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Venezuela

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O território da Venezuela de hoje foi originalmente habitada por vários grupos indígenas, incluindo o, Caribe e Arawak Cumanagatos.

Cristóvão Colombo foi o primeiro explorador a chegar à área em 1498, após o que os espanhóis começaram a colonizar as ilhas e zonas costeiras em 1520.

O primeiro assentamento de importância foi a de Caracas, em 1567. A região foi nomeada Venezuela (Pequena Veneza), provavelmente por causa das casas beira-mar que foram construídas sobre palafitas.

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Até a criação do Vice-Reino de Nova Granada, em 1717, o território que agora está em território venezuelano foi dividido em Vice-Reino do Peru e Audiência de Santo Domingo.

Então, em 1777, o país foi erguido em Capitania Geral e a economia da região se desenvolveu, com base nas fazendas de café, cacau, tabaco e algodão, e o comércio desses produtos.

A história da guerra da independência contra a Espanha colocou dois personagens predominantes: Simón Bolívar e Francisco de Miranda, que assumiu a cabeça dos movimentos separatistas.

As revoltas começaram no início do século XIX e independência foi proclamada oficialmente 5 de julho de 1811, seguido em 1819 pela proclamação da Federação da Grande Colômbia (incluindo a Venezuela, o Equador , o Panamá e Colômbia ). Anos de luta se seguiram antes que as forças armadas lideradas por Bolívar vencessem a batalha de Carobobo em 1821.

O início da história da independência da Venezuela foram caracterizados por revoluções e contras-revoluções.

De 1830 a 1848, o poder foi realizada pelos conservadores antes de se tornar uma ditadura sob a dinastia de Monagas.

O General José Antonio Páez governou por 18 anos, entre 1858-1870, a Venezuela foi assolado por uma guerra civil.

De 1870 a 1888, Antonio Guzmán Blanco governou o país de forma autoritária.

A política foi direcionada a uma secularização do Estado e a modernização da economia.

Seu governo foi seguido por várias ditaduras militares, incluindo o de Cipriano Castro.

Em 1902, opôs-se a Grã-Bretanha e Alemanha, que bloquearam portos venezuelanos por causa de dívidas não pagas pelo Estado venezuelano.

A disputa foi resolvida pelo tribunal de Haia, que decidiu em favor dos europeus, em 1904 e em julho de 1907, a Venezuela tinha cumprido as suas obrigações.

No ano seguinte, Castro foi deposto pelo general Juan Vicente Gómez, que permaneceu no poder de 1908-1935. Sob seu regime começou a exploração de campos de petróleo, descoberto em 1840, e promoveu o desenvolvimento econômico do país.

Em 1945, após a derrubada da ditadura do general Medina Angarita, Rómulo Betancourt, o Partido de Ação Democrática (AD), tornou-se presidente da Venezuela, e estabeleceu um processo democrático. Uma nova constituição foi promulgada em 1947, instituiu o sufrágio universal, por voto secreto. Mais tarde nesse ano, após a primeira eleição democrática na Venezuela, os Gallegos escritor Rómulo foi eleito presidente, mas ele foi derrubado por uma revolta do exército.

Em 1953, Pérez Jiménez governou o país através da criação de uma nova ditadura.

Em 11 de abril de 1953, após três meses de deliberações, a Assembléia Constituinte deu a aprovação final para uma nova Constituição, que foi promulgada em 15 de abril. O país foi oficialmente chamado Estados Unidos da Venezuela desde 1864, adotou o nome de República da Venezuela.

Em janeiro de 1958, Pérez Jiménez foi derrubado e substituído pelo ex-presidente Betancourt, membro da AD, que seguiu uma política de reforma e modernização da agricultura e da indústria. Mas ele teve de enfrentar a agitação social que levou tumultos durante todo o ano de 1961. Estes foram fomentado tanto pela oposição de direita e os revolucionários cubanos.

Em 1964, um outro membro do DA, Raúl Leoni, conseguiu Betancourt. Você não tem uma maioria no Congresso, ele formou um governo de coalizão.

Em dezembro de 1968, Rafael Caldera Rodríguez, dirigente da COPEI (Social Partido Cristão), obteve uma vitória estreita em eleição Leoni e foi instalado na cabeça do país em março de 1969.

Venezuela entrou para a OPEP em 1960 e, em 1973, juntou-se ao crescimento do Pacto Andino.

Em 1974, o poder voltou para o AD, com Carlos Andrés Pérez. Ele tentou melhorar as relações com a Venezuela vizinha, mas seguiu uma linha de mais independente vis-à-vis os Estados Unidos. Ele expressou abertamente sua hostilidade para com a ditadura do Chile e renovadas relações diplomáticas com Cuba. Finalmente, seu programa econômico foi caracterizado pela nacionalização do setor de ferro e aço em 1975, e da indústria do petróleo em 1976.

A alternância entre o AD e COPEI cristão democratas permitiu uma partilha de poder entre os dois maiores partidos. Assim, a eleição de 1978 foi vencida pelo COPEI e seu candidato presidencial, Luis Herrera Campins.

Os anos 1980 foram caracterizados por uma crise econômica e o retorno ao poder do AD: Jaime Lusinchi (1984-1989) e novamente Carlos Andrés Pérez.

Em fevereiro de 1989, o aumento acentuado dos preços no consumidor em um programa de austeridade e medidas de austeridade provocou fortes protestos em Caracas. Este descontentamento continuou vis-à-vis a política do governo se tornou uma realidade durante as eleições maciças abstenções locais de 1989.

Em 1992, dois tentaram golpe militar foram esmagados, mas o poder permaneceu frágil. Perez foi suspenso do cargo em maio de 1993, depois que o Senado havia decidido fazer julgamento estande por peculato e desvio de fundos públicos.

Em dezembro de 1993, Rafael Caldera foi novamente eleito para a presidência. Ele suspendeu as garantias constitucionais, a fim de conter a crise econômica e acabar com a inquietação.

Em 1998, duas eleições (presidenciais e legislativas) têm lugar na Venezuela. Os partidos de esquerda reunidos em torno de Hugo Chávez, um soldado que teve no passado tentou um golpe contra Carlos Andrés Pérez, em 1992. Hugo Chávez é o fundador do Movimento Bolivariano Revolucionário 200, um movimento de inspiração socialista no exército.

A união da esquerda ganhou as eleições legislativas e Hugo Chávez ganha as eleições presidenciais de 1998 com 56% dos votos.

Chávez quer reformar profundamente Venezuela e obteve o apoio das pessoas para alterar a Constituição.

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o preço do petróleo vai inflamar e Venezuela tem uma colheita muito importante financeira que lhe permitirá embarcar em um grande projeto de reestruturação e de ajuda social para os mais pobres.

No entanto, Hugo Chávez, deve enfrentar os ataques da direita venezuelana que exigem a renúncia do presidente. Chávez continua forte e, apoiado por uma grande parte da população, ele frustra uma tentativa de assassinato planejado pelos Estados Unidos em 12 de abril de 2002.

15 de agosto de 2004, Hugo Chávez é confirmada em seu papel como presidente da república em um referendo a partir do qual ele venceu com quase 60% dos votos.

Chávez também recebe apoio de vários países latino-americanos, como Cuba, Argentina e Brasil , enquanto as tensões aumentam entre o presidente da Venezuela e os Estados Unidos.

30 de junho de 2005, Hugo Chávez assinou um acordo de óleo entre Venezuela e 13 países do Caribe. Outros acordos foram assinados mais tarde, com Cuba e do Mercosul, que inclui Argentina, Brasil, Paraguai e Bolívia.

Venezuela: Geografia, economia, sociedade

A Venezuela é um país da América do Sul, limitado a norte pelo Mar do Caribe, ao norte-leste pelo Oceano Atlântico, a leste pela Guiana , ao sul pelo Brasil e ao sul-oeste ao oeste com o britânico.

Entre cerca de 70 ilhas que pertencem à Venezuela, Margarita é o maior e mais importante. A área total de 912.050 km2 Venezuela é. A capital e maior cidade do país é Caracas.

Geografia

A Venezuela tem quatro regiões geográficas distintas. Noroeste e norte são as terras altas da Venezuela, que incluem o ponto mais alto do país, Bolívar pico (5.007 m) na cadeia de Mérida.

Para o oeste da montanha é uma grande depressão, com colinas e planaltos baixo incluindo o Lago de Maracaibo, que é ligado ao Golfo da Venezuela. Os Llanos, uma região de planícies aluviais são na zona norte Central é desfavorável agricultura (com excepção dos bovinos) e pouco povoada.

Por fim, a massa das Guianas, que atinge altitudes de mais de 2.700 m, fica no sul-leste e sul e inclui as correntes da Serra e da Serra Parima Pacaraima, que fazem parte do fronteira com o Brasil.

A parte costeira dos Llanos se estende até o Oceano Atlântico e é banhada pelo eixo Orinoco rio do país, que se estende 2,360 km e drena cerca de quatro quintos do total da área de países.

Seus afluentes percorrem todo: o Apure, o Meta Rio Negro e Rio de Janeiro. A Angel Falls (Salto del Angel), uma das cachoeiras no maior do mundo, localizado no planalto oriental.

O clima é tropical Venezuela nos Llanos e ao longo da costa, temperado pela altitude em regiões montanhosas. As temperaturas médias em Caracas e Maracaibo, respectivamente, chegar a 18 ° C e 27 ° C em janeiro e 21 ° C e 29 ° C em julho.

Governo e Política

A Venezuela é uma república com um sistema presidencial, governou com uma Constituição aprovada em 1961. O executivo-chefe é o presidente, que é eleito por sufrágio universal para um mandato de cinco anos. O Congresso Nacional é composto de um Senado de 45 eleitos (presidentes mais antigos, que são membros vida) e uma Câmara de Representantes de 204 membros. Todos os cidadãos com idade acima de 18 podem votar.

Cada Estado da Venezuela é dirigida por um governador nomeado pelo presidente e os representantes do Poder Legislativo são eleitos por sufrágio universal.

No início de 1990, dominantes da Venezuela partidos políticos eram o Social Cristão Comité do Partido ou organização política dos eleitores independentes (COPEI), Ação Democrática (AD) e Convergência Nacional. Outras organizações políticas incluída entre outros, o Movimento ao Socialismo (MAS) ea Causa Radical (La Causa R).

Economia

As principais culturas são cana-de-açúcar, banana, milho, arroz, café, sorgo, mandioca, laranja e coco. A pecuária é praticada principalmente no Llanos e leste do Lago de Maracaibo, o rebanho é composto principalmente de bovinos e suínos.

O setor da pesca é predominante. A partir de uma perspectiva de negócios, as maiores capturas são o atum, camarão e sardinha. Pesca de pérolas grandes estão fora da ilha de Margarita.

Petróleo, localizado na bacia do Lago de Maracaibo e no leste, ocupa o primeiro lugar na economia venezuelana. Petróleo bruto e refinado, é a principal fonte de renda no país e fornece a maioria das receitas de exportação. A Venezuela é um dos maiores produtores de petróleo. Venezuela é membro fundador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). O país também é um grande produtor de gás natural.

Venezuela usa energia hidrelétrica: uma fábrica perto da represa de Guri sobre o Caroní rio.

A unidade monetária da Venezuela é o Bolívar igual a 100 cêntimos.

Fonte: portalsaofrancisco.com.br

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VENEZUELA, EQUILÍBRIO DA BELEZA

Venezuela começa lá no mar, nas águas do Caribe, para levantar-se e extender-se devagar no continente, criando paisagens de contrastes extremos e sem ordem nenhuma, sucedendo-se sem parar ao rítmo de vertígem.

O olhar do visitante perde-se nas dilatadas planícies, entre as efêmeras ilhas do Caribe, nos vales e cumes dos Andes, nos inumeráveis braços do Rio Orinoco, no barulho da selva, nos nevoeiros que envolvem e escondem o Salto do Anjo, na quietude do Lago Maracaibo ou nos estranhos e refletidores arranha-céus de Caracas.

E nessa viagem de encontros e olhares perdidos vão surgindo os rostos, tão diversos, que conformam a geografia humana da Venezuela. Habitantes das planícies, dos Andes, da capital, colonos, guajiros ou waraos, todos eles, com suas claras diferenças, como os paisagens, atingem um misterioso equilíbrio, que tem por resultado a beleza.

Não são as tranquilas praias da Ilha Margarita, de Las Roques ou do Litoral, nem sequer a densa umidade da floresta ou da Guayana, e nem as verdes pradarias da Savana, nem tão-somente o rítmo veloz da capital, o que faz possível o sustantivo da beleza. Não são, também, as palmeiras do Lago Maracaibo, e nem a chicha do milho, ou o cacau, café ou algodão, nem pelo menos o rítmo do joropo, e nem pelo fato de ser terra de libertadores e sonhadores, o que possibilita a majestosidade do país. É, acaso, o conjunto, o mosaico e a soma dos contrastes, diferenças e riquezas o que faz possível com que Venezuela seja o equilíbrio da beleza.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Venezuela ocupa a parte setentrional de América do Sul, em plena zona tropical. Com uma extensão de 916.445 km quadrados, tem fronteiras no norte com o mar Xaribe, no oeste com Colombia, no sul com Brasil e no leste com Guyana. No país distingue-se 6 zonas bem diferenciadas.

A zona da costa do Caribe, que vai desde o lago de Maracaibo até a península de Paria, seguido da região do Delta do orinoco, nas costas do oceano Atlântico. A região de Los Andes, no oeste e noroeste, formada pelos sistemas montanhosos de Perijá (no percurso da fronteira com Colombia) e Mérida, onde levanta-se o Cume Bolívar, o mais alto. Prevalecem as paisagens de montanhas, cascatas e rios.

A região úmida do lago de Maracaibo, importante reserva petroleira e com clima extremadamente quente. A região de Los Llanos, na zona central do país, ocupando perto do 35% do território nacional, que distingue-se pelas extensas pradarias e por ser a principal zona de gado.

A grande Savana do Caroní, no sudeste do país, uma sucessão de terras povoadas de florestas, rios caudalosos e cascatas. Nesta zona encontra-se o Parque Nacional de Canaima, que alberga o Salto do Anjo, a queda da água mais alta do mundo e, finalmente, a região entre Los Llanos e a Costa, onde predominam os campos de produção agrícola.

Quanto aos rios, Venezuela é sinônimo de potencial hidráulico, graças aos rios que encontram-se na chamada Bacia Atlântica. Entre todos eles destaca o orinoco, o terceiro rio em comprimento da América do Sul, que atravessa completamente Venezuela. É muito caudaloso, graças à aportação dos numerosos afluentes, o que possibilita a sua navegação. Detacam também os rios São João, Guanipa, Caroní, Tocuyo e Catatumbo, pertecentes à Bacia do Caribe.

FLORA E FAUNA

As diferentes condições climáticas favorecem uma grande variedade de flora e fauna. Nas zonas elevadas com alta umidade, como é o caso da bacia amazônica e do Delta do Orinoco, predominam as selvas densas de origem equatorial, enquanto na zona da Guyana setentrional, mais seca, carateriza-se pelos sobrales e a vegetação de transição entre a selva tropical e a savana arbórea e arbustiva.

A zona de Los Llanos está formada por uma superfície de relva, onde aparecem algumas raras espécies de árvores, franqueando os rios. Nas regiões onde a precipitação pluvial é pouca, a vegetação é do tipo xerófila e nas outras, as paisagens são quase pré-desérticas. Na zona dos Andes, a qualidade da flora será conforme a altitude.

Até os 1.500 m extende-se a selva úmida que vai desaparecendo conforme for ganhando altitude, ficando o limite da vegetação arbórea nos 3.000 m, momento em que faz sua aparição, a vegetação típica de arbustos, quer dizer, a flora própria dos páramos, que extende-se até os 5.000 m, até chegar nas neves perpétuas.

Quanto à fauna venezuelana, existem mais de 1.250 espécies de aves de rico colorido. As melhores zonas para observar as aves é a região de Los Llanos e algumas áreas das costas. Destacam –se as araras, loros, tucanos, ibices, garças, pelicanos, beija-flores ou flamingos. Entre as espécies mais raras encontra-se o guácharo, ave noturna que alimenta-se só de frutos e que habita as grutas. O turpial, de penas amarelas, brancas e pretas, sendo a ave nacional.

Quanto aos mamíferos tem sido registradas mais de 250 espécies. Como em muitos países da América Latina, a onça, um dos animais mais enigmáticos, habita na Venezuela. Infelizmente, o felino encontra-se em perigo de extinção. Em troca, predominam os chiguire ou capivaras, o maior roedor do mundo, preguiças, diversas qualidades de macacos, tatus, tamanduás, pumas, porcos-do-mato, ocelotes ou antas.

Os répteis tem no jacaré o seu melhor representante. Existem cinco espécies como são o baba ou jacaré do Orinoco. No país pode-se ver também jibóias, iguanos, cobras cascavel ou mapanares.

Arte e Cultura

Arquitetura

Infelizmente, Venezuela é um dos poucos paises de América Latina que carece da tradição artística pré-colombiana de outros países. No período colonial prevaleceram as variantes arquitetônicas européias da época e, durante o século XVII construiram-se diversos prédios barrocos, dos quais ficaram poucas mostras, entre os que destacam-se a Catedral, o Templo de São Francisco e a Candelária em Caracas.

Quanto as edificações coloniais de caráter civil, desenharam-se de acordo aos padrões importados de Andalucía, quer dizer, portões ornamentados em pedra lavrada e gelosias de madeira. Durante a segunda metade daquele século e graças á bonanza econômica construiram numerosos casarões e fazendas, de acordo com os estilos europeus, assim como predios públicos de estilo neo-clássico, sobre tudo no centro de Caracas.

As condições geográficas da Venezuela têm sido uma das principais causas, as quais muitas construções desapareceram, pelos frequentes terremotos. Nos princípios do século XX, o país experimentou um reflorescimento da arquitetura e construiram vários edifícios de estilo eclético. Porém, nos anos 60 e 70, devido ao boom do petróleo e por iniciativa de arquitetos nacionais e estrangeiros, o país viveu uma revolução na sua arquitetura.

Este período caracterizou-se pela indiscriminada derrubada dos antigos centros urbanísticos, substituindo-os por desenhos vanguardistas. Muitos edifícios coloniais sem uso, não mais suportaram o esquecimento e a indiferença e, optaram por derrubar-se. Hoje, não pode-se negar que Venezuela conta com os melhores exemplos da arquitetura moderna no continente. Arquitetos como Vegas (Teatro do Leste), Oscar Niemeyer (Museu de Belas Artes) ou Gio Ponti, mudaram o rosto das principais cidades. Porém, foi Raul Villanueva quem mais aportações realizou.

Entre suas propostas salientam a Galeria de Arte Nacional e o complexo da Universidade Central de Venezuela. Entre as últimas edificações, destacamos a Basílica de Nossa Senhora de Coromoto, em Maracaibo, o Conjunto Residencial El Conde e a Praça de Touros de Valencia.

Música

Sobre a música pré-colombiana da região tem-se muita pouca ou nenhuma informação. Com a chegada dos espanhóis e, posteriormente, com a incorporação de rítmos de origem africana e influênciasnativas, foi sendo criado a nova identidade musical do país.

O rítmo mais característico é o “joropo”, que tem a sua origem nos Llanos, mas aos poucos conquistaram o resto do país. Para a sua execução utiliza-se a harpa, ou quatro – pequenas guitarras de quatro cordas – e os maracás, sem esquecer das divertidas letras das canções.

No Leste do país, dependendo da região, encontram-se rítmos tão variados como o estribilho, polo, margaritenho, folias ou jotas, enquanto no Oeste prevalece a gaita zuliana. rítmo típico do Maracaibo – e o bambuco, popular na zona dos Andes. Nas costas centrais são os rítmos de influência africana os que marcam o padrão. Caracas, como capital, tem absorvido todos os rítmos do país.

Nos anos 30 fundou-se a Orquesta Sinfônica da Venezuela e posteriormente, a Orquesta Filarmônica de Caracas, entre outras muitas. É frequente que nas praças, igrejas e parques sirvam de cenário para estas orquestras.

Artes Plásticas

Muito antes da chegada dos espanhóis existiam, como na música, manifestações pictóricas. Os trabalhos que sobreviveram o passo do tempo são, óbvio, os petroglifos que encontrn-se en numerosas rochas ao longo do país todo. Os mais impressionantres localizan-se na região da costa central, entre Barquisimeto e Caracas a ao longo do Rio Orinoco e o rio Caroní. Um dos melhores exemplos é o Cerro Pintado, perto do Porto de Ayacucho.

Quanto as manifestações da época colonial, pintores e escultores dedicaram-se a reproduzir motivos religiosos importados pelos missionários espanhóis.

Em meados do século XIX surgiu um movimento acadêmico de pintura, impulsionado por pintores venezuelanos formados na França e na Itália. Entre eles detacam-se Martín Tovar y Tovar, lembrado pelo seu esplêndido trabalho no Capitólio Nacional de Caracas.

Este movimento extendeu-se até princípios do século XX, quando surgem propostas mais agressivas que tentam quebrar aquele domínio, liderado pelos pintores Armando Reverón, Carlos Otero, Rafael Monasterios e Marcos Castillo.

Depois destes movimentos, fizeram aparição pintores pós-impressionistas, entre os que destacarm-se Alcántara e Poleo. Depois da criação da Escola das Belas Artes, a pintura venezuelana foi virando-se, cada vez mais, para a abstração geométrica e a arte cinética.

Quanto aos escultores, Francisco Narváez é considerado como o primeiro escultor moderno. Pode ser dito que a escultura teve as suas origens tardiamente, que dizer, a princípios do século XX.

Locais Turísticos

Para conhecer Venezuela temos dividido o país em 7 zonas. Iniciaremos o percurso por Caracas e arredores, para continuar pelo arquipélago dos Roques e Ilha Margarita. Daqui, viajaremos pelos estados do litoral. Depois desenvolveremos a zona da Guayana, para continuar pelos Llanos. Finalmente, viajaremos para a região dos Andes.

Venzuela é um bom lugar para os amantes da boa comida. Embora seja um dos paises mais americanizados da América do Sul, com sua boa rede de restaurantes “fast-food”, oferece especialidades regionais que são uma verdadeira delícia.

O desjejum serve-se cedo e consiste em una xícara de café, bolo e, as vezes, ovos fritos. Este é o melhor momento para esperimentar os sucos de frutas. Tem de banana, mamão, laranja, goiaba, maracujá, morango, etc.

Na hora da comida é conveniente ter preparado o estomago e o paladar para desfrutar ao máximo. Igual ao resto dos paises de América Latina, o milho é a base da alimentação. A maior parte dos pratos vão acompanhados de arepas, o pão dos venezuelanos. Trata-se de uma espécie de omelete baseada na farinha do milho e cozinhada diretamente em cima de uma placa (do jeito mexicano).

Em muitas zonas encontrará os locais chamados “areperas”, onde serve-se arepas recheadas de queijo, presunto, carne, abacate, molho ou ovo. A cachapa, outra qualidade de arepa, serve-se com queijo ou presunto de porco, enquanto o casabe, muito mais magra e com farinha de mandioca amarga, faz as vezes do pão nas áreas rurais e na região da Grande Savana.

Entre os pratos mais típicos aconselhamos-lhe à começar com alguma das variadas sopas como são a olleta de galo ou de vaca, os cruzados, a pizca andina, a sopa de tartaruga, o caldo de chipi-chipi, ao que atribui-se virtudes afrodisíacas ou o fervido, um caldo de carne ou frango com verduras.

Para sopas e pratos mais consistentes recomendamos-lhe degustar o popular sancocho, um cozido de verduras, mandioca, pedaços de peixe e carne de frango ou vaca. O mondongo, outra das especialidades do país, preparado com vísceras de vaca cozidas com milho tenro, batata doce e verduras.

De segundo prato anime-se com o pabilhão crioulo, o prato nacional, preparado com carne, arroz, feijão preto e queijo. Outra alternativa são os churrascos de carne ou peixe. De origem argentina. Costumam ser acompanhados de sashichas, picante, abacate, pedaços de mandioca e hallaquitas, uma pasta do milho embrulhada na folha da mesma planta. O leitão consiste em porco ensopado e assado, acompanhado de arroz.

Se você é dos que preferem os tira gostos pergunte pelas empadas feitas com milho e recheadas com queijo branco, carne e feijões, ou então, por um tequenho, queijo branco em pasta frita.

Quanto aos produtos do mar, a lista pode ser interminável, especialmente na Ilha Margarita, com excelente reputação. Rica variedade de crustáceos e peixes é preparada, geralmente, à prancha ou em sancocho. Os mais comuns são o pargo e o mero, porém, também pode-se encontrar lisas, robalos, salmonetes e coro-coros, o peixe-papagaio.

Entre os crustáceos destacam-se, sobre tudo, os lagostinos, deliciosos camarões gigantes chamadas jumbos em certos lugares, e camarões preparados no alho. Não esqueça de esperimentar uma boca lagosta e o cangueirejo.

Pera terminar uma deliciosa sobremesa. Esperimente o doce de quesillo, o bienmesabe, o mousse de parchita e as tortas de tojoto, queijo e guanabana.

Bebidas

Como na maior parte dos lugares, o mais recomendável fora de casa é beber só água engarrafada, para evitar possíveis transtornos estomacais. Outra alternativa são os deliciosos sucos de frutas, muito populares em todo lugar. Encontrará locais (fontes de soda) onde são preparados sem água, com água (batidos) e com leite (merengados). O café venezuelano prepara-se ao estilo expresso, pelo que é forte. Para ordená-lo tem que pedir café negro, para o café puro, café marrom, com uma medida igual de leite e café com leite, onde prevalece o leite.

A cerveja mais popular é a Polar em latas e garrafas, porém existem outras marcas como a Regional, Cardenal ou Nacional. Os vinhos não recomendamos, por ser a produção pouca e a qualidade nada boa. Finalmente, quanto as bebidas espirituosas, destaca –se o excelente rum venezuelano. Não esqueça de comprar uma garrafa de Rum velho Aniversário Pampero, sem dúvida, o melhor do país.

Restaurantes em Caracas

O Cocuyo, na Av. Urdaneta. Um dos melhors lugares de churrasco e pratos locais.

Shortorn Grill, situado na Av. Libertad, setor El Bosue. O mais conhecido pela qualidade das carnes e as gostosas empadas argentinas.

A Carabela, esquina de Urapal. Para comida espanhola. Nesta zona, ao redor da igreja da Candelária, encontra-se a maior parte da população espanhola.

El Gran Charolais, na Avenida Principal, Zona Castellana. Dispõe de amplas salas.

Bar Basque, um heteregenio local de apenas seis mesas que mantém as portas sempre fechadas por estar sempre cheio de fregueses e amigos de Dona Branca, a proprietária, que já é uma institução. Cozinha-se só ao meio dia. Nas noites, tiragostos e comida fria.

A Riviera, Rua Madrid, especialidade em churrascos e frango.

Restaurantes na Ilha Margarita

Os preços dos restaurantes de luxo podem ser altos, especialmente os franceses, porém, não será dificil comer ou jantar por um preço adequado. Na mesma beira, à chegada dos pescadores, poderá custar o melhor da temporada.

O Remo, Porlamar. Especialidade em mariscos com arroz (ensopado).

A Flor da Margarita, Porlamar. Restaurante típico venezuelano.

Le Botiquin, Porlamar. Com música ao vivo.

O Baia, Porlamar. Local especializado em mariscos e amenizados com harpas.

Compras

Venezuela é como um grande mercado no que encontra-se o mais rico e variado artesanato popular. Embora que cada região especialize-se em um tipo de artesanato, a maior parte dos produtos podem ser encontrados nas principais cidades e nos centros turísticos.

Os artesanatos realizados pelos grupos indígenas variam de uma região para outra. O mais interessante é a dos índios Guajiro e a dos grupos que vivem na zona do Amazonas. Quanto aos preços é muito mais barata quando adquirida no lugar de origem.

Por outro lado, a criatividade e o engenho dos venezuelanos fizeram possível o desenvolvimento de indústrias, com excelente reputação, como são as indústrias do calçado ou da roupa, em base as últimas tendências da moda.

Em Caracas existem vários mercados onde pode-se fazer muito boas compras. O mais popular é o Mercado das Pulgas, que instala-se no estacionamento da Universidade Central, nos finais de semana. Aqui encontrará quase tudo, mas é recomendável verificar a qualidade, que costuma ser baixa.

O Mercado Chinês, na Av. Glória, funciona aos domingos. É um mercado pequeno porém, muito interessante onde pode-se degustar verdadeira comida chinesa, e comprar como se estivesse naquele país. Destacam-se também o Mercado Coche, Mercado Guaicaipuro, um dos mais coloridos do país e o Mercado Chacao.

Quanto á joalheria, especialmente os trabalhos realizados em ouro e diamantes, o país conta com muito boa fama. Porém, os preços não são muito vantajosos e, é muito recomdendável comprar em locais conhecidos e de prestígio, que ofereçam todas as garantias. Não esqueça de perguntar pelas moedas dos caciques.

O universo de artesanato popular é quase infinito. Não esqueça de colocar na bagagem alguma rede, ou sandálias, tapetes de lã, colares de sementes, instrumentos musicais e preciosas selas de montar.

Entre os centros comerciais da capital venezuelana destacam-se o Concresa, Passeo Las Mercedes, Tamanaco, Praça As Américas, Centro Ppraça e o Chacaíto. Aqui encontrará os melhores artigos a bons preços, além de que em muitos lugares pode-se pechinchar.

Ilha Margarita é um dos centros por excelência para as compras. Além de ser um dos lugares mais procurados e desejados para o descanso e o lazer, Ilha Margarita é uma festa quanto as compras. Estamos convencidos que desfrutará ao máximo a pechincha com os vendedores ambulantes e com a riqueza e variedade dos produtos que a ilha oferece.

As cidades de Porlamar e Juan Griego são os lugares mais importantes, onde poderá adquirir a maior parte dos artigos da região. Em Porlamar recomendamos-lhe passear pelas avenidas Santiago Mariño e 4 de Maio, e pelos boulevares Guevara e Gómez, onde concentra-se a maior parte das lojas, enquanto em Juan Griego localizam-se em La Marina e a Aurora.

Neles encontrará desde perfumes, roupas, passando pelo artesanato, até eletro-domésticos e eletrônica. Para as peças mais populares aconselhamos uma visita ao Mercado dos Conselheiros, onde o ambiente colorido, de cheiros e sons, é um espetáculo.

Em Vecindad, encontrará as populares redes de pavio, e chinchorros em Santa Ana. Para cestaria a cidade de Pedro González distingue-se pelos belos mapires ou cestas de mao. Salientam os realizados com palma africana. No referente a cerâmica, aconselhamos uma visita à vila El Cercado, que oferece uma ampla e variada produção. Para findar, não esqueça de degustar alguns dos doces, muito reconhecidos, produzidos na Ilha.

População e Costumes

A população total da Venezuela é de uns 21 milhões, dos quais, a quinta parte habita na capital. O elemento mais significativo da população é a sua curta idade, já que mais de 50% é menor de18 anos.

Venezuela é um país, como o resto dos países latino-americanos, fruto de uma sólida mestiçagem. Mais de 70% da população tem uma mistura do sangue europeu, índio e africano, o que provocou uma identidade muito dela mesma, quer dizer, muito venezuelana.

Tal vez o melhor exemplo para definir os habitantes deste país, seja recorrer aos episódios das novelas da TV, chamadas popularmente de “culebrões”. Se já teve a oportunidades de ver na TV ao menos um capítulo, descobrirá que muiitos dos gestos e expressões são tão reais como a vida mesma.

Porém, detrás do vocabulário mole e equívocado, esconde-se uma atitude afável e hospitaleira. Embora, os primeiros contatos desenvolvam-se sob uma aparente disposição para o encontro, precisa de mais tempo para desfrutar de uma verdadeira descoberta.

Sem exagero, e embora que a crise econômica, social e política do país provocara uma descida na gentileza das pessoas, sobre tudo nas grandes cidades, os venezuelanos continuam à ser gente hospitaleira. Assim que sair dos centros urbanos irá descobrir o seu verdadeiro jeito de ser. Logo eles ficam chamando de “tu” para eliminar a barreira da cortesia e estabelecem uma ponte de confiança.

O venezuelano é um ser aberto, alegra, livre dos preconceitos e., como diz o dito: “Não importa onde a gente nasce, mas onde a gente vive”, expressão que une o país e rege o convívio da heterogenea população. Fazem isto através da músuca, permanente em todo canto e lugar, e do bom humor e imaginação dos habitantes. Aconselhamos que suporte com boa disposição as brincadeiras e frases com sentido duplo, muito habituais, e serem pacientes com a tranquilidade e lentidão dos venezuelanos.

Nas primeras décadas deste século, franceses, italianos, portugueses e americanos do norte e do sul espalharam-se nas diferentes regiões, provocando uma positiva mestiçagem, que procurou novas dimensões ao conceito de ser venezuelano. Atitude que reflete-se e constata-se na maior parte das atividades do dia a dia. O melhor exemplo e a tolerança à religião. Embora o país seja maioritariamente católico, a pluralidade e o respeito perante outros cultos é predominante.

Por outro lado, no país habitam perto de 25 grupos indígenas, aproximadamente 200.000 pessoas que representam o 1% da população total do país. As principais comunidades indígenas são os Guajiro, no norte do Maracaibo, Piaroa, Guajibos, Yekuanas, Yanomamis, no Amazonas, Warao, no Delta do Orinoco, Karinha eos Pemão no sudeste do país.

Convidamos-lhe a descobrir o bom ser dos venezuelanos, convencidos de que será uma gratificante experiência.

ENTRETENIMENTO

Na Venezuela o tédio e o aborrecimento são palavras desconhecidas por completo. O país oferece uma ampla variedade, para todos os gostos e possibilidades, para entreter o espírito o corpo.

Atividades Esportivas

Para os amantes das atividades ecoturísticas Venezuela está muito perto do paraiso. O país coloca à disposição de quem gosta das caminhadas e trekkings, mais de 400 Parques Nacionais providos de formosas paisagens e para os mais atrevidos, o estado de Mérida é a malhor região para a prática da alta montanha, além de contar com experimentados guias e, de todo o equipamente necessário.

Nesta região também podem ser realizados circuitos de bicicleta de montanha. Para quem gosta da observação das aves recomendamos ir na região dos Llanos, para admirar a flora e fauna. A viagem pode-se fazer de lancha ou de todo-terreno.

Continuando com as atividades, para quem desfrutar das profundezas, é possível praticar a espeleologia em algumas de numerosas cavernas da Vanezuela. Entre todas elas distingue-se a Gruta do Cuçacharo, a mais espetacular e para a que é necessario dispor de uma permisão especial.

Quanto aos esportes aquáticos, Venezuela, com mais de 3.000 km de costas, é um Éden. Nas praias é possível fazer mergulhos, nadar, fazer surf, windsurf ou bem pescar, sem esquecer os passeios de barco pelo rio Orinoco. Ilha Margarita, com mais de 160 km de costa, destaca-se pelas excelentes e variadas praias, algumas com fortes ondas, como o caso de Praia Parguito, onde celebram-se provas internacionais de surfing.

Em troca, Praia El Água é procurada pelos fanáticos do windsurfing, os ultra-leves e, é claro, pelos surfistas. Nesta praia tem lugar todo tipo de torneios esportivos e musicais que constituem uma boa ocasião para a diversão. Na Praia Concorde e na Caracola é possível iniciar-se em esportes tão curiosos como o para-sailing e o ski, do mesmo jeito que podem ser feitos os arranjos para exercitar-se na pesca esportiva ou o desfrute dos pequenos cruzeiros.

Teatro e dança

Caracas, a capital do país, é também a capital do Teatro da Venezuela. Com mais de 20 teatros oferece um bom cartaz. Porém, algumas cidades menos importantes contam com pelo menos um teatro. Cabe destacar que o movimento teatral venezuelano é um dos mais importantes da América Latina.

Obras de dramaturgos como Rodolfo Santana, José Ignácio Cabrujas ou Mariela Romero são representadas com frequência no exterior. A atividade teatral é intensa e a linguagem dos autores nacionais combina-se com obras clássicas do teatro universal, ou as últimas procuras do desempenho cênico. A Companhia Nacional de Teatro, que representa desde as obras mais clássicas até as mais populares, é a que tem maelhor prestígio e mais audiência.

E não fique preocupado, já que o cartaz é muito variado e é seguro que encontrará alguma obra, conforme seu gosto. Por outro lado, o Ateneo de Caracas é o lugar indicado, pelas inumeráveis possibilidades de espetáculo teatral. Este centro dispõe de diferentes salas além de ser a sede do prestigiado Festival Internacional de teatro de Caracas.

Quanto á espetáculos de balet e dança, o país oferece sólidas companhias de destaque internacional como são o Balet Novo Mundo, a Fundação Balet Nacional, o Balet da Fundação Teresa Carreño, dirigido por Vicente Nabreda, o Balet Clássico de Keila Emecheo ou o Talher de Danças Caracas. A maior parte deles mantém apresentações, que extendem-se ao longo do ano todo, nos principais teatros do país.

Outros Espetáculos

Além dos emocionantes jogos de bola, beisebol e basquete, Venezuela oferece uma larga lista de possibilidades. As corridas de cavalos, sobre tudo na zona de Los Llanos, Maracaibo ou Valencia, são muito populares e muito recentemente, realizam-se nos hipódromos bem acondicionados.

Em Caracas as melhores corridas têm lugar no Hipódromo da Rinconada. Continunado com cavalos, em Los Llanos, os touros coleados é uma das diversões mais populares. Os cavaleiros devem derrubar o touro, segurando-o pela cauda, em uma atrevida corrida.

Outra possibilidade é assistir a uma tourada. A festa de origem espanhola está muito arraigada no país e cada cidade principal tem sua praça de touros. A mais famosa e maior da Venezuela é a praça de touros de Mérida, com capacidade para 27.000 pessoas. Destacam-se, também, as praças de touros de Maracaibo, São Cristovão, Maracay e Vale de Páscua.

Outra das diversões mais populares são as chamadas bolas crioulas. Neste jogo participam quatro lançadores agrupados em duas equipes, que dispuntam suas habilidades para lançar oito bolas de madeira muito dura e pesada e um mingo, ou bola de menor tamanho. Se deseja assistir um espetáculo mais vibrante, vai para uma galheira para ver as excitantes e crueis brigas de galos. O espetáculo e a emoção do público são espetaculares.

Centros Noturnos

Se voce é dos seres que preferem a noite, na Venezuela encontrará o que procura. Os lugares ideais são Caracas e Ilha Margarita, já que a vida nortuna lá é muito completa. Se não for aos cinemas e restaurantes, pode recorrer aos animados bares e discotecas, abertos até madrugada. Talvez seja a bondade do clima o que possibilita esta movimentada vida noturna venezuelana.

Quanto aos clubes, em alguns deles está permitida a entrada só aos casais e maiores de 18 anos, e em outros, irão pedir-lhe terno e gravata. Ilha Margarita dispõe também de cassinos e bingos para os que desejar provar a sorte.

FESTIVIDADES

Venezuela é um país em permanente festa. Nascido do encontro de numerosas culturas, a celebração e o festejo são prmanentes. A maior parte das festividades são de caráter religioso, principalmente católicas, pelo que estão sujeitas ao calendário da igreja. Cada vila tem quanto menos uma festa que honra seu padroeiro protetor.

Durante estas festas, que podem durar vários dias, as praças enchem de gente e de curiosos, aparecem os mercados de comidas e os postos de entretenimento. A música e os bailes celebram-se por todo lugar e em alguns casos arranjam-se brigas de galos e outras atividades. Se coincidir com alguma festividade, aproveite a ocasião para degustar a comida da região.

O Ano começa em 1 de janeiro, quando os venezuelanos afundam-se em uma festa, onde a esperança é a emoção predominante. Neste mês acontece no estado de Mérida a Paradura del Niño. Em fevereiro destaca-se o Dia da Candelária, quando os Dançantes executam seus bailes em honra da Virgem.

O Carnaval é uma das celebrações mais importantes, e inclusive as segundas e terças antes da Quarta-feira do Carnaval são dias feriados. Aconselhamos-lhe para ir a Carúpano, onde a festa é um estouro.

Durante a Semana Santa, em cada cidade e vila da Venezuela realizam-se procissões nas que, no rítmo marcado pelas orquestras populares, os devotos descalços e vestindo-se como nazarenos cantam e rezam enquanto efetuam os passos populares. As mais impressionantes tem lugar em Mérida, Caripito e Tostos. Durante os dias Santos, a maior parte dos habitantes do país viajam às praias e costas em procura de desncanso.

Na Ilha Margarita o dia 19 de março, Dia de São José, poderá desfrutar das melhores vestes. Tanto homens quanto mulheres vestem as distintas roupas, amplas saias, chapéus, trajes de pescoço ou botas com esporas. É a festa do joropo, esse baile nacional com rítmo de valsa, interpretado por orquestras compostas de harpas, quatros (pequenas guitarras de quatro cordas), marácas e bandolins.

No mês de abril tem o Festival Internacional do Teatro em Caracas (os anos pares), onde estão as mais importantes companhias de teatro do mundo todo. O dia 19 comemora-se a Declaração da Independência.

O mês de maio começa com o Dia do Trabalho, seguido do Velatório da Cruz de Maio (o dia 2), que celebra-se no país todo. De 3 ao 1º de maio em muitas vilas venera-se à São Judas Tadeu e à São Isidro, e a princípios do mês de junho apresentam-se os Diabos Dançantes em São Francisco de Yare, o dia de Corpus Christi.

Junho distingue-se pelas Festas de São João, especialmente em Curiepe, no Estado de Miranda, onde aparecem as danças de rítmos africanos. Festa que vai até o fim domês.

No mês de julho destaca-se o dia 5, o Dia da Independência, o dia 24, a comemoração do Natalício de Simão Bolivar, odia 27, a festividade da Virgem do Carmo e o dia 31, a Batalha de Matasiete. A Virgem de Asunção na Margarita, o 15 de agosto, é uma das festas mais importantes da ilha, enquanto que, no mês de setembro, de 8 a 15 no Vale do Espírito Santo, na mesma lha, tem lugar a Festa de Nossa Senhora do Vale, vivida com grande devoção e alegria.

O dia 12 de outubro, como no resto dos paises latino-americanos, comemora-se o Dia da Descoberta de América e, é até o dia 18 de novembro que celebra-se em Maracaibo a Feira da Chinita, com jogos mecânicos, música, dança e bebida.

Dezembro é o mês do Natal. As casas são enfeitadas com árvores e numerosos presépios. As gaitas, especialmente as maracuchas, são para os venezuelanos o que os vilhancicos para os espanhóis. Por todo canto escutam-se os sons dos conjuntos natalícios que transitam de uma morada para outra. O ano finda com a noite do dia 31, quando os venezuelanos festejam com grande alegria a chegada do Ano Novo.

Transportes

Avião

As principais cidades do país estão ligadas via aérea. Os aeroportos estão dotados da maior parte dos serviços, como restaurantes, cafetarias, telefones, lojas, aluguel de carros, câmbio de divisas e transporte público. A maior parte dispõe, também, de módulos de informação e atenção para os viajantes, que dependem da Corporação do Turismo da Venezuela e do Instituto Nacional de Portos e Aeroportos da Venezuela.

O Aeroporto Internacional Simão Bolivar, situado em Maiquetía, no Distrito Federal, Perto do porto da Guaira, é o principal aeroporto do país e encontra-se a uns 45 minutos de Caracas. Consta de terminais para vôos locais e internacionais. Existe um serviço de ônibus que cobre a rota Aeroporto-Caracas à cada 15 minutos. O trajeto acaba no centro da cidade.

As linhas aéreas internacionais da Venezuela é Viasa, embora que Avensa, Aeropostal e Zuliana de Aviação cobrem alguns trajetos internacionais. Alguns vôos locais estão servidos por Aerotuy e Cave, que voam a Los Roques, Canaima, La Grtan Sabana e alguns outros destinos turísticos.

O Aeroporto Internacional Santiago Marinño, na Ilha Margarita, encontra-se a uns 20 km de Porlamar.

Carro

Esta é uma boa forma de deslocar-se pelo país. Em geral, pela estrada pode-se aceder a quase todos os lugares, além de encontrar-se em bom estado. Existe bom número de bombas, pelo que não terá dificuldade para repostar. O trânsito em Caracas é caótico, barulhento e anárquico. Recomendamos-lhe muita precaução e estacionar em parking vigiado.

O limite de velocidade nas zonas urbanas é de 40 km/hora e 80 km fora delas. Para alugar carro não terá problemas, já que na Venezuela estão presentes as principais firmas de aluguel. Precisa só a licença de dirigir vigente, ter mais de 21 anos e pagar com cartãode crédito.

Trem

O único trajeto que oferece serviço para passageiros é Barquisimeto-Porto Cabello.

Ônibus

O ônibus é o meio mais econômico e utilizado pela maior parte dos venezuelanos. Existem numerosas linhas que cobrem a maior parte do território nacional.

Todas partem da rodoviária, que costuma estar situada no centro das cidades. Existem vários serviços, porém recomendamos, sempre que for possível, utilizar o chamado “serviço executivo” que, além de ser um dos mais rápidos, dispõe de unidades novas com ar condicionado.

Quanto aos ônibus urbanos, as principais povoações dispõe de diversas rotas, atendidas por unidades pequenas, chamadas, dependendo da região, carro, carrito, camioneta ou micro. Outra das possibilidades para os deslocamentos são os chamados “puestos”. Trata-se de ônibus de menor tamanho, algo mais caros e que partem quando completam-se todos os assentos Podem ser definidos como um serviço entre o serviço de ônibus e taxi.

Caracas é a única cidade do país que conta com serviço de metro. Aconselhamos utilizá-lo e estamos seguros que ficará surpreso com a limpeza e eficiência do serviço. Podem solicitar-se mapas nas estações, onde poderá comprar as passagens nas máquinas expendedoras que dão o troco.

Taxis

Os taxis são reconhecíveis só pelo rótulo na parte superior que diz “livre” ou “taxi”. Alguns dispõe de taxímetro, mas no melhor dos casos não funciona, pelo que o melhor é combinar o preço antes do início do percurso. Por outro lado tem os taxis piratas, e se decidir utulizá-los é bom combinar preço e tomar as precauções necessárias.

Barco

A Venezuela possui vários portos, entre os que destacam La Guaira, Porto Cabello, Maracaibo, Guanta, Porlamar, Cumaná e Cidade Bolívar.

Para viajar a Ilha Margarita pode embarcar em algum dos ferris que partem do Porto da Cruz a cada quatro horas. Embora que o Rio Orinoco seja navegável não existe o serviço de passageiros e a única possibilidade é pedir uma carona aos barcos de carga ou pesqueiros.

Fonte: www.rumbo.com.br

Venezuela

Situada no norte da América do Sul, na costa do Mar do Caribe, a Venezuela apresenta um litoral recortado, com penínsulas e ilhas no Mar do Caribe.

Possui fronteiras com a Colômbia à leste, Brasil ao sul e sudoeste e Guiana ao oeste. No delta do rio Orinoco, que corta o país, a faixa costeira é pantanosa. No interior, a planície dá lugar ao extenso Planalto das Guianas e às montanhas dos Andes. Um terço das terras do país é protegida por parques nacionais.

O país tem uma reduzida atividade agrícola.

A população concentra-se no litoral, 90% vive em cidades e apresenta uma das maiores rendas per cápita da América do Sul. A economia é baseada na exploração do petróleo – responsável por 75% das exportações. Também há indústrias e extração de minérios, como bauxita e ferro.

Antes da chegada dos espanhóis a região era habitada por índios arauaques e caraíbas. Em 1499, Alonso de Ojeda avista as casas indígenas sobre as águas e chama a região de Venezuela (pequena Veneza). O rei da Espanha concede à empresa alemã Weisers o direito de colonizar e explorar a região, mas recinde o contrato em 1546. O território é administrado por São Domingos e Bogotá até 1776, quando é criada a real audiência de Caracas.

A luta pela independência tem início em 1806. O governador Vicente de Emperán é deposto em 1810 e a República é proclamada em 1811 sob a liderança de Francisco de Miranda, mas os espanhóis reconquistam o território. Entre 1813 e 1819, as tropas de Simon Bolivar (nascido em Caracas em 1783) e José Antonio Paez alternam vitórias e derrotas na luta contra a Espanha. A independência é finalmente conquistada em 1821. Forma-se a Grã-Colômbia, composta por Venezuela, Colômbia, Equador e Panamá e presidida por Simon Bolivar.

Em 1830, a Venezuela retira-se da federação e o general Paez é nomeado presidente. O governo de Paez e seu partido (1830-1848) traz uma era de prosperidade econômica. Entre 1848 e 1858, é instalada uma ditadura. Durante os dez anos seguintes o país mergulha em uma guerra civil. Disputas fronteiriças com a Guiana Inglesa quase levam a Venezuela a uma guerra com o Reino Unido entre 1895-1897. Uma comissão liderada pelos EUA declara britânica a maior parte do território em disputa.

O general Juan Vicente Gomez instaura uma longa ditadura (1909-1935) durante a qual são descobertas grandes jazidas de petróleo na Venezuela. A descoberta muda radicalmente a vida econômica do país. Entre 1936 e 1945, o PIB venezuelano cresce 8% ao ano.

Em 1945, os liberais derrubam o regime ditatorial. Em 1950, a Venezuela torna-se o maior país exportador de petróleo do mundo. Rafael Caldera vence as eleições presidenciais de 1968 e consegue pacificar o país depois de dez anos de guerrilha.

Em 1981, o agravamento da situação econômica provoca distúrbios sociais e uma onda de ataques guerrilheiros. Em 1983, com os preços do petróleo em baixa, o governo é obrigado a despender grandes somas para o pagamento da dívida externa, o que alimenta a inflação. Em 1989 o pagamento é suspenso.

Em 1991, apesar da aguda crise social e da corrupção generalizada, o governo consegue baixar a inflação e o país volta a crescer. Em dezembro de 1993, o ex-presidente Rafael Caldera vence as eleições presidenciais, no que representa o fim do virtual bipartidarismo AD-Copei, vigente desde o fim da década de 1950.

O presidente Hugo Chavez assumiu o governo em 1999, prometendo reformas políticas e econômicas que garantiriam aos mais pobres uma parcela mais significativa da riqueza vinda do petróleo. Em julho do mesmo ano, uma assembléia constituinte foi formada, tendo como resultado a ampliação dos poderes do presidente. Chavez foi reeleito para um mandato de mais seis anos em julho de 2000, em eleições que contaram com a presença do exército nas ruas das principais cidades.

No final de 2001, diversas empresas e organizações levantaram protestos contra o crescente autoritarismo no governo Chavez. Em abril do ano seguinte a produção de petróleo foi reduzida num protesto dos trabalhadores contra a política do presidente. Um “mini-golpe de estado” chegou a afastar Chavez do poder por dois dias, mas apelos internacionais fizeram com que ele fosse reconduzido ao cargo.

Em agosto de 2004, após inúmeras greves e manifestações comandadas por líderes empresariais e trabalhistas, um referendum foi convocado mas, graças a incrível popularidade do presidente nas classes menos favorecidas da população, Chavez venceu com 58% dos votos. Nas eleições de 2006, sob boicote de seus oposicionistas, que afirmam não confiarem no Conselho Eleitoral, Chavez foi reeleito com 63% dos votos.

DADOS GERAIS DA VENEZUELA

Geografia

Localização: norte da América do Sul, na orla do Mar do Caribe e Oc. Atlântico, entre Colômbia e Guiana 
Área: total – 912.050 km² terra – 882.050 km² água – 30.000 km² 
Comparativo: pouco maior que o Mato Grosso 
Litoral: 2.800 km 
Fronteiras: Brasil – 2.200 km, Colômbia – 2.050 km, Guiana – 743 km 
Clima: tropical; quente, úmido, mais moderado nas terras altas 
Elevação:

Ponto mais baixo: 0m orla do Oc. Atlântico 
Mais alto: 
5.007m Pico Bolivar (La Columna)

Recursos Naturais: petróleo, gás natural, minério de ferro, ouro, bauxita, diamante 
Uso da Terra:

arável: 2,85%
cultivo permanente:
 0,88%
outros: 
96,27% (2005 est.)

População: 25.730.735 habitantes 
Principais cidades: Caracas – 1.836.000; Maracaibo – 1.609.000; Valencia – 1.196.000; Barquismeto – 811.000; Ciudad Guayana – 629.000hab. (2001 est.) 
Índice de Desenvolvimento Humano: 0,784 – 72º colocação no ranking mundial – 6º na América do Sul 
Faixa etária:

0-14 anos: 33% 
15-64 anos:
 63% 
mais de 65 anos: 
4%

Divisão por sexo (homem/mulher):

no nascimento: 1,08 h/m 
até 15 anos: 
1,07 h/m 
15-64 anos: 1,01 h/m
mais de 65 anos: 
0,83 h/m
total: 
1,02 h/m

Taxa de crescimento populacional: 1,38% ao ano 
Taxa de Natalidade: 18,71‰ 
Taxa de Mortalidade: 4,92‰ 
Mortalidade infantil: 21,54‰ 
Fertilidade: 2,23 crianças por mulher 
Expectativa de vida: total – 74,54 anos homens – 71,49 anos mulheres – 77,81 anos 
Grupos étnicos: espanhóis, italianos, portugueses, árabes, alemães, indígenas e africanos 
Religião: Católica Romana 96%, Protestante 2% 
Idioma: espanhol (oficial) e numerosos dialetos indígenas 
93,4% da população com mais de 15 anos alfabetizada (2003 est.)

Governo

Nome oficial: República Bolivariana de Venezuela – (República Bolivariana da Venezuela) 
Organização política: República 
Capital: Caracas 
Divisões administrativas: 22 estados – Amazonas, Anzoategui, Apure, Aragua, Barinas, Bolivar, Carabobo, Cojedes, Delta Amacuro, Falcon, Guarico, Lara, Merida, Miranda, Monagas, Nueva Esparta, Portuguesa, Sucre, Tachira, Trujillo, Vargas, Yaracuy, Zulia; Distrito Federal e Dependencias Federales. 
Independência: 05/07/1811 (da Espanha) 
Feriado Nacional: 05/07 Dia da Independência 
Constituição: 30/12/1999 
Chefe de Estado: Presidente Hugo CHAVEZ Frias (desde 03/02/1999 reeleito em 2006)
Economia (2006 est.) 
PIB: Oficial – USD 147,9 bilhões 
PPP – USD 176,4 bilhões – em paridade ao poder de compra norte-americano 
Crescimento – 8,8% ao ano 
Per capita (PPP) – USD 6.900 
Composição 1º/2º/3º setor – 3,7% / 41% / 55,3% 
Inflação: 15,8% 
Desemprego: 8,9% 
População abaixo da linha de pobreza: 37,9% (2005 est.) 
Orçamento:

receita: USD52,24 bilhões 
gastos:
 USD 52,9 bilhões

Produção e consumo de eletricidade: 93bi/87 bilhões de kwh (2004) 
Exportações: USD69,23 bilhões – EUA 51%, Antilhas Holandesas 7,2%, Canadá 2,4% 
Principais exportações: Petróleo, bauxita, alumínio, aço e produtos químicos 
Importações: USD 28,81 bilhões – EUA 31,6%, Colômbia 11%, Brasil 9,1% e México 6,9% 
Principais importações: maquinário, equipamentos de transporte, materiais de construção 
Dívida externa: USD 35,63 bilhões

Transporte

Ferrovias: 682 km (2005) 
Rodovias: 96,155 km (32.308 km pavimentados) – (1999) 
Hidrovias: 7.100; Rio Orinoco e Lago de Maracaibo 
Oleodutos: óleo cru 7,607 km, gás natural 5,369 km, produtos refinados 1.681 km, óleo extra-pesado 922 km 
Portos: Amuay, La Guaira, Maracaibo, Puerto Cabello, Punta Cardon 
Aeroportos: 375 (129 com pistas pavimentadas) – (2006)

Fonte: www.geocities.com

Venezuela

VENEZUELA (América do Sul)

Geografia

Rodeado pelo mar do Caribe ao norte eo Oceano Atlântico, na costa nordeste, a Venezuela é um país onde reina a floresta (metade do país).

No leste, abaixo do rio Orinoco e as montanhas se sentar Amazônia (sul). No noroeste, outra montanha domina culminando no Pico Bolívar (5.007 metros).

Países fronteiriços:

Leste: Guiana
Oeste: British
Sul: sudeste do Brasil

Independência: 14 de maio de 1811 (da Espanha)

Governo: República

Capital: Caracas

Idiomas: Oficial e usual: Espanhol

Área: 912 050 km ²

População: 26.749.000 pessoas

Demonym: Venezuela, Venezuela

Moeda Nacional: Bolívar (VEB)

Dia Nacional: 05 de julho (Proclamação da Independência de 1811)

Venezuela
Caracas

Venezuela
Salto Angel

Clima

O clima é tropical: quente e úmido, com estação seca de dezembro a abril ea estação chuvosa, de maio a novembro. Altitude, o clima pode ser mais frio, e nas terras baixas, mais úmido e chuvoso.

Saúde

Não há vacinas necessárias, exceto na floresta onde as vacinas são necessárias geral, bem como aqueles contra a febre amarela, febre tifóide e hepatite A.

Atualizado Gerais vacinas recomendadas (poliomielite, tétano, difteria …).

Confira

Saibam que a Venezuela, você pode ver a maior cachoeira do mundo, Angel Falls.

Os Andes também irá revelar belas paisagens íngremes e lagoas.

Para os fãs de belas praias, Margarita, que é também a mais turística.

Finalmente, as planícies de Los Llanos também não é falta atrações com sua flora e fauna fabulosa.

Fonte: www.continent-americain.com

Venezuela

Capital: Quito

Superfície: 283.561 km²

Geografia e ambiente

Localização e coordenadas geográficas: País localizado na América do Sul, entre os 2º Sul e os 77º Oeste.

Superfície: 283.561 km²

Fronteiras: Limita com a Colômbia a norte, com o Perú a leste e a sul, e com o Oceano Pacífico a oeste.

Descrição física do território e clima

O Equador deve o seu nome à linha equatorial que percorre o continente ao norte de Quito e que passa também pelas Ilhas Galápagos.

Pode dividir-se o Equador em quatro regiões geográficas: a costa; a serra constituída pelas cadeias andinas Ocidental e Oriental, onde se encontram os vulcões ativos o Cotopaxi e o Chimborazo, e o vale entre os Andes; o Oriente ou região de selvas no leste dos Andes; e o arquipélago de Colón ou de Galápagos, que compreende várias ilhas de origem vulcânica com uma população única de animais, onde Darwin formulou a sua teoria da seleção natural das espécies. O arquipélago das Galápagos compreende 17 ilhas principais e umas 100 menores. Situadas a uns 1.120 Kms ao oeste do continente, são famosas pela sua fauna e flora invulgares.

A costa é pontilhada de ilhas, sendo as mais importantes as que compõem o arquipélago das Galápagos, de origem vulcânica. Na sua ilha maior, Isabela, existem pelo menos 2 000 crateras vulcânicas, das quais muitas atingem 1 500 m de altura e estão em atividade. O clima é quente e húmido. O seu território, no noroeste da América do Sul é banhado pelo oceano Pacífico, e cortado por duas cadeias montanhosas da cordilheira dos Andes.

O Equador continental fica dividido pelos Andes em três zonas diferenciadas: a Sierra (as terras altas), a Costa e o Oriente (Bacia do Amazonas). A Sierra é modelada por duas cadeias montanhosas andinas, a Cordilheira Oriental e a Cordilheira Ocidental, que formam dez vales de montanha nos quais os indígenas da Sierra vivem em altitudes de 2.200 a 2.800 m. A zona inabitável das terras altas recebe o nome de páramo.

Ao longo das Cordilheiras Oriental e Ocidental existem vários vulcões ativos. Os Andes descem abruptamente para as terras tropicais baixas e costeiras por um lado e para o Oriente pelo outro. O clima da costa é influenciado pela corrente fria de Humboldt e pelas montanhas da vertente oriental dos Andes. No centro predomina o clima semidesértico, como em Manta e Portoviejo.

Na fronteira com o Perú, chega a ser desértico, como na península de Santa Helena. Já a região de Guaiaquil é bastante húmida, embora passe por épocas de secas bem marcadas. Mais para o norte, a corrente de Humboldt afasta-se da costa, e as chuvas tornam-se mais abundantes e regulares, a temperatura sobe, o clima predominante é do tipo equatorial. Há densas florestas na província de Esmeraldas até a fronteira com a Colômbia.

Os padrões climáticos variam muito entre as distintas regiões geográficas. Na bacia montanhosa da Sierra, a temperatura apresenta poucas mudanças entre as estações. Não obstante, as manhãs costumam ser frescas, tornando-se mais quentes até ao meio-dia; à tarde é frequente chover e até ao anoitecer refresca muito, de modo a que as noites sejam frias.

Acima dos 3.800 metros as plantas não crescem e as temperaturas alcançam 0°C à noite. Também há tempestades ocasionais de neve. As terras baixas costeiras e a Bacia Amazônica são muito quentes durante todo o ano, com temperaturas que variam dos 22°C, à noite, aos 33°C, durante o dia. A humidade é extremamente alta.

A estação de chuvas em ambas as zonas estende-se de Maio a Dezembro, embora hajam regularmente chuvas tropicais durante a estação seca.

Nas Ilhas Galápagos existem duas estações produzidas pelas correntes oceânicas: a estação chuvosa (quente) e a seca (fresca). Durante a estação chuvosa, de Janeiro a Junho, o clima é quente e a temperatura da água fica nos agradáveis 23°C; ocasionalmente caem chuvas tropicais. Este é o melhor momento para visitar o arquipélago. No resto do ano, uma neblina – garúa – instala-se sobre as ilhas e faz com que os dias sejam nublados, enquanto isso as águas começam a arrefecer.

As chuvas são raras, porém o vento é bastante forte. O clima da serra varia segundo a altitude e os ventos que sopram do Atlântico ou do Pacífico.

Assim, no vale de Chota, que desce em direção ao Pacífico, existe um deserto, situado a 50 km ao norte da linha do equador. A 30 km da mesma linha, encontra-se a região de Quito, com clima húmido e temperatura média de 14,8º C. A vertente oriental da serra dirige-se para leste e termina na planície amazônica, recoberta de floresta. Existem regiões remanescentes de uma terceira cadeia andina, paralela à cordilheira oriental. O clima é quente e húmido.

A temperatura média é de 23,3ºC e o índice pluviométrico, muito elevado, é de 3,93 m.

Nas grandes altitudes dos Andes vivem dois animais típicos da fauna equatoriana: o lhama, ruminante da família do Camelídeos, introduzido e domesticado pelos incas no século XV, e a alpaca, espécie de lhama, cujo pêlo é utilizado na tecelagem. Nos picos andinos encontra-se o condor. E, por toda parte, podem-se ver beija-flores, tanto que o Equador é chamado a terra do beija-flor. Nas ilhas Galápagos habitam tartarugas e a iguana, o único lagarto marinho do mundo Para além destes, podem ser citados ainda os macacos, lontras, crocodilos, serpentes, além de ovelhas, cabras, cavalos, bois e jumentos.

Rede Hidrográfica

A região da costa é uma planície, cortada por serras que chegam a 1 000 metros de altitude.

Três importantes rios aí têm seus cursos baixos: o Mira, o Esmeraldas e o Guayas.

Este último faculta o acesso ao maior porto do país: Guaiaquil.

Pela vertente oriental correm os rios que, após longos itinerários, vão alimentar a Bacia Amazônica: Putumayo, Aguarico, Napo, Curaray, Bononaza, Pastaza, Cononaco e Pindo.

Elevações

Os Andes atravessam o Equador de norte a sul, ramificados em duas cadeias: a oriental e a ocidental. Entre elas, há um planalto, o Callejón, cuja altitude oscila entre 2 500 e 3 000 m. Os Andes equatorianos têm mais de vinte picos com altura superior a 4 000 m. Dentre os numerosos vulcões, destaca-se o Chimborazo, que é o vulcão mais alto do mundo e também o ponto mais alto do país (6 672 m).

Venezuela
Vulcão Chimborazo, o mais alto do mundo

Catástrofes naturais

Tremores de terra frequentes, derrocadas, atividade vulcânica, tempestades periódicas.

Problemas ambientais

Desflorestação, erosão, desertificação e poluição da água.

Acordos Internacionais Ambientais

Tratado do Antárctico; Tratado da Biodiversidade; Tratado para a proteção das Mudanças Climáticas; Protocolo de Kyoto para as Mudanças Climáticas; Tratado para suster a desertificação; Tratado para as espécies em vias de extinção, Tratado de proibição de testes nucleares, Tratado para a poluição dos navios, Tratado sobre madeiras tropicais de 1983 e de 1994, Tratado sobre terras férteis.

Cultura e Sociedade

Língua oficial: Espanhol.

Línguas e idiomas: Espanhol é a língua oficial. Para além desta existe uma minoria que fala quíchua e outros dialetos.

Taxa de literacia: 90.1% da população com idade de 15 anos ou superior sabe ler e escrever.

População: 13.100.000 habitantes (estimativa do PNUD da ONU para 2002).

Densidade populacional: 43 habitantes por km²

Cidades mais populosas: Guayaquil com 1.973.880 habitantes, a capital Quito com 487.513 habitantes, Cuenca com 255.028 habitantes, Machala com 197.350 habitantes e Santo Domingo de los Colorados com 83.219 habitantes.

Política e Governo

Independência: Desde o dia 24 de Maio de 1822, libertando-se do domínio espanhol. (CIA Fackbook de 2001)

Nome oficial: República do Equador.

Capital: Quito.

Constituição: De 10 de Agosto de 1998.

Caracterização generalista do sistema legal: Baseado no sistema legal civil.

Divisões administrativas: 22 provincias -. Azuay, Bolívar, Canar, Carchi, Chimborazo, Cotopaxi, El Oro, Esmeraldas, Galapagos, Guyanas, Imbabura, Loja, Los Rios, Manabi, Morona-Santiago, Napo, Orellana, Pastaza, Pichincha, Sucumbios, Tungurahua, Zamora-Chinchipe.

Feriados nacionais: 10 de Agosto – Dia da Constituição.

Tipo de governo: Republica Parlamentar.

Sufrágio: A partir dos 18 anos, sendo universal e obrigatório para pessoas instruídas dos 18 aos 65 anos e opcional para os restantes.

Poder executivo

A Constituição equatoriana confere o poder executivo ao Presidente, eleito perante sufrágio universal direto, por um período de quatro anos, podendo ser reeleito mas não de uma forma consecutiva; preside o gabinete e nomeia os governadores das províncias. Para além de ser o chefe de Estado, é também o comandante supremo das Forças Armadas, usufruindo de poderes extraordinários em caso de emergência nacional.

Poder legislativo

O poder legislativo é da competência do Congresso Nacional, órgão unicameral composto por 125 membros eleitos por um período de cinco anos. Os legisladores são eleitos por representação proporcional (105) e por representação territorial (20). Os deputados eleitos mediante representação territorial são em função da percentagem dos votos conseguidos em cada uma das províncias. Assembleia Nacional unicameral, denominada por Assembleia Nacional de Poder Popular, tem 601 lugares.

Poder Judicial

O Tribunal Supremo de Justiça equatoriano é o órgão máximo do poder judicial; no Equador existe um total de 17 tribunais superiores, e inúmeros “juzgados” (tribunais de um só juiz) e também tribunais provinciais. Os casos criminais são observados por um jurado especial, composto por um juiz e três membros do tribunal, após realizado a instrução por um “juzgado” de penal. A pena de morte foi abolida.

Economia

Recursos Naturais: Petróleo, peixe, madeira, hidro-energia.
Uso da Terra: 
6% de terra arável, 5% de permanentes colheitas, 18% de pastos permanentes e 56% de florestas.(CIA Fackbook de 2001)
Principais produtos agrícolas:
 Bananas, café, arroz, batatas, tapioca, cana-de-açúcar, (pecuária), peixe e camarão. (CIA Fackbook de 2001)Terra Irrigada: 5.560 Km² ( CIA Fackbook de 2001)
P.N.B. per capita: 
1.570 USD (1997 – Guia do Mundo)
Taxa de crescimento médio anual do P.N.B.: 
0.9% (1900-97)
Produto Interno Bruto: 
19.768 Milhões de USD (1997 – Guia do Mundo)
Crescimento médio anual do P.I.B.:
 3.1% (1990-97)
Estrutura da Produção:
 Agricultura – 12.1%; Industria – 35.1%; Serviços – 52.8% (1997 – Guia do Mundo).
Estrutura da Procura: 
Consumo público 11.6%; consumo privado 67.2%; investimento bruto 20.2%; poupança bruta 21.2%; exportações 30.0% (1997 – Guia do Mundo).

Fonte: www.geolingua.org

Venezuela

Imponentes montanhas, praias caribenhas e até selva: ela surpreende pela paisagem diferente

Venezuela
Venezuela

No mapa do turismo, a Venezuela é mais conhecida por uma parte de seu território que fica fora do continente: o Parque Nacional Arquipélago Los Roques, 48 ilhotas que decoram o mar do Caribe e a fronteira venezuelana. O murmúrio das ondas, o canto das gaivotas, a vida sobre o vaivém de um mar que esconde tesouros de coral e conchas certamente vão fisgar você (especialmente se tiver embarcado em um pacote para a singela Isla Margarita). Mas a Venezuela tem outros belos segredos e algumas cidades cosmopolitas.

Com clima tropical, entre 22 e 33 graus, a Venezuela tem paisagens diversas: praias que contornam o norte, imponentes montanhas e selvas ao sul. Entre os seus ícones, os tepuys, montanhas com formato de mesa que começaram a se formar há mais de 1,8 bilhão de anos o Escudo da Guiana.

Para qualquer lado que você for, é fácil encontrar alguém que lhe dê uma mãozinha.

Os venezuelanos são receptivos e sabem dar as boas-vindas: estão sempre sorrindo!

Aliás, foi um venezuelano que se tornou o herói da independência da América do Sul. Graças a Simón Bolívar, natural de Caracas a capital não deixa ninguém esquecer seu filho ilustre, libertaram-se da Espanha no início do século 19: Bolívia, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e, claro, Venezuela.

Fonte: viajeaqui.abril.com.br

Venezuela

Venezuela tem uma das maiores do mundo, depósitos de petróleo comprovadas, bem como grandes quantidades de carvão, minério de ferro, bauxita e ouro.

No entanto, a maioria dos venezuelanos vivem na pobreza, muitos deles em favelas, algumas das quais a expansão sobre as encostas ao redor da capital, Caracas.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, diz que ele está conduzindo o país – que está desfrutando de uma colheita de altos preços do petróleo – por meio de uma revolução socialista.

Suas fortunas econômicas estão ligadas a preços mundiais do petróleo. Um boom 1970 amplamente beneficiado a classe média, mas uma subsequente queda dos preços condenado muitos dessa classe para a pobreza, erodindo os padrões de vida da já empobrecida.

O desemprego é alto e, de acordo com dados oficiais, cerca de 60% das famílias são pobres.

Em 1998, os venezuelanos quebrou o domínio do sistema de partido desacreditado para eleger o populista esquerdista Hugo Chávez, um antigo oficial do exército que proclamou uma “revolução bolivariana”, em homenagem a herói da América do Sul independência.

Um país de beleza natural impressionante, que vai desde os picos nevados dos Andes, a oeste, através das selvas amazônicas no sul, para as praias do norte, a Venezuela é um dos países mais altamente urbanizadas da América Latina.

Radical reforma agitação política, e as profundas divisões têm caracterizado o mandato do presidente no cargo. Seus apoiadores – conhecido como “chavistas” – e os seus detratores têm ambos fizeram protestos de rua.

Os defensores dizem que suas reformas econômicas – incluindo a nacionalização de grande parte da economia, especialmente no setor de petróleo – e sua expansão de programas sociais ajudou o benefício pobres das receitas de exportação do país de petróleo.

Os críticos dizem que suas ações prejudicaram o desempenho econômico e incentivou a inflação, rodando a 27,2% em 2010. Em janeiro de 2010, o governo desvalorizou o bolívar em uma tentativa de aumentar as receitas do petróleo e simular a produção nacional.

Venezuela sob Chávez tem procurado reforçar a sua influência regional através de aberturas diplomáticas e econômicas em relação a outros da América do Sul e do Caribe.

Isso tem sido visto, em parte, como um esforço para conter a influência de Washington na região, e tem sido um fator de relações tensas com os aliados dos EUA, como a Colômbia.

Chávez também se alinhou com a Rússia e Irã, e tem frequentemente expressa apoio a líderes anti-ocidentais no Oriente Médio e em outros lugares.

Venezuela
A cachoeira mais alta do mundo: Angel Falls em Canaima National Park, sul da Venezuela

Uma cronologia dos principais eventos:

1498-1499 – Cristóvão Colombo e Alonso de Ojeda visita a Venezuela, que é habitada por povos Carib, Aruak e Chibcha.

1521 – começa a colonização espanhola na costa nordeste.

1749 – primeira rebelião contra o domínio colonial espanhol.

1810 – patriotas venezuelano tirar vantagem da invasão de Napoleão Bonaparte da Espanha para declarar a independência.

1811 – Independência Ato assinado.

1829-1830 – Venezuela secedes de Gran Colombia e torna-se uma república independente com sua capital em Caracas.

1870-1888 – Venezuela governada por Antonio Guzmán Blanco, que atrai o investimento estrangeiro, moderniza infra-estrutura e se desenvolve a agricultura e educação.

1902 – A Venezuela não pagar empréstimos e, como resultado, suas portas estão bloqueadas por navios de guerra britânicos, italianos e alemães.

1908-1935 – O ditador Juan Vicente Gómez governa no momento em que se torna o maior exportador Venezuela mundial de petróleo.

1947-1948 – Presidente Romulo Gallegos, primeiro líder democraticamente eleito da Venezuela, derrubado no prazo de oito meses no golpe militar liderado por Marcos Pérez Jiménez, que forma governo com o apoio das forças armadas e dos EUA.

O regime democrático

1958 – O almirante Wolfgang Larrazabal expulsa Marcos Perez Jimenez; esquerdista Romulo Betancourt, do Partido Ação Democrática (AD) vence eleição presidencial democrática.

1960 – Movimento de Esquerda Revolucionária divide de AD e começa anti-governo de trabalho.

1964 – primeiro presidente da Venezuela entrega de um civil para outro ocorre quando o Dr. Raul Leoni (AD) é eleito presidente.

Altos e baixos

1973 – Venezuela benefícios do boom do petróleo e os picos de suas moedas em relação ao dólar dos EUA; petróleo e aço indústrias nacionalizadas.

1983-1984 – Queda nos preços mundiais do petróleo gera inquietação e cortes nos gastos sociais, Dr. Jaime Lusinchi (AD) eleito presidente e sinais pacto envolvendo governo, sindicatos de comércio e negócios.

1989 – Carlos Andrés Pérez (AD) eleito presidente no contexto de depressão econômica, o que exige um programa de austeridade e de um empréstimo do FMI.

Agitação social e política inclui tumultos, em que entre 300 e 2.000 pessoas são mortas, a lei marcial e uma greve geral.

1992 – Cerca de 120 pessoas são mortas em duas tentativas de golpe, a primeira liderada pelo futuro presidente o coronel Hugo Chávez, ea segunda realizada por seus partidários. Chávez está preso por dois anos antes de ser perdoado.

1993-1995 – Ramon Velasquez José torna-se presidente interino depois de Perez é deposto por acusações de corrupção; Rafael Caldera eleito presidente.

1996 – Perez preso após ser considerado culpado de fraude e corrupção.

1998 – Hugo Chávez, eleito presidente.

1999 – Graves inundações e deslizamentos de terra atingiu o norte, matando dezenas de milhares de pessoas.

Venezuela
A capital Caracas se estende ao longo do pé de altas montanhas

2000 – Ministro das Relações Exteriores, José Vicente Rangel revela plano para matar Chávez. Chávez ganha mais seis anos de mandato e um mandato para prosseguir as reformas políticas.

Chávez torna-se o primeiro chefe de Estado estrangeiro a visitar o Iraque desde a guerra do Golfo de 1991, desafiando a forte oposição de os EUA.

Polêmica reforma

Novembro de 2001 – O presidente Chávez aparece na TV para saudar 49 leis de reforma que seu governo introduziu, incluindo terra e reformas da indústria do petróleo, ao abrigo de poderes que não os obrigam a ser aprovada pela Assembleia Nacional.

Fevereiro de 2002 – A moeda nacional, o bolívar, despenca 25% em relação ao dólar dos EUA, após o governo recados controles cambiais.

2002 25 de fevereiro – Chávez nomeia nova diretoria para o petróleo monopólio estatal Petróleos de Venezuela, em movimento contrário por executivos.

2002 09 de abril – Os sindicatos ea associação empresarial Fedecamaras declarar greve geral para apoiar dissidentes Petróleos de Venezuela.

Derrubada Chávez

2002 11 de abril – Algumas pessoas comício 150 mil em apoio à greve e protesto de petróleo. Guarda Nacional e pró-Chávez atiradores confronto com manifestantes – mais de 10 são mortos e 110 feridos. Militares rebeldes alto comando e demandas que Chávez renunciar.

2002 12 de abril – das Forças Armadas cabeça anuncia Chávez renunciou, uma reclamação posterior negado por Chávez. Chávez é levado sob custódia militar. Militar nomes Pedro Carmona, um dos organizadores da greve, como chefe do governo de transição.

2002 14 de abril – Chávez retorna ao cargo após o colapso do governo interino.

De dezembro de 2002 – aleijados oposição greve da indústria do petróleo. Os organizadores exigem que Chávez renunciar. A paralisação de nove semanas leva a escassez de combustível.

Petições referendo

Maio de 2003 – Governo, oposição assinam acordo mediado pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que define estrutura para referendo sobre o governo de Hugo Chávez.

Agosto-Setembro de 2003 – Oposição entrega petição com mais de três milhões de assinaturas exigindo referendo sobre regra de Chávez. Corpo eleitoral rejeita petição dizendo que não atender aos requisitos técnicos.

De dezembro de 2003 – referendo segunda petição exigindo no Estado de Hugo Chávez é entregue. Oposição diz que contém 3,4 milhão de assinaturas.

Março de 2004 – Várias pessoas estão mortos e muitos são feridos em confrontos entre opositores e partidários do presidente Chávez.

Agosto de 2004 – O presidente Chávez vence referendo em que os venezuelanos estão perguntado se ele deve servir os anos restantes dois-e-um-metade de seu mandato.

Reforma agrária

De janeiro de 2005 – O presidente Chávez assina decreto sobre a reforma agrária que visa eliminar grandes propriedades da Venezuela. Presidente diz redistribuição de terras trará justiça para pobres rurais; fazendeiros dizer movimento é um ataque à propriedade privada.

Amarga disputa com a Colômbia devido à captura de um líder rebelde colombiano Farc em solo venezuelano. Os presidentes de ambas as nações resolver o caso nas negociações em Caracas, em fevereiro.

Junho de 2005 – Venezuela e 13 Estados das Caraíbas lançar uma empresa de petróleo da região, numa cúpula em Caracas. Venezuela, um grande produtor, concorda em fornecer as nações com combustível barato. Críticos acusam Chávez de usar o óleo para aumentar a influência diplomática.

Dezembro de 2005 – Partes leais ao presidente Chávez fazer grandes ganhos nas eleições parlamentares. Os partidos de oposição boicotar a votação, deixando parlamento inteiramente composto de partidários do presidente.

Julho de 2006 – O presidente Chávez assina um US $ 3 bilhões (R $ 1,6 bilhão) acordo de armas com a Rússia, incluindo um acordo para comprar caças e helicópteros.

De dezembro de 2006 – Hugo Chávez ganha um terceiro mandato nas eleições presidenciais com 63% dos votos.

Nacionalização unidade

2007 Janeiro – O presidente Chávez anuncia que a energia chave e empresas de telecomunicações vão ser nacionalizados.

Assembleia Nacional concede presidente Chávez varrendo poderes para governar por decreto para os próximos 18 meses.

Março de 2007 – O presidente Chávez diz que 16 grandes fazendas foram apreendidos para redistribuição sob um plano de reforma agrária.

Maio de 2007 – O governo assume o controle de projetos de petróleo no Delta do Orinoco, como parte do esforço de nacionalização.

Milhares se reúnem em Caracas para lamentar ou comemorar, o fechamento do governo do canal RCTV, que tem sido crítico do presidente Chávez.

Junho de 2007 – Dois principais empresas petrolíferas dos EUA, Exxon Mobil e ConocoPhilips, recusar-se a entregar o controle majoritário de suas operações na Faixa do Orinoco para o governo venezuelano.

De dezembro de 2007 – Chávez sofre sua primeira derrota nas urnas, quando os eleitores em um referendo estreita rejeitar propostas para estender seus poderes e acelerar a sua revolução socialista.

Crise diplomática

2008 Janeiro, Fevereiro – Após a mediação do presidente Chávez com as Farc, o grupo rebelde colombiano libera seis reféns.

Relações com a Colômbia deteriorar-se após o presidente colombiano, Alvaro Uribe rejeita apelo de Chávez para rebeldes de esquerda a ser tratados como rebeldes em vez de terroristas.

De março de 2008 – A crise diplomática após forças armadas colombianas fazer transfronteiriça incursão no Equador, um aliado da Venezuela, matando sênior Farc rebelde Raúl Reyes. Chávez mobiliza tropas ao longo da Venezuela-Colômbia fronteira.

De julho de 2008 – Relações com a Colômbia começar a melhorar de novo na esteira da libertação dos reféns mais alto perfil Farc, Ingrid Betancourt. Uribe visita Venezuela para conversações com Chávez.

De agosto de 2008 – O presidente Chávez anuncia planos para nacionalizar um dos maiores do país, os bancos privados, o Banco Espanhol de propriedade da Venezuela.

Cimento mexicana Cemex pretende Mundial de arbitragem sobre a nacionalização do Banco da Venezuela da subsidiária local, que a sociedade considere ilegal.

Governo levanta alguns controles de preços sobre os alimentos básicos, numa tentativa de evitar a escassez.

Laços com a Rússia

De setembro de 2008 – Governo aprova nacionalização de distribuidores domésticos de combustíveis e postos de gasolina.

Venezuela e Rússia óleo sinal e acordo de cooperação gás. Aviões de guerra russos visitam a Venezuela, com navios de guerra russos indo lá para exercícios conjuntos novembro – primeiro retorno da Rússia Marinha para Américas desde a Guerra Fria.

Venezuela expulsa embaixador dos EUA em solidariedade com o movimento boliviano semelhante. EUA retribui.

Outubro de 2008 – Primeiro satélite de telecomunicações da Venezuela lançado da China.

De novembro de 2008 – Oposição faz ganhos em eleições regionais e vence Caracas enquete para prefeito. Aliados do presidente Chávez manter o controle de 17 dos 22 governadores.

Rússia e Venezuela assinar acordo sobre cooperação civil nuclear conjunta.

De fevereiro de 2009 – Os eleitores em um referendo aprovar planos de abolir os limites para o número de mandatos para funcionários eleitos. Isso permitiria que o presidente Chávez para ficar de pé novamente quando seu atual mandato expira em 2012.

As tensões com a Colômbia

De julho de 2009 – Relações com a Colômbia começam a deteriorar-se depois que os planos são anunciados para permitir que as tropas dos EUA de usar bases militares colombianas, como parte de uma campanha para coibir o tráfico de drogas.

2009 Agosto – As tensões entre os dois vizinhos aumentar ainda mais após Bogotá acusa Venezuela de fornecer armas para os rebeldes das Farc, e Chávez acusa a Colômbia de permitir que seus soldados para desviar mais de sua fronteira comum.

Venezuela
Grande parte do sul da Venezuela é deserto tropical

Novembro de 2009 – A linha diplomática se agrava depois que o governo colombiano e os EUA assinam seu contrato de longo arrastou sobre o uso de bases militares da Colômbia. Ordens do presidente Chávez 15.000 tropas para a fronteira com a Colômbia, citando o aumento da violência por grupos paramilitares colombianos.

2010 Janeiro – O presidente Chávez desvaloriza o bolívar, em 17% em relação ao dólar dos EUA para “prioritárias” as importações e de 50% para itens considerados não essenciais, para aumentar a receita das exportações de petróleo.

Seis canais de TV retirado do ar por quebrar regras de transmissão de material governo.

2010 Março – economia encolheu 5,8% nos últimos três meses de 2009, de acordo com o banco central.

2010 Julho – Venezuela corta relações diplomáticas com a Colômbia depois de ser acusado de abrigar rebeldes das Farc.

2010 Agosto – Colômbia e Venezuela restabelecer relações diplomáticas.

2010 Setembro – eleições parlamentares. Oposição faz ganhos significativos. O partido socialista de Chávez ainda controla o Congresso, mas com uma maioria reduzida.

Aliança com o Irã

2010 Outubro – Chávez visita o Irã, onde ele ea promessa presidente iraniano para aprofundar a sua “aliança estratégica” contra EUA “imperialismo”.

Dezembro de 2010 – O Parlamento dá poderes de Chávez especiais para lidar com as consequências de inundações devastadoras, que os críticos dizem que vai transformar o país em uma ditadura perto.

2011 Junho – Chávez começa um curso de um ano de duração do tratamento do câncer em Cuba, que inclui várias estadias prolongadas lá e uma carga de trabalho reduzida.

2011 Outubro – venezuelano oposição canal de TV Globovision é multado em US $ 2,1 milhões para a cobertura de uma rebelião em junho, que o regulador diz que mídia tinha “crime justificada e ansiedade pública movida”. Globovisión acusa o governo de tentar desligá-lo.

2011 novembro – Governo introduz controles de preços em muitos produtos básicos em uma tentativa de conter a taxa de inflação anual de 27%, uma das mais altas do mundo. Controles de preços iniciais sobre alguns bens básicos foram impostas em 2003.

2011 Dezembro – Venezuela hospeda o encontro inaugural da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), que pretende desafiar a Organização norte-americana dos Estados Americanos, pela primazia regional. Ele exclui os EUA, Canadá, Países Baixos, e dependências britânicos e dinamarqueses, mas inclui Cuba.

2012 Abril – Governo estende controles de preços sobre bens mais básicos na batalha contra a inflação. Chávez ameaça expropriar empresas que não cumprem com os controles de preços.

2012 Junho – Hugo Chávez registra a correr para mais um mandato na eleição presidencial de outubro, dizendo que os médicos considerem apto para servir depois de completar seu curso de tratamento de câncer em Cuba, em maio.

2012 Julho – Oposição canal de TV Globovision paga uma multa de US $ 2,1 milhões para evitar ter seus bens apreendidos. O regulador de mídia imposta a multa em outubro sobre Globovision cobertura de uma rebelião.

Depois de uma espera de seis anos, a Venezuela se torne membro pleno do Mercosul regionais de comércio bloco.

2012 Outubro – O presidente Chávez ganha um quarto mandato no cargo, com 54% dos votos em uma participação oficial em cerca de 81%. O líder da oposição Henrique Capriles admite.

2012 Dezembro – O presidente Chávez retorna a Cuba para cirurgia de câncer mais, depois de nomear Vice-presidente Nicolas Maduro como sua escolha preferida como sucessor no caso de sua saúde debilitada.

Fonte: news.bbc.co.uk

Venezuela

Venezuela é um local maravilhoso e cheio de belezas e atrativos para os turistas.

Hoje trago um local imperdível para qualquer pessoa que pretende dar uma passada por este local esplendido e cheio de cultura:

Maracaibo

Ele fica na parte ocidental da Venezuela, é a sua segunda maior cidade e é lá que se situa o mais importante centro petrolífero de Venezuela. A cidade fica ás margens de um lago, o que faz com que ela seja um local perfeito não só para fazer compras, mas também para dar um passeio ao lado do lago que o companheiro de Colombo, Alonso de Ojeda, descobriu.

Lago de Maracaibo

Como mencionado acima, este local é ótimo para dar um passeio e admirar as belezas da natureza. Este lago é considerado uma benção da natureza do estado de Zulia (onde se fica a cidade de Maracaibo).

Esta vista é considerada a mais importante via da Venezuela para Zulia, esta via é fundamental para que a população possa ter um comercio viável e lucrativo.

Sobre o lago há uma ponte, está ponte é a “Ponte General Rafael Urdaneta”, a sua função é ligar o ocidente zuliano com o restante do país. Esta ponte é considerada uma das mais belas obras de concreto do local (e a mais importante também). Vários turistas passam por ela pra tirar fotos e admirar a grandiosa obra.

Povoados Lacustres

Nas águas do lago, ainda é possível ver alguns povoados vivendo por lá. É muito comum que se você passar por lá veja crianças com características indígenas tomando banho no lago.

O local é cheio de cultura e a moradia das pessoas que residem no povoado faz com que a gente se lembre das moradias de nossos antepassados. Lá é possível experimentar várias refeições tradicionais, feita pela população local.

Este local se tornou uma das atrações preferidas dos turistas, vale muito a pena conferir se você for a Venezuela. Uma das maravilhas do local é o sistema arcaico de comunicação interna, que é realizado por canoas. Faz com que o povoado parece que nasceu dentro das águas do lago.

A cultura e costumes deste povoado faz com que a Lagoa de Sinamaica seja um dos pontos turísticos mais importantes da Venezuela.

DADOS PRINCIPAIS:

Nome Oficial: República Bolivariana de Venezuela (República Bolivariana da Venezuela)

Capital da Venezuela: Caracas

Área: 916.445 km² (32º maior)

População: 24,287 milhões (2002)

Idiomas Oficiais: Espanhol

Moeda: Bolivar Venezuelano

Nacionalidade: Boliviana

Principal Cidade: Caracas, Valencia, Barquisimeto

Venezuela
Mapa da Venezuela

Fonte: www.webbusca.com.br

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