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Trentino – Alto Adige

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Províncias: Trento (capital), Bolzano.

Região montanhosa, de clima frio, habitada por gente simples, que responde na cozinha as características da paisagem e do paladar de seus habitantes.

Mais do que comer. Preferem o prazer de sentarem-se à mesa por longas horas e tomarem um bom vinho local.

Nesta região se defuma todos os tipos de carne: suína, caprina, bovina, são carnes magras, pois os amimais pastam na montanha e as ervas de que se alimentam são aromáticas.

Outra característica da mesa da região é que sempre acompanhado de seus pratos acha-se o pão preto e a manteiga.

Fonte: digilander.libero.it

Trentino-Alto Adige

Diversidade de culturas e de estruturas étnico-linguísticas caracterizam esta região, área de trânsito desde a antiguidade.

O Trentino-Alto Adige é o resultado da união de duas provícias, a de Bolzano e a do Trento, é a região mais a norte de todas, montanhoosa euma das poucas sem saída para o mar.

O território é composto de uma vale principal, aquele do Adige-Isarco, na forma de Y, que liga Svizzera, à noroeste e a Áustria, a nordeste, na planície padana, e uma série de vales menores.

A sua história política é um pouco menos simples: depois da dominação dos romanos e dos longobardos, quando a sede do império se estabeleceu na Alemanha, o imperador Ottoni I fez da região um símbola alemão.

Os venezianos ocuparam Rovereto e Riva, no princípio do século XV, no período entre os anos 1796 e 1815 foi a vez das tropas napoleônicas, mas em 1815, com a queda de Napoleão, o congresso de Viena estabeleceu que a região inteira passaria a fazer parte, como província, do império austríaco dos Asburgo.

Foi somente depois da 1ª Gerra Mundial, que a região foi incorporada à Itália. Por sua localização e seu território de fácil locomoção, a região foi uma importante via de comunicação de nossa península com a Europa central, desde a antigüidade.

Por aqui passaram os romanos a caminho da ocupação da Baviera, legiões bárbaras em suas empreitadas e também alguns grandes expoentes da cultura alemã, em viagem à Itália, como Goethe e Mozart.

Com o fim do Alto Medioevo, da atividade agrícola formou-se uma zona fixa de pequenas colônias agrícolas, distribuídas pelas partes mais baixas dos vales, pela costa média e por algumas outras. Em torno daquelas colônias agrícolas se desenvolveu todo o sistema urbano trentino, favorecido pela estabilidade política e também houve no Medioevo grande índice de imigração de camponeses alemães.

Pelo mesmo motivo os centros murados existiam apenas nos vales, onde se encontravam grupos de casas com um lugar fortificado em comum (castelos), transformado na época em castelo, e bastante numerosos são os castelos que, a começar pelo Medioevo, ocuparam inúmeras colinas, diversidades naturais, caracterizando a paisagem com edifícios de grande fascínio e em boa parte conservados.

A permanência da atividade agrícola, o desenvolvimento autônomo e particular, a grande importância da cultura católica, que sobressaía em relação à alemã, favoreceram a conservação dos centros e a manutenção da tradição de edificações. Por isso, em toda a região, mas sobretudo na província do Trento, pode-se dizer que todo o país ou fração tem um centro histórico próprio.

Por analogia de criação, as duas províncias têm estilos de construções completamente diferentes: na província de Bolzano, até as mediações de Salorno, de influência bavaresa, e na província do Trento, de influência veneziana.

Na província de Bolzano os centros históricos mais interessantes, são todos no vale de Isarco: Vipiteno, Bressanone, Chiusa, ou no vale do Adige: Glorenza, Merano, Salorno, com Bolzano na confluência dos rios.

Menos conservados por causa da grande expansão turística, os centros agrícolas, onde as construções de pedra e madeira são semelhantes às trentinas, mas se distinguem pela grande variedade e riqueza do uso da madeira, seja nas estruturas, seja nos decorativos particulares, com em Sarentino.

Na província do Trento as casas têm um uso misto, residêncial-agrícola: reunidos, de fato, o depósito no porão, um ou dois andares residenciais e o grande depósito de feno, no sótão.

São casas simples e agrupadas, com poucas variantes, feitas de materiais característicos do local, como pedra e madeira, com tetos de pedra ou de palha, segundos as zonas: um enorme patrimônio da arquitetura rural construída por meios análogos por séculos até o Ottocento.

Os artefatos decorativos são poucos: na verdade a decoração da fachada do portal, no hall e entrada.

Aqui os centros agrícolas conservados são muito mais numerosos que na província de Bolzano: com a exceção nos Canais de Tenno àquele curioso de Pietramurata, no vasto complexo rústico de Condino, entre outras, inúmeras são as localidades interessantes, como Storo, de origem muito antiga, outras áreas inteiras como o Lomaso ou o Banale para o redescobrimento resultante da idade do bronze.

Diversos são os centros situados entre grandes percursos, como Ala e Rovereto se estendendo até o Adige; Borgo e Pergine Valsugana se estendendo até o Brenta, entre o Trento e Bassano, no Veneto; Riva e Arco na extremidade norte da Garda, no caminho para o Trento. São centros de grandes arquiteturas civis e nobres, cada qual com suas próprias características.

Fonte: www.portalitalia.com.br

 

 

 

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