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Astronomia

Para viajar até as estrelas, o astrônomo costumava passar as noites com o olho numa luneta. Hoje, ele passa o dia todo com o olho na tela de um computador. A tecnologia virou o maior aliado desse profissional. Está nos jornais: depois dos telescópios Keck e Hubble – os mais potentes do mundo, que permitiram estudos inimagináveis até há pouco tempo – chegou o Gemini. Instalado na Ilha de Mauna Kea, no Havaí, desde março de 2000, o sofisticado equipamento computadorizado permitirá pesquisas em áreas até então consideradas inacessíveis, como o núcleo da Via Láctea (onde acredita-se que exista um buraco negro gigante).

Mas o melhor dessa história é que o Brasil é um dos sete países envolvidos na construção desse telescópio inteligente. O que nos permitirá entrar de cabeça na pesquisa de qualidade.

Nem é preciso dizer que a Astronomia é uma área dependente de investimentos pesados e que os Estados Unidos são o país onde essa ciência mais avança. Porém, mesmo com investimentos muito mais reduzidos e com poucos profissionais graduados anualmente, temos especialistas de renome internacional. O astrônomo Augusto Damineli, do Instituto Astronômico e Geofísico da USP, é um deles. Damineli resolveu o enigma da estrela Eta Carina, que há 150 anos intrigava os especialistas. Pelo brilho, ela parecia ter um tamanho maior do que a teoria afirmava. Por meio de uma nova técnica desenvolvida por Damineli para observar astros, concluiu-se que a Eta Carina não tem uma, mas duas estrelas.

O bacharelado em Astronomia é composto sobretudo por disciplinas ligadas à física, à matemática e à computação. A grande maioria dos profissionais da área faz física e, depois, pós-graduação em Astronomia. A oferta de emprego é pequena e as vagas aparecem principalmente em observatórios e institutos de pesquisa (que exigem doutorado). Os museus e planetários aumentaram um pouco os postos para esse profissional.

Supervisionar satélites brasileiros é outra alternativa de trabalho, cujo maior empregador é a Embratel. Nesse caso, o astrônomo se especializa em mecânica celeste, que além de controlar a órbita de satélites artificiais estuda as forças envolvidas no movimento de planetas, satélites, cometas e asteróides. Outra especialização é a astrofísica – o profissional calcula distância, massa, densidade, composição, tamanho, idade, origem e evolução dos astros. Ele pode também se dedicar ao estudo da posição e do movimento dos astros (astrometria), ou ainda pesquisar as características dos astros por meio da radiação por eles emitida (radioastronomia). Para começar, os salários giram em torno de dez mínimos. Duração média do curso: quatro anos

A profissão

O astrônomo investiga a origem e a evolução do cosmo. Com telescópios e câmeras, observa os astros e suas trajetórias. No computador, faz cálculos matemáticos para elaborar modelos teóricos que expliquem as leis da física fora do planeta Terra. A introdução da disciplina astronomia nas escolas dos níveis fundamental e médio aumentou o campo de trabalho desse profissional, cada vez mais presente na área do ensino.

Características que ajudam na profissão

Capacidade de pensar em termos abstratos e por meio de símbolos, facilidade de imaginar estruturas tridimensionais, percepção matemática, meticulosidade, exatidão e boa visão.

Fonte: www1.uol.com.br

Astronomia

A carreira

No universo dos astrônomos os brasileiros brilham como estrelas de primeira grandeza. O astro que lançou luz sobre nosso pedaço do planeta é Augusto Damineli, do Instituto Astronômico e Geofísico da USP, em São Paulo, que desvendou o segredo de Eta Carina. Até Damineli, ela era considerada a maior estrela existente. "Era um mistério: pelo brilho, parecia ter 150 vezes a massa do Sol, mas a teoria dizia que seu tamanho não poderia ultrapassar as 120 vezes", conta ele. "Desenvolvi uma técnica para observar o astro por meio da nuvem de poeira que o envolve e resolvi o problema que já tinha 150 anos: ali não há uma, mas duas estrelas."

"Em termos de qualidade de pesquisa e de número de trabalhos publicados, a astronomia brasileira cresceu 350% nos últimos quinze anos", avalia Lilia Arany Prado, chefe do departamento de astronomia da UFRJ, no Rio de Janeiro. Em todo o mundo, a profissão passa por um período de euforia, graças ao avanço tecnológico. O telescópio espacial Hubble tem revelado imagens impensáveis dos confins do cosmo. São fotos fantásticas que abrem novas perspectivas para o estudo da formação das galáxias.

O mercado

São poucas as ofertas de empregos. Em compensação, apenas quatro alunos se formam a cada ano, em média. Ainda que raras, existem vagas fora dos observatórios e institutos astronômicos. "A Embratel contrata astrônomos para trabalhar no controle de satélites", conta a coordenadora do curso da UFRJ, Incarnación Martinez. "E, graças à crescente divulgação que tem sido dada à nossa área, devem aumentar os postos de trabalho em museus e planetários"

O curso

O único bacharelado é o da UFRJ, que tem 65% das disciplinas nas áreas de física e matemática. No último ano, o aluno opta por uma das especializações: mecânica celeste, astrometria ou um tema específico dentro da astrofísica (estrelas, galáxias ou sistemas estelares). A USP forma físicos com habilitação em astronomia. Em outras escolas, a formação na área é dada como curso de pós-graduação. Duração média: quatro anos.

Astronomia

Fonte: www.clickinformacao.com

Astronomia

É a ciência que estuda o Universo, confrontando teorias físicas com observações feitas por modernos telescópios. O astrônomo investiga a origem e a evolução do cosmo. Com telescópios e câmeras, observa os objetos cósmicos (estrelas, planetas, galáxias e outros corpos) e capta sua imagem para estudar seus movimentos, sua disposição pelo espaço e sua composição química. O domínio das mais modernas ferramentas de computação, utilizadas no processamento de imagens e dos dados conseguidos pelos telescópios, é fundamental para o desenvolvimento dessa área do conhecimento.

O mercado de trabalho

O mercado tem se mantido estável nos últimos cinco anos, mas continua muito restrito. As vagas estão no setor público e aparecem, principalmente, no eixo Rio-São Paulo, mas apenas para quem tem pós-graduação (doutorado e pós-doutorado), para atuar nas áreas de ensino de Física ou em observatórios e institutos de pesquisa em Astronomia. A Embratel e o Laboratório Nacional de Astrofísica, em Minas Gerais, são alguns dos tradicionais empregadores. O Sul e o Sudeste apresentam sinais de saturação, já que as vagas nessa área são poucas. Por isso, o profissional deve ficar atento às regiões em expansão, como o Norte e o Nordeste, onde predominam oportunidades nas universidades e nos centros de pesquisa.

O curso

Engana-se quem imagina que, ao longo da graduação, ficará todo o tempo de olhos grudados no telescópio. A maioria dos modernos instrumentos de observação é manipulada por computadores e boa parte dos dados é disponibilizada na internet. Física e matemática constituem a base teórica do curso, mas o currículo procura atender também às necessidades atuais do mercado profissional. Assim, na medida em que você avança na formação, pode dar ênfase à pesquisa científica, ao desenvolvimento de códigos numéricos, à área de instrumentação ou de divulgação científica. No fim do curso, para receber o diploma, é feita a defesa de uma monografia perante uma banca. Algumas faculdades oferecem Astronomia como habilitação de Física. Você pode, ainda, dedicar-se à Astronomia fazendo o bacharelado em Física e, depois, uma pós-graduação na área.

Duração média

Quatro anos.

O que você pode fazer

Divulgação

Montar exibições, dar palestras e coordenar visitas a planetários e museus, difundindo os conhecimentos astronômicos para o público leigo.

Ensino

Dar aulas de física, matemática ou astronomia no ensino médio.

Pesquisa

Trabalhar em universidades, observatórios e centros de pesquisas espaciais, estudando os corpos celestes, seu tamanho e seus movimentos, bem como sua composição química, origem e evolução.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

Astronomia

Noites e noites em claro, passadas na companhia de poderosos telescópios que apontam a imensidão do céu, num silêncio apenas quebrado pelo barulho do vento e o tritilar dos grilos.

Essa é a visão mais tradicional do astrônomo, esse profissional da ciência tantas vezes confundido com adivinhos. Mas, por incrível que pareça, é uma visão bem distante do dia-a-dia dessa profissão.

A Astronomia é diferente da maioria das outras ciências em que podemos interagir diretamente com o objeto de estudo. Afinal, não é possível dissecar, pesar, tocar ou realizar outros experimentos similares com uma estrela!

Por outro lado, a luz que os corpos celestes emitem carregam informações que podem ser compreendidas pelo astrônomo. Seu trabalho consiste, resumidamente, de uma sistemática em que é preciso saber formular questões, pesquisar e obter dados relevantes, levantar hipóteses e então testá-las.

Trabalho e remuneração

Astronomia é Física Aplicada. Desse modo, a formação esperada desse profissional deve iniciar por um bom bacharelado em Física. Uma formação específica vem mais tarde, com a pós-graduação.

A maior parte dos astrônomos concentram-se em áreas particulares, como a ciência planetária, a astronomia solar, a origem e evolução das estrelas ou a formação de galáxias. Mas existem também os astrônomos teóricos, que trabalham com modelos computacionais para compreender processos físicos, como os que ocorrem no interior das estrelas.

Um astrônomo pode trabalhar em locais que, a princípio, parecem inusitados, como uma empresa de telecomunicações. A grande maioria, porém, fica nas universidades, exercendo a função de professor e pesquisador (cientistas). Nesse caso, seus rendimentos são compatíveis com sua titulação e função (Professor Adjunto, Substituto, Titular etc).

Astronomia
OBSERVATÓRIOS no alto de montanhas, como este, no Chile, são apenas alguns dos muitos aparelhos utilizados pelos astrônomos. Quase todos se baseiam no fato de que os corpos celestes não podem ser medidos diretamente – portanto temos de estudá-los a partir das informações que recebemos deles.

Astronomia no Brasil

Astronomia
O ASTRÔNOMO, de Vermeer (1688). Museu do Louvre.

O ENSINO DA ASTRONOMIA NO BRASIL começou com a Carta de Lei de 4 de dezembro de 1810 que criou a “Academia Real Militar”, responsável pelo ensino de Matemáticas e Ciências.

Foi no Rio de Janeiro de 1958 que dois astrônomos do Observatório Nacional (ON) fundaram o primeiro Curso de Graduação em Astronomia do país, na antiga Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O ON é uma das mais importantes instituições astronômicas do nosso país. Fundado em 1829, ele conta com dezenas de pesquisadores contratados e suas áreas de interesse incluem Astronomia e Astrofísica Planetárias, Estelares e Extra-galácticas.

O Departamento de Astronomia da UFRJ (Observatório do Valongo) é peculiar entre essas instituições por oferecer um curso de graduação em Astronomia (o único em todo o Brasil). Com duração de nove semestres, o curso apresenta disciplinas como Cálculo Diferencial e Integral, Física, Mecânica Clássica, Eletromagnetismo, Computação Astronômica e Radioastronomia.

Engenheiros, matemáticos, químicos e até profissionais de computação também podem seguir essa carreira ao optar por cursos de pós-graduação em centros especializados, como o Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (IAG-USP) e o Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE).

Amadores são bem-vindos

DE TODAS AS CIÊNCIAS, porém, os principais objetos de estudo da Astronomia estão sempre ao alcance de todos. Não é imperativo dispor de laboratórios sofisticados, como o químico, nem de uma educação formal, como o médico, para descobrir um novo cometa, por exemplo. A Astronomia é talvez a única profissão em que os amadores são – muito – bem-vindos.

São eles que passam a maior parte do ano esmiuçando o céu com seus modestos telescópios. São eles que difundem essa ciência com mais paixão. Não sendo profissionais, dificilmente são remunerados pelo seu hobby. Mas de certo modo trabalham lado a lado com os homens e mulheres da ciência, estimulando o pensamento crítico e atraindo a atenção de estudantes talentosos para essa “misteriosa” profissão.

JOSÉ ROBERTO V. COSTA

Fonte: www.zenite.nu

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Habilitação

Astrônomo

Descrição

O Astrônomio é o profissional que estuda o universo . É um pesquisador interessado em mapear corpos celestes, sua composição, localização e velocidade. Também faz análise daos fluxos da maré e das fases da lua.

Currículo Básico

Física, Matemática, Computação, Ótica, Informática e Cálculo.

Aptidões Desejáveis

Boa capacidade de observação, interesse em leituras e estudos, curiosidade, meticulosidade e saber Inglês.

Especializações possíveis

Astronomia Fundamental, Astrofísica,Mecânica Celeste, Radioastronomia e Ensino.

Campos de Atuação

Observatório Astronômico (no Brasil existem 10) e Instituições de Ensino.

Duração

4 ANOS

Fonte: www.guiadasprofissoes.com.br

Astronomia

A PROFISSÃO

Os astrônomos estudam o universo e os elementos que o constituem (planetas, estrelas, galáxias, etc.), no que diz respeito à sua origem, formação, evolução, composição química e propriedades físicas.

Estes estudos são realizados em todas as regiões do espectro eletromagnético: raios gama, raios X, raios ultravioleta, raios infravermelhos e rádio.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

Estes profissionais calculam a posição e o movimento dos astros e realizam estudos estatísticos sobre a sua distribuição:

Trata-se do estudo da dinâmica dos astros

As questões relacionadas com a sua origem, formação, Influência no (e do) meio envolvente e destruição.

Estudam, também, a estrutura dos astros, trabalho que se traduz na análise da respectiva massa

No que se refere às características físicas e à composição química, bem como na análise da distribuição da temperatura, densidade e pressão

Ainda nesta área de estudo, medem os campos magnéticos dos corpos celestes e os processos energéticos que condicionam o espectro da radiação.

Os astrônomos recolhem dados que analisam e tratam com o objetivo de explicarem o universo e os fenômenos com ele relacionados, utilizando para isso modelos físico-matemáticos.

Estas explicações podem ter uma aplicação prática, por exemplo, na navegação aérea e marítima.

Estes profissionais podem-se especializar em áreas como astronomia estelar, astronomia galáctica, astronomia extragaláctica, formação de estrelas e meio interestelar, sistema solar e cosmologia.

Para além das funções de investigação, típicas desta profissão, podem dedicar-se a outras atividades, como sejam a gestão de sistemas informáticos, o ensino da astronomia, da física e da matemática e a concepção e desenvolvimento de software, bases de dados e instrumentos (mecânicos, ópticos e eletrônicos).

CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS

Língua portuguesa.
Física.
Química.
Matemática.
Informática (softwares específicos da área)

Fonte: www.mundovestibular.com.br

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A carreira

No universo dos astrônomos os brasileiros brilham como estrelas de primeira grandeza. O astro que lançou luz sobre nosso pedaço do planeta é Augusto Damineli, do Instituto Astronômico e Geofísico da USP, em São Paulo, que desvendou o segredo de Eta Carina. Até Damineli, ela era considerada a maior estrela existente. "Era um mistério: pelo brilho, parecia ter 150 vezes a massa do Sol, mas a teoria dizia que seu tamanho não poderia ultrapassar as 120 vezes", conta ele. "Desenvolvi uma técnica para observar o astro por meio da nuvem de poeira que o envolve e resolvi o problema que já tinha 150 anos: ali não há uma, mas duas estrelas."

"Em termos de qualidade de pesquisa e de número de trabalhos publicados, a astronomia brasileira cresceu 350% nos últimos quinze anos", avalia Lilia Arany Prado, chefe do departamento de astronomia da UFRJ, no Rio de Janeiro. Em todo o mundo, a profissão passa por um período de euforia, graças ao avanço tecnológico. O telescópio espacial Hubble tem revelado imagens impensáveis dos confins do cosmo. São fotos fantásticas que abrem novas perspectivas para o estudo da formação das galáxias.

O mercado

São poucas as ofertas de empregos. Em compensação, apenas quatro alunos se formam a cada ano, em média. Ainda que raras, existem vagas fora dos observatórios e institutos astronômicos. "A Embratel contrata astrônomos para trabalhar no controle de satélites", conta a coordenadora do curso da UFRJ, Incarnación Martinez. "E, graças à crescente divulgação que tem sido dada à nossa área, devem aumentar os postos de trabalho em museus e planetários"

O curso

O único bacharelado é o da UFRJ, que tem 65% das disciplinas nas áreas de física e matemática. No último ano, o aluno opta por uma das especializações: mecânica celeste, astrometria ou um tema específico dentro da astrofísica (estrelas, galáxias ou sistemas estelares). A USP forma físicos com habilitação em astronomia. Em outras escolas, a formação na área é dada como curso de pós-graduação. Duração média: quatro anos.

Matérias

Álgebra Linear
Astrofísica
Astronomia
Astronomia Moderna
Cálculo Integral, Numérico e Diferencial
Computação
Eletromagnetismo
Física Clássica,Moderna e Experimental
Mecânica
Mínimo de 02 Matéria entre: Atmosferas e Interiores Estelares I e II, Estrutura Galática I e II, Mecânica Celeste I e II, Astrometria I e II , Estrelas Variáveis Intrínsecas e Sistemas Estelares Binários
Radioastronomia
Técnica Instrumental Astronômica
Tópicos em Astrofísica ou Tópicos em Astronomia dinâmica e de Posição

Fonte: www.algosobre.com.br

Astronomia

Sobre a profissão

É a Ciência que estuda os astros. Vem sendo praticada desde a mais remota Antigüidade, como objeto de grande curiosidade do ser humano, influenciando-o em diversos aspectos, desde o misticismo religioso até as mais apuradas descobertas tecnológicas atuais, passando pela orientação das grandes navegações que desbravaram os cinco continentes do mundo.

Com a evolução do pensamento, o homem passou a querer entender a obra de Deus, e para isso desenvolveu a Matemática e a Física, duas ciências que atualmente são aplicadas a todas as áreas do conhecimento humano de uma maneira ou de outra e que orientaram o surgimento da astronomia.

Física dos gases, da dinâmica dos corpos rígidos, da Física de partículas, do eletromagnetismo e da Matemática são conhecimentos indispensáveis na vida profissional do astrônomo. Com uma ressalva fundamental: não basta ter aprendido essas matérias na escola, é preciso ter sido muito bom aluno.

Dominando as mais modernas ferramentas, o astrônomo estuda o universo, investiga a evolução e a origem do cosmo, galáxias, planetas e estrelas, comparando as teorias físicas e as observações por telescópios. Vale lembrar que Brasil tem o privilégio de ser um dos sete países envolvidos na construção do telescópio inteligente "Gemini", o mais moderno de todos os tempos, com base na ilha de Mauna Kea, no Hawaí.
Tipos de Curso

a) Nível Superior

Bacharelado

Duração de 4 a 5 anos, com apresentação de trabalho de conclusão do curso(TCC). O curso de bacharelado em Astronomia é composto, sobretudo por disciplinas ligadas à física, à matemática e à computação. A grande maioria dos profissionais da área faz física e, depois, pós-graduação em astronomia, contudo existe o bacharelado em física com habilitação em astronomia que oferece algumas vantagens ao aluno: a formação do curso básico, com a vantagem de ter, também, uma especialização; o aluno poderá ingressar na pós-graduação em astronomia, no IAG-USP (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas), diretamente no doutoramento, sem passar pelo mestrado, ganhando cerca de 2 anos na pós-graduação e, durante o curso de habilitação, você terá mais facilidades para conseguir uma bolsa de iniciação científica junto ao IAG.

b) Nível Superior

Licenciatura

Duração de 4 a 5 anos. A Licenciatura em astronomia só pode ser obtida cursando-se Física com habilitação em astronomia. Seu objetivo principal é a formação de professores para o ensino médio na área de Física, que estejam habilitados a disseminar o saber científico e a atitude investigativa a diferentes instâncias sociais.

c) Nível médio

Curso técnico

Média de duração de 2 anos. Não existem cursos técnicos em astronomia mas os interessados podem optar pelo curso de meteorologia. O curso prepara o profissional para desenvolver as principais atividades envolvidas no processo de monitoramento das condições meteorológicas. O Aluno aprende leitura técnica de dados, codificação e decodificação, plotagem, manutenção preventiva de equipamentos e instrumental de trabalho, manejo de estações meteorológica.

d) Cursos Livres

Existem vários tipos de cursos livres que complementam a formação dos profissionais ou podem formar auxiliares de trabalho, como, por exemplo, cursos de informática aplicada.

Mercado de Trabalho

Nem é preciso dizer que a Astronomia é uma área dependente de investimentos pesados e que os Estados Unidos são o país onde essa ciência mais avança. Mas há uma boa expectativa de melhora no mercado de trabalho do astrônomo no Brasil pela instalação, no Rio Grande do Sul, do radio telescópio o LSRT (Large Southern Radio Telescope), com um custo estimado em 100 milhões de dólares e que será equipado com uma antena parabólica que mede entre 300 e 500 metros de diâmetro.

Os astrônomos do futuro serão aqueles que souberem usar bem os programas de computador. O contato do astrônomo com o processamento de imagens é cada vez maior e, quanto menos operações humanas houver, menos perigo de erros.

Um observatório astronômico é o local mais óbvio de trabalho de um Astrônomo, mas muitos astrônomos teóricos podem trabalhar confortavelmente em escritórios de Universidades, sem necessitar de ter um telescópio à sua disposição; utilizam apenas grandes computadores.

Ofertas de Emprego

A oferta de empregos na área de astronomia sempre foi restrita, mas o mercado tem se mostrado estável nos últimos anos. Os principais empregadores são os órgãos públicos como o Ministério da Ciência e Tecnologia ou o Laboratório Nacional de Astrofísica.

Existem vagas para pesquisadores, principalmente para os pós-graduados, no eixo Rio-São Paulo, mas os profissionais devem ficar atentos ao surgimento de novos postos de trabalho nas regiões Norte e Nordeste, que estão em expandindo seu setor de pesquisas.

Escolas particulares de ensino fundamental e médio também costumam contratar estes profissionais para ministrar aulas de física e introdução à astronomia. Além disso, os pós-graduados podem exercer a docência nos cursos superiores correlatos.

Fonte: www.cursocerto.com.br

Astronomia

O QUE FAZ

Estuda o universo, investigando e analisando a composição, os movimentos e as posições relativas dos planetas, das estrelas e dos demais corpos do Cosmo. Através da observação diária dos astros e da análise dos fenômenos do espaço, pesquisa as possibilidades de viagens e explorações espaciais. Analisa as fases da lua e o fluxo das marés, executa o calendário, estabelece a hora oficial dos países e cuida dos observatórios astronômicos. Conta com os recursos da Informática para a realização de suas atividades.

CAMPO DE TRABALHO

Astrofísica – É o estudo das características físicas de astros, estrelas e galáxias e da estrutura dos sistemas estelares através da luz que emitem. Com os dados então obtidos, o profissional calcula distâncias, massa, densidade, composição, tamanho, idade, origem e evolução dos astros. Telescópios ópticos e radiotelescópios são alguns dos instrumentos que utiliza.

Astrometria ou Astronomia Fundamental – Definição da posição e localização dos astros através do acompanhamento dos movimentos e da medição de suas velocidades. Além de fazer cálculos matemáticos, o profissional usa instrumentos como astrolábios e círculos meridianos.

REGULAMENTAÇÃO

Não há.

DURAÇÃO

4 anos e meio, com a exigência de um trabalho teórico ou experimental para a conclusão do curso.

CONTEÚDO

Cerca de 65% das disciplinas são das áreas de Física e Matemática, base para as matérias específicas de Astronomia. No último ano, o aluno deve optar por uma das seguintes especializações: Mecânica Celeste, Cosmologia, Astrometria, Astrobiologia ou um tema dentro da Astrofísica (Estrelas ou Galáxias). No quarto ano é obrigatória a apresentação de um trabalho final, com a ida do aluno para o Observatório de Campinas.

TITULAÇÃO

Graduado em Astronomia ou Astrônomo.

Fonte: www.10emtudo.com.br

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Astrônomo

"Profissional que estuda a Ciência que se ocupa da constituição e do movimento dos astros, suas posições relativas e as leis dos seus movimentos"

O que é ser astrônomo?

Astrônomos estudam o universo, seus corpos celestes e galáxias, investigando e analisando a composição, os movimentos e as posições relativas dos planetas, das estrelas e dos demais corpos do Cosmo. Através da observação diária dos astros e da análise dos fenômenos do espaço, pesquisa as possibilidades de viagens e explorações espaciais. Analisa as fases da lua e o fluxo das marés, executa o calendário, estabelece a hora oficial dos países e cuida dos observatórios astronômicos. Conta com os recursos da Informática para a realização de suas atividades e utilizam conhecimentos de física e matemática para observar e calcular.

Quais as características necessárias para ser astrônomo?

Boa capacidade de observação, interesse em leituras e estudos, curiosidade, meticulosidade e conhecimento de Inglês.

Características desejáveis

atenção a detalhes
capacidade de análise
capacidade de concentração
capacidade de observação
curiosidade
disciplina
espírito de investigação
facilidade para matemática
gosto pela pesquisa e pelos estudos
habilidade para trabalhar em equipe
interesse pelas ciências
raciocínio abstrato desenvolvido
raciocínio espacial desenvolvido

Qual a formação necessária para ser astrônomo?

Para trabalhar com divulgação científica é exigido o diploma de graduação em astronomia, curso oferecido apenas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com duração de quatro anos. A Universidade de São Paulo (USP) possui habilitação em astronomia para alunos do curso de física. Grande parte dos pesquisadores brasileiros em astronomia e astrofísica é bacharel em física e pós-graduado em astronomia. A maioria das universidades e institutos de pesquisa exige de seus professores e pesquisadores o grau de mestre. Habilidade em computação e conhecimento de inglês são fundamentais para o trabalho do astrônomo.

Principais atividades de um astrônomo

Em todas as especialidades, astrônomos podem atuar como pesquisadores, professores universitários e realizar ações de divulgação científica, exercendo as seguintes atividades:

lecionar em faculdades de astronomia, física e matemática

orientar alunos de mestrado e doutorado em suas teses

realizar estudos e experimentos em institutos de pesquisa, observatórios, planetários e universidades e publicá-los em revistas especializadas

realizar atividades de observação e cálculos, que exigem o uso de telescópios, binóculos e computadores. Muitos dados são coletados por sondas enviadas ao espaço ou satélites artificiais

desenvolver instrumentos para serem usados em pesquisas da área

trabalhar em planetários e museus de ciências, para divulgar a astronomia para o público leigo

organizar exposições, debates, vídeos, oficinas e orientar a observação do céu

dar cursos e palestras para estudantes e público em geral.

Áreas de atuação e especialidade

Podem especializar-se em quatro áreas:

Astrofísica

Estuda as características físicas dos astros, como massa, densidade, composição, tamanho, origem e evolução.

Astrometria

Descreve a posição de planetas, satélites, cometas, asteróides e estrelas, acompanhando seus movimentos e velocidades com auxílio de instrumentos e cálculos.

Mecânica celeste

Estuda forças gravitacionais que determinam o movimento dos astros e dos satélites artificiais.

Radioastronomia

Estuda radiações magnéticas do universo não captáveis por instrumentos ópticos, a propagação de raios X e Gama, radiogaláxias, quasares, regiões de hidrogênio ionizado, fenômenos que ocorrem no Sol.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para astrônomos é praticamente restrito ao setor público nas entidades de pesquisa, observatórios e universidades, onde podem trabalhar como pesquisadores ou professores. O ingresso nesse mercado depende em grande parte de concursos. Para repor professores e funcionários, muitas universidades, vêm abrindo vagas com contrato temporário. Organizações de fomento à pesquisa como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq) e as fundações de amparo à pesquisa dos estados, como a FAPERJ do Rio de Janeiro e a FAPESP de São Paulo, oferecem bolsas de pós-graduação, "bolsas de fixação" e de pós-doutorado para incentivar a permanência de cientistas e pesquisadores no país. Por outro lado, a indústria aeroespacial está crescendo no mundo inteiro, assim como as pesquisas nesse setor. O Brasil já lançou satélites e vai participar da Estação Espacial, projeto que pretende construir um laboratório de pesquisas no espaço. Começa, portanto, a investir na área, o que pode gerar um aumento na procura por profissionais.

Curiosidades

A observação do céu e as indagações feitas sobre ele fazem parte de várias gerações, mas a compreensão que prevaleceu foi a grega, daí vem a ligação da mitologia com os astros, estrelas e planetas.

Quando os árabes dominaram a Península Ibérica, eles traduziram antigas obras da astronomia para o árabe e difundiram esses conhecimentos pela Europa. Mais recentemente a União Astronômica Internacional unificou a denominação dos corpos celestes, para facilitar o estudo.

No Brasil, a astronomia passou a ser considerada ciência no século IX, com a fundação do Observatório Nacional do Rio de Janeiro, em 1827. Em São Paulo a atividade só teve início no século XX com a fundação do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (USP), em 1930.

Fonte: www.brasilprofissoes.com.br

Astronomia

O PROFISSIONAL

O astrônomo estuda o universo, pesquisa e analisa a sua composição. Estuda dados, por exemplo, como a idade, a estrutura, localização e velocidade de corpos celestes, investiga a possibilidade de viagens espaciais, analisa as faces da lua e os fluxos da maré.

A meticulosidade e a facilidade para a pesquisa são características importantíssimas desse profissional.

O MERCADO DE TRABALHO

No Brasil, há muito pouco mercado de trabalho, pois são pouco mais de 10 observatórios astronômicos. O profissional sobrevive graças à bolsas de pesquisa, principalmente no exterior.

"Para quem quer atuar nessa área existem três possibilidades: a carreira acadêmica (é preciso titular-se com doutorado e, preferivelmente o pós-doutorado - isso leva em média sete anos e é custeado por um órgão de fomento à pesquisa). A outra possibilidade está na divulgação, trabalho desenvolvido em planetários, museus de astronomia e instituições de ensino de ciência para professores dos ensinos básico e fundamental. A última opção está no trabalho em empresas, o que só era possível na antiga Embratel"

Encarnación Gonzales, profª do Observatório do Valongo - RJ.

Os astrônomos são representados pela Sociedade Brasileira para o Ensino de Astronomia.

O CURSO

O único bacharelado é o da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É fundamental gostar muito de física, matemática e computação.

Duração:quatro anos.

Currículo:matemática, física, astrofísica, informática, ótica, eletricidade, astro-metria, cartografia e cálculo numérico.

Para obter o diploma, o estudante precisa apresentar, no último ano, o "projeto final" para uma banca examinadora.

Em São Paulo, a USP forma físicos com habilitação em astronomia.

Fonte: educaterra.terra.com.br

Astronomia

O astrônomo estuda a origem e a evolução do universo pela análise da composição química e dos movimentos do cosmo planetas, estrelas e galáxias). Observa os astros por meio de telescópios e câmeras. Pesquisa em observatórios ou universidades que estuda aspectos dos diversos corpos celestes, tais como movimento, origem e evolução, distância, composição, etc..

O curso de graduação em Astronomia é o que confere o título de Astrônomo a seus formandos. Neste curso algumas disciplinas são ministradas no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza. No final do curso é exigido um trabalho teórico ou experimental.

Currículo Mínimo

Sólida base em Matemática e Física, necessária ao conhecimento amplo da Astronomia, além de conhecimentos em Astronomia Observacional. A partir dessa formação básica é possível optar por uma das seguintes áreas de especialização: sistemas binários e estrelas variáveis, astrometria, atmosferas e interiores estelares, estrutura galáctica e mecânica celeste.

Mercado de trabalho

Centros de pesquisa, instituições de ensino superior, instituições de caráter municipal, estadual e federal, ONGs e museus. Consultoria e prestação de serviços em empresas e instituições nacionais e internacionais, de caráter público ou particulares ligadas à preservação de patrimônio arqueológico, histórico e cultural.

Perfil do profissional

Facilidade para transmitir idéias, capacidade de análise e exames periciais, senso de organização e observação, liderança e criatividade, línguas estrangeiras.

Fonte: www.vestibular1.com.br

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