A origem do macarrão não está esclarecida ainda. Há registros de tipos de massas, que poderiam ter originado o macarrão, na história de várias civilizações antigas, como dos assírios e babilônicos.
Na versão mais comum, o macarrão teria sido trazido da China ao Ocidente por Marco Polo, no século XIII. Entretanto, em 1279, 16 anos antes do retorno de Marco Polo, foi registrada uma cesta de massas no inventário de um soldado genovês. A palavra macaronis, utilizada no inventário, seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Sicília, que significa achatar.
Apesar da origem desconhecida do macarrão, é a partir do século XIII que o macarrão foi difundido pela Europa. Os italianos foram seus maiores difusores e consumidores, tanto que inventaram mais de 500 variedades. No entanto, o ancestral do espaguete foi um produto trazido pelos árabes para a Europa, também no século XIII. Eram tubos ocos compridos, de massa leve, que secavam enrolados em fios de palhas.
No século XVIII o espaguete ou spaguetti já era tão popular que os aristocratas ingleses eram capazes de viajar até Nápoles só para comer a massa, servida em barracas no meio da rua.
A palavra spaguetti significa barbante, e chegou ao Brasil, junto com outros tipos de massas, trazidos pelas primeiras famílias de imigrantes italianos.
A arte da massa é uma história de amor cotidiano. De tradição e costumes.
Foram criados diferentes tipos e formatos de massas (muitas inusitadas), que
exprimem toda essa paixão dos italianos pela "pasta". A arte da massa reflete
a imaginação de cada região ou até de uma pequena aldeia na querida e "Velha
Bota". Muitos especialistas no assunto afirmam que existem, no mínimo, 500
variedades entre tipos e formatos.
Os costumes variam de Norte a Sul do país. A palavra "pasta" (massa dos italianos)
vem do grego pastillos. Ela é citada nos textos do poeta Horácio, especialista
em versos culinários. Há várias lendas que envolvem o surgimento da massa.
Por volta do ano 1000 foi escrita a primeira receita "oficial" de massas no
livro "De arte Coquinaria per vermicelli e maccaroni siciliani" (A arte de
cozinhar macarrão e vermicelli sicilianos), de autoria de
Martino Como. Há também quem diga que o mercador veneziano Marco Polo teria
auxiliado na disseminação do uso do macarrão.

Segundo o livro I Museo Immaginario della Pasta, de Umberto Allemandi & C., a massa é tida como um elemento essencial na vida dos italianos. Uma reunião familiar tem que acabar em massa! A arquitetura da massa surgiu das infinitas criações caseiras, do talento cotidiano das "nonas" e da religiosidade de seu povo. Já a terra oferecia de melhor: os legumes dos mercados locais, os ovos, o peixe fresco comprado no cais do porto e os queijos típicos italianos. A "pasta" revela uma verdadeira história de amor dos italianos. Os italianos preza uma boa mesa, sobretudo aquela relacionada com o trigo e a costa mediterrânea".
Dia 25 de Outubro é festejado o Dia Mundial do Macarrão.
Nesta época, vários países (E.U.A., México ,Turquia, Itália, Alemanha, Venezuela e Brasil) organizam festas e eventos especiais, mostrando que o macarrão é um alimento universal e adaptável a qualquer região do planeta.

Esta data foi escolhida por fabricantes de macarrão de diversos países a partir do I Congresso Mundial de Pasta, em Roma, no ano de 1995, onde o macarrão foi mostrado como um produto amplamente consumido e adorado em todo mundo, portando mereceria uma data comemorativa em sua homenagem.

No Brasil, a Abima - Associação Brasileira da Indústria do Macarrão organiza, desde 1998, o evento Macarrão Gourmet Fashion.

Sabe-se que o macarrão começou a ser preparado logo que
o homem descobriu que podia moer alguns cereais, misturar com água e obter
uma pasta cozida ou assada. É difícil dizer onde e quando isso aconteceu.
Muitos foram os momentos que o macarrão esteve presente na alimentação humana
e até os historiadores têm opiniões distintas entre si.
A história do macarrão se confunde com alguns fatos históricos
que nos mostram a tragetória deste apreciado produto ao longo dos séculos.
Textos de civilizações antigas, relatam que os assírios e babilônios, por volta de 2.500 A.C., já conheciam um produto cozido à base de cereais e água. A primeira referência, e mais próxima ao Ocidente, do macarrão cozido está no Talmud de Jerusalém. O livro que traz as leis judaicas do Século V A.C. Em Roma, no Século VII A.C., comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada pultes.
Com legumes e carne era chamada de puls púnica. Com queijo fresco e mel, puls Julia. O macarrão teria chegado em Veneza em 1295 pelas mãos de Marco Polo, que acabara de chegar da China, onde passou 17 anos e teria conhecido o macarrão. Na sua bagagem, entre outras novidades, veio a receita de um prato feito com uma farinha extraída de arbusto de sagu que, depois de cozida, era cortada e seca.
Entretanto na Itália, em 1279, portanto antes do retorno de Marco Polo, foi registrada, entre outras coisas, no inventário que um tal de Ponzio Bastione deixava a família, uma "cesta de massas". A palavra utilizada no inventário era macaronis, que seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Secília, que significa achatar que, por sua vez, vem do grego makar, que quer dizer sagrado. O termo macarrão foi usado na Idade Média para indicar vários tipos de massas.

Esta versão faz referência aos árabes, que seriam os pais do macarrão, levando-o à Sicilia no Século IX, quando conquistaram a maior ilha italiana. Os árabes chamavam o macarrão de itrjia. Era uma massa seca para melhor conservação nas longas travessias pelo deserto.
Nesta época, a Sicilia tornou-se o centro mais importante do comércio e exportação de macarrão. Os navegadores genoveses transportavam o produto para importantes portos do Mediterrâneo, como Nápoles, Roma, Piombino, Viareggio.
Apesar das confusões, uma coisa é certa: a partir do Século XIII, os italianos foram os maiores difusores e consumidores do macarrão por todo o mundo. Tanto é, que inventaram mais de 500 variedades de tipos e formatos.
Nesta época os italianos incorporaram ao macarrão um ingrediente nobre: a farinha de grano duro, que permite o cozimento correto.

Na ilha da Sicília o homem civilizado, pela primeira vez na história, aprendeu
a fazer os maccaruni (combinações de trigo moído com água e um pouco de vinho
branco).
Porém, na versão mais conhecida, o macarrão teria chegado ao ocidente pelas mãos de Marco Polo, mercador veneziano que visitou a China no século XIII. Tudo isso já ocorria por volta de 1100 e Marco Pólo só nasceria em 1254. Portanto, a lenda está desmistificada.
De que maneira então surgiu a lenda da descoberta do macarrão por Marco Polo na China? Para alguns historiadores, o episódio é fácil de ser explicado. Marco Polo era filho e sobrinho de poderosos comerciantes de Veneza. Aos 17 anos, portanto em 1271, Marco
Polo acompanhou o pai e o tio numa expedição ao Oriente. Em 1295, ele retorna a Veneza e começa a escrever suas memórias, intituladas "I Millione". Polo citou em um parágrafo sua empolgação por uma planta, o sagu, da qual os nativos de Fanfur faziam "mangiari di pasta assai e buoni" (comidas de massas suficientemente gostosas). No original do livro de Marco Polo não há a menor referência ao trigo e ao macarrão.
Entretanto, tempos depois Giambattista Ramusio, ao editar o livro do mercador de Veneza, decidiu em uma de suas partes explicar melhor o que seria a planta do sagu e no rodapé da página assim a definiu:
"Com tal produto se faz uma farinha limpa e trabalhada, que redunda em lasanhas e nas suas variedades, elogiadas e levadas pelo Polo à Veneza em suas malas". O editor, ao interpretar o livro de Marco Polo, modificou sua raiz ancestral. Transformou em chinês um produto que era legitimamente, autenticamente, verdadeiramente italiano.

Açucares,Óleos e Doces
Laticínios,Nozes,Aves,Peixes e Ovos
Legumes,Vegetais e Frutas.
Massas, Cereais, Pães, Raízes e Tubérculos.
As massas são a maneira "inteligente" de produzir energia. Além de deliciosas, versáteis, fáceis de preparar e digerir, quando acompanhadas de molhos leves têm baixas calorias.

A pirâmide alimentar separa os alimentos em energéticos , reguladores, construtores
e energéticos extras. Esses alimentos devem ser consumidos em ordem decrescente,
ou seja, devemos consumir em maior quantidade os energéticos, seguidos dos
reguladores, dos construtores e por último os energéticos extras, de consumo
limitado. Os alimentos energéticos são os responsáveis por gerar energia (combustível)
para que nosso organismo possa realizar suas funções normais. Eles são os
carboidratos complexos, como farinhas, pães, tubérculos, massas, cereais,
trigo. Deve-se consumir 6 a 11 porções ao dia. Os reguladores - legumes, frutas
e verduras - fornecem vitaminas, minerais e fibras. Deve-se consumir 3 a 5
porções de vegetais e 2 a 4 porções de frutas ao dia. Os construtores são
os ricos em proteínas, como o leite e derivados, carnes, ovos e leguminosas,
e são responsáveis pela construção dos novos tecidos, pelo crescimento e pela
reparação do desgaste natural dos tecidos. Devem ser consumidas 2 a 3 porções
de leite e derivados, e 2 a 3 porções de carne ou equivalentes ao dia. Dentre
os energéticos extras, os açúcares e doces devem ser consumidos com moderação.
As gorduras, por sua vez, são necessárias em uma quantidade mínima no organismo,
pois realizam isolamento térmico, proteção contra choques e transporte de
algumas vitaminas. A vantagem do uso da pirâmide alimentar é que se pode comer
de tudo, sem enjoar da dieta, tornando os hábitos alimentares mais saudáveis.
Carboidratos nas competições: pode ser consumido aproximadamente 100 gramas
de alimentos a base de carboidrato três horas antes da competição. Trocando
em miúdos, se o competidor comer um prato de macarrão antes
da prova, o corpo ficará abastecido mais rapidamente. Para reabastecer o glicogênio
- armazenada nos músculos e no fígado -, deve-se consumir qualquer tipo de
carboidrato tão logo acabe a competição. A quantidade recomendada é de 40
a 60 gramas por hora durante as primeiras cinco horas depois do término da
prova.
Fonte: www.psa.ind.br
O Criado por um chinês, cultivado pelos italianos, o macarrão deu certo no Brasil também. A fórmula é simples e econômica e o repertório, variado. De tal forma que saborear uma boa massa virou programa (como atestam as inúmeras casas especializadas na sua venda e serviço). No mais, há sugestão para se experimentar o prazer de preparar (integralmente) o macarrão em casa: da massa ao recheio, sem esquecer do molho.
Consta-se que foi Marco Pólo quem trouxe o macarrão da China. Mas os italianos, provavelmente insatisfeitos com o fato de que o prato mais popular de sua cozinha tenha origem chinesa, acabaram descobrindo que no testamento do militar genovês, Punzio Bastone, lavrado pelo tabelião Ugolino Scarpa, em 2 de fevereiro de 1279, 13 anos antes da chegada de Marco Pólo, havia, de herança, uma caixa de "macarrones", ou seja, massa seca. Os americanos, porém, vão mais além. Garantem que antes da fundação de Roma, o macarrão já era conhecido.
Mas tudo indica que, ao contrário do que se pensa, a origem do macarrão não é italiana, mas sim chinesa. O macarrão foi descoberto pelo explorador Marco Pólo, no século XIII, na China, em uma de suas famosas viagens. De volta á Itália, difundiu o tipo de alimento, que teve a aprovação dos italianos, tendo em seguida se espalhado por toda a Europa. Baseado na filosofia chinesa de comida natural, a massa utilizada na elaboração do macarrão é feita, desde aquela época, a partir de ovos frescos, farinha de trigo e água pura.
No Brasil, a introdução do macarrão em nossos hábitos alimentares coube aos imigrantes italianos, principalmente na região Sul. O crescente interesse fez surgir pequenas fábricas de macarrão no país, tendo sempre como mão de obra, a família italiana. Sendo uma produção rudimentar, e baixo volume e bem caseira, até começar a surgir as primeiras indústrias de fabricação de massas alimentícias, possuindo nos dias atuais modernas máquinas de fabricação do macarrão.
Nenhum prato estrangeiro conseguiu tanta aceitação entre nós, como o macarrão. Adotado principalmente porque é de fácil preparo, econômico e ainda simples de acompanhar, o macarrão é considerado um prato completo, uma refeição sem problemas. Quando preparado apenas com farinha e água, o macarrão tem apenas grande valor calórico, devido à elevada porcentagem de hidrato de carbono nele contida. Mas pode ser enriquecido com a adição de outros alimentos, como queijo, ovos, leite, carne, hortaliças, frutos do mar, etc.
Existem duas opções de compra: o fresco e o seco. O primeiro é encontrado acondicionado em pacotes de plástico, em supermercados, e se conserva em embalagens originais, por algumas semanas. O macarrão fresco pode ser adquirido em casas especializadas e deve ser consumido no mesmo dia.
O tempo de cozimento depende do tipo e formato da massa. Os mais comuns, como o Padre Nosso, Estrelinha, Argolinha, Ave-Maria, Conchinha, têm formato pequeno e cozinham rapidamente. Pode ser usado para engrossar caldo ou em combinação com legumes. Para macarronada, de preferência aos seguintes tipos: Espaguete, Furadinho, Fuzile, Talharini, Rigatone, Ninhos, Concha, Pena, entre outros. Estes podem ser servidos, depois de cozidos em bastante água, com molhos e guarnições diversas.
Fonte: www.simabesp.org.br