História da Apple

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A Apple Inc. é uma das maiores empresas do ramo da informática presentes nos tempos de hoje, recebendo destaques com produtos como iPhone e iPad.

Sendo referência em se tratando de modernidade, a empresa teve que passar por uma longa trajetória, tendo momentos de declínio e de sucesso. Passaremos, neste documento, uma visão geral de como foi o momento de criação da empresa, assim como as obras que embasaram o sucesso que ela hoje possui.

Apple – A Criação

Na década de 70, Steve Wozniak, engenheiro da computação, desenvolveu sozinho seu primeiro computador pessoal, o Apple I. Foi ele mesmo quem fez todo o design e a montagem do produto.

História da AppleSteve Wozniak

História da AppleSteve Jobs

Com boas expectativas, seu amigo Steve Jobs deu a ideia a Wozniak de levar a obra para o mercado, tendo suas vendas iniciadas em 11 de abril de 1976.

Dez dias antes, Steve Wozniak e Steve Jobs, juntamente com Ronald Wayne, deram início ao legado da hoje Apple Computers Inc. Esse nome foi utilizado durante 30 anos, até que em 2007 foi retirado o “Computers” do nome, reflexão da filosofia da empresa de estar presente em diversos setores do mercado mundial de informática. Para entender melhor como a Apple chegou aos dias de hoje, vamos analisar nas próximas seções, em ordem cronológica, como foram suas primeiras contribuições para o mercado da informática.

Primeiros Passos

Como visto no capítulo anterior, o que causou a criação da Apple Computers Inc. foi o Apple I, obra de Steve Wozniak. Esse computador pessoal era vendido como uma espécie de placa-mãe, sem dispositivos que hoje são considerados – a responsabilidade de tornar a máquina em um computador utilizável era de responsabilidade do usuários, que ainda deveriam adquirir gabinete, fonte, teclado e dispositivo de tela. Apesar de tamanha simplicidade, o computador era vendido por 2500 dólares.

Cerca de um ano depois, foi dado início à série Apple II, que foi o primeiro sucesso da empresa. Além de ter um design bem mais amigável do que o seu predecessor, conseguiu fortemente bater os seus principais concorrentes TRS-80 e Commodore PET, pelo fato de possuir gráficos coloridos e uma arquitetura aberta. O investimento numa melhor aparência foi devido à vontade de destinar o Apple II às massas, e não apenas para os entendidos do assunto, como engenheiros e curiosos de informática. Olhando do ponto de vista da arquitetura aberta, Wozniak conseguiu fazer com que o Apple II recebesse uma vasta variedade de dispositivos de terceiros, incluindo controladores de vídeo, discos rígidos, componentes de rede e outros.

O impacto industrial da segunda série dos computadores da Apple Computers Inc. foi enorme, pois foi o primeiro computador pessoal a alcançar o olhar da população em geral – os preços estavam ao alcance da classe média e uma parceria com um consórcio de educação computacional espalhou o uso do aparato nas escolas. Outros mercados explorados foram os de jogos, processamento de texto e impressão.

Talvez um dos maiores destaques do Apple II tenha sido a utilização do aplicativo de planilhas eletrônicas VisiCalc, o primeiro “aplicativo matador” da história dos microcomputadores.

A máquina era vendida por 2300 dólares, com 4 kB de memória RAM, ou $2600 dólares, com o máximo de 48 kB de memória.

Apple Lisa vs. Macintosh

Entrando nas proximidades da década de 80, é notável que o que mais se destacou foi o conflito entre duas obras da empresa: Apple Lisa e Macintosh.

Steve Jobs esteve trabalhando no primeiro projeto, mas foi afastado por conta de discussões internas, fato que levou-o a desenvolver o projeto Macintosh, de Jef Rasnkin. Essa pequena separação causou uma competição, onde “ganharia” quem lançasse o computador mais rapidamente. A vitória foi para o Apple Lisa, sendo o primeiro computador pessoal de todos os tempos a possuir uma GUI (interface gráfica). Apesar disso, o projeto foi uma falha por possuir um alto custo e poucos softwares em sua plataforma.

Em 1984 enfim foi lançado o Macintosh, considerado uma obra-prima da empresa. Na época era considerado um microcomputador bastante poderoso por suas capacidades gráficas, desenvolvidas para suportar a intuitiva GUI do Macintosh. Mas a boa recepção não durou por muito tempo, como veremos no próximo capítulo.

Crise e Tentativa de Volta ao Mercado

No começo da década de 90 a Apple entrou em um declínio, ao apresentar, por exemplo, o Macintosh Portable e a linha Centris. Este último foi vendido em diferentes confusas configurações, causando o desentendimento do público quanto a diferença das diferentes distribuições e, por consequência, uma péssima imagem para a empresa.

A Apple também tentou participar de outros mercados voltados ao consumidor, como o de câmeras digitais e televisões, mas foram tentativas precipitadas que também resultaram em falha.

Outro fator que levou a empresa a esse estado foi a concorrência com o Windows. A Microsoft conseguiu bastante crescimento nessa mesma época, pois se esforçou em entregar softwares para computadores baratos, enquanto a Apple focava em uma experiência mais cara. A empresa de Jobs e Wozniak processou a Microsoft por utilizar uma interface gráfica parecida com a do Apple Lisa, tendo investido muito dinheiro nisso, mas no final das contas o esforço não foi capaz de evitar o arquivamento do processo.

Apesar de todas as perdas, a Apple esforçou-se em meados da mesma década para reerguer-se, investindo em plataformas alternativas como o Newton, plataforma para PDAs. Era notável a dedicação para trabalhar em inovação, visto a criação da Apple Store, tentativa de criar uma nova estratégia de mercado.

Ingresso na Modernidade

Foi por volta da virada do milênio que a empresa introduziu o seu grande investimento em design e tecnologia moderna: o iMac.

Nesse tempo a empresa começou a demonstrar os seus maiores crescimentos, iniciando uma aquisição de diferentes companhias e softwares. Visando criar uma amálgama de aplicativos que compusessem um sistema operacional completo e voltado tanto para consumidores quanto para profissionais, nasce o Mac OS X, sendo um sistema estável e seguro.

A partir daí a empresa não parou mais, sendo um dos nomes mais citados quando se trata de inovação e confiabilidade no ramo da informática. É no século 21 que a agora Apple Inc. desprende-se mais da exclusividade dos microcomputadores e aborda os dispositivos portáteis, tendo como melhores referências o iPod, iPhone e iPad.

O símbolo

Atualmente, é difícil quem não olhe para a emblemática maçã mordida e não lembre da Apple.

O símbolo da companhia carrega os atributos de tecnologia e inovação, reconhecidos pelo mundo inteiro.

Você já parou para pensar de onde veio a ideia da maçã?

A Maçã

História da AppleLogotipo: A maçã mordida

Existem duas vertentes sobre a história do logotipo da Apple.

Uma delas que Jobs e Wozniak eram fãs de Beatles e, para homenagear a banda, escolheram o nome e símbolo da gravadora que eles criaram, Apple (o que gerou posteriormente um processo judicial). Outra versão diz que o símbolo é referência a Isaac Newton e a Lei da Gravidade, tanto que o primeiro logo criado pela empresa retrata a cena do físico e seu episódio com a maçã.

O i minúsculo que antecede o nome dos produtos, marca registrada da Apple (como iPad, iPhone e iPod), representava no início “internet”.

Hoje em dia, traz referência ao individual e pessoal, pois “I” em inglês significa “eu”.

O Gênio por trás da marca

Steven Paul Jobs é o garoto-propaganda dos sonhos de qualquer marketeiro. Ele personifica como poucos os conceitos de arrojo e genialidade. Tanto que Jobs é o responsável por anunciar pessoalmente cada lançamento da APPLE.

Considerado uma espécie de pop-star corporativo do mundo dos negócios, ele nasceu no dia 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco, filho biológico de Joanne Carole Schieble e Syrian Abdulfattah John Jandali, e criado pelos pais adotivos, Paul e Clara Jobs. Não era um aluno aplicado, achava a escola chata e isolava-se freqüentemente dos colegas. Influenciado pela profissão do pai, mecânico de um laboratório de física, começou, desde muito novo, a se interessar por máquinas e pelo seu funcionamento. Embora tenha abandonado a universidade no primeiro ano, comparecia a palestras técnicas na lendária Hewlett-Packard. Foi nessa época, início dos anos 70, que iniciou a parceria com Steve Wozniak, seu amigo de colegial, com um capital de US$ 1.300. Porém com poucos recursos, tiveram de recorrer à garagem do pai de Jobs para instalar a sua pequena oficina. Para financiar os primeiros 50 circuitos do computador Apple I, ele teve que vender o seu carro Volkswagen e Wozniak a sua calculadora programável. Era o começo de um embrião que se chamaria APPLE.

Considerado o “Pai do Macintosh”, computador revolucionário que preconizou todos os futuros PCs depois de 1984, foi forçado a deixar a empresa, em 1985, pelo conselho de administração, e fundou a NeXT, uma empresa dedicada a soluções informáticas para a educação e o setor empresarial. Sua forte personalidade não deixou que ficasse quieto. Em 1986, comprou a divisão de animação gráfica da LucasFilm, e fundou a PIXAR ANIMATION STUDIOS, que anos mais tarde ficou famosa por uma nova linguagem de animação 3D para curtas e longas metragens.

Em 1996 retornou para a APPLE, que estava em uma situação financeira frágil.

Sob sua orientação, a APPLE aumentou suas vendas significativamente depois de inovações como o iMac, iPod e o iPhone. Para se ter uma idéia do que Steve Jobs é capaz de fazer, basta assistir ou acompanhar as palestras emblemáticas anuais (Keynotes), que ele comanda na MacWorld (feira oficial da APPLE), quando lança suas tão esperadas idéias, que nos últimos anos revolucionaram o mercado e a forma de como a sociedade se comunica.

Tais apresentações são marcadas pela sua maneira de se apresentar, sempre vestindo camisa preta, jeans e tênis New Balance modelo 991. Tudo muito “cool” como dizem os americanos. Cada vez que ele sobe ao palco com seu visual minimalista para anunciar um novo produto, o mundo para. Afinal, todos querem saber o que a mais inovadora empresa do mundo anda aprontando.

A APPLE não seria a mesma sem Steve Jobs.

Em 2006, a Walt Disney comprou a PIXAR e tornou Steve Jobs o maior acionista individual da empresa, onde ocupa também o cargo de conselheiro executivo.

A rivalidade dele com Bill Gates, presidente e dono da Microsoft, já é elemento cultural do setor.

Essa disputa pode ser conferida no filme produzido pelo canal de TV a cabo TNT, “Pirates of Silicon Valley”, que aborda a biografia deles e das suas empresas. Steve Jobs anunciou no dia 14 de janeiro de 2008 que estava se afastando da empresa por licença médica até o final de junho. O executivo disse, por e-mail, a funcionários da empresa que seus problemas de saúde são mais complexos do que ele pensava.

Steve Jobs também indicou a pessoa que assumiria os negócios durante sua licença: Tim Cook, atual diretor-chefe de operações da APPLE.

Mas, seu afastamento durou pouco e ele voltou para fazer novas apresentações revolucionárias como o iPad. No início de 2011 ele anunciou um novo afastamento temporário.

Uma lenda chamada Macintosh

As bases do projeto Macintosh surgiram no início de 1979 com Jef Raskin, que idealizou um computador fácil de utilizar e barato para o grande público. Em dezembro foi autorizado a iniciar o projeto e começou a procurar um engenheiro capaz de construir o primeiro protótipo. Bill Atkinson, membro do projeto Lisa, apresentou-o a Burrell Smith, um técnico que acabara de ser contratado naquele ano pela empresa.

O primeiro protótipo obedecia às especificações de Jef Raskin: tinha 64 KB de memória, utilizava o lento microprocessador 6805E da Motorola e tinha um monitor de 256 x 256 pixels em preto e branco. Esta máquina utilizava menos controladores de memória que o computador Lisa, tornando sua fabricação bem mais barata. O projeto inovador do Macintosh atraiu a atenção de Steve Jobs que deixou o projeto Lisa para se concentrar no Macintosh.

Em janeiro de 1981, assumiu a direção do projeto, forçando Jef Raskin a sair. O nome Macintosh derivava de um tipo de maçã. O computador foi apresentado de forma estrondosa ao público em 22 de janeiro de 1984, durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano profissional), evento esportivo de maior audiência nos Estados Unidos, e que possui os 30 segundos mais caros da publicidade mundial. O célebre comercial, intitulado de “1984”, dirigido por Ridley Scott e apresentado uma única vez, foi considerado um dos melhores na história da propaganda mundial. O comercial consistia em uma metáfora para a liberdade, onde o Grande Irmão (figura da famosa borá de George Orwell) simbolizava a gigante IBM. O Macintosh chegou as prateleiras das lojas com um preço de US$ 2.495.

Inicialmente as vendas foram boas, mais de 50 mil unidades nos primeiros 100 dias, porém no natal desse mesmo ano, não se sustentaram devido a alguns problemas que o computador apresentava como a memória RAM e a conectividade do disco rígido. Apesar desses problemas, o Macintosh possuía um sistema operacional revolucionário, de uso fácil e intuitivo, utilizando nomes como “lata de lixo” e “notas” em substituição aos complicados comandos dos computadores antigos. O Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica (GUI), na época um desenvolvimento revolucionário. Foi com o Macintosh que o mercado descobriu o desktop publishing, a arte de permitir ao próprio usuário, em casa ou no escritório, criar e editar em ambiente gráfico suas próprias cartas e material impresso com qualidade até então só disponível nas gráficas. A primeira campanha de marketing do Macintosh, chamada de “Test Drive a Mac”, foi introduzida no mercado em dezembro, onde celebridades como Mick Jagger, Michael Jackson e Andy Warhol foram presenteadas com um Macintosh.

Curiosidades

O “i” encontrado na frente do nome de vários produtos da marca (iPod, iPhone, iMac) originalmente representava a “internet” mas, passado algum tempo, adquiriu a conotação de pessoal, uma vez que “I”, em inglês, significa “eu”.
iPods compatíveis com o sistema operacional Windows não começaram a ser vendidos até 2002.
O primeiro slogan da empresa era “Byte into an Apple” (frase ambígua para um byte dentro de uma maçã ou morda uma maçã).
A grande maioria das pessoas que compram um produto da Apple, permanecem fiéis à marca.

Os principais fundadores da Apple Computer

História da AppleSteven Paul Jobs na Stanford University

Steven Paul Jobs nasceu em Los Altos – Califórnia, em 24 de fevereiro de 1955.

É um empresário americano cofundador da empresa Apple Computer, da NeXT e da empresa cinematográfica Pixar. Criou alta notoriedade em torno de seu nome por levar a cabo uma política industrial que valoriza o design de seus produtos.

Em 1 972 Jobs concluiu os estudos secundários e iniciou um estágio na Hewlett-Packard (HP), como empregado temporário. Durante sua passagem pela HF conheceu o funcionário Steve Wozniak, engenheiro brilhante que fabricava e vendia ilegalmente um componente chamado Blue Box, que permitia fazer ligações gratuitas.

História da AppleSteve Wozniak

No início de 1 974 conseguiu emprego na Atari mc. como videogame desiçjner. No outono do meso ano, retornou de uma viagem à India, onde teria ido em busca do equilíbrio espiritual, e iniciou, juntamente com Wozniak, o Homebrew Computer Club.

Ao lado desse parceiro tecnológico, fundou a Apple Computer em 1 976, da qual é hoje diretor-executivo (CEO). É considerado o “pai do Macintosh” (computador revolucionário que preconizou todos os futuros PCs), lançado em 1 984 através de uma campanha publicitária milionária, que sugeria a liberdade total de escolha e de pensamento das pessoas. Estava oficia]izado o siogan Thinkdjfferent(Pense diferente), que marca todos os produtos criados por Steve Jobs.

Steve Jobs é um pioneiro em computador e informática desde seu primeiro empreendimento bem-sucedido, o Apple 1.

Logo depois do Apple II, ele se deu conta do potencial comercial de um computador compacto, monobloco. Mas isso foi só o começo, com a Apple capitalizada por seus computadores “criativos” e simples, e respeitada por sua ousadia.

A partir de 1 979 ele e seu amigo Wozniaki iniciaram a criação de um projeto que iria revolucionar tudo em matéria de /zardware e software.

Era o então Projeto Macintosh, que ainda estava em suas cabeças e no papel. Esse projeto sugeria o desenvolvimento de uma interface gráfica baseada por navegação de ícones, pastas e janelas (a chamada GUI), tudo isso acionado por um mouse – naqueles tempos os computadores somente usavam comando de teclado. Urna prévia demonstração disso foi vista por Jobs numa polêmica visita ao Parc da Xerox Corporation, que Lhe rendeu algumas acusações sem provas de espionagem industrial, fato ainda não totalmente esclarecido. Ao que tudo indica, o modelo do sistema da Xerox foi apenas uma inspiração que desencadeou a criação do primeiro Mac OS (o sistema operacional padrão dos Macintosh, atualmente encontrado na versão X)

Steven Jobs está associado à Apple, embora nem sempre tenha estado lá. Após um período de crescimento inicial, e com a abertura do controle acionário, Jobs começou a encontrar probiernas e oposições à sua gestão no meio da década de 80. Considerado por todos corno um gênio da indústria, mas por muitos com um temperarnento difícil, Jobs enfrentou urna série de desgastes. (T. FILHO, 1998)

A sua última grande novidade foi ramificar a Apple para fora da área exclusiva de informática. Fez isso apresentando o iPod, juntarnente com sua loja virtual de vendas de música legalizada pela Internet, o iTunes.

Steve Jobs faz anualmente palestras emblemáticas, nas MacWorld, quando lança suas tão esperadas idéias criativas e revolucionárias para a Apple (e o público se frustra muito quando não há novidades convincentes nesses eventos da Apple) e tais apresentações são marcadas pela sua maneira de se apresentar sempre de camiseta preta e jeans, tudo muito cool, como dizem os norte-americanos. Nestas MacWorld – feira oficial da Apple – ele e seus parceiros apresentam novidades para uma temporada, tanto em /zardware quanto em sofi tware, que marca a tendência de seu mercado. Urna verdadeira “Meca” para “mac-maníacos” do mundo inteiro. (Autor desconhecido, 2006)

Aos 27 anos, Jobs foi o mais a aparecer no Fortune 500, em um caso raro antes da era .com.

Em 1 975, após deixar a Uni versidade da Califórnia, Woz, como é conhecido Steve Wozn.iak, construiu um computador que se tornaria bem sucedido em todo o seu país.

O computador de Woz, denominado Apple 1, era urna unidade totalmente montada e funcional, que continha um microprocessador de Us$ 25 e urna única placa de circuito impresso com memória ROM (Autor desconhecido, 2006).

Após o lançamento do Apple TI Wozniak deixou seu trabalho na HP e tornou-se vice-presidente da Apple, responsável pela pesquisa e desenvoi. Wozniak pôde então concentrar-se em melhorar e corrigir as deficiências do Apple 1, e adicionar-lhe novas funcionalidades.

O Apple 1 levou a companhia a perto de um milhão de dólares.

Seu novo projeto era manter as mais importantes características:

simplicidade e usabilidade. Woz introduziu um monitor de alta resolução gráfica no Apple II, que passou a ser capaz de mostrar figuras no lugar de apenas letras.

Em 1 978, projetou um drive de disquete de baixo custo. Ele e Randy Wigginton escreveram um sistema operacional simples.

Além de suas habilidades com o hardware, Wozniak escreveu muitos dos programas que executavam no Apple.

Escreveu um interpretador Basic, urnjogo de Breakout (que foi também urna razão para adicionar som ao computador), o código necessário para controlar o drive de disquetes e muito mais (autor desconhecido, 2006).

Woz deixou a Apple definitivarnente em 6 de fevereiro de 1985 e desde então se dedica a ensinar Informática para crianças da escola primária.

Fonte: Colégio São Francisco/cin.ufpe.br/www.mctomaneh.tk/www.fumec.br

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