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Bilbao

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As maravilhas se sucedem de sul a norte da Espanha.

Nas margens do mar Cantábrico se encontra Bilbao, cidade onde se combinam a tradição do Centro Histórico (“Casco Viejo”) com o vanguardismo da sua moderna arquitetura.

Bilbao, a cidade basca mais populosa, desenvolveu, já no século XIX, uma atividade comercial importante que foi crescendo, ao ritmo da indústria, ao longo do rio Nervión.

No século XX, os grandes projetos arquitetônicos transformaram Bilbao em referente da arquitetura mundial: o Museu Guggenheim, o Palácio de Congressos e da Música Euskalduna, o Metrô de Norman Foster, o Aeroporto de Calatrava, o novo bonde, etc.

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Os 700 anos de história de Bilbao se refletem nos edifícios e construções que encantam os visitantes. O “Casco Viejo” é Monumento Histórico-Artístico e constitui a referência para reconstruir a história da cidade desde as suas origens.

Nele se encontra a catedral de Santiago, o Museu Arqueológico, Etnológico e Histórico de Biscaia e o reformado Teatro Arriaga.

O Centro urbano constitui um exemplo da melhor arquitetura do século XX, com edifícios que são a sede, há um século, das principais instituições e empresas de Bilbao, formando um destacado conjunto arquitetônico realizado pelos melhores arquitetos locais de cada época.

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Museo Guggenheim Bilbao

O Museo Guggenheim Bilbao se tornou o motor cultural e turístico do País Basco e O Museu das Belas Artes é um dos melhores da Espanha; abriga uma completa e valiosa pinacoteca com três coleções: arte antiga (El Greco, Zurbarán, Goya ou Van Dyck), arte contemporânea (Gauguin, Bacon ou Tàpies) e arte basca (Regoyos, Zuloaga ou Iturrino).

Nas proximidades se pode visitar a Ponte Suspensa de Portugalete que, com mais de cem anos, continua funcionando, e que foi declarada Patrimônio da Humanidade por ser uma das mais destacadas obras da arquitetura do ferro da Revolução Industrial pelo uso inovador dos cabos de aço ligeiro trançado.

Não deve deixar de experimentar os deliciosos “pinchos” em qualquer taberna do “Casco Viejo” ou no bairro de Abando.

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A oferta cultural se completa com um importante patrimônio natural.

Nas serras de Gorbeia e Urkiola, declaradas Parques Naturais, poderemos desfrutar da sua fauna e a sua flora, bem como de diversas atividades: turismo eqüestre, caminhadas, cicloturismo, pesca, esportes radicais, remo… e muito especialmente do surf em Mundaka, praia conhecida não só na Europa mas no mundo todo por contar com uma das melhores formações de ondas para surfistas, a conhecida como ‘a onda esquerda’, pela sua localização na praia. Na costa de Biscaia vamos encontrar pequenos portos pesqueiros como Bermeo, Ondárroa ou praias de fina areia como Plentzia, Górliz, Baquio etc.

Fonte: www.visiteurope.com

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Bilbau, País Basco, Espanha

Bilbao é a capital de Vizcaia, uma das 3 províncias do País Basco.

É uma província linda com Guipúzcoa a Este, com Cantabria a Oeste e com Álava a Sul.

A cidade de Bilbau historicamente baseou a sua riqueza na indústria, e que atualmente conta com uma populaçao de aproximadamente 400 mil habitantes, tem também uma área metropolitana que pode alcançar o milhao de habitantes.

Bilbao é uma cidade rodeada de montanhas, rodeada de vegetaçao e de uma cintura industrial, tendo já chegado a ser uma das cidades mais prósperas no que se refere à indústria em Espanha. É uma cidade atravessada pela Ria de Bilbau, também chamada de Nervión.

As suas origens datam do ano 1300, quando Diego López de Haro fundou a cidade, mas foi Fernando IV de Castela que a ratificou.

Nos últimos 30 anos, Bilbau sofreu uma transformaçao muito grande, passando de uma cidade puramente industrial, a ser uma cidade de ócio e diversao.

Nos anos 80 a indústria começou a desaparecer, e à volta da Ria, o que antes era indústria, tinha-se convertido numa envolvente de ócio e de espaços comercias, ou culturais, como o Museu Guggenheim como estandarte principal, se bem que nao podemos deixar de lado as novas zonas verdes da Urbe, como o Palácio Euskalduna, as Torres Isozaki Atea…

Bilbao é uma cidade aberta, é uma cidade com uma zona histórica que merece ser visitada, e é aqui que se guarda grande parte da história mais recente desta cidade, a sua Semana Grande ou Aste Nagusia com os seus conversos e os seus passeios a pé pela ria; o Athletic, toda uma religiao em Bilbau…mas Bilbau, acima de tudo, é Viscaia, com as suas praias propícias ao surf, como Mundaka, com as melhores ondas reconhecidas pelos principais surfistas internacionais, é desporto de natureza com os seus caminhos e rotas para caminhar, a cavalo, ou de bicicleta…

Além de isto tudo, em Bilbau, como no resto da província, você nao terá problemas para alojar-se num hotel, num apartamento, ou numa casa rural, mais conhecidas como casarios, casas muito amplas rodeadas de verde, de monte e de natureza, um excelente lugar, sem dúvida, para desfrutar de férias.

Alojar-se nas redondezas da Reserva da Biosfera de Urdabai pode ser uma grata experiência para você e os seus.

Municípios em destaque em Viscaya, Euskadi Bilbao

Sao muitos os municípios importantes da provincia de Vizcaia.Municípios turísticos, pesqueiros, industriais, históricos, de serviços…todos eles em Vizcaia.

Começamos o nosso percurso pelos municípios mais turísticos de Vizcaia, entre eles destacamos Mundaka, destacamos também Sopelana, Lekeitio…se bem que estes nao sao os únicos.

O turismo cultural pode-se fazer também em Guernika, sobre o seu carvalho, sendo a cidade que foi bombardeada pelos nazistas e que conseguiu reerguer-se e levantar das cinzas, literalmente.

Dos municípios pesqueiros destacamos Ondarroa.

Por último, a cintura industrial de Bilbao, com localidades como Bermeo, Barakaldo, Santurce ou Portugalete.

À margem destes municípios devemos destacar outros que nao têm apartado especial, como Berriatua, Munguia, Durango, Baqui, Sestao, Elorrio, Lemona, Plenzia, Markina…

Bilbao é um pólo turístico muito completo, que tem uma oferta muito variada a todos os níveis.

É também interessante pela sua gastronomia, cultura, história, arquitetura e também pelas sua gente.

História de Bilbao, Viscaya, Euskadi

A história de Bilbao, como cidade, começa a escrever-se em 1300, quando Diego López de Haro fundou a cidade, e em 1301 quando o Rei Fernando IV de Castela, concedeu o título de vila, à mesma.

Neste sentido há que destacar o Porto de Bilbao, atualmente um dos pioneiros de Espanha, que já existia antes da cidade. Nao obstante, os primeiros colonos da zona datam de há mais de 2000 anos, concretamente perto do Monte Malmasín.

Somera, Artekale e Barrenkale, sao os nomes da três principais ruas de Bolbao, sendo também as primeiras, pelo que vieram depois outras, e a cidade e o seu porto foram crescendo superando outros portos da zona, como o de Bermeo.

Entre 1300, ano de fundaçao da cidade, e 1600, Bilbao começou um processo de crescimento que a fez tornar-se capital da provincia de Vizcaia no ano de 1602 – tirando o título a Bermeo, Bilbao era ja na altura uma grande cidade.

No Século XVII toda a Europa vivia uma crise econômica da qual Bilbao escapou pela sua indústria mineira, sendo que depois o aço prosperou e proliferou por toda a cidade, foram criados os primeiros bancos, a bolsa de Bilbao…para isto contribuiu a Revoluçao Industrial do século XVIII que a fez crescer.

A história do século XX em Bilbao, a mais recente, tem duas partes diferentes, a primeira de prosperidade industrial e económica, e a segunda, com a crise das indústrias e a mudança da cidade, de industrial para cultura.

Em 1936, quanto estalou a Guerra Civil em Espanha, a cidade e a província posicionaram-se do lado da Democracia frente à Ditadura, ou por outras palavras, do lado republicano.

Depois veio outra época de crescimento, com Iberdrola, o Aeroporto de Sondika, a melhoria de comunicaçoes, tudo isto gerou uma riqueza que contudo começou a quebrar e a descrescer nos anos 80, com a crise industrial. Tal provocou nova mudança na cidade, que mudou o seu rumo industrial para o turístico e cultura. O Museu Guggenheim, de 1997, é uma boa prova disso.

Monumentos de Bilbao, Vizcaya, Euskadi

Bilbao é uma cidade com história, é uma cidade que tem crescido imenso ao longo do último milénio, nos seus arredores encontramos grandes maravilhas da cultura e da construção de grandes monumentos.

Fazer um passeio cultural no País Basco é sempre uma tentação, especialmente se está em Bilbao, capital da Vizcaya, do Botxo.

Para começar, a sua obra mais internacional e a sua obra mais famosa no mundo inteiro, o Museu Guggenheim, uma autêntica obra-prima da arquitetura modernista, que se destaca na cidade velha de Bilbao.

Foi inaugurado em 1997 e reflete o espírito da sociedade moderna e inovadora de Bilbao.
O Museu de Belas Artes de Bilbao é outro dos lugares que se deve visitar.

Inaugurado na década de 40, é um dos locais com mais interesse em Bilbao.

O Museu Etnográfico, o Museu Marítimo, o Estádio San Mamés, o Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, ou a Basílica de Nossa Senhora de Begoña, localizado no Bairro de La Salve, são também lugares de destaque na capital do Botxo.
Além disso, o teatro Arriaga e Champs Elysees, o Palácio Foral e a Universidade de Deusto são outros lugares interessantes do ponto de vista cultural de Bilbao.

Fonte: bilbao.costasur.com

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Museu Guggenheim de Bilbao

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Desenhado pelo arquiteto norte Americano Frank Gehry, o Museu Guggenheim de Bilbao é um espaço arquitetônico criado a serviço da arte, composto de paredes de cristal especialmente tratado para que a luz natural não danifique os magníficos trabalhos de arte.

Como um todo, o design de Gehry cria uma estrutura singular que por sis só é uma obra representativa da cidade de Basque. O acervo permanente do museu é composto por obras vindas da Fundação Solomon R. Guggenheim e da coleção do Museu Guggenheim de Bilbao.

O acervo constitui uma organização de obras de arte moderna e contemporânea, onde se encontram obras de artistas como Eduardo Chillida, Yves Klein, Willen de Kooning Robert Motherwell, Robert Rauschenberg, James Rosenquist, Clyfford Still, Antoni Tàpies e Andy Warhol, entre outros.

Museu de Belas Artes de Bilbao

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Como complemento da modernidade representada pelo Guggenheim, o museu é formado por quatro sessões principais:antiguidades, contemporânea, Basque e pequenas coleções de arte aplicada.

O acervo permanente continua sendo a pedra angular do Museu Bilbao: no momento, o visitante encontra uma escultura de ferro de Julio Gonzáles, cercada por Zurbaranes ou a Ribera’ San Sebastián misturada com ferro de Oteiza, Taipes, Bacon ou obras de Chillida cercadas por peças de ouro de Durrio.

Fonte: www.sprachcaffe-spanien.com

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Bilbao é a principal cidade do País Basco, aquele pedacinho de terra bem perto da França que o grupo terrorista ETA (sigla para as iniciais em basco de Pátria Basca e Liberdade) quer separar da Espanha. Eles não se acanharam em, ao longo dos anos, lançar mão de atentados para isso.

Nas ruas, há essa semelhança do grupo com o restante do povo basco: a falta de acanhamento.

A informalidade é uma característica que distingue em geral os espanhóis de outros europeus, mas os bascos são especialmente despojados. Eles têm orgulho visível de ser um dos povos mais antigos da Europa. E se você perguntar nas ruas o que pensam sobre a independência da Espanha, eles respondem que vão muito bem assim, obrigado.

Bilbao também é o lugar onde está a filial mais conhecida do museu Guggenheim (www.guggenheim.com), maior responsável pela epidemia de hotéis descolados em torno do rio que corta a cidade, o Nervión. A cerca de 200 m do Guggenheim, fica o museu de Bellas Artes de Bilbao (www.museobilbao.com), com acervo abrangente de cerca de 6.000 obras. Há peças do século 13 e telas dos espanhóis Francisco de Goya (1746-1828) e Antoni Tápies (1923-).

Pólo industrial e portuário, a cidade se reinventou nas últimas duas décadas. Virou uma metrópole globalizada, alegre e culturalmente rica sem perder o charme da tradição.

Por todos os lados há obras assinadas por alguma celebridade da arquitetura ou do design. O metrô, por exemplo, foi projetado pelo arquiteto inglês Norman Foster (www.fosterandpartners.com), autor daquela torre em forma de Zeppelin que marca o horizonte de Londres. Há uma arrojada ponte desenhada pelo espanhol Santiago Calatrava (www.calatrava.com) e hotéis do francês Phillipe Starck (www.philippe-starck.com), do japonês Arata Isozaki (www.arataisozaki.net) e do espanhol Javier Mariscal (www.mariscal.com).

Tudo arrojadíssimo, mas planejado para dialogar respeitosamente com a velha cidade.

Ainda está em obras uma biblioteca pública desenhada pelo espanhol Rafael Moneo, o que sinaliza que as mudanças não vão parar tão cedo. Um bairro inteiro ainda está na prancheta da celebrada arquiteta iraquiana Zaha Hadid (www.zaha-hadid.com).

A cidade é cheia de praças e parques que convidam a população a tomar as ruas em busca de ócio. Uma caminhada de 40 minutos pelo rio Nervión liga o centro velho ao lado mais modernizado de Bilbao.

Os antigos edifícios que margeiam o rio foram reformados para abrigar escritórios e uma igreja antiga foi transformada no Bilborock, uma das principais casas de shows da cidade.

Bilbao foi fundada em 1300 com apenas sete ruas cercadas por uma muralha. Três paralelas e quatro transversais. A muralha sumiu, mas as “siete calles del Casco Viejo” (as sete ruas do centro velho) ainda estão lá, abrigando bares e restaurantes mais tradicionais.

Os carros não circulam na maioria dessas ruas –algumas com pouco mais de dois metros de largura. Por isso as vielas são tomadas por um vaivém de jovens, idosos, turistas, imigrantes e bascos.

O nacionalismo se mistura com a paixão pelo Atlético de Bilbao na infinidade de bandeiras do clube penduradas nas janelas.

Fonte: www.fastmaq.com.br

Bilbao

Bilbao é uma cidade polêmica, bem no lado oriental da península Ibérica, que costuma causar reações bem adversas em quem a visita.

Mas não há como negar o porquê de estar entre as queridinhas dos arquitetos: a cidade toda é uma incrível mistura arquitetônica, resultado de seus mais de 700 anos de história.

Um bom começo para quem a vê pela primeira vez é percorrer a pé o Casco Viejo ou melhor, o centro antigo, onde ficam as construções mais históricas da cidade e seu internacionalmente famosos – e moderníssimo – Museu Guggenheim.

O ponto de partida pode ser a própria estação de metrô Viejo, bem no meio de tudo que há de mais interessante em Bilbao:saindo dela, você desemboca direto no Paseo Del Arenal e dá de cara com a imponente igreja de San Nicolas, do século XVII. Mas tem que fazer o passeio todo a pé mesmo, como todo bom viajante que se preza faz – até porque o centrinho tem muitas ruelas imperdíveis para você se perder – com o perdão do trocadilho, é claro.

A rua principal é a calle Libertad, que concentra várias das atrações da cidade, como a Plaza Umamuno e a escadaria Calzadas de Mallona, que leva até à Basílica de Begoña – respire fundo: são mais de duzentos degraus.

A Plaza Nueva é o ponto de encontro de todo mundo, turistas e moradores, principalmente os mais jovens. É em seus muitos cafés e restaurantes que quase todo mundo para para comer ou apreciar o movimento ao longo do dia.

O happy hour de final de tarde também costuma ficar concentrado por ali.

Para quem curte um museu, não é só de Guggenheim que vive a cidade: o museu Vasco conta grande parte da história da cidade e do país.

Mais duas paradas “religiosas” devem figurar no seu footing: a Iglesia de San Antón y el Puente, do século XIV e estilo gótico, e a Catedral de Santiago, que fica no meio do caminho para Santiago de Compostela e é a mais antiga de Bilbao.

Antes do gran finale, pausa no Mercado da Ribeira, de 1929, com seus absurdos 12 mil metros quadrados, e o Teatro Arriaga, de importância histórica e palco de apresentações interessantes no verão, muitas delas gratuitas.

Claro, não há como ir a Bilbao e não visitar o Guggenheim: até porque só a parte externa dele, com sua gigante estrutura metálica na beira do rio Nervión, já vale a visita. Mas não deixe também de visitar suas galerias internas, concluídas no final da década de 90 – aberto de terça a domingo até 20h.

Fonte: pelo-mundo.blogspot.com

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