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Veneza

Capital de Veneto e mundialmente famosa, a cidade de Veneza surge das águas, como um milagre.

Destino clássico para nostálgicos e românticos, estende-se por um arquipélago de 118 ilhas no mar por bancos de areia denominados lidi.

A cidade diminui um pouco todos os anos (23 centímetros na última década de acordo com especialistas), o que dá um certo encanto pela possibilidade de que irá desaparecer por completo um dia.

A fantástica piazza São Marcos contrasta-se com a cidade labiríntica, replete de ruas com casas gastas pela corrosão incontrolável da água. A piazza, com passagem para o Grand Canal, e emoldurada por belos terraços e construções e cafés.

Criada no final do século XX, quando o canal que a cruzava afundou e foi remodelado no século XV, época em que a torre do relógio foi erigida com suas famosas figuras em bronze: um círculo zodíaco e um leão alado, símbolos de Veneza; também a Campanile, retaliação do desaparecimento de 1902 e a biblioteca que foi construída na mesma época.

A piazza fica de frente para a imponente basílica construída entre 1603 e 1703, símbolo perfeito da arte grega, medieval, bizantina e toscana. A fachada possui cinco varandas decoradas em mármore, mosaicos e esculturas.

Dentro, com formato de cruz grega, são incríveis os mosaicos recompostos do século XII e XIII. Os enfeites do altar são de ouro, com pedras preciosas e adornos que ofuscam o visitante com sua beleza deslumbrante.

Próximo a basílica fica o castelo Ducal, antiga residência de duques, um dos principais exemplos do estilo gótico. Sua fachada está apoiada em duas colunas com esculturas que representam Adão e Eva e o Julgamento de Salomão.

Entrando pela Porta de la Carta, o visitante encontra obras de Tintoreto, Veronés e Bellini.

A ponte dos Suspiros, que liga o palácio Ducal com a prisão veneziana, é carregada de lendas que os criminosos sussurraram quando cruzaram a ponte e viram as ultimas luzas da cidade antes de seu confinamento.

Do cais dos Escravos, há um dos mais típicos cartões postais da cidade com as pontes Vin, Della Pietá e Straw, e com a igreja do Mercy, como atração principal.

O grande Canal, via principal da cidade, é rodeado de dezenas de palácios góticos, renascentistas e barrocos e residências de antigas famílias de patriarcas.

Cruzam pontes como a Rialto, a mais conhecida da cidade e a que leva até o bairro financeiro, e a da Accademia, que leva até a galeria de Arte e a Santa Maria de Salute, uma linda igreja com pilares de madeira.

Nesse caminho, podemos parar para admirar lugares como o palácio Vernier de Leoni, com seu magnífico acervo de arte contemporânea de Gunghenheim, o palácio Córner e o magnífico Cá d’Oro, com a galeria de Franchetti, e Cá Pesado, sede do museu de Arte Moderna.

Fonte: www.sprachcaffe-italien.com

Veneza

Passeando por Veneza

Veneza é patrimônio artístico de toda a Humanidade pela particularidade da sua localização geográfica e pelos seus bonitos monumentos, testemunhos da enorme riqueza da República Veneziana, sobretudo nos séculos XVII e XVIII.

Comecemos o nosso passeio pela bonita ponte de Rialto, no sul, seguindo pela Igreja da Saúde e a Casa do ouro, chamada assim pelas muitas decorações em puro ouro que a fazem única no mundo.

Após ter admirado as minúsculas ruas do centro, um elegante e imenso salão abre-se de repente em frente a nós: a Praça de São Marcos.

A praça está rodeada por três lados por edificios do século XVIII de uma magnífica beleza arquitetónica e num último lado pela celebérrima Basílica de São Marcos e o Palácio Ducale, imponente edificio onde está situado o governo da República Veneziana cujo chefe conhecia-se com o nome de “Doge” (derivação do latino “dux”, guia).

No outro lado do canal, encontra-se a prisão conhecida com o nome de “dei Piombi”.

O edifício está unido ao Palácio Ducal pela Ponte “dei Sospiri”, cujo nome deriva dos suspiros dos presos que atravessavam a ponte após a decisão do tribunal.

Um magnífico campanário completa o panorama da Praça de São Marcos.

Pouco resta do original destruído pelo tempo e o salitre, não obstante as muitas obras de reestruturação que preservaram o conceito arquitetónico original e nos permitem admirá-lo em toda a sua beleza.

Deixemos a Praça de São Marcos em barco (“vaporetto”) para dirigir-mo-nos até alguns ilhéus da lagoa.

A ilha de Burano é conhecida pela produção de cigarrilhas feitas à mão; Murano, em contrapartida, é famosa em todo o mundo pelos seus cristais de altíssima qualidade; o Lido é a ilha comprida e estreita que fecha a lagoa separando-a do mar.

Nesta ilha encontramos os hotéis mais luxuosos da cidade, o Casino e nos dois lados, os canais que juntam mar e lagoa.Nestes canais começaram a ser construídos imensos diques móveis para controlar o fluxo de marés e preservar a cidade do fenômeno da “Àgua Alta” que põe em perigo a estabilidade de muitos edíficios antigos.

Fonte: www.queroaitalia.com

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