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Titanic

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O navio a vapor de luxo RMS Titanic encontrou seu fim catastrófico no Atlântico Norte, mergulhando duas milhas para o fundo do oceano após ser atingindo lateralmente por um iceberg durante sua viagem inaugural.

Ao invés de o porto pretendido de Nova York, uma sepultura de alto mar tornou-se o orgulho do destino final da linha branca da estrela, na madrugada de 15 de abril de 1912.

Mais de 1.500 pessoas perderam suas vidas no desastre.

Nas décadas desde sua morte, o Titanic inspirou inúmeros livros e vários filmes notáveis enquanto continua a fazer manchetes, especialmente desde a descoberta em 1985 de seu lugar de descanso fora da costa de de Newfoundland. Enquanto isso, sua história entrou na consciência pública como um poderoso conto de advertência sobre os perigos da arrogância humana.

História

O Titanic foi um dos três navios de “classe olímpica” encomendados pela White Star Line a ser construído no estaleiro Harland and Wolff em Belfast.

A construção começou no primeiro destes grandes navios, olímpico, em 16 de Dezembro de 1908.

Os trabalhos sobre Titanic começou logo depois, em 31 de Março de 1909. Estas embarcações magníficas eram as maravilhas industriais de sua idade e Titanic era para ser o maior, mais rápido e mais luxuoso navio.

Depois de apenas três anos, o Titanic estava acabado – uma cidade flutuante, pronta para zarpar em sua viagem inaugural de Southampton para Nova York.

Até o quinto dia de sua viagem, o Titanic estava fazendo rápido progresso através do Atlântico. Embora o capitão Edward Smith tinha planejado um novo rumo ao ouvir relatos anteriores de gelo de outros forros, havia muito mais comunicações que dia de gelo no caminho do Titanic.

Na noite de domingo, 14 de abril de 1912, o mar estava calmo plana, o céu claro e sem lua, e a temperatura estava caindo em direção a zero. Em tais condições, o gelo do mar é muito difícil de detectar.

No 23:40 vigia soou o alarme e telefonou e a ponte que dizia: “Iceberg, em frente.”

O aviso veio tarde demais para evitar que o iceberg e Titanic batesse em menos de 40 segundos depois, fazendo uma série de buracos ao longo do lado do casco.

Ao inspecionar os danos, arquiteto naval chefe do Titanic Thomas Andrews disse ao capitão Smith que o navio certamente iria afundar.

Seis dos compartimentos estanques na parte da frente do casco do navio foram violados, cinco deles inundando dentro de uma hora.

O Titanic foi projetado para se manter à tona com apenas quatro compartimentos inundados.

Menos de três horas depois Titanic estava no fundo do oceano Atlântico, cerca de quatro quilômetros abaixo.

O naufrágio do Titanic custou mais de 1.500 vidas. Para muitos, o destino trágico que se abateu sobre Titanic viria a marcar a passagem da opulência da época eduardiana e prenunciava a tragédia mundial da Primeira Guerra Mundial. A história capturou a imaginação do público em todo o mundo, gerando inúmeros livros, filmes, peças de teatro, memoriais, museus e exposições.

A descoberta dos destroços pelo oceanógrafo Robert Ballard em uma expedição franco-americana, em 1985, deu origem a uma nova onda de interesse que continua até hoje.

Titanic – Tragédia

Majestoso como os Titãs da mitologia grega.

Insubmergível diziam os jornais da época. Assim foi o lançamento do Titanic, em 10 de abril de 1912, quando o navio da companhia White Star Line realizou sua viagem inaugural de Southampton (Inglaterra) rumo a Nova Iorque.

A previsão para alcançar a cidade americana era uma semana, no dia 17. Antes de rumar definitivamente para o outro lado do Atlântico, o Titanic aportou em Cherbourg, na França, e Queenstown, Irlanda, onde ainda embarcaram passageiros.

Considerado o símbolo da tecnologia do século XX, o Titanic batia todos os outros grandes barcos dos anos 20 com seu luxo e estrutura.

Medindo 270 metros de comprimento, o navio tinha, entre outras coisas, campos de squash, piscina, sala escura para fotógrafos e elevadores. O famoso restaurante, chamado de ‘Café Parisiense’, era decorado ao estilo jacobino, com colunas douradas e objetos de prata finamente fabricados. O barco estava equipado, também, com o sistema Marconi, a mais nova forma de comunicação sem-fios da época.

O navio zarpou com 2.227 pessoas a bordo entre homens, mulheres e crianças, sob o comando do experiente capitão Edward J. Smith, que realizaria sua última viagem antes de se reformar.

Os passageiros da terceira classe eram, na maioria, imigrantes que iam para a América em busca de uma chance de trabalho ou fugindo de um passado difícil em seus países.

Titanic
O Capitão Edward J. Smith

Após a última parada em Queenstown, o navio seguiu viagem pelos mares do Atlântico. Para passar o tempo, alguns passageiros se divertiam dançando ao som da banda, outros faziam apostas sobre a data de chegada a Nova Iorque.

A viagem transcorreu calma durante os quatro dias. Mesmo recebendo avisos de outros navios sobre a existência de icebergs pelo caminho, o capitão Smith não se importou e dizia que o navio era grande demais para ser abatido por um iceberg.

Ao contrário, a embarcação continuou navegando em sua velocidade máxima (40km/h) porque, além de ser chamado o mais luxuoso e indestrutível navio existente, os construtores queriam também que ele fosse considerado o mais rápido. Para tanto, deveria alcançar Nova Iorque em menos de uma semana, tempo previsto para a chegada.

Na noite do dia 14 de abril, o comandante Smith já tinha ido dormir e pedira ao 1º oficial, William Murdoch, que assumisse o seu posto e o avisasse de qualquer imprevisto que ocorresse. Por volta de 23h20, o sino do cesto dos vigias tocou três vezes, indicando que algo estava no caminho do Titanic. Murdoch conseguiu ver que surgia à frente do navio uma massa escura de gelo.

A ordem foi que se virasse ao máximo a estibordo e se fizesse marcha à ré a toda potência.

Entretanto, a medida não foi suficiente para evitar o encontro entre o barco e o iceberg. Parte da massa de gelo arranhou o casco da embarcação sob a linha de água, abrindo pequenos cortes e buracos em seis compartimentos estaques da proa, que foram invadidos pela água.

Titanic

Titanic
Titanic

Um dos construtores do Titanic, Thomas Andrews, que estava à bordo, calculou os estragos causados pelo choque e constatou que o navio tinha duas horas antes de afundar totalmente. Com a inclinação do navio, todos os compartimentos foram tomados pela água, tornando o naufrágio uma certeza matemática e inevitável.

O capitão Smith ordenou aos radiotelegrafistas o envio de mensagens de socorro e iniciou os preparativos para que os passageiros abandonassem o navio nos barcos de salvamento. Entretanto, haviam apenas 20 botes que, em sua capacidade máxima, poderiam levar 1.178 pessoas. O número de barcos não foi maior porque os proprietários julgavam que colocar mais deles comprometeria a beleza e o conforto do Titanic.

O desespero de tentar se salvar fez com que os primeiros botes saíssem sem a sua capacidade total. Ao final, apenas 705 passageiros conseguiram se salvar.

Às 2h20 da manhã do dia 15 de abril, o Titanic submergiu completamente.

Os sobreviventes foram resgatados pelo navio Carpathia, da Cunard (que se transformaria na maior rival da White Star Line e a absorveria, tempos depois).

Titanic
O número de botes salva-vidas não era suficiente para salvar todos os passageiros.

Como um gigante dos mares, construído com a mais alta tecnologia da época, pôde sucumbir nas águas do Atlântico Norte?  Historiadores tentaram responder a essa pergunta, recuperando os acontecimentos que levaram à tragédia do Titanic. Há diversas justificativas para a catástrofe como as condições desfavoráveis do tempo e os defeitos no design e na construção do navio.

A visibilidade dos icebergs localizados no Atlântico Norte foi prejudicada pelo rigoroso frio do inverno de 1912 e pela calmaria dos mares polares. Além disso, a falha de nenhum vigia possuir binóculos a bordo, a capacidade de a água passar facilmente de um compartimento ao outro – devido à baixa altura das divisões entre eles – e a fragilidade do aço utilizado na construção da estrutura do barco – que era o de mais baixa qualidade da época – facilitaram o choque com o iceberg.

Outros motivos salientados pelos historiadores que facilitaram a ocorrência da tragédia foram o despreparo da tripulação em situações de risco, a falta de testes do navio em sua velocidade máxima (40 km/h) e o fato de os operadores do rádio de transmissão ignorarem os avisos de outros barcos sobre a existência de geleiras no caminho.

A descoberta dos destroços

Em 1985, o explorador Robert Ballard encontrou o lugar do naufrágio do Titanic no fundo do Oceano Atlântico. O que restou do navio está localizado a mais de 3,5 quilômetros de profundidade, abaixo da ilha canadense de Newfoundland.

O Titanic tem se deteriorado com o passar dos anos – a maior parte da madeira, por exemplo, foi comida por moluscos. Entretanto, para o explorador marinho, as ações do homem têm acelerado ainda mais esse processo.

As constantes viagens ao destroços do navio, com equipamentos e plataformas pesados, danificam sua estrutura. Além dos ‘caçadores de troféus’ que, desde a descoberta do local exato do naufrágio, já retiraram cerca de 6 mil objetos do fundo do mar.

Em 2001, no intuito de diminuir o impacto da ação humana na destruição do Titanic, a agência do governo norte-americano responsável pelo estudo dos oceanos aconselhou que as atividades de visitação e busca na área interagissem o mínimo possível com o navio e os artefatos que afundaram com ele.

OS GRANDIOSOS NÚMEROS DO TITANIC

O Titanic tinha 270 metros de comprimento e pesava 46.329 toneladas
O navio foi construído em quase 3 anos e custou aproximadamente 450 milhões de dólares
2.227 foi o número de passageiros à bordo na viagem inaugural do navio
A banda que tocou até o momento final do naufrágio era composta por 8 músicos
Para a alimentação de todos os passageiros foram levados, entre outros alimentos, cerca de 40.000 toneladas de batatas, 3 toneladas de manteiga, 20.000 garrafas de cerveja e 15.000 garrafas de água mineral
No dia da colisão, o comandante recebeu 6 mensagens de aviso de iceberg de outros navios
O Titanic levava 3.560 coletes salva-vidas individuais e apenas 20 barcos
A parte da frente do navio levou 6 minutos para ir do nível da água ao fundo do mar. A de trás submergiu em 12 minutos
1.522 pessoas morreram na catástrofe

Dados técnicos:

Porto de registro: Liverpool
Classe:
Olympic
Data de lançamento:
31de Maio de 1911
Data de conclusão:
2 de Abril de 1912
Início da viagem:
12h15, Quarta-feira, 10 de Abril de 1912
Custo para construir na época:
1,5 milhões de libras (7.5 milhões de dólares)
Custo hoje:
US$ 400 milhões
Comprimento:
269,06 m
Largura:
28,2 m
Altura total:
53,34 m (19 andares)
Altura acima da linha d’água até convés de botes:
18,44 m (6,5 Andares)
Altura da quilha até a ponte:
30,48 m (11 Andares)
Altura das 4 chaminés:
22,25 m (8 Andares)
Anteparas principais:
15
Tonelagem bruta:
46.328 toneladas
Deslocamento:
66.000 toneladas
Rebites:
3 milhões (1.200 toneladas)
Espessura do casco:
2,54 cm
Âncoras:
2 (15 toneladas cada)
Peso do leme:
101 toneladas (formado por 6 partes diferentes)
Velocidade máxima:
24 a 25 nós (43.2 a 45 km/h) – nunca atingida
Hélices:
3 (central, com 4.87 m de diâmetro; estibordo e bombordo, com 7.01 m de diâmetro)
Caldeiras:
24 com saída dupla e 5 com saída simples
Fornos:
159
Quantidade de carvão embarcado:
5.892 toneladas
Consumo de carvão:
825 tons / dia
Motores:
2 motores alternados de 4 cilindros para as hélices de bombordo e estibordo; 1 turbina para a hélice central.
Peso total:
600 tons cada
Geradores Elétricos:
4 de 400 kw, gerando 16.000 ampéres e 100 V

Salva-Vidas:

Botes: 20 (Total). Todos com sistema de desengate Murray para soltar ambos os lados juntos:

14 botes de madeira: 9,14 m (comprimento), 2,77 m (largura) e 1,2 m (profundidade).

Capacidade para 65 pessoas. – 2 escaleres de madeira:– 7,68 m (comprimento), 2,19 m (largura) e 0,91 m (profundidade). Capacidade para 40 pessoas.

4 botes desmontáveis Englehardt: 8,34 m (comprimento), 2,43 m (largura) e 0,91 m (profundidade). Capacidade 47 pessoas.
Capacidade total: 1.178 pessoas
Coletes:
3.560 
Bóias:
49

Passagens (em dólares):

Suíte da Primeira Classe: 4.350 na época (hoje, 50.000)
Camarote da Primeira Classe:
150,00 por pessoa (hoje, 1.724)
Segunda Classe:
60 (hoje, 689,66)
Terceira Classe:
15 a 40 por pessoa (hoje, 172,41 a 459,77)

Fonte: www.history.com/www.bbc.co.uk/www.titanicsite.kit.net

Titanic

O Enigma do Titanic

Na noite de 15 de Abril de 1912 afundava no gélido Atlântico Norte o insubmersível Titanic.

O grande navio a vapor levava mais de 2.000 pessoas, saindo de Southampton e entrando para a história.

Mistérios e coincidências marcam esse naufrágio que já completa quase cem anos. A história correu mais ou menos assim….

O Titanic e seu irmão gêmeo, o Olympic, eram as vedetes da companhia White Star que explorava a ligação marítima de passageiros entre o velho mundo e a América.

Era época de migrantes, época de barões das ferrovias e do aço nos Estados Unidos.

O dono da companhia era o milionário americano J. P. Morgan que, por pouco, escapou do destino junto com o navio.

O navio fazia sua viagem inaugural e era considerado insubmersível.

Ele foi projetado como uma colmeia com compartimentos isolados por portas a prova dágua.

O navio resistiria a inundação de dois deles ou até dos primeiros quatro.

A noite do dia 14 caia perfeita, er um Domingo.

Não havia Lua e o oceano mostrava-se absolutamente calmo.

Diversos avisos haviam sido enviados ao Titanic relatando a existência de Icebergs na região.

Apesar da latitude não ser elevada, a Terra Nova é a região onde existe o corredor dos Icebergs que se deslocam no degelo desde o norte do Canada.

Abril é o pior mês do ano. Próximo ao Titanic o pequeno vapor Californian desligava seus motores e encontrava-se em um mar de Icebergs. Seu comandante preferiu esperar o amanhecer para prosseguir.

O Comandante Smith, em sua última viagem antes da aposentadoria viajava a toda velocidade, provavelmente influenciado por Bruce Ismay, que queria bater o recorde de velocidade entre a Europa e a América.

As 11:40 da noite o observador F. Fleet observou o fatídico Iceberg e acionou o sino, que se encontra hoje em exposição provisória no Science Museum em Londres.

Ao descer para verificar as avarias o projetista Thomas Andrews observou que a água já avançava por cinco compartimentos. O destino do navio estava selado.

Avisou ao Comandante Smith que o Titanic teria apenas mais umas duas horas de vida.

Titanic
O Olympic a esquerda e o Titanic à direita

Nesse momento surge um mistério que é a razão desse assunto estar sendo tratado em uma página de astronomia. No momento do lançamento dos fogos de ajuda observou-se ao horizonte uma luz que julgou-se ser um navio. Muitas pessoas imaginaram que em pouco tempo um vapor iria resgatá-las. Isso não aconteceu e observou-se o navio se afastando até desaparecer no horizonte.

Por causa desses relatos o comandante do Californian, que se julgava esse vapor, foi execrado por não ter prestado ajuda aos náufragos. De fato, o Californian com o Carpathia e o Mount Temple foram os vapores que procuraram por sobreviventes na manhã seguinte. O Carpathia levou os sobreviventes até o porto de Nova Iorque.”

Titanic
O Carpathia, que levou os sobreviventes para Nova Iorque

Vamos agora tentar explorar a possibilidade do navio fantasma ter sido algum objeto celeste. Para começar vamos observar o céus estrelado daquela fatídica noite.

Quando o Titanic bateu no iceberg a Ursa Maior dominava o céu, Vega nascia, Procyon e Capela desciam para perto do horizonte. Marte estava a 11.5 graus acima do horizonte e se pondo. Jupiter nascia a apenas 5.1 graus acima do horizonte.

Naquela noite Marte se poria no horizonte oeste exatamente as 00:54 do dia 15 de Abril. Brilhava com uma pálida magnitude 1.2 com 5 segundos de arco de diâmetro. Procyon se punha as 00:45 com azimute 280, magnitude 0.4 e cor branca. Vejamos o que se passava no navio…

” 45 minutos depois da colisão com o iceberg Rowe telefonou para a ponte e o oficial Boxhall respondeu. Rowe disse que ele havia visto o escaler 7 na agua. Boxhall ficou surpreso porque não sabia que a ordem de baixar escaleres havia sido dada.

Ele instruiu Rowe para levar os fogos de artifício para a ponte. Boxhall teria visto as luzes de um barco nesse momento e o Capitão Smith deu permissão para o lançamento dos fogos. O primeiro fogo foi lançado as 00:45 e então de 5 em cinco minutos. Entre esses lançamentos Rowe e Boxhall tentaram usar uma lanterna morse.

O navio teria sido visto na direção traseira direita do navio. Rowe afirmou que dois pontos indicavam a traseira de um navio a distância de 5 milhas “

Essa direção coincide com a posição do Californian se considerarmos a direção original do Titanic e o fato de que ele virou para o Sul cerca de 90 graus.

Podemos perceber a enorme coincidência de horários entre o por do Sol de Marte, no azimute 305 graus, e o momento em que os tripulantes do Titanic teriam visto o navio desaparecendo no horizonte.

Como sabemos hoje o Californian estava a mais de 20 milhas náuticas do Titanic e em um azimute de algo como 340 graus. Não podia ser ele, a distância era grande demais. O Titanic trafegava no azimute 266 graus a 21.6 nós. A posição de Marte era exatamente a frontal direita do navio. Visto do Titanic, Marte e o Californian estavam em posições próximas.

O Californian estava atracado para aguardar o dia seguinte. Como os marinheiros do Titanic o viram sumir no horizonte ?

Pelo menos para mim estou convencido de que, no afã da situação desesperadora, os marinheiros confundiram o planeta vermelho que, naquele momento, estava se pondo no horizonte, levando com ele a esperança de milhares de pessoas.

O problema é, de fato, mais complexo, pois envolve testemunhas do Californian. O Comandante do Californian foi execrado. Parece que foi apenas um engano, ele estava longe demais para ver o Titanic ? O livro de Gardiner “The Riddle of Titanic” explora bem os testemunhos. Serão só coincidências ? O que voce acha ?

A direção do Californian era parecida com a de Marte… O horário batia exatamente com o ocaso do planeta.

Fonte: cacella.tachyonweb.net

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