Além dessas alusões, tomam vulto, na imaginação do caipira, crenças na existência de bruxas, velhas e fanáticas harpias, estriges famélicas, que se ajudam de bom vinho e sugam, à noite, o sangue das crianças não batizadas.

Esconjuram-nas as mães. Para afugentá-las, trazem uma vela benta acesa durante a noite toda, sob o leito do filho, e uma tesoura aberta em forma de cruz.
Fonte: ifolclore.vilabol.uol.com.br