriu para receber Hades e Perséfone, a manada de porcos também caiu no abismo.

Deméter vasculhou a terra em busca de algum sinal. Vagou desesperada por nove dias e nove noites, levando à mão apenas uma tocha em forma de longo bastão. No décimo dia encontrou Hécate e, juntas, foram até o deus sol Febo, que tudo vê. Assim, souberam o que havia ocorrido com a jovem raptada.

Deméter ficou tão desolada que fugiu da companhia dos deuses.

Afinal, por que o grande Zeus, pai de Perséfone, havia permitido que sua filha fosse levada ao mundo dos mortos?

Irada, privou a terra de toda a fertilidade – nenhum fruto mais nasceria, nem para deuses nem para homens. Uma grande fome passou então a grassar no mundo, ameaçando toda a humanidade. Demeter tomou a forma de uma mulher idosa e passou a vagar entre os homens como uma mendiga.

Permaneceu, durante dias, sentada junto a um poço, denominado Poço da Virgem. Pôs-se a serviço de Céleo, rei de Elêusis, que encarregou-a de cuidar do jovem Triptólemo, seu filho.

Deméter afeiçoou-se ao menino e tentou torná-lo imortal, colocando-o periodicamente no fogo. Surpreendida, porém, numa das “sessões de imortalização” pela assustada Metanira, mãe do menino, não pôde completar o processo. Revelou-se então aos assustados reis e confiou a Triptólemo a tarefa de espalhar pelo mundo a cultura do trigo.

Enquanto isso, a terra permanecia estéril, pois sem Deméter nada do que era plantado crescia.

Todo um ano se passou sem que nascesse uma planta sequer. De nada adiantaram as súplicas dos deuses – nem mesmo os pedidos do poderoso Zeus. O deus dos deuses teve de intervir junto a Hades para libertar Perséfone e aplacar a mãe enfurecida.

Zeus ordenou que a jovem Perséfone, agora esposa de Hades e deusa dos infernos, fosse libertada. Abraçada e acompanhada de sua mãe e de Hécate, a deusa retornou ao Olimpo.

Neste momento, os campos e pastagens novamente floresceram e a vida retornou à terra. Mas, que surpresa! – a jovem não podia mais abandonar o Reino de Hades para sempre, pois quem se alimenta da comida do mundo dos mortos, fica preso a ele.Perséfone havia comido uma semente de romã na mansão de seu marido. Zeus estabeleceu então, que a jovem deveria passar um terço de cada ano com Hades.

Deméter reassumiu suas tarefas divinas. A cada primavera, Perséfone deixa Hades em seu mundo subterrâneo e reune-se à mãe, no Olimpo. Nessa época a terra cultivada dá seus frutos.

Deméter – a deusa da colheita

Deméter
Deméter – Deusa Grega

A bela deusa Deméter era uma das irmãs de Zeus. Uma das que foram engolidas por Cronos e salvas pelo senhor do Olimpo.

Ela esteve ao lado dos irmãos na batalha contra os Titãs, e quando, finalmente estes foram derrotados, Deméter foi uma das deusas que foram habitar o Olimpo.

A guerra, porém, devastara a terra, e a humanidade estava morrendo de fome.

Deméter que amava os prados verdejantes e os animais, ficou encarregada de cuidar das planícies e florestas do mundo. A deusa ficou feliz com sua nova tarefa, e rapidamente tudo aquilo que havia sido destruído deu lugar à verdes prados, árvores encheram-se de frutos e tudo se tornou bonito e cheio de vida novamente.

Deméter era considerada a deusa da agricultura e da colheita, aquela que fornecia a terra fértil e alimento à humanidade. Seu principal símbolo era o trigo, que por muitas vezes trazia entrelaçado em seus cabelos.

Tudo se tornou próspero novamente, e a humanidade começou a aumentar lentamente. Nesse período, o homem ainda não havia aprendido a lavrar a terra, era selvagem e ainda morava nas cavernas, lutava contra animais ferozes e se alimentava de frutas que colhia e eventuais animais que conseguia caçar. Quando não havia mais nada o que comer, os homens se deslocavam, vivendo como nômades. Às vezes tribos lutavam entre si para disputar determinada terra.

Observando como as coisas andavam, Deméter ficou tentando procurar uma solução. Logo não haveria mais de onde tirar o alimento. Foi então que a deusa decidiu se disfarçar de camponesa e se pôs a trabalhar em um campo. Plantou, regou, adubou o campo repetidas vezes, mostrando para os outros o trabalho que fazia. Houve resistência, muitos não compreendiam o que ela fazia, e a achavam louca. Mas alguns foram observando e aprendendo e se puseram a trabalhar também. Não demorou muito e se viu o resultado, uma colheita abundante.

Assim, as tribos começaram a se fixar, e o homem deixou de ser nômade. Agora plantava, colhia e viva de seu próprio trabalho.

E graças à Deméter, aquela que ensinou a agricultura aos homens, nasceram as primeiras civilizações.

Deméter também era uma mãe dedicada. Tinha uma linda filha chamada Perséfone, que foi raptada por seu irmão Hades, que caiu de amores por ela.

Deméter sofreu muito com a perda da filha, que lhe era restituida apenas durante seis meses do ano. Mas sobre este rapto e como surgiram as estações do ano, eu conto para vocês mais tarde.

Fonte: www.mauxhomepage.com/silentdevotion.cyncardoso.net

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