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Tiro Esportivo Paraolímpico

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A Competição de Tiro Esportivo Paraolímpico é aberto a atletas masculinos e femininos com deficiências físicas, como perda de amputação / membro, lesão da medula espinhal / cadeira de rodas usuários e paralisia cerebral / lesão cerebral / acidente vascular cerebral.

O Tiro Esportivo Paraolímpico faz parte dos Jogos Paralímpicos desde Toronto, em 1976.

Este esporte é um teste de precisão e controle, no qual competidores usam pistolas ou rifles para disparar uma série de tiros em um alvo estático à distâncias de 10, 25 e 50m.

O esporte nos Jogos Paralímpicos é aberto a atletas com diferentes deficiências físicas que competem em duas classes: cadeira de rodas e em pé.

Como em outros esportes paralímpicos, o tiro também utiliza uma classificação funcional que permite que atletas com diferentes habilidades funcionais disputem competições entre equipes mistas.

Tiro Esportivo Paraolímpico
Tiro Esportivo Paraolímpico

História

O tiro estreou na Paraolimpíada de Toronto, em 1976.

Na época, somente os homens competiram. Já nos Jogos de Arnhem (1980), na Holanda, as mulheres entraram com tudo nas disputas, inclusive nas provas mistas.

Em 1984, as provas paraolímpicas mistas deixaram de existir, sendo retomadas em Barcelona. Na ocasião, a categoria mista voltou em substituição ao feminino.

A volta dos três tipos de disputa aconteceu nos Jogos de Atlanta (1996).

Nos Jogos Paraolímpicos de Sydney, em 2000, a disputa pelo ouro aconteceu entre homens, mulheres e nos confrontos entre ambos.

No Brasil, a modalidade começou a ser praticada em 1997, no Centro de Reabilitação de Polícia Militar do Rio de Janeiro.

No ano seguinte, o país foi representado pela primeira vez em um torneio internacional, realizado na cidade espanhola de Santander.

Em 2002, o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) investiu em clínicas da modalidade para sua difusão no Brasil. Os atiradores Carlos Strub, Cillas Viana e Walter Calixto conquistaram a medalha de bronze por equipe no Aberto de Apeldoorn, na Holanda, em 2003.

Em Pequim foi a primeira vez na história que o Brasil teve um representante em Jogos Paraolímpicos, o Carlos Garletti.

O tiro exige precisão apurada.

O Comitê de Tiro Esportivo do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) é responsável por administrar a modalidade.

As regras das competições têm apenas algumas adaptações. Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir tanto no masculino como no feminino.

As regras variam de acordo com a prova, a distância, o tipo do alvo, posição de tiro, número de disparos e o tempo que o atleta tem para atirar. Em cada competição as disputas ocorrem numa fase de classificação e numa final.

As pontuações de ambas as fases são somadas, e vence quem fizer mais pontos. O alvo é dividido em dez circunferências que valem de um a dez pontos e são subdivididas, cada uma, entre 0.1 e 0.9 pontos. A menor e mais central circunferência é a que vale mais, dez pontos. Sendo assim, o valor máximo que pode ser conseguido é de 10.9.

A tecnologia está sempre presente na modalidade. Durante os Jogos Paraolímpicos, os alvos são eletrônicos e os pontos são imediatamente projetados num placar. Nem as roupas e as armas utilizadas fogem da evolução tecnológica. Há uma diferença das vestimentas nas provas para cada tipo de arma. Nas competições de carabina, por exemplo, é necessário usar uma roupa com a espessura estipulada pela ISSF.

Carabinas e pistolas de ar, com cartuchos de 4.5mm, são utilizados nas provas de 10 metros de distância.

Já nos 25 metros, uma pistola de perfuração é utilizada com projéteis de 5.6mm.

Carabinas e pistolas calibre 22 são as armas das provas de 50m, também com as balas de 5.6mm de diâmetro.

No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro.

Nas provas de 25 e 50 metros, tanto de carabina como de pistola é utilizado as de calibre 22 para as provas do paraolímpico.

Tiro Esportivo Paraolímpico
Tiro Esportivo Paraolímpico

Para se praticar este esporte é necessário ter precisão apurada. Administram a modalidade tanto a Federação Internacional de Tiro Esportivo-ISSF quanto o Comitê de Tiro Esportivo do Comitê Paraolímpico Internacional. As regras das competições para atletas convencionais e com deficiência são basicamente as mesmas, porém com pequenas adaptações. Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir no masculino e no feminino.

As regras do tiro paraolímpico variam de acordo com a prova, distância e tipo do alvo, posição de tiro, número de disparos e o tempo que o atleta tem para atirar. Em cada competição as disputas ocorrem numa fase de classificação e numa final. Todas as pontuações de ambas as fases são somadas e vence quem obtiver mais pontos. O alvo é dividido em dez circunferências que valem de um a dez pontos e são subdivididas, cada uma, entre 0.1 e 0.9 pontos. A menor e mais central circunferência vale dez pontos. Sendo assim, o valor máximo que pode ser conseguido é de 10.9.

É notável o alto grau de tecnologia que a modalidade requer. Durante os Jogos Paraolímpicos, por exemplo, os alvos são eletrônicos e os pontos poderão ser imediatamente projetados num placar. As roupas e as armas utilizadas no esporte também possuem um considerável nível tecnológico. Há uma diferença das vestimentas nas provas para cada tipo de arma. Nas competições de rifle, é necessário usar uma roupa com espessura estipulada pela ISSF. Em eventos de pistola, os atiradores só são obrigados a usar sapatos especiais feitos de tecido, que dão mais estabilidade aos atletas.

Rifles e pistolas de ar, com cartuchos de 4.5mm, são utilizados nos eventos de 10 metros de distância. Já nos 25 metros, uma pistola de perfuração é utilizada com projéteis de 5.6mm. Rifles de perfuração e pistolas são as armas das provas de 50m, também com as balas de 5.6mm de diâmetro.

O tiro utiliza um sistema de classificação funcional que permite que atletas com diferentes tipos de deficiência possam competir juntos tanto no individual como por equipes.

Classificação

O tiro utiliza um sistema de classificação funcional que permite que atletas com diferentes tipos de deficiência possam competir juntos, tanto no individual como por equipes.

Dependendo das limitações existentes (grau de funcionalidade do tronco, equilíbrio sentado, força muscular, mobilidade de membros superiores e inferiores), e das habilidades que são requeridas no tiro, os atletas são divididos em três classes: Sh6, SH2 e Sh2. Mas as competições paraolímpicas incluem apenas as classes Sh6 e SH2. A diferença básica entre Sh6 e SH2 é que atletas da SH2 podem usar suporte especial para a arma, que obedecem às especificações do IPC. Os atletas da Sh2 possuem debilitação visual.

A classificação do Tiro é dividida em três classes principais:

Sh6: atiradores de pistola e rifle que não requerem suporte para a arma;
SH2: atiradores de rifle que não possuem habilidade para suportar o peso da arma com seus braços e precisam de um suporte para a arma;
Sh2: atiradores de Rifle com deficiência visual.

Regras do Tiro Esportivo Paraolímpico

Tiro Esportivo Paraolímpico
Tiro Esportivo Paraolímpico

A modalidade do tiro esportivo divide-se em três categorias: pistola, carabina e tiro ao prato.

A diferença entre as duas primeiras é a arma: a pistola é curta e só pode ser usada com uma mão, enquanto a carabina é longa e o disparo é de ar comprimido ou dióxido de carbono.

Já nas provas de tiro ao prato a distância entre o atirador e o alvo, fixo ou móvel, e o número de tiros varia conforme a arma utilizada.

Carabina:

Três posições (masculino e feminino): O alvo fica a 50m do competidor, que posiciona-se de três formas distintas – de pé, ajoelhado e deitado. Os homens têm 40 tiros e mulheres têm 20.

Pequeno calibre – Deitado (masculino): Os alvos ficam a 50 m do competidor, que tem 60 tiros para dar.

Carabina de ar (masculino e feminino): De ar comprimido ou de dióxido de carbono. Em pé, o competidor fica a dez metros do alvo. Os homens têm 60 tiros e as mulheres, 40.

Pistola:

Alvo móvel: A prova tem as fases lenta e rápida. O alvo visível é um prato de 11cm de diâmetro. São duas fases de cinco segundos. São disparados 30 tiros em cada fase.

Pistola livre – 50 m: Com apenas uma mão, o competidor atira. Ele tem seis séries de 60 tiros e o alvo fica a 50 m de distância.

Pistola de ar: Com armas de ar comprimido e dez metros de distância o programa é igual ao da pistola livre.

Tiro rápido masculino: O competidor fica a 25 m de distância munido de uma pistola que pode receber cinco tiros. No total, ele tem 60 tiros em duas fases de 30.

Tiro rápido feminino: O competidor fica a 25 m e a pistola tem capacidade para cinco tiros. No total, são seis séries de cinco tiros .

Tiro ao prato

Skeet: O vencedor é aquele que acertar o maior número de pratos, atirados de casas alta e baixa.

Fossa olímpica: O atirador precisa acertar um prato e tem dois tiros para isso.

Fossa dublê: São dois pratos que o competidor precisa acertar com apenas dois tiros.

Fonte: rio2016.com/www.tonao.com.br/fprte.com.br

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