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Ciências Aeronáuticas

A aviação necessita de profissionais para pilotagem e também para administrar aeroportos ou trabalhar nas indústrias de aviões e equipamentos aeronáuticos. Para se tornar piloto, o aluno estuda disciplinas como aerodinâmica, navegação aérea e meteorologia aeronáutica, além de fazer treinos práticos de vôos. As oportunidades de trabalho estão nas companhias de transporte aéreo, que incluem gigantes da aviação ou empresas menores de táxi aéreo. Também é possível trabalhar com transporte aéreo voltado ao turismo, pilotando aviões menores ou helicópteros.

O especialista em administração é responsável pela segurança e pela manutenção dos aeroportos. Além dos próprios aeroportos e das empresas de apoio em terra, é possível encontrar emprego em órgãos ligados ao Ministério da Aeronáutica. Na indústria, o tecnólogo é o intermediário entre o engenheiro aeronáutico e os operários na fabricação de aviões e equipamentos. Ele atua nos ramos de indústria aeroespacial e de componentes para sistemas aeroespaciais. O único curso tecnológico de Ciências Aeronáuticas do país é oferecido pela Universidade Braz Cubas, em Mogi das Cruzes.

A profissão

Tudo o que acontece dentro de uma aeronave, da tripulação e dos equipamentos à comunicação com a torre de comando dos aeroportos, é responsabilidade do comandante. Também cabe a ele zelar pela boa manutenção do aparelho, verificando se as equipes em terra realizaram corretamente seus trabalhos. Para ser piloto é fundamental ter raciocínio rápido, boa orientação espacial e ótimos reflexos. Em função dessas exigências, todos os anos o profissional passa por uma avaliação de saúde, exigida pelo Ministério da Aeronáutica. O mercado de piloto particular de pequenos aviões e helicópteros está superaquecido nas grandes cidades, onde o bacharel divide o mercado com quem não tem formação superior. As grandes companhias aéreas exigem o bacharelado para os novos contratados.

Características que ajudam na profissão

Espírito de equipe, atualização, capacidade de resolver problemas, habilidade de orientar-se no espaço, agilidade, boa visão, liderança.

Duração média do curso

Três anos

Fonte: www1.uol.com.br

Ciências Aeronáuticas

O que é?

Esse profissional se ocupa da operação e manutenção de aeronaves e da administração de aeroportos. Como comandante, pilota aviões e helicópteros e se encarrega de todos os procedimentos de vôo, da tripulação, da segurança e da comunicação com as torres de comando. O bacharel em ciências aeronáuticas atua para companhias aéreas e nos aeroportos cuidando da logística e da administração.

Áreas de atuação

O comandante e o co-piloto se encarregam de todos os aspectos da operação da aeronave, desde a manutenção correta dos aparelhos até a segurança dos passageiros. Pilotos particulares cuidam pessoalmente do abastecimento e da manutenção de aviões e helicópteros. O profissional pode ainda optar pela área de perícia e segurança, assegurando a integridade de pessoas e equipamentos e investigando acidentes. Com administrador, gerencia todas as etapas do vôo, desde a venda de passagens até a colocação da carga nas aeronaves.

Mercado de trabalho

O ramo é muito disputado. Embora o mercado de aviação brasileiro tenha crescido, existem empresas aéreas aumentando sua frota, como a Gol, e outras dispensando profissionais, como a Varig. Nessas empresas a demanda maior tem sido por co-pilotos e agentes de segurança. Órgãos de controle como Infraero e Anac contratam especialistas em tecnologia de manutenção aeronáutica. A aviação executiva, com aeronaves de pequeno porte e helicópteros, tem crescido muito e empregado mais profissionais que a aviação civil, que exige muitas horas de vôo. O Brasil já tem a segunda maior frota de helicópteros do mundo. O piloto de helicóptero encontra trabalho estável nas plataformas petrolíferas da Petrobras.

Fonte:carreiras.empregos.com.br

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É o uso de conhecimentos e técnicas na operação e manutenção de aeronaves e aeroportos. Tudo o que ocorre dentro de uma aeronave, da supervisão do trabalho da tripulação e do funcionamento dos equipamentos à comunicação com a torre de controle dos aeroportos, é responsabilidade do comandante. Também cabe a ele zelar pela manutenção do aparelho, verificando se as equipes em terra realizaram corretamente seu trabalho. Para ser piloto é fundamental ter raciocínio rápido, boa orientação espacial e ótimos reflexos. Por causa dessas exigências, todos os anos o profissional passa por uma avaliação de saúde, exigida pelo Comando da Aeronáutica, ligado ao Ministério da Defesa. Com conhecimento na área de administração, o bacharel em Ciências Aeronáuticas gerencia aeroportos, empresas de aviação e companhias aéreas.

O mercado de trabalho

O mercado da aviação brasileira mantém um crescimento anual médio de 15%, o que tem reflexo direto na contratação de profissionais formados em Ciências Aeronáuticas. São mais de 30 empresas do setor de aviação operando no país e as quatro principais companhias – TAM, GOL, Varig e Ocean Air – somam cerca de 220 aeronaves. Como o trabalho nessas empresas requer muitas horas de vôo para ingressar como piloto na aviação comercial, os profissionais em início de carreira encontram boas oportunidades em empresas de menor porte, que atuam no ramo de táxi aéreo, aviação executiva e helicópteros, cuja frota é uma das maiores do mundo. Os graduados também são contratados para trabalhar no campo administrativo, coordenando vôos e atuando na área comercial. Bacharéis especializados em tecnologia de manutenção aeronáutica são requisitados, ainda, para atender à Infraero, à Agência de Aviação Civil (Anac) e empresas aéreas. A região Sudeste concentra o maior número de oportunidades, especialmente o município de São Paulo, seguida de cidades como Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Goiânia (GO). Como o Norte e o Nordeste vêm apresentando forte crescimento nos setores industrial e de turismo, surgem boas perspectivas de emprego na aviação para os próximos anos, principalmente pela carência de rodovias nessas regiões.

O curso

O currículo é composto basicamente de matérias teóricas, como física aplicada, teoria do vôo, meteorologia, conhecimentos técnicos de aeronaves, regulamentos de tráfego aéreo, navegação aérea e infra-estrutura aeroportuária, entre outras. O treinamento prático ocorre em sessões em simuladores de vôo e em aeroclubes. Algumas faculdades exigem que o aluno tenha, antes de ingressar no curso, a carteira de piloto privado concedida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em outras, é possível optar pela formação específica de gestor de empresas aéreas ou piloto de aeronaves. No primeiro caso, você tem mais disciplinas ligadas à administração. Se escolher a segunda opção, deve estar preparado para despesas extras: a maioria dos cursos requer que o aluno cumpra um mínimo de 40 horas de vôo. Algumas escolas também exigem que ele tire a carteira de piloto comercial, voando com auxílio de instrumentos, para receber o diploma de bacharel, o que significa uma quantidade adicional de horas de vôo.

O que você pode fazer

Comandante

Gerenciar todas as operações e atividades a bordo de uma aeronave, seja em vôos nacionais, seja em internacionais.

Co-piloto

Assessorar o comandante nas operações de bordo e substituí-lo no comando, se necessário.

Perícia e segurança de vôo

Inspecionar e controlar as condições de segurança e investigar acidentes.

Piloto particular

Dirigir aviões ou helicópteros particulares, elaborando os planos de vôo e comunicando-se com as torres de controle de aeroportos e de aeroclubes. Cuidar da manutenção e do abastecimento de aeronaves e verificar o cumprimento de normas de segurança.

Administrador aeroportuário

Gerenciar os serviços em aeroportos, da segurança dos passageiros e vendas de passagens aos serviços de informação e a colocação da carga nas aeronaves.

Duração média

Três anos.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

Ciências Aeronáuticas

Perfil do profissional

Profissional habilitado ao gerenciamento completo de aeronaves, atuando como especialista em operações aéreas, regulamentação e operação de aeronaves, etc. Além disso, é capacitado a desempenhar, em terra, atividades nas áreas administrativas, operacionais e nas relativas à segurança (aérea e aeroportuária); elaborar Manuais Gerais de Operações (MGO) de empresas aéreas; elaborar Certificados de Habilitação de Empresa de Transporte Aéreo (CHETA); ministrar treinamentos teóricos e práticos nas aeronaves nas quais estiver habilitado; e trabalhar em atividades administrativas e operacionais nas áreas governamentais da aviação civil.

Mercado de trabalho

Companhias aéreas regulares, não regulares e empresas de táxi aéreo. O mercado aeronáutico encontra-se em franca expansão e, neste cenário, o turismo tem papel de destaque, além da demanda crescente por profissionais também no setor de exploração de petróleo, transportando profissionais e equipamentos, e de transporte de cargas e/ou passageiros.

Fonte: www.estacio.br

Ciências Aeronáuticas

Viver nas nuvens e acordar cada dia em um lugar diferente costumam ser motivos para sonhar com a faculdade de Ciências Aeronáuticas. Gostar de viajar e estar de olho nas últimas tecnologias, além de ser extremamente detalhista, são pré-requisitos para o futuro piloto de avião.

Mercado

A faculdade de Ciências Aeronáuticas forma profissionais aptos a conduzir aeronaves, desde as de pequeno porte, como táxis aéreos, até as de grande porte, como os Airbus e Boeings das frotas das companhias aéreas.

Uma das maiores dificuldades para arrumar emprego nas grandes companhias aéreas é o número de horas de vôo no currículo. Isso porque elas são pagas à parte, em aeroclubes, e não são baratas: estima-se que a formação básica de um piloto, entre a faculdade e as horas de vôo, não saia por menos de R$ 250 mil.

Conforme o professor Elones Fernando Ribeiro, do curso de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), os alunos saem da faculdade com 165 horas de vôo simulado no currículo. Porém, as companhias aéreas têm exigido mais de 500 horas. "Normalmente, o recém-formado vai ser instrutor de vôo em aeroclubes, com uma faixa salarial baixa. Porém, este profissional precisa deste emprego para poder fazer mais horas de vôo", explica. A recompensa vem depois. O piloto Daniel Panetta, 29 anos, de São José dos Campos (SP), formado pela PUC-RS, conta que o salário inicial de um co-piloto fica em torno de R$ 9 mil no País.

É pra você?

O professor da PUC-RS destaca que o profissional vai trabalhar em um ambiente de alta tecnologia. Assim, é importante que o futuro piloto goste de "dominar a máquina". A obsessão pelo erro zero e o detalhismo são fundamentais. O desapego à rotina na vida pessoal também é importante.

O que vem por aí

Desde a crise e a posterior venda da então maior companhia aérea do País, a Varig, que já foi a maior empregadora dos formandos em Ciências Aeronáuticas, o mercado mudou. Uma novidade é a migração de mão-de-obra brasileira para países em forte expansão, como os da Ásia e do Oriente Médio. Panetta, que trabalhou na Varig e na TAM, recebeu neste ano uma proposta para trabalhar na Qatar Airways, no Catar.

Outra linha de atuação são os concursos públicos. Elones Ribeiro conta que diversos formandos da PUC-RS optaram por serem inspetores de vôo da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Diferencial

Tanto o professor quanto o ex-aluno são unânimes em recomendar um bom aeroclube para a formação básica das horas de vôo. "As empresas buscam sempre os melhores formados", avalia Ribeiro, lembrando que muito estudo também é fundamental.

Fonte: noticias.terra.com.br

Ciências Aeronáuticas

Descrição

Pilota aviões, planeja os vôos, executa as manobras de aterrissagem e decolagem. É o responsável por tudo que acontece durante um vôo.

Currículo Básico

Administração, Direito Aeronáutico, Navegação Aérea, Inglês e Aerodinâmica.

Aptidões Desejáveis

Excelente saúde, habilidade no trato pessoal, concentração.

Especializações possíveis

Piloto Nacional e Internacional, Gerência e Segurança.

Campos de Atuação

Empresas Aéreas e como Piloto privado.

Duração

3 ANOS

Fonte: www.guiadasprofissoes.com.br

Ciências Aeronáuticas

CIÊNCIAS AERONÁUTICAS

O PROFISSIONAL

Muito se passou após o vôo do Ícaro. Hoje, voar é a rotina de muitos profissionais. Esse profissional pilota aviões, planeja e executa manobras de decolagem. Inspeciona aparelhos, comunica-se com a torre de comando, consulta cartas de navegação. É o responsável por tudo o que acontece no avião durante o vôo.

A profissão exige atualização constante e saúde perfeita, comprovada através de exames realizados de seis em seis meses. É bom lembrar que o piloto é um profissional que tem sua vida social penalizada: eles têm que cumprir horários que não permitem, muitas vezes, que participem da vida familiar normal. É obrigado a não comparecer em aniversários dos filhos, casamentos de amigos, etc.

O MERCADO DE TRABALHO

O transporte aéreo cada vez mais se populariza no mundo, principalmente em função do rápido crescimento que o turismo vem tendo nos últimos anos. Prevê-se que o turismo será o maior negócio do século XXI, espera-se que cada vez mais o aviador seja requisitado.

Da mesma maneira que está crescendo a procura, cresce por isso também a necessidade de profissionais cada vez mais capacitados, daí a necessidade do curso universitário.

Os salários são bons “ninguém enriquece, mas dá para construir um patrimônio ao longo dos anos”.

Comandante Enio Dexheimer - PUC- Rio Grande do Sul.

O CURSO

O curso tem a duração de três anos. Para ingressar, além de passar pelo processo seletivo, é preciso apresentar o brevê de piloto privado com, no mínimo, 35 horas de vôo.

A parte teórica do curso engloba : administração, direito aeronáutico, geografia, navegação aérea, aerodinâmica, inglês, etc. A parte prática são 200 horas de vôo, em instrumentos e em aviões com mais de um motor.

Fonte: educaterra.terra.com.br

Ciências Aeronáuticas

A grade curricular da graduação contempla disciplinas em um nível de profundidade que capacitará o aluno para o desempenho profissional adequado às novas realidades do mercado.

O curso de Ciências Aeronáuticas prepara o profissional para atender aos avanços tecnológicos das aeronaves e dos equipamentos utilizados no auxílio à navegação aérea, capacitando-os para atuação ampla como pilotos, chefes de operações, coordenadores de vôo ou professores, dando seqüência, assim, à carreira acadêmica dentro de padrões internacionais. Atende à necessidade de capacitação profissional por parte de quem pretende entrar nesse mercado de trabalho promissor, garantindo à sociedade profissionais com formação teórica sólida e atualizada, preparados para assumir cargos de responsabilidade, no cargo de Piloto Comercial habilitado para vôos por instrumento em aeronaves mono e multimotores.

Segundo estatísticas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o país possui a segunda maior frota de aeronaves do mundo. Com o mercado da Aviação Civil em franca expansão e os avanços tecnológicos relativos à operação das aeronaves, as empresas aéreas elevaram o nível de exigência, dando preferência à formação em nível superior em Ciências Aeronáuticas.

A Universidade FUMEC forma profissionais de primeira linha, dentro de padrões internacionais, aptos a ocuparem as posições existentes e que surgirão progressivamente no setor da Aviação Civil; enfim, profissionais preparados para atender às necessidades da sociedade, assumindo cargos de responsabilidade e desempenhando suas funções com qualidade e precisão.

O aluno obterá o Certificado de Conhecimentos Teóricos de Piloto de Linha Aérea e terá completado o mínimo de 150 horas de vôo. A matriz curricular do curso contempla, dentre outras, as disciplinas: Motores a Reação, Navegação Aérea, Segurança de Vôo, Administração de Empresas Aéreas, Meteorologia, Teoria de Vôo e Física.

Fonte:www.fumec.br

Ciências Aeronáuticas

O que é

Esse profissional se ocupa da operação e manutenção de aeronaves e da administração de aeroportos. Como comandante, pilota aviões e helicópteros e se encarrega de todos os procedimentos de vôo, da tripulação, da segurança e da comunicação com as torres de comando. O bacharel em ciências aeronáuticas atua para companhias aéreas e nos aeroportos cuidando da logística e da administração.

Áreas de atuação

O comandante e o co-piloto se encarregam de todos os aspectos da operação da aeronave, desde a manutenção correta dos aparelhos até a segurança dos passageiros. Pilotos particulares cuidam pessoalmente do abastecimento e da manutenção de aviões e helicópteros. O profissional pode ainda optar pela área de perícia e segurança, assegurando a integridade de pessoas e equipamentos e investigando acidentes. Com administrador, gerencia todas as etapas do vôo, desde a venda de passagens até a colocação da carga nas aeronaves.

Mercado de trabalho

O ramo é muito disputado. Embora o mercado de aviação brasileiro tenha crescido, existem empresas aéreas aumentando sua frota, como a Gol, e outras dispensando profissionais, como a Varig. Nessas empresas a demanda maior tem sido por co-pilotos e agentes de segurança. Órgãos de controle como Infraero e Anac contratam especialistas em tecnologia de manutenção aeronáutica. A aviação executiva, com aeronaves de pequeno porte e helicópteros, tem crescido muito e empregado mais profissionais que a aviação civil, que exige muitas horas de vôo. O Brasil já tem a segunda maior frota de helicópteros do mundo. O piloto de helicóptero encontra trabalho estável nas plataformas petrolíferas da Petrobras.

Fonte: carreiras.empregos.com.br

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Ciências Aeronáuticas A carreira

Piloto de avião tem rotina de top model . Seu ritmo de trabalho é duro: nada de Natal, Ano Novo, feriados. O cotidiano é passado sob constante mudança de fuso horário, com exposição a níveis de ruído e de radiação cósmica que perturbam o organismo. Também nada de abusar de álcool, empanturrar-se de comida ou passar noites em claro. Saúde perfeita é requisito fundamental nesse profissional. Afinal, ele tem de controlar máquinas voadoras a 950 km/h e a 10 000 metros do chão, com a responsabilidade pela integridade de centenas de passageiros .

Manipular os equipamentos computadorizados das modernas naves faz parte da tarefa do comandante. Ele deve ainda dominar as rotas aéreas, cuidar da comunicação com as torres de comando, orientar a tripulação e manter a calma dos passageiros em momentos de crise. Para isso, equilíbrio emocional é essencial. "Depois de formados e no exercício da atividade, somos submetidos a uma constante avaliação", diz Pedro Goldenstein, comandante internacional da Varig. A cada ano são duas provas em simuladores de vôo e outras duas sobre os regulamentos de tráfego aéreo e os equipamentos do avião, além do check-up de saúde anual - que, dependendo do resultado, pode encerrar prematuramente um carreira.

O mercado

Céu de brigadeiro para quem embarcar nessa viagem. Dos 160 pilotos formados até 1998, 150 estão empregados. Entre 1997 e 1998, os vôos interestaduais e internacionais no Brasil cresceram 12,3% e os regionais, 45%. A TAM está recebendo jatos Airbus 330 para rotas internacionais. E a Varig tem contrato assinado com a fábrica de aviões Boeing para receber 39 aparelhos até 2003. Com isso, o Departamento de Aviação Civil (DAC) estima que o tráfego aéreo no Brasil aumente 70% até 2010.
Salário médio inicial: R$ 1905, 87.

Em alta: Aviação Comercial.

O curso

Para ingressar, além de passar no processo seletivo, você deve ter o brevê de piloto privado com, no mínimo, 35 horas de vôo. Na faculdade são mais 200 horas voando, por instrumentos e em aviões com mais de um motor. A teoria engloba física, matemática, psicologia, técnicas de pilotagem de jato e navegação aérea. Além disso, administração e planejamento do transporte aéreo preparam o profissional para o gerenciamento de empresas. Duração média: três anos.

Fonte: www.algosobre.com.br

Ciências Aeronáuticas

O curso de Ciências Aeronáuticas ou Aviação civil como também é chamado, é uma graduação com duração de três anos, cujo objetivo é formar pilotos profissionais, para atuação em companhias aéreas, ou pilotos privados.

O curso tem como objetivo trazer uma nova bagagem e visão aos pilotos que estão se formando, mostrar uma visão mais administrativa e criar um know how maior para os bacharéis, além de ensinar todas as técnicas de pilotagem necessárias para se formar um bom piloto.

O currículo básico dos cursos de Ciências Aeronáuticas inclui Administração, Direito Aeronáutico, Navegação Aérea, Inglês e Aerodinâmica.

Para ingressar na faculdade, o candidato precisa fazer o vestibular e um exame médico, para verificar suas condições psicológicas, coordenação motora, visão e audição, entre outros requisitos.

No Brasil

No Brasil, as instituições que oferecem o curso há mais tempo são a Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Porto Alegre), a Universidade de Uberaba, a Universidade Anhembi Morumbi, e a Universidade Norte do Paraná (Londrina). Outras instituições que também oferecem o curso são a Universidade Tuiuti do Paraná (Curitiba), a Faculdade de Tecnologia e Ciências (Salvador),a Instituição Toledo de Ensino (Bauru), a Fundação Mineira de Educação e Cultura (Belo Horizonte), Universidade Estácio de Sá (Rio de Janeiro), e a Escola superior de aviação civil. (Paraíba). Sendo a única ministrada pelo governo a Academia da Força Aérea.

Fonte: pt.wikipedia.org

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