Culinária Italiana

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Na Itália pode-se comer realmente muito bem, não só pela variedade dos pratos mas também pelo excelente jeito de cozinhá-los. Embora exista a equivocada ideia de que, fora de pizza e pasta não encontra-se muito mais, o certo é que a gastronomia italiana oferece uma grande riqueza de sabores e aromas.

O Império Romano foi famoso por seus bacanais, os que se serviam-se suculentos manjares trazidos diretamente de outros países: ostras de costas galegas, os melhores patés procedentes de aves francesas ou deliciosa confeitaria árabe, tudo isso regado com os melhores vinhos.

Esta tradição do bem comer perdeu-se, em parte, durante a Idade Média, mas com o Renascimento se recuperou, potenciando não só a qualidade dos produtos mas também a preparação dos mesmos.

De fato, a “ferver ao dente“, é própria da Itália e a utilizam-na não só para a pasta, mas para o arroz ou as verduras, conseguindo que não fiquem nem passados nem inteiros, mas no ponto certo.

O truque consiste em esperar a fervura da água com o azeite e uma folha de louro, e nesse momento verter a pasta ou o arroz e, depois que ferver de novo, manter dita fervura durante sete minutos exatos à fogo vivo.

Uma vez passados os sete minutos escorrer o cozimento e passar de imediato uma água fria. Deste modo terá alcançado o ponto exato e a comida estará “ao dente”.

Culinária Italiana

Horários para comer

É conveniente ter em conta que na Itália os horários de comida diferem dos horários da Espanha. O desjejum costuma ser do tipo continental, quer dizer, café, manteiga, suco de frutas e bolo e se serve entre as 7:00 e as 9:00 horas.

O almoço costuma-se comer entre as 12:30 e as 14:00 horas, enquanto o jantar, serve-se entre as 20:00 e as 22:00 horas. Fora destes horários, sobre tudo nos restaurantes tradicionais e de prestígio, é difícil ser atendido. Porém, sempre pode-se acolher aos estabelecimentos de comida rápida.

Cada zona da Itália possui várias especialidades dignas de ter em conta à hora de degustar o prazer de uma boa mesa. Oferecemos um rápido percurso pelos manjares que pode-se encontrar ao longo e comprido, desta península com forma de bota.

Gastronomia do norte da Itália

No norte da Itália, junto a pratos de influência Austríaca, como a sopa agria ou o “chucrut“, encontram-se os melhores “gnocchi” de espinafre e batata-doce, almôndegas de ameixa e o prato estrela da zona, a polenta, uma massa de farinha de milho que normalmente se deixa secar para fritá-la, assá-la com acompanhamento de carnes e peixes.

A pasta é excelente em Lombardia e Liguria e além de encontrar-se todas as modalidades conhecida, os molhos são deliciosos. Cabe destacar dentro destas o “pesto genovés” com a alfavaca, como principal tempero, a “bolonhesa” à base de carne e tomate. O arroz resulta vencedor frente à pasta em Veneza. Os “risotos” são, simplesmente, deliciosos e se preparam de maneira extraordinária.

Como curiosidade experimente a “pasta e fagioli“, um prato no que a pasta mistura-se com feijão, farinha, nabos e vinagre. É convenente não esquecer, que se está na terra que inventou o “carpaccio“, quer dizer, a carne crua de cordeiro e de bode com um alinho segredo de delicioso sabor.

Também pode-se desfrutar de excelentes guisados como o de “peito de vitela de Gênova” com um molho de cogumelos e nozes, maravilhosa, ou a carne de ternera fria com cogumelos e trufas.

Peixe e marisco são bons na zona da Liguria e costuma ir acompanhados de verduras, como no “cappon magro“, verduras e marisco, ou na “torta marinara“, que não é outra coisa que peixe e verduras.

Não pode-se deixar esquecidos os célebres embuchados como o “Zampone“, pé de porco recheado de carne ideal, para as lentilhas e o feijão, o salame, a mortadela, o presunto de Parma ou a cecina.

Destacam os queijos de leite de vaca “Parmigiano reggiano” ou “Granna padano“, assim como, o vinagre balsâmico de Modena, o mais caro do mundo por sua qualidade incomparável.

Gastronomia do Centro

No centro da Itália a carne e as verduras são as estrelas da cozinha. Sopas de verduras consistentes, como as “minestrone” e a “cipollata“, cuja base é a cebola, são deliciosas. sem esquecer, também, de alcachofras, os aspargos, os cogumelos, feijão de vagem, espinafre ou as trufas que preparam-se singelamente e se comem somente ou como acompanhamento à carne de porco, de cordeiro ou de vaca assada ou em churrasco. Tão pouco pode-se deixar de experimentar as brochetas“alla porchetta” preparadas com carne de porco que se assar previamente e depois divide-se em pedaços e recheam-se com ervas aromaticas.

O peixe não é um prato básico, mas vale a pena destacar a siba no Lazio e a carpa grelhada de Umbría. O azeite de oliva utiliza-se como alinho junto às ervas cheirosas e cozinha-se com gordura animal. Nas zonas montanhosas utilizam-se com abundância os picantes para contrarrestar o frio.

Encontra-se a pasta, igual que no resto do país, embora que esta não seja a zona onde tem maior importância; aqui costuma temperar a pasta com um pouco de picante. sem deixar passar por alto, a pasta“all’amatriciana” que pode resultar uma verdadeira bomba para estômagos pouco acostumados aos sabores picantes.

Os queijos da leite da ovelha, são um bom acompanhamento. O “Pecorino” é o típico da zona, além de poder encontrá-lo com um ligeiro sabor picante em sua apresentação “Pecorino romano“.

Gastronomia do Sul

O sul da Itália caracteriza-se por uma cozinha singela, que tem sua base principal no azeite de oliva.

Primeiro pode-se comer uma grande variedade de verduras: tomates, abobrinhas, couve-flor, berinjelas ou pimentões mexidos com plantas aromáticas, sem esquecer as eternas cebolas Lampasciuoli, as setas ou os aspargos selvagens.

A pasta não poderia faltar e o escolhido pelos sulistas, além da pizza, é macarrão e spaguetti. É uma delícia esperimentá-los com o molho especial elaborado com carne de porco, salame, ovo, requeijão e mozzarella.

Também não pode-se deixar de degustar a pasta preparada com farinha integral e sémola de milho, que costuma acompanhar, e um molho de verduras, toda uma maravilha para o paladar.

Quanto ao peixe, a variedade para escolher é muito ampla: sardinhas, polvo, dourado, salmonejos ou linguados, sem esquecer os mariscos muito frescos ou preparados na sopa “Zuppa Tarentina“, típica da região e com um sabor muito agradável. Qualquer tipo de carne é de muito boa qualidade.

Não pode-se esquecer os queijos como o “Buvino” feito com leite de vaca recheado de mozzarella, enquanto que o “Burrino” substitui a mozzarella por manteiga. São suaves, mas se preferir o queijo mais curado experimente o “Provolone“. E como sobremesa nada melhor que as pastas fritas recheadas de creme ou os doces fritos com mel e frutas escarchade.

A Cozinha de ilhas

As ilhas têm sua própria cozinha, muito influenciada pelos povos que as dominaram no tempo. Cerdenha tem certo gosto catalã em pratos como a “Favata” composto por habas, toucino, salchichas e chouriço ou a “Leprudida” muito parecida àollapodre espanhola. Porém, destaca pela espetacularidade o “Torro do Ciabettino”, vitola recheada com um cochinillo, que a sua vez contém uma livre, em cujo interior descobriremos diversas carnes de aves, embora possa parecer incrível.

Sicília é plenamente mediterrânea. Excelentes pastas e peixes, cuidadosamente combinados, são a base da sua cozinha e todos dois de excelente qualidade, já que é a terra dos melhores cereais. Experimentar o macarrão com ragout de peixe ou com verduras ou simplesmente no seu caldo, pode ser uma experiência inesquecível. Também são muito gostosas as “Arancini di riso”, bolas de arroz com ervilhas, miúdos de frango, queijo fresco e ovo duro que se reboçam e fritam. Não pode-se deixar de desfrutar com o riquíssimo biscoito misturado com frutas, chocolate amargo e requeijão que conhece-se como “Cassata” e que procede da confeitaria árabe.

Os queijos nas duas ilhas costumam ser de ovelha e se preferir os queijos fortes, o melhor é degustar o “Piacentino”, muito curado e temperado com pimentão em grão.

Vinhos

Para que a comida resulte um completo prazer, o apropriado é regá-la com os excelentes vinhos italianos, que tem 194 denominações de orígem que testemunham sua grande qualidade. Junto aos Marsala, Brunello di Montalcino, Spumante d’Asti, Barolo, Barbera, Chiantiou Valpolicella existem outros menos conhecidos, mas de muito bom caráter. Sem nenhum tipo de reparo o aconselhável é experimentar qualquer um destos ricos caldos. Os licores italianos são o acompanhamento ideal para uma deliciosa comida, mas sempre depois de um cheiroso e delicioso café.

Culinária Italiana – Comida e bebida

Apesar da comida italiana mais conhecidas serem as massas, pizzas e salsichas, a culinária italiana é um mundo a ser explorado. Do sul da península, com sabores simples e aromáticos e bastante azeite de oliva, ao norte montanhoso, com pratos quentes apimentados, a Itália oferece ao visitante sua colorida culinária.

Na Itália, normalmente se come um primeiro prato, ou antepasto, e então, o prato principal. O antepasto pode ser sopa, risoto, salada ou massa. O principal consiste geralmente em peixe ou carne, acompanhado de vegetais. Se forem comer apenas um prato, os italianos preferem massa ou pizza. Sem dúvida, o melhor lugar para saborear essas especialidades são nas tratorias.

No sul, os pratos são preparados com uma grande quantidade de vegetais, como berinjela, abóbora, couve-flor ou pimentão, decorados com ervas aromáticas, com cogumelos e aspargos. O queijo de vaca recheado com mussarela (buvino), ou manteiga (burrino), são duas especialidades do sul. Entre os queijos, o mais famoso é o provolone. Em Nápoles, é comum a pastiera, feita com trigo moído, que acompanha pratos doces e salgados.

No centro da Itália, os ingredientes básicos são carne e vegetais. O peixe de Lazia e a carpa grelhada de Umbria são excelentes. Nas regiões montanhosas os pratos são bem apimentados, como uma forma de combater o clima frio. O queijo típico da região é o pecorino, feito de leite de ovelha, com um sabor forte. No norte há uma enorme variedade de gnocchi de espinafre e batatas, almôndegas, de carne ou ricota, e polenta, uma pasta com amido de milho que deve ser seca e frita, ou assada como acompanhamento para carnes e peixes.

As ilhas têm sua própria tradição gastronômica. Em Sardinha muitos pratos, como a “fabada”, lembram a culinária catalana, no entanto outros como “cibenttino” (carne de bezerro, recheado com porco, recheado com lebre), pertence à culinária tradicional da ilha. Sicília possui uma culinária mediterrânea. Entre seus pratos típicos, destacam-se macarronada com ragu, picadinho ao molho, e “arancini” de riso, bolinhos de arroz com ervilha, frango, queijos frescos com ovos fritos. O “piacentino” é um queijo em conserva reforçado com pimenta preta, típico da região.

A Itália é um grande consumidor de todos os tipos de queijo. Os mais conhecidos são o reggiano parmegiano e o granna padano. Em Veneza a especialidade é o risoto, porém a massa é também muito boa. O vinagre ou azeite balsâmico de Módena é o mais caro do mundo, tanto por sua incomparável qualidade como pelo longo processo de produção natural exige. Os frios italianos mais conhecidos são o zampone (pé de porco recheado usado para cozinhar lentilhas e porotos), mortadela, salame e o prosciutto di Parma.

Quando se trata de sobremesas, os sorvetes são conhecidos mundialmente por seu incomparável sabor. Os italianos são grandes fãs de cremes, especialmente o tiramisú. Como acompanhamento não a nada melhor do que um dos deliciosos vinhos, como o chianti. Pode também apreciar uma xícara do aromático café italiano ou a deliciosa grappa.

Culinária Italiana – Pratos

A culinária italiana conhecida hoje é um resultado da evolução de séculos de mudanças sociais e políticas. Suas raízes se encontram no século IV na Idade Média e mostram a influência dos árabes e normandos que levaram os primeiros chefs notáveis à região da Itália.

Essas influências ajudaram a moldar o que hoje é conhecido como culinária italiana, adicionando itens como: batatas, tomates, pimenta e milho.

No século XVIII a maior parte da Itália era governada pela França, Espanha e Áustria. Foi no início deste mesmo século que livros de culinária italiana começaram a ser escritos e distribuídos, para que os chefs espalhados pelas regiões da Itália pudessem mostrar seu orgulho pelo país.

A culinária italiana tem várias características específicas, conhecidas mundialmente. No entanto, dentro da própria Itália, a culinária não só é regional, como também sazonal. As regiões têm características próprias que as diferenciam umas das outras. Utilizam diferentes ingredientes, receitas e até modos de preparo.

Na Itália, as refeições podiam ter até cinco pratos servidos, com mais três depois de terminada a refeição. As refeições duravam horas e, em dias de festividades, podiam durar até o dia inteiro. Hoje em dia, esta tradição só é utilizada em feriados especiais e, mesmo assim, não de forma tão exagerada.

As refeições, antigamente, seguiam a seguinte regra:

1. Antipasti – tiragostos quentes ou frios.
2. Primo – um prato quente como pasta, risoto, gnocchi ou polenta.
3. Secondo – o prato principal. Normalmente, composto por peixe, carne bovina ou suína ou aves.
4. Contorno – uma guarnição, normalmente de salada ou legumes cozidos. Servido com o prato principal.
5. Formaggio e frutta – queijo e futas, a primeira sobremesa.
6. Dolce – a sobremesa em si, com bolos e biscoitos.
7. Caffè – Café e/ou expresso.
8. Digestivo – licores ou vinhos que, tradicionalmente, encerravam as refeições.

A culinária italiana que conhecemos hoje não é verdadeiramente italiana. A culinária de cada região da Itália difere-se bastante das outras, então não existe uma culinária própria para o país inteiro. Neste caso, costuma-se dizer que a culinária italiana é mundial, pois cada país pode adicionar seu toque especial à receita que desejar e servir um bom prato italiano.

Queijos típicos italianos

Gorgonzola

As primeiras referências ao Gorgonzola datam do ano 879 depois de Cristo. Originário da cidade da qual herdou o nome, este queijo azul é feito de leite não pasteurizado de vaca. Sabor? Levemente salgado e picante.

A textura é semimacia e quebradiça e com ácumulo de bolor no centro da peça. Acompanha vinhos brancos, como o Dolce Amarone e o Barbera D´Asti.

Mascarpone

O Mascarpone é um queijo fresco que tem consistência de manteiga amolecida. Ele é feito de leite de vaca, sem sal. Branco da cor da neve, está pronto para ser consumido no espaço de vinte e quatro horas e tem sua melhor qualidade durante os meses do outuno e inverno.

Pode ser consumido no seu estado natural ou servido como uma sobremesa. É delicioso quando misturado com chocolate, café, brandy ou licor. Tem aplicações na culinária, principalmente na preparação de massas de pastelaria, sobremesas e pratos com vegetais. Acompanha bem vinhos brancos suaves.

Mussarela

A Mussarela é um queijo fresco da região da Campânia, a princípio produzido com leite de búfala, mas hoje feito em todo o mundo a partir de leite de vaca. Sua fabricação iniciou-se por volta do século XVI. Uma boa mussarela deve possuir uma crosta fina, consistência semi-dura, textura compacta, fechada, coloração esbranquiçada, odor suave e sabor ligeiramente ácido e salgado.

É um queijo coalhado, para ser consumido fresco, fatiável, com textura firme, sabor e aroma que lembram o leite de que é feito. É indispensável nas pizzas e lazanhas.

Mussarela de búfala: Já a Mussarela de búfala apresenta um sabor adocicado e refrescante. Consumida in natura como aperitivo, tem a vantagem de ser mais leve do que os queijos comuns. Acompanha vinhos tintos leves e com o Ishia e Biancolella. Na Campânia encontramos também o Caccio Cavalo. Seu formato assemelha-se a um casco de cavalo. Ótimo com torradas e receitas diversas.

Parmesão

OParmesãoé um queijo firme cozido, originário da cidade de Parma, na rica região de Emilia-Romagna. É um dos mais conhecidos e imitados em todo o mundo. Suas principais características são o baixo teor de umidade e a textura granular, o que vale o nome de queijo Grana. Este queijo nasceu no Vale do Pó por volta de 1200.

A massa é dura, compacta e quebradiça, de untura seca, cor amarelo-palha e odor e sabor picante e forte. Porém, o queijo autêntico é o Parmiggiano Reggiano. É feito de leite desnatado de vaca e guardado por pelo menos um ano para “curar”. Seu sabor é rico e picante, o que faz com que seja um dos queijos mais utilizados em receitas culinárias. Ralado é excelente em sopas, macarronadas, polentas e risotos. Acompanha os vinhos como o Lambrusco tinto.

Pecorino: O Pecorino romano é um dos queijos mais velhos do mundo. Sua história pode ser traçada para 2.000 anos atrás. A lenda fala que, na preparação para uma viagem, um pastor teve a idéia de encher sua garrafa da pele de carneiro com o leite de ovelha. O pastor ficou intrigado com o resultado, um novo alimento delicioso e saboroso que pode ter sido o primeiro queijo do mundo. Este queijo de leite de ovelha, é feito originalmente nos laticínios dos arredores de Roma. Tem baixo teor de gordura, massa dura, textura densa, cor branco-acinzentada e sabor salgado e picante. Acompanha vinhos como os Chianti, Valpolicella e Bardolino.

Ricota: A Ricota é um queijo fresco, macio, sem sal ou quase sem sal, fresco ou defumado. Utilizado em pastas, tortas, doces e recheios. Tem textura fina e sabor suave. Acompanha bem vinhos brancos leves, como o Alsace ou Frascati. No Brasil é produzida usando-se soro como matéria-prima e, por isso, é conhecida por Queijo Albumina.

Provolone: O Provolone é um queijo muito difundido pelo mundo. Na Itália encontra-se três tipos: picante, doce e extra doce. O Provolone picante lembra o produzido no Brasil, ao passo que o extra doce lembra mais um queijo Mussarela. Os italianos normalmente defumam apenas as peças menores (até 2 Kg). Ao abrir é aconselhável protegê-lo com um pano umido para não ressecar. Acompanha vinhos como o Chianti.

Culinária Italiana – Receitas

Berinjela Recheada

Ingredientes:

3 ou 4 berinjelas grandes tomates
algumas azeitonas sem caroço
salsa e cebolinha verde
2 ovos cozidos
queijo ralado
gordura vegetal
cebola
alho

Modo de Preparar: Partir as berinjelas ao meio e cozinhar em água e sal. Depois de cozidas, escorrer, tirar as sementes e raspar em pouco do centro dos berinjelas, aproveitando o que retirar para o recheio. Fazer, à parte, um refogado com gordura vegetal, cebola, alho, tomates e pimenta, se gostar. Depois juntar os ovos cozidos em pedacinhos, as azeitonas, a salsa e a cebolinha verde. Misturar tudo muito bem com a parte que retirou do centro da berinjela e rechear. Colocar em uma fôrma. Cobrir tudo com bastante queijo ralado e levar ao forno por uns minutos, só até derreter o queijo. Servir no próprio prato. Querendo, juntar ao recheio um picadinho de carne.

Bucatini aos Quatro Queijos

Ingredientes:

190 gramas de bucatini

Molho de Quatro Queijos:

90 gramas de queijo mussarela, cortado em cubos
90 gramas de queijo Gruyère, cortado em cubos
pimenta-do-reino em grão, moída na hora
90 gramas de queijo de cabra macio
60 gramas de queijo parmesão ralado
320 ml de creme de leite fresco
presunto picado
cebolinha picada

Modo de Preparar: Cozinhar os bucatini em água fervente, seguindo o tempo de cozimento da embalagem. Escorrer e manter aquecido.

Molho: Colocar o queijo Gruyère, o queijo de cabrir, o queijo mussarela e metade do queijo parmesão em uma panela grande em fogo baixo até os queijos derreterem. Temperar a gosto com a pimenta-do-reino. Colocar os bucatini em uma travessa preaquecida, juntar o molho e mexer para misturar. Polvilhar com o presunto e a cebolinha picada e com o queijo ralado restante. Servir imediatamente.

Bucattini Alla Matriciana

Ingredientes:

100 ml de óleo extravirgem de oliva
40 gramas de queijo pecorino
400 gramas de bucattini
200 gramas de bacon
1 dente de alho
8 tomates
1 cebola
sal

Modo de Preparar: Lavar bem os tomates. Fazer com a faca uma pequena incisão na pele. Mergulhar em água fervente por 30 segundos, retirar e colocar em água fria. Em seguida, retirar as peles, cortar em pedaços grandes e descartar as sementes. Reservar. Cortar o bacon em tiras e reservar. Cortar a cebola em tiras finas e conservar em água fria. Em uma frigideira grande, colocar o óleo, em seguida o dente de alho, levemente amassado, com a casca, e deixar dourar em fogo brando. Retirar o alho e colocar o bacon. Depois de dourado, acrescentar a cebola já escorrida e refogar tudo em fogo brando. Finalmente, juntar os tomates, o sal e cozinhar levemente. Cozinhar o bucattini em água fervente com sal até ficar al dente. Juntar ao molho. Misturar tudo, passar a massa para pratos individuais. Servir com queijo pecorino ralado.

Capelletti à toscana

Massa:

400 gramas de farinha de trigo
3 ovos

Recheio:

1 colher (sopa) de salsa picada
1 pitada de noz-moscada ralada
100 gramas de parmesão ralado
250 gramas de vitela cozida
200 gramas de presunto
2 ovos
sal

Molho:

3 colheres (sopa) de azeite
1 colher (café) de açúcar
½ quilo de tomate sem peles e sem sementes
50 gramas de manteiga
5 folhas de manjericão
pimenta-do-reino
1 dente de alho
1 cebola
sal

Modo de Preparar:

Massa: Colocar a farinha de trigo sobre uma superfície lisa. Fazer um buraco e adicionar no meio os ovos inteiros. Misturar a farinha e os ovos com ½ copo de água. Trabalhar a mistura até obter uma massa fofa. Deixar descansar sobre um pano úmido.
Molho: Cortar os tomates em pedaços. Levar ao fogo brando com óleo e 30 gramas de manteiga, a cebola, o alho e o manjericão. Adicionar os tomates e o sal. temperar e deixar cozinhar ½ hora. Retirar o alho e o manjericão. Bater o molho no liquidificador. Adicionar o açúcar. Levar novamente ao fogo e adicionar a manteiga restante.
Recheio: Bater no liquidificador a vitela e o presunto, e colocar em uma tigela. Adicionar os ovos, a salsa picada e o parmesão. Misturar bem. Acrescentar sal, pimenta e noz-moscada.
Capelletti: Estender a massa até ficar bem fina. Cortar em disco com a ajuda de um copo. Colocar no centro de cada um 1 colher (sobremesa) do recheio. Dobrar a massa sobre o recheio, apoiando sobre as bordas. Una as duas extremidades do semi disco de maneira a obter uma espécie de chapéu.
Cozimento: Ferver grande quantidade de água com sal e colocar os capellettis. Deixar cozinhar 5 minutos. Escorrer, despejar numa travessa previamente aquecida e cobrir com o molho.

Espaguete com camarão

Ingredientes:

2 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de suco de limão
2 colheres (sopa) de manteiga
¼ xícara de farinha de rosca
4 cebolinhas verde cortadas em rodelas finas
250 gramas de camarão descascado e limpo
250 gramas de erva-doce em fatias finas
250 gramas de espaguete
2 dentes de alho picados
pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparar: Colocar o camarão numa vasilha, misturar a cebola verde e o alho e temperar com uma coljher de azeite e uma colher de suco de limão. Misturar bem. Em outra vasilha, colocar as fatias de erva-doce e o suco de limão restante. Numa frigideira grande aquecer uma colher de azeite e adicionar a erva-doce. Fritar, por 5 minutos, mexendo sempre. Juntar o camarão e cozinhar por alguns minutos. Retirar, despejar numa vasilha e mantenha quente. Levar a frigideira novamente ao fogo baixo, derreter a manteiga e acrescentar a farinha de rosca. Deixar dourar por 3 minutos. Cozinhar o espaguete em abundante água salgada, escorrer e misturar com o camarão e a erva-doce. Polvilhar a farinha de rosca e servir quente.

Focaccia

Ingredientes:

¾ xícara (chá) de óleo
1 tablete de fermento biológico
½ quilo de farinha de trigo
½ copo de leite morno
750 gramas de batata
Rodelas de tomate
pimenta-do-reino
orégano
Aliche
Sal

Modo de Preparar: Cozinhar as batatas, passar ainda quentes pelo espremedor e deixar esfriar. Dissolver o fermento no leite morno a acrescentar ao purê. Adicionar a farinha e o óleo, misturar tudo muito bem e estenda a massa numa assadeira untada com óleo. Espalhe por cima as rodelas de tomate e pedacinhos de aliche. Polvilhar com sal, pimenta e orégano. Deixar a massa crescer até dobrar de volume. Preaquecer o forno e assar a focaccia até dourar.

Lasanha a bolonhesa

Ingredientes:

1 pacote de macarrão para lasanha (cru)
200 gramas de queijo mussarela fatiado
1 lata de molho de tomate (para o molho)
500 gramas de carne moída
200 gramas de presunto

Modo de Preparar:

Molho: Cozinhar a carne moída com os temperos que desejar e acrescentar depois de cozida o molho de tomate. O mais importante é deixar bastante caldo e que este seja bem fino para facilitar o cozimento do macarrão. Se necessitar, acrescentar mais água. Você pode colocar majericão em pó ou orégano para realçar o sabor.
Para montar: Em um refratário médio, colocar primeiro duas conchas de caldo para receber a primeira camada do macarrão (cru). Vá alternando, o macarrão com os recheios conforme achar melhor. Porém sempre acrescentar ao recheio conchas de caldo para o macarrão ficar mergulhado no caldo da carne. Para finalizar cumpra com queijo. Preaquecer o forno a 200º graus e colocar a lasanha para cozinhar durante uns 30 minutos.

Macarrão com gorgonzola

Ingredientes:

300 gramas de queijo gorgonzola
Macarrão espaguete
Maço de espinafre

Modo de Preparar:

Cozinhar o macarrão do seu gosto. Cozinhar o espinafre na água. Retirar o espinafre e reservar um pouco da água para fazer o molho. Bater o espinafre com água reservada e juntar o queijo e bater tudo no liquidificador. Depois arrumar o macarrão em refratário e colocar o molho por cima.

Macarrão à Milanesa

Ingredientes:

Massa:

1 colher (chá) de sal
500 gramas de macarrão talharim
1 fio de óleo

Molho branco:

6 colheres cheias de amido de milho
1 colher (café) de noz moscada
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (chá) de sal
1 lata de creme de leite (sem soro)
1 e ½ litros de leite
1 cebola ralada
2 gemas

Recheio:

500 gramas de mussarela fatiada
500 gramas de presunto fatiado

Para empanar:

Farinha de rosca
8 claras

Modo de Preparar: Cozinhar o macarrão com um fio de óleo e uma coljher de sal (reservar).

Molho branco: Dourar a cebola ralada na manteiga. Bater no liquidificar as 2 gemas peneiradas, leite, amido de milho, o sal e a noz moscada. Pegar os ingredientes batidos no liquidificador e colocar na panela com a cebola dourada e mexer até formar um mingau, cozinhando em fogo brando para não empelotar, após o cozimento desligar o forno e misturar o creme de leite. Após o molho pronto misturar no macarrão já escorrido. Pegar um tabuleiro (sem untá-lo) colocar a metade do macarrão já misturado com o molho branco e rechear com presunto e mussarela. Cobrir com o restante do macarrão. Levar à geladeira de um dia para o outro. No dia seguinte cortar em pequenos quadrados e passar na clara ligeiramente mexida e empanar na farinha de rosca. Fritar em óleo quente (o suficiente para cobrir os quadrados durante a fritura). Servir quente.

Pastiera Di Grano

Massa:

1 xícara (chá) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de açúcar
½ tablete de manteiga

Recheio:

2 colheres (sopa) de passas brancas demolhadas e picadas
2 colheres (sopa) de fruta cristalizada picadas
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de raspas de laranja
1 colher (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) de leite
150 gramas de ricota fresca peneirada
Açúcar de confeiteiro para polvilhar
1 ovo

Modo de Preparar:

Massa: Juntar farinha, açúcar e manteiga. Trabalhar com as pontas dos dedos até obter uma massa lisa e homogênea. deixar descansar por 30 minutos na geladeira. Forrar 4 forminhas de 10cm de diâmetro com a massa. Furar o fundo e as laterais e levar à gealdeira por 15 minutos.

Recheio: Juntar ricota, açúcar, gemas, farinha, leite, raspas de laranja e misturar bem. Acrescentar as passas escorridas e as frutas cristalizadas. Misturar as claras delicadamente. Despejar o recheio nas forminhas e levar para assar em forno de 180ºC, preaquecido, por 20 minutos ou até que estejam douradas. Esperar esfriar, desenformar e polvilhar com açúcar de confeiteiro.

Spaghettti Thai

Ingredientes:

1 colher (chá) de pimenta dedo-de-moça picada ou a gosto
1 colher (sopa) de ricota picada em cubos
1 colher (café) de ervas frescas picadas
1 colher sopa de castanha de caju
1 colher (café) de geléia de pimenta
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de uva passa branca
100 gramas de espaguete pré-cozido
2 fatias de pão de forma em cubos
1 pitada de gengibre ralado
60 ml de creme de leite
20 ml de azeite

Modo de Preparar: Colocar metade do azeite em uma panela e refogar o gengibre. Adicionar o chocolate em pó e o creme de leite, as nozes picadas e a pimenta dedo-de-moça. Deixar reduzir. Em seguida, colocar a massa pré-cozida, a ricota e os croutons. Dispor sobre o prato e colocar a geléia. Com o restante de azeite, fazer um vinagrete juntamente com as ervas.

Trumpetti Campanola

Ingredientes:

2 xícaras de tomate pelados, sem pevides e picados
1 xícara alcachofras em conserva, aos quartos
2 colheres (sopa) de azeite
450 gramas de massa em forma de corneta
450 gramas de chouriço italiano picante
90 gramas de cogumelos em fatias
2 pimentos amarelos
1 cebola grande

Molho Béchamel:

2 colheres (sopa) de margarina
2 colheres (sopa) de farinha
1 xícara de leite
1 pitada de noz-moscada ralada
1 pitada de pimenta branca
1 pitada de sal

Modo de Preparar:

Preaquecer o forno a 200ºC e assar os pimentos durante 20 minutos. Retirar, descascar, retirar as sementes, as membranas, o centro e picar. Numa panela, dourar o chouriço e escorrer a gordura em excesso. Juntar o azeite e saltear a cebola, as alcachofras e os cogumelos até ficarem tenros. Adicionar os pimentos e o tomate picados. Reduzir o fogo e deixar cozinhar durante cerca de ½ hora.
Preparar o molho béchamel: Ferver o leite e, à parte, derreter a margarina, juntar a farinha e mexer muito bem com uma colher de pau, deixando cozinhar em fogo brando durante cerca de 2 minutos. Juntar o leite todo em fio, mexendo sempre, tendo o cuidado de não deixar encaroçar. Deixar ferver 2 minutos, mexendo sempre. Retirar e temperar com sal, pimenta e noz moscada ralada na altura.
Juntar a mistura de tomate ao molho e deixar cozinhar em fogo brando durante 10 minutos, mexendo. Cozinhar a massa em 2 litros de água temperada com sal.
Colocar a massa cozida nos pratos, cobrir com o molho e servir de imediato.

Fonte: www.sprachcaffe-italien.com/www.rumbo.com.br/www.reismagos.com.br/www.italiaoggi.com.br

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