O Boneco de Pano

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O Boneco de Pano – Folclore

Uma menina de 6 anos de idade pediu para sua mãe, como presente no DIA DAS CRIANÇAS, um boneco de pano.

Ao chegar em casa a menina entusiasmada foi BRINCAR com o boneco. Depois foi dormir…

A sua mãe havia tirado o boneco da menina, para ela dormir mais à vontade, e pôs o mesmo, na mesa da cozinha.

No outro dia o boneco estava com a menina, mas ela nem tinha ainda levantado…

Depois da menina voltar da escola, ela foi brincar com o boneco na cozinha e sua mãe estava lavando roupa.

Quando a mesma foi ver se a comida estava pronta, viu a menina desmaiada na mesa onde estava o boneco, segurando uma FACA cheia de sangue que transbordava até o chão.

A história das bonecas de pano

Uma boneca de pano é um brinquedo de criança.

É uma figura de pano, uma boneca tradicionalmente feita em casa e recheada com sobras de material. Eles são um dos brinquedos infantis mais antigos que existem.

Hoje, muitas bonecas de pano são produzidas comercialmente para simular as características das bonecas caseiras originais, como características simples, corpos de pano macio e roupas de retalhos.

O Museu Britânico tem uma boneca de pano romana, encontrada no túmulo de uma criança que data do século 1 ao 5 dC.

Historicamente, as bonecas de pano têm sido usadas como objetos de conforto e para ensinar habilidades de nutrição para crianças pequenas.

Eles eram frequentemente usados para ensinar as crianças a costurar, pois as crianças podiam praticar costurar roupas para a boneca e fazer algumas bonecas simples.

Na América, desde a era colonial até o início do século 20, crianças de vários status brincavam com bonecas feitas de trapos ou palha de milho.

A produção em massa de bonecas de pano começou por volta de 1830, quando a impressão em cores de tecido foi desenvolvida pela primeira vez

Boneca de pano – Emília Personagem Brasileira

Então essa boneca de pano específica vem de uma coleção de livros infantis clássicos brasileiros, chamada “Sítio do Picapau Amarelo” escrita por Monteiro Lobato, com o primeiro livro publicado em 1920.

Esses livros são uma mina de ouro de fábulas infantis, escrito com um nível de brilho que raramente se encontra nos livros infantis de hoje. Um dos personagens de suas histórias é essa boneca de pano chamada “Emilia”, que ganha vida depois de tomar uma “pílula falante” enquanto visita um reino subaquático com “Narizinho” – a garotinha que a possui. Emilia é uma “boneca viva” MUITO sincera, inteligente, determinada e curiosa, que está sempre se metendo em muitas situações de aventura.

Os livros de Monteiro Lobato são incríveis porque ele não apenas criou incríveis histórias imaginativas (pense em Alice no País das Maravilhas), mas também acrescentou muito do folclore e da cultura brasileira.

Além disso, em cada livro ele aborda assuntos diferentes, como astronomia, história (um de seus livros que ele escreveu durante a Segunda Guerra Mundial onde ele discute a questão da guerra para as crianças), matemática (sim… viajar para o mundo da aritmética!), gramática, biologia, etc… É realmente incrível! Seu objetivo era ensinar as crianças por meio de histórias divertidas e imaginativas, em vez de livros didáticos secos.

Acho que ele era a versão brasileira de “Charlotte Mason”! Os seguidores de Charlotte Mason teriam uma explosão com seus livros.

Fonte: ifolclore.vilabol.uol.com.br/en.wikipedia.org/freerangekiddos.weebly.com

 

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