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Op Art

 

Movimento da arte abstrata que se desenvolveu na década de 1960.

Op Art

OP ART (abreviatura de óptical art, "ARTE ÓPTICA") explora a falibilidade do olho humano.

O artista joga com o espectador,criando imagens que parecem vibrar e palpitar. Embora a obra de arte em si seja estática,as formas e cores utilizadas provocam uma ilusão óptica de movimento.

Pesquisas no campo visual exploradas no séc XX passam pelo cubismo, por Mondrian, pelo construtivismo e pelas análises da visão da Bauhaus, chegando a pesquisas visuais-cinéticas e à Op-art. Esse movimento nasce com a associação e sucessão espontânea de imagens no campo psicológico-ótico.

op art (optical art / arte ótica), apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo precário e instável, que se modifica a cada instante.

Um crítico referiu-se assim à op art: 'Now-you-see-it-now-you-don't' (Agora você vê, agora você não vê). O termo 'obra aberta' foi igualmente aplicável à op art por Vinca Mazini, significando "uma arte suscetível de mutações de seus elementos com possibilidade de configurações diversas, limitadas pelas modificações recíprocas dos elementos e do espectador.

Antecedentes

Mas de onde estes artistas novos vêm, e de onde começaram suas idéias? Os artistas tiveram o grande sucesso, e este sucesso veio na parte, do trabalho de outros movimentos.

No Passado - Muitos pintores ao longo da história se empenharam em realizar ilusões óticas. Os artistas durante o Renascimento experimentaram fazer da pintura de superfície lisa brotar uma imagem tri-dimensional.

O Maneiristas também tentaram criar imagens para confundir o olho humano. Os artistas "op" também receberam grande inspiração dos Pós-Impressionistas quando esses criaram um estilo da pintura chamado Pontilhismo. A pintura formada por minúsculos pontos que quando olhados a uma certa distância, revela a imagem misturando suas próprias cores, assim como é o processo da impressoras atuais.

Em certo sentido, os pontos parecem fundirem-se formando uma cor diferente; uma ilusão ótica . Os artistas "op art" usaram eventualmente estes mesmos princípios ao demonstrar os contrastes entre o branco e o preto.

Antecedentes imediatos - Os antecedentes imediatos dessa corrente são movimentos de vanguarda, como o cubismo e o abstracionismo, que empregavam efeitos visuais e técnicas de composição semelhantes. Nas décadas de 1920 e 1930, na Alemanha e nos Estados Unidos, Josef Albers pesquisava os efeitos da cor em superfícies planas.

Tornou-se famosa sua série de quadros "Homenagem ao quadrado", em que estuda a irradiação e a interação cromática. Um dos mais brilhantes representantes da op art foi Victor Vasarely, que a partir de 1952 passou a criar diferentes estruturas cinéticas em preto e branco, após o que adotou a cor.

O artista partia de figuras geométricas de tamanhos diversos, sobretudo o cubo, que combinava com cores chapadas para obter o efeito de tridimensionalidade.

Após aproximadamente 400 anos da experimentação com ilusões óticas na arte, o movimento op da arte decidiu estudar coletivamente a importância e a eficácia da arte tridimensional utilizando símbolos geométricos.

O Início

O nascimento da op art, oficialmente, se deu com um artigo na Times Magazine.

Em 1964, a Times publicou um texto que descrevia um movimento da arte com características de ilusões óticas. ao se referir à exposição The Responsive Eye, inaugurada um ano depois no Museu de Arte Moderna de Nova York. A mostra apresentou tanto obras pictóricas com ilusões geométricas, compostas de estruturas formais e superfícies coloridas, quanto outras baseadas no movimento, que se utilizavam apenas de linhas e tramas em preto e branco.

O movimento pretendia manipular os a visão ou criar uma ilusão ótica.

Similar a outros movimentos, os artistas op da arte não usaram a pintura convencional ,usaram um esquema limitado da cores, e um estilo própio de desenhar a forma e os objetos. Cada pintura ou projeto tiveram sua própria maneira de iludir o olho humano. Embora este movimento tenha sido relativamente curto, o acervo que deixou foi muito importante para movimentos posteriores e amantes da arte.

Op Art tornou-se popular nos círculos intelectuais e sociais, e seus trabalhos foram bastantes procurados logo em seguida. Durou oficialmente somente três anos, e foi seguida do movimento da Pop Art.

Características

Op art busca atingir o espectador por meio da combinação de cores frias e quentes e da superposição de tramas geométricas. Manifestação artística não distante da arte cinética, envolve procedimentos científicos e artísticos (contrastes, ondulações, interferências) capazes de estimular a retina e criar intensa instabilidade visual.

Op Art é também caracterizada por testes padrões pretos e brancos ou pelas formas geométricas que usam a repetição de formas e de cores simples criar efeitos vibrantes, um sentido de profundidade, a confusão do primeiro-fundo, e outros efeitos visuais, criando frequentemente a "visão ilusão".

Estruturas em truques da percepção visual: usando linhas de perspectiva dar a impressão do espaço tridimensional, cores misturadas para dar a impressão da luz e de sombra, e assim por diante. Envolvendo o estudo da percepção, os artistas usam formas geométricas como tema em seus trabalhos.

Principais características

Confusão entre figura e fundo

Ilusão de movimento

Profundidade

Uso de cores repetitivas e contrastantes

Formas abstratas criadas de forma sistemática

Aplicações

Embora tenha sido um movimento efêmero, a op art teve grande influência na moda, na decoração de interiores, em capas de livros e discos e até no urbanismo e na arquitetura.

Durante a década de 70, a op-art foi utilizada pelo mundo da Moda com aplicações em vestidos, blusas, etc. Até hoje, alguns estilistas tiram proveito das listras e de outras formas para jogar com a ilusão de ótica.

Fonte: www.opartufpe.cjb.net

Op Art

O termo foi incorporado à história e à crítica de arte após a exposição The responsive eye [O olhar compreensivo, MoMA/Nova York, 1965), para se referir a um movimento artístico que conhece seu auge entre 1965 e 1968.

Os artistas envolvidos com essa vertente realizam pesquisas que privilegiam efeitos óticos, em função de um método ancorado na interação entre ilusão e superfície plana, entre visão e compreensão. Dialogando diretamente com o mundo da indústria e da mídia (publicidade, moda, design, cinema e televisão), os trabalhos da op art enfatizam a percepção a partir do movimento do olho sobre a superfície da tela. Nas composições - em geral, abstratas - linhas e formas seriadas se organizam em termos de padrões dinâmicos, que parecem vibrar, tremer e pulsar. O olhar, convocado a transitar entre a figura e o fundo, a passear pelos efeitos de sombra e luz produzidos pelos jogos entre o preto e o branco ou pelos contrastes tonais, é fisgado pelas artimanhas visuais e ilusionismos.

O húngaro Victor de Vasarely (1908) é um dos maiores nomes da op art.

A partir de 1930, em Paris, o artista começa a explorar efeitos óticos pela utilização de dominós, tabuleiros de xadrez, dados, réguas, zebras e arlequins. Mas é a partir de 1947 que envereda pela abstração geométrica. ?Não foi senão em 1947?, diz ele, ?que o abstrato revelou-se para mim, realmente e verdadeiramente, quando me dei conta que a pura forma-cor era capaz de significar o mundo?. A idéia de forma-cor remete diretamente à concepção de unidade plástica de Vasarely. Nessa estrutura irredutível - molécula pictural -, o pintor reencontra o ponto, do pontilhismo de Georges Seurat (1859-1891), e o quadrado de Kazimir Malevich (1878-1935), uma espécie de forma zero. A partir dessa estrutura elementar, o pintor cria uma gramática de possibilidades com o auxílio do preto e branco (com os quais trabalhou em boa parte de sua obra) e da progressiva introdução da cor. A inglesa Bridget Riley (1931) é outro grande expoente daop art.

Como os demais artistas ligados ao movimento, ela investiga formas e unidade seriadas para a composição de padrões gerais, que apelam diretamente à visão, pelos seus efeitos de vibração e ofuscamento. Realiza pinturas de grande porte, cenários e a decoração do interior do Hospital Real de Liverpool.

A galeria Denise René, em Paris, reúne um grupo de artistas envolvido com as investigações visuais da op art, parte deles argentinos como Julio Le Parc, Marta Boto e Luis R. Tomasello (1915), além de Yvaral (1934) (filho de Vasarely), do venezuelano Carlos Cruz-Diez (1923) e outros. O Groupe de Recherche d?Art Visuel (GRAV), que funciona entre 1960 e 1968, foi outro pólo aglutinador da produção da op art e da arte cinética. O nome do venezuelano Jesús-Raphael Soto (1923) se destaca no grupo de artistas latino-americanos radicados em Paris. Entre 1950 e 1953, o artista cria as primeiras obras em que elementos dispostos em série no espaço produzem efeitos de movimento virtual e vibração ótica (Estudo para uma série, 1953). Mas é em 1955 que ele se lança mais diretamente em relação às pesquisas cinéticas, fundamentadas nas alterações perceptivas decorrentes, seja da posição do observador diante da obra, seja do uso de elementos suspensos a vibrar diante um fundo.

Ainda que um exame atento dessa ampla produção pudesse ser capaz de revelar diferentes inflexões no interior da op art, não parece difícil entrever um programa comum constituído a partir de estímulos semelhantes: as progressões matemáticas (muitas vezes trabalhadas com o auxílio de computadores); a Gestalt; o cubismo de Georges Braque (1882-1963), Pablo Picasso (1881-1973) e Juan Gris (1887-1927); o neoplasticismo de Piet Mondrian (1872-1944); além do construtivismo da Bauhaus, de Malevich e do impressionismo, sobretudo na vertente explorada por Seurat. Os trabalhos de Vasarely, Riley e outros propagaram-se pelo mundo todo.

No Brasil, realizaram experiências óticas em seus trabalhos: Lothar Charoux (1912-1987), Almir Mavignier (1925), Ivan Serpa (1923-1973), Abraham Palatnik (1928), entre outros. Nos anos 50 algumas pinturas de Luiz Sacilotto (1924-2003) antecipam questões que serão desenvolvidas posteriormente pela op art propriamente dita.

Referências

DIEHL, Gaston. Vasarely. Paris: Flammarion, 1973, 96 p. il. p&b. color.
LANCASTER, John. Introducing Op Art. New York: Watson-Guptill Publications, 1973, 112 p. il. p&b.color.
Le PARC, Julio. Julio Le Parc. Textos de Julio Le Parc e Enzo Mari. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, S.A., 1969, s/p. il. p&b. color.
VASARELY, V. Vasarely. Sweden: Éditions du Griffon Neuchatel, 1974, 243 p. il. p&b. color.
WERNER, Spies. Vasarely. New York: Harry N.Abrams, Inc., Publishers, 1969, 75 p. il. p&b. color.

Fonte: www.itaucultural.org.br

Op Art

Op Art
2197 Chevy G - Vitor Vasarely

Op Art (abreviação inglesa para "Arte Óptica") nasceu e se desenvolveu simultaneamente nos Estados Unidos e na Europa, em meados da década de sessenta. O termo foi empregado pela primeira vez na revista Times no ano de 1965 e designa uma derivação do expressionismo abstrato.

Op Art, com suas pinturas voluptuosas, brincam com nossas percepções ópticas. As cores são usadas para a criação de efeitos visuais como sobreposição, movimento e interação entre o fundo e o foco principal. Os tons vibrantes, círculos concêntricos e formas que parecem pulsar são as características mais marcantes deste estilo artístico.

Por ser pouco difundida e estar imersa em um grande caldeirão de influências, que vão desde o surrealismo à arte moderna, a Op Artnão é considerada um movimento genuíno dentro das artes visuais, sendo reconhecida mais como uma vertente de outras linhas artísticas, como por exemplo a Kinetik Art (Arte Cinética).

O limite entre a Kinetic Art e a Op Art é bastante tênue, o que gera confusão entre estes estilos.

A diferença básica entre ambos é que na Kinetic Art, os processos ópticos são baseados na percepção do movimento real ou aparente da obra, que pode ser plana, bi ou tridimensional, enquanto que, na Op Art, há apenas movimentos virtuais, utilizando-se objetos planos e formas geométricas. Os padrões mais rígidos fazem com que o apuro nas formas e o estudo detalhado dos fenômenos ópticos sejam os principais enfoques da Op Art.

Em 1965, foi organizada a primeira exposição de Op Art. A mostra foi chamada "The Responsive Eye" (O Olho que Responde), no Museu de Arte Moderna de Nova York. Entre os principais expoentes da Op Art, estão Victor Varasely, Richard Anusziewicz, Bridget Riley, Ad Reinhardt, Kenneth Noland e Larry Poons.

A exposição, no entanto, não teve muito sucesso. A Op Art esteve, durante um bom tempo, renegada aos meios considerados "alternativos" nos EUA e Europa.

O período posterior à exposição não foi dos melhores para a Op Art, que quase caiu no esquecimento. Em parte, esse distanciamento surgiu devido à concorrência com a Pop Art, que tomava conta de praticamente todo o cenário artístico mundial, deixando pouco espaço para as demais expressões artísticas.

O advento do computador, no entanto, trouxe um novo fôlego à Op Art. As cores metálicas, as formas praticamente matemática e a organização rigorosa dos elementos têm tudo a ver com a "sociedade cibernética".

Características conceituais

Op Art
Corrente (1964) 
Bridget Riley

A razão da Op Art é a representação do movimento através da pintura apenas com a utilização de elementos gráficos. A alteração das cidades modernas e o sofrimento do homem com a alteração constante em seus ritmos de vida também são uma preocupação constante. A vida rápida das cidades contribuiu para a percepção do movimento como elemento constituinte da cultura visual do artista. Outro fator fundamental para a criação da Op Art foi a evolução da ciência, que está presente em praticamente todos os trabalhos, baseando-se principalmente nos estudos psicológicos sobre a vida moderna e da Física sobre a Óptica.

Técnica

Op Art
Red-Green
Ad Reinhardt

A dinâmica da pintura na Op Art é alcançada com a oposição de estruturas idênticas que interagem umas com as outras, produzindo o efeito óptico. Diferentes níveis de iluminação também são utilizados constantemente, criando a ilusão de perspectiva. A interação de cores, baseado nos grandes contrastes (preto e branco) ou na utilização de cores complementares são a matéria prima da Op Art. A técnica "moire", aplicada no trabalho "Current", de Bridget Riley, é um bom exemplo. Nela, há a criação de um espaço móvel, produzindo um efeito denominado "whip blast" (explosão do chicote). Esta técnica, assim como a maioria das técnicas utilizadas na Op Art, exploram as possibilidades do fenômeno óptico na criação de volumes e formas virtuais.

Principais expoentes

Op Art
Graded Exposure 
Kenneth Noland

Ad Reinhardt

Pintor americano, nascido em Nova York. Artista e teórico, Reinhardt é mais conhecido por suas pinturas em preto, que marcam sua fase artística posterior a 1960.Adepto do minimalismo, Reinhardt utilizava apenas o preto e suas variações em suas obras, rejeitando os atributos convencionais da pintura. Keneth Noland - Pintor americano, da Carolina do Norte. Noland utilizou-se em suas obras de listras e cores básicas. Ele enfatiza o plano da tela utilizando cores uniformes. Em seu trabalho, a cor é o objetivo. Seus trabalhos mais recentes abandonaram as cores básicas, usando agora cores modificadas em vários tons. Bridget Riley - Pintora inglesa, associada também ao movimento Pop Art. O estilo de Riley é marcado por listras que se sobrepõem, curvas onduladas, discos concêntricos e quadrados ou triângulos que se repetem.

Devido à organização sequencial e a relação de cores de suas obras, há a criação de sensações ópticas de ritmo nas superfícies, que parecem vibrar.

Cristiano Lopes

Fonte: www.unb.br

Op Art

 

Op Art

No início da segunda metade deste século, os grandes centros urbanos já estavam recuperados dos danos causados pela Segunda Guerra Mundial, a indústria já com sua capacidade de produção redobrada e neste contexto social ganha força a expressão artística conhecida como Op-Art, uma abreviatura de Optical Art ou ainda Arte Ótica.

O termo foi usado pela primeira vez em 1964 na revista americana Time e relaciona-se com sensações puramente visuais. Normalmente a crítica considera a Op-Art uma derivação da Arte Cinética (esculturas movidas a motores, a mão e posteriormente correntes de ar) pois as pesquisas de sugestões do movimento a partir das sensações ópticas desenvolveram-se principalmente na década de 60.

Op Art

É um tipo de pintura, desenho ou obra tridimensional que se apoia nos estudos da percepção visual. Apresentam diferentes figuras geométricas, em preto e branco (melhores obras) ou coloridas que combinadas de tal forma provocam no espectador as sensações de movimento, suas cores e formas se movem pelos efeitos óticos (as cores com freqüências de ondas muito distantes não são captadas simultaneamente pelo olho humano, ocorre então uma excitação e a acomodação da retina, dando sensação ótica de movimento rápido da superfície) permitindo ao espectador participar efetivamente, tendo uma ilusão de movimento. Além disso, se o observador mudar de posição, terá a impressão de que a obra se modifica, os traços se alteram e as figuras se movimentam formando um novo conjunto pictórico.

Op Art

A obra não é vista como reflexão sobre a vida, mas uma ação sobre a vida.

Transmitindo sentimentos em simples fenômenos físicos da percepção visual ou em puras sensações óticas sem pretender interpretações subjetivas da natureza e do homem. Enfim, trata-se de uma arte que, da mesma forma que a vida contemporânea está em constante alteração.

Victor Vasarely (1908, Hungria)

Op Art
Victor Vasarely

É o artista mais divulgado desta corrente. Partindo da pintura "suprematista" de Malevich, desenvolveu as noções de movimento e espaço-tempo na pintura , este movimento almejado por Vasarely era velocidade, mutação, uma das características do nosso tempo.

Em 1950 publicou o “Manifesto pelo Movimento”, suas idéias se inspiram na necessidade de uma arte capaz de satisfazer a massa, pois segundo ele, o quadro sobre cavalete era privilégio das elites e a massa ficava com a arte criada pela tecnologia industrial como o cinema, o rádio, a televisão.

Em lugar de se apreciar um único quadro, Vasarely era a favor de se apreciar cem quadros iguais, recriados em milhares de exemplares e difundidos nas creches, escolas, bibliotecas, moradias. São os chamados múltiplos, onde o valor da obra não reside na raridade do objeto, mas na raridade da qualidade de seu significado.

Fonte: www.she.art.br

Op Art

A expressão “op-art” vem do Inglês optical art e significa “arte óptica” a arte que envolve o estudo da percepção. Apesar de ter ganhado força na metade da década de 50, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento que culminou na década de 60. Os artistas op usam formas geométricas como tema principal de seus trabalhos, incluindo composições simétricas, ilusionismo e discrepâncias ópticas.

A chamada Arte Óptica não tem o ímpeto atual e o apelo emocional da Pop Art; parece, excessivamente cerebral e sistemática mais próxima das ciências do que das humanidades. Suas possibilidades parecem ser tão limitadas quanto as da ciência e tecnologia.

Entre as obras que alcançaram maior destaque, podemos citar: Mach-C, do artista Vassarely, e Pintura com Movimento Transformável, do artista Jacob Agam.

A Arte Óptica utiliza a repetição de formulários e de cores simples para criar efeitos vibrantes e um sentido exagerado de profundidade.

Toda a pintura é baseada em truques da percepção visual: perspectivas que criam uma ilusão do espaço tridimensional e de cores se misturando para dar a impressão de luz e sombra.

Fonte: www.acrilex.com.br

Op Art

Principais artistas

Alexander Calder (1898-1976)

Op Art
Móbile - Alexander Calder

Criou os móbiles associando os retângulos coloridos das telas de Mondrian à idéia do movimento. Os seus primeiros trabalhos eram movidos manualmente pelo observador.

Mas, depois de 1932, ele verificou que se mantivesse as formas suspensas, elas se movimentariam pela simples ação das correntes de ar. Embora, os móbiles pareçam simples, sua montagem é muito complexa, pois exige um sistema de peso e contrapeso muito bem estudado para que o movimento tenha ritmo e sua duração se prolongue.

Victor Vassarely

Op Art
Composição - Victor Vasarely

Op Art
Vega Pal - Victor Vasarely

Criou a plástica cinética que se funda em pesquisas e experiências dos fenômenos de percepção ótica.

As suas composições se constituem de diferentes figuras geométricas, em preto e branco ou coloridas.

São engenhosamente combinadas, de modo que através de constantes excitações ou acomodações retinianas provocam sensações de velocidade e sugestões de dinamismo, que se modificam desde que o contemplador mude de posição.

O geometrismo da composição, ao qual não são estranhos efeitos luminosos, mesmo quando em preto e branco, parece obedecer a duas finalidades.

Sugerir facilidades de racionalização para a produção mecânica ou para a multiplicidade, como diz o artista; por outro lado, solicitar ou exigir a participação ativa do contemplador para que a composição se realize completamente como "obra aberta".

Simone R. Martins e Margaret H. Imbroisi

Fonte: www.historiadaarte.com.br

Op Art

Victor Vasarely nasceu na Hungria, em 1906, e morreu em 1997. Começou sua carreira artística trabalhando com Arte Abstrata Concreta.

Fascinado pelo movimento, começou a pesquisar a criação de uma arte óptica que provocasse no espectador a ilusão do movimento, a partir da disposição das formas e das cores.

Victor Vasarely influenciou o trabalho de desenhist6as e produtores gráficos e foi o iniciador da Optical Arte ( ou Op Art).

“Toda forma é a base para a cor, toda cor é tributo da forma”. (Victor Vasarely)

Op Art

Op Art

O rigor matemático das formas usadas na Arte Abstrata Geométrica foi evoluindo até surgir, na década de 1960, o movimento conhecido como Op Art; abreviação da expressão inglesa Optical Art (arte óptica).

No Abstracionismo Geométrico, as formas são colocadas na composição de maneira estática.

Na Optical Art, os artistas utilizam determinados fenômenos ópticos para criar no espectador a ilusão de imagens tridimensionais que vibram e se movimentam.

Op Art

Fonte: www.unigrau.com.br

Op Art

Op Art é a forma abreviada de Optical Art, expressão inglesa que designa um movimento ou tendência iniciada na Europa e logo propagada aos Estados Unidos em começos da década de 1960.

Op Art

Op Art opõe-se à harmonia estática da arte contemporânea tradicional, visando inversamente atingir um certo dinamismo que depende, muitas vezes, de estímulos visuais.

Ligando-se remotamente ao Futurismo e mesmo às pesquisas cromáticas dos impressionistas, desenvolvidas a partir das teorias de Michel-Eugène Chevreul, a Op Art resvalou amiúde para a mera manipulação de fórmulas e receitas.

Seus críticos mais acerbos sustentam, por outro lado, não ser senão arte gráfica, porquanto a maior parte das obras produzidas dentro dos princípios da tendência podem prescindir da cor, funcionando perfeitamente em preto e branco.

A figura exponencial da Op Art foi Victor Vasarely, de origem húngara, radicado na França, podendo-se dizer que, a rigor, com ele surge e desaparece a tendência.

No Brasil, muito embora inexistam representantes típicos da Op Art, produziram obras que dependem em grande parte de efeitos óticos artistas como Ubi Bava e Israel Pedrosa, Almir Mavignier e Maurício Nogueira Lima, entre outros.

A expressão “op-art” vem do inglês (optical art) e significa “arte óptica”. Defendia para arte "menos expressão e mais visualização". Apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo precário e instável, que se modifica a cada instante.

Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento.

Ela não tem o ímpeto atual e o apelo emocional da Pop Art; em comparação, parece excessivamente cerebral e sistemática, mais próxima das ciências do que das humanidades. Por outro lado, suas possibilidades parecem ser tão ilimitadas quanto as da ciência e da tecnologia.

Fonte: www.geocities.com

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