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Papas Católicos

Papas da Igreja Católica Romana

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Segundo a tradição católica, Jesus fundou o papado no primeiro século, quando ele escolheu São Pedro, o líder dos apóstolos, para ser seu representante terrena.

“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja”, ele afirma, no capítulo 16 de Mateus. “Eu te darei as chaves do reino dos céus.” Essas palavras, que agora circundam a cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma, servir como o mandato bíblico para o papado.

Todos os papas são considerados descendentes simbólicas de Pedro e são pensadas para segurar “Cadeira de São Pedro”

Desde então, houve mais de 260 ocupantes do escritório papal.

A Constituição sofreu através dos momentos decisivos da história europeia, incluindo a divisão do Império Romano, o banho de sangue das cruzadas e da ascensão do Renascimento italiano.

Mais recentemente, os papas têm se esforçado para conciliar as tradições rígidas do catolicismo doutrinário com as realidades da vida moderna, incluindo defender posições firmes contra o aborto ea pena de morte.

Este título geralmente refere-se ao chefe da Igreja Católica.

O papa católico usa vários títulos por tradição, incluindo Summus Pontifex, Pontifex Maximus, e Servus servorum Dei.

Cada título foi adicionado por eventos históricos únicos e ao contrário de outras prerrogativas papais, não é incapaz de modificação.

Papas Católicos
São Pedro

Papas Católicos – Chefe

Chefe supremo da Igreja Católica, considerado infalível; também chamado Pontífice Romano, Sumo Pontífice ou Pontífice. Sua veste habitual é a sataina branca. Entre os ornamentos que lhe são reservados, há a tiara e o anel de São Pedro.

É também soberano do Estado do Vaticano, tem um corpo diplomático e seu principal colaborador é o secretário de Estado. O título de papa não existia antes de 306, e até 325, com o Concílio de Nicéia, exercia apenas a função de um metropolita, como bispo de Roma.

Anteriormente o nome Papa era dado a todos os bispos da Igreja Católica. Aos poucos, foi reservado ao bispo de Roma, também patriarca do Ocidente e primaz da Itália. Das organizações do tempo do Império Romano, o Papado foi a única que sobreviveu.

Já o Estado da Cidade do Vaticano, com seus 0,44 quilômetros quadrados de superfície, o menor e o menos populoso país do mundo e que se encontra dentro da cidade de Roma, Itália, separado com cerca de 4 quilômetros de fronteira, foi fundado com o Pacto de Latrão, firmado entre a Igreja e o governo italiano, através de Benito Mussolini em 11 de fevereiro (1929), durante o pontificado de Pío XI., encerrando uma luta de seis décadas depois do desmoronamento dos Estados Pontifícios.

O Pacto de Latrão foi assinado pelo Cardeal Gasparri, então o Cardeal Secretário de Estado da Santa Sé. Por esse tratado, o governo italiano reconhecia o Vaticano como Estado soberano. Por seu lado, a Santa Sé cedia à Itália todas as terras dos antigos Estados Pontifícios, que o Papa havia governado desde o século V até 1870, quando o Piemonte tomou à força os territórios pontifícios. Desde 1870 até 1929, os Papas se consideraram prisioneiros no Vaticano, rompendo relações com o Estado italiano que conquistara Roma pela força.

Na lista sucessória dos Papas tradicionalmente aceitos pela Igreja Católica, com indicação dos seus anos de papado, encontram-se algumas curiosidades, especialmente na numeração. Por exemplo, nunca houve um papa com o nome de João XX, nem Martinho II e III, ou um Bento X. Os nomes mais comuns são João (21), Gregório (16), Bento (14), Clemente (14) e Inocêncio e Leão (13). Nas listas em português Estêvão e Estéfano representam o mesmo papa assim como Benedito e Bento. Entre a morte de Clemente IV (1268) e a indicação de Gregório X (1271), decorreu o mais longo “periodo eleitoral”.

Nas listas papais sempre aparecem nomes de antipapas, para a Igreja falsos papas, usurpadores da jurisdição do legítimo. Os verdadeiros antipapas foram os seguintes: Hipólito (222-235), Novaciano (251-258), Eulálio (418-419), Lourenço (498-505), Dióscoro (530), Teodoro II (687), Pascoal I (687-692), Constantino II (767), Filipe (767), João VIII (844), Anastácio III (855) e João XVI (993). Bonifácio VII (974/984-985) aparece para uns historiadores como antipapa e para outros especialistas como um pontífice eleito paralelamente.

Urbano VI (1378-1389),  não pôde evitar os antipapas de Avinhão, Clemente VII (1378-1394) e Bento XIII (1394-1423), que criaram o Cisma do Ocidente, que durou mais de 40 anos.

Como papa Gregório XII (1406-1415) viveu o período mais triste do cisma avinhonense, com três sedes papais: Ele, em Roma, Bento XIII, em Avinhão (1394-1423), e Alexandre V, em Pisa (1409-1410). Ao Concilio de Pisa (1409), nem Alexandre nem Benedito compareceram e ambos foram considerados depostos.

No Concílio de Cividale del Friuli, próximo a Aquileia (1409), Bento e Alexandre foram acusados de cismáticos, de cometer perjúrios e de serem devastadores da Igreja. Quando Alexandre morreu (410), os cardeais de Pisa elegeram o antipapa João XXIII (1410-1415).

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

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