Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  ABNT  Voltar

ABNT

Associação Brasileira de Normas Técnicas

Fundada em 1940, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.

É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como Fórum Nacional de Normalização – ÚNICO – através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de 24.08.1992.

É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization), da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação Mercosul de Normalização).

O que é Normalização

Atividade que estabelece, em relação a problemas existentes ou potenciais, prescrições destinadas à utilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em um dado contexto.

Certificação

É um conjunto de atividades desenvolvidas por um organismo independente da relação comercial com o objetivo de atestar publicamente, por escrito, que determinado produto, processo ou serviço que está em conformidade com os requisitos especificados. Estes requisitos podem ser: Nacionais, estrangeiros ou internacionais.

ABNT como Organismo de Certificação

A ABNT é um Organismo Nacional que oferece credibilidade internacional. Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais, de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997, e as auditorias são realizadas atendendo às normas ISO 10011 e 14011, garantindo um processo reconhecido e seguro. A ABNT conta ainda com um quadro de técnicos capacitados e treinados para realizar avaliações uniformes, garantindo maior rapidez e confiança nos certificados.

O que são Normas Técnicas

Norma é o documento técnico que estabelece as regras e características mínimas que determinado produto, serviço ou processo deve cumprir., permitindo uma perfeita ordenação e a globalização dessas atividades ou produtos. As Normas são fatores vitais para que a evolução tecnológica nacional acompanhe com sucesso o processo de globalização mundial. Com as normas, é possivel trabalhar com um padrão tecnológico, pois elas permitem que haja consenso entre produtores, governo e consumidores. Isso facilita o intercâmbio comercial e aumenta a produtividade e as vendas não só no mercado interno como também no mercado externo, pois ficam eliminadas as barreiras técnicas criadas pela existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e serviços em diferentes países.

As Normas Técnicas propiciam o correto suprimento das necessidades práticas dos produtores e consumidores e são fundamentais para a eliminação de desperdícios de tempo, matéria-prima e mão-de-obra, o que resulta em crescimento do mercado, melhoria da qualidade e redução de preços e custos, fatores que alimentam o ciclo motor do desenvolvimento social.

No Brasil, as atividades de Normalização precisam ser intensificadas em rítmo acelerado, não só pelo crescente desenvolvimento do mercado, como para atender às exigências do Comitê Técnico OMC – Organização Mundial do Comércio.

Como adquiri-las?

A solicitação pode ser feita através de nossos telefone, fax ou internet. O interessado, se precisar pode também solicitar proposta orçamentária que após autorizada pelo mesmo, é expedido um boleto bancário a ser pago nas agências dos CORREIOS, ou por depósito bancário nas agências do Banco do Brasil S/A. Em seguida mediante comprovante de pagamento, é feito o pedido à ABNT, e no prazo máximo em 5 (cinco) dias úteis é entregue ao interessado ou se preferir receber com mais urgência, temos serviço de SEDEX, com um *acréscimo já estipulado.

Fonte: www.creapa.com.br

ABNT

As normas da ABNT

A ABNT é um Organismo Nacional que oferece credibilidade internacional. Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais, de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997, e as auditorias são realizadas atendendo às normas ISO 10011 e 14011, garantindo um processo reconhecido e seguro.

Este resumo é indicado, principalmente, para quem for escrever um trabalho acadêmico, pesquisas, dissertações, monografia, teses de mestrado e doutorado. Afinal, fica muito difícil formatar um texto acadêmico sem um conhecimento básico do conteúdo da norma.

Apresentamos, então, a síntese de alguns conceitos sobre a estrutura obrigatoria.

Claro, pode ser utilizadas não somente para trabalhos acadêmicos, mas, também, por estudantes do ensino fundamental e médio que queiram familiarizar-se com esses conceitos ao preparar suas pesquisas. Seria uma forma de, antecipar a sua preparação para um futuro academico mais promissor.

O trabalho apresentado a seguir é apenas uma visão do básico contido nas normas técnicas da ABNT. Utilize o que for conveniente para o seu trabalho.

1. Estrutura do trabalho

Estrutura do trabalho científico e acadêmico.

1.1 CAPA

É a proteção externa do trabalho, normalmente padronizada pelos curso.

1.2 FOLHA DE ROSTO

É a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação do trabalho (anexo A e B)

1.3 VERSO DA FOLHA DE ROSTO

Ficha catalográfica.

1.4 FOLHA DE APROVAÇÃO

Autor, título, aprovado em ... , nome do orientador, banca examinadora.

1.5 DEDICATÓRIA

A critério do autor.

1.6 AGRADECIMENTO

É interessante que sejam feitos agradecimentos a pessoas e instituições

1.7 SUMÁRIO

Relação das principais divisões do trabalho na ordem em que aparecem no texto.

1.8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Localiza-se após o sumário, em página própria.Relaciona figuras, tabelas, quadros e gráficos, na ordem em que aparecem no texto, indicando o número, o título e a página onde se encontram (Anexo C).

Se houver poucas ilustrações de cada tipo, todas podem ser colocadas em uma página só.

1.9 LISTA DE SIGLAS, ABREVIATURAS E SÍMBOLOS

Devem ser ordenadas alfabeticamente, seguidas de seus significados. Usar uma nova página para cada lista (NB – 14:08.05.001).

1.10 RESUMO

É a apresentação resumida, clara e concisa do texto, destacando-se os aspectos de maior interesse e importância.

Deve ser redigida de forma impessoal, não excedendo 500 palavras. O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho.

1.11 ABSTRACT

É a tradução para uma língua estrangeira do resumo.

Capa (obrigatório) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo em língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Sumário (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional)

Textuais

Introdução Desenvolvimento Conclusão

Pós-textuais

Referências (obrigatório) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Glossário (opcional)

A.1.1 - Elementos pré-textuais

Capa

[NBR 14724, 4.1.1] Obrigatório, para proteção externa e sobre o qual se imprimem informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho, na seguinte ordem:

Nome do autor

Título

Subtítulo, se houver

Número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume)

Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado

Ano do depósito (entrega)

Folha de rosto (Anverso)

[NBR 14724, 4.1.2] Os elementos devem figurar na seguinte ordem:

Nome do autor: responsável intelectual do trabalho

Título principal do trabalho: deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação

Subtítulo: se houver, deve ser evidenciada sua subordinação ao título principal, precedido de dois pontos (:)

Número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada folha de rosto a especificação do respectivo volume)

Natureza (tese, dissertação e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição a que é submetido; área de concentração

Nome do orientador e, se houver, do co-orientador

Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado

Ano de depósito (entrega)

Folha de rosto (Verso)

[NBR 14724, 4.1.2] Deve constar da ficha catalográfica, conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano - CCAA2.

Folha de aprovação

[NBR 14724, 4.1.4] Elemento obrigatório, que contem autor, título por extenso e subtítulo, se houver, local e data de aprovação, nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora.

Dedicatória e Agradecimentos

[NBR 14724, 4.1.5 e 4.1.6] Opcionais. Os agradecimentos são dirigidos apenas àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho.

Resumo na língua vernácula

[NBR 14724, 4.1.8] Elemento obrigatório, que consiste na apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto; constitui-se em uma seqüência de frases concisas e objetivas, e não de uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, conforme [NBR 6028].

Resumo em língua estrangeira

[NBR 14724, 4.1.9] Elemento obrigatório, que consiste em uma versão do resumo em idioma de divulgação internacional (em inglês Abstract, em castelhano Resumen, em francês Résumé, por exemplo). Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, na língua.

Sumário

[NBR 14724, 4.1.10] Obrigatório, que consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele sucede, acompanhado do respectivo número da página.

Lista de figuras e de tabelas

[NBR 14724, 4.1.11] Opcionais, elaborados de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item acompanhado do respectivo número da página.

Lista de abreviaturas e siglas

[NBR 14724, 4.1.12] Opcional. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso.

Lista de símbolos

[NBR 14724, 4.1.13] Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com o devido significado.

A.1.2 - Elementos textuais

Parte do trabalho em que é exposta a matéria. Deve conter três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

A.1.3 - Elementos pós-textuais

Apêndice

[NBR 14724, 4.3.2] Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo:

Obs.: O exemplo não é corretamente formatado na versão HTML. Favor olhar na versão DVI ou PS.

APÊNDICE A

Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de evolução.

APÊNDICE B

Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração.

Anexo

[NBR 14724, 4.3.3] Elemento opcional, que consistem em um texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos são identificados

Por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.

Exemplo:

ANEXO A

Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração - Grupo de controle I

ANEXO B

Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração - Grupo de controle II.

Glossário

[NBR 14724, 4.3.4] Opcional, que consiste em uma lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições.

Índice remissivo

Nada consta sobre o índice remissivo nesta norma, nem ao menos em que posição do texto este deve ser posto, quando presente. Sua confecção está determinada na norma [NBR 6034], da qual infelizmente não temos acesso até o presente momento.

A.1.4 - Formas de apresentação

Formato

[NBR 14724, 5.1] O texto deve estar impresso em papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm), no anverso da folha, excetuando-se a folha de rosto.

Projeto gráfico

[NBR 14724, 5.1] O projeto gráfico é de responsabilidade do autor.

Fonte

[NBR 14724, 5.1] Recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte de tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para citações longas e notas de rodapé.

Margens

[NBR 14724, 5.2] As folhas devem apresentar margem esquerda e superior a 3 cm; direita e inferior de 2 cm.

Espacejamento

[NBR 14724, 5.3] Todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas; as citações longas, as notas, as referências e os resumos em vernáculo e em língua estrangeira devem ser digitados ou datilografados em espaço simples.

Numeração das seções

[NBR 14724, 5.3.2] O indicativo numérico de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. Nos títulos sem indicativo numérico, como lista de ilustrações, sumário, resumo, referências e outros, devem ser centralizados, conforme[NBR 6024].

[NBR 14724, 5.5] Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias (capítulos), por serem as principais divisões do texto, devem iniciar em folha distinta. Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou versal, ou outro, conforme [NBR 6024].

Paginação

[NBR 14724, 5.4] Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume, deve-se manter uma única seqüência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.

Equações e fórmulas

[NBR 14724, 5.8] Aparecem destacadas no texto, de modo a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido usar uma entrelinha maior para comportar seus elementos (expoentes, índices e outros). Quando destacadas do parágrafo são centralizadas e, se necessário, deve-se numerá-las. Quando fragmentadas em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração multiplicação e divisão.

Figuras

[NBR 14724, 5.9.1] Qualquer que seja seu tipo (gráfico, fotografia, quadro, esquema e outros), sua identificação (caption) aparece na parte inferior precedida da palavra `Figura', seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos, do respectivo título e/ou legenda explicativa da fonte, se necessário. As legendas devem ser breves e claras, dispensando consulta ao texto. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.

Tabelas

[NBR 14724, 5.9.2] Têm numeração independente e consecutiva; o título (caption) é colocado na parte superior, precedido da palavra `Tabela' e de seu número de ordem em algarismos arábicos; nas tabelas, utilizam-se fios horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar colinas e fios horizontais para separar linhas; as fontes citadas, na construção de tabelas, e notas eventuais aparecem no rodapé (da tabela) após o fio de fechamento; caso sejam usadas tabelas reproduzidas de outros documentos, a prévia autorização do autor se faz necessária, não sendo mencionada na mesma; devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem; se a tabela não couber em uma folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitado por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na folha seguinte.

A.2 - Outras normas

Seções

[NBR 6024, 2.2] As seções primárias são as principais divisões do texto, denominadas "capítulos"; As seções primárias podem ser divididas em seções secundárias; as secundárias em terciárias, e assim por diante.

[NBR 6024, 2.3] São empregados algarismos arábicos na numeração; o indicativo de uma seção precede o título ou a primeira palavra do texto, se não houver título, separado por um espaço; o indicativo da seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária que a precede seguido do número que lhe foi atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções; na leitura, não se lê os pontos (exemplo: 2.1.1 lê-se `"dois um um")

[NBR 6024, 4] Os indicatios devem ser citados no texto de acordo com os seguintes exemplos:

... na seção 4... ou ... no capítulo 2...... ver 9.2 ... em 1.1.2.2 parág. 3º ou ... 3º parágrafo de 1.1.2.2

[NBR 6024, 5] Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de negrito, itálico ou grifo, e redondo, caixa alta ou versal, etc.; Quando a seção tem título, este é colocado na mesma linha do respectivo indicativo, e a matéria da seção pode começar na linha seguinte da própria seção ou em uma seção subseqüente.

Sumário

[NBR 6027, 4.1.d] A paginação deve vir sobre uma das seguintes formas: número da primeira página (p.ex.: p.27); número das páginas em que se distribui o texto; número das páginas extremas (p.ex.: p.71-143).

Referências bibliográficas

A norma [NBR 6023] é tão complicada e tão extensa (19 páginas) que a melhor forma de garantir que suas referências sejam formatadas corretamente é aprendendo a usar o bibTeX e aplicar um dos estilos bibTeX feitos pelo abnTeX: para citação numérica por ordem de citação ou citação por ordem alfabética.

Citações

Se você vai fazer uso freqüente de citações, é melhor dar uma olhada na norma [NBR 10520], que é um pouco complexa. Você pode encontrá-la em bibliotecas de algumas universidades.

Fonte: www.eduquenet.net

ABNT

ABNT
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS

Fundada em 1940, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.

É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como único Foro Nacional de Normalização através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de 24.08.1992.

É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization), da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação Mercosul de Normalização).

A ABNT é a representante oficial no Brasil das seguintes entidades internacionais: ISO (International Organization for Standardization), IEC (International Eletrotechnical Comission); e das entidades de normalização regional COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e a AMN (Associação Mercosul de Normalização).

Os trabalhos da ABNT atualmente são desenvolvidos por 58 Comitês Brasileiros, sendo que ABNT/CB40 é o Comitê Brasileiro de Acessibilidade.com o seguinte escopo: Normalização no campo de acessibilidade atendendo aos preceitos de desenho universal, estabelecendo requisitos que sejam adotados em edificações, espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, meios de transporte, meios de comunicação de qualquer natureza, e seus acessórios, para que possam ser utilizados por pessoas com deficiência.

Por meio do Comitê Brasileiro de Acessibilidade (ABNT/CB-40), desde 2000, a entidade atua intensamente para promover o acesso e, conseqüentemente, a inclusão social das pessoas com deficiência. Isso não significa que a preocupação com o tema seja recente.

Em 1985 foi criada a primeira Norma Técnica pertinente a acessibilidade, intitulada ABNT NBR 9050 - Adequação das edificações, equipamentos e mobiliário urbano à pessoa portadora de deficiência.

Hoje em dia, a entidade já conta com doze normas elaboradas pelo ABNT/CB-40.

Com a consciência de que tais normas são de interesse social, em especial aquelas relacionadas direta ou indiretamente às pessoas com deficiência citadas pela legislação nacional, em 2004, a ABNT firmou acordo com o Ministério Público Federal em junho de 2004, para a divulgação, pela Internet ou Diário Oficial das normas em referência, para permitir o acesso amplo e irrestrito por qualquer cidadão interessado.

No dia 02 de dezembro do mesmo ano, a Presidência da Republica estabeleceu o Decreto nº 5296 regulamentando a Lei nº 10.048, de 08 de dezembro de 2000, que dá prioridade às pessoas com deficiência , idosos com idade igual ou superior a 65 anos, gestantes, lactantes e pessoas acompanhas por crianças de colo, e a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade.

Um mês depois se integrou à então Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE), hoje Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, na luta pela acessibilidade.

Fonte: www.pessoacomdeficiencia.gov.br

ABNT

Breve histórico da ABNT

IMPORTÂNCIA DAS NORMAS

Normas são leis que regulamentam determinada matéria. Quando não existe uma norma única para regulamentar um determinado procedimento, a chance de haver algum tipo de conflito por falta de uma padronização é praticamente uma certeza. Além da padronização de critérios, o que confere justiça em caso de comparação, as normas são importantes como indicadoras de padrão de qualidade.

No Brasil, o órgão responsável e competente para normalizar é a Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, fundada em 1940, a partir de uma demanda levantada pela Associação Brasileira de Cimento Portland – ABCP, em 1937. Nessa época, os ensaios com materiais de concreto (para medir a resistência) eram realizados em dois laboratórios tidos como referências em termos de qualidade: o Instituto Nacional de Tecnologia (INT – localizado no Rio de Janeiro) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT, localizado em São Paulo). Os laboratórios, apesar de respeitados e rigorosos em suas avaliações, utilizavam procedimentos diferentes para testar materiais de concreto, o que gerava uma enorme confusão: um ensaio realizado e aprovado em um laboratório poderia não ser aprovado no outro (e vice-versa), devido à diferença de metodologia de testes entre eles.

A partir dessa necessidade, começaram os estudos para determinar uma padronização única para essa demanda. Com o tempo, surgiram necessidades de padronização em todos os setores, e a ABNT participou dessa história de criação e regulamentação de forma muito atuante: foi uma das entidades fundadoras da International Organization for Standardization – ISO, entidade que determina as normas internacionais, fundada em 1947, com sede em Genebra (Suíça). Além disso, participou da criação de várias entidades e comitês importantes.

Dentro da ISO, a ABNT tem um papel de destaque, por fazer parte do Technical Management Board – TMB, um comitê seleto, formado por entidades normalizadoras de apenas doze (12) países, responsável pela gestão, planejamento estratégico e desempenho de atividades técnicas. As outras onze (11) entidades normalizadoras de países que possuem assento nesse comitê são: AENOR (Espanha), AFNOR (França), ANSI (Estados Unidos), BSI (Reino Unido), DIN (Alemanha), JISC (Japão), NEN (Holanda), SAC (China), SCC (Canadá), SABS (África do Sul) e SN (Noruega).

Normas da ABNT para trabalhos acadêmicos

Todo e qualquer trabalho acadêmico necessita estar normalizado para ser apresentado e/ou publicado. Qualquer norma brasileira (definida pela sigla NBR) segue padrões mundiais de normalização (ISO). Existem algumas normas que são específicas para determinado tipo de trabalho, mas em nosso curso, aprenderemos as normas gerais que servem para qualquer trabalho acadêmico.

São elas:

A NBR 14724, que regulamenta a estrutura de apresentação de trabalhos acadêmicos

A NBR 10520, que regulamenta as citações

A NBR 6023, que regulamenta as referências.

Carlos José Giudice dos Santos

Fonte: www.oficinadapesquisa.com.br

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal