Café da Manhã

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Acordar, lavar o rosto, escovar os dentes, trocar de roupa e… tomar o café da manhã. É assim que muitas pessoas começam o dia, antes de ir trabalhar.

O café da manhã é a primeira refeição do dia, significando literalmente romper o jejum mantido durante o sono ou a abstinência religiosa.

O café da manhã é nossa primeira refeição e tem grande importância para o corpo. Você já se perguntou por que essa refeição é tão importante?

Antes de tomar o café da manhã, a última vez que você comeu foi, provavelmente, no jantar. Calcule, então, quanto tempo ficou sem comer.

Sem dúvida, esses sintomas não são nada agradáveis, principalmente para quem vai enfrentar um dia de trabalho: fraqueza, dor de cabeça e tontura
atrapalham qualquer um.

O café da manhã é a refeição que fornece energia suficiente para realizar uma série de atividades até a hora do almoço.

Os alimentos das nossas refeições são diversificados. Os tipos de alimentos que consumimos variam conforme a região do país, o estado, a cidade e a cultura local.

 Veja figura a seguir:

Café da Manhã
Partículas eletrificadas enganam o músculo

Apesar da sua grande variedade, os alimentos têm algumas substâncias em comum: carboidratos carboidratos, proteínas nas, gorduras gorduras, vitaminas e sais minerais minerais.

Os carboidratos são a principal fonte de energia de que o corpo precisa.

Pão e açúcar, por exemplo, são ricos em carboidratos. Alguns alimentos fornecem os carboidratos que o nosso corpo utiliza para obter energia.

Usamos energia para realizar uma série de atividades, como falar, pensar, ouvir, ver, andar, nadar etc. Essa energia pode ser medida, e a unidade para medi-la é a caloria (cal). Porém, para facilitar nossos cálculos, usamos a quilocaloria (Kcal) que é 1.000 vezes maior que a caloria.

Uma banana-nanica fornece 97.000 calorias (cal), ou, simplificando, 97 quilocalorias (Kcal).

Quanta energia precisamos?

Nosso organismo sempre precisa de energia. Mas a quantidade necessária não é igual para todo mundo.

As calorias diárias necessárias variam de acordo com a idade e o sexo.

Valores médios dessas necessidades estão representados na tabela a seguir:

Para realizar qualquer atividade necessitamos de uma certa quantidade de energia energia. Suprimos nossas necessidades com tudo que comemos ao longo do dia.

Um trabalhador que tenha atividade muscular intensa, como um pedreiro, por exemplo, necessita de 4.000 a 5.000 Kcal por dia.

 Uma atividade mais leve, como a de um caixa de supermercado, exige aproximadamente 2.500 Kcal por dia.

Como retiramos energia dos alimentos?

Quando comemos um pedaço de pão, ele é transformado em pequenas partículas no tubo digestivo. É preciso que os carboidratos presentes no pão sejam reduzidos a tamanhos cada vez menores, pois são substâncias muito grandes e não podem passar pelas células do intestino delgado para o sangue sem diminuírem de tamanho.

A transformação do carboidrato reduz a pequenas unidades que são chamadas de monossacarídeos. São eles que caem no sangue e chegam até as células.

O monossacarídeo mais comum é a glicose, presente no pão e no açúcar.

A glicose entra em diversas células e fornece energia.

Por exemplo: quando ela penetra nas células musculares, a energia é utilizada para promover o trabalho muscular e podemos então andar, dançar, correr etc.

É importante ressaltar que, nesta aula, utilizamos a glicose como exemplo de substância capaz de fornecer energia. Entretanto, a energia pode ser obtida também a partir de outras substâncias, como outros carboidratos, proteínas e gorduras.

Na respiração celular entra oxigênio (O2) e glicose na célula.

Durante o processo ocorre liberação de energia (E), gás carbônico (CO2) e água (H2O).

Porém, a glicose sozinha não é suficiente para liberar energia. O oxigênio, presente no ar que respiramos, também é necessário.

O processo de liberação de energia, a partir de qualquer substância nutritiva e de oxigênio, é chamado de respiração celular celular.

Na respiração celular, o oxigênio queima a glicose e o resultado é a liberação de energia, além de água e gás carbônico.

Essa energia é utilizada para diferentes fins: manter a temperatura do corpo, movimentar o diafragma, movimentar os músculos para andar, escrever, falar etc.

Vimos até agora que a alimentação nos fornece energia para realizar atividades.

Porém, se nos alimentarmos em excesso, trabalharemos melhor? E se ficarmos o dia inteiro sem comer, morreremos sem energia?

Na verdade, as respostas a essas duas perguntas estão interligadas.

Para responder, primeiro falaremos sobre o que ocorre com o excesso de glicose presente em nossa alimentação.

Uma pequena parte é transformada numa substância chamada glicogênio nio.

Veja, a seguir, os órgãos citados nesta aula:

Essa transformação ocorre num órgão do corpo chamado fígado.

Nosso corpo pode fazer uso dessa reserva de glicogênio acumulada no fígado, que é transformada em glicose e transportada para as células pelo sangue.

A maior parte da glicose e de outros nutrientes que são ingeridos em excesso acumulam-se em forma de gorduras. Dessa maneira, teremos um armazenamento de energia, sempre que for necessário para nosso organismo.

E aí aparecerão aquelas gordurinhas a mais!

O café da manhã deve fornecer uma parte da energia necessária para as atividades que uma pessoa tem de desempenhar: andar até o ponto de ônibus ou estação de trem, pegar a condução e trabalhar.

Agora, portanto, você pode calcular suas necessidades calóricas diárias e ingerir a quantidade de alimento ideal para a obtenção de energia, de acordo com sua atividade, sexo e idade. Só assim você terá uma alimentação saudável e balanceada

Café da Manhã – Importância

Estudo internacional inédito garante que o hábito de tomar o café da manhã ajuda a emagrecer, além de melhorar o humor, a concentração e o raciocínio.

Parece brincadeira, mas a refeição mais importante do dia também é a mais subestimada, esquecida e negligenciada. Mas isso não é segredo para ninguém. Assim como dizer que cigarro faz mal à saúde, que é bom fazer exercícios físicos regularmente, que a alimentação deve ser pobre em gorduras saturadas e trans… O problema é colocar em prática todo esse conhecimento e deixar de lado velhos costumes.

Pois saiba que o esforço para mudar vale a pena. O desjejum fornece os primeiros alimentos que irão nutrir e propiciar o combustível necessário para encararmos mais uma jornada diária. Isso é importante, porque durante o sono o corpo gasta energia para manter os órgãos funcionando. E esse consumo abaixa os níveis de glicose no sangue (ou seja, o açúcar que fornece energia para começarmos bem o dia). Talvez por essa razão, muita gente ainda acredite que, ao pular essa refeição, o organismo irá receber menos calorias e, assim, emagrecer. Puro engano.

Na verdade, ocorre o contrário. “Após três a cinco horas sem se alimentar, o organismo entende que precisa acionar um mecanismo automático para economizar energia e proteger-se da inanição”, explica Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Essa explicação é histórica. Quando o homem vivia na época das cavernas, passava, vez ou outra, por períodos caracterizados pela escassez de alimentos e seu corpo, muito sábio, desenvolveu um sistema para armazenar energia, caso ela faltasse.

Dessa maneira, o ritmo orgânico (o metabolismo) desacelera para não gastar combustível em excesso, permanecendo lento ao longo de todo o dia. Ou seja, o gasto energético do indivíduo torna-se bastante vagaroso, favorecendo o estoque de gordura.

Por outro lado, segundo estudos realizados no mundo todo, quem faz questão de tomar o café da manhã acelera o metabolismo, contribuindo para a queima de calorias e o emagrecimento. As pessoas evitam beliscar, pois não sentem fome fora de hora. “Elas também não exageram no almoço”, explica Vivian Ellinger, presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).

O banquete ideal

Quem nunca ouviu a afirmação: tenha o café da manhã de um rei, o almoço de um príncipe e o jantar de um mendigo? Alguns especialistas dizem que nas primeiras horas do dia, o metabolismo do corpo é mais acelerado, colaborando para a queima de calorias. O certo é que com o cair da tarde ele desacelera, tornando a queima de combustível mais lenta, pois o organismo está se preparando para o sono. Neste período, o hormônio do crescimento começa a ser liberado, mas nos adultos, que não crescem mais, seu papel é reduzir a gordura e aumentar a massa muscular.

Embora não haja comprovação científica, acreditase que, se houver grande ingestão de açúcar no jantar, a ação desse hormônio pode ser inibida por conta da elevação do nível de glicose no sangue. Segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, o jantar deve representar de 5% a 10% das calorias consumidas no dia. Já o percentual para o café da manhã fica em torno de 20% a 30% do total. “Em tese, o desjejum fica com um quarto da energia que devemos ingerir e deve ser constituído, principalmente, de carboidratos (como pães e cereais), pois são fontes ricas de energia”, explica o médico. Os especialistas sugerem que se dê preferência às opções integrais, ricas em fibras insolúveis – substâncias que ajudam a equilibrar as funções intestinais e promovem saciedade prolongada. As proteínas também são fundamentais e podem ser consumidas por meio de derivados do leite desnatado, como requeijão, queijo, iogurte ou o próprio leite com achocolatado ou café. “A cafeína é estimulante e melhora a capacidade de raciocínio”, explica Durval Ribas Filho.

QUEM NUNCA OUVIU A AFIRMAÇÃO: TENHA O CAFÉ DA MANHÃ DE UM REI, O ALMOÇO DE UM PRÍNCIPE E O JANTAR DE UM MENDIGO?

Até as gorduras precisam estar presentes para garantir energia. Mas isso não significa ter uma mesa farta de guloseimas sem valor nutritivo. Como em qualquer outra refeição, é importante a busca por alimentos saudáveis.

Nas prateleiras, por exemplo, já podem ser encontradas margarinas livres de gorduras trans. E mesmo a manteiga pode ser consumida com moderação. “Uma dica é substituí-las pelo azeite de oliva com teor de acidez menor que 0,5, pois é menos industrializado e tem maior quantidade de ácidos insaturados (gorduras do bem, que ajudam a limpar as artérias do LDL, o colesterol ruim)”, ensina.

Fonte: Portal São Francisco/www.bibvirt.futuro.usp.br/www.juraemprosaeverso.com.br/jornalcarranca.com.br

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