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Monumento aos Pracinhas

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Monumento aos Pracinhas

O monumento é dedicado aos Pracinhas brasileiros na Segunda Guerra Mundial.

Autor: Hélio Ribas Marinho e Marcos Konder Neto.
Data: 1952.
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, s/nº.

Fonte: www.riotur.rj.gov.br

Monumento aos Pracinhas

O Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, popularmente conhecido como Monumento aos Pracinhas, foi inaugurado em 1960 para abrigar os restos mortais dos soldados brasileiros mortos na Segunda Guerra que, à época do conflito, haviam sido depositados no Cemitério de Pistóia, na Itália, e onde, até então, se encontravam.

A construção, erguida, portanto, em memória aos 468 soldados que tombaram na Itália, é um verdadeiro mausoléu que possui guardados em seu subsolo os túmulos desses soldados.

O monumento, projetado pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas Marinho, localiza-se no Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro. Sua plataforma elevada, que atinge 31 metros de altura, empregou, pela primeira vez no país, o concreto aparente.

O conjunto é integrado por três obras:

– Uma escultura de metal – De autoria de Júlio Catelli Filho, homenageando a Força Aérea Brasileira (FAB).
– Três esculturas dos soldados – Em granito, de autoria de Alfredo Ceschiatti, homenageando os pracinhas.
– Um painel de azulejos – De autoria de Anísio Medeiros, lembrando os fatos da guerra e homenageando os mortos (civis e militares) no mar, datado de 1959.

O Monumento, que faz parte do conjunto paisagístico do Parque do Flamengo, tombado pelo IPHAN, é guardado por um revezamento das três forças armadas: Exército, Marinha e Aeronáutica. Todo primeiro domingo do mês de outubro, é realizada a cerimônia da troca de guarda festiva, quando a Marinha passa a guarda do monumento para a Aeronáutica, por exemplo.

Além de cerimônias militares ele é palco também de diversas celebrações populares, como foram as Missas rezadas pelo Papa João Paulo II em suas duas vindas à cidade, em 1982 e 1998.

Monumento aos Pracinhas

O que fazer no local

Subsolo – Se chega por uma escadaria em mármore e compreende antecâmara, câmara, dependência para a administração e acomodações para a guarda permanente.

Câmara fúnebre – Contém os 468 jazigos de mármore preto nacional com tampas de mármore de Carrara, onde encontram-se gravados informações do morto. Quinze jazigos não possuem nomes gravados porque se referem a desaparecidos e a mortos não identificados: “Aqui jaz um herói da FEB (Força Expedicionária Brasileira) – Deus sabe o nome.” À esquerda, na parede, estão gravados os nomes dos 800 homens das Marinhas de Guerra e Mercante, dos militares do Exército mortos nos torpedeamentos e dos combatentes não identificados.

Patamar – Onde está instalado um pequeno museu, jardim interior e entrada do subsolo. O museu possui mostruários de objetos ligados às operações de guerra de nossos veteranos que lutaram na Itália. O jardim interior mostra o roteiro da FEB. A entrada do subsolo apresenta painéis que representam, em cerâmica, aspectos representativos da vida e da luta no mar, e tem, no sopé, os nomes dos navios brasileiros torpedeados.

Quando ir

Vale a pena fazer uma visita ao Monumento aos sábados, domingos ou feriados, e, principalmente, quando você também puder aproveitar um belo dia de sol caminhando pelo Aterro, fazendo um piquenique nos jadins do MAM e conhecendo o próprio Museu de Arte Moderna, que fica bem pertinho. Em um dia inteiro você conhece estes dois pontos turísticos.

Fonte: www.wikirio.com.br

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