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História da Arte

 

O que é Arte ?

Criação humana com valores estéticos (beleza, Equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura.

É um conjunto de procedimentos que utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos.

Se apresenta sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc.

Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais), hoje alguns tipos de artepermitem que o apreciador participe da obra.

O artista precisa da arte e da técnica para comunicar-se.

Quem faz arte?

O homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. Outros objetos são criados por serem interessantes ou possuírem um caráter instrutivo.

O homem cria a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.

Por que o mundo necessita de arte?

Porque fazemos arte e para que a usamos é aquilo que chamamos de função da arte que pode ser ...feita para decorar o mundo... para espelhar o nosso mundo (naturalista)... para ajudar no dia-a-dia (utilitária)...para explicar e descrever a história...para ser usada na cura doenças... para ajuda a explorar o mundo.

Como entendemos a arte?

O que vemos quando admiramos uma arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.

O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?

Estilo é como o trabalho se mostra, depois de o artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único.

Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguiríamos ver quem fez o que, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las.

É um procedimento comum na arte ocidental.

Exemplo:

Renascimento

Impressionismo

Cubismo

Surrealismo

Como conseguimos ver as transformações do mundo através da arte?

Podemos verificar que tipo de arte foi feita, quando, onde o como, desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, e assim podemos entender as mudanças que o mundo tiveram.

Como as idéias se espalham pelo mundo?

Exploradores, comerciantes, vendedores e artistas costumam apresentar às pessoas idéias de outras culturas. Os progresssos na tecnologia também difundiram técnicas e teorias. Elas se espalham através da arqueologia , quando se descobrem objetos de outras civilizações; pela fotografia, a arte passou a ser reproduzida e, nos anos 1890, muitas das revistas internacionais de arte já tinham fotos; pelo rádio e televisão, o rádio foi inventado em 1895 e a televisão em 1926, permitindo que as idéias fossem transmitidas por todo o mundo rapidamente, os estilos de arte podem ser observados, as teorias debatidas e as técnicas compartilhadas; pela imprensa, que foi inventada por Johann Guttenberg por volta de 1450, assim os livros e e arte podiam ser impressos e distribuídos em grande quantidade; pela internet, alguns artistas colocam suas obras em exposição e podemos pesquisá-las, bem como saber sobre outros estilos.

Fonte: www.artesbr.hpg.ig.com.br

História da Arte

O sentido da palavra "ARTE", assim como a classificação das atividades a ela ligadas , variou muito desde o início da Idade Média européia. Esta tinha herdado da Antiguidade a noção de artes liberais , atividades intelectuais opostas àquelas em que intervinham a mão e o material. Mesmo considerando os "ofícios" (métiers) como inferiores , reconheceu-se que existia uma arte (conjunto de meios adequados) para melhor exercê-los.

Por outro lado , alguns desses ofícios , que exigiam especulação intelectual, formaram, no séc.XVIII, o grupo das belas-artes:arquitetura , escultura , pintura , gravura , às quais se juntaram a música e a coreografia. Os que as praticavam , segundo um processo iniciado desde a Renascença e ampliado pelo academismo , passaram da situação de trabalhadores ou artesãos - frequentemente ligados a tarefas coletivas - à posição mais independente de artistas.

Durante muito tempo ainda a sociedade exigiria dos artistas a prática de um ofício: as profissões artísticas seriam aquelas das artes decorativas ou aplicadas ; nas quais colaboravam arquitetos , pintores, escultores, etc.

Finalmente , diante de uma civilização industrial que pretendia garantir por si mesma a produção de bens materiais , segundo normas coletivas quase sempre opressoras , aquilo que tinha sido até então a exceção (o privilégio intelectual do qual gozava um Leonardo da Vinci) se tornou habitual no séc.XIX e, mais ainda, no séc.XX.

O "grande pintor ou escultor, assim como o poeta - a menos que sua própria solidão o transforme num artista "maldito" - , toma a si a missão de expressar, para além de qualquer finalidade utilitária, certas dimensões privilegiadas da existência. Tarefa que pode tornar-se pesada demais para inúmeros artistas que, embora talentosos, estão mais ligados à produção de "imagens decorativas" e de evasão, de acordo com o gosto médio da maioria do público consumidor, que não dispõe do lazer, da ocasião, do preparo ou da orientação necessários para desfrutar de uma aventura artística mais ambiciosa.

Esta nova maneira de ver a missão da arte (e não mais das artes) resulta da exigência de liberdade cada vez mais reclamada por artistas que se vêem como "criadores" ou "pesquisadores", diante da alienação sócio- econômica-cultural.

Em lugar de perseguir a "beleza" e suas "regras", as vanguardas preferiram, de fato, em suas sucessivas oscilações, a busca de uma expressão tão autêntica quanto possível das pulsações do ser como ressonância de todas as coisas (do romantismo ao expressionismo e ao surrealismo), ou de uma especulação sobre todas as coisas e, principalmente, sobre a natureza mesma da arte (da abstração enquanto plástica pura às tendências conceituais, passando pela antiarte do dadaísmo).

Assim, a natureza da arte revela-se indefinível: atividade humana que percebemos como específica, mas cujos contornos se desmancham, assim como desaparecem as fronteiras entre disciplinas antes codificadas (pintura, escultura), e até mesmo, por vezes, a fronteira entre arte, escrita, ciências humanas, etc.

arte engajada, que utiliza os meios do realismo ou do simbolismo, raramente nos satisfaz, dividida que é entre uma "forma" e um "fundo" - dicotomia recusada também pelas mais altas formas de literatura. No extremo oposto, a arte experimental, embora desejando colocar-se a serviço de todos, permanece hermética, e se vê (como a precedente) "recuperada" pelo esnobismo e pelo dinheiro, mostrando, quase sempre, apenas uma aparência de liberdade.

Em ambos os casos, as experiências bem-sucedidas parecem ser a exceção, atingindo apenas alguns poucos amantes da arte, e revelando-se tão-somente no próprio processo da criação.

O novo campo de sensibilidade descoberto pelo artista perde frequentemente sua virtude ao ser repetido (ainda que pelo próprio autor); só pode servir como base para novas superações

Vista sob este ângulo extremo de profecia delirante ou questionadora, a arte é uma atividade absolutamente subversiva, exorbitante das normas servis da realidade vivida, mas cuja finalidade poderia ser a de participar de uma hipotética liberação da vida (único ideal humano verdadeiramente sério), até se fundir com ela.

Fonte: www.theart.com.br

História da Arte

 

História da Arte
Santana e Maria 
Autor ignorado (séc. XVIII), 
madeira policromada e dourada, 87 x 50 x 28 cm 
(Originária do Convento das Mercês), 
Museu de Arte Sacra da Universidade 
Federal da Bahia, Salvador, Bahia.

História da Arte é uma disciplina que estuda a dinâmica criativa das sociedades através da análise dos objetos artísticos produzidos e legados por diferentes povos ao longo dos tempos.

Conhecer o gênio criador de um povo exige estudo e sensibilidade. O olhar crítico, sendo assim o encontro da percepção e do conhecimento, constitui-se numa atitude de fecunda criatividade.

Uma coisa é olhar a obra de arte e achá-la apenas bonita ou feia; outra é analisá-la criticamente. Seu gosto transforma-se quando Você enriquece o conhecimento sobre as coisas que olha.

A palavra saber possui, em sua ascendência etimológica, uma revelação: vem do latim sapere, que significa, ter gosto. Ainda hoje em Portugal, aliás, a expressão saber bem ou saber mal, no sentido de ser gostoso ou ruim, tem uso corrente.

Conhecer a arte é aprender a olhá-la criticamente; é experimentar a transformação do olhar. Essa transformação não ocorre apenas na lida com objetos artísticos, mas em todas as áreas do saber humano, pois a crítica é matéria-prima da criatividade.

Marcus Tadeu Daniel Ribeiro

Fonte: www.geocities.com

História da Arte

Arte na Pré-História

As primeiras obras de arte datam do período Paleolítico. Entre as obras mais antigas já encontradas estão pequenas estátuas humanas como, por exemplo,a Vênus de Willendorf (aproximadamente 25000 a.C.).

Os mais conhecidos conjuntos de pinturas em cavernas ( arte rupestre ) estão em Altamira, na Espanha e datam de 30000 a.C. a 12000 a.C.; e em Lascaux, na Françade 15000 a.C. a 10000 a.C. , onde se encontram pinturas rupestres de animais pré-históricos como: cavalos, bisões, rinocerontes. Estas pinturas indicam rituais pré-históricos ligados à caça. As imagens demonstram umnaturalismo e evoluem da monocromia à policromia entre os anos de 15000 a.C. a 9000 a.C.

Arte Mesopotâmica

Na região entre os rios Tigre e Eufrates desenvolveu-se a civilização .Nesta região, sumérios, babilônios, assírios, caldeus e outros povos desenvolveram uma arte que demonstra a religiosidade e o poder dos governantes. São touros alados, estatuetas de olhos circulares, relevos em paredes representando guerras e conquistas militares e animais e pictogramas representando fatos da realidade daqueles povos.

Arte do Egito Antigo

As obras de arte possuíam um possui forte caráter religioso e funerário.Essas características podem ser explicadas em função da crença que os egípcios tinha na vida após a morte. Há representações artísticas de deuses, faraós e animais explicadas por textos em escrita hieroglífica. As pinturas eram feitas nas paredes das pirâmides ou em papiros. Representavam o cotidiano da nobreza ou tratava de assuntos do cotidiano. Uma das características principais da arte egípcia é o desenho chapado, de perfil e sem perspectiva artística.

Arte na Grécia Antiga

A cultura e a arte minóica desenvolveu-se na ilha grega de Creta. Nas pinturas dos murais as cores diversificadas mostram-se fortes e vivas.

Desenhos de touros, imagens abstratas, símbolos marinhos e animais ilustram a cerâmica.

O período clássico da arte grega é a época de maior expressão da arte grega.

A natureza é retratada com equilíbrio e as formas aproximam-se da realidade. A perspectiva aparece de forma intensa nas pinturas gregas deste período. Nas esculturas de bronze e mármore, destacam-se a harmonia e a realidade. Os principais escultores são Mirón, Policleto, Fídias, Praxíteles. A arquitetura e a ornamentação de templos religiosos, como o Partenon, a acrópole de Atenase o templo de Zeus na cidade de Olímpia mostram força e características expressivas.

No período helenístico, ocorre a fusão entre as artes grega e oriental.

arte grega assume aspectos da realidade, fruto do domínio persa. Nas esculturas verifica-se dramaticidade e as formas decorativas em excesso.

Entre as obras mais representativas deste período estão: Vitória da Samotrácia , Vênus de Milo e o templo de Zeus, em na cidade de Pérgamo.

Arte Romana do Ocidente e do Oriente ( Arte Bizantina )

Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturaisdos gregos e chega a "copiar" estátuas clássicas. É a época da construção de monumentos públicos em homenagem aos imperadores romanos. A pintura mural recorre ao efeito tridimensional.

Os afrescos da cidade de Pompéia (soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.No Império Romano do Oriente ( Império Bizantino ) com capital em Constantinopla (antiga Bizâncio), aparece a arte bizantina, sob forteinfluência da Grécia . Podemos destacar as pinturas murais, os manuscritos, os ícones religiosos e os mosaicos de cores fortes e brilhantes, carregados de profundo caráter religioso.

Arte Renascentista - O Renascimento Cultural (séculos XV e XVI)

Os elementos artísticos da Antiguidade clássica voltam a servir de referência cultural e artística. O humanismo coloca o homem como centro do universo ( antropocentrismo ).

São características desta época: uso da técnica deperspectiva, uso de conhecimentos científicos e matemáticos para reproduzir a natureza com fidelidade.

Na pintura, novas técnicas passam a ser utilizadas: uso da tinta a óleo, por exemplo, buscava aumentar a ilusão de realidade.A escultura renascentista é marcada pela expressividade e pelo naturalismo. A xilogravura passa a ser muito utilizada nesta época.

Entre as pinturas destacam-se: O Casal Arnolfini, de Jan van Eyck; A Alegoria da Primavera, de Sandro Boticcelli; A Virgem dos Rochedos, Monalisa e A Última Ceia de Leonardo da Vinci; A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio; o teto da Capela Sistina e a escultura Davi de Michelangelo Buonarotti.

Maneirismo (século XVI)

Ao romper com as referências clássicas de idealização da beleza, o maneirismo diferencia-se por suas imagens distorcidas e alongadas. A natureza é representada de forma distorcida e realista, sendo que as figuras bizarras aparecem com freqüência.

Obras mais importantes do maneirismo: O Juízo Final, de Michelangelo; A Crucificação, de Tintoretto; e O Enterro do Conde de Orgaz, de El Greco.

Barroco : arte barroca (1600 a 1750)

A destaca a cor e não o formato do desenho. As técnicas utilizadas dão um sentido de movimento ao desenho. Os efeitos de luz e sombra são utilizados constantemente como um recurso para dar vida e realidade à obra.

Os temas que mais aparecem são: a paisagem, a natureza-morta e cenas da vida cotidiana.

Obras barrocas mais conhecidas: A Ceia em Emaús, de Caravaggio; A Descida da Cruz, de Peter Paul Rubens; A Ronda Noturna, de Rembrandt; O Êxtase de Santa Teresa, de Gian Lorenzo Bernini; As Meninas, de Diego Velásquez; e Vista de Delft, de Jan Vermeer.

Rococó (1730 a 1800)

O estilo rococó é marcado por pinturas com tons claros, com linhas curvas e arabescos. O estilo é bem decorativo e a sensualidade aparece em destaque. Os afrescos ganham importância e são utilizados na decoração de ambientes interiores.

Artistas mais importantes do rococó: Jean-Antoine Watteau, Giovanni Battista Tiepolo, François Boucher e Jean-Honoré Fragonard.

Neoclassicismo (1750 a 1820)

Os elementos e valores da arte clássica ( grega e romana ) são resgatadas.. Há uma incidência maior do desenho e da linha sobre a cor. O heroísmo e o civismo são temas muito explorados neste período.

Principais obras: Perseu com a Cabeça da Medusa, de Antonio Canova; O Parnaso, de Anton Raphael Mengs; O Juramento dos Horácios e A Morte de Sócrates, de Jacques-Louis David; e A Banhista de Valpinçon, de Jean-Auguste-Dominique Ingres.

Romantismo nas artes plásticas (De 1790 a 1850)

Subjetividade e introspecção, sentimentos e sensações são características deste período. A literatura romântica, os elementos da natureza e o passado são retratados de forma intensa no romantismo.São representantes desta época o artista Francisco de Goya y Lucientes.

Algumas de suas principais pinturas são: A Família de Carlos IV, O Colosso e Os Fuzilamentos do Três de Maio de 1808.

Outras obras românticas: A Balsa da Medusa, de Théodore Géricault; A Carroça de Feno, de John Constable; A Morte de Sardanapalo, de Eugène Delacroix; e O Combatente Téméraire, de Joseph William Turner.

Realismo (De 1848 a 1875)

O realismo destaca a realidade física através da objetividade científica e crua. Estas obras são inspiradas pela vida cotidiana e pela paisagem natural. Aparecem fortes críticas sociais e elementos do erotismo, provocando criticas dos setores conservadores da sociedade européia do século XIX.

Principais pinturas: Enterro em Ornans, de Gustave Courbet; Vagão de Terceira Classe, de Honoré Daumier; e Almoço na Relva, de Édouard Manet.

Impressionismo (De 1880 a 1900)

Através da luz e da cor os artistas do impressionismo buscam atingir a realidade. As obras são feitas ao ar livre para aproveitar a luz natural.

Obras mais conhecidas: Impressão, Nascer do Sol, de Claude Monet, A Aula de Dança, de Edgard Degas; e O Almoço dos Remadores, de Auguste Renoir.

Pós-impressionismo

É o período marcado pelas experimentaçõesindividuais. Os artistas buscam a realidade e imitam a natureza, utilizando recursos de luz e cor. O cromatismo é muito utilizado.As cores mais intensas são exploradas por Vincent Van Gogh com pinceladas fortes e explosivas, como em Noite Estrelada. Henri de Toulouse-Lautrec usa a técnica da litogravura.

Expressionismo

Artistas plásticos de diferentes períodos são considerados precursores do , entre eles Goya, Van Gogh, Gauguin e James Ensor. O expressionismo pode ser considerado como uma postura assumida em diversas formas de manifestação artística durante o século XX. Vários artistas desta trabalham nessa linha, sem ligar-se a movimentos ou a grupos.

Podemos citar alguns: Edward Munch, Emil Nolde, Amedeo Modigliani, Oskar Kokoschka, Egon Schiele, Chaim Soutine, Alberto Giacometti e Francis Bacon.

Cubismo ( De 1908 a 1915 )

Este estilo rompeu com os elementos artísticos tradicionais ao apresentar diversos pontos de vista em uma mesma obra de arte. As formas geométricas são utilizadas muitas vezes para representar figuras humanas. Recortes de jornais, revistas e fotos são recursos utilizados neste período.

São obras representativas desta época: Les Demoiselles d'Avignon, de Pablo Picasso, e Casas em L'Estaque, de Georges Braque.

Dadaísmo(Décadas de 1910 a 1920)

Revolucionário, anárquico e anticapitalista, o dadaísmo, prega o absurdo, o sarcasmo, a sátira crítica e o uso de diversas linguagens, como pintura, poesia, escultura, fotografia e teatro.

Destacam-se os artístcas: Hugo Ball, Hans Arp, Francis Picabia, Marcel Duchamp, Max Ernst, Kurt Schwitters, George Grosz e Man Ray.

Arte Surrealista (Década de 1920)

Os artistas exploram o inconsciente e as imagensque não são controladas pela razão. O surrealismo usa associações irreais, bizarras e provocativas. O rompimento com as noções tradicionais da perspectiva e da proporcionalidade resulta em imagens estranhas e fora da realidade.

Obras: Auto-Retrato com Sete Dedos, de Marc Chagall; O Carnaval do Arlequim, de Joan Miró; A Persistência da Memória, de Salvador Dalí; A Traição das Imagens, de René Magritte; e Uma Semana de Bondade, de Max Ernst, são algumas das obras mais representativas.

Pop Art(Década de 1950)

As histórias em quadrinhos e a mídia visual e impressa são os elementos de referência da pop art. Humor e crítica ao consumismo são constantes nas obras de pop art. Artistas mais conhecidos: Richard Hamilton, Allen Jones, Robert Rauschenberg, Jasper Johns, Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Tom Wesselman, Jim Dine, David Hockney e Claes Oldenburg.

Arte Conceitual(Década de 1960)

Textos, imagens e objetos são as referências artísticas deste tipo de arte. A obra deve ser valorizada por si só. Um dos meios preferidos dos artistas conceituais é a instalação, ou seja, um espaço de interação entre a obra e o espectador. Até mesmo a televisão e o vídeo são usados nas instalações.

Destacam-se os seguintes artistas: Joseph Beuys, Joseph Kosuth, Daniel Buren, Sol Le-Witt e Marcel Broodthaers, Nam June Paik, Vito Acconci, Bill Viola, Bruce Naumann, Gary Hill, Bruce Yonemoto e William Wegman

Fonte: cultura.portaldomovimento.com

História da Arte

Uma das necessidades do homem é a de se expressar. Suas idéias, sua forma de ver o mundo, suas emoções, tudo isso pode ser comunicado através da arte.

Seja na pintura, escultura, música, arquitetura, artesanato, teatro, cinema, etc. Alguns dos meios artísticos, como a arquitetura e a música, transcenderam os limites do artístico, passando a contar com o auxílio de meios tecnológicos.

Mesmo banalizada pelos ideais comerciais, a arte foi e sempre será o meio de expressão de um povo, de seus costumes, os utensílios utilizados no dia-a-dia, etc. E ela varia de região para região, de povo para povo e em muitos casos, de pessoa para pessoa.

A arte é tão antiga quanto à estadia do homem no planeta. As primeiras expressões artísticas se manifestaram nas pinturas das cavernas, onde o homem morava; nos utensílios utilizados para a casa ou outras finalidades.

arte acompanhou a evolução do homem, evoluindo também. E nesse longo processo, assim como foram se dividindo os povos, mudando para outras localidades, a arte acompanhou, se adaptando as necessidades da região.

A arte é fundamental no mundo atual, pois é através dela que um povo apresenta suas características, sua cultura. As pessoas apresentam suas noções de mundo, suas emoções. E é por isso, por ser tão diversificada que é fascinante.

Paulo Avelino dos Santos

Fonte: www.historiadaartehp.hpg.com.br

História da Arte

Diferente de outros animais, o homem raciocina tem sentimentos e desenvolveu habilidades de fazer coisas. (Pegar usando o "Polegar opositor" aos outros dedos).

A arte é uma forma de “comunicação”, com ela o artista se expressa, deixa sua marca se perpetua.

O artista se vale do que produz para contar coisas que se passam na sua alma e na sua comunidade.

O valor de uma obra de arte depende de seu significado comunitário.

Na terra existem pelo menos dois mundos:

O da natureza

Existe independente de nós.

O da cultura

Foi criado por nós.

A arte iguala as pessoas. Somos sócios do artista, formamos a comunidade que cria condições para que a arte aconteça.

Cultura

É o conjunto dos padrões comportamentais de um povo, (fala, religião, folclore, tradições, arte, etc.). “É um patrimônio coletivo”.

Tipos de Arte

Pintura

Desenho e cor

Escultura

Dança

Poesia

Literatura

Musica

Canto, Letra e Instrumental

Cênicas

Teatro

Televisão

Cinema: Filmes e Vídeo arte.

Arquitetura

Construção

Designer

Fotografia

Interpretação óptica do real

Montagem

Vídeo arte

OBSERVAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE UMA OBRA DE ARTE

ELEMENTOS VISUAIS

Linha

Foma

Cor

Volume

Textura Linha

Dividem planos e ao se fechar constrói formas.

Cor

Cria efeitos de textura e volume.

Existem propostas que usam um dos elementos visuais com mais intensidade.

Composição dos elementos visuais

O artista é o ser criador, organiza os elementos visuais em um campo, fazendo com que a organização se torne uma composição, e desta forma, a composição se torne uma obra de arte, ou não. (Vai depender de seu
significado comunitário).

Composição artística ou natural

Composição artística é quando os elementos visuais passam pelas mãos do artista. Composição natural são as que não são feitas pelas mãos do homem, é a natureza.

ANÁLISE DE UMA OBRA DE ARTE

A análise pode ser: Objetiva, subjetiva ou formal

Análise objetiva

Baseada em um estudo, em uma teoria.

Análise subjetiva

Baseada em experiências pessoais, lembranças..., chega a ser empírica

Análise formal

Escola que foi tratada, (M.D.P. maneira de pintar). Ex: Barroco, Romantismo, Impressionismo, Cubismo, etc

CONTEÚDO

É aquilo que a obra contém:

Mensagem

Linha

Forma

O conteúdo pode ser:

Objetivo

Subjetivo

Formal

Conteúdo objetivo

Aquilo que serviu de modelo. Basta olhar para o quadro e dizer o que está vendo. É a imagem principal.

Conteúdo subjetivo

É o “titulo” que o artista ou o observador cria. É a mensagem que se quer transmitir

Conteúdo formal

A escola em que foi tratada, (M.D.P. maneira de pintar).

OBSERVAÇÃO DE DETALHES

Efeitos visuais de profundidade

Perspectiva: Ponto de fuga, profundidade dada pela linha.

Superposição: Um elemento sobrepõe o outro.

Diminuição: Formas que diminuem, ex: o homem.

Claro/escuro: Luz e sombra.

Profundidade através da cor

Caracterizam-se em:

Modelado

Modulado

Cores em chapas

Modelado: Única cor clareia e escurece.

Modulado: Muitas cores para dar o efeito de profundidade ou volume.

Cores em chapas: Profundidade conseguida através de cores em forma de chapas. Não foram nem modeladas nem moduladas.

Em um mesmo quadro, podem existir as três técnicas.

RITMO DE UMA OBRA DE ARTE

O ritmo de uma obra pode ser calmo ou violento.A leitura quanto ao ritmo pode ser objetiva ou subjetiva.

Ritmo Objetivo

Baseada em uma teoria.

Ritmo Subjetivo

Depende da reação do observador.

Análise objetiva do ritmo através da linha

Horizontal e vertical: o ritmo é calmo.

Inclinadas e ângulos: existe movimento.

Curvas: o ritmo é violento.

Ritmo calmo

Predomina horizontal e vertical e movimenta-se com inclinadas, ângulos e curvas (PHVMIAC).

Ritmo violento

Predomina curvas, ângulos e inclinadas (PCAI).

Pode ocorrer que em um mesmo quadro haja árias de ritmo calmo e violento.

O ritmo pode ser dado também através da forma, cor, volume e textura.

ESTILO NA OBRA DE ARTE

Característica comum e constante

Estilo da escola ou da época

É o conjunto de características semelhantes e constantes empregadas por vários indivíduos numa determinada época ou escola de arte.

Estilo do artista

Cada artista tem seu jeito de falar, escrever, pintar, etc.È o modo próprio e pessoal de cada um. Em cada fase o artista pode, ou não, mudar seu estilo.

O BELO NA OBRA DE ARTE

Belo como

Expressão do real; “clássico”.

Expressão da realidade.

Expressão da comunicação; ”abstrato”.

Expressão do Real

Tudo é tal qual a realidade das coisas (quase fotografico).

Expressão da Realidade

Quando “representa” a realidade das coisas (estilizado).

Expressão da comunicação

Quando há uma abstração.

CONTEÚDO FORMAL

“As Escolas”

Temos aqui, algumas datas aproximadas de escolas e movimentos artísticos apartir da Idade Média.

Não podemos esquecer, que antes, já se fazia arte em todo o mundo, como na Grécia e Roma antiga, Egito, Africa, Japão, etc.

Idade Média Gótico
Final da Idade Média Humanismo
Em 1500 Renascimento
Em 1600 Barroco e Rococó
Até 1830 Neoclássico
Até 1850 Romantismo
Até 1874 Realismo
Em 1874 Impressionismo, Neo Impressionismo
Em 1892 Art Noveau
Em 1905 Expressionismo. (Alemanha)
Em 1905 Fovismo, (França)
Em 1908 Cubismo (Analítico e Sintético)
Em 1909 Futurismo
Em 1910 Abstracionismo

Idade Média

Características

Teocentrismo

Deus como centro do universo e medida de todas as coisas.

Renuncia a profundidade espacial e perspectiva, o tratamento arbitrário das proporções e funções corporais.

Caráter profundamente religioso e espiritual.

Rejeita toda imitação da realidade.

Arquitetura gótica

Pintura e escultura são usadas como elementos de decoração.

Humanismo

Período de transição entre o teocentrismo medieval e antropocentrismo renascentista

Características

Á vida religiosa deixa de ser o tema quase exclusivo da arte.

A vida profana (não pertencente a religião) começa a ganhar importância como assunto de arte.

Pintura e escultura tornam-se manifestações independentes e os artista passam a representar o mundo de maneira mais realista.

“O mundo deixa de ser um lugar de tentações e pecados, passando à espaço de realizações plena do homem, à quem foi devolvido o corpo".

(Maria do Amparo Tavares Maleval).

Renascimento

Movimento que em oposição ao obscurantismo da idade média trouxe o homem de volta a luz, e orientou a arte.

O antropocentrismo atinge a plenitude. O homem e não mais Deus, passa a ser considerado a medida de todas as coisas.

Características

Valorização da anatomia.

Uma visão mais cientifica do homem.

Figuras religiosas são tratadas como se fossem humanas, com músculos, força e expressão.

O nu passa a fazer parte das obras como exaltação do físico.

Uso de temas clássicos da antiguidad Greco-romana.

Temas mitológicos

Perspectiva que caracteriza a profundidade e a tridimensionalidade.

Barroco

Arte da contra reforma.

Conflito religioso, reação á visão antropocêntrica do Renascimento.

O homem dessa época tenta atingir uma síntese entre o teocentrismo medieval que a igreja tenta reimplantar, e o antropocentrismo que tanto veio acrescentar a humanidade com suas conquistas cientificas e culturais.

Tenta conciliar forças antagônicas como razão e fé; bem e mal; Deus e Diabo; espírito e matéria; carne e alma; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza.

Características

Assimetria, substituindo a unidade geométrica e o equilíbrio da arte renascentista.

Monumentalidade e opulência.

Ênfase á figura de primeiro plano.

Conteúdo emocional intensificado.

Temas com fortes cargas religiosas.

Procura provocar emoção no espectador através de gestos e expressões faciais.

Realce nos efeitos de luz e sombra.

Escolha da cena em seu momento de maior intensidade dramática.

Excesso de ornamentação.

Ação e movimento.

Realidade física dos corpos.

Rococó

Estilo que caracterizou uma época de refinamento e delicadeza embora sempre associada a frivolidade.

Característica

Retrato da nobreza européia do séc. XVII e XVIII.

Cenários bucólicos.

Roupas elegantes.

Idílios teatrais.

Tudo convida a alegria.

Contornos mais rebuscados que o do barroco.

Esta arte palaciana se esgota no final do século XVIII

Neoclássico

Um protesto contra a insinceridade e a sofisticação, o virtuosismo e o brilho vazio do Rococó

Características

Arte acadêmica de formas perfeitas.

Tenta melhorar a figura da pessoa retratada.

Trabalha corrigindo as imperfeições da natureza.

Usa temas nobres, hierarquia.

Imitação da antiguidade clássica.

Ecletismo.

Romantismo

Maneira emotiva de representar a realidade.

Arte acadêmica; 1ª Escola Dramática.

Características

Grande dramaticidade.

Cheio de subjetivismo, dor, angustia, cólera, etc.

Forças históricas são personificadas, ex: A liberdade.

Dinâmica da composição.

Liberdade de gestos.

Pinceladas largas.

Intensidade de cores.

Acontecimentos marcantes:

Revolução francesa e Revolução industrial.

Declaração dos direitos do homem e do cidadão.

Artigo primeiro: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos; as diferenças sociais só podem se fundamentar no bem comum”.

Em primeiro estágio a euforia; “liberdade, igualdade e fraternidade” transformaram-se nas palavras de ordem da época; Em segundo estágio, vem a frustração diante da realidade.

Realismo

Analisa o mundo a partir da observação de fatos. A espiritualidade, o misticismo, a religião ficam em segundo plano.

Acontecimentos da época:

Capitalismo industrial: o proletariado começa a se organizar e acontece o manifesto comunista de 1848, apontando soluções para os problemas do proletariado.

Charles Darwin publica “A origem das espécies” que expõe a teoria da evolução das espécies por seleção natural, questionando a existência de Deus.

O pintor realista não é um desenhista como o clássico e nem um colorista como o romântico, ele vê o mundo como se estivesse olhando através de uma vidraça, ele pinta somente o que vê.

Características

Nitidez da imagem.

Precisão de contornos.

O povo torna-se assunto freqüente.

Representação do mundo de maneira documental.

Impressionismo

(G.R.L.) Grande Ruptura Linear

Alguns críticos dizem que é a primeira escola moderna, outros dizem que é a ruptura entre o acadêmico e 0 modernismo.

Os impressionistas são também chamados de plenaristas, pois pintavam em Pleno ar livre.

Inspiração

Dinamismo do mundo, luz, sol, cor, e (M.Q.P.) momento que passa.

Características

Luminosidade atmosférica muito grande.

Atitude não emotiva.

Tendência á desaparecer a linha.

Sombras claras.

Mistura óptica.

Mistura da tinta na tela.

A forma é tratada pela cor.

Os impressionistas trabalhavam com pinceladas largas que foram diminuindo até se transformarem em pontos, criando assim o Neo Impressionismo ou Pontilhismo ou Divisionismo (pulverização da matérias).

As três primeiras escolas modernas

V.G. – Van Gogh.

P.G. – Paul Gaugin.

P.C. – Paul Cézanne.

Evolução) Impressionismo -> Neo Impressionismo ->

Expressionismo (V.G.)

Fovismo (P.G.)

Cubismo (P.C.)

Expressionismo

Também chamado de DIE BRUC = A ponte, uma ligação entre o que eu vejo e o que sinto, um elo entre o visível da realidade e o invisível do sentimento.

Pintores influenciados por Van Gogh criaram o Expressionismo, a primeira escola moderna ; a segunda escola dramática.

Características

Temáticas sociais.

Deformação da imagem visual.

Expressão com determinação da forma.

Fortemente dramatizado.

Sem interferência de elementos intelectual.

Chocante e feia em relação ao acadêmico.

Fovismo

Criado por artistas inspirados por Paul Gaiguin. “Fovismo vem de Fove = Fera”.

Elementar, ingênua e sem elementos intelectuais.

Características

Formas limpas e largas.

Cores puras.

Impulso vital.

Grande modulação.

Efeito decorativo.

Cubismo

Criado por artistas influenciados por Paul Cézanne.

Paul Cézanne disse: “Quero tratar a natureza como se fossem cones, esferas e cilindros; Quero devolver a pintura aquilo que os impressionistas tiraram: peso, estrutura, e solidez da matéria .”

O Cubismo é, “A Ruptura da Forma”. Decomposição e reorganização da forma segundo a imaginação do artista.

O objeto retratado é visto de dois ou mais ângulos ao mesmo tempo.

O objeto passa a ser apenas um pretexto para o desenvolvimento da criação do artista.

Cubismo Analítico

Cuja decomposição é de difícil identificação, não se consegue identificar o todo.

Cubismo Sintético

Ele sugere a proposta. A decomposição é feita no mesmo plano para poder sugerir o que ele quer transmitir.

Futurismo

Cubismo dinâmico, não estático

Reação a estática do Cubismo.

Recusa a realidade visual para evitar a impressão de imobilidade.

Substituir a imagem figurativa por linhas retas e traços luminosos.

Depende do conteúdo subjetivo, para chegar ao conteúdo formal, para entender a obra.

Abstracionismo

Obras cujas formas e cores não tem uma relação direta com a natureza

“Expressão de um sentimento mesmo que não possua um tema reconhecido.”

(Kandinsky)

“Os observadores vão ter que procurar, buscar o que quiser na minha obra de arte... Porque ela não vai dar mais nada para eles”

(Kandinsky).

Abstracionismo

Sensível (Informal).

Geométrico (Formal).

Abstracionismo Sensível

É quando formas e cores são criadas impulsivamente, sobre completa liberdade ou infusão emocional.

Abstracionismo Geométrico

É quando as formas e as cores são criadas refletidas ou intelectualmente submetidas a uma disciplina geométrica.

Novas tendências do abstracionismo

Sensível ou Informal

Tachismo

Grafismo

Orfismo

Raionismo

Geométrico ou Formal

Suprematismo

Concretismo

Tachismo

Do Francês “Tachi” = Manchas (Abstracionismo por manchas).

Grafismo

Formado por uma grafia não cognitiva.

Orfismo

Certa ligação com a música “muito subjetivo”. Ligação constante do artista com a música.

Posso não sentir, mas reconheço a proposta plástica.

Raionismo

A presença constante de raios, estanques e desdizes

Suprematismo

Grande organização de forma sobre forma

È o desvendamento do nada

Formas sobre formas que não levam a nada

Concretismo

Que leva ao extremo a organização de formas geométricas.

Saturação do campo visual, não existe espaço vago no campo visual.

Dadaísmo

A abstração no tema. Caráter ilógico.

Observando a forma, linha, cor, volume, e textura é figurativo. A abstração esta no tema e não na forma.

Intelectuais e artistas refugiados da primeira guerra mundial Expressaram sua decepção. (A ciência, o direito de justiça, as artes em geral nada significava perante a guerra mundial).

“Nada mais tem razão ou sentido de ser, diante dos horrores da guerra”.

Características

Usa o ilógico.

Proclama a falência da razão.

O irracional como conduta da humanidade.

Nega-se a razão e exaltasse o irracional.

Inutilizam as convenções dos objetos.

O Dadaísmo evoluiu para o Surrealismo.

Surrealismo

Como funciona o nosso pensamento sem interferência do consciente.

Aparece durante o Dadaísmo.

Utiliza o Automatismo pisco puro. (subconsciente).

Procura

Subconsciente.

Sonho.

A loucura.

Estados alucinatórios.

Tudo que contrariasse a lógica.

Real e irreal ao mesmo tempo.

Surrealismo Figurativo

Representa o simbolismo de sua mensagem através de imagens figurativas

Surrealismo Abstrato

Representa o simbolismo de sua mensagem através de signos, símbolos, sinais ou simplesmente grafismos.

Ex: Miró.

Surrealismo na História

Pintores de caráter Surrealista: Ex: Arcimboldo e Bruguel

Diferença entre Dadaísmo e Surrealismo

Um é anárquico o outro tem princípios e doutrinas

Trindade máxima do Surrealismo

Salvador dalí, Marx Ernest e René Magrite.
O Surrealismo contemporâneo tem caráter próprio de cada artista.

Pintura Metafísica

Pintura acadêmica. Pinta incertezas, inquietudes, imaginações, sonhos...

Capta o momento de espera, momento de introspecção.

Pintor do silencio, descreve o momento da espera em tudo que se cala...

Escola de Paris

Grupo de artistas da Europa que foram à paris pintar até a década de 1930. Ficaram com a tradição e aproveitaram muito ou pouco das escolas modernistas. (Mistura).

São ex: Modigliani e Marc Chagall.

A arte hoje

O homem tem necessidade de expressão e comunicação (que se da através da arte). Toda vez que à uma quebra na estrutura social este homem se modifica e como a arte esta sempre ligada a ele, ela também vai se modificar.

A arte esta sempre evoluindo, (no sentido de transformação).

Entre os olhos objetivos da arte esta os de contestar.

A arte hoje envolve o conceito “do novo”, independente da proposta, o artista tem que ter a mente aberta para o novo e “A mente do observador também deve estar aberta para o novo”.

Evolução das técnicas

Idade Média

Pinturas nas paredes, Afrescos, Temperas e Encáustica.

Idade Moderna

Aparece à pintura no cavalete, Técnica a óleo.

Acxon Paint

Polok joga a tela no chão e joga tinta sobre ela. (Verificamos o mundo como suporte).

Grafite

Os Grafiteiros passam a usar o muro como veiculo de comunicação para sua expressão. O observador deve ter a mente aberta para o Grafite.

Fonte: br.geocities.com

História da Arte

Do Renascimento ao Simbolismo

Renascimento

Momento histórico (sec. XV / XVI)

Características quanto ao conteúdo

Religiosa, mas não é mística e nem simbólica

Humanismo – Estudo e conhecimento do homem

Antropocentrismo - O homem é o centro do universo

Hedonismo – Prazer imediato é o supremo bem da vida humana

Individualismo – Afirmação e liberdade do indivíduo frente a um grupo

Racionalismo – Raciocínio que é a representação mental, discursiva e lógica.

Controle do sentimento pela razão

Características quanto a forma

Fundamentado no modelo grego-romano. Busca do belo ideal, absoluto e eterno.

beleza=simetria, proporção e ordem - Arstóteles

Eixo de composição predominantemente central

Realismo

Interesse pela anatomia e geometria

Representação do espaço e volume obtida pela perspectiva

Contrastes luz/sombra

História da Arte
O Nascimento de Vênus – Sandro Botticelli

História da Arte
Lacoonte El Greco

História da Arte
Vênus de Urbino - Tiziano

História da Arte
Última ceia – Leonardo da Vinci

Tintoretto foi provavelmente o último grande pintor da Renascença Italiana. Por sua energia fenomenal em pintar, foi chamado Il Furioso, e sua dramática utilização da perspectiva e dos efeitos da luz fez dele um dos precursores do Barroco.

História da Arte
Última ceia – Tintoretto

Barroco

Momento histórico (sec. XVII)

Contra-reforma – combate ao protestantismo

Autoritarismo político

Expansão comercial e econômica – Mercantilismo

Luta de classes sociais

Crises religiosas

Características quanto ao contúdo

Exploração de temas mitológicos e religiosos

Características quanto à forma

Realismo

Emoção, dramaticidade das expressões

Jogo de claro/escuro , violento contraste de sombra e luz– formas fundidas sombra

Sugestão de planos e perspectivas

Eixo de composição predominantemente diagonal -as diagonais são linhas determinantes.

Sugerem instabili dade

História da Arte
Caravaggio – Crucificação de São Pedro

História da Arte
Ronda Noturna - Rembrandt

História da Arte
A Leiteira - Vermeer

Rococó

Momento histórico (sec. XVIII entre o barroco e o neoclassicismo)

Revolução americana 1776

Revolução Francesa 1789

Características quanto ao conteúdo

Retratar a vida ociosa e requintada o espírito gelante e fútil da nobreza, festas

Sentimentos aristocráticos, mundanos e às vezes erotismo

Mitologia

Teatro italiano

Vista por muitos como variação “profana” do barroco

Características quanto à forma

Cores suaves, tons pastéis e douramento

Linhas curvas, delicadas e fluídas

Estilo decorativo

História da Arte
Madame de Pompadour - François Boucher

História da Arte
Le verrou - Jean-Honoré Fragonard

História da Arte
L'aurore - Jean-Honoré Fragonard

Neoclassicismo

Momento histórico (sec. XVIII)

Ascenção da burguesia

Revolução francesa (1789 à 1799)

Iluminismo

Empirismo científico. Observação, experiência x intuição

Proposta

Retorno à antiguidade clássica greco-romana e ao renascimento ;arte como imitação da natureza – Aristóteles
Academicismo

Características quanto ao conteúdo

Preferência do histórico ao invés do religioso

Características quanto à forma

Fundamentado no modelo grego-romano. Busca do belo ideal, absoluto e eterno

A linha e o desenho predomina sobre a cor. Razão X sentimento.

Contornos definidos e dispostos em planos ortogonais e equilibrados

Realismo

Luz artificial direcionada

 

História da Arte
A Morte de Sócrates - Jacques-Louis David

História da Arte
Princess Albert de Broglie - Dominique Ingres

Romantismo

Momento histórico (sec. XVIII / XIX)

Auge da burguesia

Proposta

Liberdade de expressão individual, acima das regras e normas acadêmicas

Características quanto ao conteúdo

Natureza e paisagens

Mitologia grega

Fatos históricos

Características quanto à forma

Maior valor expressivo na cor do que na linha. Sentimento X razão

Contraste de cores e luzes para ressaltar a expressão dos sentimentos

Composição diagonal

 

História da Arte
A Liberdade Guiando o Povo -Eugène Delacroix

História da Arte
A Barca de Dante -Eugène Delacroix

Momento histórico (segunda metade do sec. XIX)

Segunda etapa da Revolução Industrial – aparecimento de contradições sociais

Correntes científicas visam explicar fenômenos sociais

Proposta

Representação da realidade de forma objetiva. A beleza etá na realidade

A arte como um meio de denunciar a desigualdade social

Características quanto ao conteúdo

Abandono de temas históricos e literários

Cientificismo

Cenas da vida cotidiana e flagrantes populares

Crítica política e social

Características quanto à forma

Objetivismo, representação do real,não ser exato, mas verdadeiro

Desinteresse por efeitos de composição

História da Arte
A mulher das margaridas - Camille Corot

História da Arte
Vista de Volterra - Camille Corot

História da Arte
Angelus -Jean-François Millet

Impressionismo

Momento histórico (sec. XVIII / XIX)

Surgimento da fotografia

Análise de fenômenos luminosos e coloridos iniciados por Newton e Tyndall

Revoluções liberais, políticas, industriais

Guerra Franco-prussiana (1870 -1871)

Proposta

Fixar um momento da existência, deixando de lado a pretensão de colher uma eternidade.

Nada existe de permanente. A cor não é permanente é dinâmica. A cor deve traduzir as aparências de um momento.

Reter na tela o movimento da natureza, a ação dos elementos – o sol, o vento, a água- sobre as coisas.

O conhecimento e a interpretação da natureza e do homem se fazem á base de sensações visuais

Características quanto ao conteúdo

Desinteresse pela realidade humana e o social

Gosto pela natureza e ambientes abertos

Características quanto à forma

A forma dos objetos não é dada pela linha, abstração criada pelo homem para representar as imagens da realidade, mas pelo limite da superfície colorida ou luminosa. As formas são criadas pela luz.

Despreocupação com a forma e peso - contornos indefinidos.

Preocupação com a luz e a cor. Observação da influência da atmosfera nos objetos.

Ausência de preto .Sombras coloridas por contrastes simultâneos e cores complementares próximas umas das outras

Mistura das cores sobre a tela

História da Arte
Impressionismo

História da Arte
Impressionismo

História da Arte
Catedral de Rouen – Claude Monet

Pós-impressionismo - Cézane

Momento histórico (sec XVIII e XIX)

Proposta

Recuperar o que os impressionistas destruíram: a forma e a estrutura dos objetos.

A cor não deve traduzir as aparências de um momento.

Maior preocupação com a forma do que com o conteúdo

Simplificação do objeto para passar a sensação de estrutura e totalidade

Sensação da forma através da cor

Síntese (processo mental) x sensação visual imediata (impressão dos sentidos).

Manifestar estados de permanência da natureza

Características quanto ao conteúdo

Pessoas, natureza e natureza morta

Características quanto à forma

Deformação de objetos, simplificação das formas, reduzí-las à elementos geométricos básicos

Riqueza do colorido

Abandono do claro-escuro e gradação das tonalidades

História da Arte
A Casa do Enforcado

História da Arte
A Casa do Enforcado

História da Arte
A Casa do Enforcado

Pós-impressionismo – Van Gogh

“Procuro com vermelho e o verde exprimir as mais terríveis expressões humanas”

Momento histórico (sec XVIII e XIX)

Proposta

Traduzir os sentimentos e não sensações de da realidade material Intensidade dos sentimentos, paixões humanas

Características quanto ao conteúdo

Natureza, natureza morta, pessoas

Características quanto à forma

Deformações da realidade

Contrastes de cores – cores arbitrárias e vibrantes

Pinceladas rápidas, ondulantes – traduzem seu perturbado estado emocional

História da Arte
A Vinha Encarnada

História da Arte
O Quarto eem Arles

História da Arte
O Quarto eem Arles

Momento histórico (sec XVIII e XIX)

Proposta

Teoria sintetista: A memória e a imaginação retem apenas o essencial das formas dos objetos e dos seres. Sintetizar é extrair das formas e cores as qualidades realmente expressivas.

Pintar de memória para fixar apenas o que a memória conserva de essencial da forma e das cores, conferindo-lhes sugestões simbólicas e decorativas.

Juntar o símbolo e a natureza, abstração e realidade

Características quanto ao conteúdo

Preferencialmente Mulheres e espaço natural, característica de sua fase mais avançada na qual procurou se afastar da civilização – retratar o mundo sensível e primitivo

Características quanto à forma

Influência de Pissaro e posteriormente de Van Gogh

Cores arbitrárias e luminosas

Tintas puras

História da Arte
Mulheres de Taiti na Praia – Paul Gauguin

História da Arte
De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos? – Paul Gauguin

Pós-impressionismo – Munch

Precursor do expressionismo

Momento histórico (final do século sec XVIII e primeira metade do século XIX)

Grande desenvolvimento da indústria, do capitalismo e da expansão colonial – Período vitoriano- 1837 - 1901

1ª Guerra Mundial - 1914/1918

2ª Guerra Mundial, nazismo – 1933/1945

Proposta

“Já é hora de pararmos de pintar cenas interiores com pessoas lendo ou mulheres fazendo meias. Devemos criar pessoas vivas, que respirem e que sentem, sofram e amam.”

Características quanto ao conteúdo

Imagem de carregadas de sentimentos e simbolismos

Mulher normalmente associada com símbolos negativos

Temas históricos

Questões sociais

Características quanto à forma

Impressionistas: sensação ótica > pintura

Pós-pós-impressionistas sensação ótica > raciocínio (síntese)> pintura

Expressionismo

Momento histórico (1905 – pós-segunda guerra)

Proposta

Utilizar a natureza e as imagens exteriores para expressar a realidade interior.

Recusa ao aprendizado técnico tradicional – espontaneidade para manifestar os sentimentos

Sentimento x razão

Conhecimento e interpretação da natureza à base de sentimentos e não de interpretações visuais

O fato dramático supero o fato artístico artístico

Características quanto ao conteúdo

Expressão imediata da tensão emocional – expressão direta e agressiva

Excessiva intervenção do sentimento na imagem

Dúvidas espirituais repassadas de angústia e pessimismo

Crítica social, política e ética

Características quanto à forma

Influências de Van Gogh, Paul Gauguin e Edward Munch

Deformações da realidade – recusa ao realismo

Contrastes e exasperação da cor

Pouca preocupação com a estética – composição, forma, cor.

História da Arte
Auto retrato como soldado - Kirchner

História da Arte
Criança e pássaro Grande – Emil Nolde

Fovismo

Momento histórico (1905)

Proposta

O ato de criação artística nada tem a ver nada tem a ver com as faculdades intelectuais, nem tampouco com os sentimentos, mas exclusivamente com os impulsos instintivos ou sensações vitais e primárias

Exprimir sensações elementares de formas e cores

Cor- expressão mais primária da emoção

Características quanto ao conteúdo

Características quanto à forma

Uso de cores puras

Menor importância ao desenho e a forma, negação à linha. Emoção x razão

Deformação de desenhos e cores – deformação da realidade

Fauvismo-Portugal

História da Arte
Portrait du poète Guillaume Apollinaire - Vlamink

História da Arte
La Seine à Chatou - Vlamink

História da Arte
Harmony in Red – Henri Matisse

 

Música– Henri Matisse

Cubismo

Momento histórico (1908 a 1914)

Proposta

Expressão imediata de estados afetivos e de impulsos vitais

Síntese da imagem – processo mental e pessoal

Características quanto ao conteúdo

Características quanto à forma

Simplificação das formas em elementos geométricos básicos

Tentar representar os objetos em sua totalidade como se tivesse sido visualizado em vários ângulos de visão -Com base nisso alguns cubistas pretendiam sugerir ou passar a idéia de tempo

História da Arte
O Beijo - Picasso

História da Arte
Demoiselles - Picasso

História da Arte
Houses at L'Estaque- Braque

Futurismo

Momento histórico (à partir de 1909)

Proposta

Exaltação da velocidade e da força. Expressar o dinamismo do universo – todas as coisa se movem, marcham e correm, transformando-se incessante e indefinidamente.

Velocidade = beleza

Negação do passado e glorificação do futuro

O verdadeiro futurista devia desprezar o amor. Amor é fraqueza.

Intenção de passar a velocidade do objeto e não o objeto em movimento

Características quanto ao conteúdo

Características quanto à forma

Negação ao realismo visual, despreocupação com volume, peso, densidade e estrutura dos objetos, pois isso passariam a idéia de imobilidade

Importância maior no movimento do que na forma.

Buscar a estilização da velocidade

Fragmento "Fundação e manifesto do futurismo", 1908, publicado em 1909.

"Então, com o vulto coberto pela boa lama das fábricas - empaste de escórias metálicas, de suores inúteis, de fuliges celestes -, contundidos e enfaixados os braços, mas impávidos, ditamos nossas primeiras vontades a todos os homens vivos da terra:

1. Queremos cantar o amor do perigo, o hábito da energia e da temeridade.

2. A coragem, a audácia e a rebelião serão elementos essenciais da nossa poesia.

3. Até hoje a literatura tem exaltado a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono. Queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, a velocidade, o salto mortal, a bofetada e o murro.

4. Afirmamos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um carro de corrida adornado de grossos tubos semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais belo que a Vitória de Samotrácia.

5. Queremos celebrar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada a toda velocidade no circuito de sua própria órbita.

6. O poeta deve prodigalizar-se com ardor, fausto e munificência, a fim de aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.

7. Já não há beleza senão na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças ignotas para obrigá-las a prostrar-se ante o homem.

8. Estamos no promontório extremo dos séculos!... Por que haveremos de olhar para trás, se queremos arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Vivemos já o absoluto, pois criamos a eterna velocidade onipresente.

9. Queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo -, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos anarquistas, as belas idéias pelas quais se morre e o desprezo da mulher.

10. Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de todo tipo, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.

11. Cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos a maré multicor e polifônica das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor noturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas elétricas: as estações insaciáveis, devoradoras de serpentes fumegantes: as fábricas suspensas das nuvens pelos contorcidos fios de suas fumaças; as pontes semelhantes a ginastas gigantes que transpõem as fumaças, cintilantes ao sol com um fulgor de facas; os navios a vapor aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de amplo peito que se empertigam sobre os trilhos como enormes cavalos de aço refreados por tubos e o vôo deslizante dos aeroplanos, cujas hélices se agitam ao vento como bandeiras e parecem aplaudir como uma multidão entusiasta.

História da Arte
Velocidade do Automóvel – Giacomo Balla

História da Arte
Elasticidade– Boccioni

História da Arte
Funeral do Anarquista Galli– Carlo Carrà

Fonte: www.quadrochaye.com

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