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Intel Corporation, fabricante americana de circuitos de computador de semicondutores. Ela está sediada em Santa Clara, na Califórnia. O nome da empresa vem de “eletrônica integrada.”
Intel Corporation é a maior fabricante de semicondutores do mundo, com grandes instalações nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Intel mudou o mundo dramaticamente desde que foi fundada em 1968; a empresa inventou o microprocessador, o “computador em um chip”, que tornou possível as primeiras calculadoras portáteis e computadores pessoais (PCs).
Até o início do século 21, os microprocessadores da Intel foram encontrados em mais de 80 por cento dos PCs em todo o mundo.
A linha de produtos da empresa inclui também chipsets e placas-mãe; memória flash usados em comunicações sem fio e outras aplicações; hubs, switches, roteadores e outros produtos para redes Ethernet; e incorporado chips de controle utilizados em produtos de rede, impressoras laser, dispositivos de imagem, meios de armazenamento, e outras aplicações.
Intel manteve-se competitiva através de uma combinação de marketing inteligente, pesquisa e desenvolvimento bem suportado, proficiência de fabricação superior, uma cultura corporativa vital, proficiência jurídica, e uma aliança permanente com gigante do software Microsoft Corporation muitas vezes referida como “Wintel”.
Os fundadores da Intel, Robert Noyce e Gordon Moore, estavam entre os oito fundadores da Fairchild Semiconductor, fundada em 1957. Enquanto estava na Fairchild, Noyce e Moore inventou o circuito integrado, e, em 1968, eles decidiram formar a sua própria empresa.
Eles logo foram acompanhados por Andrew Grove, um refugiado húngaro, que havia chegado nos Estados Unidos em 1956 e se juntou a Fairchild em 1963.
Grove permaneceria presidente e CEO da Intel na década de 1990.

A Intel, hoje, é uma empresa com mais ou menos 100.000 funcionários fundada em 1968 por Gordon E. Moore. Especializada em produzir chipsets, circuitos integrados e principalmente microprocessadores. Sua sede fica localizada na cidade de Santa Clara na Califórnia, Estados Unidos. Hoje pode ser considerada uma das maiores empresas do mundo, produzindo não só chipsets, circuitos integrados e microprocessadores, mas também soluções direcionadas a todos os tipos de público.
O que gerou à Intel, no ano de 2005, quase 40 bilhões de dólares em lucros. Essa empresa tão poderosa começou produzindo circuitos integrados de memória RAM e depois de alguns anos, com a aparição do microprocessador, finalmente entrou no bilionário mercado dos processadores: com o 4004.
4004
Feito em 1971, era composto de apenas 2.300 transistores. Ele operava aos ‘incríveis’ 740 KHz e apesar de simples, serve até hoje para programar uma inteligência artificial em objetos inanimados e por isso, pode ser denotado de ‘revolucionário’. Afinal também marcou uma época onde o mercado de chips crescia e a computação pessoal estava cada vez mais perto de acontecer.
Um fato curioso é que ele tinha o mesmo ‘poder de fogo’ do ENIAC e pesava algumas gramas, enquanto o ENIAC: 30 toneladas. Já era algo extremamente avançado, não?
4040: O Intel 4040 se trata de um processador mais avançado que o 4004. Lançado em 1972 porém rodando na mesma velocidade que o 4004. Ele foi usado no sistema de desenvolvimento Intellec 4/40.
8008: Em abril de 1972 surge o microprocessador Intel chamado de 8008. Ele vinha com clocks de até 800 KHz (notem, nem era MHz, era KHz). Possuía também 3.500 transistores e tinha capacidade de processar até 16 kilobytes de memória.
8080: Com o 8080, em 1974, a Intel finalmente consolidou no mercado o primeiro chip considerado em real como um microprocessador. Com 4.500 a 6.000 transistores e com clocks de até 2 MHz, significou um processador 10 vezes mais rápido do que seus antecessores. No 1975 o 8080 foi usado em um dos primeiros computadores pessoais. Chamado de Altair 8800 ele era vendido a 439 dólares.
8085: O 8085 foi introduzido no mercado pela Intel no ano de 1976 com clocks que podiam chegar aos 5 MHz. Com 6.500 transistores e 8 bits de instruções
8086: Já no ano de 1978 chegaram os primeiros processadores com 16 bits de instrução e 28 mil transistores. Chamado de 8086 ele veio a calhar um padrão no mercado da computação pessoal. Tinha clocks de até 10 MHz.
8088: No ano de 1979 a Intel foi obrigada a colocar apenas 8 bits de instruções por causa dos usuários que tinham placas mãe mais antigas, com a crição do 8088 e seu sucesso respectiva, no ano de 1981 a poderosa IBM selecionou-o para sua linha de computadores pessoais: IBM PC. Isso elevou a Intel a um grande patamar de importância, afinal a IBM era o que havia na época no mundo da computação e agora com 10 anos de idade ela tinha mais experiência do que nunca para vir a se tornar no futuro a maior produtora de microprocessadores do mundo.
80186: Introduzido pela Intel em 1982. As primeiras versões tinham apenas 6 MHz de clock e era considerado uma evolução do 8086 pois trouxe vários novos recursos, chegou ao meracado onde chipsets compatíveis já eram consolidados e trouxe finalmente os 16 bits prometidos.
80188: Também de 1982, tinha apenas 8 bits de comunicação externa.
80286: Mais um processador de 16 bits só que agora com 134 mil transistores e muito mais capacidade de processamento. Também chamado simplesmente de 286 fez um sucesso numeroso. Ele foi introduzido pela Intel em 1982. Com edições de 6 MHz a 8 MHz e depois para 12.5 MHz. Foi desenhado também para trabalhar com operações multitasking e multiuser. Uma curiosidade sober o 286 é que ele foi o primeiro processador x86 a poder trabalhar o modo real e o modo protegido. Que seria, dentro do sistema operacional, poder acessar o DOS assim sendo era uma emulação de sistemas que operavam em computadors mais velhos como o 8088 e 8086.
386
No ano de 1986, entramos nos 32 bits de processamento com o 386. A primeira empresa a implicar em seus computadores pessoais o ‘potente’ 386, foi a Compaq. Com capacidade agora de até 4 GB de memória ele tinha a versão econômica, chamada de SX e também a versão econômica um pouco mais modernizada, chamada de DX.
Os nomes ficavam assim: 386 SX e 386 DX. Ele tinha uma variante para computadores móveis, já na época surgiam os primeiros notebooks, essa variante era a SL, portanto, 386 SL.
486
Já com a computação de 32 bits consolidada, o 486 foi lançado. Muito similar ao 386, tinha algumas melhorias nas suas intruções em geral e agora com a capacidade de trabalhar com um co-processador matemático adicional, que poderia-se comprar separado. Se tratava de um processador adicional que ajudava nos cálculos matemáticos e aumentava consideralmente o desempenho do processador. Aparecia com versões SX, DX e SL também. Uma outra novidade nos processadores 486 foi o surgimento da possibilidade de multiplicar o clock externo do processador, ou seja, a velocidad e com que o processador se conectava com a memória.
Então vieram versões DX-2 e semelhantes, onde o 2 significava que o clock externo era multiplicado por 2, mas tome cuidado para não confudir por exemplo quando lançaram algumas versões onde o clock interno estava estampado ao lado, por exemplo Dx-25, isso significaria que ele tem 25 MHz, podendo aparecer multiplicador junto de clock também. O maior clock dos 486 era de 100 MHz. Onde tinhamos clock externo de 25 MHz e multiplicador 4. Versões 486 DX-4 100.
Pentium/586
Em 1993, veio o sucessor do 486, foi chamado inicialmente de 586 mas por não poderem registrar números, ele foi chamado de Pentium. O nome provavelmente veio do grego ‘pent’ que significa 5, pois ele era um processador de 5° geração. Com 3,100.000 transistores, os primeiros Pentiums, chamados de P5, inicialmente com 16KB de cache L1 foram lançados com clocks de 66 MHz e 60 MHz.
Mais tarde, foram surgindo gradualmente versões de 75, 90, 120, 133, 150, 166, 200, e 233 MHz. Versões de 266 e 300 MHz foram posteriormente lançadas para uso em computadores portáteis.
Aqui é utilizado o socket 7 ou 321.
Processadores Pentium OverDrive foram lançados com velocidades de 63 e 83 MHz como uma opção de upgrade para computadores 486 mais antigos.
Pentium Pro: Em 1995, a Intel trouxe ao mercado o processador Pentium Pro, já com arquitetura diferente do Pentium clássico. O Pentium Pro foi o primeiro processador com arquitetura RISC, com 50% de desempenho. Era pra ter sido o sucessor do Pentium e competir no mercado de alto desempenho. Foi o primeiro processador a conter o cache L2 dentro do processador. Foi considerado também o primeiro processador da família do Pentium II e teve versões de até 200 MHz e cache L2 de 1 MB.
Pentium MMX
Com o tempo e as atualizações, em 1997, o Pentium clássico foi aprimorado pelo centro de pesquisa e desenvolvimento da Intel em Haifa, Israel, aplicando-se a tecnologia MMX (Pentium MMX).
A tecnologia MMX basicamente seria a inclusão de 57 novas instruções ao conjunto de instruções do processador e o aumento do cache L1 dos pentium do 16KB para 32KB.
O MMX trabalha com um novo conceito: SIMD (Single Instruction, Multiple Data – Instrução simples para múltiplos dados). De uma só vez, diversas operações simples e de dados curtos podem ser feitas simultaneamente. Processo com filtros, efeitos especiais, separação das cores e animações são apenas alguns dos exemplos práticos da rapidezque essas novas 57 instruções trazem.
Pentium II
Ainda em 1997, mas agora com nova arquitetura, saindo do MMX. Temos o lançamento do Pentium II no mês de maio.
O pentium II segue a arquitetura do Pentium Pro, portanto com codinome P6. Primeiro ele apareceu em versões de cartucho, chamadas SECC. Dentro do cartucho tinha o processador e a memória cache L2 uma em cada chip, sendo assim a cache L2 trabalhava na velocidade do clock interno. Essa versão, chamada de Pentium II Desktop ia de 233 MHz até 400 MHz, dependendo do modelo. Depois lançaram o Pentium II Xeon, direcionado para servidores e ia até 450 MHz com mais cache L2. Já para o mundo móvel, lançaram o Modile Pentium II que ia até de 300 MHz para 400 MHz, dependendo do modelo.
A arquitetura chamada ‘Deschutes’ foi utilizada do Pentium II de 350 MHz até o de 450 MHz, e o Pentium III se baseou nela.
Pentium III
Baseado na arquitetura ‘Deschutes’ dos Pentium II, chega no mercado o Pentium III, em janeiro de 1999. As primeiras versões usavam um núcleo chamado Katmai e possuíam versões versões de 450, 500, 550, ou 600 Mhz. Uma segunda versão do Pentium III foi lançada, com núcleo de arquitetura mais avançada, batizado de Coppermine, permitiu ao Pentium III alcançar clocks de 650, 667, 700, 733, 750, 800, 850, 900 Mhz e 1 Ghz. Velocidades pelas constantes miniaturações dos transistores que compunham o processador de 0,25 mícron do Katmai para 0,18 no Coppermine. A terceira versão do Pentium III veio com o núcleo Tualatin, de 0,13 mícron. Também chamado de Pentium III – S.
Com versões de: 1.0, 1.13, 1.2, 1.26, 1.33 e 1.4 GHz. Todos os Katmai usavam slot de cartucho também, já os Coopermine também tinha opção de socket 370. E o Tualatin somente de socket.
Pentium 4 – Willamette
No ano de 2000, a Intel lança o Pentium 4. Além de mudanças radicais na arquitetura como um pipeline maior com o objetivo de obter-se clocks maiores, vieram também novas instruções, as instruções SSE2. O primeiros Pentium 4, com o núcleo “Willamette”, possuía versões de 1.30 até a 2.0 GHz e foi lançado em Novembro de 2000 no Socket 423, mas depois ainda sim surgiram versões com o socket 478, que apesar de ter mais sockets os chips eram menores. Ele veio cotado para ser uma grande revolução, mas para surpresa de muitos, além do atraso no desenho da arquitetura, ele teve um desempenho se não igual, até inferior que o Pentium III Tualatin e os seus concorrentes diretos, os Athlon. Os Willamette que superaram o Pentium III vieram a ser lançados apenas no ano de 2001, a partir da versão de 1.7 GHz. O Willamette era produzido sob a nometria de 180nm e tinha cache L2 de 256KB, podendo trabalhar até a 400 MHz no barramento externo. Com 42 milhões de transistores o metal utilizado utilizado para fazer a conexão entre eles era o alumínio.
Assim, finalmente, entramos na 7° geração de processadores. A arquitetura dessa geração foi chamada de Netburst.
Pentium 4 – Northwood
Em outubro de 2001 a Intel lança um núcleo com processo de fabricação de 130nm. Tinham caches L2 que iam de 512 KB a 2 MB e barramento externo rodando a 400 MHz, 533 MHz ou 800 MHz, tudo dependia de qual versão era. Esse era o competir direto com o Athlon XP que até então andava ganhando dos núcleos Willamete, mesmo os acima de 1.7 GHz.
Esse processador fazia o uso de 55 milhões de transistores e o metal utilizado para fazer a conexão entre os transistores era o cobre. Sendo assim, com todas essas características, esse núcleo ficou conhecido como o mais neutro da linha dos Pentium 4 e foi considerado o que menos tinha dissipação de calor.
Os clocks nos processadores Northwood vão de 1.60 GHz até a 3.4 GHz. Todos usam socket 478, com excessão de uma versão de 3.40 GHz que usa o socket novo, até então, 775 ou então socket T. Aliás, por falar nessa versão 775, é o único dos Northwood que tem 2MB de cache L2 e pelo menos 40 W a mais também de consumo energético do que as versões mais básicas. A partir processador de 2.80 GHz alguns outros apareceram com suporte à tecnologia Hyper-threading[HT] (tecnologia usada inicialmente no Xeon), permitindo o processamento de diferentes tarefas simultaneamente duplicando algumas partes do processador de modo que o sistema operacional pensar que existem dois processadores é como um dual core simulado. A partir do lançamento do Prescott, quase todos tinham HT.
Pentium 4 – Prescott
Já com as novas instruções SSE3, a Intel lança em fevereiro do ano de 2004 o núcleo Prescott, muito conhecido pela alta dissipação energética e altas temperaturas causadas então. Ele tinha versões de 512 KB, 1 MB e 2 MB de cache L2. O metal utilizado paras as conexões dos seus 125 milhões de transistores era o cobre ainda e utilizava uma nanometria de 90nm, o que permitiu maior quantidade de transistores no caso dobrou em relação aos Northwood.
Uma curiosidade é de que a partir da versão de 2.80 GHz todos os prescotts tinham HT. A maioria das versões do pentium 4 com núcleo prescott usam o socket LGA 775 ou também chamado de socket T, mas também tem versões com socket 478. Os clocks podem ir de 2.26 GHz até a 3.80 GHz, dependendo da versão. Ele não obteve o resultado esperado de desempenho e ao mesmo tempo ele acaba esquentando demais, abrindo as portas para AMD produzir processadores melhores adaptados para as necessidades dos usuários comuns, também por possuírem menores preços. A partir dos prescotts versão 630, começamos a ter instruções de 64 ativados e a Intel deu início à concorrência direta com os Athlon 64 da AMD.
Também dando início ao duas tecnologias: tecnologia SpeedStep que visa diminuir os clocks e a voltagem enquanto o computador fica ocioso, assim diminuindo o gasto de energia e também a tecnologia eXecutable Disable or habilitable que é uma tecnologia que visa a segurança.
Pentium 4 Extreme Edition
O Pentium 4 EE foi lançado em 2003 e ficou conhecido como o primeiro processador a ter cache L3 integrado. Ele possuía 2 MB de cache L3, acessado na mesma freqüência de operação interna do processador. Os primeiros modelos de P4 EE tinham núcleos Gallatin com 512 KB de cache L2 e trabalhavam externamente em 800 MHz até 1.066 MHz, dependendo da versão e tinha 178 milhões de transistores, construído à 130nm. Já os atuais, construídos com núcleo Prescott 2M, tem a tecnologia de 90nm e possibilitam mais transistores. Eles possuíam 169 milhões de transistores. Todas as versões do EE possuem a tecnologia HT. O EE é muito conhecido pelo seu salgadíssimo preço e um desempenho nem tanto satisfatório, perdendo até para os Athlon 64 medianos.
Pentium 4 – Cedar Mill
Esse núcleo surgiu com algumas versões dos 6xx de 64 bits no começo de 2006. Sua tecnologia é de 65nm e sua arquitetura conseguiu milagrosamente resolver os problemas de dissipação de calor do Prescott. Agora o Pentium 4 vem acompanhada também da tecnologia de virtualização que permite o uso de vários sistemas operacionais na mesma máquina.
Ele tem versões de 3.0 Ghz a 3.60 GHz e tem se mostrado uma fera no overclocking, com testes recentes feitos por estrangeiros. Esse núcleo ainda é muito imaturo no Brasil e chegou apenas em países de primeiro mundo por enquanto. É de esperar ansiosamente pela sua chegada.
Fonte: Portal São Francisco/www.intel.com/www.fundinguniverse.com
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