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Neoplasticismo

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Neoplasticismo – História

Neoplasticismo é um termo que designa uma forma de arte abstrata e de motivos geométricos.

Foi Piet Mondrian, um artista de nacionalidade holandesa que criou este termo que até hoje nomeia esta tão importante arte.

Neoplasticismo refere-se a um conjunto de trabalhos produzidos entre 1917 e 1913 nos Países Baixos.

Neoplasticismo
Abstracionismo Geometrico Piet Mondrian

Mondrian defendia que a arte deve ser liberta das referencias figurativas e de detalhes de objetos naturais de caráter individual, ou seja, deve ser desnaturalizada. Para atingir este objetivo o artista reduziu os elementos possíveis para a criação artística a duas formas (linha reta e o retângulo) e ás cores neutras como o preto, branco e tons de cinza, além das cores primárias como o vermelho, amarelo e azul.

Para divulgar o neoplasticismo Mondrian fundou juntamente com seu amigo Theo Van Doesburg a revista intitulada “De Stijl”. A revista foi publicada entre os anos de 1917 até o ano de 1928, com diversos textos sobre a arte neoplasticista.

O objetivo do neoplasticismo é apresentar um modelo ideal de verdadeira beleza ou da harmonia do universo. Ou seja, mostrar a proporção ideal da evolução humana.

Mesmo com o ideal de produzir arte através da utilização de componentes mínimos, o movimento não nega seus vínculos com outras formas artísticas de cunho construtivista como o construtivismo russo, além do suprematismo também surgido na Rússia.

Embora sugerida como formas padrão no neoplasticismo, a abstração geométrica demonstrada no movimento é uma tradição holandesa já presente na obra de Mondrian, mesmo antes da criação do movimento.

Mondrian passou pelo cubismo de Pablo Picasso e de Georges Braque durante um período de permanência na França. Após essa passagem por Paris já é possível perceber nas criações de Mondrian uma redução no detalhamento das formas.

Porém foi depois de seu encontro com a teosofia e com Bart Antony van der Leck que o artista passa a ser mais sistemático quanto ao uso das cores em suas pinturas, e também a defender um ideal de que a harmonia universal pode ser alcançado através da arte.

O lema do neoplasticismo é “clareza, certeza e ordem”, demonstrando o desejo por uma arte simples e metódica, que demonstrasse a beleza criativa de forma simples. Por isso o neoplasticismo rejeita a curva o espaço tridimensional, criando uma arte que proporciona a impressão de continuidade além da tela.

O Neoplasticismo é uma vertente da arte que assim como algumas outras se tornou muito importante dentro da história da arte mundial, uma vez que exerceu e ainda exerce fortes influências em técnicas de arte presentes na atualidade.

Neoplasticismo – Influências

Neoplasticismo estabeleceu uma ligação muito forte entre arte e arquitetura.

As principais características deste movimento são como se segue:

O uso de formas geométricas que ignoram cor natural e forma
Os seus elementos de composição são principalmente áreas retangulares ou linhas retas
Todas as superfícies são prismas ou planos retangulares
Há uma notável ausência de círculos, diagonais e curvas
Apenas as cores vermelho, amarelo, azul, preto, branco e cinza são usados

Neoplasticismo – De Stijl

O termo liga-se diretamente às novas formulações plásticas de Piet Mondrian (1872-1944) e Theo van Doesburg (1883-1931) e sua origem remete à revista De Stijl (O Estilo) criada pelos dois artistas holandeses em 1917, em cujo primeiro número Mondrian publica A nova plástica na pintura.

O movimento se organiza, segundo Van Doesburg, em torno da necessidade de “clareza, certeza e ordem” e tem como propósito central encontrar uma nova forma de expressão plástica, liberta de sugestões representativas e composta a partir de elementos mínimos: a linha reta, o retângulo e as cores primárias – azul, vermelho e amarelo -, além do preto, branco e cinza.

A consideração das especificidades do neoplasticismo holandês não deve apagar os seus vínculos com outros movimentos construtivistas na arte, que têm lugar na Europa no primeiro decênio do século XX, por exemplo, o grupo de artistas reunidos em torno de Wassily Kandinsky (1866-1944), na Alemanha (o Blauer Reiter), 1911; o construtivismo russo de Vladimir Evgrafovic Tatlin (1885-1953), 1913, e o suprematismo fundado em 1915 por Kazimir Malevich (1878-1935), também na Rússia.

De qualquer modo, o novo estilo de abstração geométrica se refere a uma tradição holandesa particular e à trajetória artística de Mondrian. Após um período de formação marcado pelas obras de George Hendrik Breitner (1857-1923) e Toorop, Mondrian adere às formulações cubistas de Georges Braque (1882-1963) e Pablo Picasso (1881-1973), em 1912, durante temporada em Paris.

Nas obras dos anos 1913 e 1914 já se observa em seus trabalhos uma depuração das formas e a redução dos detalhes ao essencial, seja nas fachadas e torres projetadas, ou nas marinhas geométricas.

O contato com Bart Antony van der Leck (1876-1958) e com a teosofia leva o artista ao uso mais sistemático dos planos retangulares e das cores puras, assim como à defesa de um ideal de harmonia universal a ser alcançado pela arte.

Um artigo escrito em 1915 por Van Doesburg sobre a pintura de Mondrian marca o início de uma estreita colaboração, selada quando da edição da revista De Stijl, à qual aderem o pintor e escultor belga Georges Vantongerloo (1886-1965), arquitetos e projetistas como Jacobus Johannes Pieter Oud (1890-1963) e, Gerrit Thomas Rietveld (1888-1964), além do poeta A. Kok. Até 1924, Mondrian é o principal colaborador do órgão, no interior do qual sistematiza os ideais estéticos da plasticidade pura.

Apoiada no princípio básico da redução da expressão plástica à traços essenciais, a nova plasticidade rejeita a idéia de arte como representação, abolindo o espaço pictórico tridimensional. Rejeita ainda a linha curva, a modelagem e as texturas.

A cor pura se projeta no plano, encontrando seu oposto na não-cor, no cinza, no branco e no preto.

As oposições se desdobram no quadro: linha negra/plano branco, linha espessa/linha fina, planos abertos/planos fechados, planos retangulares/quadrado da tela, cor/não-cor.

As composições se estruturam num jogo de relações assimétricas entre linhas horizontais e verticais dispostas sobre um plano único. A forma obtida a partir daí, indica Schapiro em ensaio clássico sobre o artista, é totalidade sempre incompleta, que sugere sua continuidade além dos limites da tela.

O neoplasticismo de Mondrian dispensa os detalhes e a variedade da natureza, buscando o princípio universal sob a aparência do mundo. Menos que expressar as coisas naturais, sua arte visa, segundo ele, a “expressão pura da relação”.

As idéias estéticas defendidas em De Stijl ressoam na cena européia mais ampla por meio do ensaio escrito por Mondrian para o público francês, O neoplasticismo (1920), e editado em alemão pela Bauhaus, em 1925.

A exposição do grupo em Paris, em 1923, é mais um fator a contribuir para a notoriedade da nova perspectiva artística, que reverbera nos anos 30 nos grupos Abstraction-Création e Cercle et Carré, na França, e no Circle, na Inglaterra. Não se pode esquecer a repercussão das teorias do neoplasticismo na arquitetura moderna.

O rompimento de Mondrian com Van Doesburg data de 1924, quando assina sua última colaboração para a revista. Este último, em 1926, seria responsável por uma dissidência, que batiza como elementarismo. De Stijl deixa de existir oficialmente em 1928.

No Brasil, as lições de Mondrian foram incorporadas pelas composições construtivas e econômicas de Milton Dacosta (1915-1988). Ainda que responsável por uma obra amparada em outras referências, Lygia Pape (1927-2004) faz homenagens a Mondrian no Livro da Arquitetura e no desenho Mondrian, 1997.

Piet Mondrian – Biografia

Data de Nascimento: 07 de março de 1872 – Amersfoort, Países Baixos.

Morreu em: 01 de fevereiro de 1944 – New York, New York.

Piet Mondrian, prolífico pintor holandês do século 20. Ele é altamente considerado na comunidade artística para a sua arte abstrata.

Neoplasticismo
Piet Mondrian

Piet Mondrian, um dos fundadores do movimento moderno holandês De Stijl.

É reconhecido pela pureza de suas abstrações e prática metódica pela qual ele chegou a elas.

Ele simplificou radicalmente os elementos de suas pinturas para refletir o que ele via como a ordem espiritual subjacente ao mundo visível, criando uma linguagem estética clara, universal dentro de suas telas.

Em seus melhores quadros conhecidos da década de 1920, Mondrian reduziu suas formas de linhas e retângulos e sua paleta ao básico fundamentais que empurram referências passadas para o mundo exterior para a abstração pura. Seu uso de equilíbrio assimétrico e um vocabulário pictórico simplificado foram cruciais para o desenvolvimento da arte moderna, e seus trabalhos abstratos icônicas permanecem influente em design e na cultura familiar popular até hoje.

Neoplasticismo
Piet Mondrian

Pieter Cornelis Mondrian muda-se para Amsterdã em 1892 e estuda pintura na Academia de Belas-Artes, mesmo contra a vontade de seus pais. Pois eles como uma família muito religiosa, achavam que a arte era uma atividade incorreta.

No começo da carreira adota o estilo impressionista, pintando paisagens, até viajar para Paris, em 1911. Na capital francesa sofre influência do cubismo. Nessa fase produz quadros de natureza-morta ou de catedrais, cada vez mais abstratos, até chegar à série de pinturas de signos de mais e menos, que passa a ser sua única preocupação artística.

Entre 1914 e 1917 faz a série Composições, utilizando apenas o preto, o branco, as cores primárias e os quadriláteros. Deixa Paris em 1938, com a França ameaçada de invasão pelas tropas nazistas. Vive em Londres até 1940, quando vai para Nova York.

Em 1942 e 1943 realiza a série Broadway Boogie-Woogie, em que dá ritmo e expressividade à sucessão de pequenos planos que ganham colorido mais vivo. Sua intenção é reproduzir as luzes da cidade. Morre em Nova York.

Mondrian inspirou o famoso estilista Yves Saint Laurent a criar o icônico vestido tubinho com as cores e formas de suas telas em 1965.

Piet Mondrian – Vida

Pieter Cornelis Mondrian, mais conhecido como Piet Mondrian, nasceu em Amersfoort, no dia 7 de março de 1872. Faleceu em Nova Iorque no dia 1º de fevereiro de 1944.

De família aristocrática holandesa, iniciou seus estudos de Artes em 1892, como aluno da Rijksademie van Beeldende Kunsten, de Amsterdam. Influenciado por sentimentos religiosos – era de família calvinista e seu pai era pastor – Mondrian teria sua obra permeada pela Teosofia de Helena Petrovna Blavatsky.

Após uma exposição que incluía trabalhos de Picasso e Braque no museu Stedelijk, em Amsterdam, 1910, sua obra passou a apresentar influência cubista. Em 1912 foi morar em Paris. Sua pintura ganhava novos procedimentos com relação a cores e formas.

Nas palavras de Israel Pedrosa: “(…) a abstração de Mondrian, iniciada em 1911, tenderia progressivamente para a precisão geométrica, dando origem ao Neoplasticismo, difundido pela revista “De Stijl” a partir de 1917.

A simplicidade rítmica das formas de Mondrian, que se baseava em verticais e horizontais formando retângulos sempre próximos da divisão áurea, corresponde à mestria do emprego das três cores primárias, juntamente com o branco, o cinza e o preto. Os exemplares mais representativos desta fase são os da série Broadway-Boogie-Woogie (1942-1943), em que transparece a adoção das proposições de Malevitch e do ex-professor da Bauhaus, Josef Albers (1888).”

Neoplasticismo – De Stijl

Movimento estético que teve profunda influência sobre o design e artes plásticas.

A revista De Stijl foi uma publicação iniciada em 1917 por Theo van Doesburg e alguns colegas que viriam a compor o movimento artístico conhecido por Neoplasticismo.

Em virtude da influência dos textos da revista, que muitas vezes assumiam um aspecto de manifesto, o próprio movimento neoplástico (e mais tarde, o Elementarismo) é confundido com o nome da revista. Também costuma-se chamar o seu grupo criador pelo título da publicação.

Entre seus colaboradores estavam, além de Doesburg, o pintor Piet Mondrian, o designer de produto Gerrit Rietvield, entre outros.

Um dos mais idealistas movimentos artísticos do século XX, o De Stijl (ou Neoplasticismo, nome dado por Piet Mondrian à sua filosofia artística) foi um dos grandes marcos da arte moderna, o “mais puro dos movimentos abstratos”. O movimento, de origem e essência neerlandesa, permaneceu ativo e coeso por menos de quinze anos, mas sua influência pode ser sentida até hoje, particularmente nos campos da pintura e arquitetura.

Arrancando a pintura do campo da representação e abraçando o abstracionismo total, objetivando a síntese das formas de arte, o De Stijl caracterizou-se pelo fervor quase religioso de seus partidários, que acreditavam existir leis que regem a expressão artística e que viam em sua arte um modelo para relações harmoniosas julgadas possíveis para indivíduos e sociedade.

O De Stijl (“O estilo”, em neerlandês) começou oficialmente nos Países Baixos em 1917, quando Mondrian, Van Doesburg e o arquiteto Bart van der Leck lançaram a revista que deu nome ao movimento. Tendo Van Doesburg como editor, a revista, de tiragens pequenas mas importantes, foi o eixo de coesão dos artistas, apresentando idéias e teorias sobre a nova concepção artística apresentada.

O auge do movimento foi entre 1921 e 1925, quando Theo Van Doesburg, propagandista brilhante com devoção ardente ao movimento, convidou artistas de toda parte para participar do De Stijl, e, paralelamente, fez diversas conferências pela Europa para divulgar sua “cruzada”. Suas palestras e performances serviram para intensificar a tendência idealista entre os mestres da famosa escola alemã de desenho industrial, a Bauhaus, onde Van Doesburg chegou a lecionar, internacionalizando, de fato, o movimento.

Em 1925, no entanto, o De Stijl já mostrava sinais de desgaste, não tendo se renovado e com muitos artistas procurando novos caminhos. Neste ano, Piet Mondrian renunciou publicamente ao movimento, ao entrar em conflito com Van Doesburg acerca do rumo teórico a ser seguido – Mondrian condenava o uso de linhas diagonais que Van Doesburg passou a fazer, já que o ângulo reto era um dos pilares fundamentais de sua teoria neoplástica.

Após sua saída do De Stijl, Mondrian participou (e influenciou) o grupo francês Abstract-Création, fundado em Paris, 1931, por Naum Gabo (1890-1977) e Antoine Pevsner (1884-1962). Nos anos subseqüentes, Mondrian mudou-se para Nova Iorque, onde influenciou muitos artistas americanos e, sob a influência do jazz, pintou quadros famosos como Broadway Boogie-Woogie.

Em 1928, a revista De Stijl finalmente parou de circular, após alguns anos de publicação intermitente, fazendo com que muitos estudiosos apontassem-no como o ano final do Neoplasticismo. Todavia, devido à militância persistente de Theo Van Doesburg, alguns especialistas afirmam que a dissolução só ocorreu em 1931, ano da morte do pintor.

Ao injetar sólido embasamento teórico em suas obras – pinturas, construções, esculturas, entre outros – os Neoplasticistas radicalizaram e renovaram a arte moderna. Os ecos do modo neoplástico de encarar a arte são sentidos até os dias de hoje em inúmeras áreas.

No campo da pintura, Mondrian permanece na panteão dos grandes pintores do século XX, influenciando múltiplas gerações e correntes abstratas contemporâneas. Ao romper com a arte figurativa e renegá-la, promovendo o salto subseqüente de uma concepção estética cujas origens podem ser traçadas na pintura cubista, o holandês amplificou a vitalidade da pintura abstrata e ajudou-a a ser vista com seriedade e admiração. Como afirma H.B Chipp, “suas idéias profundas e sua presença quase santa tiveram grande influência no crescimento de outros movimentos abstratos”.

Suas composições únicas, imediatamente reconhecíveis, entraram, em certa medida, no imaginário popular e foram apropriadas pela indústria cultural (um fenômeno interessante é a profusão de livros, não necessariamente relacionados à arte, cujas capas imitam as famosas composições de Mondrian).

Dessa forma, com tal apelo visual extremamente peculiar, podemos compreender porque Piet Mondrian tornou-se um ícone muito maior do que seus companheiros no De Stijl – ícone esse tão grande e impactante que superou até mesmo a fama do próprio movimento.

Na arquitetura e desenho industrial, a influência do De Stijl talvez tenha ido mais longe ainda. Com o intercâmbio entre o movimento e a Bauhaus, o ideal neoplástico tornou-se imensamente popular, com produção e consumo em escala industrial de infindáveis peças diretamente inspiradas pelas propostas do grupo holandês, que adquiriram um caráter ‘moderno’, voltado para o futuro.

Até hoje, obras como a Poltrona de Rietveld são imediatamente associadas a uma atitude voltada para o futuro, sendo comum ver até mesmo em filmes de ficção científica cenários recheados de elementos neoplásticos como forma de realçar o aspecto ‘futurista’ do ambiente.

O legado do De Stijl se faz presente até em áreas insuspeitas e improváveis como a música pop – em 2000, o duo americano de blues-rock White Stripes lançou um álbum denominado De Stijl, cuja capa é composta por uma foto dos integrantes em um ambiente diretamente inspirado pelo movimento holandês – blocos lisos vermelhos e brancos e hastes pretas.

Significa, para Mondrian, que a Natureza, como se apresenta, não lhe serve de matéria-prima para a realização de suas obras. Também a diagonal rechaça o equilíbrio da horizontalidade-verticalidade, não devendo ser adotada.

Em 1940, o artista se encontra em Nova Iorque. O Jazz o embevece. O movimento novaiorquino agita seus pincéis.

Obras

Neoplasticismo
Piet Mondrian

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Piet Mondrian

Fonte: www.tate.org.uk/www.theartstory.org/www.mondrian.kit.net/www.itaucultural.org.br

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