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Bungee Jump

O Bungee Jump é uma prática esportiva e uma atividade recreativa bastante interativa;
Onde o jumper salta em um vão livre, conectado a um cabo de feixe de elásticos paralelos com equipamentos semelhantes aos de escalada esportiva.Esta interatividade se dá pelo fato de não ser necessário ao participante nenhum contato anterior com esportes de ação, muito menos frequentar cursos ou aulas.

Esse esporte acaba atraindo os aficionados por aventura, na maioria são jovens que estão em busca de novas sensações e adultos tentando aliviar o estresse do dia a dia, numa proporção quase igual entre homens e mulheres.

A Origem:

Diz a lenda que o Bungee Jump começou quando uma mulher da tribo Bunlap, fugindo do seu agressivo marido escalou uma Banyan Tree (tipo de árvore local). Vendo que ele continuava a persegui-la, rapidamente a mulher amarrou cipós nos tornozelos e saltou, alcançando o solo com segurança. Seu marido desesperado saltou em seguida mas sem o auxílio do cipó, morrendo com a queda.

Desde então, os jovens homens desta tribo escalam torres de madeira e saltam amarrados em cipós provando sua bravura.

Estes aborígenes nativos da ilha de Pentecost, situada no Oceano Pacífico Sul começaram a ser conhecidos como "Land Divers" quando a embarcação de pesquisa Yankee da "National Geografics" com dois escritores fotógrafos desembarcaram na ilha.

Na edição de janeiro de 1955 eles contaram ao mundo sobre esses estranhos nativos que tinham o costume de construírem uma torre e em determinada data escalavam essa torre e saltavam em direção ao solo amarrados a cipós.

Bungee Jump

Em meados de 1979, o clube de esportes perigosos de Oxford, Inglaterra, apresentou ao mundo um novo esporte saltando da ponte Clifton em Bristol, amarrados não por cipós mas por elásticos apropriados para esta prática.

Já nos anos 80, um Neo Zeolandes chamado A. J. Hackett, colocou o Bungee Jump na mídia mundial, realizando um salto perfeito na Torre Eifel, em plena luz do dia de Paris.

De lá para cá milhões de pessoas vem se aventurando nessa nova modalidade esportiva.

Modalidades:

O Bungee Jump pode ser realizado utilizando Guindastes, Pontes, Helicópteros e até Balões.

Em países como a Nova Zelândia, berço do esporte, aventureiros que estiverem dispostos a desembolsar U$300,00, terão a oportunidade de fazer "Heli-bungees" de 100m de queda.

As operações com Bungee Jump à partir de guindastes são mais versáteis, podendo ser montadas em qualquer área livre com no mínimo 300m2, fazendo muito sucesso em Parques de Diversão, Feiras e Eventos com grandes públicos.

Nestes casos os saltos são feitos através do içamento do jumper junto com um jumpmaster através de uma plataforma móvel. Este tipo de salto deve ser feito sobre um colchão de ar para segurança (AirBag) ou sobre água com mínimo 4m de profundidade (piscinas, lagos ou rios).

Fonte: www.brasilturismo.com

Bungee Jump

Como funciona o bungee jumping?

O princípio é muito simples: basta prender uma ponta de um cabo elástico nos pés ou na cintura, fixar a outra ponta em um lugar bem alto e saltar. O mais difícil é ter coragem para encarar essa descarga de adrenalina. Se todos os procedimentos de segurança forem seguidos à risca, a possbilidade de acidentes no bungee jumping é praticamente nula. O problema é que muita gente ainda pratica o esporte sem respeitar normas de segurança. Isso explica a morte em julho de 2005, na cidade de Araguari (MG), de uma menina que se chocou contra o chão após o rompimento da corda que conectava o cabo elástico à ponte de onde ela se atirou. "As pessoas acham que o esporte é perigoso, mas esse foi o primeiro acidente fatal em 300 mil saltos realizados no Brasil", diz o instrutor Maurício Franzão, da Equipe Adrena, que participou da perícia do acidente.

Coração na boca

Para garantir segurança ao saltador, o elástico agüenta um tranco de 12 mil quilos

TORNOZELEIRAS

O cabo elástico normalmente é preso nos tornozelos para evitar que bata no rosto da pessoa durante o salto. Além de tornozeleiras, a pessoa usa uma cadeirinha de alpinismo também ligada ao cabo. Tudo é preso com mosquetões independentes, capazes de segurar trancos de mais de 3 mil quilos

REAÇÃO DO CORPO

Duas sensações são inevitáveis: coração acelerado (causado pela liberação de hormônios como adrenalina e dopamina) e frio na barriga (reação à incapacidade dos órgãos de acompanhar o rápido movimento do corpo). Como reação ao "chacoalhão" e ao sangue acumulado na cabeça, também é comum sentir tontura ao final do salto

ANCORAGEM

A sustentação do cabo elástico é feita por duas cordas (uma principal e uma de segurança), capazes de sustentar 4 mil quilos cada uma. Uma ponta é amarrada em uma estrutura rígida com um nó de alpinismo...

...A outra ponta é ligada ao cabo elástico por um mosquetão de aço com capacidade de 5,4 mil quilos. O acidente fatal em Araguari (MG) aconteceu devido a uma falha nesse sistema: não havia corda de segurança e a principal agüentava apenas mil quilos

CABO ELÁSTICO

É formado por um feixe de fiozinhos elásticos - o cabo para uma pessoa de até 75 quilos tem cerca de 6 mil fios. Por dentro do feixe passa uma fita de náilon capaz de garantir segurança ao saltador mesmo se o elástico arrebentar. Esta fita mais os fios elásticos fazem o cabo agüentar 12 mil quilos

PROTEÇÃO

Em saltos amadores a ponta do cabo é coberta com uma "banana" de espuma para proteger o saltador da estrutura de polipropileno, pela qual passa a alça do cabo. Não por acaso, esta estrutura é chamada de Mike Tyson

TRANCO

Todo mundo imagina que o tranco seja violento, mas, na verdade, a pessoa sente apenas uma pequena parte dele. Uma pessoa de 50 quilos produz um impacto de 1,4 mil quilos no final da queda, mas essa força é quase totalmente amortecida pelo cabo elástico, que tem 200% de elasticidade, ou seja, um cabo de 10 metros fica com 30

Fonte: mundoestranho.abril.com.br

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