Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Sistema Solar  Voltar

Sistema Solar

O sistema solar é um conjunto de planetas,asteroides e cometas que giram ao redor do sol. Cada um se mantém em sua respectiva órbita em virtude da intensa força gravitacional exercida pelo astro, que possui massa muito maior que a de qualquer outro planeta.

Os corpos mais importantes do sistema solar são os oito planetas que giram ao redor do sol, descrevendo órbitas elípticas, isto é, órbitas semelhantes a circunferências ligeiramente excêntricas.

Sistema Solar
Os planetas que compõem o sistema solar

O sol não está exatamente no centro dessas órbitas, como pode-se ver na figura abaixo, razão pela qual os planetas podem encontrar-se, às vezes, mais próximos ou mais distantes do astro.

 

Sistema Solar
Órbitas elípticas dos planetas do Sistema Solar

 

Origem do Sistema Solar

O sol e o Sistema Solar tiveram origem há 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que girava ao redor de si mesma. Sob a ação de seu próprio peso, essa nuvem se achatou, transformando-se num disco, em cujo centro formou-se o sol. Dentro desse disco, iniciou-se um processo de aglomeração de materiais sólidos, que, ao sofrer colisões entre si, deram lugar a corpos cada vez maiores, os outros planetas.

A composição de tais aglomerados relacionava-se com a distância que havia entre eles e o sol. Longe do astro, onde a temperatura era muito baixa, os planetas possuem muito mais matéria gasosa do que sólida, é o caso de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Os planetas perto dele, ao contrário, o gelo evaporou, restando apenas rochas e metais, é o caso de Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.

Fonte: www.sobiologia.com.br

Sistema Solar

Nossa vizinhança cósmica

O Sistema Solar está cheio de planetas, luas, asteróides, cometas, planetas menores, e muitos outros objetos interessantes.

Do nosso pequeno mundo, contemplava o oceano cósmico por milhares de anos. Antigos astrônomos observaram pontos de luz que pareciam mover-se entre as estrelas. Chamaram a esses objetos "planetas", que significa errante, e nomeou-los depois romana divindades-Júpiter, rei dos deuses, Marte, o deus da guerra, Mercúrio, o mensageiro dos deuses; Vênus, a deusa do amor e da beleza, e Saturno , pai de Júpiter e deus da agricultura. Os astrônomos também observaram cometas com caudas faiscantes, e meteoros ou estrelas cadentes aparentemente caindo do céu.

Desde a invenção do telescópio, mais três planetas foram descobertos em nosso sistema solar: Urano (1781), Netuno (1846), e, agora rebaixado a planeta anão, Plutão (1930). Além disso, há milhares de pequenos corpos como asteróides e cometas. A maioria dos asteróides na órbita em uma região entre as órbitas de Marte e Júpiter, enquanto a casa de cometas está muito além da órbita de Plutão, na Nuvem de Oort.

Os quatro planetas mais próximos do Sol-Mercúrio, Vênus, Terra e Marte são chamados planetas terrestres, porque eles têm sólidas superfícies rochosas.

Os quatro grandes planetas além da órbita de Marte e Júpiter, Saturno, Urano e Netuno-gigantes são chamados de gás. Tiny, distante, Plutão tem uma superfície sólida, mas icier que os planetas terrestres.

Quase planeta e cada uma das luas tem uma atmosfera. A atmosfera da Terra é principalmente nitrogênio e oxigênio. Vênus tem uma espessa atmosfera de dióxido de carbono, com traços de gases tóxicos como o dióxido de enxofre. Atmosfera de Marte dióxido de carbono é extremamente fina.

Júpiter, Saturno, Urano e Netuno são principalmente de hidrogênio e hélio. Quando Plutão está próximo do Sol, tem uma atmosfera fina, mas quando Plutão viaja para as regiões exteriores da sua órbita, a atmosfera congela e cai na superfície do planeta. Dessa forma, Plutão age como um cometa.

Luas, anéis e magnetosferas

Há 140 satélites naturais conhecidos, também chamados de luas, em órbita ao redor vários planetas em nosso sistema solar, que vão de corpos maiores do que a nossa lua de pequenos pedaços de detritos.

De 1610 a 1977, Saturno foi pensado para ser o único planeta com anéis. Nós agora sabemos que Júpiter, Urano e Netuno também têm sistemas de anéis, embora Saturno é, de longe, o maior. Partículas nesses sistemas de anéis variam em tamanho de pó de pedras para a casa de tamanho, e pode ser rochoso e / ou de gelo.

A maioria dos planetas também têm campos magnéticos, que se estendem para o espaço e formar uma magnetosfera em torno de cada planeta. Estes magnetosferas rodar com o planeta, varrendo as partículas carregadas com os mesmos. O Sol tem um campo magnético, a heliosfera, que envolve todo o nosso sistema solar.

Astrônomos antigos acreditavam que a Terra era o centro do universo, e que o sol e todas as outras estrelas giravam em torno da Terra. Copérnico provou que a Terra e os outros planetas do nosso sistema solar orbitam o nosso sol.

Pouco a pouco, estamos mapeando o universo, e uma questão óbvia surge: Existem outros planetas onde a vida possa existir? Só recentemente os astrônomos tinham as ferramentas para detectar grandes planetas indiretamente torno de outras estrelas nas proximidades de sistemas solares.

Fonte: science.nationalgeographic.com

Sistema Solar

O que é o Sistema Solar?

O Sistema Solar é composto de todos os planetas que orbitam a nossa dom Além de planetas, o sistema solar também é composto de luas, cometas, asteróides, planetas menores e poeira e gás.

Tudo no Sistema Solar orbita ou gira em torno do sol. O Sol contém cerca de 98% de todo o material do Sistema Solar. Quanto maior for o objeto de um, mais gravidade que tem. Porque o Sol é tão grande, a sua poderosa gravidade atrai todos os outros objetos do Sistema Solar em direção a ela. Ao mesmo tempo, esses objetos, que se movem muito rapidamente, tentar voar para longe do Sol, para fora, para o vazio do espaço exterior. O resultado dos planetas tentando voar para longe, ao mesmo tempo que o Sol está tentando trazê-los para dentro é que eles ficam presos no meio do caminho entre os dois. Equilibrada entre a voar em direção ao Sol, e escapar para o espaço, eles passarão a eternidade em órbita em torno de sua estrela-mãe.

Como é que o formulário do Sistema Solar?

Esta é uma questão importante, e que é difícil para os cientistas a entender. Afinal, a criação do nosso Sistema Solar levou bilhões de anos lugar antes que houvesse pessoas ao redor para testemunhar isso. Nossa própria evolução está intimamente ligada à evolução do Sistema Solar. Assim, sem entender de onde o Sistema Solar veio, é difícil compreender como a humanidade chegou a ser.

Os cientistas acreditam que o Sistema Solar evoluiu a partir de uma gigantesca nuvem de poeira e gás. Eles acreditam que essa poeira e gás começou a entrar em colapso sob o peso de sua própria gravidade. Como ele fez isso, o assunto contido neste poderia começar a se mover em um círculo gigante, assim como a água se move de drenagem ao redor do centro do dreno em um círculo.

No centro desta nuvem de fiação, uma pequena estrela começou a formar-se. Esta estrela cresceu maior e maior, uma vez que recolheu mais e mais da poeira e gás que desabou para ele.

Mais longe do centro da massa, onde a estrela estava a formar, não havia aglomerados mais pequenos de poeira e gás que também foram em colapso. A estrela no centro, eventualmente inflamado formar o nosso Sol, enquanto os aglomerados mais pequenos se tornaram os planetas, planetas menores, luas, cometas e asteróides.

Uma grande tempestade

Uma vez inflamado, poderosas do Sol ventos solares começou a soprar. Esses ventos, que são feitas de partículas atômicas sendo soprada para fora do Sol, empurrou lentamente o gás e poeira restantes fora do Sistema Solar.

Como é que o formulário do Sistema Solar?

Esta é uma questão importante, e que é difícil para os cientistas a entender. Afinal, a criação do nosso Sistema Solar levou bilhões de anos lugar antes que houvesse pessoas ao redor para testemunhar isso. Nossa própria evolução está intimamente ligada à evolução do Sistema Solar. Assim, sem entender de onde o Sistema Solar veio, é difícil compreender como a humanidade chegou a ser.

Os cientistas acreditam que o Sistema Solar evoluiu a partir de uma gigantesca nuvem de poeira e gás. Eles acreditam que essa poeira e gás começou a entrar em colapso sob o peso de sua própria gravidade. Como ele fez isso, o assunto contido neste poderia começar a se mover em um círculo gigante, assim como a água se move de drenagem ao redor do centro do dreno em um círculo.

No centro desta nuvem de fiação, uma pequena estrela começou a formar-se. Esta estrela cresceu maior e maior, uma vez que recolheu mais e mais da poeira e gás que desabou para ele.

Mais longe do centro da massa, onde a estrela estava a formar, não havia aglomerados mais pequenos de poeira e gás que também foram em colapso. A estrela no centro, eventualmente inflamado formar o nosso Sol, enquanto os aglomerados mais pequenos se tornaram os planetas, planetas menores, luas, cometas e asteróides.

Uma grande tempestade

Uma vez inflamado, poderosas do Sol ventos solares começou a soprar. Esses ventos, que são feitas de partículas atômicas sendo soprada para fora do Sol, empurrou lentamente o gás e poeira restantes fora do Sistema Solar.

De vez em quando, um desses cometas será jogado fora de sua órbita no Cinturão de Kuiper e arremessou em direção ao Sistema Solar interior, onde lentamente derrete em um show fantástico de cauda e luz.

Além do Cinturão de Kuiper fica uma vasta área conhecida como a Nuvem de Oort. Aqui dentro dessa nuvem confusa desorganizado vivem milhões de cometas adicionais. Esses cometas não orbitam o Sol em um anel ou um cinto. Em vez disso, cada uma delas em torno de vibra numa direção completamente aleatória, e, a velocidades extremamente elevadas.

Além da Nuvem de Oort

Ventos solares do Sol continuam empurrando para fora, até que finalmente começam a se misturar no meio interestelar, tornando-se perdido com os ventos de outras estrelas. Isso cria uma espécie de bolha chamada heliosfera. Cientistas definem os limites do Sistema Solar como sendo a fronteira da heliosfera, ou no local onde os ventos solares do mix dom com os ventos de outras estrelas.

A heliosfera estende a partir do Sol a uma distância de cerca de 15 bilhões quilômetros, que é mais de 160 vezes mais longe do Sol do que a Terra.

Sistema Solar Fatos

Cada página é cheia de fatos engraçados e emocionantes sobre o nosso Sistema Solar. Tome seu tempo e desfrutar de explorar nossa família solar.

Fonte: www.kidsastronomy.com

Sistema Solar

UMA ESFERA DE GÁS E PÓ

Sistema Solar
Sistema Solar

Há 4,5 bilhões de anos teve início a formação do sistema solar a partir de uma nuvem de gás e pó que entrou em colapso em virtude de seu próprio peso e que, devido a seu movimento de rotação, formou um disco ao redor do Sol que nascia.

UM DISCO EM ROTAÇÃO

Sistema Solar
Sistema Solar

O movimento de rotação do sistema solar primitivo prosseguiu, e a matéria sólida presente no disco começou a aglomerar-se. Alguns aglomerados de matéria mediam vários quilômetros. No centro, o Sol liberava uma enorme quantidade de calor que provocou a aglomeração da matéria.

A FORMAÇÃO DOS PLANETAS

Sistema Solar
Sistema Solar

No sistema solar exterior, formaram-se quatro grandes massas que deram origem aos planetas gigantes gasosos. sua intensa gravidade favoreceu a constituição de densas atmosferas. mais próximos do Sol formaram-se os planetas terrestres.

O SISTEMA SOLAR ATUAL

Sistema Solar
Sistema Solar

É composto por nove planetas que viajam em torno do Sol descrevendo órbitas estáveis. A maioria deles possui satélites naturais. Os asteróides e os cometas são resíduos do sistema solar primitivo.

ORIGEM DO SISTEMA SOLAR

O sol e o sistema solar tiveram origem há 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que girava ao redor de si mesma. Sob a ação de seu próprio peso, essa nuvem se achatou, transformando-se num disco, em cujo centro formou-se o sol.

Dentro desse disco, iniciou-se um processo de aglomeração de materiais sólidos, que, ao sofrer colisões entre si, deram lugar a corpos cada vez maiores.

A composição de tais aglomerados relacionava-se com a distância que havia entre eles e o sol. Longe do astro, onde a temperatura era muito baixa, os corpos congelaram; perto dele, ao contrário, o gelo evaporou, restando apenas rochas e metais.

O SISTEMA SOLAR

O sistema solar é um conjunto de planetas, asteróides e cometas que giram ao redor do sol. Cada um se mantém em sua respectiva órbita em virtude da intensa força gravitacional exercida pelo astro, que possui massa muito maior que a de qualquer outro planeta.

Os corpos mais importantes do sistema solar são os nove planetas que giram ao redor do sol, descrevendo órbitas elípticas, isto é, órbitas semelhantes a circunferências ligeiramente excêntricas.

O sol não está exatamente no centro dessas órbitas, razão pela qual os planetas podem encontrar-se, às vezes, mais próximos ou mais distantes do astro.

Fonte: osistemasolar.vilabol.uol.com.br

Sistema Solar

O Sistema Solar tem como elemento central uma estrela anã, com cerca de 4.6 bilhões de anos de idade chamada Sol, ao redor da qual orbitam os nove planetas conhecidos, satélites, meteoróides, asteróides e cometas, todos distribuídos numa grande região de quase vinte bilhões de quilometros.

Sistema Solar
Sistema Solar

Da nuvem estelar que deu origem a nossa estrela e demais corpos a mais de cinco bilhões de anos atrás, 99,9% de sua massa formou o Sol e o restante 0,1% formou os demais corpos do Sistema Solar.

O estudo aprofundado do Sistema Solar nos permitiu conhecer muito melhor o nosso Sol e a exploração planetária trouxe uma nova visão desse conjunto.

Nosso planeta Terra ocupa uma situação muito especial por ter permitido a manutenção de formas de vida por períodos muito longos, situação essa que nós não encontramos nos demais planetas. Entender o funcionamento do Sistema Solar significa valorizar a Terra e como nós devemos nos comportar de modo a permitir existência profícua dela.

Os planetas do Sistema Solar são divididos habitualmente em dois grupos: Os quatro primeiros a partir do Sol são os planetas terrestres, também chamados de telúricos ou interiores (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte), formados principalmente por rochas e silicatos. Os quatro seguintes são os planetas jovianos ou exteriores (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), formado por gases.

Os planetas terrestres recebem esta denominação pois são planetas sólidos e que possuem superfície rígida. De Júpiter a Netuno, os planetas são gasosos e não têm superfície sólida que se possa pisar sem afundar.

Devido à grande distância e por isso carência de dados, não se pode dar uma classificação exata a Plutão, mas ao que parece ele se enquadra entre os planetas do tipo terrestre. Com o objetivo de estudar esse astro e sua lua Caronte mais profundamente, em janeiro de 2006 os EUA lançaram a nave New Horizons , que deverá atingir o astro em julho de 2015.

O número de planetas também poderá ser aumentado para dez ou onze, devido às recentes descobertas de 2003 UB313 , batizado provisóriamente de Xena e de 2003 VB12, batizado de Sedna .

CARACTERÍSTICAS

Os planetas do grupo terrestres apresentam massa pequena, densidade elevada, distância do Sol pequena, poucos ou nenhum satélite e são compostos de elementos pesados.

Os planetas jovianos apresentam massa elevada, baixa densidade, grandes distâncias do Sol, diversos satélites e são compostos de elementos leves, principalmente hidrogênio e hélio

Entre as órbitas de Marte e Júpiter encontra-se o Cinturão de Asteróides e após a órbita de Netuno, outra região, conhecida como Cinturão de Kuiper, agrupa uma série de gélidos asteróides.

MAIS CORPOS CELESTES

Muito além da órbita de Plutão e do Cinturão de Kuiper encontra-se a Nuvem de Oort, o repositório de cometas do nosso Sistema Solar.

Nosso Sistema Solar também apresenta um fenômeno atmosférico frequente: as estrelas cadentes. Quando essas estão no espaço são chamadas de meteoróides.

Quando entram em nossa atmosfera passam a se chamas "meteoros" e quando encontrados na superfície da Terra, recebem o nome de meteoritos.

Esse conjunto de cometas, asteróides e meteoróides são classificados como Corpos Menores do Sistema Solar.

Fonte: www.apolo11.com

Sistema Solar

Conjunto de nove planetas, entre os quais a Terra, 61 satélites naturais, milhares de asteróides, meteoróides e cometas, que gravitam em torno do Sol, além de gás e poeira interplanetários. Formado há cerca de 5 bilhões de anos, o Sistema Solar localiza-se no Braço de Órion da Galáxia Via Láctea, a aproximadamente 33 mil anos-luz de seu centro.

Sistema Solar

Planetas

São corpos celestes sem luz própria e relativamente frios que giram ao redor de uma estrela.

No Sistema Solar existem nove planetas conhecidos: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Entre 1995 e 1996 são descobertos cerca de 12 novos planetas, todos eles fora do Sistema Solar. Em torno dos planetas do sistema solar giram corpos celestes conhecidos como satélites.

Asteróides e meteoróides

Os asteróides são pequenos corpos celestes, com diâmetro inferior ao de Ceres (1.003 km), o maior de todos. Grande parte deles está localizada entre Marte e Júpiter, numa região conhecida por cinturão de asteróides. Os meteoróides são fragmentos de matéria com tamanho maior do que uma molécula e menor do que um asteróide. Ao entrarem na atmosfera terrestre se aquecem produzindo um fenômeno luminoso chamado meteoro. Ao atingir a superfície, recebem o nome de meteoritos. O maior meteorito (em massa) é o Hoba, que pesa 60 t e caiu na África do Sul.

Fonte: www.netguest.com

Sistema Solar

Nas noites de verão, quando não há uma única nuvem no céu estrelado, não dá a maior vontade de sair passeando por aí? Pois vamos aproveitar o bom tempo para dar uma volta pela vizinhança... pela vizinhança interplanetária.

Vamos chegar mais perto e dar um passeio pelos planetas do Sistema Solar.

Quase todos os planetas se dividem em dois grupos: quatro pequenos planetas rochosos perto do Sol (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e quatro planetas mais distantes, grandes e gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). Muito pequeno e gelado, Plutão não entra em nenhum dos grupos e fica de fora da turma.

Saindo da Terra e indo em direção ao Sol, o primeiro planeta que encontramos é Vênus.

De vista até parece com a Terra, são mais ou menos do mesmo tamanho. Mas Vênus possui uma atmosfera irrespirável e é circundada por uma pesada nuvem, que torna sua superfície muito quente para que haja vida por lá (pelo menos é o que se acredita até hoje...).

Vênus também é o planeta que demora mais tempo para girar em torno de si mesmo no Sistema Solar.

Enquanto a Terra demora apenas um dia, Vênus leva 243 dias.

Sondas espaciais revelaram alguns mistérios do planeta: Vênus é cheio de crateras, montanhas e vulcões, e tem duas grandes planícies.

Continuando o passeio, é bom que se diga que a "paisagem" espacial é bem diversificada. Não existem apenas os nove planetas descobertos até agora, mas também satélites, cometas, asteróides, meteoróides, tudo envolvido numa fina camada de "poeira" interplanetária. Precisamos fazer uma faxina na galáxia qualquer dia desses...

Chegamos a Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol.

Esse pequeno planeta lembra a Lua, com sua superfície cheia de crateras.

Mas aqui o calor e o frio são insuportáveis, oscilando entre 430 graus Celsius no lado iluminado pelo Sol e -170 graus Celsius no lado escuro.

Quando a noite chega em Mercúrio, a temperatura cai muito, pois quase não existe atmosfera no planeta.

Por isso, vamos dar meia-volta, passar por Vênus e aproveitar para dar uma olhada de longe na Terra.

Quinto maior planeta do Sistema Solar, a Terra vista do espaço é uma esfera azul com manchas marrons e verdes (que são os continentes).

Ops, aí vem a Lua, o único satélite da Terra. Melhor seguir adiante.

Chegamos ao "planeta vermelho": Marte, o quarto planeta mais próximo do Sol e que, junto com os outros três, integra o grupo dos planetas rochosos do Sistema Solar.

Assim como a Terra tem seu satélite, a Lua, Marte também não está desacompanhado: possui dois pequenos satélites de formas irregulares, com nomes engraçados: Fobos e Deimos.

No século 19, os astrônomos acreditavam que Marte possuía sinais de vida, como marcas parecidas com canais de água e manchas escuras semelhantes a vegetação.

Hoje se sabe que as manchas de "vegetação" eram áreas de concentração da poeira vermelha, cor de tijolo, que cobre a maior parte do planeta.

Mas, em relação à água, esses astrônomos estavam certos: em junho de 2.000, cientistas descobriram que existe mesmo água em Marte!

Embora não tenham encontrado nenhuma evidência de "vida marciana", os pesquisadores dizem que o planeta tem as condições necessárias para a existência de seres vivos.

E, em agosto de 2003, Marte passou "raspando" aqui na Terra! Em 60 mil anos, essa foi a ocasião em que o planeta vermelho chegou mais perto da gente. Confira no Arquivo do Jornal do Canal!

O próximo planeta que encontramos pela frente é Júpiter.

É o primeiro dos planetas gasosos, ao lado de Saturno, Urano e Netuno.

Existem algumas características comuns a esses quatro planetas: são formados por elementos leves (diferente dos planetas rochosos, compostos de rochas e metais), possuem vários satélites e são bem grandes.

Júpiter é o maior dos planetas, "apenas" mil vezes menor que o Sol, e possui vários anéis e satélites.

Como sua rotação é muito rápida, formam-se fascinantes estruturas de nuvens.

A mais incrível é uma tempestade chamada de Grande Mancha Vermelha, uma coluna em espiral de nuvens aproximadamente três vezes maior que a Terra!

Depois do gigante Júpiter, encontramos Saturno.

E aqui o visual é deslumbrante, porque os anéis em volta do planeta formam um lindo espetáculo de cores.

O sistema de anéis de Saturno é muito fino, com menos de um quilômetro de espessura, mas se estende por mais de 420 mil quilômetros além da superfície do planeta.

Como se não bastasse, Saturno é também o planeta com maior número de satélites, mais de 20 identificados até agora.

Se não fosse inabitável para os seres humanos, seria um lugar bonito de se morar...

Desviando das belezas de Saturno, chegamos a Urano, o terceiro maior planeta do Sistema Solar.

Constituído por uma mistura densa de diferentes tipos de gelo e gás ao redor de um núcleo sólido, Urano possui uma atmosfera com traços de gás metano, responsável por sua cor azul-esverdeada.

É rodeado por 11 anéis, compostos pela matéria mais escura do Sistema Solar, e por 15 luas conhecidas, todas de gelo.

Pena que, ao contrário de Saturno, cujo sistema de anéis tem milhares de quilômetros de largura, os anéis de Urano são muito pequenos e difíceis de identificar.

Próxima parada: Netuno, oitavo planeta do Sistema Solar.

Quatro vezes maior do que a Terra, ele tem quatro satélites principais e, como Saturno, também possui anéis, que só foram detectados em 1977!

É o último dos grandes planetas gasosos, composto principalmente por hélio e hidrogênio.

A atmosfera possui grandes manchas, que na verdade são enormes tempestades que dão a volta no planeta com ventos de cerca de 2 mil quilômetros por hora!

Depois dele vem o minúsculo Plutão, o menor do Sistema Solar, que não se encaixa em nenhuma classificação anterior e possui apenas um satélite.

Tem uma órbita bem maluca e é difícil de ser compreendida, tanto que às vezes chega a entrar em órbita alheia, quer dizer, na órbita de seu vizinho Netuno. Plutão passa pela órbita de Netuno durante 20 anos dos 248 anos que leva para dar uma volta ao redor do Sol.

Descoberto somente em 1930, Plutão é o último planeta do Sistema Solar. Pelo menos até agora.

Há suspeitas de que exista um planeta ainda não identificado, que por enquanto é conhecido pelo misterioso nome de Planeta X.

Fonte: www.canalkids.com.br

Sistema Solar

SOL

Sistema Solar

O SOL é uma estrela como muitas outras. Mas, para todos os que vivem na Terra, ela é a estrela mais importante.

O Sol parece-nos muito grande porque é a estrela que está mais próxima da Terra. No entanto, ele é uma das estrela mais pequenas do Universo. Apesar disso, é um milhão de vezes maior que a Terra e encontra-se a cerca de 150 milhões de Km desta.

A sua luz demora cerca de oito minutos a chegar até nós e é tão intensa que não nos deixa ver os outros astros durante o dia. Pode danificar os olhos se for observada diretamente. O telescópio com que os cientistas estudam o Sol tem um filtro denso para proteger a visão.

MERCÚRIO

Sistema Solar

Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol, é um pequeno mundo quente que tem cerca de uma vez e meia a largura da Lua. A sua superfície está fortemente marcada por crateras.

Mercúrio gira em volta do Sol a uma distância de milhões de quilómetros. Esta proximidade torna este planeta difícil de observar no céu noturno, embora por vezes possa ser avistado muito perto do horizonte.

Do lado iluminado pelo Sol, Mercúrio tem uma temperatura muito elevada. Do lado escuro, o pequeno planeta é fatalmente frio. O planeta tem ainda a desvantagem de ser desprovido de ar. Todas estas condições tão hostis não encorajam os astronautas a desembarcar neste planeta.

Em Mercúrio, os aniversários são mais frequentes do que o nascer do Sol! Pois um "ano" (uma órbita em volta do Sol) dura 88 dias.

VÊNUS

Sistema Solar

Vênus é o planeta irmão da Terra. Estes dois mundos são quase de tamanho idêntico. Mas, Vénus está mais próximo do Sol e permanentemente envolto numa espessa camada de nuvens que não permitem a passagem da luz do Sol até à superfície do planeta. A sua atmosfera é sufocante e venenosa, sendo portanto totalmente imprópria para as formas de vida típicas da Terra.

Em relação aos outros planetas, Vénus gira em "marcha–atrás". Demora 243 dias a dar a volta completa sobre si próprio, o que faz com que os seus dias sejam maiores que os anos.

Vénus é um corpo celeste brilhante bem conhecido dos nosso céu, sendo conhecido vulgarmente sob o nome de estrela d`alva ou estrela da manhã, estrela da tarde ou Vésper (conforme a altura da sua aparição) e estrela do pastor (por ser a hora em que este ía ou vinha com o rebanho.

TERRA

Sistema Solar

A Terra ao contrário dos outros planetas é ativa. Graças aos vulcões, e tremores de terra, "regenera" a sua superfície que assim, está em permanente mudança.

É o único planeta que possui água no estado líquido. O ar é rico em nitrogénio e oxigénio. Esta atmosfera ajuda a filtrar algumas radiações mais nocivas do que o Sol e protege também a superfície da Terra da colisão de meteoritos.

A combinação duma superfície permanente em mudança, os oceanos e a atmosfera protetora proporcionam o desenvolvimento de vida.

Alguns cientistas prevêem um desequilíbrio da Terra, devido ao aumento da população. A destruição sistemática das florestas, assim como a exploração desenfreada de combustíveis têm como consequência a formação de quantidades enormes de dióxio de carbono na atmosfera. O dióxio de carbono permite a entrada do calor do Sol na atmosfera terrestre, mas impede que este volte a sair, logo a temperatura poderá aumentar consideravelmente.

Só com o lançamento dos primeiros satélites, nos finais da década de 50, é que o homem pôde observar imagens do seu planeta vistas do espaço. A abundância de água no estado líquido faz da Terra um planeta único no sistema solar, tendo a aparência de uma esfera azul brilhante. Mais de 2/3 do planeta está coberto de água.

A Terra gira constantemente à volta do seu eixo com um movimento semelhante ao de um pião que dá voltas sobre si mesmo, no sentido contrário ao movimento dos ponteiros do relógio. Este movimento chama-se movimento de rotação. A Terra demora 24 horas, ou seja um dia, a dar uma volta sobre si mesma. Rodando a uma velocidade de 1500 Km/h.

A rotação da Terra origina a sucessão dos dias e das noites. Como a Terra é uma esfera, os raios de Sol não podem iluminar toda a superfície terrestre ao mesmo tempo. Na parte da Terra que está iluminada, isto é, onde chega a luz do Sol é dia e na parte oposta é noite.

A Terra, como todos os planetas do sistema solar, gira em volta do Sol. A este movimento chama-se translação. A Terra demora cerca de 365 dias, ou seja, um ano a dar a volta completa ao Sol.

Durante o movimento de translação da Terra, ao longo do ano, sucedem-se quatro estações: Primavera, Verão, Outono e Inverno.

LUA

Sistema Solar

A Lua é o mais próximo de todos os mundos, e depois da Terra é para nós o mais familiar de todos os membros do sistema solar.

A Lua é o único satélite da Terra, distanciado desta 384 000 Km. A seguir ao Sol é o corpo mais brilhante do nosso céu.

Alguns planetas podem ter grandes famílias de luas, mas todas elas são mais pequenas do que a companheira da Terra.

A Lua tem cerca de ¼ do tamanho da superfície da Terra e não possui nem água nem atmosfera. Devido a isso não se verifica erosão eólica ou hidráulica. Este satélite não possui clima e por isso dificilmente sofrerá transformações.

Se observarmos a Lua através de um telescópio, conseguimos distinguir diferentes zonas: umas claras e outras escuras. As zonas claras são designadas por continentes e as zonas escuras por mares.

Toda a gente conhece o aspecto da Lua no céu. As diferentes fases, ou áreas brilhantes da Lua, são as regiões iluminadas pelo Sol enquanto a Lua gira em torno da Terra, que se refletem para os nossos olhos.

Quando a Lua e o Sol estão em posições opostas em relação à Terra, o Sol ilumina toda a superfície que vemos da Lua – é a fase de Lua cheia. Quando a zona iluminada da Lua aumenta é a fase crescente da Lua, quando diminui a zona de luz é a fase decrescente.

As características da fase oculta da Lua permaneceram um mistério até finais dos anos 60. No entanto, no dia 20 de Julho de 1969, a tripulação da Nave Apollo 11, conquistou a Lua. Os primeiros astronautas a pisarem a Lua foram Armstrong e Edwin Aldrin

MARTE

Sistema Solar

Marte, visto da Terra, assemelha-se a uma gota de sangue no céu estrelado. Os antigos babilônios, gregos e os romanos deram-lhe o nome de Deus da guerra.

Marte é um planeta pequeno, tendo metade do tamanho da Terra, tendo igualmente algumas semelhanças com ela. Pois, tal como a Terra, Marte tem um dia de 24 horas, calotas polares e uma atmosfera. Como tal, não surpreende o fato de Marte ter sido sempre o local eleito pela nossa imaginação para a existência de extraterrestres. No entanto, parece não haver possibilidade de vida cem Marte.

Marte tem duas pequenas Luas, sendo elas Fobos e Deimos.

JÚPITER

Sistema Solar

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar. Este planeta possui um núcleo denso formado por gelo e corpos rochosos. À volta desse núcleo deve existir uma grande camada de hidrogénio envolvida pela atmosfera bastante espessa.

Quando se observa este planeta por um telescópio ele parece um disco amarelo com duas faixas mais escuras em toda a volta.

Júpiter possui cerca de quinze satélites, como por exemplo, Io, Ganimedes, Europa, e Calisto.

SATURNO

Sistema Solar

Saturno é o mais belo de todos os planetas, devido à existência de anéis.

Esses anéis são formados por inúmeras partículas de gelo ou fragmentos rochosos cobertos de gelo, que giram à volta do planeta com uma órbita própria como se fossem satélites em miniatura (é possível que a sua espessura seja inferior a duzentos metros).

Além dos anéis, Saturno tem muitos satélites, como por exemplo Titã que é o único satélite do Sistema Solar que tem atmosfera.

Saturno é muito parecido com Júpiter na sua constituição e estrutura interna.

URANO

Sistema Solar

Urano é um planeta gigante. É cerca de quatro vezes maior que a Terra e o seu aspecto é muito diferente dela.

Daquilo que o homem muito dificilmente conseguiu observar vêem -se algumas faixas pouco definidas.

Este planeta tem cerca de quinze satélites e onze anéis.

NETUNO

Sistema Solar

Tal como Urano, Netuno também é cerca de quatro vezes maior que a Terra. No entanto, ao contrário do que se passa com o primeiro este planeta apresenta faixas distintas e vários pontos escuros.

Netuno tem cerca de oito satélites, como por exemplo, Tritão e Nereia e cerca de três anéis.

PLUTÃO

Sistema Solar

Plutão foi o último planeta a ser descoberto e o seu tamanho é semelhante ao da Lua.

Sabe-se muito pouco acerca deste planeta. No entanto, como ela se encontra muito afastado do Sol imagina-se que a temperatura aí existente deve ser de -230º C aproximadamente.

Fonte: www.minerva.uevora.pt

Sistema Solar

Sistema Solar
Esta imagem da NASA mostra a Via Láctea numa perspectiva lateral. A localização aproximada do sol nos dá uma idéia da nossa posição na Galáxia, a figura combina imagens obtidas em vários comprimentos de onda próximo do infravermelho. (Cortesia NASA).

a - A Galáxia Via Láctea

Todo o sistema solar, em conjunto com as estrelas visíveis numa noite clara, orbitam em volta do centro da nossa Galáxia, um disco em espiral com aproximadamente 200 bilhões de estrelas, a qual chamamos Via Láctea.

A Galáxia mais próxima a nossa Via Láctea é a Galáxia de Andrômeda, é uma galáxia em espiral, tal como a Via Láctea, cuja massa é 4 vezes maior que a nossa e está a 2 milhões de anos-luz de distância.

A nossa galáxia, uma entre bilhões de galáxias conhecidas, viaja pelo espaço intergaláctico. Nos últimos anos os astrônomos estão encontrando evidências que muitas destas estrelas, como ocorre com o Sol, também possuem seus próprios sistemas de planetas, conhecidos como planetas extra-solar.

Em janeiro de 2001 astrônomos já haviam encontrado aproximadamente 50 planetas orbitando em outras estrelas.Estes planetas encontrados são tão grandes como o nosso planeta Júpiter, feitos basicamente de gás. Os métodos empregados na descoberta de planetas fora do sistema solar, só podem no momento detectar grandes planetas.

Sistema Solar
Vista do disco espiralado da Via Láctea

A estrela mais próxima do nosso sistema é a Próxima Centauri, a uma distância de aproximadamente 4,3 anos luz. O ano luz é uma medida de distância utilizada na astronomia, ela equivale ao espaço percorrido durante um ano por um corpo com a velocidade da luz (300.000 km/segundo).

b - O Sistema Solar

O sistema solar desde os primórdios da civilização foi um tema de curiosidade e estudo. Os antigos astrônomos olhando o céu, notavam que alguns pontos luminosos moviam-se no céu entre as estrelas e que durante o ano alteravam o seu brilho. Estes corpos com movimento errante foram chamados de Planetas, que significa estrelas viajantes.

Sistema Solar
Sistema Solar

Estes corpos receberam vários nomes, dados pelos diferentes povos antigos: os egípcios, chineses, mesopotâmios, os gregos, romanos... No início as medidas realizadas para este estudo era pouco precisas e feitas muitas vezes de maneira indireta, utilizando a luz visível para realiza-las.

Após a invenção do telescópio outros planetas foram descobertos: Urano (1781), Netuno (1846) e Plutão (1930), além de uma infinidade de outros corpos celestes, como os asteróides e cometas.

No início do século 20 os cientistas descobriram outros tipos de ondas que como a luz fazem parte do espectro eletromagnético. Estas ondas no entanto apresentam uma série de vantagens em relação a luz, basta pensar no mau tempo ou no céu encoberto para realizar observações astronômicas.

Em 1931 Karl Jansky, descobriu a presença de Ondas de Rádio que chegavam do espaço e interferiam nas comunicações na Terra. Esta descoberta marca o início da radioastronomia, uma técnica de observação tão importante quanto as observações astronômicas por telescópios, possibilitando o estudo de corpos celestes. As substâncias de que são feitos os planetas emitem ondas de rádio. E essas ondas, diferentemente da luz visível, penetram com facilidade na atmosfera terrestre e suas camadas de nuvens.

Em 1957 com o início dos vôos espaciais, novos equipamentos indicavam a vantagem em utilizar outros tipos de ondas eletromagnéticas. Afinal com as viagens espaciais e o envio de sondas interplanetárias, muitos dos instrumentos a bordo foram projetados para estudar e medir com grande precisão as propriedades físicas e químicas da atmosfera e da superfície de planetas e mais recentemente do Sol, onde as condições do local na maioria das vezes não são nem um pouco favoráveis.

No século 21 o conhecimento do sistema solar está crescendo de maneira surpreendente.

O Sistema solar é composto de uma estrela comum, que nos chamamos de SOL e seus planetas; MERCÚRIO, VÊNUS, TERRA, MARTE, JÚPITER, SATURNO, URANO, NETUNO e PLUTÃO. Inclui também as Luas dos planetas, numerosos cometas e asteróides, meteoros e o meio interplanetário que é a região compreendida entre os corpos do sistema solar.

c - A Nossa estrela

Sistema Solar
Sol

O Sol é a fonte mais rica de energia eletromagnética do sistema solar. A gravidade do Sol cria pressões extremas e provoca grandes temperaturas internas, capazes de provocar e sustentar reações termonucleares que funde núcleos de hidrogênio produzindo núcleos de hélio. Estas reações termonucleares começaram aproximadamente 5 x 109 anos atrás, e provavelmente continuará por mais 5 x 109 anos. A superfície aparente do sol não tem nenhum limite físico, como estamos acostumados com os planetas sólidos (como a Terra), embora quando o vemos da Terra temos a impressão de ver um corpo com uma superfície delimitada.

O Sol contém 99,85% de toda a matéria do Sistema Solar. Os planetas, que se condensaram a partir do mesmo disco de matéria de onde se formou o Sol, contêm apenas 0,135% da massa do sistema solar. Júpiter contém mais do dobro da matéria de todos os outros planetas juntos. Os satélites dos planetas, cometas, asteróides, meteoros e o meio interplanetário constituem os restantes 0,015%.

A tabela seguinte é uma lista da distribuição de massa no nosso Sistema Solar

Sol 99,85%


Planetas 0,135%


Satélites  
Meteoros 0,015%
Meio Interplanetário  
Asteróides  

Os planetas, a maior parte dos satélites dos planetas e os asteróides giram em volta do Sol na mesma direção, em órbitas aproximadamente circulares. Se olharmos de cima do pólo norte solar, os planetas orbitam num sentido anti-horário.

Os planetas orbitam o Sol num mesmo plano, ou próximo, chamado a eclíptica. Plutão é um caso especial, porque a sua órbita é a mais inclinada (18 graus) e a mais elíptica de todos os planetas. Por isso, durante uma parte da sua órbita, Plutão está mais perto do Sol do que Netuno. O eixo de rotação da maior parte dos planetas é aproximadamente perpendicular à eclíptica. As exceções são Urano e Plutão, que estão inclinados para um lado.

Os planetas Jupterianos

Júpiter, Saturno, Urano, e Netuno são conhecido por planetas Jupiterianos, ou Jovianos (semelhantes a Júpiter, ou Jove), porque são todos gigantescos comparados com a Terra, e têm uma natureza gasosa tal como Júpiter. Os planetas Jovianos também são referidos como os gigantes gasosos, apesar de poderem possuir pequenos núcleos sólidos.

Os planetas Terrestres

Os planetas terrestres são os quatro planetas mais interiores no sistema solar, Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. São denominados de terrestres, porque têm uma superfície compacta rochosa tal como a Terra. Os planetas Vênus, Terra e Marte têm atmosferas significativas enquanto Mercúrio praticamente não possui...

d - O espaço interplanetário

Ao analisarmos o volume do sistema solar como um todo, notaremos que é praticamente vazio.

Longe de ser absolutamente nada, este "espaço" compõe o meio interplanetário, inclui diversas formas de energia e pelo menos dois componentes materiais: poeira interplanetária e gás interplanetário. A poeira interplanetária consiste de partículas sólidas microscópicas. O gás interplanetário é um tênue fluxo de gás e de partículas carregadas, principalmente prótons e elétrons -- plasma -- que flui do Sol, chamado o vento solar.

e - Cometas e Asteróides

Sistema Solar

Na foto ao lado você pode ver um cometa sendo visto a olho nu da Terra. Eles surgem no céu por algum tempo e são descritos pelo homem desde o início da nossa civilização. O cometa de Halley é talvez o mais famoso, ele aparece a cada 76 anos, a sua última aparição foi em 1986.

Os asteróides são corpos pequenos, seriam pedaços de rocha no espaço, como vemos na fotografia acima. Eles podem ser encontrados no sistema solar, principalmente na região entre o planetas Marte e Júpiter.

Fonte: www.ciencia-cultura.com

Sistema Solar

Ao contemplarmos o céu noturno, notamos que existem alguns astros que não cintilam como as estrelas e se encontram próximos à eclíptica - o caminho que vemos o Sol percorrer durante o ano. Em uma observação mais demorada, iremos notar, com o passar dos dias, que eles se deslocam em relação às estrelas. A estes astros damos o nome de planetas.

Desde a Antiguidade são conhecidos cinco planetas (são vistos à vista desarmada): Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.

Posteriormente foram acrescentados mais três planetas (estes só vistos com o auxílio de telescópios): Urano, Netuno e Plutão. A Terra completa a lista destes "astros errantes".

O movimento aparente dos planetas e das estrelas no céu levou o homem antigo a pensar que a Terra era o centro do Universo. Foram então elaborados modelos que explicavam a "harmonia" da esfera celeste. O mais influente desses modelos ficou conhecido como Ptolomaico, por ter sido idealizado por Ptolomeu, no século II depois de Cristo.

Esse modelo parecia explicar bem o Universo até serem feitas observações mais apuradas no século XV, quando o astrônomo polonês Nicolau Copérnico "transferiu" o centro para o Sol e tornou a Terra apenas mais um planeta a girar em torno deste astro.

Hoje sabemos que também o Sol não está no centro do Universo, ele é apenas mais uma entre as 200 bilhões de estrelas, aproximadamente, que giram ao redor do centro de nossa galáxia, a Via Láctea. Esta por sua vez também não está no centro do Universo.

Origem do Sistema Solar

A teoria mais aceita, atualmente, foi elaborada em 1948 por Fred Hoyle e Hannes Alfren. Supõe que o Sistema Solar teve origem numa grande nuvem de gás e poeira de onde foram expelidos anéis de matéria gasosa, a partir dos quais se formaram os planetas, dando lugar ao nosso sistema planetário atual.

Esta teoria permite manter a tese da origem conjunta do Sol e dos planetas, explicando como os processos físicos ocorreram e como os anéis desprendidos do núcleo central puderam atingir pontos tão distantes do centro da órbita de Netuno. A nuvem de gás girava em torno de seu centro. Depois de um certo tempo (cerca de 100 milhões de anos), essa nuvem começou a esfriar e a contrair-se, fazendo com que ela girasse ainda mais depressa.

Esta rotação criou os anéis que, mais tarde, por sua vez, se resfriaram e se contraíram, formando os planetas, os satélites, os asteróides e os cometas. Enquanto isso, o centro da nuvem se contraía, dando origem ao Sol.

Movimento planetário

O movimento dos planetas é regido pelas três leis de Kepler, descobertas pelo astrônomo Johannes Kepler, no século XVII.

São elas:

1ª lei: as órbitas dos planetas são elipses, com o Sol ocupando um dos focos.

2ª lei: o raio vetor que une o planeta ao Sol varre áreas iguais em iguais períodos de tempo, ou seja, quanto mais próximo o planeta estiver do Sol mais rápido ele caminha.

3ª lei: a razão entre o quadrado do período e o cubo do semi-eixo maior da órbita dos planetas é constante.

Esta última lei é um caso particular da lei da gravitação universal de Newton.

Principais características dos astros do Sistema Solar

Sol

O Sol é uma estrela amarela, com uma idade estimada de cinco bilhões de anos. Como as outras estrelas, sua forma é esférica (achatada nos pólos) e é composto de gases, principalmente hidrogênio (75%) e hélio (23%). Todos os outros elementos encontrados aqui na Terra estão presentes, também, no Sol (como ouro, carbono, etc.), completando a composição química dele.

Seu tamanho é imenso se o compararmos aos planetas. Em seu interior poderíamos colocar mais de um milhão de planetas Terra.

A luz que é produzida em seu núcleo leva cerca de um milhão de anos para deixá-lo, pois não sai diretamente, encontrando obstáculos até a superfície. Uma vez na superfície, a luz leva somente 8 minutos e 20 segundos para chegar à Terra, percorrendo, aproximadamente, os 150 milhões de quilômetros que separam nosso planeta do Sol.

A superfície solar é turbulenta, apresentando com freqüência manchas solares, labaredas, jatos de matéria e outros violentos fenômenos provocados pelos fortes campos magnéticos locais.

Em seu núcleo, as temperaturas chegam a 15 milhões de graus, permitindo que ocorram reações nucleares que são a fonte de energia do Sol. Nestas reações, quatro núcleos de hidrogênio são transformados em um núcleo de hélio. Entretanto, a massa de um núcleo de hélio é menor que a de quatro núcleos de hidrogênio. Esta diferença de massa é totalmente convertida em energia. A cada segundo o Sol perde quatro milhões de toneladas de matéria transformada em energia.

Mercúrio

Por ser o planeta mais próximo do Sol é o mais rápido. Os antigos lhe deram o nome em homenagem ao mensageiro dos deuses.

Apesar de ser o planeta mais próximo do Sol, não é o mais quente. Devido à ausência de atmosfera, não há distribuição de calor. Assim, os dias em Mercúrio apresentam temperaturas elevadíssimas, em torno de 400ºC, enquanto nas noites as temperaturas caem a extremos de -170ºC.

Mercúrio é menor que Ganimedes e Titã, satélites de Júpiter e Saturno, respectivamente, mas com massa maior que a deles. Apesar do tamanho, só não é mais denso que a Terra. No seu interior há um núcleo de ferro com diâmetro aproximado de 3.600km.

Este planeta foi explorado pela nave espacial Mariner 10, em 1974. As fotografias então obtidas, mapeando 45% do planeta, mostraram ser a superfície de Mercúrio muito semelhante à da Lua, toda coberta por crateras. Além disso, não possui atmosfera, nem placas tectônicas.

É um planeta de difícil observação por estar sempre muito próximo do Sol.

Vênus

Vênus recebeu o nome da deusa da beleza e do amor, e é também conhecido como Estrela D´Alva, estrela Vespertina ou, ainda, estrela Matutina. É quase do tamanho da Terra e foi descrito muitas vezes como planeta gêmeo da Terra, embora, como veremos mais adiante, o tamanho é uma das poucas características que os dois planetas têm em comum.

Sua órbita é a mais circular do Sistema Solar. É o astro mais brilhante, depois do Sol e da Lua, e facilmente se observa suas fases (Galileu observou estas fases e deu um impulso à teoria heliocêntrica de Copérnico).

Apesar de sua proximidade da Terra, a superfície deste planeta permaneceu misteriosa por muito tempo, obscurecida pelas densas nuvens, até que as sondas espaciais pudessem ser enviadas.

Este é o planeta mais quente do Sistema Solar. Nele ocorre o chamado efeito estufa, que mantém a temperatura deste planeta em torno de 470ºC.

Este efeito pode ser descrito da seguinte maneira: o calor proveniente do Sol atravessa as nuvens, chega até a superfície de Vênus, é refletido e, quando vai escapar do planeta, encontra novamente as nuvens que formam uma barreira, aquecendo-o. Na superfície de Vênus, metais como o chumbo estariam na forma líquida.

A pressão atmosférica é imensa. Um astronauta em sua superfície seria rapidamente esmagado, pois sentiria uma pressão equivalente à sentida por um mergulhador a 1.000 metros de profundidade no oceano.

Possui um núcleo de ferro com cerca de 600km de diâmetro, coberto por um manto rochoso de matéria derretida.

Uma de suas características marcantes é o movimento retrógrado, ou seja, contrário dos demais (lá o Sol nasce a oeste e se põe a leste).

A primeira sonda a visitá-lo foi a Mariner 2, em 1962. Mais de 20 sondas já estiveram lá até hoje. A nave Magalhães (lançada em 1989) mapeou 98% da superfície de Vênus com uma resolução superior a 300 metros, através de radar.

Terra

Nosso planeta, uma pequena esfera azul no espaço, é o terceiro em distância do Sol, o quinto em tamanho e o único onde sabemos existir vida. Recebeu este nome em homenagem a Gaia, mãe dos primeiros deuses.

A Terra apresenta dois principais movimentos: rotação (gira em torno de si em 24 horas) e revolução (gira em torno do Sol em um ano). Seu eixo de rotação possui inclinação de 23,5º em relação ao plano de sua órbita e, por este motivo, observamos o fenômeno das estações do ano.

A maior parte de nosso planeta é coberta de água (3/4). O restante forma os continentes e ilhas.

Nossa atmosfera é composta de várias camadas e uma delas tem chamado muita atenção: a camada de ozônio. O ozônio filtra os raios provenientes do Sol, nos protegendo de grande parte do ultravioleta e do infravermelho. Gases utilizados em ar condicionado e geladeira, além da poluição, estão destruindo esta camada, o que pode dificultar a sobrevivência do ser humano.

Lua

Recebeu o nome de Selene, a irmã de Hélios (Sol).

A luz leva pouco mais de um segundo para percorrer a distância que nos separa de nosso satélite natural (384.000km, em média).

A Lua gira em torno de seu eixo ao mesmo tempo em que dá uma volta completa ao redor da Terra, de modo a nos mostrar sempre a mesma face.

Qualquer pequeno telescópio nos revela uma grande variedade de detalhes da superfície lunar: crateras, altas montanhas e imensas e escuras planícies conhecidas impropriamente como mares. Existem cerca de 300.000 crateras de vários tamanhos.

Elas foram provocadas pela queda de fragmentos de rocha que vagueiam pelo espaço a grandes velocidades: os meteoróides.

Em julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong e Edwin Aldrin desceram pela primeira vez na superfície lunar. Seguiram-se mais cinco missões com sucesso ao satélite, totalizando 12 homens a pisá-la. Muito material da superfície foi analisado, inclusive trazido para a Terra.

Na superfície da Lua, a baixa gravidade, 1/6 da força gravitacional da Terra, faz com que os movimentos pareçam em câmara lenta. Um astronauta de 72kg se sentiria como se tivesse apenas 12kg.

A sonda Clementine mapeou toda a superfície lunar com grandes detalhes, em 1994. Já a sonda Lunar Prospector, lançada em 1998, após concluir seus estudos em órbita de nosso satélite, foi ao encontro de uma cratera no pólo sul da Lua, onde se suspeitava existir água em forma de gelo. Porém nenhum vestígio de água foi encontrado.

A Lua projetada na Terra caberia em nosso país, o Brasil.

Marte

É o deus da guerra.

A primeira missão com sucesso a Marte foi a espaçonave Mariner 4, em 1965, depois a Viking I, em 1976, seguida pela Viking II, no mesmo ano, quando foram tiradas fotos inéditas de sua superfície.

O solo marciano é avermelhado, devido à presença de óxido de ferro, mais conhecido como ferrugem. É coberto por uma tênue atmosfera com tempestades de poeira que chegam a cobrir o planeta por vários meses e, à semelhança da Terra, possui calotas polares, formadas de gelo seco, que avançam e se retraem conforme as estações do ano. A temperatura varia entre -123ºC e 22ºC.

Seu tamanho não é muito grande: a área dos continentes da Terra cobriria a superfície de Marte.

A existência de formações geológicas semelhantes a vales de rios secos e canyons é forte evidência de que, no passado, havia água líquida com mares e rios de águas correntes na superfície marciana. Além de fotos, as sondas fizeram experiências com material coletado do solo em busca de vida microscópica, mas nada foi encontrado.

Além de vales, canyons, calotas polares e crateras, o planeta vermelho também apresenta formações vulcânicas. Seu maior vulcão - Monte Olympus - se eleva a uma altura três vezes maior que a do Monte Everest, a mais alta montanha da Terra.

Acredita-se que alguns meteoritos tenham se originado em Marte.

Na década de 90, três importantes sondas espaciais estudaram o planeta Marte: Mars Polar Lander, que se perdeu ao pousar no planeta; Mars Pathfinder, uma das mais bem sucedidas missões, que levou um robô (Sojouner) para pesquisar sua superfície; Mars Global Surveyor, que chegou a Marte em 1997.

Asteróides

Entre Marte e Júpiter há uma faixa ocupada por fragmentos de rocha de dimensões e formas variadas que orbitam o Sol. Estes objetos são os asteróides.

Conhecemos mais de 600 asteróides. Apesar da quantidade, a massa total é inferior à da Lua. O maior deles é Ceres, com um diâmetro de 740km.

Esses objetos já foram alvo de missões espaciais. A nave NEAR (sigla em inglês para Encontro de Asteróides Próximos à Terra) alcançou o asteróide 433 Eros em janeiro de 1999. Os dados coletados estão sendo analisados e as primeiras imagens já estão sendo publicadas.

Júpiter

Este é o maior planeta do Sistema Solar; por isso recebeu o nome do deus supremo. Sua massa corresponde a pouco mais que duas vezes e meia a massa de todos os outros planetas reunidos.

Assim como Saturno, Urano e Netuno, trata-se de um planeta gigante e gasoso. Acredita-se que Júpiter tenha um núcleo rochoso envolto por camadas sólidas de hidrogênio metálico e uma superfície de hidrogênio líquido a grande pressão.

Suas nuvens multicoloridas se distribuem em cinturões e turbulências provocadas pelos fortes ventos de sua atmosfera. Um exemplo é a Grande Mancha Vermelha, uma enorme tempestade atmosférica, semelhante a um furacão, que é observada há mais de 300 anos. Quase três planetas do tamanho da Terra enfileirados seriam necessários para cobrir a extensão desta mancha.

Júpiter possui 39 satélites naturais (os últimos 11 descobertos em 2002), sendo os quatro maiores conhecidos como luas galileanas - Io, Europa, Ganimedes e Calixto. A mais singular delas é Io, onde vários vulcões em atividade foram registrados pela primeira vez pelas naves Voyager 1 e 2. É o planeta que mais possui satélites no sistema solar.

Júpiter e suas principais luas foi alvo de estudo da sonda Galileo, que, em 30/12/2000, esteve a apenas 11 milhões de quilômetros daquele planeta.

Saturno

Deus do tempo e filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra).

Saturno é famoso pelo seu sistema de anéis, que pode ser observado até mesmo através de um modesto telescópio terrestre. Os anéis são compostos por milhares de pedaços de rocha e gelo em órbita do planeta, com centímetros até metros de diâmetro. Eles se estendem, de uma ponta a outra, por mais de 250.000km e seu diâmetro não ultrapassa 1km. Provavelmente são restos de um satélite natural que, por se aproximar demais do planeta, foi despedaçado ou, então, material de um satélite que nem chegou a se formar.

É o planeta que apresenta a menor densidade média, mais baixa, inclusive, que a densidade da água. Se pudéssemos colocá-lo na água ele flutuaria.

A atmosfera deste planeta é composta principalmente por hidrogênio e hélio. Seus ventos alcançam velocidades acima de 1.600km/h. Seu núcleo é rochoso (como Júpiter).

A primeira sonda a visitá-lo foi a Pioneer 11, em 1979, e depois as Voyager 1 e 2, na década de oitenta. Lançada em 1997, a espaçonave Cassini tem como finalidade estudar o planeta Saturno e suas principais luas, como Titã.

Saturno possui diversos satélites, destacando-se Titã, a única lua com uma densa atmosfera no Sistema Solar. Esta atmosfera chama a atenção por apresentar características semelhantes à da Terra no período de sua formação. Atualmente possui 30 satélites naturais.

Urano

Deus do céu.

Urano foi o primeiro planeta a ser descoberto por telescópio, em 1781.

Um detalhe curioso sobre este planeta é a grande inclinação de seu plano equatorial em relação ao plano de sua órbita. Esta grande obliqüidade gera movimentos aparentes do Sol no céu uraniano muito peculiares. Assim, os pólos ficam voltados para o Sol em parte de seu movimento de translação.

Seu encontro com a espaçonave Voyager 2 (única a visitá-lo), em 1986, revelou 10 novos satélites, além dos cinco já conhecidos. Essa nave também confirmou a presença de anéis (descobertos em 1972), à semelhança dos outros planetas gasosos e gigantes, com pedras de até 10 metros de diâmetro.

Apresenta um núcleo de gelo e rocha com massa inferior à dos núcleos dos planetas Júpiter e Saturno. Sua cor azulada deve-se à presença de metano em sua atmosfera.

Recentemente foram descobertos novos satélites totalizando 21.

Netuno

Deus dos mares.

Netuno é o menor dos quatro planetas gasosos, mas sua massa é maior que a de Urano. Foi descoberto em 1846, muito tempo após sua previsão, através das perturbações na órbita de Urano. Apresenta grandes tempestades atmosféricas.

A espaçonave Voyager 2, em 1989, fotografou em Tritão um de seus satélites, o que aparenta serem gêiseres de nitrogênio. Detectou, também, a presença de anéis muito escuros.

Seu núcleo se assemelha ao de Urano, formado por gelo e rocha, e com menos massa que os de Júpiter e de Saturno. O metano em sua atmosfera absorve a luz vermelha e dá uma tonalidade azulada. Os ventos atingem 2.000km/h. Como os demais planetas gigantes e gasosos, irradia mais calor do que recebe do Sol.

O telescópio espacial Hubble observou uma grande mancha escura no planeta, e não mais a mancha detectada pela Voyager 2.

Plutão

Deus dos infernos.

Descoberto em 1930, ainda não foi alvo de visita de sondas espaciais.

Plutão é o menor planeta do Sistema Solar, sendo ainda menor que a nossa Lua (além de Io, Europa, Ganimedes, Calixto, Titã e Tritão). É o mais desconhecido dos planetas, pois até agora não foi visitado por nenhuma espaçonave.

Acompanhado por seu satélite Caronte, Plutão leva 248 anos para completar uma volta ao redor do Sol. Fica durante 20 anos mais próximo do Sol do que Netuno (a última vez que isso ocorreu foi de 1979 a 1999), por causa da grande excentricidade de sua órbita. Apesar disso, não há a possibilidade destes planetas se colidirem.

Devido à sua distância, nem o telescópio espacial Hubble conseguiu definir até agora sua superfície.

Plutão tem entre 50% e 75% de rocha misturada com gelos.

Tabela do Sistema Solar

Cometas

Existem registros destes objetos desde 240 a.C. pelos chineses (cometa de Halley). Estavam sempre associados a guerras, enchentes, pestes, destruição de impérios, etc.

Mais de 800 já foram catalogados e suas órbitas calculadas, sendo 184 periódicos (órbitas menores que 200 anos).

Com poucos quilômetros de extensão, os cometas são pequenos corpos viajando ao redor do Sol em longas órbitas elípticas.

O núcleo, de gelo e gás com pouca poeira, é a única parte substancial sólida do cometa. À medida que o núcleo cometário se move para regiões mais internas do Sistema Solar, a luz do Sol o aquece e o gelo em sua superfície se transforma em vapor, formando a cabeleira ou coma. Uma nuvem de hidrogênio muito rarefeita com milhões de quilômetros circunda o núcleo. O gás da cabeleira, juntamente com partículas de poeira, é empurrado pela pressão de radiação do Sol e pelo vento solar, formando então duas caudas, de poeira e de íons, respectivamente, podendo se estender por mais de uma unidade astronômica (1 u.a. = distância média Terra-Sol = 150.000.000km).

Os cometas geralmente começam a ser vistos quando estão a uma distância similar à de Júpiter, começando a apresentar uma cauda. Em 1987, a sonda Gioto, da Agência Espacial Européia, chegou a 540 quilômetros do cometa Halley, desvendando alguns dos mistérios destes objetos.

Suas órbitas originais estão além de Plutão. Após passarem próximo do Sol ou de algum planeta, estas órbitas podem se alterar, eventualmente, até se chocar com a nossa estrela ou um planeta.

Muitos cometas são descobertos por astrônomos amadores.

Duas regiões do Sistema Solar são dominadas pelos cometas. A primeira é conhecida como Cinturão de Kuiper. Este se estende além da órbita de Netuno, indo até, aproximadamente, umas 100 u.a. (Plutão está a cerca de 40 u.a.). Acredita-se que os cometas de curto período se originem nesta região. A perturbação dos planetas gigantes lança estes objetos em direção ao Sol. A segunda região é a Nuvem de Oort (prevista em 1950), com mais de um trilhão de cometas, se estendendo de 30.000 u.a. a até um ano-luz, aproximadamente (um ano-luz = 9,5 trilhões de quilômetros).

Meteoróides, meteoros e meteoritos

Girando ao redor do Sol existe um número incontável de pedaços de rochas, cujos tamanhos variam de milímetros a dezenas de metros: são os meteoróides.

Eventualmente colidem com outro astro, podendo produzir crateras. Ao ingressarem na atmosfera terrestre com grandes velocidades, essas rochas são volatizadas pelo atrito tornando-se momentaneamente luminosas, sendo então chamadas meteoros. Se não forem totalmente desintegradas elas atingem o solo e aí são denominadas meteoritos. Um grande número de meteoróides penetra a atmosfera a cada dia.

A maioria destes detritos celestes são provenientes de asteróides e poucos vêm de cometas, da Lua e de Marte.

Como exemplo de crateras produzidas pela queda de meteoritos temos a cratera do Meteoro, nos Estados Unidos, com 1,2km de diâmetro e 200m de profundidade. O objeto que a originou caiu há 50 mil anos.

No Brasil temos uma cratera na serra da Cangalha (Maranhão), visível de avião. O mais famoso meteorito brasileiro, o Bedengó, está em exposição no Museu Nacional, na Quinta da Boavista, e pesa cerca de cinco toneladas.

A queda de um meteorito no México formou uma cratera com mais de 100km de diâmetro, responsável, pelo menos em grande parte, pela extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos.

A presença de vegetação, vento e chuva dificulta a visualização e a permanência de crateras. Em planetas e satélites, onde não existe atmosfera, as crateras produzidas permanecem por muito tempo (milhares de anos), pois não há nenhum fenômeno local para destruí-las.

Novos planetas

Há muito tempo o homem tem procurado planetas fora do Sistema Solar. Nos últimos anos, conseguimos identificar os primeiros astros do gênero. Até o momento mais de 80 planetas já foram descobertos, tendo na sua maioria o tamanho aproximado de Júpiter.

Todos foram descobertos indiretamente, ou seja, não foram vistos através de telescópios. Isso porque são bastante pequenos em comparação com a estrela que orbitam e não possuem luz própria, uma das características dos planetas.

A técnica utilizada para se detectar objetos tão pequenos e tão distantes consiste em observar desvios nos espectros (a impressão digital das estrelas) da estrela observada e, assim, determinar a massa do objeto que a orbita. Este desvio é conhecido como efeito Doppler, o mesmo de uma sirene de ambulância, quando ouvimos barulhos diferentes quando ela se aproxima e se afasta.

Esses planetas confirmam a suspeita dos astrônomos de que bilhões de planetas devem existir em nossa galáxia. É questão de tempo para conhecermos milhares deles.

Determinação da distância entre a Terra e a Lua

Sabendo-se o diâmetro da Lua em quilômetros, é fácil obter-se a sua distância. Para isso, é só determinar o ângulo compreendido pelo limbo lunar.

Procure uma janela que esteja voltada, aproximadamente, ou para o nascente ou para o poente. Numa noite próxima à Lua cheia, cole duas tiras de esparadrapo ou fita isolante paralelas, separadas por 30mm aproximadamente, no vidro da janela. A observação deverá ser feita pouco depois do "nascimento" da Lua, se a janela estiver voltada para o nascente, ou pouco depois antes do seu ocaso, se a janela estiver voltada para o poente.

Agora, com apenas um olho aberto, procure ficar a uma distância tal que a Lua "toque" a parte interna das fitas. Feito isto, marque a posição em que seu olho se encontra com o auxílio da quina de livros empilhados até uma altura conveniente. Meça a distância com a maior precisão possível dos livros até as fitas, assim como a separação da parte interna das fitas.

A distância da Terra à Lua, em quilômetros, é obtida pela relação:

LF / distância da Lua = SF / diâmetro da Lua
SF = separação entre as fitas
LF = distância entre os livros até as fitas
diâmetro da Lua = 3.740km

Determinação do diâmetro do Sol

Qual será o diâmetro do Sol em quilômetros? A experiência é semelhante à anterior.

O nosso astro é muito brilhante e vamos tirar proveito disto para efetuarmos a experiência. Usaremos o princípio da "câmara escura".

Use um pequeno espelho coberto por um papel preto em que foi previamente feito um furo de aproximadamente 4mm. Agora, projete a imagem refletida do Sol a uns 5 ou 7 metros de distância em um papel branco fixo em uma parede. Meça agora a distância precisa do espelho até a imagem, assim como o diâmetro da mesma. Será necessário apoiar o espelho em algum lugar para se obter uma imagem "imóvel", por pelo menos alguns segundos, para ser medida.

O diâmetro do Sol, em quilômetros, é dado por:

Diâmetro da imagem / Diâmetro do Sol = Distância da imagem ao furo / Distância do Sol à Terra

Obs.: Alguns céticos duvidam de que esta seja a imagem do Sol. Argumentam também que a imagem é circular porque o furo tem esta forma. Tente fazer furos em forma de triângulos ou quadrados, com as dimensões já especificadas, e terá imagens sempre circulares. O furo circular oferece resultados melhores.

Atividade: Representação do Sistema Solar

Nesta atividade vamos representar a proporção dos tamanhos do Sol e dos planetas, além das distâncias dos planetas ao Sol. É interessante mostrar isso às crianças. Tente fazer num jardim ou numa praça essa representação.

Modelos dos tamanhos

Se o Sol tiver um metro de diâmetro, os planetas terão os seguintes tamanhos:

Astro Diâmetro real (quilômetros) Diâmetro no modelo reduzido
Sol 1.390.000 1 metro
Mercúrio 4.880 3,5 milímetros
Vênus 12.100 8,7 milímetros
Terra 12.800 9,2 milímetros
Marte 6.800 4,9 milímetros
Júpiter 142.800 102,7 milímetros
Saturno 120.000 86,3 milímetros
Urano 51.200 36,7 milímetros
Netuno 49.500 35,6 milímetros
Plutão 2.300 1,6 milímetros

Modelos das distâncias

Suponhamos, agora, que a distância Sol-Terra seja de um metro; as distâncias dos outros planetas e o tempo necessário para um avião chegar ao Sol viajando a 1.000 quilômetros por hora seriam:

Astro Distância real (quilômetros) Distância em escala reduzida (metros) Tempo de viagem de avião (anos)
Mercúrio 58.000.000 0,39 6,6
Vênus 108.000.000 0,72 12,2
Terra 150.000.000 1 17,0
Marte 228.000.000 1,52 26,0
Júpiter 778.000.000 5,19 88,7
Saturno 1.430.000.000 9,53 162,7
Urano 2.870.000.000 19,213 327,2
Netuno 4.497.000.000 29,98 512,9
Plutão 5.914.000.000 39,42 673,2
estrela Alfa Centauri 43 trilhões 287 quilômetros 4,9 milhões

Fonte: www.rio.rj.gov.br

Sistema Solar

O sistema solar é o nome dado ao sistema planetário consiste do Sol e os objetos celestes que orbitam-lo. Por extensão, o termo sistema de energia solar pode ser por vezes utilizado para se referir a outros sistemas planetários.

A composição e estrutura

Nosso sistema solar continua a ser o conhecido apenas até 1995. É por isso que o "sistema solar" prazo suficiente para identificar. Ele consiste no dom ((percentagem em massa)), oito planetas (anteriormente nove), três planetas anões, e pequenos corpos do sistema solar (isto é, os asteróides e cometas) e a satélites.

No centro é o Sol, a nossa estrela (Uma estrela é um objeto celeste que emite luz de forma independente, como uma enorme bola de plasma como o Sol, que é a estrela mais próxima ...) de tamanho modesto , mas que, no entanto, contém 99,86% da massa (massa é uma propriedade fundamental da matéria que se manifesta por tanto a inércia das massas e da sua interação gravitacional.) do sistema. Pela sua massa, o interior do sol atinge a densidade (densidade é um número adimensional igual à razão entre a massa de uma substância para a massa homogénea do mesmo volume de água pura a uma temperatura de 3, 98 ° C) e uma temperatura (temperatura de um sistema é uma função crescente do grau de agitação térmica das partículas, isto é, da sua energia térmica. Ela é definida como ...), tal como As reações de fusão nuclear (fusão nuclear (por vezes chamado termonuclear) é, juntamente com a fissão, um dos dois tipos principais de reações nucleares aplicada. não deve ser confundida com a fusão a fusão do coração de um reator nuclear que é ...) ocorrem dentro dela, assim liberando enormes quantidades de energia (no senso comum refere-se a qualquer energia que pode fazer o trabalho, produzir calor, luz , para produzir um movimento.).

Grande parte desta energia é libertada para o espaço como radiação eletromagnética, principalmente sob a forma de luz visível (luz visível, também chamado espectro visível ou espectro óptico é a porção do espectro eletromagnético que é visível para o olho humano.). O Sol também emite um fluxo (palavra de fluxo (do latim fluxus, fluxo) geralmente se refere a um conjunto de elementos (informações / dados, energia, material, ...) se movendo em uma direção comum ....) partículas carga chamado vento solar (plasma de vento solar é uma corrente que consiste essencialmente de íons e elétrons são ejetados da atmosfera superior do sol. estrelas para os outros ...). Esse vento solar interage fortemente com a magnetosfera (A magnetosfera é a região em torno de um objeto celeste em que os fenômenos físicos são dominados ou organizados por seu campo magnético.) planetas e contribui para ejetar gás (nível microscópico, descreve um gás como um conjunto de átomos ou moléculas muito fracamente ligados e quase independente (para detalhes, veja os gases reais).) e poeira fora do sistema solar.

Pode-se imaginar que estaríamos em um sistema com duas estrelas se Júpiter tinha uma massa 60 vezes maior. Assim como o sol, ela teria entrado em colapso sobre si mesmo causando uma segunda estrela 4,2-6,2 vezes mais longe.

Os planetas mais próximos do Sol são os planetas terrestres, pequenos, rochosos e densa, com uma rotação lenta, uma área (Há muitos significados para a superfície palavra, objeto, por vezes geométrico, às vezes, de fronteira física, muitas vezes erroneamente confundida com a sua medição - área ou área). sólido, sem anéis e poucos satélites. Do Sol, há Mercúrio, Vênus, Terra (Earth, a casa da humanidade, é chamado de planeta azul. Este é o terceiro planeta do sistema solar a partir do dom) e Marte.

Há para além de Março cinturão de asteróides um composto de centenas de milhares de corpos, que variam em tamanho de alguns metros a várias centenas de quilômetros (O metro (símbolo m, o metron grego, medida) é a unidade de base de comprimento no Sistema Internacional. Ela é definida como a distância percorrida pela luz no vácuo ...).

Quando o asteróide (Um asteróide é um objeto celeste, cujo tamanho varia de algumas dezenas de metros a vários quilômetros de diâmetro e, ao contrário de um cometa orbita o Sol em uma órbita ligeiramente elíptica (ver leis Kepler). 's ...) Ceres foi descoberto em 1801, foi primeiro considerado um planeta (de acordo com a última definição da União Astronômica Internacional (IAU), "Um planeta é um corpo celeste que (a) é em órbita ao redor do Sol, (b) tem massa suficiente para sua gravidade para superar a ...). Com a descoberta do Pallas em 1802, Juno em 1804 e Vesta em 1807, o sistema solar ainda contou 11 planetas até 1845.

Além, abre o campo de planetas gigantes de gás, e escasso, com um núcleo de dimensão baixa: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Do ano (Um ano é uma unidade de expressar o período de tempo entre duas ocorrências de um evento relacionado com a revolução da Terra em torno do Sol).

sua descoberta (1930), até 26 de agosto de 2006, Plutão ( Plutão, que é a designação oficial (134340) Plutão, é o segundo maior planeta anão conhecido no sistema solar e da maior planeta conhecido 10 orbitando o dom originalmente considerado o menor planeta do ...) foi considerado como o nono planeta do nosso sistema (e mais distante do Sol). Seu estado foi desafiado pela descoberta de objetos semelhantes que orbitam na mesma região e tamanhos equivalentes - um deles (136.199) Eris, superando pelo diâmetro (em um círculo ou esfera, o diâmetro é um segmento de reta que passa pelo centro e limitada pelos pontos de círculo ou esfera.). Plutão foi reclassificado como planeta anão, mantendo-se um dos maiores objetos de um segundo (Segunda é o feminino do segundo adjetivo, que vem imediatamente após a primeira adição ou em algo da mesma natureza . Uma segunda é uma unidade de medida de tempo. A segunda ...) cinturão de asteróides, chamada Cinturão de Kuiper (O Cinturão de Kuiper é uma região do sistema solar se estende além da órbita de Netuno, entre 30 e 50 unidades astronômicas. Esta área, em forma de anel, é provavelmente composto de mais de 35 mil objetos maiores ...). Este cinto, povoado por milhares de asteróides, é o reservatório de cometas de curto período.

A decisão da Assembléia Geral da União Astronômica Internacional (A União Astronômica Internacional (IAU) é uma organização internacional não-governamental visa coordenar o trabalho de ...) (UAI) 24 de agosto de 2006, em Praga Crie um nome de "planetas anões", trazidos nesta categoria:

Plutão
Eris
Ceres

Nota: esta lista não é exaustiva e deve ser reforçada no mês (.. mês (de lat "mês" mensis e anteriormente o plur "menstruação") é um período de tempo arbitrária.) à frente de outros corpos de dois cinturões de asteróides.

Finalmente, há ainda além do cinturão de Kuiper, a uma distância de dois anos-luz de uma enorme nuvem esférica, chamada nuvem de Oort, que contém bilhões de núcleos cometários. Ceres é um planeta anão que será considerado, em 2014.

Fonte: www.techno-science.net

Sistema Solar

Quando é que um planeta entra em movimento retrógrado?

Um planeta com órbita exterior à da Terra entra em movimento retrógrado quando a Terra "ultrapassa" esse planeta ao descrever a sua órbita anual em torno do Sol.

Quanto é uma unidade astronômica?

Uma unidade astronômica corresponde ao semi-eixo maior da órbita da Terra em torno do Sol: cerca de 150 milhões de quilómetros.

Qual é a idade aproximada do Sistema Solar?

O Sol e os planetas formaram-se há cerca de 4,6 mil milhões de anos.

Porque é que é improvável que um planeta que possui um núcleo sólido tenha um grande campo magnético?

A existência de campos magnéticos intensos em torno de um planeta parecem resultar de um efeito de dínamo resultante da existência de um fluído condutor no interior do planeta.

Porque é que as atmosferas dos planetas jovianos são ricas em hidrogénio e hélio?

Os planetas jovianos contêm mais ou menos a mesma proporção de hidrogénio e hélio que o Sol, apresentando aproximadamente a composição química da nebulosa inicial a partir da qual todo o Sistema Solar se formou.

Quais são os planetas terrestres?

Os planetas terrestres são os 4 planetas pequenos, ricos em elementos pesados, que se encontram mais perto do Sol: Mercúrio, Vénus, Terra e Marte.

Porque é que Mercúrio quase não possui atmosfera?

Mercúrio é muito quente e pequeno quando comparado com a Terra. Ambos os fatores contribuem para que mesmo os gases com maiores massas possam escapar à atração gravítica do planeta. O vento solar também contribui para "arrastar" qualquer partícula perto de Mercúrio.

Porque é que Vénus possui um efeito de estufa galopante?

A atmosfera de Vénus é muito rica em dióxido de carbono (CO2), cerca de 96%, que é um gás com um efeito de estufa muito forte.

O que é uma rotação retrógrada?

A rotação retrógrada indica que o planeta roda em torno do seu eixo no sentido contrário ao da maior parte dos planetas e satélites do Sistema Solar. Por exemplo, Vénus possui uma rotação retrógrada.

Existe água em Marte?

Parece seguro que existe gelo de água nas calotes polares de Marte. Também parecem existir evidências de que no passado longínquo existiu água líquida na superfície, o que não acontece atualmente.

O que poderá explicar o fato da atmosfera de Marte ser tão ténue comparada com a da Terra?

Marte tem uma massa muito pequena o que implica que a velocidade de escape é também pequena facilitando a "fuga" da atmosfera.

O que é a "Grande Mancha Vermelha" de Júpiter?

A Grande Mancha Vermelha é uma gigantesca tempestade na atmosfera de Júpiter.

Júpiter possui um campo magnético significativo?

Júpiter possui um campo magnético intenso, provavelmente com origem numa zona de hidrogénio líquido metálico que se supõe rodear o seu núcleo.

Porque terá a atmosfera de Júpiter tanto hélio se a nossa tem tão pouco?

O hélio foi afastado para as zonas exteriores do Sistema Solar pelo vento solar, logo após a formação do Sol. Este fato fez com que a Terra tenha evoluído numa zona com pouco hélio e, mesmo se algum fez parte da sua atmosfera, terá "fugido" devido à pequena velocidade de escape da Terra. No caso de Júpiter, nenhum destes fatores o afetaram. Por este motivo Júpiter possui hélio (e hidrogénio) em proporções muito semelhantes às do Sol.

Porque é que o limite de Roche ajuda a explicar os anéis de Saturno?

Os anéis de Saturno estão dentro do limite de Roche do planeta. Este fato sugere que os anéis podem ter tido origem na "destruição" de pequenos corpos pelas forças de maré.

Quais os planetas que possuem anéis?

Todos os planetas jovianos possuem anéis, provavelmente porque as suas massas e tamanhos tornam provável que as forças de maré tenham "desfeito" pequenos corpos que tenham inicialmente orbitado estes planetas.

Porque é que Plutão não é um planeta joviano?

Plutão e o seu companheiro, Caronte, não possuem as características dos planetas jovianos: não são planetas gigantes gasosos. Atualmente conhecem-se muitos outros corpos com características muito semelhantes às de Plutão e Caronte e que constituem uma população de pequenos corpos que existem para lá de Netuno, designados por objetos da cintura de Kuiper.

Quais são os planetas jovianos?

Os planetas jovianos, também designados por planetas gigantes gasosos são: Júpiter, Saturno, Úrano e Netuno.

Fonte: www.portaldoastronomo.pt

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal