Breaking News
Home / Folclore / Cabeça de Cuia

Cabeça de Cuia

PUBLICIDADE

Cabeça de Cuia – Folclore

Versão 1

Cabeça de Cuia é um homem alto, magro, com grande cabeleira sobre a cabeça em forma de cuia.

Devora de sete em sete anos uma mulher chamada Maria e também meninos que nadam no rio.

Torna-se terrível nas noites de sextas-feiras.

Versão 2

Um menino muito pobre, chegou em casa e pediu para a mãe o seu jantar, mas a pobre velha só tinha a oferecer um caldo de osso.

O menino, muito irritado, com raiva e fome, bateu na cabeça da mãe com o osso do caldo.

Antes de morrer, a velha jogou-lhe uma praga: “Você vai viver com a cabeça grande, em forma de cuia, no rio Parnaíba, e só se livrará da maldição depois de comer 7 Marias virgens”.

Ele vive até hoje no rio Parnaíba, em Teresina, à procura das Marias.

Versão 3

Cabeça de Cuia

Era uma vez um jovem chamado de cabeça de cuia que sempre pescava.

Um dia ele chegou em casa e estava com muita fome e perguntou a sua mãe o que tinha para comer, e sua mãe disse: “feijão meu filho!”

Ele ficou com muita raiva pois todo dia comia a mesma coisa, e pegou um osso de boi e tacou na cabeça de sua mãe, e esta morreu e jogou uma praga nele: Tinha que degolar sete marias para que a praga saísse.

Se não fizesse isso, ficaria com a cabeça de cuia para sempre.

Cabeça de Cuia – Mitologia

Cabeça de Cuia

Na mitologia dos nativos do nordeste brasileiro, o Cabeça de Cuia é o guardião dos rios Parnaíba e Poty, sendo amigo dos que respeitam os rios, mas perigoso para os que o profanam.

Uma versão pós-colonial alternativa de sua história de origem conta que um jovem chamado Crispim acidentalmente matou sua mãe durante uma discussão acalorada.

Antes de morrer, sua mãe o amaldiçoa, transformando-o em um monstro com uma cabeça enorme.

Crispim é então amaldiçoado a passar metade do ano em cada um dos dois rios.

Segundo a lenda, ele só será libertado depois de devorar sete donzelas chamadas Maria.

Outras versões contam que ele ataca as mulheres porque acredita/espera que elas sejam sua mãe que voltou para perdoá-lo.

Fonte: ifolclore.vilabol.uol.com.br/tvtropes.org/i.ytimg.com

 

 

 

Conteúdo Relacionado

Veja também

Como Surgiram as Fogueiras de “São João”

Como Surgiram as Fogueiras de 'são João', Lendas E Mitos Do Folclore, Como Surgiram as Fogueiras de 'são João'

Bode Preto

Bode Preto, Lendas e Mitos do Folclore, Bode Preto

Rondolo

Rondolo, Região Sudeste, Lendas E Mitos Do Folclore, Rondolo

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site is protected by reCAPTCHA and the Google Privacy Policy and Terms of Service apply.