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Esqui Aquático

O que é

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Quem gosta de se divertir na água vai adorar as manobras e os saltos praticados pelos esquiadores.

Cada vez mais adeptos do esqui estão surgindo, proporcionando maior divulgação do esporte.

O Esqui aquático é um esporte recreativo desfrutado em lagos, rios, e menos frequentemente, o oceano.

O esquiador é puxado atrás de um barco a motor através de uma corda de esqui, fechando em cima da água em um ou dois esquis.

O Esqui aquático é uma atividade muito popular, criado em 1922 por Ralph Samuelson de Minnesota.

Esqui Aquático
Esqui Aquático

História

Existem muitas lendas com relação ao surgimento deste esporte, mas a mais aceita é a que fala do esquiador suíço, que após descer uma montanha gelada e chegar em sua base, acabou sua performance nas águas de um lago que existia por lá.

No Brasil, os primeiros esquis apareceram na década de 40 e 50 e chegaram através de pessoas da sociedade paulistana. Importados dos EUA, eles eram feitos em madeira, que depois de tratada era empenada para ter a forma correta.

No começo, esquiava-se sempre com os dois pés (um em cada esqui) e as acrobacias se limitavam a pular marola, ficar agachado, tirar um esqui fora d’água, etc.

Mas foi nos anos 60, que o esqui aquático passou a ser dividido em três modalidades, como é até hoje: saltos na rampa, slalom e truques.

Existe, atualmente, uma modalidade muito praticada e conhecida como sola, onde o esquiador utiliza a sola do pé como esqui. Mas esta não faz parte das “clássicas” modalidades do esqui aquático.

No Brasil, o grande introdutor do esqui foi o paulista Paulo Weigand, que ainda participa ativamente de seu desenvolvimento.

O que é necessário para praticar

Qualquer pessoa que se disponha a se molhar e se equilibrar está apta para praticar este esporte. É só ter persistência e insistir em ficar em pé até conseguir pegar o jeito.

A grande vantagem de se esquiar como forma de recreação é que é possível praticar esqui aquático com qualquer embarcação, desde um “jet-ski” à uma lancha “off-shore” de 36 pés.

Os equipamentos, como luvas, o esqui, colete salva-vidas e manete devem ser comprados pelo esquiador. Em competições oficiais, os únicos equipamentos fornecidos pela organização e que são iguais para todos são a corda e a lancha.

Modalidades

O Campeonato Brasileiro de Esqui Aquático tem suas duas primeiras etapas no primeiro semestre e as restantes (duas ou três) no segundo semestre.

Conheçam as modalidades clássicas do esqui aquático:

Saltos de Rampa

São, na verdade, saltos em distância e o esquiador usa dois esquis especiais de material resistente e leve. O barco passa paralelo à rampa, a uma velocidade de 35 milhas, e o esquiador, para adquirir mais velocidade, vai em direção à rampa cruzando a marola do próprio barco. Ao chegar na rampa, o esquiador projeta-se no ar e aterrisa na água. Vence aquele que cair na água o mais longe possível da rampa. O mais importante é que o esquiador deve permanecer esquiando após o salto, pois se ele cair o salto é invalidado.

Truques

É a modalidade mais técnica e consiste em executar diversas manobras, como saltos, giros, loopings, cambalhotas, entre outras. A essas manobras são atribuídos pontos e quem alcançar o maior número de pontos ganha. O esquiador usa um pequeno esqui sem quilhas e tem duas séries de 20 segundos para executar os truques escolhidos.

Slalom

Nesta modalidade, ganha aquele que contornar o maior número de bóias com o menor comprimento de corda. A pista desta modalidade tem 259 metros de comprimento e consiste numa estrutura montada, que fica submersa, dotada de cabos de aço, braços de madeira e bóias.

Um “corredor” é formado com as 6 bóias (três de cada lado), pelo qual a lancha segue em linha reta. À medida que o esquiador passa por uma das 6 bóias da pista, a dificuldade para ele aumenta, pois ocorre o encurtamento da corda.

Lugares para praticar

O lugar ideal deve ter como dimensão mínima 700 por 80 metros e que seja de preferência um lago, pois assim a região costuma ser abrigada de ventos e sem o trânsito de outras lanchas.

No Brasil, existem atualmente alguns locais que já tem toda a infra-estrutura instalada, como pistas, rampas, etc.

Conheçam alguns desses lugares:

São Paulo – Lago Alphacon em Itu, Clube Náutico Araraquara em Araraquara e Represa do Broa em São Carlos.
Rio de Janeiro
– Lagoa Rodrigo de Freitas.
Rio Grande do Sul –
Lagoa de São Bernardo em São Francisco de Paula e Praia da Atlântida.

Esqui Aquático
Esqui Aquático

O esporte

O esqui aquático possui três principais categorias: Slalom, Saltos e Truques.

Em todas, o esquiador é puxado por um barco motorizado, com 5,9 m de comprimento.

As embarcações, com motores V8 de no mínino 300 HPs, possuem um sistema automático de aceleração constante, que mantém o barco sempre na velocidade programada.

No slalom, o objetivo é contornar seis bóias dispostas de forma alternada em uma pista de 259 m. O vencedor é o esquiador que passar mais vezes pela pista, sendo que a corda é encurtada a cada série de passagens. A disputa acaba quando o esquiador cai ou perde o contorno de alguma das bóias.

O atleta, que compete em um esqui único para os dois pés, começa a disputa com uma corda de 18,25 m. Se conseguir passar por todas as séries, ele encerra a competição com uma corda de 11,25 m.

Na prova de saltos, o ganhador é aquele que atingir a maior distância depois de passar pela rampa. O atleta compete usando dois esquis especiais, de material resistente e leve. Só são considerados válidos os saltos que os esquiadores permanecerem de pé depois da queda.

A rampa, inclinada, tem entre 6 m e 8 m de comprimento, com 4 m de largura. No momento da passagem do atleta pela rampa, o barco atinge mais de 50 km/h.

Já na modalidade truques, o esquiador tem 20 segundos para realizar uma série de manobras. No final da apresentação, os juízes atribuem pontos. O vencedor é o esquiador que somar o maior número de pontos.

Slalom

Esta é a modalidade mais popular do esqui aquático. Os dois pés do esquiador ficam presos a um único esqui.

O objetivo desta prova é contornar em ziguezague as seis boias posicionadas de forma alterada, presas por cabos de aço, sendo três de cada lado do caminho do barco que puxa o esquiador em linha reta numa pista com 259 metros de comprimento.

O vencedor é o esquiador que conseguir completar mais vezes o percurso, uma vez que o grau de dificuldade é sempre maior a cada volta na pista.

As dificuldades impostas no slalom são o aumento de velocidade da lancha e o encurtamento da corda que puxa o esquiador de acordo com os tamanhos preestabelecidos.

Estes tamanhos começam a partir dos 18,25 metros (15 off) de comprimento e diminuem gradativamente a cada volta completada para 16m (22 off), 14,25m (28 off), 13m (32 off), 12m (35 off), 11,25m (38 off), 10,75m (39,5 off), 10,25m (41 off) e 9,75m (43 off). Estes “off” que tem ao lado das medidas em metros, é a nomenclatura que as medidas recebem nas competições.

Como mostra a figura acima, as bolinhas em vermelho são as boias que o esquiador passa com a corda de 15 off. As bolinhas verdes são para as cordas de 32 off e as amarelas são as boias para 28 off.

Geralmente, os esquiadores profissionais já começam com a corda de 28 off. Neste caso, se o esquiador conseguir completar o trajeto com esta corda, ele também conquista os pontos referentes aos contornos das boias com as cordas de 15 off e 22 off nas quatro velocidades regulamentares.

Estas velocidades são rigorosamente controladas nas competições de Slalom das categorias adultas através de um acelerador automático. No masculino, a primeira passada de boias é feita na velocidade de 48,3 km/h e as três passadas seguintes são feitas a 51,5 km/h, 54,7 km/h e 58 km/h, respectivamente. No feminino os critérios são os mesmos, porém, mudam as velocidades que são de 45 km/h a mínima e 54,7 km/h a máxima.

A apresentação da prova de slalom chega ao fim quando o esquiador cai ou deixa de contornar alguma das boias.

Saltos

Esta é uma prova bem simples de entender na teoria, porém, complicada de realizá-la na prática.

Cada esquiador usa dois esquis especiais, que são feitos de material leve e resistente, especialmente elaborados para esta prova de salto em distância.

A prova consiste da seguinte maneira. A lancha passa paralelamente à rampa numa velocidade preestabelecida de acordo com a categoria. Para ganhar mais impulso na hora do salto, o esquiador cruza a marola feita pelo próprio barco antes de atingir a rampa para o salto. Quando o esquiador atinge a rampa, ele se projeta ao ar.

Vence a prova o atleta que conseguir atingir a maior distância da rampa ao ponto em que tocar na água. O salto só é válido se o esquiador conseguir permanecer esquiando após a aterrissagem na água. Cada atleta tem três tentativas de salto.

As medidas são feitas a partir de três postos de observação, com possuem dois juízes cada, que ficam ao longo do deslocamento do esquiador. Com a ajuda de transferidores especiais para calcular as medidas, os resultados que são obtidos por um juiz são checados pelos outros cinco.

A altura da rampa varia de acordo com as categorias. No adulto masculino, elas variam de 1,65 a 1,80 metros de altura. Já no adulto feminino, a altura tem que ser de 1,65 metros. Assim como as rampas, as velocidades também variam conforme as categorias. No masculino, os esquiadores saltam a 56,3 km/h. No feminino, as esquiadoras saltam a 53,1 km/h.

Truques

Considerada a prova mais técnica do esqui aquático, a prova de Figuras, como também é chamada, consiste em executar diversas manobras, tendo cada uma delas um valor.

Usando um pequeno esqui sem quilhas (um em cada pé) o esquiador tem direito a duas séries de 20 segundos para tentar executar os truques escolhidos.

Na primeira série, também conhecida como “passada de mãos”, o esquiador realiza manobras segurando um manete com uma ou as duas mãos. Já na segunda série, o esquiador apresenta seus truques com a manete presa por um dos seus pés, ficando com as mãos livres.

Antes de cada prova, o esquiador precisa apresentar um desenho impresso ou desenhado com as figuras que pretende realizar nas suas séries. Cada truque consiste basicamente na realização de giros tanto na água quanto no ar e só podem ser executados apenas uma vez durante as provas

Não há um limite de velocidade para as realizações das manobras e o vencedor é aquele que conseguir atingir o maior número de pontos.

O esqui aquático

O esqui aquático não é nem será um esporte popular, uma vez que depende de equipamentos muito caros para ser disputado.

O norte-americano Ralph Samuelson é considerado o inventor desta que é uma das mais exclusivas modalidades esportivas.

Inspirado no esporte praticado na neve, ele fez as primeiras tentativas em 1922, percorrendo um lago do estado norte-americano de Minnesota usando esquis alpinos. Mais tarde conseguiu desenvolver equipamentos próprios para equiar na água.

Em 1925, Samuelson realizou o primeiro salto sobre uma rampa. A invenção foi patenteada por Fred Waller no mesmo ano.

Não demorou para que o esporte se tornasse um sucesso nos Estados Unidos a partir da década de 30, quando diversas competições foram registradas. A novidade cruzou as fronteiras e levou à criação da União Internacional de Esqui em 1946 na Suíça, entidade esta que posteriormente se transformaria na Federação Internacional de Esqui Aquático.

Apesar de ser um esporte bastante praticado em todo o mundo, com campeonatos mundiais disputados desde 1949, o esqui aquático ainda não é uma modalidade olímpica. Teve uma única participação, em 1972, em Munique, como exporte-exibição.

Os Estados Unidos são a grande força da modalidade. Nas Américas, disputa com o Canadá a hegemonia da modalidade. São filiados à Federação Internacional de Esqui Aquático 85 países.

Os equipamentos

Os equipamentos utilizados no esqui aquático são: Barco, corda, esquis, coletes salva-vidas, manetes e luvas. Nas competições, o barco e a corda são fornecidos pela organização enquanto os demais equipamentos têm de ser do próprio esquiador.

A história do esqui aquático

Muitas são as lendas a respeito do surgimento do esqui aquático, mas a mais “aceita”, é aquela que fala do esquiador suiço, que após descer uma montanha gelada, já em sua base, acabou por terminar sua “performance” nas águas de um lago, graças à inércia da decida. Pronto, estava “inventado” o esqui aquático

Daí a se adaptar uma corda a um barco, para “puxar” os esquiador sobre as águas, foi um passo. Evidentemente que o mais longe possível da montanhas geladas.

Os primeiros esquis a surgirem por aqui no Brasil, vieram pelas mãos de pessoas da sociedade paulistana (por volta dos anos 40/50) importados dos EUA. Eram todos fabricados em madeira que, depois de tratada, era empenada para ter a “forma” correta.

Por esta época, esquiava-se sempre com os dois pés (um em cada esqui), e as evoluções se limitavam à algumas “acrobacias” ousadas para a época, tais como: pular a marola, ficar agachado, tirar um esqui fora d’água, etc.

Foi a partir dos anos sessenta, que o esqui aquático passou a ser praticado tal como o conhecemos hoje: quatro modalidades designadas por slalom, saltos na rampa, truques e sola.

No Brasil, o grande introdutor do esqui, e que ainda participa ativamente de seu desenvolvimento é o paulista Paulo Weigand. Detentor de inúmeros títulos internacionais, Paulo é hoje um dos melhores veteranos do mundo, participando da Diretoria da Confederação Brasileira de Esqui Aquático – CBEA.

A princípio, qualquer pessoa está apta à esquiar, desde que se disponha a fazer duas coisas: molhar-se e equilibrar-se. Após algumas tentativas, deve-se insistir, pois será apenas tentando ficar em pé e caindo, que o iniciante irá pegar o “jeito da coisa”.

A grande vantagem de se esquiar como forma de recreação, é que se pode praticá-lo com qualquer embarcação, com motorização suficiente. De um “Jet Ski” à uma lancha “off-shore” de 36 pés, pode-se esquiar tranquilamente. A rigor, um barco ou lancha de 12 pés, como motor a partir de 25 HP, já são suficientes para tirar da água um adulto de 70 kg, com dois esquis nos pés.

Mas hoje, com o mercado de equipamentos e acessórios em franca expansão, inúmeras modalidades foram inventadas e aperfeiçoadas: o esquiador pode escolher entre um tradicional par de esquis, um slalom, um esqui de truques (banana), uma prancha de wakeboard, uma prancha de joelho (kneeboard), ou nem usar esquis, mas apenas as solas dos próprios pés (sola).

Pode também, preferir esquiar sentado numa “Air Chair”, ou até mesmo não se preocupar com o equilíbrio, e ser apenas rebocado pela lancha deitado numa bóia tomando sol (existem bóias especialmente fabricadas para isto) ou sentado num “Skibob” (aquele salsichão onde vão até cinco pessoas de uma só vez).

Dependendo do objetivo do esquiador (e da sua aptidão), pode ele dedicar-se ao esqui aquático, encarando-o como um esporte competitivo (o Campeonato Brasileiro é disputado há mais de 20 anos, nas modalides slalom, truques e rampa), ou como uma mera diversão.

Qualquer que seja a hipótese, nosso País oferece excelentes condições, difíceis de serem encontradas no resto do Mundo:

Um litoral incrivelmente extenso, banhado pelo sol o ano inteiro e com águas abrigadas;
Muitos rios, lagoas, lagos e represas.
E muito importante, um clima tropical com temperaturas altíssimas, que incentivam a prática de esportes aquáticos.

Portanto, da próxima vez que você sair de barco, não se esqueça de levar o seu equipamento de esqui aquático (se não tiver peça emprestado só para experimentar): no mínimo você vai se divertir muito.

Esqui Aquático
Esqui Aquático

Regras do Esqui Aquático

No esqui aquático, o competidor desliza sobre a água, apoiado em um ou dois esquis, puxados por um barco.

Os objetivos variam de acordo com a modalidade de competição: percorrer um determinado percurso, fazer evoluções ou realizar saltos a partir de uma rampa.

Em competições oficiais, o barco deve ter 5,9m de comprimento e motor de 300 cavalos. Para evitar que a variação de velocidade interfira na performance do esquiador, a embarcação é dotada de um sistema automático que mantém a aceleração constante. Caso ocorra alguma variação de velocidade que prejudique o esquiador, este tem direito de refazer o percurso.

O barco é equipado com um sistema de cronometragem automática que registra os tempos dos percursos em tempo real. Se der fora das tolerâncias, o esquiador tem direito a uma nova passada (chamada de “reride”).

São três as principais modalidades de esqui aquático:

Slalom

No slalom o esquiador percorre uma pista de 259m, delimitada por seis bóias alternadas. O competidor deve tentar passar o maior número de vezes pelo percurso. À medida que avança a corda que o prende ao barco é encurtada, de acordo com uma medida padrão.

A prova acaba quando o esquiador cai ou deixa de contornar uma bóia. Ganha aquele que ultrapassar o maior número de bóias com o menor comprimento de corda.

Determina-se o comprimento da corda de acordo com um padrão criando nos Estados Unidos. Originalmente, ela tinha 23 m (75 pés), mas foi encurtada para 18,25 m (60 pés) nas competições modernas. O esquiador inicia uma prova, portanto, com um máximo de 18,25 m de corda, ou “15 off”, medida que corresponde aos 15 pés retirados da corda original.

As medidas padrões são as seguintes:

15 off = 18,25 m
22 off = 16,00 m
28 off = 14,25 m
32 off = 13,00 m
35 off = 12,00 m
38 off = 11,25 m

Saltos de rampa

Usando dois esquis, feitos de um material leve e resistente, o esquiador é puxado a uma velocidade de cerca de 50 km por hora. O objetivo é atingir a rampa, projetar-se no ar e percorrer a maior distância possível, antes de tocar novamente na água. Ao descer, o esquiador deve permanecer em pé e continuar esquiando. A queda invalida o salto.

Truques

Nesta modalidade, o competidor deve executar diversas manobras, pelas quais recebe pontos. Utilizando apenas um esqui, sem quilha, o esquiador tem duas séries de 20 segundos para executar evoluções como loopings, giros e saltos. O vencedor é o que conquistar o maior número de pontos.

Como saber as regras de esqui aquático

O Inventor do esqui aquático é o americano Ralph Samuelson, e não demorou muito para o esporte virar novidade nos estados unidos e começar as primeiras competições a partir da década de 30.

O esqui aquático ainda não é considerado uma modalidade olímpica.

Instruções

Apesar de ser um esporte bastante praticado em todo o mundo, com campeonatos mundiais disputados desde 1949, o ainda não é como dito acima modalidade olímpica. Teve uma única participação, em 1972, em Munique, como exporte-exibição.

O esporte aqui discutido tem grande força de atuação no Brasil, é comum ver a prática nas praias brasileiras.

Vamos às regras:

As modalidades para prática do esporte são dívidas em três modalidades: slalom, saltos e truques e wakeboard. Em todas as modalidades o esquiador é puxado por um barco motorizado.

Vamos agora entender cada modalidade e suas particularidades:.

Slalom: com o objetivo de contornar as seis bóias de forma alternada em uma pista de 259 m. Ganha o competidor que passar mais vezes pela pista.
Saltos:
para ganhar o esquiador tem que atingir a distância máxima saltando pela rampa inclinada, tem entre 6 m e 8 m de comprimento, com 4 m de largura, depois de passar pela rampa, só são considerados validos os competidores que após a queda permanecerem em pé.
Truques:
esta talvez seja a modalidade mais complexa por exigir, mas habilidade do competidor, ele tem 20 segundos para realizar uma série de manobras, e no final os pontos são somados.
Wakeboard:
tem grande semelhança com o truqes acima citado, mas a diferença é que no wakeboard os barcos são mais pesados, com objetivos de saltar, mas alto, exigindo, mas do competidor, o barco pesado é para fazer marolas maiores

Agora mãos a massa, converse com esquiadores profissionais através de redes sociais.

Contatos com professores de esqui aquático é uma experiência muito valida, assistir às competições, hoje em dia existe muitas competições principalmente americanas e canadenses, procure saber o máximo sobre o esporte porque é só através de pesquisa e entendimento que conseguirá entender e aprender as regras.

Embora como dito acima os equipamentos para prática do esporte ser caros, existem varias escolas que disponibilizam o material de forma mais barata e viável.

Mesmo o esporte parecendo ser fácil nunca pratique sem auxílio de um profissional da área para não acontecer possíveis acidentes.

Glossário do Esqui Aquático

A

Água lisa – Diz-se quando o local oferece as condições ideais para a prática do esporte.

B

Banana – Esqui sem quilha usado para a prática do truque.
Bóias
– Demarcadores colocados na pista, aos quais o competidor terá que ultrapassar.

C

Corda – prende o esquiador ao barco. Quanto mais curta, mais alta é a dificuldade do competidor.

P

Passada – Ocorre quando o esquiador faz o percurso completo no slalom.

R

Reride – Quando variações de velocidade do barco interferem na prova, o esquiador tem o direito a um “reride”, que significa refazer o percurso.
Rampa –
Aparelho usado na modalidade de saltos. Deve ser feita de material resistente, com inclinação entre 1,65m a 1,80m, para homens, e entre 1,50m e 1,65m, para as mulheres.

S

Slalom – Modalidade na qual o esquiador percorre uma pista demarcada por bóias. Vence quem percorrer o maior número de vezes o percurso.
Ski-boat –
Nome dado ao barco usado para puxar o esquiador.
Sola
– Modalidade na qual o esquiador desliza com as solas dos pés.
Salto
– Modalidade na qual o competidor salta ao passar por uma rampa.

T

Trajetória – Distância percorrida pelo esquiador, após o salto com rampa.
Truque –
Modalidade na qual o esquiador realiza diversas evoluções e manobras.
Travada
– Recurso usado pelo esquiador para adquirir velocidade.

W

Wakeboard – Modalidade que utiliza esquis semelhantes a uma prancha de snowboard.

Fonte: www.wisegeek.com/br.esportes.yahoo.com/travinha.com.br

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