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Corvo

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Certa vez tomou-se ódio contra o corvo porque este fizera estômago a sepultura de um irmão dele. Depois de muito matutar de encontro a um moirão de velha porteira, friccionou todo o corpo para arrepiar o pêlo, chafurdou-se na lama, à beira de uma pequena aguada, com a cauda levantada, e estirou-se a fingir de morto.

O corvo que pairava muito alto, nos ares, o avistar a carniça, desceu rápido, antegozando o pastio.

Corvo

Iniciou o festim por onde achou mais apetitoso: ao bicar a vítima, porém, esta recolheu rápida a cauda, recolhendo em si a cabeça do corpo.

Correu valados, atravessou vargens, ganhou morros, desceu furnas e por fim, depois de muito correr, expulsou o triste corvo, que saiu correndo e corrido de vergonha e com a cabeça desplumada, onde, dantes, ostentava, com orgulho, lindo penacho.

E foi assim que se vingou o burro.

É a razão porque até hoje o corvo é calvo.

Fonte: ifolclore.vilabol.uol.com.br

 

 

 

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