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Toscana

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Toscana

Províncias: Firenze (capital), Lucca, Pisa, Livorno, Arezzo, Pistoia, Siena, Grosseto, Massa e Carrara.

Região fértil e afortunada por sua beleza artística. A gastronomia Toscana se identifica com uma série de pratos simples e rústicos, pois dispõe de matérias primas de extraordinária qualidade, indispensável na confecção de pratos particularmente genuínos e saborosos.

A bisteca “Alla Fiorentina”, é uma especialidade que não se encontra em nenhum outro lugar, pois a carne é amaciada no ponto certo, cortada do lombo de um bezerro e assada em fogo de lenha.

O segredo deste prato se encontra no equilíbrio entre o tamanho da bisteca, a intensidade do fogo e a distância da grelha.

Devemos lembrar que a Toscana é a terra do Chianti, vinho de aroma característico, cor e densidade intensa, que se adapta a qualquer prato.

Fonte: digilander.libero.it

Toscana

Como seria a Europa, hoje, sem a revolução renascentista? Eis algumas ideias para um roteiro pela Toscana, Itália, região que foi berço do espírito renascentista e onde as transformações no pensamento e na cultura atingiram uma expressão superlativa.

Uma viagem com paragens em Florença, Siena, San Gimignano, Pienza, Volterra, Montepulciano, Lucca e Arezzo.

TOSCANA, O BERÇO DO RENASCIMENTO

“Não falaremos agora da época de Péricles, nem da terra panaténica, criadora da filosofia, do teatro, da epopeia”. O manifesto está lavrado a páginas tantas de um pouco conhecido livro de viagens dado à estampa em 1922.

Chama-se “Itália Azul” e nele Jaime Cortesão sintetiza a singularidade toscana, enunciando as circunstâncias e os arquitetos do milagre. “Exatamente na época do pleno desenvolvimento das repúblicas italianas, quando Pisa, Siena, Fiesole, Orvieto e Florença são grandes centros de vida livre, então assume a Toscana perante o resto do globo a sua missão reveladora”.

Essa época de ouro dá os primeiros passos nos séc. XII e XIII, quando Florença inicia uma era de prosperidade, mas foi sobretudo nos séc. XV e XVI e, particularmente, durante o consulado dos Médicis, que a terra toscana se tornou palco de um dos períodos mais luminosos e inventivos períodos da história da humanidade.

Foi um tempo de descobertas – de redescoberta do passado, de viagens e exploração de novos territórios, de averiguação e reconhecimento das leis da natureza – e, sobretudo, de exaltação da centralidade do humano na cultura e no mundo, corporizada na atitude renascentista de recuperação da liberdade de pensamento e do individualismo que os tempos medievais quase haviam eclipsado.

A Toscana dá nesse tempo ao mundo, escrevia Jaime Cortesão na sua narrativa, “o mais original grupo de génios com que uma região ilustrou a humanidade, desde o declinar da Hélade”.

Arquitetura e Vinhedos

De nenhum exagero enferma tal manifesto, e após uma primeira viagem pela terra toscana qualquer viajante celebrará a infinitude de razões para repetir o périplo.

Não apenas Florença e Siena, com os seus riquíssimos acervos museológicos, testemunham a singularidade das realizações artísticas desse tempo que conhecemos por Renascimento e o génio de uma plêiade de espíritos brilhantes – Giotto, Botticeli, Miguel Ângelo, Da Vinci, Piero della Francesca, Filippo Lipi, Donatello, Brunelleschi.

Cada pequeno burgo toscano guarda uma identidade própria e irredutível, e o seu espaço urbano é uma narrativa cativante: San Gimignano, com as suas catorze torres medievais (e o seu precioso vinho branco, o Vernaccia), Pienza e a sua praça central, esboço de uma cidade renascentista encomendada em 1459 pelo Papa Pio II ao arquiteto Bernardo Rosselino, Volterra e a herança etrusca em convívio harmônico com a Renascença, Lucca e a sua curiosa praça redonda, Montepulciano com os seus palácios de inspiração renascentista florentina, ou Arezzo, onde se conservam, na igreja de São Francisco, admiráveis frescos de Piero della Francesca.

E, depois, do passado e do presente falam também, com eloquência, as paisagens toscanas, uma sucessão de colinas suaves, a natureza transformada sempre com um sentido latente do belo, os vinhedos dos Monti del Chianti, de Monterregioni, de Montalcino (pátria do incensado Brunello), de San Gimignano ou de Montepulciano.

Para terminar este (tão) breve roteiro e enunciado do imenso tesouro toscano, retomo o livrinho de Jaime Cortesão, que bem merecia reedição pelos ensinamentos que contém da arte de viajar.

“É na Toscana, após um crepúsculo de tantos séculos que o sol da Beleza dealba em toda a claridade e freme ardências e delírios de zénite: ali se descobre novamente o Homem e a Vida, isto é, o que há de formosa realidade, de variedade e graça em toda a Natureza”.

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Edifícios medievais em San Gimignano, Toscana

FLORENÇA E SIENA, VIZINHAS E RIVAIS

Florença e Siena, os dois principais centros de produção artística da Toscana renascentista, estiveram em lados opostos na guerra fratricida entre guelfos e ghibelinos, apoiantes e adversários do poder temporal do Papa.

A vitória da cidade dos Médicis condicionou o desenvolvimento de Siena, o que permitiu conservar, praticamente intacto, o figurino medieval da cidade. Não são necessárias grandes voltas para chegar à bela e luminosa Piazza del Campo, já que a organização urbana faz confluir várias artérias para a praça.

A subida ao topo da Torre del Mangia, a segunda mais alta de Itália, é uma das visitas obrigatórias em Siena. Igualmente indispensável é o reconhecimento da que é outra das singularidades do burgo, as expressões pictóricas da Escola de Siena.

No Palazzo Pubblico, na sala do Mappamondo, pode admirar-se a famosa «Maestá» de Simone Martini; a capela conserva frescos Taddeo di Bartolo. Além da Pinacoteca, também a catedral, com a sua fachada decorada com mármore de várias cores e com escultura de Jacopo della Quercia, merece demorada visita.

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Piazza del Campo, a praça central de Siena, Toscana

Mais difícil ainda é gizar um roteiro sintético para Florença. Incluem-se os museus, obviamente – com especial acento na Galeria dos Ofícios e no Bargello -, mesmo antevendo o sempre repetido suplício das filas intermináveis.

Mas não valem o sacrifício “O nascimento de Vénus” ou “A Primavera”, de Boticceli (entre tantas obras de Rafael, da Vinci, Ticiano e Caravaggio), ambos nos Ofícios, ou o espantoso acervo de escultura (“Baco”, de Miguel Ângelo, “David”, de Donatello…) guardado no sisudo Palácio Bargello?

E acrescente-se o extenso rol de templos, a começar pelo Duomo, com o campanário assinado por Giotto e a famosa cúpula de Brunelleschi, de impossível arquitetura para os seus cépticos coevos.

Depois, Santa Croce e a grácil Santa Maria Novella, mas sobretudo, sim, sobretudo, a emocionante geometria da inacabada San Lorenzo (refeita por Brunelleschi) e da sua divina biblioteca, obra maior de Miguel Ângelo.

Para um roteiro verdadeiramente pessoal, talvez só fosse necessário refazer a ordem de prioridades. E chegar a Florença pela outra margem do Arno, passear o olhar pela cidade a partir do mirante da Piazzale Michelangelo, e subir depois a San Miniato al Monte, a belíssima e bem conservada capela românica que se prepara para fazer (lá para o fim do século) mil anos.

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Piazza del Campo em Siena, Itália

Fonte: www.almadeviajante.com

Toscana

A região possivelmente mais visitada, extraordinariamente rica em obras de arte de todas as épocas, ainda guarda lugares de rara beleza, desconhecidos para a maioria.

O território desta região é em grande parte formado por doces colinas arredondadas, encimadas por ciprestes, com campos bem cultivados, casario de bela arquitetura e extraordinárias paisagens.

Ao norte, surge a cadeia dos Apeninos; a oeste, seu litoral é banhado pelo Mar Tirreno; ao passo que a parte meridional está separada só administrativamente do Alto Lácio, tanto a ser também chamada de Túscia lacial, ou Lácio etrusco.

Seu único rio de importância, o rio Arno, corre em meandros desde a nascente rumo ao sul, perto de Arezzo, voltando-se depois para o norte até Florença, e então para oeste.

Perfeitamente integrados com este meio surgem os centros habitados, cujas silhuetas freqüentemente entrecortam o topo das colinas, caracterizando um ambiente, construído pela mão do homem, tão extraordinário quanto o natural: e que tanto nos centros maiores como nos menores, foi o cenário que inspirou toda a atividade artística que floresceu na região, e que é hoje igualmente célebre.

Já no Século XI a.C., a Toscana foi unificada pelo Etruscos, povo até hoje pouco conhecido, que ocupava também parte da vizinha Úmbria e o Lácio setentrional. Muitas foram as cidades por eles fundadas, sempre nos cumes, mas poucos são os restos arqueológicos, também por causa das sucessívas reconstruções; ao passo que nos chegaram intactas numerosas necrópoles.

São cidades de origem etrusca: Arezzo, Cortona, Chiusi, Volterra e Fiesole, no interior; e, na costa, outras depois decaídas e desaparecidas (Populonia, Vetulonia, Roselle).

Os Romanos, que conquistaram a região entre os Séculos IV e III a.C., ali construiram uma extensa rede viária, que incluía as vias Aurélia, Cássia e Flamínia, mantendo em vida os centros etruscos.

Também aqui são escassos os restos arqueológicos: as plantas urbanas e os anfiteatros – hoje ocupados por moradias – de Florença e Lucca;o anfiteatro de Volterra; além de alguns vestígios em Arezzo e Luni. As cidades de origem romana estão concentradas na parte setentrional, com o objetivo estratégico de controlar os passos dos Apeninos e os vaus dos rios.

Após as invasões dos Bárbaros (Séc. V d.C.), a região foi, primeiro, ducado longobardo e, depois, dos francos (de 774), com capital Lucca. Por volta de 1100, a Toscana pertencia à família de Canossa, juntamente com parte da Úmbria e os territórios de Reggio E., Modena, Mantova e Ferrara, sendo mais tarde anexada ao Reino da Itália.

Desenvolveram-se assim as autonomias comunais tanto que, no início do Séc. XIV, a região estava dividída em muitas pequenas senhorías (Lucca, Pisa, Volterra, Massa, Sovana, Chiusi, Cortona…), entre as quais logo sobressaiu Florença, que em cerca de um século unificou novamente a Toscana, com exeção de Lucca – que permaneceu sempre independente -, e Siena – depois encampada no Séc. XVI

Em Florença, no final de 1300, o governo mudou de comunal para oligárquico, para passar depois sob a senhoría dos Médici que, com brevíssimas interrupções, mantiveram-se no poder por mais de três séculos, de 1430 a 1737: período em que coexistiram despotismo e mecenato, crueldade e capacidade de reformas, mas que foi todavia um dos mais ricos no florescimento das artes.

Aos Médici, sucedeu a senhoría dos Lorena, que promoveram reformas e grandes obras de saneamento, até quando, com a Unificação, tiveram que abandonar a Toscana, que em 1860 foi anexada ao Reino da Itália.

Na Idade Média (Séc. XI – início do XV), o território da Toscana tomou seu aspecto urbanístico atual. A atormentada orografía e as vicissitudes políticas contribuiram para o surgimento de um padrão de ocupação territorial composto por muitos pequenos centros nas colinas, ao passo que as principais cidades desenvolveram-se ao longo dos rios, ou no litoral.

Ademais, todo o território estava pontilhado por fortalezas e castelos. Nesta região, encontram-se assim representadas todas as tipologias de cidade medieval: dos centros em forma de lança (Chianciano, Sarteano), àqueles deitados ao longo de cumes (Fosdinovo, Montopoli, Colle Val d’ Elsa); dos com planta circular (Gargonza), àqueles espalhados por mais cumes (S. Gimignano).

Numerosos são também os centros de nova fundação pelas principais cidades, como postos avançados de defesa. Assim, de Siena dependiam Torrita e Rigomagno, com planta regular; à Pisa, pertenciam Cascina, Scrofiano, Monteriggioni, S. Gimignano; enquanto à Florença devem-se Castiglion Fiorentino, Scarperia, bem como três centros projetados sob especiais regras de desenho por Arnolfo di Cambio (1296-1299): S. Giovanni Valdarno, Terranuova Bracciolini e Castelfranco di Sopra.

Muitos são os centros com urbanística complexa, com núcleos alto-medievais sobrepostos a ampliações posteriores (Lucignano, Monte S. Savino), ou com modelos ainda mais articulados.

Alguns centros têm até uma planta alegórica, come Montecarlo, cuja muralha projeta o desenho de uma águia agarrando sua presa. Muitas outras são as figuras simbólicas que podem ser detectadas em plantas de povoados, ou em partes delas: baste pensar na posição dos edifícios na praça dos Milagres em Pisa, talvez inspirada no moto das estrelas na constelação de Áries, sob cujo influxo estava posta a cidade; ou, ainda, pelo afã das ordens religiosas em posicionar suas igrejas nos vértices de ideais triângulos equiláteros.

A feitura de todos os povoados é sempre primorosa, voltada para o uso comunitário, de grande qualidade. Os típos de edificação são os mais variados e complexos, como longo foi o intervalo de tempo em que se originaram, do período românico ao gótico.

Temos assim simples casas de habitação, grandes palácios, casas-torres (como em S. Gimignano, Pisa, Vicopisano), em pedra e cal (Volterra), rebocadas (Pescia ou Barga), de tijolos (Città della Pieve).

Sempre muito cuidadas são as áreas públicas: das esplêndidas pavimentações desenhadas, em terracota ou cerâmica aos assentos espalhados ao longo dos palácios, aos ganchos para prender cavalos, tochas, flores, ao projeto das escadarias.

Qualidade que permaneceu no tempo e que permitiu também às construções posteriores integrar-se com facilidade, mormente os magníficos palácios (como em Cittá della Pieve, Montepulciano, S. Miniato).

Obviamente, todas elas eram cidades fortificadas, às vezes por mais anteparos, e freqüentemente presidiadas por torres e castelos.

Cada centro autônomo era de fato uma pequena capital, com ampla dotação de espaços públicos. As praças estão entre as mais belas e marcantes da Itália – baste lembrar as de Montepulciano, Massa Marittima, S. Gimignano, Volterra, Sovana; ou aquelas de centros mais importantes como Siena, Florença, Lucca.

Por sua vez, os palácios comunais são um capítulo à parte da história da arquitetura medieval: baste lembrar aquele modelar de Siena – com a inovação da fachada em curva acompanhando o arco da praça do Pálio -, ou os de Volterra, Suvereto, Montalcino; ou, ainda, aqueles ornados por brasões de armas (conforme um uso característico da Toscana), de Certaldo, Pescia, Scarperia, Cutigliano.

Imponentes são outrossim as catedrais, muitas vezes pensadas para acolher ao mesmo tempo todo o povoado, como em Florença, Pistoia, Siena, Massa Marittima. Com o fim da Idade Média, o desenvolvimento restringiu-se mais às grandes cidades e ao litoral, preservando assim muitos destes centros, que nos legaram os mais significativos ambientes românicos e góticos: os mundialmente famosos S. Gimignano, S. Miniato, Cortona -, e outros menos conhecidos, mas também extraordinários, como, só para lembrar alguns, Massa M., Certaldo Alta, Abbadia S. Salvatore, Pitigliano.

Mas a lista de centros medievais que valem uma visita é muito mais extensa: além dos já citados, é mister percorrer os itinerários desde a Alta Val d’ Arno (Stia, Poppi, Bibbiena), à opulenta Valdichiana, ao importantissimo histórico percurso da via Francígena, ligando Roma aos Alpes através de Pontremoli, S. Gimignano, etc.; não descuidando também de centros menores, como Aulla, Campiglia, Sarteano, Vetulonia.

Na Toscana, mais que em outros lugares, esteve de fato sempre presente uma profunda sensibilidade para a arquitetura, que redundou na melhor preservação de tão rico patrimônio, e que finca suas raízes na mesma cultura que deu origem à língua italiana e propiciou o florescimento de tantas correntes artísticas, não obstante a estreiteza do meio.

Após a efervescência da Idade Média, os empreendimentos urbanísticos foram cada vez mais rareando, pois a consolidada unidade do estado não mais impelia a fundação de novas cidades, nem a expansão das existentes.

Por outro lado, com o início de 1500 , ia se esgotando o papel de Florença como centro de atividade artística, substituída por Roma que, com o retorno do Papado de Avignon, estava para assumir o papel e a fama de capital do mundo católico, para onde o mecenato dos Papas, das ordens religiosas e da nobreza passaram a atrair artistas de toda a Itália.

Assim, as idéias urbanísticas escassearam, limitando-se ao rearranjo de partes de cidades conforme os novos cânones da Renascença; à fortificação das cidades marítimas – em virtude da costa ter se transformado na nova fronteira do estado unitário – ; e à uma série de obras de saneamento do território.

Desta forma, em Florença abre-se (Séc. XV) a via de’ Servi, levando à praça da SS. Annunziata, obra de Brunelleschi, e erigem-se os Uffizi, com a estrada-praça de Vasari (Séc.XVI); ao passo que, em Pienza, o papa Pio II Piccolomini manda redesenhar a vila e a praça principal por Rossellino (Séc. XV).

Em meados de 1500, iniciam-se as grandes obras de fortificação de Portoferraio e, pouco depois (1577), Buontalenti projeta a planta de Livorno, com a nova muralha.

Neste meio tempo, como em outras regiões da Itália, o campo enche-se de suntuosas mansões: após as suburbanas dos Médici, as mais importantes, com parques e jardins de extraordinária beleza, passam a ser aquelas na região de Lucca (em Collodi, Camigliano, Segromigno).

Os últimos desenvolvimentos de interesse são as reformas do Oitocentos, por obra de projetistas-solo, como Poggi em Florença (piazza Michelangelo), Poccianti em Livorno, e Nottolini em Lucca.

As termas e balneários tão comuns na Toscana são ao invês iniciativas neoclássicas (Bagni di Lucca), ou do ecletismo (Montecatini e Viareggio, onde subsistem também edifícios em estilo liberty); enquanto, entre as iniciativas contemporâneas, um moderno enclave turístico foi construido em Punta Ala.

Fonte: www.portalitalia.com.br

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