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Infografia

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Informações gráficos ou infográficos são representações visuais gráficas de informações, dados ou conhecimentos a intenção de apresentar informações de forma rápida e clara.

Eles podem melhorar a cognição através da utilização de gráficos para melhorar a capacidade do sistema visual humano para ver padrões e tendências.

Atividades similares estão visualização de informações, visualização de dados, gráficos estatísticos, design de informação, ou arquitetura da informação.

Infográficos têm evoluído nos últimos anos para ser para comunicação de massa e, portanto, são projetados com menos suposições sobre a base de conhecimento dos leitores do que outros tipos de efeitos visuais.

Infografia – Definição

Um infográfico (gráfico informações) é uma representação de informações em um formato gráfico projetado para tornar os dados facilmente compreensível num ápice.

As pessoas utilizam infográficos para comunicar-se rapidamente uma mensagem, para simplificar a apresentação de grandes quantidades de dados, para ver padrões e relacionamentos de dados, e para monitorar mudanças em variáveis ao longo do tempo.

Infografia é a representação visual de informação. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em jornalismo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto.

No design de jornais, o infográfico costuma ser usado para descrever como aconteceu determinado fato. Além de explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos.

Infografia – O que é

Infográficos são representações visuais de uma informação.

infográfica é um moderno recurso de edição com forte atração visual, combinando fotografia, desenho e texto. É importante diferenciar gráficos (curvas, linhas e pizzas) de infográficos. Esses últimos são reportagens visuais.

O que uma foto ou um texto não pode explicar, geralmente, pode ser explicado por um infográfico. Normalmente, este trabalho envolve os departamentos de Arte e de Fotografia junto com a Editoria na sua realização.

Um infográfico serve para descrever como aconteceu determinado fato, quais suas consequencias e serve também, para explicar, através de ilustrações, diagramas e textos, fatos que o texto ou a foto não conseguem detalhar.

Um infográfico, ou a arte da infografia, é caracterizado por ilustrações explicativas sobre um tema ou assunto.

Infográfico é a junção das palavras info (informação) e gráfico (desenho, imagem, representação visual), ou seja, um infográfico é um desenho ou imagem que, com o auxilio de um texto, explica ou informa sobre um assunto que não seria muito bem compreendido somente com um texto.

Os infográficos são muito utilizados em jornais, mapas, manuais técnicos, educativos e científicos, e também em sites.

Mas o que significa isso? O que realmente é isso?

Todo ser já viu um infográfico, sabe como é, mas não sabia que tinha esse nome. Por exemplo, você abre o jornal e tem um gráfico demonstrando a evolução do câmbio entre dólar e real. Isso é um infográfico.

Numa outra matéria sobre os problemas do joelho do Ronaldo, você vê um desenho mostrando ossos, músculos e cartilagens do joelho – não é aula de anatomia, é infografia.

Foi descoberta uma nova reserva de ouro no Estado de Roraima – aparece um mapa do Brasil com o Estado de Roraima em destaque – também é infografia.

Vai começar o campeonato brasileiro, na matéria temos a tabela do campeonto – isso também é infografia.

Infografia é uma forma ilustrada, por desenhos ou fotografias, ou ainda juntando os dois, de forma a apoiar o texto de uma matéria ou ainda de um determinado assunto.

Alguns livros técnicos utilizam demais a infografia. O manual do seu carro é repleto de infográficos. O manual do seu liquidificador, que você provavelmente não abriu uma vez sequer, é repleto de infográficos.

Onde é usada ?

Basicamente a infografia é empregada onde a informação precisa ser explicada de uma forma mais dinâmica, mais visual, facilitando assim o entendimento do texto.

A infografia é um recurso muito antigo e considero (eu considero) Leonardo da Vinci o pai da infografia moderna. Sim, já existia infografia antes de Leonardo, mas ninguém sabia que se chamava infografia.

Hoje, com a necessidade da informação ser absorvida de maneira mais rápida, os infográficos estão sendo utilizados em grande escala.

Mas há que se ter consciência de um detalhe: a infografia não pode competir com um texto, ela tem que complementar o texto. E isso é uma das tarefas mais complexas de ser executada.

Por que ?

Porque o infografista completo deve possuir algumas qualidades que tornam esse profissional escasso.

Vamos a elas:

1) Saber interpretar um texto, ou seja, tem que gostar de ler.
2)
 Saber escolher o que deverá ser apresentado no infográfico, aquilo que realmente é importante.
3)
 Saber rafiar – sim, tem que saber desenhar – não precisa elaborar uma ilustração, mas efetuar a marcação do que será desenhado, qual a sequência e com um aproveitamento de espaço que não brigue com o texto.
4)
 Conhecer o trio calafrio: Photoshop, Illustrator e Indesign – são os três softwares mais utilizados no desenvolvimento de infográficos.
5) 
Saber diagramar – muitas vezes a página que contém infográficos é diagramada pelo infografista.
6) 
Saber trabalhar em equipe – essa equipe é composta de pelo menos duas pessoas, o autor do texto e o infografista.
7) 
Ser ágil, rápido na criação e execução da arte, principalmente se for trabalhar em jornais.
8 ) 
Gostar de blues – coloquei isso porque sou apaixonado por esse estilo musical.

Infografia – Linguagem

Como é que define a infografia moderna?

A infografia significa a apresentação visual de dados, sejam dados estatísticos, sejam mapas ou diagramas.

Trata-se das três formas que adopta a infografia no jornal impresso.

Se a infografia é a linguagem que resume dados em desenhos, qualquer ilustração é uma infografia?

Não, nem todas as ilustrações são infografias. Para que a ilustração se considere infografia tem que explicar algo, contar uma história, transmitir informação como uma notícia.

Podemos chamar à infografia noticiosa um gênero jornalístico?

Formalmente a infografia não está aceite como um género jornalístico, mas estou convencido de que o é. A infografia é a aplicação das regras do desenho gráfico para contar histórias. Assim, se se contam histórias jornalísticas pelo meio do desenho gráfico, isso é um género jornalístico, sem dúvida.

Podemos então dizer que infografia significa “jornalismo visual”?

Sim, é um dos ramos do jornalismo visual.

E existe o conceito de jornalismo infográfico?

Efetivamente, pode falar-se de jornalismo infográfico sempre que a infografia se utilize para contar histórias jornalísticas. É infografia jornalística.

O “jornalismo infográfico” vai ser a linguagem jornalística do futuro?

Sim e não. A infografia não é uma linguagem do futuro, é uma linguagem do presente. Tem vindo a ser utilizada desde que há jornais, praticamente. Será uma linguagem jornalística do futuro? Sim, e será muito utilizada, mas isso não quer dizer que não existam outras linguagens jornalísticas que não serão utilizados em igual medida.

E nunca substituirá o jornal impresso?

Não, da mesma forma que a televisão não substitui o rádio e a rádio não substitui a linguagem escrita. A infografia é apenas mais uma linguagem, outra forma de contar histórias. Nem todas as histórias podem contar-se de maneira infográfica, da mesma forma que nem todas as histórias se podem contar bem em texto.

Por exemplo ?

Não se pode contar uma história com interesse humano através de uma infografia. No caso do acidente de metro que houve em Valência onde morreram 42 pessoas, a infografia não permite contar como as famílias das vítimas experimentaram a tragédia.

Por outro lado, a infografia é muito melhor para explicar por que é que o comboio descarrilou, por que chocou, onde chocou, quanta gente morreu, quanta gente está viva. A infografia é muito melhor para transmitir os dados frios, os dados duros.

Os jornalistas estão preparados para fazer infografias?

Depende de onde provenham. Qualquer jornalista que saia de uma carreira de jornalismo, em princípio, estará capacitado para entender a infografia como uma linguagem jornalística. Isso não quer dizer que qualquer jornalista esteja capacitado para fazer infografia. Para a fazer são precisos conhecimentos técnicos, assim como para escrever, para fazer televisão, etc.

Qual deve ser a formação do jornalista na faculdade?

O jornalista deve receber um formação geral sobre todos os géneros jornalísticos que existem. Tem de aprender a analisar não só a notícia escrita, mas também a reportagem, a crónica, a entrevista, tem de aprender algo de fotojornalismo e tem de aprender também as bases da infografia. Tem também de haver um curso básico de aprendizagem de infografia.

Só depois viria a especialização?

Tem de haver, obviamente, especializações. Vai haver jornalistas que vão para o meio escrito, outros para a televisão. Dentro dos que vão para o meio escrito, pode haver um ramo mais relacionado com o desenho gráfico, onde se incluem cursos avançados sobre criação de infografia impressa, multimédia e “online”.

No recrutamento de jornalistas, hoje em dia, pesa mais ter bons conhecimentos sobre História, política e relações internacionais ou dominar ferramentas multimédia que permitam fazer, por exemplo, jornalismo infográfico?

Pesa mais o conhecimento tecnológico do que o conhecimento teórico. No caso de ter de contratar alguém para o meu departamento de infografia, vou contratar a pessoa que saiba manejar as ferramentas, mesmo que num nível muito básico, mas que seja também um bom jornalista. Não contrataria nunca alguém que não soubesse manejar ferramentas.

De forma realista, pensa que os jornalistas em geral têm uma literacia visual, isto é, conhecimentos visuais que lhes dêem sensibilidade para condensar informação num desenho gráfico?

Depende. Nem toda a gente está capacitada para fazer infografia. Mas há gente que está muito capacitada, mesmo que nunca tenham feito. Encontrei muitos jornalistas nos jornais onde trabalhei, que nunca tinham feito uma infografia na vida, mas eram capazes de desenhar algo e contar o que se passara quando viam um acidente.

Portanto, só uma pequena porcentagem de jornalistas faz infografias?

Sim, uma pequena porcentagem.

Qual o estatuto do infografista que trabalha num jornal? É considerado um jornalista ou um desenhador gráfico?

Depende dos países e dos jornais. Na maior parte dos jornais, é considerado um desenhador gráfico. Mas nos jornais mais avançados, naqueles que produzem a melhor infografia do mundo, os infografistas são jornalistas. É o caso do “New York Times”, do “El Mundo” e do “El Pais”.

O que transforma um desenhador gráfico num jornalista?

Aprender a contar histórias e aprender as regras pelas quais se rege qualquer repórter. Deve, também, aprender a escrever notícias, reportagens, crónicas, entrevistas, e saber consultar e confrontar fontes. Alberto Cairo

Infografia – Representação

A leitura de três diários – O Estado de S. Paulo, El Nacional e El Universal – evidencia o uso dos infográficos como método eficiente de transmissão da informação, devido ao poder de sua linguagem, a visual.

É cada vez mais presente a utilização do recurso da infografia no jornalismo impresso e on line. É um meio adequado para decodificar com maior velocidade temas que são considerados complexos para a audiência.

Os infográficos baseiam-se na representação da notícia a partir de elementos icônicos, ou seja, referentes a imagens, constituindo-se do hibridismo de outros ingredientes da prática do jornalismo, tais como a fotografia, o desenho e o texto.

No ambiente da web, são incluídos elementos como animação, vídeo, áudio e recursos de interatividade. Este artigo propõe-se a explanar sobre uma pesquisa em andamento na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia, considerando que esta exposição trata-se de aspectos introdutórios e em desenvolvimento.

A evolução da infografia é desenhada em três estágios, denominada de “gerações” específicas.

A primeira geração não se caracteriza tão somente por sua incipiência (ou ausência de maturação), mas pela vinculação direta ao suporte impresso.

Assim, atributos como a narrativa sequencial e linear e o formato estático estão diretamente associados a esta primeira fase evolutiva da infografia.

As demais fases perpassadas pela infografia moderna, culminando com o estágio no suporte web, base deste projeto, são:

Segunda fase: envolvida no suporte da internet, baseia-se na multimidialidade dos elementos constitutivos dos infográficos, a saber, “imagens em movimento, gravação sonora, ilustração, fotografia, vídeos e outros recursos interativos” (RODRIGUES, 2009, p. 201). A forma de leitura também se altera em relação aos infográficos estáticos, com variações multilineares, lineares ou não-lineares.

Terceira fase: tem como propriedade, segundo Rodrigues (2009), a introdução de base de dados na formatação dos infográficos na plataforma web.

Transição para a web

Com o avanço tecnológico, acesso dos indivíduos aos computadores, banda larga, migração de leitores para a plataforma web, os tradicionais jornais impressos iniciam processo de produção de conteúdo digital, agregando os recursos do tradicional jornalismo feito no papel.

A infografia é uma das ferramentas que, progressivamente, recorre aos elementos de multimidialidade e promove o surgimento de “profissionais relacionados com esta forma para que os usuários interatuem com as novas tecnologias” (CAIRO, 2008, p.63).

A transição buscava a interatividade do indivíduo com o computador, ao recorrer à informação que necessita através da manipulação do infográfico. Este seria o fundamento da “visualização da informação”, termo que, segundo Cardy, Mackinlay e Shneiderman (1999 apud CAIRO, 2008, p.68), traduz-se “no uso de apresentações visuais e interativas de dados abstratos assistidos por computador para ampliar a cognição”.

A infografia passa de um elemento estático para ofertar uma possibilidade de investigação para os leitores/audiência.

É o que Sancho denomina de infografia interativa , conceituando como:

Uma contribuição informativa, na maioria dos casos a sucessão, que é feito em, publicações digitais, basicamente visuais, mas também audiovisual, feita por unidades elementares icônico (estático ou dinâmico), com apoiada por várias unidades de digitação e / ou som, geralmente verbal (2003: 556 apud TEIXEIRA, 2007, p.6)

Para Cairo, a figura do jornalista visual torna-se coadjuvante na interpretação dos dados para o leitor, quando da transposição do meio impresso para o meio digital. No entanto, o mesmo jornalista visual figura-se como protagonista ao proporcionar ferramentas para que o próprio leitor desvende os dados por si mesmo.

O novo panorama que se forma no jornalismo digital, a partir da tomada da infografia interativa, caminha lentamente nos jornais tradicionais, embora se note avanços importantes em títulos de maior alcance popular na América Latina.

Entre os tais estão: O Estado de São Paulo, com uma tiragem na versão impressa de 217.414 exemplares (média de 2009, segundo o Instituto Verificador de Circulação – IVC), que figura entre os quatro mais importantes do Brasil e mantém uma seção específica de infografia em seu sítio; El Nacional, de Caracas, que desenvolve infográficos multimídias na internet e evidencia como o diário mais importante da Venezuela, com tiragem de 150 mil exemplares; e El Universal, da Cidade do México, fundado em 1º de outubro de 1916 e que, segundo o canal institucional do diário em sua página na internet, “é um dos sítios em espanhol de maior tráfego do mundo. Dados de 2007 apontam que o jornal obteve 3,2 milhões de usuários únicos, 105 milhões de páginas vistas e 1,6 milhão de downloads de vídeo”. Na versão impressa, a tiragem é de 300 mil exemplares diários.

Tais diários foram escolhidos baseados na questão de colonização diferente entre eles, ou seja, a relação de um jornal de língua portuguesa com dois de língua espanhola, sendo que um deles está fora do ambiente geográfico da América do Sul. Os dois jornais de língua hispânica também são importantes por figurarem no Grupo dos Diários América, entidade que congrega os 11 principais periódicos da América Latina (no Brasil, inclui-se O Globo).

As três publicações mantêm identidades comuns quanto às noções de ética e prática jornalísticas latino-americanas, no que concerne à independência do Estado e dos poderes, “tendo o direito de reportar, comentar e criticar as atividades dos agentes do poder, inclusivamente dos agentes institucionais” (SOUSA, 1999).

Do mesmo modo, são comuns as rotinas produtivas, o uso das novas tecnologias e de recursos como a infografia interativa.

Mudanças no jornalismo

Sousa e Lima (2005, p.3) mencionam que o jornalismo é histórica e, essencialmente, uma representação “discursiva e seletiva da vida, que, como todos os discursos sobre a realidade, mostra, evidencia e focaliza na mesma medida que oculta”. Assim, a infografia tem sido testemunha da acomodação dos diários impressos aos avanços da tecnologia e acompanhado as mudanças no jornalismo, na medida em que a televisão conquistava uma parcela cada vez maior da audiência, com impacto direto nos jornais impressos. A ênfase do uso dos infográficos passou a ser maior. Como exemplo no Ocidente, o USA Today dinamizou a transmissão de dados informativos com a utilização massiva dos infográficos na década de 80. Cairo (2008, p.52) atesta que o periódico inclinava-se ao perfil do leitor ocupado, com pequena disposição de ler jornais e que “estava muito acostumados a obter suas notícias pela televisão”.

O paradigma de diário pós-televisivo, apontado por Cairo (2008) e desenvolvido pelo USA Today, apoiava-se na informação visual com propósito de apreender o leitor. Pablos (1999 apud SCHMITT, 2006, p.38) explica que o cenário marcava-se por “perda continuada de leitores, a incorporação nula de jovens e a presença de uma TV cada dia mais universal, em uma sociedade cada vez mais global”. Hoje, nota-se a presença do diário na plataforma web, recorrendo a infográficos, em processo social que assemelha-se ao enfrentamento com a TV.

Ao observar este caminho, entende-se que o surgimento da infografia jornalística, por si só, é sintomático no que se refere ao funcionamento dos diários impressos e, agora na internet, e torna-se mais comum também no cotidiano da vida social, o que instiga a investigação acerca deste tema. Os infográficos apresentam-se como método eficiente de transmissão da informação, devido ao poder de sua linguagem, a visual.

Outro aspecto que inclina ao desenvolvimento desta pesquisa em andamento baseia-se na concepção de que os estudos sobre infografia (estática e interativa) no mundo são recentes e no Brasil não há ainda livros específicos acerca deste tema considerado complexo no campo da comunicação. Sobretudo, no universo latino-americano.

Os três diários (O Estado de S. Paulo, El Nacional e El Universal) estão entre os principais em suas regiões, são detentores de prestígio na América Latina.

Foram escolhidos por utilizarem a ferramenta infográfica na transmissão de notícias na internet, o que leva à hipótese de um perfil de leitor muito semelhante ou com identidades comuns na América do Sul e América Central. André Lemos

Fonte: whatis.techtarget.com/www.visualopolis.com/jpn.icicom.up.pt

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